Categoria: TECNOLOGIA

  • Papa não quer que padres usem IA para escreverem sermões

    Papa não quer que padres usem IA para escreverem sermões

    O Papa Leão XIV apelou aos padres que evitem usar ferramentas de Inteligência Artificial – como o ChatGPT – para escreverem sermões, indicam que este tipo de tecnologia “nunca será capaz de partilhar a fé”.

    O Papa Leão XIV reservou alguns momentos de uma reunião a portas fechadas durante a semana passada para falar sobre o uso de Inteligência Artificial, pedindo que os padres evitem usar ferramentas desse tipo — como o ChatGPT — para escrever homilias.

    Apesar de reconhecer as capacidades das atuais ferramentas de Inteligência Artificial, segundo o Vatican News, Leão XIV afirmou que a “homilia é compartilhar a fé”, destacando que a Inteligência Artificial “nunca será capaz de compartilhar a fé”.

    “Assim como acontece com todos os músculos do corpo, se não os usamos, se não os movimentamos, eles morrem”, declarou Leão XIV. “O cérebro precisa ser usado, por isso nossa inteligência também deve ser exercitada, para não perdermos essa capacidade”.

    Apesar dos apelos e alertas de Leão XIV, nem todos parecem compartilhar a opinião do líder máximo da Igreja Católica, e já existem até casos em que são propostos robôs equipados com Inteligência Artificial para orientar os fiéis.

    Buddharoid, o monge budista

    Um grupo de pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, apresentou o Buddharoid — um robô humanoide treinado com escrituras budistas e criado para ajudar em atividades religiosas.

    Como informa o site Japan Wire, o Buddharoid foi apresentado na terça-feira, dia 24, por um dos membros da equipe, o professor Seiji Kumagai, que afirmou que o objetivo do projeto foi lidar com o envelhecimento da população do país e a crescente falta de monges budistas.

    Além disso, Kumagai também destacou que o Buddharoid poderá ajudar com aconselhamento em questões pessoais que os fiéis podem não se sentir à vontade para discutir com monges humanos.

    “A situação melhorará se você refletir sobre sua proximidade com eles e mantiver um equilíbrio interior”, respondeu o robô quando foi questionado por Kumagai sobre relações pessoais.

    É importante destacar que o Buddharoid foi criado com base no robô Unitree G1, da empresa chinesa Unitree Robotics, com a Inteligência Artificial fornecida pelo “BuddhaBotPlus” — um chatbot criado a partir do modelo de Inteligência Artificial da OpenAI usado no conhecido ChatGPT.

    JORNAL DA TARDE© Universidade de Quioto  

    Papa não quer que padres usem IA para escreverem sermões

  • Prime Video já escolheu atores para série de "God of War". Saiba quem são

    Prime Video já escolheu atores para série de "God of War". Saiba quem são

    Apesar de ainda não haver data de estreia para esta série, a adaptação de “God of War da Prime Video já tem elenco de atores oficialmente anunciado. A série já tem garantidas duas temporadas.

    Com “The Last of Us” e “Fallout” sendo séries baseadas em videogames bem recebidas tanto pelos fãs quanto pelo público em geral, não é surpresa que cada vez mais franquias de jogos estejam sendo adaptadas para esse formato.

    A Prime Video, responsável por “Fallout”, parece cada vez mais determinada a levar sagas de videogames para a televisão e, além de “Tomb Raider”, também está desenvolvendo uma adaptação de “God of War” — a famosa franquia da PlayStation que começou em 2005, no PlayStation 2.

    Essa adaptação não começará na Grécia Antiga, com o panteão dos deuses gregos, mas sim com a mitologia nórdica, introduzida em “God of War”, lançado em 2018 para PlayStation 4.

    A história acompanhará o protagonista Kratos que, de luto pela morte de sua esposa Faye, será acompanhado pelo filho em uma jornada para espalhar as cinzas dela no ponto mais alto dos nove reinos.

