Categoria: TECNOLOGIA

  • Amazon amplia aposta em IA e reforça parceria bilionária com Anthropic

    Amazon amplia aposta em IA e reforça parceria bilionária com Anthropic

    Gigante de tecnologia já investiu bilhões na startup e pode ampliar aportes, enquanto Anthropic promete direcionar mais de US$ 100 bilhões à infraestrutura da AWS para impulsionar o desenvolvimento de inteligência artificial.

    A Amazon e a Anthropic anunciaram que vão ampliar a parceria com novos acordos bilionários voltados ao desenvolvimento de inteligência artificial.

    De acordo com a imprensa internacional, a Amazon investiu mais US$ 5 bilhões na Anthropic, valor que se soma aos cerca de US$ 8 bilhões já aportados anteriormente. A empresa também informou que pode investir até mais US$ 20 bilhões na startup, desde que determinadas metas de desempenho sejam atingidas.

    Por outro lado, a Anthropic, sediada em São Francisco, afirmou que pretende investir mais de US$ 100 bilhões em tecnologia da Amazon Web Services (AWS) ao longo da próxima década, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de soluções em inteligência artificial.

    “Precisamos construir infraestrutura para acompanhar a demanda crescente”, afirmou o CEO da Anthropic, Dario Amodei, em comunicado. “Nossa colaboração com a Amazon vai permitir que continuemos avançando na pesquisa em IA, ao mesmo tempo em que entregamos o Claude aos nossos clientes.”

    O Claude é um assistente de inteligência artificial desenvolvido pela Anthropic, com funcionamento semelhante ao ChatGPT.

    Os novos acordos surgem após a divulgação, em janeiro, de que a Amazon também avaliava investir mais de € 40 bilhões na OpenAI, concorrente direta da Anthropic no setor.

    Amazon amplia aposta em IA e reforça parceria bilionária com Anthropic

  • Vídeo mostra astronauta com dificuldade para andar após voltar do espaço

    Vídeo mostra astronauta com dificuldade para andar após voltar do espaço

    Christina Koch publicou vídeo mostrando dificuldades de equilíbrio após dez dias em microgravidade na missão Artemis II. Astronauta explica que o corpo depende mais da visão ao voltar à Terra e que adaptação pode levar dias, com impactos também estudados na medicina

    A astronauta Christina Koch, que participou da missão Artemis II, compartilhou um vídeo em sua conta no Instagram mostrando como tem sido a recuperação do corpo após dez dias no espaço.

    Nas imagens, Koch aparece com dificuldade para caminhar de olhos fechados. Na legenda, a astronauta explica que “quando as pessoas vivem em microgravidade, os sistemas do nosso corpo que evoluíram para indicar ao cérebro como andar não funcionam corretamente”.

    “Os nossos cérebros aprendem a ignorar esses sinais e, assim, quando voltamos à gravidade, dependemos muito dos nossos olhos para nos orientarmos visualmente. Uma caminhada de olhos fechados pode ser um verdadeiro desafio”, escreveu.

    Ela também destacou que o estudo desses efeitos pode ter aplicações na Terra. “Aprender sobre isso pode ajudar a orientar o tratamento de vertigem, concussões e neurite vestibular”, afirmou. “Felizmente, já estamos nos adaptando à gravidade após sete dias [desde o retorno]”, completou.

    A missão contou ainda com Reid Wiseman, Victor Glover e Jeremy Hansen, e estabeleceu um novo recorde de distância em relação à Terra, alcançando 406.777 quilômetros.

     

    Veja o vídeo acima. 

    Quem é Christina Koch?

    Christina Koch, de 47 anos, tornou-se a primeira mulher a orbitar a Lua, integrando a equipe da missão Artemis II. Desde jovem, sonhava em ser astronauta e cresceu acompanhando as imagens históricas do programa Apollo. Ela é formada em Engenharia Elétrica e Física.

    Antes de entrar para a NASA, trabalhou em centros de pesquisa na Antártida e na Groenlândia.

    A NASA prevê uma nova missão em 2027 que não chegará à Lua. Já o retorno de astronautas à superfície lunar está programado para 2028, na quarta missão do programa Artemis, com expectativa de ocorrer antes do plano da Administração Espacial Nacional da China de levar humanos ao satélite até 2030.
     
