Categoria: TECNOLOGIA

  • Cansa experimentar roupa antes de sair? A Google pode te ajudar!

    Cansa experimentar roupa antes de sair? A Google pode te ajudar!

    A Google revelou uma nova funcionalidade de Inteligência Artificial para o aplicativo Photos que, na prática, registra as suas peças de roupa para lhe permitir combiná-las mais facilmente – diminuindo assim o tempo necessário para escolher as combinações adequadas

    A Google tem passado os últimos anos integrando ferramentas de Inteligência Artificial em grande parte dos seus serviços, com o Photos recebendo uma grande diversidade de opções de edição.

    Ainda que também conte com Inteligência Artificial, a mais recente novidade do Photos assume um objetivo levemente diferente. Chama-se Wardrobe (Guarda-roupa, em português) e, na prática, permite-lhe ter versões virtuais das suas roupas e peças de vestuário para que consiga combiná-las diretamente no app.

    O funcionamento é simples. Segundo o site Digital Trends, a partir das fotografias que tem armazenadas no Google Photos, o app registra automaticamente as roupas e acessórios que usa nestas imagens e organiza-as em categorias – que podem ser partes de cima, calças, sapatos, colares, etc.

    Estas categorias podem ser filtradas e, neste processo, poderá combiná-las diretamente no Google Photos de forma a criar conjuntos sem ter de passar muitos minutos experimentando cada uma das peças.

    A única limitação do Google Wardrobe está no fato de apenas serem registradas as roupas que use em fotografias já carregadas para o Google Photos. Significa isto que, caso já não tenha peças de vestuário que usou há alguns anos, poderá encontrar alguns problemas. Da mesma forma, terá de garantir que tira fotografias com novas roupas que venha a comprar de forma a garantir a eficácia desta funcionalidade.

    Não se sabe ainda ao certo quando é que a Google lançará esta funcionalidade, mas a empresa adiantou que estará disponível para experimentar durante o segundo semestre deste ano.

    Da mesma forma, também foi confirmado que os primeiros a terem a oportunidade de experimentar o Google Wardrobe serão os usuários de celulares Android, com os detentores de iPhone a terem de aguardar um pouco mais.

    JORNAL DA TARDE© Google  

    Cansa experimentar roupa antes de sair? A Google pode te ajudar!

  • "Muita gente vai dizer que está doente" para jogar o "GTA VI", diz CEO

    "Muita gente vai dizer que está doente" para jogar o "GTA VI", diz CEO

    O CEO da Take-Two, a editora responsável por “GTA VI”, acredita que muitas as pessoas deverão faltar ao trabalho no dia 19 de novembro, quando o jogo for lançado

    O lançamento de “GTA VI” continua marcado para o dia 19 de novembro e, apesar de ainda faltarem alguns meses, a ansiedade dos jogadores está cada vez mais alta. Contudo, parece que os jogadores não são os únicos a terem grandes expetativas.

    O CEO da editora responsável pelo lançamento do jogo, a Take-Two Interactive, fez algumas declarações em uma coletiva direcionada a executivos da indústria de videogames onde mostra confiança em relação ao lançamento de “GTA VI”.

    De acordo com o site IGN, Strauss Zelnick afirmou nesta coletiva que acredita que “muitas pessoas vão dizer que estão doentes no dia 19 de novembro”, faltando assim ao trabalho para conseguirem jogar a “GTA VI”.

    A grande expectativa em torno de “GTA VI” prende-se não só pelo histórico de qualidade dos jogos desenvolvidos pela produtora Rockstar Games, como também pelo fato de ser o primeiro novo jogo da franquia desde setembro de 2013 – quando “GTA V” foi lançado para o PlayStation 3 e Xbox 360.

    Tendo isto em conta, Zelnick admite que até será difícil de medir o sucesso de “GTA VI”, notando que é “assustador” pensar que o jogo terá de estar ao nível das expectativas.

    “Aquilo que ambicionamos é criar a peça de entretenimento mais impressionante da história – o que é um desafio bastante assustador”, afirmou Zelnick. “Se conseguirmos isso e se prestarmos um bom serviço aos nossos clientes, os benefícios aparecerão naturalmente”.

    Quanto custará “GTA VI”?