    A série ainda não tem uma data de estreia oficial, mas acredita-se que a primeira temporada só será lançada no final de 2027. No entanto, a boa notícia é que essa adaptação de “God of War” já tem duas temporadas garantidas.

    Prime Video já escolheu atores para série de "God of War". Saiba quem são

  • Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

    Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

    Novo plano prevê voo em 2027 em órbita baixa da Terra para testar integração com módulos; ideia da agência é pousar no satélite natural na Artemis 4 em 2028

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – O administrador da Nasa, Jared Isaacman, anunciou nesta sexta-feira (27) a desistência de tentar levar humanos à superfície da Lua na Artemis 3 em 2027. O novo plano para a missão é testar os módulos de pouso lunar em um voo em órbita baixa da Terra.

    O objetivo de pousar e fazer com que humanos voltem a andar sobre o solo do satélite natural da Terra foi empurrado para a Artemis 4, programa para 2028.

    “Basicamente, vamos antecipar a Artemis 3 para lançamento em 2027 com um perfil de missão revisado. Então, em vez de ir diretamente para um pouso lunar, vamos nos empenhar em fazer um encontro em órbita baixa da Terra com um ou ambos os nossos módulos de pouso lunar, para testar operações integradas entre a Orion e o módulo de pouso”, afirmou o chefe da Nasa.

    A Nasa também desistiu de atualizar seu foguete SLS (Space Launch System) para, em vez disso, se concentrar no aumento da frequência de voos, que tem sido lenta em comparação com foguetes mais novos. A medida impacta o contrato de aproximadamente US$ 2 bilhões da Boeing para construir um estágio superior mais potente do SLS, cujo plano acabou cancelado.

    Isaacman afirmou que é necessário reconstruir capacidades importantes dentro da Nasa e que não é ideal um lançamento a cada três anos -hoje, a distância do lançamento da Artemis 1 para a atual 2. Segundo ele, as missões deveriam ser anuais e lançamentos tão pouco frequentes seriam prejudiciais por perda de “memória muscular”.

    O chefe da Nasa comparou a situação atual ao histórico de ida à Lua no século passado com as missões Apollo. Ele afirmou que a diferença de tempo entre as missões eram de meses.

    Segundo ele, de toda forma, foram necessárias muitas missões de preparação, citando os programas Mercury e Gemini. “Temos que voltar ao básico.”

    Tanto a SpaceX, de Elon Musk, quanto a Blue Origin, de Jeff Bezos, estão desenvolvendo módulos para o programa Artemis, em uma disputa para ver qual empresa será a primeira a realizar o pouso na Lua para a Nasa.

    A Boeing e a Northrop Grumman são responsáveis pela construção do SLS, que transporta a cápsula de astronautas Orion. Esta cápsula, fabricada pela Lockheed Martin, levará os astronautas até um dos módulos de pouso lunares no espaço antes da tentativa de pouso na Lua.

    A missão atualizada da Artemis 3 envolverá a Orion, com astronautas a bordo, demonstrando sua capacidade de acoplar com um ou ambos os módulos de pouso lunar em órbita baixa da Terra. O processo é uma etapa crucial no caminho da agência até a Lua.

    Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

  • Meta processa brasileiros por uso de deepfakes em anúncios falsos de produtos de saúde

    Meta processa brasileiros por uso de deepfakes em anúncios falsos de produtos de saúde

    Os envolvidos citados pela big tech são acusados de usar deepfakes de personalidades famosas para vender produtos de saúde falsos; grupo também é acusado de vender cursos para ensinar as táticas de falsificação

    PELOTAS, RS (CBS NEWS) – A Meta informou nesta quinta-feira (26) que está processando pessoas e empresas do Brasil, da China e do Vietnã que usavam a imagem de celebridades e marcas conhecidas para veicular anúncios falsos nas plataformas da empresa.

    No Brasil, os envolvidos citados pela big tech são acusados de usar deepfakes de personalidades famosas para vender produtos de saúde falsos. A empresa afirmou que os anúncios fraudulentos são feitos para parecer reais e nem sempre é fácil detectá-los. “Esse esquema, conhecido como ‘isca de celebridade’, prejudica a confiança das pessoas e viola nossas políticas”, afirma a companhia.

