Categoria: TECNOLOGIA

  • As previsões de Stephen Hawking estão se tornando realidade?

    As previsões de Stephen Hawking estão se tornando realidade?

    De mudanças climáticas catastróficas a invasões alienígenas, isso é o que o físico teórico previu para o futuro

    Stephen Hawking (1942-2018) era conhecido por seu trabalho sobre buracos negros e relatividade geral. Mas o famoso físico muitas vezes saiu de seu próprio campo de pesquisa e usou seu reconhecimento para destacar o que via como os grandes desafios e ameaças existenciais para a humanidade nas próximas décadas. Variando de temas como alienígenas ao fim do mundo, suas declarações ganharam as manchetes e, às vezes, se mostraram controversas.

    Bateu curiosidade? Clique aqui para ver algumas de suas previsões mais famosas. Será que elas estão realmente acontecendo?

    As previsões de Stephen Hawking estão se tornando realidade?

  • Eclipse lunar ocorrerá na próxima terça (3), mas não será visível do Brasil em sua totalidade

    Eclipse lunar ocorrerá na próxima terça (3), mas não será visível do Brasil em sua totalidade

    Quem estiver no Norte do país conseguirá observar uma versão parcial no começo da manhã; durante o fenômeno, a Lua passa pela sombra da Terra

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – A próxima terça-feira (3) reserva um eclipse lunar -também chamado de Lua de sangue- nos céus. O evento, porém, será parcialmente visível do Brasil.

    Para quem estiver em São Paulo e em boa parte do país, do fim da madrugada até o começo da manhã um trecho penumbral do fenômeno será observável -um pequeno sombreamento aparecerá sobre o satélite natural, o que facilmente pode até passar despercebido.

    Nos estados do Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e Mato Grosso (em uma faixa oeste), será possível apreciar uma versão parcial do eclipse bem no início da manhã.

    O QUE É UM ECLIPSE LUNAR

    O eclipse lunar ocorre quando a Lua passa pela sombra do nosso planeta.

    Nesse tipo de eclipse, ela ganha um tom vermelho-escuro ou alaranjado -daí o apelido de Lua de sangue.

    Segundo a Nasa, essa coloração ocorre porque a Terra bloqueia a maior parte da luz solar. A luz que consegue alcançar a superfície do satélite natural acaba filtrada pela camada da atmosfera terrestre.

    “É como se todo nascer e pôr do sol do mundo fosse projetado na Lua”, diz a agência espacial americana.

    EM QUAIS LUGARES ESTARÁ VISÍVEL O ECLIPSE

    A Nasa aponta que a visão plena do evento, ou seja, o eclipse lunar total, será visível nos seguintes locais:

    • no começo da manhã de terça-feira, em uma faixa da América do Norte (parte leste), da América Central e da América do Sul (parte da Colômbia, Equador e Peru).
    • entre o fim da tarde e o início da noite, em uma faixa na Ásia, passando por China, Mianmar e Indonésia, por exemplo.

    A duração dessa fase é estimada em 59 minutos.

    A agência diz também que o eclipse será parcial na Ásia Central, na Austrália e em grande parte da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai).

    No Brasil, de acordo com o site TimeandDate, a visualização será possível de 5h44 até perto das 7h (de Brasília), e lembrando que só um pequeno trecho penumbral.

    O fenômeno não será visível na África e na Europa.

    CUIDADOS E COMO VER O ECLIPSE

    Não é preciso nenhum cuidado específico para observar esse tipo de fenômeno, ao contrário dos necessários para um eclipse solar. No caso dos eclipses lunares, basta olhar para o céu e achar a Lua, sem necessidade de equipamentos especiais.

    Como sempre ocorre em fenômenos do tipo, qualquer observação sempre depende das condições meteorológicas, ou seja, um céu limpo.

    Mas também há opção de ver online. O site TimeandDate, por exemplo, terá transmissão do eclipse.