     

    Vídeo mostra astronauta com dificuldade para andar após voltar do espaço

  • Astronauta registra “pôr da Terra” atrás da Lua em vídeo impressionante

    Astronauta registra “pôr da Terra” atrás da Lua em vídeo impressionante

    Imagens feitas durante a missão Artemis II mostram a Terra desaparecendo no horizonte lunar. Registro raro foi captado com celular e revela uma das vistas mais impactantes já vistas do espaço

    O comandante da missão espacial Artemis II divulgou um vídeo impressionante mostrando a Terra vista do espaço, aparentemente “se pondo” atrás da Lua. As imagens foram registradas com um celular pessoal durante a viagem.

    “Uma oportunidade única na vida…”, escreveu Reid Wiseman em publicação na rede social X, ao compartilhar o registro na segunda-feira, 20 de abril.

    “Assim como assistir ao pôr do sol na praia, mas do ponto mais distante do cosmos, não resisti e gravei um vídeo do ‘Earthset’ com meu celular. Dá para ouvir o clique da câmera Nikon enquanto a Christina Koch fazia uma sequência de fotos e captava imagens incríveis com lente de 400 mm. Victor Glover observava pela janela, ao lado de Jeremy Hansen”, relatou.

    O vídeo foi feito com um iPhone 17 Pro Max. Segundo Wiseman, a imagem não foi cortada nem editada e utilizou zoom de 8x, aproximando-se da visão do olho humano. “Mal conseguia ver a Lua pela escotilha, mas o iPhone tinha o tamanho ideal para capturar a cena. Aproveitem”, completou.

    A missão partiu no dia 1º de abril, da Flórida, levando Wiseman, Koch, Glover e Hansen a uma viagem histórica ao redor da Lua, a mais distante já realizada por humanos. O objetivo foi completar uma órbita lunar e retornar à Terra. A jornada durou cerca de dez dias.

    A NASA prevê uma nova missão em 2027, ainda sem pouso na Lua. Já o retorno de astronautas à superfície lunar está planejado para 2028, na quarta missão do programa Artemis. A expectativa é que isso ocorra antes da Administração Espacial Nacional da China, que pretende enviar seus astronautas à Lua até 2030.
     
     

    Astronauta registra “pôr da Terra” atrás da Lua em vídeo impressionante

  • YouTube cria serviço para artistas identificarem versões suas feitas com IA

    YouTube cria serviço para artistas identificarem versões suas feitas com IA

    Os testes começaram há cerca de um ano e meio, com alguns dos principais youtubers do site. Neste ano, a empresa expandiu o serviço para alguns políticos, até enfim disponibilizá-lo para qualquer pessoa que atenda aos critérios, ela tendo um canal no YouTube ou não

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O YouTube anunciou, nesta terça-feira (21), que vai disponibilizar um novo serviço dentro de seu site para que artistas e outras pessoas públicas –atores, músicos, atletas e criadores de conteúdo– possam identificar versões suas criadas a partir de tecnologias de inteligência artificial, ou seja, deepfakes, e pedir a exclusão desse tipo de vídeo.

    Um deepfake é um vídeo em que o rosto de alguém é inserido digitalmente sobre o de outra pessoa, num registro pré-gravado. Graças à inteligência artificial, os movimentos de olhos e bocas são sincronizados e, muitas vezes, tecnologias de geração de voz também são usadas.

    Assim, cria-se conteúdo falso, usado para espalhar fake news, manipular discursos políticos ou até mesmo gerar pornografia. Recentemente, versões sintéticas de Brad Pitt e Tom Cruise protagonizaram uma cena de luta que nunca existiu no mundo real, por exemplo. Vídeos como esse acenderam o alerta de Hollywood em relação aos direitos de imagem de seus astros.

    Em entrevista à revista americana The Hollywood Reporter, Mary Ellen Coe, diretora de negócios do YouTube, diz que é responsabilidade da plataforma combater esse tipo de conteúdo.

    “Estamos trabalhando nisso há um tempo, desde que começamos a pensar nas implicações da IA na nossa plataforma. Francamente, ainda nem vimos todas as possibilidades que podem surgir [a partir dessa tecnologia], e estamos trabalhando com agências de atalentos e empresas de gestão para garantir que pessoas públicas possam se antecipar e impedir que coisas negativas aconteçam”, afirma a executiva.