    Segundo comunicado publicado no site oficial da dona do Facebook e do Instagram, foram acionadas judicialmente pessoas suspeitas de usar imagens e vozes alteradas de celebridades para promover produtos de saúde falsos. Também foram processadas empresas de suplementos e de treinamento que, segundo a companhia, “fazem parte de uma operação que usa deepfakes de um médico proeminente para anunciar produtos de saúde sem aprovação regulatória”.

    O grupo também é acusado de vender cursos para ensinar as táticas de falsificação.

    Entre as personalidades vítimas da manipulação está o médico Drauzio Varella, conforme relato publicado em sua coluna na Folha em outubro de 2025. À época, o médico afirmou que tentava há anos -sem sucesso- retirar das redes sociais os vídeos falsos que utilizam sua imagem, e que chegou a levar o caso ao Ministério Público de São Paulo.

    “Claro que fico revoltado quando vejo meu nome achincalhado por gente da pior espécie em conluio com as plataformas, depois de quase 60 anos de profissão. É assustador ver pessoas esclarecidas caírem nessas armadilhas, por acreditar que estou indicando produtos capazes de curar diabetes, dores nas costas, neuropatias periféricas e emagrecer 20 quilos em um mês”, escreveu o médico.

    Ele também descreveu a dificuldade de entrar em contato com a big tech. “Com a minha insistência a cada vídeo novo, meus emails simplesmente deixaram de ser respondidos. No máximo, vinha uma resposta automática dizendo que a publicação respeitava as normas da plataforma”, contou.

    A big tech afirma que houve suspensão de métodos de pagamento, desativação de contas e bloqueio dos nomes de domínio de sites vinculados aos envolvidos. O comunicado acrescenta que “as ações judiciais e os esforços contínuos para combater golpes enviam uma mensagem clara: aqueles que buscam explorar outras pessoas em nossas plataformas serão responsabilizados”.

    Personalidades em todo o mundo sofrem com o problema. O comentarista-chefe de economia do Financial Times, Martin Wolf, também já denunciou o problema em coluna publicada pela Folha. Ele relatou que vídeos com deepfakes de seu rosto convidando pessoas para um grupo de investimentos falso alcançaram pelo menos 970 mil usuários das plataformas da Meta apenas na UE (União Europeia).

    PROCESSOS EM OUTROS PAÍSES

    Na China, a Meta está processando a empresa Shenzhen Yunzheng Technology Co. pelo uso de imagens de celebridades para anúncios falsos que atingiram usuários nos Estados Unidos, Japão e outros países. A Meta afirma que essas ações fazem parte de “um esquema de fraude maior que atraía pessoas para participar de supostos grupos de investimento”.

    Também está sendo processada a empresa vietnamita Lý Van Lâm. Segundo a Meta, o grupo usou métodos de camuflagem para burlar o processo de revisão de anúncios da plataforma e veiculou anúncios falsos oferecendo grandes descontos de marcas conhecidas, como a grife Longchamp. Os usuários eram redirecionados para sites onde informavam dados de cartão de crédito para comprar itens que nunca receberiam e, posteriormente, recebiam cobranças recorrentes não autorizadas.

    O comunicado da empresa também afirma que, em uma outra operação em colaboração com autoridades policiais do Reino Unido e da Nigéria, foram efetuadas sete prisões vinculadas a uma central de golpes.

    Meta processa brasileiros por uso de deepfakes em anúncios falsos de produtos de saúde

  • Lançamento do Galaxy S26: saiba quando chega às lojas e quanto custa

    Lançamento do Galaxy S26: saiba quando chega às lojas e quanto custa

    A Samsung apresentou oficialmente uma nova geração de celulares composta pela série Galaxy S26. A versão base do modelo standard está um pouco mais cara do que a versão base da série Galaxy S25 quando foi lançada há um ano

    A Samsung anunciou oficialmente a série Galaxy S26 em uma apresentação que teve lugar esta quarta-feira, dia 25 de fevereiro, revelando detalhes, configurações, data de lançamento e preços para os três modelos desta nova geração de telemóveis.