    Com o aumento de preços que se tem sentido no mundo dos videogames, muitos acreditam que “GTA VI” poderá vir a apresentar um valor acima do normal. Os que acreditam nesta hipótese apontam que a longevidade proporcionada pelo mundo online e o elevado investimento na produção da Rockstar Games e da Take-Two Interactive podem contribuir para que o jogo tenha um preço acima da média.

    Em maio de 2025 especulava-se que “GTA VI” poderia tornar-se o jogo mais caro da história, com os custos de desenvolvimento a ultrapassarem os mil milhões de dólares. Por outro lado, em março de 2025 circulou o rumor que “GTA VI” poderia chegar às lojas com um custo a rondar os R$ 600.

    Em agosto de 2025 foi a vez de Zelnick falar sobre o assunto, notando que o objetivo era “oferecer mais valor do que aquele que é cobrado”.

    Esta foi uma ideia repetida agora pelo CEO da Take-Two Interactive, que aproveitou a coletiva com outros executivos do mundo dos games para afirmar que a ideia passa por chegar a um preço justo.

    “Os consumidores pagam pelo valor que lhe dá e o nosso trabalho é cobrar muito, muito, muito menos pelo valor que é entregue”, explicou Zelnick. “A sensação que tem quando compra algo é a relação entre o produto em si e o preço que se paga. Os consumidores têm de sentir que o produto em si é incrível e que o preço cobrado foi justo pelo que se recebeu”.

     

    "Muita gente vai dizer que está doente" para jogar o "GTA VI", diz CEO

  • UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos a Facebook e Instagram

    UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos a Facebook e Instagram

    Meta afirma que discorda de conclusões e que adota medidas para controlar acesso. Bloco europeu diz que medidas adotadas pela empresa são ineficazes para comprovar idade

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A União Europeia acusou nesta quarta-feira (29) a Meta de infringir as regras do bloco europeu e as suas próprias condições ao permitir o acesso de menores de 13 anos ao Instagram e ao Facebook.

    A acusação está nas conclusões preliminares de uma investigação lançada há dois anos pela Comissão Europeia, braço executivo da UE, sobre a Meta, que pode resultar em uma multa equivalente a 6% do faturamento anual do grupo. A big tech afirmou que discorda da UE e que tem medidas para remover contas de menores de 13 anos.

    A comissão tenta nos últimos meses reforçar a proteção de menores na internet e avalia implementar uma idade mínima para o acesso às redes sociais em todo o bloco. Vários países da União Europeia estudam medidas semelhantes, seguindo o exemplo da Austrália, que proibiu o uso dessas plataformas por menores de 16 anos.

    No caso da Meta, o Executivo europeu ressalta que a própria empresa “fixa em 13 anos a idade mínima para acessar com total segurança o Instagram e o Facebook”.

    A comissão afirma que as medidas do grupo para aplicar essas restrições não são eficazes e que, por exemplo, não realiza nenhum controle eficaz “para verificar a data de nascimento autodeclarada” dos novos usuários.

    “Somos muito claros: o Instagram e o Facebook se destinam a pessoas de 13 anos ou mais, e implementamos medidas para detectar e remover contas de menores”, disse um porta-voz da Meta, consultado pela AFP.

    “Continuamos investindo em tecnologias que permitam identificar e remover contas de usuários menores”, acrescentou o porta-voz, que indicou que em breve anunciarão medidas suplementares.

    A Comissão Europeia menciona “um amplo conjunto de provas provenientes de toda a União Europeia que indicam que entre 10% e 12% das crianças menores de 13 anos acessam o Instagram e/ou o Facebook”.

    Também acusa a empresa de não cumprir suas obrigações de avaliar e minimizar os riscos para os menores impostas pelo regulamento europeu sobre serviços digitais, o DSA.

    “A Meta parece ter ignorado provas científicas amplamente acessíveis que indicam que os mais jovens são mais vulneráveis aos danos potenciais causados por esses serviços”, afirma a comissão.

    A Meta afirma que tem medidas em vigor para detectar e remover contas de crianças menores de 13 anos e que anunciará medidas adicionais na próxima semana.

    “A compreensão da idade é um desafio para todo o setor, que exige uma solução para todo o setor, e continuaremos a nos envolver de forma construtiva com a Comissão Europeia nessa importante questão”, disse um porta-voz da Meta.