    Os testes começaram há cerca de um ano e meio, com alguns dos principais youtubers do site. Neste ano, a empresa expandiu o serviço para alguns políticos, até enfim disponibilizá-lo para qualquer pessoa que atenda aos critérios, ela tendo um canal no YouTube ou não.

    YouTube cria serviço para artistas identificarem versões suas feitas com IA

  • Quase metade das músicas enviadas diariamente são geradas por IA, diz Deezer

    Quase metade das músicas enviadas diariamente são geradas por IA, diz Deezer

    Relatório aponta crescimento acelerado de faixas criadas por IA, que já representam quase metade dos envios diários. Plataforma diz limitar alcance e monetização desses conteúdos, enquanto maioria dos usuários não consegue distinguir músicas artificiais das produzidas por humanos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Deezer revelou que 44% das novas músicas enviadas diariamente para a plataforma são geradas por inteligência artificial. O dado foi divulgado em um relatório publicado pelo serviço nesta segunda, e o documento também mostra que cerca de 75 mil faixas geradas artificialmente são publicadas por dia.

    No ano passado, conforme a plataforma de streaming, apenas cerca de 20 mil canções criadas com IA eram publicadas diariamente, o que equivale a 18% do total apresentado atualmente. O Deezer diz que sinaliza as músicas identificadas e as remove das recomendações de usuários e impede a monetização das mesmas. Segundo o serviço, conteúdos do tipo estão apenas entre 1% e 3% das reproduções.

    No último mês de novembro, a plataforma também divulgou um estudo internacional que indicava que 97% dos usuários são incapazes de diferenciar músicas geradas por IA daquelas produzidas por humanos.

    Quase metade das músicas enviadas diariamente são geradas por IA, diz Deezer

  • Quem é John Ternus, o próximo CEO da Apple

    Quem é John Ternus, o próximo CEO da Apple

    Ternus assumirá o cargo de CEO da Apple em 1º de setembro, sucedendo Tim Cook -que lidera a Apple desde 2011 e se tornará presidente executivo do conselho. Aos 50 anos, Ternus se tornará CEO com a mesma idade que Cook tinha quando assumiu o posto do cofundador Steve Jobs, em 2011

    PELOTAS, RS (CBS NEWS) – A Apple anunciou nesta segunda-feira (20) que o executivo John Ternus será o próximo CEO da companhia. O veterano chefe de hardware irá conduzir a empresa enquanto a fabricante do iPhone se prepara para mudanças em todo o setor impulsionadas pela IA (inteligência artificial).

    Ternus assumirá o cargo de CEO da Apple em 1º de setembro, sucedendo Tim Cook -que lidera a Apple desde 2011 e se tornará presidente executivo do conselho. Aos 50 anos, Ternus se tornará CEO com a mesma idade que Cook tinha quando assumiu o posto do cofundador Steve Jobs, em 2011.

    Ele também passará a fazer parte do conselho de administração da empresa.
    Ternus é natural do estado da Califórnia e entrou na equipe de design de produtos da Apple em 2001 e se tornou vice-presidente de engenharia de hardware em 2013. Ele passou a integrar a equipe executiva da empresa em 2021, quando assumiu seu cargo atual de vice-presidente sênior de engenharia de hardware, reportando-se a Cook.

    Antes da Apple, Ternus trabalhou como engenheiro mecânico na Virtual Research Systems. Ele se formou em engenharia mecânica pela Universidade da Pensilvânia, onde fez parte da equipe de natação. Para seu projeto de conclusão de curso, ele projetou um dispositivo que permitia a tetraplégicos usar movimentos da cabeça para controlar um braço mecânico de alimentação.

    CUIDADOSO E DISCRETO

    Ternus supervisionou algumas das apostas mais importantes da Apple em hardware nos últimos anos, incluindo as equipes responsáveis por iPhone, iPad, Mac, Apple Watch e AirPods.

    Ele teve um papel fundamental na retomada das vendas de produtos como os computadores Mac da Apple, que ganharam participação de mercado nos últimos anos. Também apresentou mais recentemente o iPhone Air no ano passado, a maior reformulação do iPhone desde 2017.