    O Galaxy S26, Galaxy S26+ e Galaxy S26 Ultra já se encontram disponíveis em pré-venda e chegam às lojas no dia 11 de março. Os interessados terão, claro, quatro cores distintas à escolha: preto, branco, violeta e azul claro.

    No que diz respeito ao preço, a versão base do Galaxy S26, que conta com 12GB de memória RAM e 256GB de armazenamento interno, estará disponível por R$ 7.499. Vale destacar que este montante é superior ao preço de lançamento da versão base do Galaxy S25, que era de R$ 6.999 – ainda que tivesse 128GB de armazenamento interno.

    Por outro lado, a versão mais cara do Galaxy S26 Ultra, com 16GB de memória RAM e 1TB de armazenamento interno, custará R$ 13.099.

    Abaixo pode encontrar os preços de todas as configurações dos modelos que compõem a série Galaxy S26 da Samsung:

    • Galaxy S26: valor de lançamento do modelo é de R$ 7.499 na versão de 256 GB, enquanto a versão de 512GB sai por R$ 9.099 no Brasil
    • Galaxy S26+: O dispositivo será vendido com valores a partir de R$ 9.199 na versão 256 GB. Já sua versão com 512 GB sai por R$ 10.799.
    • Galaxy S26 Ultra: o modelo terá o valor inicial de R$ 11.499 na versão de 256 GB, enquanto a versão 512 GB custará ao bolso do consumidor R$ 13.099.

    JORNAL DA TARDE Série Galaxy S26 © Samsung  

    A grande novidade do Galaxy S26 Ultra

    Os interessados no Galaxy S26 Ultra, o modelo top de linha desta nova geração de smartphones da Samsung, podem encontrar como grande novidade o Privacy Display.

    Trata-se de uma novidade que se estreia no top de linha desta geração de celulares na Samsung e que, quando ativada, permitirá escurecer a tela dependendo da direção do observador. O Privacy Display é personalizável e poder ser ativado em toda a tela ou a áreas específicas e de forma dinâmica.

    Por exemplo, ao introduzir um código ou senhas, o Privacy Display pode escurecer a janela onde a informação está sendo introduzida, permitindo assim desfrutar de um grau maior de privacidade e que é especialmente útil em espaços públicos.

    “Criado para situações cotidianas como transportes públicos, cafés ou ambientes partilhados, o Privacy Display vai além de qualquer coisa que estava anteriormente disponível em dispositivos móveis – com o hardware e o software a funcionarem em uníssono para proteger a privacidade sem comprometer a experiência de visualização”, pode ler-se no comunicado oficial da Samsung.

    Lançamento do Galaxy S26: saiba quando chega às lojas e quanto custa

  • Instagram vai alertar pais se jovens pesquisarem termos como suicídio

    Instagram vai alertar pais se jovens pesquisarem termos como suicídio

    Caso usuários adolescentes façam pesquisas com termos relacionados com determinados assuntos, os pais vão começar a receber alertas enviados por via de e-mail, mensagem de texto ou WhatsApp

    O Instagram anunciou esta quinta-feira, dia 26, uma nova medida de segurança que pretende ajudar os pais a se manterem informados em relação a pesquisas potencialmente perigosas feitas pelos filhos na rede social.

    A nova funcionalidade envia um alerta caso o adolescente faça uma pesquisa com termos relacionados com suicídio ou automutilação em um curto espaço de tempo. O objetivo é que os pais saibam que os filhos estão passando por um momento complicado, o que os levará a proporcionar um maior apoio.

    Na publicação de blogue onde foi anunciada esta funcionalidade, o Instagram explica que o alerta pode ser enviado via e-mail, mensagens de texto ou WhatsApp (dependendo do contato fornecido), além da notificação na própria app.