    Eclipse lunar ocorrerá na próxima terça (3), mas não será visível do Brasil em sua totalidade

  • Pentágono dos EUA vai usar Grok (de Elon Musk) em sistemas classificados

    Pentágono dos EUA vai usar Grok (de Elon Musk) em sistemas classificados

    Ao contrário da Anthropic, a xAI de Elon Musk não teria colocado entraves ao uso do Grok pelo Pentágono. O Departamento de Defesa dos EUA poderá chegar a acordos semelhantes com a OpenAI (ChatGPT) e a Google (Gemini)

    A xAI e o Pentágono teriam chegado a acordo para implementar o modelo de Inteligência Artificial desenvolvido pela empresa de Elon Musk, o Grok, nos seus sistemas classificados.

    A informação foi revelada no site Axios, que destaca que este acordo com a xAI surge após uma disputa entre o Pentágono e a Anthropic a respeito dos limites colocados pela empresa ao modelo Claude em áreas como a vigilância em massa e desenvolvimentos de armamento autônomo.

    A exigência colocada pelo Pentágono para que o modelo Claude pudesse ser usado para “todos os fins lícitos” foi recusada pela Anthropic, o que teria agora levado a este acordo com a xAI de Musk.

    A xAI não teria colocado os mesmos entraves do que a Anthropic mas, dado que o Grok não é considerado tão avançado quanto o Claude, diz a publicação que a adoção deste modelo da xAI poderá revelar-se mais desafiante. Sabe-se, no entanto, que o Pentágono pretende chegar a acordos semelhantes com a OpenAI (ChatGPT) e a Google (Gemini).

    UE investiga imagens sexualizadas do Grok

    A rede social X, de Elon Musk, enfrenta uma investigação da União Europeia sobre privacidade após o seu ‘chatbot’ Grok AI ter começado a divulgar imagens ‘deepfake’ não consentidas, anunciou hoje o regulador de privacidade de dados da Irlanda.

    A Comissão de Proteção de Dados da Irlanda disse ter notificado a X na segunda-feira de que estava abrindo o inquérito pelos regulamentos de privacidade de dados da União Europeia (UE), aumentando críticas que o X enfrenta na Europa e em outras partes do mundo devido ao comportamento do Grok.

    O Grok provocou uma reação global no mês passado após começar a atender pedidos de usuários do X para despir pessoas com as suas capacidades de geração e edição de imagens de Inteligência Artificial (IA), incluindo colocar mulheres em biquínis transparentes ou roupas reveladoras. Investigadores afirmaram que algumas imagens pareciam incluir crianças.

    A empresa introduziu posteriormente algumas restrições ao Grok, embora as autoridades europeias não tenham ficado satisfeitas.

    A entidade reguladora irlandesa afirmou que a sua investigação se centra na aparente criação e publicação no X de imagens íntimas ou sexualizadas “potencialmente prejudiciais” não consentidas, contendo ou envolvendo dados pessoais de europeus, incluindo crianças.

    O X não respondeu a um pedido de comentário.

    O Grok foi criado pela empresa de inteligência artificial xAI, de Elon Musk, e está disponível através do X, onde as suas respostas às solicitações dos usuários são visíveis publicamente.

    O órgão regulador afirmou que a investigação procurará determinar se o X cumpriu as regras de privacidade de dados da UE, conhecido como GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados, na sigla inglesa).

    De acordo com as regras, o regulador irlandês assume a liderança na aplicação das regras de privacidade do bloco, uma vez que a sede europeia do X se encontra em Dublin. As violações podem resultar em multas pesadas.

    O regulador “tem estado em contato” com a X desde que começaram a circular notícias na imprensa, nas semanas anteriores, sobre “a suposta capacidade dos usuários solicitar à conta @Grok no X que gerasse imagens sexualizadas de pessoas reais, incluindo crianças”, afirmou o vice-comissário Graham Doyle num comunicado à imprensa.

    O governo espanhol ordenou que os promotores investiguem o X, a Meta e o TikTok por supostos crimes relacionados com a criação e proliferação de material de abuso sexual infantil gerado por IA nas suas plataformas.

    “Essas plataformas estão atacando a saúde mental, a dignidade e os direitos de nossos filhos e filhas”, escreveu o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez no X.

    A Espanha anunciou no início deste mês que estava a preparar uma proibição do acesso a plataformas de redes sociais a menores de 16 anos.