    A UE lançou vários procedimentos para proteger crianças e adolescentes na internet. Há um mês, iniciou uma investigação sobre o Snapchat, uma das plataformas favoritas dos adolescentes, à qual também reprova por não verificar a idade de seus usuários.

    Também exigiu que o TikTok modificasse sua interface por considerá-la “viciante” e potencialmente prejudicial ao bem-estar dos usuários.

    Neste mesmo mês, Bruxelas apresentou um aplicativo de verificação de idade que colocou à disposição dos países-membros que queiram restringir o acesso de menores às redes sociais.

    UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos a Facebook e Instagram

  • Governo contraria Meta e mantém WhatsApp restrito a menores de 14 anos

    Governo contraria Meta e mantém WhatsApp restrito a menores de 14 anos

    Ministério da Justiça rejeita recurso da Meta e fixa idade mínima de 14 anos para WhatsApp e Messenger

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) -O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) negou recurso da Meta e manteve a recomendação para WhatsApp e Messenger como não recomendados para menores de 14 anos.
    A decisão saiu na segunda-feira (27) em despacho publicado no Diário Oficial da União. Segundo o documento, o recurso da Meta “não trouxe elementos suficientes” para a alteração da recomendação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    Na prática, a classificação segue a mesma feita em 2025. Na ocasião, o governo revisou a recomendação de idade para várias plataformas. Messenger e WhatsApp foram de 12 para 14 anos como idade mínima.

    A questão etária reflete riscos como violência, sexo, drogas e interatividade.

    A ideia do ministério é oferecer algum critério para os responsáveis, porém não impede o acesso. A classificação funciona como em séries e filmes, em que há um aviso da classificação no início e cabe aos pais restringir ou não o acesso à obra. No caso dos apps, a indicação aparece nas lojas de aplicativo.

    Messenger e WhatsApp permitem comunicação sem proteção e compras online. O MJSP ressalta que entre os fatores para manter a classificação estão recursos de comunicação direta entre usuários, publicidade, oferta ou comercialização de produtos, recomendação de conteúdos e, no caso do WhatsApp, compartilhamento de localização.

    “Em resumo, a decisão, por si só, não impede o acesso ao WhatsApp nem ao Messenger por menores de 14 anos. O que ela afirma é que, nas condições atuais de funcionamento, esses aplicativos não são recomendados para essa faixa etária, segundo os critérios técnicos vigentes da classificação indicativa”, afirma nota do MJSP à reportagem.

    Em 2025, o governo mudou a recomendação etária mínima do Instagram para 16 anos. Na época, o argumento era de que o app poderia disponibilizar acesso a cenas de sexo, nudez, violência e uso de drogas.

    POR QUE IMPORTA?

    A Meta pediu revisão, pois discordou da classificação anterior. Ainda que a empresa não tenha se pronunciado oficialmente, ela tentou mudar a recomendação para os aplicativos -consultada, a Meta informou que não comentaria o caso.

    Especialista considera que reação da Meta provavelmente tem relação com “temor”. Segundo Maria Mello, gerente do eixo digital do Instituto Alana (entidade que luta para garantir direitos para crianças e adolescentes), ainda que a manutenção da indicação não mude nada, pais poderão verificar a classificação e limitar o uso do app, fazendo com que a empresa perca usuários.

    Ao mesmo tempo, a indicação do ministério diverge da feita pela Meta. Instagram e Messenger são recomendados para uso a partir dos 13 anos, enquanto o ministério diz ser inapropriado para menores de 14 anos. Recentemente, a Meta anunciou um sistema para pais gerenciarem contas de crianças menores de 13 anos no WhatsApp -além disso, a empresa tem uma versão do Messenger para menores chamada Messenger Kids, que tem controle parental.

    A classificação pode indicar uma movimentação maior por parte do governo. Maria, do Alana, menciona que o MJSP pode usar outros mecanismos -como o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) convencional ou o Código de Defesa do Consumidor- para exigir mais obrigações da empresa para crianças e adolescentes.