    Sabe-se que estes alertas começarão a chegar ao Instagram nos EUA, Canadá, Reino Unido e Austrália na próxima semana, com a empresa pretendendo lançar a funcionalidade em mais regiões até ao final do ano.

    “Ao trabalharmos neste importante equilíbrio, analisámos o comportamento de pesquisa no Instagram e consultamos especialistas do nosso Suicide and Self-Harm Advisory Group”, pode se ler na publicação do Instagram. “Escolhemos um limite que exige algumas pesquisas dentro de um curto espaço de tempo, enquanto continuamos dando prioridade à cautela. Embora isto significa que, por vezes, podemos notificar os pais quando não há um motivo real para preocupação, acreditamos – e os especialistas concordam – que este é o ponto de partida correcto e continuaremos a avaliar e a ouvir o feedback para garantir que estamos no caminho certo”.

    O Instagram enfrenta atualmente diversos processos judiciais por supostamente promover efeitos nocivos à saúde mental de menores.

    Precisa de ajuda?
    CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA
    Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

     

    Instagram vai alertar pais se jovens pesquisarem termos como suicídio

  • Telescópio James Webb capta imagens da nebulosa "Crânio Exposto"

    Telescópio James Webb capta imagens da nebulosa "Crânio Exposto"

    A nebulosa “Crânio Exposto” foi observada pelo telescópio James Webb, com a NASA a ter compartilhado imagens captadas com a ajuda de dois dos instrumentos a bordo deste telescópio espacial.

    A NASA compartilhou novas imagens captadas pelo Telescópio Espacial James Webb que mostram uma nebulosa conhecida como “Crânio Exposto” — um nome compreensível, considerando a aparência dessa nebulosa, que você pode ver acima.

    A imagem que você pode ver abaixo é composta por duas fotografias: a da esquerda foi captada com o instrumento NIRCam, enquanto a da direita foi obtida com a ajuda do MIRI. Esses dois instrumentos ajudam o James Webb a avaliar diferentes parâmetros das regiões que observa no nosso Universo.

    “A nebulosa parece ter regiões distintas que representam diferentes fases da sua evolução — uma camada externa de gás que explodiu primeiro e é composta principalmente por hidrogênio, e uma nuvem interna com mais estrutura, que contém uma mistura de diferentes gases”, diz a publicação compartilhada pela NASA.

    As imagens captadas pelo James Webb certamente ajudarão os astrônomos e especialistas da NASA a aprender mais sobre essa nebulosa, também conhecida como PMR 1. Além disso, os entusiastas da exploração espacial têm aqui a oportunidade de observar uma das nebulosas com aparência mais distintiva já registradas.

    JORNAL DA TARDE© NASA / James Webb  

    Telescópio James Webb capta imagens da nebulosa "Crânio Exposto"

  • Grupo baseado na China espionou empresas no Brasil por sete anos, diz Google

    Grupo baseado na China espionou empresas no Brasil por sete anos, diz Google

    Ataques miraram operadoras para monitorar alvos e extrair dados como CPF, telefone e endereço; gigante de tecnologia afirma que invasores exploraram integração das planilhas e agiram desde 2018

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Google anunciou nesta quarta-feira (25) que seu grupo de inteligência contra ameaças desmantelou uma campanha de espionagem digital iniciada em 2018 por um grupo de cibercriminosos baseado na China que atingiu empresas no Brasil.

    Os criminosos conseguiram acessar os sistemas de grandes empresas de telecomunicações por meio de um recurso das planilhas do Google. O gigante das buscas afirma que a intrusão não ocorreu por falha de sua tecnologia -os criminosos abusaram de uma integração legítima para enganar as vítimas.

    A big tech encontrou 53 vítimas de 42 países. Funcionários do Google disseram sob condição de anonimato que mais de uma empresa brasileira esteve entre as vítimas. Após descobrir a falha, o Google encerrou todos os projetos e contas controlados pelos invasores e derrubou servidores ligados à ação.

