Categoria: TECNOLOGIA

  • DuckDuckGo cresce após mudanças com IA no Google; entenda o motivo

    DuckDuckGo cresce após mudanças com IA no Google; entenda o motivo

    Após anúncios de novas funções de inteligência artificial no Google, o DuckDuckGo registrou aumento nos downloads nos EUA e voltou a atrair usuários preocupados com privacidade e controle sobre o uso de IA nas buscas

    As mudanças anunciadas recentemente pelo Google para o seu mecanismo de busca não agradaram parte dos usuários, que passaram a procurar alternativas à plataforma da gigante de tecnologia. Entre elas, o DuckDuckGo voltou a ganhar destaque por priorizar a privacidade dos usuários.

    Segundo o site Engadget, o aumento nos downloads do aplicativo começou logo após o Google I/O 2026, evento realizado entre os dias 19 e 20 de maio, quando a empresa apresentou novas funções de inteligência artificial que devem transformar a experiência de busca na plataforma.

    As mudanças incluem recursos que alteram tanto a aparência do buscador quanto a forma como os resultados são exibidos, com maior integração de respostas geradas por IA.

    Após o anúncio, o DuckDuckGo registrou crescimento expressivo no número de instalações nos Estados Unidos. De acordo com a empresa, o aplicativo teve aumento médio de 18,1% nos downloads durante seis dias consecutivos. O pico ocorreu em 25 de maio, quando as instalações cresceram 30,5%. A maior parte dos novos usuários utiliza dispositivos com sistema iOS.

    O interesse crescente pelo buscador também foi impulsionado pelas declarações do fundador e CEO da empresa, Gabriel Weinberg, que criticou o Google por implementar recursos de inteligência artificial sem oferecer aos usuários a possibilidade de desativá-los.

    “O Google está impondo inteligência artificial sem permitir que as pessoas escolham não usar”, afirmou Weinberg. “Com isso, os resultados estão piorando, e não melhorando. Queremos ser a plataforma que coloca os usuários no controle e permite decidir quanta inteligência artificial desejam utilizar. É por isso que estamos vendo tantas pessoas migrando para o DuckDuckGo nesta semana”, disse.
     

     

    DuckDuckGo cresce após mudanças com IA no Google; entenda o motivo

  • YouTube diz que ampliará detecção de vídeos gerados por IA e adotará rotulagem automática

    YouTube diz que ampliará detecção de vídeos gerados por IA e adotará rotulagem automática

    Regra anterior dependia de informação prestada pelo usuário; TSE tem normas sobre o tema. Plataforma também expande acesso de ferramenta que rastreia deepfakes com rosto da pessoa para quem tem acima de 18 anos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O YouTube anunciou nesta quarta-feira (27) que deve aumentar a detecção de vídeos gerados por IA publicados por seus usuários e que, em caso de conteúdos realistas, aplicará de modo automático rótulos identificando que o conteúdo emprega esse tipo de tecnologia.

    Até então, a regra principal da empresa, em vigor desde 2024, era baseada na informação prestada pelo próprio usuário, o que nem sempre é feito.

    Para esse tipo de conteúdo mais realista, a plataforma também afirmou que irá posicionar o aviso de que se trata de material produzido com IA num local de maior destaque do que vinha fazendo até então. Já para conteúdos feitos com IA, mas considerados pela empresa como “irrealistas, animados ou levemente alterados”, esse rótulo seguirá no campo da descrição do vídeo e, portanto, com menos visibilidade.

    As atualizações foram anunciadas em entrevista com jornalistas do Brasil e de países da Europa.

    No cenário brasileiro, essas regras dialogam diretamente com normas estabelecidas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre propaganda eleitoral e conteúdo político nas redes.

    Em 2024, o tribunal já tinha previsto que era obrigatória, na propaganda eleitoral, a rotulagem de conteúdos sintéticos. Neste ano, foi incluída também a responsabilização solidária das redes sociais caso elas não removam conteúdos considerados “de risco”.

    Um desses riscos seria o de divulgação de conteúdo gerado ou alterado por IA que esteja em desacordo com as regras de rotulagem e as demais vedações eleitorais.

    Entre outros itens sobre o tema, o TSE manteve também a proibição de deepfake, seja para prejudicar ou favorecer candidaturas, e incluiu vedação à publicação desde 72 horas antes da eleição de conteúdos com IA.

    Em 2024, o YouTube estabeleceu como regra que os donos de canais deveriam informar, ao publicar um vídeo, se usaram ferramentas de IA. Agora, praticamente dois anos depois, a empresa está anunciando que, a partir deste mês, implementará “novos sinais internos para ajudar a identificar conteúdo gerado por IA” e que, caso os sistemas da plataforma detectarem o “uso significativo de IA fotorrealista”, será aplicado um rótulo automaticamente.

    O anúncio afirma ainda que “à medida que essa tecnologia continua a melhorar”, os usuários poderão alterar essa classificação automática. As únicas hipóteses em que esse status será permanente, segundo a empresa, são para os conteúdos criados usando as próprias ferramentas de IA do YouTube ou quando o arquivo do vídeo tiver “metadados C2PA”, um tipo de informação técnica que funciona como um carimbo de que aquele conteúdo foi totalmente gerado por IA.

    A reportagem questionou se essa alteração do status por parte do usuário é necessariamente aceita ou se ainda é feita uma análise pelo time do YouTube. Em resposta, a empresa apenas acrescentou que essa atualização feita pelo usuário “não é uma apelação”. Dando a entender, portanto, que não há uma análise adicional para as situações que não se enquadrem como permanentes.
    Segundo o YouTube, o rótulo, por si só, não altera o modo de recomendação de um vídeo na plataforma ou faz com que ele não possa mais ser monetizado. A empresa diz ainda que se reserva “o direito de tomar medidas” contra usuários que reiteradamente não divulgam o emprego de IA.

    De outro lado, não está claro em que medida a empresa eventualmente já adotava esse tipo de aplicação automática de rótulos. Isso porque o anúncio de 2024 já afirmava que isso poderia ser feito, em alguns casos, “especialmente se o conteúdo alterado ou artificial tiver o potencial de confundir ou enganar as pessoas”.

    A reportagem questionou a empresa se o rótulo já vinha sendo aplicado automaticamente e, se sim, em quais situações, mas a resposta enviada não respondeu à pergunta. “Há muito tempo investimos em sistemas capazes de aplicar nossas políticas, e esta atualização visa especificamente usar o poder da detecção automatizada para ajudar os criadores a divulgar informações e oferecer aos espectadores a transparência que eles vêm solicitando”, disse a empresa.

    FERRAMENTA DE DETECÇÃO DE DEEPFAKE

    A empresa também divulgou que está ampliando o acesso, a todos os usuários que tenham a partir de 18 anos, de uma ferramenta que rastreia, com base na aparência da pessoa, conteúdos publicados na plataforma em que seu rosto apareça e tenham sido potencialmente alterados ou criados com inteligência artificial.

    Essa disponibilização deve ocorrer gradualmente nas próximas semanas.

    A partir dessa varredura inicial feita pela plataforma, o usuário poderá revisar os conteúdos listados e solicitar a remoção daqueles gerados ou alterados por IA. De acordo com a empresa, a retirada não será automática e dependerá de análise e critérios definidos em suas diretrizes de privacidade.

    “O que é realmente único sobre essa ferramenta na indústria é que ela vai pesquisar tudo que foi publicado no YouTube para encontrar se há correspondências [do seu rosto] para algo que foi criado sem o seu conhecimento”, afirmou Amjad Hanif, vice-presidente de produtos para criadores do YouTube.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, essa medida já tinha começado a ser liberada para um grupo piloto de figuras públicas como políticos e jornalistas em março deste ano.

    Aqueles que aceitarem se inscrever precisarão enviar um documento de identidade oficial, assim como gravar um vídeo curto do seu rosto, como uma selfie. É preciso ter um canal registrado no YouTube -ainda que sem uso- para viabilizar o uso da ferramenta.

    Segundo as regras, entre os fatores considerados pela plataforma para avaliar o pedido de remoção, está se o conteúdo é sintético ou alterado, se é realista, ou se apresenta paródia, sátira ou outro aspecto de interesse público.

    YouTube diz que ampliará detecção de vídeos gerados por IA e adotará rotulagem automática

  • Celular não carrega? Problema pode estar na entrada USB; veja o que fazer

    Celular não carrega? Problema pode estar na entrada USB; veja o que fazer

    Falhas no carregamento, superaquecimento e mau contato podem indicar defeitos na entrada USB do aparelho. Antes de procurar assistência técnica, especialistas recomendam testar cabos, limpar o conector e verificar sinais de danos no celular

    O conector USB é uma das partes mais importantes do celular. Afinal, sem ele, muitos aparelhos nem conseguem ser carregados. E quando começam os problemas de carregamento, falhas de conexão ou superaquecimento, a entrada USB pode ser a responsável.

    Antes de correr para a assistência técnica, porém, existem algumas verificações simples que podem ajudar a identificar e até resolver o problema.

     

    Teste outros cabos e carregadores

    O primeiro passo é descobrir se o problema realmente está no celular. Para isso, experimente usar cabos, fontes e carregadores diferentes. Muitas vezes, a falha está no acessório e não na entrada USB do aparelho.

    Faça uma inspeção visual

    Observe atentamente a entrada USB para verificar se há sujeira, poeira, sinais de oxidação ou alguma peça torta ou danificada. Pequenos resíduos podem impedir o contato correto do carregador.

    Fique atento a superaquecimento e falhas de carregamento

    Problemas frequentes para carregar o aparelho, interrupções durante o carregamento ou aquecimento excessivo podem indicar defeitos no conector USB.

    Limpe a entrada com cuidado

    Caso haja sujeira acumulada, faça uma limpeza delicada da entrada USB. O ideal é usar ar comprimido ou objetos apropriados para esse tipo de limpeza.

    Especialistas alertam para evitar métodos improvisados, como cola quente ou objetos metálicos, que podem danificar ainda mais o conector.

    Procure assistência técnica se o problema continuar

    Se, mesmo após os testes e a limpeza, o celular continuar sem carregar corretamente, o mais indicado é procurar uma assistência técnica especializada para avaliar possíveis danos internos.
     
     

     

     

    Celular não carrega? Problema pode estar na entrada USB; veja o que fazer

  • NASA e a Blue Origin iniciarão este ano a construção de uma base na Lua

    NASA e a Blue Origin iniciarão este ano a construção de uma base na Lua

    Primeira missão deve pousar no polo sul lunar entre setembro e novembro e faz parte do plano da NASA para criar uma base permanente na Lua, com envio de cargas, rovers, drones e futuras missões tripuladas até a próxima década.

    A NASA prevê enviar à Lua, entre setembro e novembro deste ano, um módulo de pouso não tripulado da Blue Origin para iniciar a construção da futura base lunar. Outras duas missões também estão programadas até o fim de 2026, segundo informou a agência espacial americana.

    A nave escolhida para a primeira missão é o módulo Blue Origin Mark One Endurance, desenvolvido pela empresa espacial de Jeff Bezos, fundador da Amazon. O anúncio foi feito pelo administrador da NASA, Jared Isaacman, durante uma entrevista coletiva em Washington.

    Batizada de “Moon Base One”, a missão será a primeira operação privada de pouso lunar financiada comercialmente na história e terá como destino a borda da cratera Shackleton, no polo sul da Lua.

    “Além de transportar duas cargas científicas da NASA, a missão tem como objetivo demonstrar capacidades críticas para reduzir riscos nas futuras missões do Sistema de Pouso Humano”, afirmou Isaacman.

    O segundo lançamento, previsto para o fim de 2026, levará à Lua um módulo desenvolvido pela empresa americana Astrobotic Technology. A missão deverá transportar mais de 500 quilos de carga, incluindo um rover, para a superfície lunar.

    Já o terceiro módulo será operado pela empresa Intuitive Machines e terá como foco investigar a origem das anomalias magnéticas da Lua.

    As três missões não tripuladas fazem parte da primeira fase do projeto de construção da base lunar. O plano prevê o envio de mais de quatro toneladas de equipamentos e materiais à Lua por meio de 25 lançamentos e 21 pousos lunares até 2029.

    Em março deste ano, a NASA anunciou um plano para construir uma base no polo sul lunar, região que possui áreas permanentemente sombreadas, onde há possibilidade de existência de gelo. A presença de água congelada é considerada essencial para permitir a permanência contínua de astronautas na superfície lunar.

    “Visualizamos a base lunar como uma estrutura que ocupará centenas de quilômetros quadrados, com diversos recursos integrados para permitir uma presença humana permanente na Lua”, afirmou o cientista espanhol Carlos García Galán, responsável pelo programa Moon Base.

    A segunda etapa do projeto está prevista para ocorrer entre 2029 e 2032. Nessa fase, estão planejados 27 lançamentos e 24 pousos lunares, além do transporte de cerca de 60 toneladas de equipamentos para instalação da infraestrutura inicial da base e realização de missões tripuladas semestrais.

    A terceira e última etapa prevê 29 lançamentos e 28 pousos, com capacidade para transportar até 150 toneladas de carga e garantir presença humana contínua na Lua.

    “Teremos constelações de satélites para comunicação, navegação, orientação e observação. Também haverá rovers, veículos lunares e drones”, explicou García Galán.

    O clima extremo da Lua é apontado como um dos principais desafios do projeto. Durante o dia lunar, que dura cerca de duas semanas terrestres, as temperaturas podem chegar a 120°C. Já durante a noite, de mesma duração, os termômetros podem cair abaixo de -120°C.

    A geração de energia também é considerada um ponto crítico. Segundo García Galán, a expectativa é utilizar energia solar e nuclear para abastecer a futura base lunar.

    “Prevemos uma capacidade de geração entre dois e 15 quilowatts, podendo chegar a 20 quilowatts com sistemas nucleares, além de capacidade de armazenamento de centenas de quilowatts-hora”, detalhou.
     

     

    NASA e a Blue Origin iniciarão este ano a construção de uma base na Lua

  • Estas 5 grandes empresas pertencem à Meta. Você sabia?

    Estas 5 grandes empresas pertencem à Meta. Você sabia?

    Gigante comandada por Mark Zuckerberg construiu um império bilionário com aquisições estratégicas ao longo dos anos. Instagram, WhatsApp, Oculus e outras plataformas ajudaram a transformar a Meta em uma potência global da tecnologia

    Embora tenha começado apenas como uma rede social criada em um dormitório universitário, o Facebook se transformou, ao longo dos anos, em um dos maiores conglomerados de tecnologia do mundo. Hoje rebatizada como Meta, a empresa comandada por Mark Zuckerberg construiu parte de seu império com a compra de aplicativos, plataformas e empresas que se tornaram gigantes digitais.

    Desde sua fundação, a Meta investiu bilhões de dólares em aquisições estratégicas para ampliar sua presença em áreas como redes sociais, mensagens, realidade virtual e inteligência artificial.

    Muitas das plataformas mais populares da internet atualmente pertencem à empresa, mesmo que vários usuários não façam essa associação de imediato.

    Entre os principais exemplos estão o Instagram e o WhatsApp, comprados pela Meta em negócios bilionários e que acabaram se tornando peças centrais da companhia.

    O Instagram foi adquirido em 2012 e ajudou a consolidar o domínio da empresa nas redes sociais voltadas para fotos e vídeos. Já o WhatsApp entrou para o grupo em 2014, em uma das maiores compras da história da tecnologia.

    Além dos aplicativos mais conhecidos, a Meta também expandiu seus negócios para outras áreas. A empresa comprou a Oculus, fabricante de equipamentos de realidade virtual, apostando no desenvolvimento do chamado metaverso.

    Outra aquisição menos lembrada é a Beluga, aplicativo de mensagens que serviu de base para o surgimento do Facebook Messenger.

    Nos últimos anos, a companhia também intensificou os investimentos em inteligência artificial, tecnologia considerada prioridade estratégica por Mark Zuckerberg para o futuro da Meta.

    Entre os investimentos menos lembrados está ainda a Motobook, plataforma voltada para integração de experiências digitais e mobilidade, citada em diferentes estratégias da companhia ao longo dos últimos anos.

    Ainda assim, a combinação entre redes sociais, aplicativos de mensagens, realidade virtual e IA transformou a Meta em uma das empresas mais influentes e poderosas do setor de tecnologia mundial.
     
     

    Estas 5 grandes empresas pertencem à Meta. Você sabia?

  • CapCut vai ganhar integração com IA do Google no Gemini

    CapCut vai ganhar integração com IA do Google no Gemini

    Aplicativo de edição de vídeos e imagens terá ferramentas integradas diretamente ao Gemini, assistente de inteligência artificial do Google. Empresas prometem recursos mais intuitivos e conectados para criação de conteúdo digital

    O CapCut, um dos aplicativos de edição de vídeos e imagens mais populares do mundo, passará a integrar recursos diretamente ao Gemini, assistente de inteligência artificial do Google.

    A novidade foi anunciada pelo próprio CapCut nas redes sociais. Apesar de os detalhes da integração ainda não terem sido divulgados, a empresa confirmou que algumas ferramentas do aplicativo desenvolvido pela ByteDance, dona do TikTok, estarão disponíveis dentro da plataforma de IA do Google.

    Segundo o CapCut, a proposta é tornar os processos de criação de conteúdo mais conectados, intuitivos e integrados entre diferentes ferramentas digitais.

    “À medida que os fluxos de trabalho se tornam mais conectados e fluidos, acreditamos que o futuro da criação será mais conversacional, intuitivo e integrado de forma inteligente entre ferramentas e experiências”, afirmou a empresa em publicação no X.

    O aplicativo também destacou que a parceria representa apenas o início de novos recursos envolvendo inteligência artificial e criação de conteúdo.

    Até o momento, Google e CapCut não explicaram exatamente quais funções estarão disponíveis na integração nem se será necessário algum tipo de assinatura paga para acessar as novidades.

    A expectativa é que mais detalhes sejam divulgados nos próximos meses.

     

    CapCut vai ganhar integração com IA do Google no Gemini

  • iOS 27 deve ganhar central exclusiva para controlar AirPods

    iOS 27 deve ganhar central exclusiva para controlar AirPods

    Apple prepara novo painel para reunir funções dos AirPods em um único lugar no iPhone. Atualização deve facilitar acesso a recursos como cancelamento de ruído, áudio adaptativo e reconhecimento de movimentos da cabeça

     
    Mesmo sem planos de lançar um aplicativo exclusivo para os AirPods, a Apple prepara mudanças para facilitar o gerenciamento dos fones sem fio no iPhone.

    Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa deve apresentar um novo painel de controle para os AirPods no iOS 27, próxima grande atualização do sistema operacional dos iPhones.

    A proposta da Apple é reunir em um único lugar as principais configurações dos fones, evitando o acesso fragmentado às funções, como acontece atualmente. A novidade também permitiria que os usuários ajustassem recursos dos AirPods mesmo quando eles não estivessem conectados ao aparelho.

    Com a mudança, será possível acessar com mais facilidade ferramentas como reconhecimento de movimentos da cabeça, áudio adaptativo, cancelamento de ruído e outros controles avançados dos fones.

    A novidade surge em meio ao aumento dos rumores sobre uma nova geração dos AirPods. De acordo com as especulações, a Apple estaria desenvolvendo modelos equipados com câmeras infravermelhas, capazes de captar informações sobre o ambiente ao redor do usuário.

    Os rumores indicam que os novos AirPods podem ser anunciados até o fim deste ano, embora a Apple ainda não tenha confirmado oficialmente os planos para os próximos lançamentos.
     