    Governo contraria Meta e mantém WhatsApp restrito a menores de 14 anos

  • Entenda porque a China proibiu a Meta de comprar a startup de IA Manus

    Entenda porque a China proibiu a Meta de comprar a startup de IA Manus

    Decisão de Pequim barra negócio bilionário com a Meta e sinaliza endurecimento no controle sobre tecnologias estratégicas; analistas apontam que medida vai além de regras comerciais e reforça disputa com os EUA por liderança em inteligência artificial.

    (CBS NEWS) – A China proibiu a aquisição da startup de inteligência artificial Manus pela gigante americana Meta com a justificativa de que a compra violava leis e regulamentos relativos à exportação de tecnologia e ao investimento estrangeiro. Mas, para especialistas, não se trata apenas disso.

    Analistas afirmam que Pequim quer mostrar que tecnologia chinesa sensível precisa de aprovação para receber aportes do exterior, e que uma empresa não deixa de ser chinesa só porque muda de sede, estrutura societária ou passa a operar fora do país.

    “A principal consideração, acredito, não é a Manus em si. É o fato de que, se a Manus pode ‘pegar seus brinquedos’ e se mudar para Singapura sem nem pedir licença, o que impediria outras empresas de tecnologias estratégicas de fazer o mesmo?”, diz Kendra Schaefer, consultora de políticas públicas da Trivium China.

    “Então, isso representa o início de esforços regulatórios de longo prazo para impor mais controles sobre a saída de tecnologias chinesas como uma questão de segurança nacional.”

    O anúncio da compra foi feito em dezembro, com a startup indicando que se uniria à Meta para o que chamou de “próxima era de inovação”. A resposta das autoridades chinesas, que começou com o anúncio de investigação, veio cerca de dez dias depois.

    A ação revela a disposição do país asiático de proteger alta tecnologia, uma vez que a negociação já estava concluída e a startup havia transferido sua operação para Singapura no ano anterior.

    A transação, avaliada em US$ 20 bilhões, acrescenta uma nova camada à disputa pela liderança em inteligência artificial entre Pequim e Washington e pode levar o assunto à mesa de negociação entre os dois países.

    O líder chinês, Xi Jinping, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, devem se encontrar na capital chinesa em maio para prolongar a trégua que sustenta a guerra comercial entre as nações.
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    POR QUE A META QUERIA COMPRAR A MANUS?

    A aquisição da startup pela gigante americana é vista como uma tentativa de equiparar a Meta a concorrentes com tecnologia mais avançada em inteligência artificial, como OpenAI e Google.

    No anúncio, a empresa americana afirmou que a negociação foi feita como forma de “desbloquear oportunidades de negócios” em seus próprios produtos. 

    Em outras palavras, a Meta integraria um agente de IA já desenvolvido e capaz de realizar tarefas de assistência, automação, produtividade e execução dentro de seu ecossistema -Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger, por exemplo.

    QUAL O ARGUMENTO DA CHINA PARA BARRAR A AQUISIÇÃO?

    Quando a investigação foi anunciada, o Ministério do Comércio afirmou que seria avaliado se a compra estava em conformidade com as leis chinesas de exportação de tecnologia e investimentos no exterior.

    Na segunda-feira (27), ao proibir a transação, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, responsável pela avaliação, disse apenas que “decidiu proibir o investimento estrangeiro no projeto Manus, em conformidade com as leis e regulamentos, e exigiu que as partes envolvidas cancelassem a transação”.

    A medida é tratada como questão de segurança nacional. Uma regulamentação em vigor desde 2021 determina que investimentos estrangeiros que afetem o Estado passem por revisão rigorosa e estabelece que o investidor será obrigado a desfazer a operação caso ela já tenha sido concluída.

    Como garantia adicional, no fim de março as autoridades instruíram o CEO, Xiao Hong, e o cientista-chefe, Ji Yichao, a não deixar a China até novas instruções, segundo o Wall Street Journal.

    COMO PEQUIM PODE PROIBIR UMA NEGOCIAÇÃO TRANSFERIDA PARA

    OUTRO PAÍS?

    Segundo especialistas, Pequim tratou o caso como aquisição de tecnologia sensível, talentos e dados de origem chinesa e, por isso, aplicou a legislação à empresa já instalada em Singapura.

    Para Aynne Kokas, diretora do Centro de Estudos da Ásia Oriental da Universidade da Virgínia, a ação sugere que Pequim está ampliando o que entende por empresas chinesas no setor de tecnologia.

    “A revisão de segurança parece ter sido acionada por causa dos vínculos com a China. Essa é uma visão expansiva do que constitui uma empresa chinesa.”

    NEGÓCIO PODE SER DESFEITO?

    Em teoria, sim, conforme determina a decisão das autoridades. Um ponto sensível é que a ordem foi publicada meses após o anúncio da aquisição, sugerindo que houve compartilhamento de tecnologia, equipe e dados em algum nível, além de acesso da Meta a informações sensíveis.

    O Wall Street Journal relatou que a gigante americana está se preparando para reverter a negociação. Segundo o jornal, Pequim deu à empresa um prazo de algumas semanas para desfazer a transação e restaurar os ativos chineses da Manus ao estado original.

    Esse caso cria um precedente?

    Sim. Kokas afirma que Pequim sinaliza às empresas que tecnologias desenvolvidas na China, mesmo quando a companhia já não está domiciliada no país, estão sujeitas às regulamentações locais.

    Para Schaefer, a restrição cria o risco de que “fundadores simplesmente decidam criar empresas no exterior, em vez de incubá-las dentro das fronteiras chinesas e depois transferi-las para fora por meio de estruturas corporativas complexas”.

    Entenda porque a China proibiu a Meta de comprar a startup de IA Manus

  • Japão testa robôs humanoides para transportar bagagens em aeroporto

    Japão testa robôs humanoides para transportar bagagens em aeroporto

    Equipamentos começam a operar em Haneda em projeto piloto até 2028; iniciativa busca reduzir esforço dos funcionários e enfrentar a escassez de mão de obra em meio ao aumento do turismo no país.

    A companhia aérea japonesa Japan Airlines vai começar a integrar robôs humanoides nas equipes responsáveis pelo transporte de bagagens no aeroporto de Aeroporto de Haneda.

    Segundo o jornal The Guardian, os robôs, com cerca de 1,30 metro de altura, foram desenvolvidos pela empresa chinesa Unitree e devem começar a operar no início de maio. A iniciativa faz parte de um projeto piloto, previsto para durar até 2028, com o objetivo de ajudar a lidar com o aumento do turismo no Japão.

    A adoção definitiva da tecnologia só será avaliada após o período de testes. Ainda assim, diante das projeções de escassez de mão de obra, a expectativa é que, caso a experiência seja bem-sucedida, os robôs passem a fazer parte das operações de forma permanente.

    Os equipamentos conseguem operar continuamente por duas a três horas. No futuro, a ideia é ampliar o uso desses “colaboradores” para outras funções, como a limpeza das cabines das aeronaves.

    Em declarações à imprensa, o presidente da JAL Ground Service, Yoshiteru Suzuki, afirmou que os robôs ficarão responsáveis por tarefas mais pesadas e irão “reduzir inevitavelmente o fardo dos trabalhadores e oferecer benefícios significativos aos funcionários”.

    Já o presidente do Japan Airlines GMO Internet Group, Tomohiro Uchida, destacou que a iniciativa pode ajudar a enfrentar a falta de trabalhadores no setor.

    “Apesar de os aeroportos parecerem ser altamente automatizados e padronizados, as operações internas ainda dependem muito de trabalho humano e lidam com uma séria escassez de mão de obra”, afirmou.
     
     
     

    Japão testa robôs humanoides para transportar bagagens em aeroporto

  • WhatsApp testa nuvem própria para guardar conversas com mais segurança

    WhatsApp testa nuvem própria para guardar conversas com mais segurança

    Nova função permitirá backup direto no serviço do app, com criptografia de ponta a ponta e opção de escolha no Android; expectativa é oferecer até 2 GB gratuitos para armazenamento das mensagens na plataforma.

    O WhatsApp está testando uma nova forma de permitir que usuários armazenem suas conversas com mais segurança. Segundo o site WABetaInfo, a empresa trabalha no desenvolvimento de um serviço próprio de armazenamento em nuvem.

    Atualmente, o backup das conversas depende do sistema operacional do celular. Em aparelhos com Android, os dados são salvos no Google Drive, enquanto usuários de iPhone utilizam o iCloud.