    “A escala global desta campanha merece especial atenção de organizações em todo o mundo para determinar se elas estão ou foram afetadas por este ator de ameaça, incluindo o Brasil, onde confirmamos organizações afetadas como parte desta campanha”, afirmou o Google em nota.

    As principais operadoras brasileiras foram procuradas para comentar o caso. A Conexis, associação que representa Algar, Claro, Sercomtel, Tim e Vivo, não se pronunciou até a publicação da reportagem.

    Para viabilizar a ação de espionagem, os invasores instalaram um malware chamado Gridtide, configurado para persistir nos sistemas mesmo após o encerramento da sessão. Em seguida, implantaram uma VPN (redes virtuais privadas, que podem mascarar a localização do acesso) criptografada que usam para se comunicar com servidores externos desde julho de 2018.

    O Gridtide foi instalado em um servidor das operadoras contendo dados pessoais de seus clientes. Os registros encontrados pelo Google indicam que os criminosos podiam identificar, rastrear e monitorar pessoas de interesse, conseguindo acesso a comunicações pessoais.

    O Google disse não ter conseguido flagrar o desvio de comunicações privadas, embora esse seja um objetivo comum em campanhas de espionagem. O código analisado indica capacidade de extrair nome, telefone, CPF, endereço e título de eleitor.

    Operações de espionagem costumam buscar histórico telefônico, gravações de chamadas e trocas de mensagens via SMS.

    “O acesso obtido pelo grupo criminoso chinês durante esta campanha provavelmente permitiria esforços clandestinos para vigiar alvos de forma semelhante”, disse a empresa.

    Segundo o Google, entre os alvos recorrentes de espionagem, estão pessoas politicamente expostas, como parlamentares e jornalistas, além de executivos e engenheiros envolvidos em projetos de alta tecnologia.

    Ainda conforme o comunicado do Google, redes de telecomunicações estão entre os alvos mais cobiçados por agentes de ameaças patrocinados por Estados, como o grupo que espionava brasileiros.

    “Comprometer essas redes fornece uma plataforma única para vigilância em larga escala e coleta de inteligência. As Telcos gerenciam vastos repositórios de registros de detalhes de chamadas, metadados de assinantes e tráfego de comunicações não criptografado, que são inestimáveis para rastrear indivíduos de interesse ou coletar inteligência diplomática e militar”, afirma a empresa.

    Segundo levantamento do Google divulgado em 2024, 42% das campanhas com apoio estatal identificadas no Brasil tiveram origem na China. Coreia do Norte (31,7%) e Rússia (11,7%) aparecem na sequência.

    Grupo baseado na China espionou empresas no Brasil por sete anos, diz Google

  • PlayStation revela os 4 jogos gratuitos do mês de março

    PlayStation revela os 4 jogos gratuitos do mês de março

    Os quatro títulos estarão disponíveis no PlayStation 5 e sendo dois no PlayStation 4. Os quatro jogos ficarão disponíveis gratuitamente já no próximo dia 3 de março

    O mês de fevereiro está prestes a terminar e, de forma a dar aos jogadores bons motivos para esperarem pela chegada do mês de março, a Sony decidiu anunciar oficialmente a lista dos jogos que os assinantes do PlayStation Plus poderão adquirir de forma gratuita.

    O conjunto de jogos que estarão disponíveis gratuitamente para os assinantes do Plus no mês de março é composto por quatro títulos, sendo o primeiro deles “PGA Tour 2K25” para a PlayStation 5, o qual deverá ser a escolha ideal para os fãs de golfe.

    Há também o “Monster Hunter Rise” para a PlayStation 5 e PlayStation 4, um jogo da conhecida franchise da Capcom que (novamente) coloca os jogadores em caçadas (sozinhos ou acompanhados por mais três amigos) por monstros temíveis, em uma história com inspiração em folclore japonês.

    Os dois restantes jogos são “Slime Rancher 2” (para a PlayStation 5) e também o jogo online “The Elder Scrolls Online Collection: Gold Road” para a PlayStation 5 e PlayStation 4.