    Representantes do X, Meta e TikTok não responderam imediatamente a um pedido de comentário sobre a investigação espanhola.

    No início deste mês, os procuradores franceses entraram nos escritórios do X em Paris e intimaram Musk para ser interrogado. Entretanto, os reguladores de privacidade de dados e mídia no Reino Unido, que deixou a UE, abriram as suas próprias investigações sobre aquela rede social.

    O X já enfrenta uma investigação separada da UE em Bruxelas sobre se tem cumprido o regulamento digital do bloco para proteger os utilizadores das redes sociais, que exige que as plataformas coíbam a disseminação de conteúdo ilegal, como material de abuso sexual infantil.

    Pentágono dos EUA vai usar Grok (de Elon Musk) em sistemas classificados

  • WhatsApp está a testar um novo design para app de iPhone

    WhatsApp está a testar um novo design para app de iPhone

    A mais recente versão beta do WhatsApp para iOS indica que a empresa se encontra testando a integração do design Liquid Glass na app para iPhones; design foi introduzido com o iOS 26, lançado no final do ano passado

    A Apple lançou no final de 2025 a atualização iOS 26 com a qual introduziu o Liquid Glass, um novo design para a interface dos iPhones compatíveis com esta versão do sistema operacional que, pelos vistos, também está prestes a chegar ao WhatsApp.

    Segundo o site WABetaInfo, a mais recente versão beta do WhatsApp para iOS aplica o design Liquid Glass à barra de introdução de texto nas conversas tidas através do aplicativo.

    Como pode ver abaixo na imagem compartilhada por esta publicação, a barra de introdução de texto surge com um aspecto translúcido – semelhante a vidro – que será familiar para todos os usuários do iPhone já com o iOS 26 instalado.

    A ideia passa por tornar o design do WhatsApp no iPhone mais em linha com o da interface do próprio smartphone, criando assim uma experiência mais homogênea. No entanto, acredita-se que o WhatsApp adotará uma abordagem cautelosa em relação à introdução deste design Liquid Glass.

    “Apesar de haver um progresso claro em levar o Liquid Glass a mais elementos do app, ainda não há notícias sobre um lançamento completo para todos os usuários”, pode ler-se no WABetaInfo. “Parece que o WhatsApp continua adotando uma estratégia de lançamento faseado para o Liquid Glass. Ainda que mais lento do que inicialmente esperado, esta abordagem permite ao WhatsApp avaliar com cautela o desempenho em todos os dispositivos, afinar o comportamento visual, resolver possíveis problemas e garantir uma experiência estável antes de expandir mais a disponibilidade”.

    Desta forma, teremos de aguardar um pouco mais por notícias para sabermos quando é que será disponibilizada esta atualização do WhatsApp que integrará o Liquid Glass na app para iPhones compatíveis.

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    WhatsApp está a testar um novo design para app de iPhone

  • O futuro da TV e do Cinema e as guerras do streaming

    O futuro da TV e do Cinema e as guerras do streaming

    A forma como consumimos conteúdo já mudou drasticamente nos últimos anos

    Junte-se a nós nesta jornada pela face mutável da televisão e do cinema, uma viagem que não apenas entretém, mas também conecta e transforma audiências em todo o mundo. Clique e entenda as guerras do streaming.

    O futuro da TV e do Cinema e as guerras do streaming

  • Warner Bros. vai avaliar nova proposta da Paramount, mas Netflix é prioridade

    Warner Bros. vai avaliar nova proposta da Paramount, mas Netflix é prioridade

    Os detalhes da nova oferta da Paramount ainda não foram divulgados, porém se sabe que o acordo com o gigante do streaming continua em vantagem; empresas disputam para comprar o estúdio, que inclui HBO

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O conselho da Warner Bros. informou, nesta terça-feira (24), que vai reavaliar a proposta da Paramount após uma semana de conversas com os representantes do estúdio -ainda que a oferta da Netflix continue em vantagem, com votação prevista para o dia 20 de março.

    A abertura configura mais um capítulo da disputa para a compra da Warner Bros., tradicional estúdio de Hollywood que anunciou a venda da maioria de seus ativos -incluindo um extenso catálogo de filmes e a HBO- para a Netflix em dezembro. Desde então, a Paramount fez ofertas continuas aos acionistas da Warner para tentar desbancar a concorrente.