    De acordo com informações divulgadas pelo WABetaInfo, a nova funcionalidade permitirá armazenar conversas diretamente em uma nuvem própria do WhatsApp, que deve ser lançada no futuro com criptografia de ponta a ponta.

    Imagens compartilhadas pelo site indicam que, no caso do Android, os usuários poderão escolher entre o serviço da própria plataforma e o Google Drive. A expectativa é que o armazenamento oferecido pelo WhatsApp inclua cerca de 2 GB gratuitos.

    Também há a indicação de que a empresa poderá disponibilizar planos pagos, com cerca de 50 GB de armazenamento por aproximadamente US$ 0,99.

    Ainda não há previsão oficial para o lançamento da novidade, mas a expectativa é que novos detalhes sejam divulgados à medida que a funcionalidade se aproxime da fase final de testes.
     
     

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    WhatsApp testa nuvem própria para guardar conversas com mais segurança

  • Com que frequência reiniciar o computador? Especialistas esclarecem

    Com que frequência reiniciar o computador? Especialistas esclarecem

    Apesar de sistemas mais modernos permitirem uso prolongado sem desligar, reiniciar o dispositivo regularmente pode ajudar a manter o desempenho, corrigir falhas e garantir a instalação de atualizações importantes de segurança.

    Quando se fala em boas práticas no uso de dispositivos eletrônicos, é comum haver divergências de acordo com a forma de utilização. Ainda assim, algumas orientações são amplamente aceitas, como a frequência ideal para reiniciar o computador.

    De acordo com o site BGR, os computadores atuais são mais eficientes na gestão de software e no uso da memória RAM do que os modelos antigos. Isso permite que os usuários utilizem com mais frequência modos como a hibernação, sem a necessidade de desligar e ligar o aparelho constantemente.

    Mesmo assim, para manter o desempenho em alto nível, especialistas recomendam reiniciar o sistema pelo menos uma vez por semana. A prática é ainda mais importante quando o computador começa a apresentar lentidão ao iniciar programas ou quando são utilizados softwares mais exigentes, como os de edição de vídeo ou design 3D.

    Reiniciar o equipamento também é indicado sempre que houver atualizações disponíveis, já que o processo garante a instalação de novos recursos e correções de segurança que protegem o sistema contra possíveis vulnerabilidades.

    Outra recomendação é desligar o computador caso ele não vá ser utilizado por alguns dias, como durante um fim de semana. No caso de notebooks, a medida é ainda mais relevante, já que o aparelho continua consumindo energia mesmo em modo de hibernação.
     

     
     

    Com que frequência reiniciar o computador? Especialistas esclarecem

  • WhatsApp vai parar no seu celular? Veja se o seu está na lista

    WhatsApp vai parar no seu celular? Veja se o seu está na lista

    Aplicativo deixará de rodar em aparelhos com Android 5.0 e 5.1 a partir de 8 de setembro; usuários devem verificar a versão do sistema e fazer backup das conversas para não perder mensagens e arquivos ao trocar de dispositivo.

    O WhatsApp deixará de funcionar em celulares Android mais antigos a partir de 8 de setembro. Com a atualização, o aplicativo passará a exigir, no mínimo, o Android 6.0, tornando incompatíveis os aparelhos que ainda operam com versões 5.0 e 5.1.

    A mudança foi informada na Central de Ajuda da plataforma e integra uma revisão dos requisitos técnicos necessários para o funcionamento do serviço. Usuários com dispositivos afetados já começaram a ser notificados sobre a necessidade de atualizar o sistema ou substituir o aparelho.

    Para saber qual versão está instalada no celular, é preciso acessar as configurações do dispositivo e procurar pela opção “Sobre o telefone” ou “Sobre o dispositivo”. Em alguns modelos, a informação aparece dentro do menu “Informações do software”, onde é possível conferir a versão do Android em uso.

    A recomendação é realizar um backup das conversas antes do prazo final, garantindo a preservação de mensagens, fotos e outros arquivos ao migrar para um novo aparelho. Segundo a empresa, a atualização acompanha a necessidade de manter o aplicativo alinhado a padrões mais recentes de segurança e desempenho.