     

    iOS 27 deve ganhar central exclusiva para controlar AirPods

  • China lança missão Shenzhou-23; astronauta ficará um ano no Espaço

    China lança missão Shenzhou-23; astronauta ficará um ano no Espaço

    Missão Shenzhou-23 levará três astronautas à estação espacial Tiangong, onde um deles passará um ano inteiro em órbita pela primeira vez. Experiência será usada pela China para estudar os efeitos da longa permanência no espaço antes de futuras viagens à Lua e Marte

    A China deu mais um passo em sua corrida espacial neste domingo (24) ao lançar a missão Shenzhou-23, considerada estratégica para os planos do país de enviar astronautas à Lua até 2030.

    O foguete Longa Marcha 2F decolou do Centro de Lançamento de Jiuquan, no deserto de Gobi, no noroeste chinês, levando três astronautas rumo à estação espacial Tiangong, conhecida como “Palácio Celestial”.

    A missão marca um momento histórico para o programa espacial chinês: pela primeira vez, um astronauta do país deverá permanecer um ano inteiro no espaço. Até agora, as estadias na estação espacial chinesa duravam cerca de seis meses.

    A longa permanência em órbita será usada para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano, etapa considerada essencial para futuras viagens tripuladas à Lua e até mesmo para missões a Marte.

    Entre os tripulantes está Li Jiaying, de 43 anos, que se tornou o primeiro astronauta de Hong Kong a participar de uma missão espacial chinesa. Antes de entrar para o programa espacial, ele trabalhava como policial no território semiautônomo.

    A tripulação também é formada por Zhu Yangzhu, engenheiro aeroespacial de 39 anos, e Zhang Zhiyuan, ex-piloto da força aérea chinesa, que fará sua primeira viagem ao espaço.

    Segundo a Agência Espacial Tripulada da China (CMSA), ainda não foi definido qual dos astronautas permanecerá um ano completo na Tiangong. A decisão dependerá do andamento da missão.

    Além dos estudos sobre permanência prolongada no espaço, os astronautas realizarão experimentos ligados à medicina, física, materiais e ciências biológicas.

    Os cientistas pretendem analisar efeitos como perda de densidade óssea, atrofia muscular, exposição à radiação, distúrbios do sono e desgaste psicológico.

    “O maior desafio será justamente o impacto sobre o corpo humano”, explicou à agência AFP o astrofísico Richard de Grijs, professor da Universidade Macquarie, na Austrália.

    O especialista também destacou a importância da confiabilidade dos sistemas de reciclagem de água e ar, além da capacidade de lidar com emergências médicas longe da Terra.

    “A China se tornou muito competente nessas áreas, mas passar um ano no espaço coloca os equipamentos e a tripulação em um nível operacional completamente diferente das missões mais curtas”, afirmou.

    O lançamento faz parte da estratégia chinesa de ampliar sua presença espacial e disputar protagonismo com os Estados Unidos, que desenvolvem o programa Artemis para retornar à superfície lunar.

    Pequim trabalha atualmente no desenvolvimento da espaçonave Mengzhou, chamada de “Nave dos Sonhos”, que deverá substituir a atual Shenzhou nas futuras missões tripuladas à Lua.

    O governo chinês também planeja construir até 2035 a primeira parte de uma base científica permanente na Lua, batizada de Estação Internacional de Pesquisa Lunar (ILRS).

    Nas últimas décadas, a China acelerou fortemente seus investimentos espaciais. Em 2019, o país se tornou o primeiro do mundo a pousar uma sonda no lado oculto da Lua. Dois anos depois, conseguiu colocar um robô em Marte.

    A criação da estação espacial Tiangong ganhou força após a China ser excluída da Estação Espacial Internacional em 2011, quando os Estados Unidos proibiram a Nasa de cooperar com o programa espacial chinês.
     
     

     

    China lança missão Shenzhou-23; astronauta ficará um ano no Espaço

  • WhatsApp prepara recurso para mostrar quem está online no app

    WhatsApp prepara recurso para mostrar quem está online no app

    Nova função em teste no WhatsApp para iPhone reunirá em uma única área os contatos que estiveram ativos recentemente. Ferramenta também permitirá destacar favoritos e seguirá respeitando as configurações de privacidade dos usuários

    O WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso na versão beta do aplicativo para iPhone que permitirá aos usuários visualizar quais contatos estão online ou estiveram ativos recentemente.