    Os detalhes da nova oferta da Paramount ainda não foram divulgados. Se ela for considerada formalmente, a Netflix tem quatro dias para responder com outra proposta.

    A Warner já tem um acordo com a Netflix de US$ 82,7 bilhões (R$ 432,57 bilhões) e já rejeitou por unanimidade a primeira oferta da Paramount de US$ 108,4 bilhões, cerca de R$ 593,53, pela aquisição de todo o conglomerado.

    Warner Bros. vai avaliar nova proposta da Paramount, mas Netflix é prioridade

  • Ubisoft está desenvolvendo novos "Assassin’s Creed" e "Far Cry"

    Ubisoft está desenvolvendo novos "Assassin’s Creed" e "Far Cry"

    Apesar das recentes demissões e cancelamento de projetos, o CEO da Ubisoft garante que a empresa francesa se encontra trabalhando em vários jogos de duas das suas principais propriedades intelectuais: “Assassin’s Creed” e “Far Cry”

    O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, concedeu uma entrevista à revista Variety onde revelou que a editora francesa tem vários jogos da saga “Assassin’s Creed” em produção, apontando que também há dois títulos da série “Far Cry” em desenvolvimento.

    As declarações de Guillemot chegam em um momento em que a Ubisoft está passando por uma reestruturação que, de acordo com o próprio, resulta em um foco renovado da empresa francesa nas suas propriedades intelectuais mais populares e lucrativas.

    No caso de “Assassin’s Creed”, o CEO da Ubisoft revelou que, entre os jogos que estão sendo produzidos, há tanto experiências para um jogador como jogos online. Já “Far Cry”, terá aparentemente direito a um novo capítulo da linha principal da série bem como um “spin-off”.

    Apesar disso, ainda não se sabe quando é que a Ubisoft pretende lançar os próximos jogos destas propriedades intelectuais.

    O que se sabe, contudo, é que a Ubisoft decidiu demitir cerca de 40 pessoas no seu estúdio de Toronto, no Canadá – responsável por jogos como “Watch Dogs: Legion” e “Far Cry 6”.

    “Esta decisão não foi tomada de forma leve e não reflete de forma nenhuma o talento, dedicação e contribuições das pessoas impactadas”, pode se ler no comunicado compartilhado pela Ubisoft com o site Mobile Syrup. “De momento, a nossa prioridade é apoiá-los nesta transição com indenizações abrangentes e um robusto programa de colocação profissional”.

    Vale lembrar que este estúdio da Ubisoft é o mesmo que se encontra trabalhando no remake do primeiro título da série “Splinter Cell”, anunciado em 2021. O desenvolvimento do jogo não terá sido impactado.

    Ubisoft está desenvolvendo novos "Assassin’s Creed" e "Far Cry"

  • Após 38 anos na Microsoft, CEO da Xbox vai deixar a empresa

    Após 38 anos na Microsoft, CEO da Xbox vai deixar a empresa

    Além da saída do CEO da Microsoft Gaming, Phil Spencer, a presidente da Xbox também está de saída. O CEO da Microsoft, Satya Nadella, já apontou uma nova pessoa para o cargo da divisão de videojogos

    O CEO da divisão de videojogos da Microsoft, Phil Spencer, já não se encontra no cargo de liderança da Xbox. Em vez dele está Asha Sharma, o nome escolhido para liderar a Microsoft Gaming por Satya Nadella e que até agora ocupava o cargo de presidente da divisão CoreAI da empresa.

    Spencer compartilhou a decisão de deixar o cargo de CEO na sua página na rede social X, destacando que depois de 38 anos na empresa chegou a altura de sair.

    “Estou muito feliz pela Asha Sharma, que assume o cargo de CEO”, escreveu Spencer. “Ela está se juntando a um grupo incrível de pessoas, equipes cheias de talento, paixão e um profundo compromisso com os jogadores que servem. Vê-la a se dedicar com curiosidade e um desejo genuíno de fortalecer a base que construímos me dá confiança de que as nossas comunidades Xbox receberão um excelente apoio nos próximos anos”.