    Por volta de 2018, a Apple considerou adicionar um pequeno laser aos seus iPhones. O componente permitiria aos consumidores tirar fotos melhores, mapear seus arredores com mais precisão e usar novos recursos de realidade aumentada. Mas também custaria à Apple cerca de US$ 40 por aparelho, reduzindo os lucros da empresa.

    Foi Ternus que sugeriu adicionar o componente apenas aos modelos mais caros do iPhone, disseram duas pessoas familiarizadas com as discussões ao New York Times. Esses dispositivos, argumentou Ternus à época, tendiam a ser comprados pelos clientes mais fiéis da Apple, que ficariam empolgados com a nova tecnologia. Os consumidores comuns, por outro lado, provavelmente não se importariam.

    Encontrar o equilíbrio entre adicionar novos recursos aos produtos da Apple enquanto cuida do resultado financeiro tem definido o estilo cuidadoso e discreto de Ternus, conhecido por sua atenção aos detalhes e seu conhecimento da vasta rede de fornecedores da Apple –características que também definiram o estilo de gestão de Cook.

    Ambos também são considerados colaboradores equilibrados, capazes de navegar pela burocracia de uma das empresas mais ricas do mundo sem criar atritos. “Se você quer fazer um iPhone todo ano, Ternus é o cara certo”, disse Cameron Rogers, que trabalhou em gestão de engenharia de produtos e software na Apple de 2005 a 2022.

    TRAJETÓRIA NA APPLE

    Ternus é o primeiro CEO da Apple em três décadas a ter passado sua carreira trabalhando com hardware. Diferentemente de alguns dos outros candidatos a substituir Cook, ele trabalhou em muitos dos dispositivos da Apple, bem como nas operações globais que fabricam esses produtos.

    No entanto, ele assume como um relativo desconhecido fora da empresa. Internamente, ele é mais conhecido por manter produtos do que por desenvolver novos, de acordo com seis ex-funcionários. E Ternus, que foi engenheiro no Vale do Silício durante toda a sua vida adulta, tem exposição limitada às questões políticas e responsabilidades associadas ao cargo máximo da Apple.

    Nos quatro anos após se formar em 1997, ele projetou headsets e outros produtos em uma startup de realidade virtual. Ele então entrou na Apple, trabalhando primeiro em telas para Macs enquanto a empresa fazia a transição dos coloridos iMacs do final dos anos 90.

    Em cerca de três anos, se tornou gerente, disse Steve Siefert, o primeiro chefe de Ternus na Apple. Durante esse período, a equipe mudou de andar, passando de um escritório fechado para um layout majoritariamente aberto com alguns escritórios. Quando foi promovido, Ternus teve a opção de se mudar para um desses escritórios, mas recusou.

    Ternus era “um homem do povo”, disse Siefert, acrescentando que a decisão de sentar com sua equipe provavelmente ajudou Ternus a gerenciar e motivar sua equipe. Quando Siefert se aposentou em 2011, liberando seu escritório, Ternus mais uma vez disse que queria permanecer no espaço aberto.

    Em 2005, Ternus havia sido promovido para liderar a equipe de engenharia de hardware da Apple para iMacs enquanto ela desenvolvia a série G5, disse Michael D. Hillman, que ajudou a contratar Ternus e trabalhou com ele na Apple por mais de uma década.

    Ternus passou longos períodos trabalhando com fabricantes na Ásia, disse Hillman. O executivo viajava entre o continente e o Vale do Silício e aprendeu como podia ser difícil fazer um fornecedor de manufatura entregar conforme as expectativas de design da Apple. A Apple também colocou Ternus com um consultor externo para aconselhá-lo sobre liderança.

    Ternus se tornou um tenente-chave de Dan Riccio, seu antecessor como chefe de hardware da Apple. Em 2013, o papel de Ternus havia se expandido para incluir a supervisão das equipes de Mac e iPad.

    Nos últimos anos, ele assumiu mais responsabilidade por atualizações nos produtos da Apple. Ele liderou o iPhone Air, lançado no ano passado com um novo design fino, e foi um líder-chave na transição da Apple do uso de chips da Intel em Macs para o uso dos próprios chips da empresa em 2020. Ternus também esteve envolvido nas experimentações da Apple com telefones dobráveis, de acordo com uma das pessoas próximas à empresa.

    “A promoção de Ternus indica que a empresa vai focar em novos dispositivos de hardware, como celulares dobráveis, óculos, dispositivos de realidade virtual e AI pins”, disse Gil Luria, diretor-geral da D.A. Davidson & Co.

    Quem é John Ternus, o próximo CEO da Apple

  • O iPhone 18 Pro terá uma novidade que vai melhorar as fotografias

    O iPhone 18 Pro terá uma novidade que vai melhorar as fotografias

    Rumores indicam que modelos premium da Apple terão tecnologia que ajusta a lente conforme a luz. Produção deve começar no meio do ano, com lançamento esperado para setembro, seguindo o calendário tradicional da empresa

    O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max devem ser os próximos modelos topo de linha da Apple e, ao que tudo indica, podem trazer uma novidade inédita nos smartphones da marca: uma câmera com abertura variável.

    Segundo o site ET News, com base em informações de fontes da indústria, a empresa chinesa Sunny Optical foi escolhida para fornecer um dos componentes essenciais desse sistema. Na prática, a tecnologia permite que a lente da câmera se ajuste automaticamente, abrindo ou fechando conforme a cena capturada, o que pode melhorar o desempenho em diferentes condições de luz.

    Esse não é o primeiro indício de que a Apple pretende apostar nesse recurso. Em dezembro de 2024, o analista Ming-Chi Kuo já havia apontado que os modelos Pro da linha iPhone 18 poderiam contar com câmeras com abertura variável.

    De acordo com informações que circulam na cadeia de fornecimento da Apple, a LG Innotek, responsável pela produção dos módulos de câmera, deve iniciar a fabricação entre junho e julho.

    A expectativa é que o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max sejam apresentados em setembro. A Apple costuma realizar seus principais lançamentos nesse período, mantendo a tradição de anunciar seus novos dispositivos no mesmo mês todos os anos.

    O iPhone 18 Pro terá uma novidade que vai melhorar as fotografias

  • Nova app do Spotify reflete as ambições de rivalizar com o YouTube

    Nova app do Spotify reflete as ambições de rivalizar com o YouTube

    O Spotify lançou uma nova app para tablets, a qual permite usar mais espaço de tela para navegar enquanto mantém acesso desimpedido a controles da música que está ouvindo.

    O Spotify anunciou uma nova versão do seu aplicativo dedicada a tablets, que aproveita melhor o espaço maior da tela para exibir mais informações.

    Em uma publicação no blog oficial sobre a novidade, o Spotify destaca que o app oferece “uma nova experiência” para os usuários, ressaltando que foi desenvolvido “para tornar mais naturais as ações de ouvir, assistir e descobrir conteúdo em telas maiores”.

    É importante destacar que essa versão do aplicativo está disponível tanto para tablets Android quanto para iPad, garantindo uma experiência mais consistente para os usuários desses dispositivos.

    A proposta é permitir que os usuários tenham mais espaço para navegar pelo aplicativo, sem perder o controle total da música que estão ouvindo. Naturalmente, essa versão também ajuda o Spotify a competir com o YouTube — especialmente em um momento em que a plataforma tem investido cada vez mais em podcasts com vídeo.

    Ao mesmo tempo, acredita-se que essa atualização também sirva como preparação para uma versão mais adaptada a celulares dobráveis, possivelmente antecipando o que pode ser o primeiro iPhone com tela dobrável da Apple.

    © Spotify  

    Nova app do Spotify reflete as ambições de rivalizar com o YouTube

  • Robô humanoide vence meia-maratona em Pequim e supera recorde humano

    Robô humanoide vence meia-maratona em Pequim e supera recorde humano

    Um robô humanoide venceu hoje uma meia-maratona para robôs em Pequim, superando o recorde mundial humano, numa demonstração dos avanços tecnológicos da China.

    O robô vencedor da Honor — fabricante chinesa de smartphones — completou a corrida de 21 quilômetros em 50 minutos e 26 segundos, de acordo com uma publicação na rede social chinesa WeChat da Área de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico de Pequim, também conhecida como Beijing E-Town, onde a prova começou.

    O robô foi mais rápido que o ugandense Jacob Kiplimo, atual detentor do recorde mundial humano, que percorreu a mesma distância em cerca de 57 minutos, em março.

    O desempenho representou um avanço significativo em relação à corrida inaugural do ano passado, quando o robô vencedor completou o percurso em 2 horas, 40 minutos e 42 segundos.

    A escala do evento deste ano foi quase cinco vezes maior do que a de 2025, com mais de 100 equipes participando da competição, incluindo cinco estrangeiras.

    No entanto, a corrida não ocorreu sem incidentes — um robô caiu na linha de largada e outro colidiu com uma barreira.

    A Beijing E-Town informou que cerca de 40% dos robôs completaram o percurso de forma autônoma, enquanto os demais foram controlados remotamente.

    A emissora estatal chinesa CCTV relatou que um robô atuou como agente de trânsito, orientando os participantes com gestos e comandos de voz.

    O mais recente plano quinquenal de Pequim promete “avançar nas fronteiras da ciência e da tecnologia”. Acelerar o desenvolvimento de produtos como robôs humanoides faz parte do plano para 2026-2030 da segunda maior economia do mundo.

    Robô humanoide vence meia-maratona em Pequim e supera recorde humano

  • LaLiga usa IA para detectar transmissões ilegais de jogos de futebol

    LaLiga usa IA para detectar transmissões ilegais de jogos de futebol

    A organização responsável pelo principal campeonato de futebol em Espanha está a trabalhar com uma empresa, de nome Fastly, para identificar – em tempo real – transmissões ilegais de jogos de futebol.

    As transmissões ilegais de jogos de futebol em sites piratas continuam sendo um problema com o qual as principais ligas europeias precisam lidar. A LaLiga, da Espanha, está atualmente trabalhando com uma empresa para desenvolver ferramentas de Inteligência Artificial capazes de identificar essas transmissões em tempo real.

    A LaLiga estima que essas transmissões ilegais de partidas do seu campeonato — incluindo jogos de Real Madrid e Barcelona — gerem um prejuízo anual em torno de 600 milhões de euros. O valor reflete não apenas as assinaturas que deixam de ser pagas pelos fãs de futebol, mas também a perda de valor das transmissões oficiais.

    Além disso, um estudo da Grant Thornton, citado pelo site TechRadar, aponta que foram identificadas 10,8 milhões de transmissões ilegais de eventos ao vivo apenas em 2024, destacando que 81% delas nunca foi suspensa. Mesmo quando são detectadas rapidamente, apenas 2,7% dessas transmissões são derrubadas nos primeiros 30 minutos.

    Para enfrentar esse problema, a LaLiga está trabalhando com a Fastly no desenvolvimento de ferramentas de Inteligência Artificial para identificar essas transmissões ilegais em tempo real, detectando sinais específicos em vez de bloquear grandes faixas de rede.

    “Na LaLiga, tivemos sucesso em reduzir a pirataria das nossas transmissões na Espanha em 60% na temporada 2024/2025, por meio de uma estratégia completa, de ponta a ponta, focada em medidas legais, educativas, institucionais e tecnológicas”, afirmou o presidente da LaLiga, Javier Tebas. “Esse sucesso se deve, em grande parte, ao nosso ecossistema de parceiros, como a Fastly, que nos permitiu continuar explorando formas novas e mais eficazes de combater a pirataria na sua origem.”

    Tebas também afirmou que esse é um trabalho contínuo e que a liga “segue comprometida em acabar com a pirataria”.

    Por sua vez, a responsável de produtos da Fastly, Kelly Shortridge, explicou que a parceria com a LaLiga tem como foco reduzir o tempo necessário para identificar transmissões ilegais dos jogos.

    “Ao contrário de abordagens baseadas em bloqueios regionais, nossa estratégia se concentra na precisão, permitindo que os torcedores aproveitem os jogos enquanto protegemos o conteúdo contra o uso indevido por criminosos”, explicou Shortridge. “Na Fastly, gostamos de inovar em parceria com nossos clientes e resolver seus problemas mais complexos, e estamos entusiasmados em continuar trabalhando com a LaLiga para ajudar a proteger os detentores de conteúdo em todo o mundo.”

    LaLiga usa IA para detectar transmissões ilegais de jogos de futebol