    A novidade foi identificada pelo site WABetaInfo, especializado em acompanhar atualizações da plataforma. Segundo a publicação, o aplicativo ganhará uma nova área dedicada a mostrar quais contatos estão disponíveis para conversar naquele momento.

    Atualmente, o WhatsApp já permite saber se uma pessoa está online. Para isso, basta abrir a conversa com o contato e verificar se aparece a indicação “online” abaixo do nome do usuário.

    O problema é que, para conferir a disponibilidade de vários contatos, é necessário abrir conversa por conversa. Com a nova funcionalidade, essa verificação ficará centralizada em um único espaço dentro do aplicativo.

    “Essa área mostrará contatos que estiveram online recentemente, facilitando saber quem está disponível”, informou o WABetaInfo.

    Segundo o site, o recurso ficará localizado nas configurações do aplicativo, logo abaixo da foto de perfil do usuário.

    “Dentro dessa área, os usuários encontrarão seus contatos favoritos para acesso rápido. O WhatsApp exibirá até quatro contatos favoritos nesse espaço. Esse layout tornará mais prática a comunicação com os contatos favoritos”, acrescentou a publicação.

    A ferramenta também permitirá personalizar quais contatos aparecerão nessa área. Além disso, os usuários continuarão podendo ocultar suas informações de atividade para outras pessoas.

    “Como resultado, a visibilidade nessa área de contatos dependerá sempre das configurações de privacidade”, destacou o WABetaInfo.

    Por enquanto, o recurso segue em fase de testes na versão beta do WhatsApp para iPhone e ainda não há previsão oficial para o lançamento da novidade para todos os usuários.
     

     
     

    WhatsApp prepara recurso para mostrar quem está online no app

  • Pessoas substituídas por IA? "Falta de imaginação", diz líder da DeepMind

    Pessoas substituídas por IA? "Falta de imaginação", diz líder da DeepMind

    O líder da DeepMind, a divisão da Google dedicada ao desenvolvimento de Inteligência Artificial, acredita que se as empresas são mais produtivas e eficientes com estas ferramentas devem também manter os trabalhadores e procurar fazer ainda mais com a tecnologia.

    Nos últimos tempos, milhares de pessoas foram demitidas em várias empresas de tecnologia por causa do avanço da Inteligência Artificial. Entre os exemplos mais recentes estão Cloudflare, PayPal e Meta, que afirmaram que essas decisões estão ligadas aos investimentos feitos nessa tecnologia.

    Essa, porém, é uma visão que não parece fazer sentido para Demis Hassabis, responsável pela divisão de Inteligência Artificial da Google DeepMind. Em entrevista à revista Wired, Hassabis afirmou que ainda é cedo demais para dizer que a profissão de engenheiro de software está ameaçada.

    “Acho que isso mostra falta de imaginação e falta de compreensão sobre o que realmente vai acontecer”, explicou o executivo.

    Segundo Hassabis, em vez de substituir profissionais por ferramentas de Inteligência Artificial, as empresas que querem ganhar eficiência deveriam aproveitar essa tecnologia para ampliar a capacidade dos times que já têm.

    “Do meu ponto de vista — e também do ponto de vista da Google e da DeepMind —, se os engenheiros estão três ou quatro vezes mais produtivos, então queremos fazer três ou quatro vezes mais coisas”, afirmou.

    “Tenho milhões de ideias, desde descoberta de novos medicamentos em laboratório até design de jogos. Adoraria ter engenheiros disponíveis para trabalhar nesse tipo de projeto.”

    Hassabis também disse que não entende a narrativa de que a carreira de programador ou engenheiro de software deixará de ser viável no futuro.

    “Não faço ideia de por que as pessoas falam com tanta certeza sobre isso”, declarou. “Talvez existam outros interesses por trás dessa narrativa — como conseguir mais investimentos ou alguma outra coisa.”

    Pessoas substituídas por IA? "Falta de imaginação", diz líder da DeepMind