    Estes quatro títulos ficarão disponíveis gratuitamente a partir do dia 3 de março, o que significa que os assinantes do Plus têm até ao dia 2 de março para adicionarem às respectivas bibliotecas as ofertas do mês de fevereiro – nomeadamente “Undisputed”, “Subnautica: Below Zero”, “Ultros” e “Ace Combat 7: Skies Unknown”.

    PlayStation revela os 4 jogos gratuitos do mês de março

  • Polêmica leva Discord a adiar verificação de idade. O que aconteceu?

    Polêmica leva Discord a adiar verificação de idade. O que aconteceu?

    A associação a uma empresa de Peter Thiel levou o Discord a adiar o lançamento do sistema de verificação de idade dos usuários, que estava originalmente previsto para março; empresa fez um comunicado onde explica como vai fproceder

    O Discord anunciou no começo deste mês de fevereiro que iria avançar com o lançamento a nível global de um sistema de verificação de idade, o qual tinha o objetivo de vedar algumas opções da plataforma a adolescentes.

    Pois bem, a empresa anunciou agora que, afinal, este sistema só será lançado na segunda metade de 2026, com a decisão a ser resultado das críticas feitas por jogadores desde que foi anunciado que seria preciso apresentar um documento de identificação ou ter a face analisada por um sistema de reconhecimento facial.

    “Pela forma como isto foi recebido, muitos de vocês ficaram com a impressão que estamos exigindo scans faciais e envios de documentos de identidade de todos os usuários só para usar o Discord”, explicou o CTO do Discord, Stanislav Vishnevskiy. “Não é isso que que vai acontecer, mas o fato de tantas pessoas terem acreditado nisso mostra que falhamos na nossa tarefa mais básica: explicar claramente o que estamos fazendo e porquê”.

    Na explicação compartilhada pelo executivo é referido que 90% dos usuários que usam o Discord não teriam de passar pelo processo de verificação de idade, indicando que os sistemas internos de segurança da plataforma já conseguem determinar a idade de muitos usuários adultos.

    Entre os parâmetros avaliados por estes sistemas internos estão não só há quanto tempo existe a conta em questão, se o utilizador tem uma forma de pagamento registrada e também o tipo de servidores em questão. Além disso, o CTO também afirma que a maioria dos usuários do Discord não interage com conteúdo restringido por idade.

    No entanto, Vishnevskiy afirma que os usuários – que fazem parte dos tais 10% que terão de passar pelo sistema de verificação de idade – terão múltiplas opções – seja por reconhecimento facial, submissão de um documento de identificação ou de um cartão de crédito.

    Se o usuário decidir não passar por este processo, conta o CTO do Discord que a conta não será apagada e serão mantidas todas as informações nela contidas.

    “Se escolhere não verificar a idade, aqui está o que acontece: vai manter a tua conta, os teus servidores, a tua lista de amigos, as tuas mensagens privadas e as conversas por voz”, explicou o executivo. “A única coisa que muda é que não serás capaz de acessar conteúdo com restrição de idade, nem alterar certas definições de segurança padrão criadas para proteger os adolescentes. Mais nada será mudado na tua experiência com o Discord”.

    A origem da polêmica

    Segundo o site The Verge, parte da polêmica em que o Discord se viu envolvido está relacionado com o fato de, no Reino Unido, ter recorrido à Persona – uma empresa responsável por realizar verificação de idade que tem como investidor o multimilionário Peter Thiel.

    Além de um conhecido apoiador de Donald Trump, Thiel também é conhecido por ser cofundador e presidente da Palantir que colabora com o governo dos EUA nas áreas de vigilância e imigração.

    No entanto, o Discord enviou um comunicado à publicação onde esclarece que apenas fez um “teste limitado” com a Persona no Reino Unido, notando que desde então esse pequeno teste já foi concluído.

    Polêmica leva Discord a adiar verificação de idade. O que aconteceu?