    WhatsApp vai parar no seu celular? Veja se o seu está na lista

  • China reforça capacidades militares no Espaço, diz Financial Times

    China reforça capacidades militares no Espaço, diz Financial Times

    Análise do Financial Times aponta avanço de tecnologias capazes de atacar satélites, em meio à rivalidade com os EUA e ao risco crescente de conflitos em órbita que podem afetar comunicações, defesa e infraestruturas na Terra.

    Uma análise do jornal Financial Times aponta que a China vem ampliando suas capacidades militares no espaço, incluindo o desenvolvimento de tecnologias capazes de capturar ou até destruir satélites. O movimento ocorre em meio à crescente rivalidade com os Estados Unidos e ao aumento do risco de conflitos fora da Terra.

    Documentos militares e dezenas de estudos ligados ao Exército de Libertação Popular (ELP), analisados pelo jornal britânico, indicam uma estratégia que vai desde operações de proximidade entre satélites até ataques a infraestruturas espaciais e, em um cenário extremo, alvos na superfície terrestre.

    “Hoje, ao olhar para o céu, vemos que o espaço já está envolto na fumaça de um potencial conflito”, escreveu o especialista militar chinês Jiang Lianju em um manual de 2024, citado pelo Financial Times. Ele acrescenta que o controle do espaço representa “um poderoso incentivo estratégico e militar”.

    A análise destaca que potências como Estados Unidos, China e Rússia já realizam operações de aproximação entre satélites, usadas para manutenção, mas também com potencial ofensivo. Esse tipo de manobra já foi classificado por autoridades americanas como uma forma de “combate aproximado no espaço”.

    De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, o domínio espacial se tornou essencial para as capacidades militares modernas, incluindo comunicação, navegação e sistemas de comando. Isso aumenta o risco de que ataques em órbita possam comprometer infraestruturas críticas na Terra.

    Para Howard Wang, pesquisador do think tank Rand Corporation, a estratégia central do ELP é atingir pontos-chave das redes do adversário para “paralisar” a tomada de decisões em toda a cadeia de comando, desde a coleta e transmissão de dados até sua análise.

    Pequim também investe em tecnologias como lasers, sistemas de interferência eletrônica (jamming) e satélites capazes de deslocar outros objetos para órbitas diferentes, além de desenvolver capacidades de reabastecimento e captura em órbita.

    Um exemplo citado é o satélite chinês Shijian-21, que em 2022 utilizou um braço robótico para rebocar um satélite desativado para uma órbita mais distante, demonstrando uma capacidade que gerou preocupação entre autoridades militares americanas.

    Mais recentemente, satélites chineses realizaram manobras coordenadas em órbita geoestacionária, comportamento que os Estados Unidos compararam a exercícios de combate.

    A investigação indica ainda que a doutrina militar chinesa prevê diferentes fases em um eventual conflito espacial, incluindo ações de dissuasão, como demonstrações públicas de capacidade, reposicionamento de satélites, bloqueios espaciais e ataques a sistemas inimigos.

    Essas operações podem envolver interferência eletrônica, ataques cibernéticos ou o uso de armas de energia dirigida, com o objetivo de degradar sistemas de comunicação e comando sem provocar uma escalada imediata.

    Em estágios mais avançados, os cenários analisados pelo ELP incluem a destruição direta de satélites e até ataques a infraestruturas terrestres a partir do espaço, refletindo uma integração crescente entre os domínios espacial e militar tradicional.

    A corrida espacial militar também ganha força na órbita baixa da Terra, impulsionada pela proliferação de satélites em constelações como a Starlink, o que está transformando o cenário estratégico global.

    Segundo Howard Wang, tanto Washington quanto Pequim buscam aumentar a resiliência de seus sistemas espaciais, ampliando o número de satélites para reduzir a vulnerabilidade a ataques.

    A China planeja lançar mais de 37 mil novos satélites até 2030, com o objetivo de consolidar sua posição nesse setor e acompanhar os avanços dos Estados Unidos.

    “Estamos em um ambiente em que ninguém jamais travou uma guerra. O potencial de algo dar errado muito rapidamente é enorme”, afirmou um oficial militar ocidental ouvido pelo Financial Times.
     
     

     

    China reforça capacidades militares no Espaço, diz Financial Times