    Já Satya Nadella disse que a decisão foi tomada no ano passado pelo próprio Phil Spencer, isto apesar de, em julho do ano passado, a Xbox ter respondido a um rumor sobre a saída do então presidente executivo afirmando que Spencer “não pretende se aposentar nos próximos tempos”.

    “No ano passado, o Phil [Spencer] tomou a decisão de se aposentar e, desde então, temos falado sobre o planejamento da sucessão”, afirmou Nadella de acordo com o site The Verge. “Quero agradecer ao Phil pela sua liderança e parceria extraordinárias. Ao longo de 38 anos na Microsoft, incluindo os 12 anos liderando a divisão de Gaming, o Phil ajudou a transformar o que fazemos e como fazemos”.

    No que diz respeito a Sharma, a nova CEO da Microsoft Gaming tem um currículo que não é apenas composto pelo trabalho que tem feito na área de Inteligência Artificial da tecnológica de Redmond. Sharma, que abandonou a Microsoft em 2013, passou entretanto pela Meta como vice-presidente de produto e engenharia e também pela Instacart, onde foi COO. A agora CEO da Microsoft Gaming regressou à gigante tecnológica em 2024.

    Na primeira mensagem após assumir o cargo, Sharma afirmou que quer reafirmar o compromisso da Xbox com os jogadores que continuam fiéis à marca desde o lançamento do primeiro console em 2001. 

    “Vamos celebrar as nossas raízes com um compromisso renovado ao Xbox começando com o console que moldou quem somos”, pode se ler na mensagem de Sharma compartilhada pelo site The Verge. “É o que nos liga aos jogadores e fãs que investem na Xbox e aos programadores que criam experiências ambiciosas para ela”.

    A saída de Spencer e entrada em cena de Sharma não é a única mudança no corpo executivo da Microsoft Gaming. Sarah Bond, que servia até aqui como presidente da Xbox e que era tida como a sucessora mais provável de Spencer, também está de saída da empresa.

    Numa mensagem compartilhada na respetiva página no LinkedIn, Bond deixa uma mensagem de gratidão a todos os “jogadores, developers, parceiros e equipe” com que interagiu nos últimos oito anos em que ocupou o cargo.

    “Decidi que este é o momento certo para dar o meu próximo passo, tanto pessoalmente como profissionalmente”, escreve Bond, destacando que continuará temporariamente para acompanhar a transição de Sharma no cargo de CEO.

    Matt Booty, que até aqui era responsável pelos estúdios internos do Xbox, será promovido a vice-presidente executivo e “Chief Content Officer” e reportará diretamente à nova CEO.

    Após 38 anos na Microsoft, CEO da Xbox vai deixar a empresa

  • Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

    Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

    Levantamento foi feito com base em dados coletados em mais de 120 países; inteligência artificial ainda pode afetar financiamento público

    O relatório Re|thinking Policies for Creativity (Repensando as Políticas para a Criatividade) da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) sobre o futuro das políticas de criatividade estima que haverá quedas significativas de receitas para criadores de música e de audiovisual até 2028, em decorrência do aumento de produção de conteúdos por inteligência artificial (IA).

    O levantamento foi feito com base em dados coletados em mais de 120 países. De acordo com a Unesco, além de representar uma ameaça à liberdade artística, o quadro apurado afetará também o financiamento público, contribuindo para fragilizar as indústrias culturais e criativas.

    Segundo o relatório, as receitas digitais passaram a representar 35% do rendimento dos criadores, contra 17% registrados em 2018, o que reflete uma mudança estrutural no modelo econômico das indústrias criativas. 

    O crescimento é acompanhado de maior precariedade e por uma exposição mais elevada a violações de propriedade intelectual. Até 2028, a expansão de conteúdos produzidos por IA generativa poderá provocar perdas globais de receitas de até 24% para criadores de música e 21% para o setor audiovisual, diz o estudo.

    O diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, destacou que o relatório levanta a necessidade de “renovar e fortalecer o apoio àqueles que estão engajados na criação artística e cultural em um contexto em que a IA e as transformações digitais estão redefinindo as indústrias criativas”.

    Diferenças

    Do total de países que responderam à pesquisa, 85% disseram incluir as indústrias culturais e criativas nos seus planos nacionais de desenvolvimento. Porém, apenas 56% definiram objetivos culturais específicos. De acordo com a Unesco, isso evidencia uma diferença entre compromissos gerais e ações concretas.

    A Unesco mostra que o comércio global de bens culturais atingiu US$ 254 bilhões em 2023 e que 46% das exportações têm origem em países em desenvolvimento. O que ocorre é que esses países representam pouco mais de 20% do comércio global de serviços culturais, revelando desequilíbrio crescente à medida que o mercado muda para formatos digitais.

    O relatório diz que o financiamento público direto para a cultura continua reduzido, abaixo de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) global, e com tendência de queda.

    A transformação digital aumentou o acesso a ferramentas e audiências, mas também intensificou desigualdades e aumentou a instabilidade financeira de criadores e profissionais do setor cultural.

    O estudo da Unesco observa que as competências digitais essenciais estão presentes em 67% da população dos países desenvolvidos, enquanto somente 28% dos países em desenvolvimento possuem essas competências, o que reforça a divisão Norte–Sul.

    O documento chama ainda a atenção para a concentração de mercado em poucas plataformas de streaming e para a pouca relevância de sistemas de curadoria de conteúdos, o que dificulta a visibilidade de criadores menos conhecidos. Apenas 48% dos países afirmaram estar desenvolvendo estatísticas para acompanhar o consumo cultural digital, o que limita respostas políticas eficazes.

    A Unesco destaca ainda os obstáculos colocados para a mobilidade artística internacional. Os dados evidenciam que 96% dos países desenvolvidos apoiam a mobilidade artística para o exterior, mas apenas 38% facilitam a entrada de artistas provenientes de países em desenvolvimento.

    Na avaliação da Unesco, a assimetria restringe oportunidades e dificulta a circulação internacional de criadores, sobretudo de regiões com menos acesso a financiamento e estruturas de apoio. O relatório indica que apenas 61% dos países possuem organismos independentes para supervisionar essa área.

    Gêneros

    Em termos de igualdade de gêneros, a Unesco identificou simultaneamente avanços e disparidades significativos nas indústrias culturais e criativas. Por exemplo, a liderança feminina em instituições culturais nacionais aumentou globalmente, passando de 31% em 2017 para 46% em 2024.

    No que se refere à distribuição, persiste a desigualdade: enquanto as mulheres ocupam 64% de cargos de liderança em países desenvolvidos, nos países em desenvolvimento esse número cai para 30%. Muitos países insistem em posicionar as mulheres sobretudo como consumidoras de cultura e não como criadoras e líderes desse setor.

    O relatório de 2026 é a quarta parte da série que supervisiona a implementação da Convenção da Unesco de 2005, sobre a proteção e promoção da diversidade de expressões culturais. O documento foi publicado com apoio do governo da Suécia e da Agência Sueca para a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.

    Os estados partes na Convenção de 2005 adotaram mais de 8.100 políticas e medidas culturais para reforçar o papel das indústrias culturais e criativas no desenvolvimento sustentável.

    Através do Fundo Internacional para a Diversidade Cultural (FIDC), a Unesco contabiliza 164 projetos apoiados nas áreas de cinema, artes cênicas, artes visuais e artes de mídia, bem como em design, música e publicação em 76 países do sul global. 

    Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

  • OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

    OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

    Startup informou que aplicou solução para corrigir alto volume de erros na ferramenta de IA e normalizou operação no início da tarde

    A OpenAI disse ter resolvido e restaurado completamente os serviços do ChatGPT impactados no início da tarde desta segunda-feira, 23, por meio de site da companhia para acompanhar o status das suas ferramentas.

    Às 12h33 (de Brasília), a startup de inteligência artificial (IA) alertou para abertura de uma investigação de número elevado de erros em sua aplicação do ChatGPT para empresas e negócios. O componente mais afetado foi a conversação da IA generativa.

    Às 12h58, a OpenAI afirmou ter aplicado uma solução para mitigar o problema, acrescentando que acompanhava a recuperação do ChatGPT, mas sem fornecer detalhes adicionais sobre o que teria causado a falha inicial.

    OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas