Categoria: TECNOLOGIA

  • Lula assina decretos com regras para big techs atuarem no Brasil

    Lula assina decretos com regras para big techs atuarem no Brasil

    Agência ligada ao Ministério da Justiça é encarregada por presidente de controlar obrigações fixadas pelo STF. Normas que aumentam responsabilidade de plataformas por conteúdos de terceiros já estavam em vigor desde 2025

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira, 20, decretos que alteram a regulamentação do Marco Civil da Internet (MCI) e possibilitam a responsabilização das plataformas digitais de acordo com a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado. As normas serão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 21.

    Em junho de 2025, a Corte declarou parcialmente inconstitucional o artigo 19 do MCI. Esse trecho só permitia a punição das plataformas por eventuais danos causados por postagens caso as empresas tenham descumprido uma ordem judicial. A partir do novo entendimento do Supremo, as big techs podem ser responsabilizadas se não removerem conteúdos criminosos logo após notificação do usuário.

    Uma das principais novidades dos decretos assinados hoje é a definição da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) como órgão competente para fiscalizar o cumprimento das novas regras. Segundo o Palácio do Planalto, a instituição não vai avaliar decisões isoladas das plataformas e, sim, sua atuação sistêmica para evitar a circulação de conteúdos nocivos. A ANPD está proibida de solicitar a remoção de conteúdos ou perfis isolados.

    Os decretos editados pelo governo estabelecem que as empresas terão a possibilidade de avaliar se o conteúdo é criminoso ou não antes de efetuar a remoção. O usuário que notificou o suposto ilícito e o dono do conteúdo terão garantia de informação sobre as etapas do processo e poderão contestar a decisão.

    Segundo o Palácio do Planalto, as novas regras reforçam que empresas que operam no Brasil devem seguir a legislação local e agir preventivamente para evitar a circulação de conteúdos criminosos.

    Além disso, as empresas que comercializam anúncios serão obrigadas a guardar dados que permitam responsabilizar os autores de conteúdos criminosos e reparar as vítimas.

    Ainda de acordo com a decisão do STF, os decretos estabelecem um regime diferenciado para conteúdos criminosos impulsionados. Nesses casos, as plataformas poderão ser responsabilizadas quando houver falhas recorrentes na adoção de medidas para prevenir fraudes, golpes e crimes.

    Proteção das mulheres

    Lula ainda assinou outra norma que detalha os deveres das plataformas digitais diante de crimes de violência contra mulheres. As empresas deverão manter um canal específico e de fácil acesso para a denúncia de conteúdos de nudez divulgados sem consentimento. Nesses casos, há um prazo de até duas horas após a notificação para remoção da publicação.

    Outro ponto do decreto é a vedação dos deepfakes sexuais, com proibição do uso de inteligência artificial para produção de imagens íntimas de mulheres.

    Lula assina decretos com regras para big techs atuarem no Brasil

  • Cinco mitos sobre bateria de celular que você precisa esquecer

    Cinco mitos sobre bateria de celular que você precisa esquecer

    Especialistas afirmam que hábitos antigos de carregamento já não fazem sentido nas baterias atuais. Entre os mitos mais comuns estão usar o celular enquanto carrega, deixar descarregar totalmente e acreditar que qualquer carregador funciona da mesma forma

    Além das câmeras, a bateria é um dos componentes dos celulares que mais evoluíram nos últimos anos. As mudanças não aconteceram apenas na capacidade e na velocidade de carregamento, mas também nos materiais usados na fabricação das baterias.

    Por isso, muitos hábitos que eram recomendados há 20 anos para preservar a bateria do celular já não fazem sentido atualmente. Na prática, várias “regras” antigas se transformaram em mitos, mas continuam sendo repetidas e seguidas por muitos usuários.

    Com a evolução das baterias de íon-lítio e das tecnologias de carregamento rápido, especialistas afirmam que alguns cuidados considerados essenciais no passado hoje já não têm o mesmo impacto.

    Por isso, reunimos alguns dos principais mitos sobre carregamento de celular que ainda são tratados como verdades absolutas.

    Veja abaixo cinco hábitos que você pode deixar no passado:

    Os 5 mitos sobre carregar o celular:

    • Não pode usar o celular enquanto ele está carregando;

    • Qualquer carregador serve para carregar o aparelho;

    • Não tem problema deixar a bateria descarregar completamente;

    • Deixar o celular carregando depois dos 100% faz mal para a bateria;

    • Carregamento sem fio é eficiente da mesma forma que o carregamento com cabo.
     

    Cinco mitos sobre bateria de celular que você precisa esquecer

  • Google anuncia óculos inteligentes e aposta em IA que conversa e faz 'qualquer coisa'

    Google anuncia óculos inteligentes e aposta em IA que conversa e faz 'qualquer coisa'

    Google apresentou nova geração do Gemini com IA capaz de interagir em tempo real por voz, vídeo e imagem, além de lançar óculos inteligentes e um assistente autônomo para automatizar tarefas e pesquisas

    (CBS NEWS) – O futuro da inteligência artificial para o Google está em aplicações que conversam em tempo real e são cada vez mais autônomas, mostram os lançamentos da big tech nesta terça-feira (19).

    Demis Hassabis, que preside o braço de inteligência artificial avançada da empresa, disse que o novo modelo de IA da empresa, Gemini Omni, é capaz de “fazer qualquer coisa” recebendo “comandos de qualquer jeito”, com foco em geração de vídeos.

    Na prática, a tecnologia receberá comandos por meio de texto, imagem, fala e vídeo para interações quase instantâneas, como realizar uma edição, acrescentar personagens ou objetos. Exemplos divulgados pela empresa mostram cenas ultrarrealistas, com reflexos e física consistentes, geradas pela IA

    “Esse sempre foi o nosso objetivo com o Gemini”, afirmou Hassabis durante o Google I/O, principal evento da empresa para programadores.

    Ainda não há data de lançamento do Gemini Omni, que estará disponível, em uma versão limitada, para assinantes do Google AI Pro e Ultra por meio dos aplicativos Gemini, Google Flow, YouTube Shorts e YouTube Create.

    Hassabis ainda comparou a novidade com as ferramentas Nano Banana, Genie e Veo. Segundo ele, os modelos são capazes de gerar vídeos e simulações realistas, com noções de realidade e física, mas ainda com algumas limitações.

    O Omni é um passo além: ele pode representar ideias mais complexas, como gravidade e energia cinética -que os três modelos anteriores não conseguiam entender.

    Um futuro em que as pessoas conversam com a IA também aparece no lançamento dos primeiros óculos inteligentes do Google, 11 anos depois do fracasso comercial do Google Glass (encerrado em 2015).

    O novo produto, visando o nicho dominado pelos Ray-Bans da Meta, nasce de uma parceria com a Samsung e as marcas de óculos Warby Parker e Gentle Monster, reunindo lentes, câmera e alto-falantes de alta qualidade.

    Os óculos inteligentes serão disponibilizados em dois designs e permitirá que o usuário “fique com as mãos livres e a cabeça erguida”, disse Shahram Izadi, executivo do Google que liderou o projeto. O lançamento é previsto para o segundo semestre deste ano.

    O gigante de tecnologia, avaliada em US$ 4,7 trilhões, espera recuperar terreno frente às startups rivais de IA utilizando seu onipresente mecanismo de busca, seu pacote de produtos e sua vasta base de dados para atrair bilhões de usuários.

    No que chamou de maior transformação dos últimos 25 anos, adicionou à Busca mais opções para pesquisas com IA, voltadas a perguntas mais complexas, e incluindo até uma ferramenta de programação facilitada.

    A companhia ainda anunciou um novo assistente chamado Spark, que, segundo a empresa, pode ajudar a organizar a vida pessoal dos usuários, reduzir burocracias e automatizar tarefas repetitivas.

    Os usuários poderão optar por permitir que o Spark se lembre de ações passadas e acesse dados de outros produtos, como Gmail e Maps, para personalizar os serviços.

    O Spark estará disponível na barra de pesquisa do Google. Os usuários poderão delegar ao agente a tarefa de vasculhar a internet sem supervisão para fazer compras, trazer atualizações de notícias, encontrar produtos específicos e reservar eventos.

    Hassabis também posicionou o Google em relação aos principais concorrentes da big tech. Segundo ele, o desempenho do modelo Gemini 3.5, que chega ao público nesta terça, é comparável ao Claude Code, da Anthropic, e ao Codex, da OpenAI.

    O CEO do Google, Sundar Pichai, disse que a plataforma é mais rápida e chega a ser duas vezes mais barata que os modelos concorrentes.

    O executivo também disse que o Gemini tem agora 900 milhões de usuários mensais -mais do que o dobro em um ano. O recurso Resumos de IA na Busca agora tem 2,5 bilhões de usuários mensais, enquanto o AI Mode tem cerca de 1 bilhão, disse.

    A demanda por supercomputadores para rodar os modelos mais recentes de IA faz com que os principais fornecedores do mercado precisem, em alguns casos, racionar o acesso dos clientes. Fornecedores de servidores para data centers usados nessas operações dizem que não estão conseguindo entregar todos os pedidos que chegaram desde 2024.

    O Google espera que seus chips proprietários mais recentes ofereçam maior capacidade para operar seus modelos com um custo computacional menor.
    Uma versão Pro do Gemini 3.5 será lançada no próximo mês, consistindo em um modelo de linguagem mais robusto e capaz do que a versão Flash.

    Hassabis disse que a inteligência artificial geral (AGI), tecnologia de IA que pode superar os humanos na maioria das tarefas, está “no horizonte”.

    No entanto, “é importante estarmos lúcidos sobre os desafios potenciais e usarmos todas as ferramentas à nossa disposição para garantir a segurança dos nossos sistemas de agentes”, disse o vencedor do Prêmio Nobel.

    Google anuncia óculos inteligentes e aposta em IA que conversa e faz 'qualquer coisa'

  • X limita usuários gratuitos; veja o que muda na plataforma

    X limita usuários gratuitos; veja o que muda na plataforma

    Rede social de Elon Musk passou a restringir número de publicações, respostas e mensagens privadas para quem não paga assinatura. Plataforma afirma que medida busca reduzir instabilidades, bots e uso automatizado no serviço

     

    Usuários da X que utilizam a versão gratuita da plataforma passarão a enfrentar novas limitações no uso diário da rede social.

    Segundo informações divulgadas na página oficial de suporte do X, as restrições foram criadas para “aliviar a pressão” sobre os sistemas da plataforma, reduzir períodos de instabilidade e também dificultar a atuação de bots e contas automatizadas.

    Com as novas regras, usuários gratuitos poderão fazer apenas 50 publicações por dia. Cada postagem também ficará limitada a até 200 respostas diárias. Antes da mudança, o limite diário de publicações era de 2.400 posts.

    As restrições também atingem as mensagens privadas. Quem não assina um dos planos pagos do X poderá trocar no máximo 500 mensagens diretas por dia.

    A plataforma afirma que as medidas têm como objetivo melhorar o funcionamento da rede social e diminuir abusos automatizados.

    Para quem considerar os novos limites insuficientes, a alternativa será aderir a uma das assinaturas pagas do X.

    No Brasil, os valores atuais das assinaturas na versão web são:

    • Plano Básico
    R$ 15,75 por mês ou R$ 167,62 por ano

    • Plano Premium
    R$ 42 por mês ou R$ 440 por ano

    • Plano Premium+
    R$ 115 por mês ou R$ 1.190 por ano

    Os preços podem variar em assinaturas feitas diretamente pelos aplicativos para Android e iPhone, devido às taxas cobradas pelas lojas digitais.

    O plano Premium+ é o mais completo da plataforma e oferece recursos como redução ou remoção de anúncios, maior visibilidade nas publicações e acesso ampliado ao Grok, ferramenta de inteligência artificial integrada ao X.

     

    X limita usuários gratuitos; veja o que muda na plataforma

  • 5 desvantagens das Smart TVs que muita gente só descobre depois

    5 desvantagens das Smart TVs que muita gente só descobre depois

    Conexão com a internet, atualizações constantes e até gastos extras com acessórios podem transformar a experiência com Smart TVs em um problema. Especialistas alertam para limitações que vão desde perda de desempenho até questões de privacidade e durabilidade dos aparelhos

    As Smart TVs se tornaram praticamente padrão entre os consumidores que procuram uma televisão nova. A possibilidade de instalar aplicativos e acessar plataformas de streaming é um dos principais atrativos desses aparelhos.

    Hoje, modelos inteligentes permitem baixar apps de serviços como Netflix, Max, Prime Video e Disney+, além de jogos, navegadores e outros recursos conectados à internet.

    Apesar das vantagens, especialistas alertam que as Smart TVs também apresentam pontos negativos que podem pesar na decisão de compra.

    Além de dependerem de conexão com a internet para liberar boa parte das funcionalidades, esses aparelhos possuem mais componentes internos, como processadores e memória, o que pode impactar no desempenho ao longo dos anos.

    Outro fator importante envolve o custo. Dependendo da categoria da televisão escolhida, o consumidor pode acabar gastando mais do que imaginava para conseguir uma experiência considerada completa e de qualidade.

    Veja cinco desvantagens que podem estar associadas às Smart TVs:

    • Sem internet, muitas funções deixam de funcionar
    Grande parte dos recursos das Smart TVs depende de conexão online. Sem internet, aplicativos de streaming, comandos por voz e diversas funções inteligentes ficam indisponíveis.

    • Alguns modelos oferecem poucos controles de privacidade
    Nem todas as fabricantes disponibilizam configurações avançadas de privacidade e coleta de dados, o que pode preocupar usuários mais atentos à segurança digital.

    • O aparelho pode “envelhecer” mais rápido
    Quando deixam de receber atualizações de software, muitas Smart TVs passam a perder compatibilidade com aplicativos e recursos mais recentes.

    • Atualizações podem deixar o sistema mais lento
    Como possuem processadores, memória interna e sistemas operacionais próprios, algumas TVs podem apresentar lentidão após anos de atualizações do sistema e dos aplicativos.

    • O custo pode aumentar com acessórios extras
    Mesmo em modelos caros, muitos consumidores acabam comprando uma soundbar para melhorar o áudio, o que aumenta ainda mais o valor final do investimento.

    5 desvantagens das Smart TVs que muita gente só descobre depois

  • Elon Musk perde processo contra OpenAI e Sam Altman

    Elon Musk perde processo contra OpenAI e Sam Altman

    Júri federal dos Estados Unidos rejeitou as acusações de Elon Musk contra a OpenAI e Sam Altman. Processo expôs bastidores da disputa entre os antigos aliados e aprofundou a rivalidade no setor de inteligência artificial

    Elon Musk perdeu o processo movido contra a OpenAI e seu fundador, Sam Altman. O veredito final foi anunciado nesta segunda-feira, encerrando mais um capítulo da disputa entre os dois bilionários da tecnologia, que já foram aliados próximos.

    Após mais de duas horas de deliberação, um júri rejeitou as acusações apresentadas por Musk contra Altman e contra o presidente da OpenAI, Greg Brockman.

    O empresário acusava a OpenAI de tê-lo manipulado para doar US$ 38 milhões à organização e, posteriormente, transformar a empresa em uma estrutura com fins lucrativos sem seu consentimento. Segundo Musk, a OpenAI teria aceitado bilhões em investimentos da Microsoft e de outros investidores enquanto se afastava da proposta original sem fins lucrativos.

    O júri, formado por nove pessoas, concluiu que a ação apresentada por Musk não foi protocolada dentro do prazo previsto pela legislação.

    Em decisão unânime, o tribunal federal de Oakland, na Califórnia, afirmou que não havia fundamentos suficientes para sustentar as acusações feitas pelo dono da Tesla e da SpaceX, segundo informações da Reuters.

    Após o resultado, a defesa de Musk afirmou que ainda poderá recorrer da decisão. A juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers, porém, indicou que uma reversão pode ser difícil.

    “Existe uma quantidade substancial de provas que sustentam a decisão do júri e foi por isso que eu estava preparada para arquivar o caso imediatamente”, afirmou a magistrada.

    O julgamento terminou após 11 dias de depoimentos, período em que a credibilidade tanto de Musk quanto de Altman foi constantemente questionada.

    As duas defesas acusaram o lado oposto de estar mais interessado em dinheiro do que em beneficiar o público com o desenvolvimento da inteligência artificial.

    “A credibilidade de Sam Altman está em jogo. Se vocês não acreditarem nele, ele não pode vencer”, afirmou o advogado de Elon Musk durante o julgamento.

    Já a OpenAI classificou o processo como uma tentativa sem fundamento de prejudicar um concorrente por meio do sistema judicial.

    Durante o julgamento, os advogados da OpenAI apresentaram trocas de e-mails entre assessores de Musk discutindo a possibilidade de o empresário receber participação acionária na empresa caso ela deixasse oficialmente de ser uma organização sem fins lucrativos.

    O processo teve início em 28 de abril, após Musk abrir a ação no verão americano de 2024. O empresário alegava que a OpenAI o enganou ao abandonar a proposta original da companhia e buscar uma estrutura voltada ao lucro.

    A rivalidade entre Musk e Sam Altman começou há mais de uma década.

    Em 2012, Altman foi apresentado a Musk e compartilhou com ele a ideia inicial da OpenAI. Três anos depois, em 2015, Musk integrou o grupo de 11 cofundadores da empresa, ao lado de Altman, Brockman, Ilya Sutskever e outros nomes ligados ao setor de tecnologia.

    A OpenAI nasceu como uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de desenvolver uma inteligência artificial capaz de superar as capacidades humanas e impedir que gigantes como a Google dominassem completamente a área.

    Com o aumento da necessidade de financiamento, passou a ser discutida internamente a transformação da empresa em uma estrutura com fins lucrativos.

    Apesar das críticas atuais de Musk, a OpenAI afirma que ele apoiava essa mudança antes de deixar a companhia, em 2019.

    Segundo relatos de pessoas ligadas à empresa na época, Musk queria assumir o controle da OpenAI e chegou a cogitar uma fusão com a Tesla. A proposta não avançou e, após desentendimentos com os demais fundadores, ele deixou a companhia.

    Nos anos seguintes, a OpenAI recebeu investimentos bilionários da Microsoft e ganhou projeção mundial com o lançamento do ChatGPT, em 2022.

    Musk, por sua vez, criou a empresa xAI, tornando-se concorrente direto da OpenAI.

    Mesmo após deixar a companhia, o empresário continuou atacando Sam Altman publicamente. Em diferentes ocasiões, Musk chamou o executivo de “golpista” e também usou o apelido “Scam Altman”, trocadilho com a palavra inglesa “scam”, que significa fraude ou golpe.
     
     

    Elon Musk perde processo contra OpenAI e Sam Altman

  • Assistente de IA da Apple será capaz de apagar conversas automaticamente

    Assistente de IA da Apple será capaz de apagar conversas automaticamente

    Segundo rumores, assistente virtual da Apple ganhará integração com inteligência artificial do Google e poderá apagar automaticamente conversas dos usuários. Novidades devem ser reveladas na WWDC e chegar ao iOS 27.

     
    Rumores indicam que a Apple deve apresentar oficialmente suas novas ferramentas de inteligência artificial durante a próxima edição da Worldwide Developers Conference, a WWDC, marcada para acontecer entre os dias 8 e 12 de junho.

    Entre as novidades esperadas está uma nova geração da assistente virtual Siri, que deve integrar recursos da inteligência artificial Gemini, desenvolvida pelo Google.

    Segundo informações divulgadas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a nova Siri deve oferecer uma experiência semelhante ao ChatGPT, mas com foco reforçado em privacidade e proteção de dados dos usuários.

    Uma das funções em desenvolvimento permitiria apagar automaticamente as conversas feitas com a inteligência artificial.

    De acordo com Gurman, os usuários poderão escolher por quanto tempo desejam manter o histórico das interações, com opções de armazenamento permanente, por um ano ou apenas por 30 dias.

    Após esse período, as conversas seriam excluídas automaticamente, sem necessidade de ação manual.

    Ainda segundo o jornalista, a estratégia da Apple é transformar as limitações de armazenamento e retenção de dados em um diferencial de segurança e privacidade para os usuários.

    As novidades devem fazer parte da próxima grande atualização do sistema do iPhone, o iOS 27, que também deve ser apresentado durante a WWDC.
     
     
     

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    Assistente de IA da Apple será capaz de apagar conversas automaticamente

  • SpaceX quer lançar nova versão do foguete Starship nesta terça (19)

    SpaceX quer lançar nova versão do foguete Starship nesta terça (19)

    SpaceX pretende realizar nesta terça-feira o primeiro voo de teste da nova versão do foguete Starship, considerado o maior já construído. Com 124 metros de altura após as últimas atualizações, o lançamento está previsto para acontecer a partir das 19h30, no horário de Brasília, em Starbase, no Texas

    (CBS NEWS) – Após meses de atraso, a SpaceX finalmente está pronta para realizar o primeiro voo de teste da sua terceira versão do veículo Starship. O maior foguete do mundo está maior do que nunca (124 metros com as últimas atualizações) e deve decolar a partir desta terça-feira (19) de Starbase, a instalação da companhia em Boca Chica, no Texas, próximo à divisa com o México. A janela para a tentativa se abre às 19h30 (de Brasília).

    Já faz um tempo desde o último lançamento de um protótipo da espaçonave com a qual a SpaceX espera viabilizar o plano da Nasa de colocar astronautas na superfície da Lua até 2028. O mais recente, décimo primeiro voo integrado do propulsor Super-Heavy (o primeiro estágio) com um Starship (o segundo estágio), aconteceu em 13 de outubro do ano passado, com bons resultados, encerrando o protocolo de testes do chamado Bloco 2, versão anterior do veículo.

    Naquela ocasião, a empresa declarava realizar o primeiro voo do Bloco 3 em janeiro, mas o Super Heavy que faria essa missão sofreu danos em um teste em solo. Ademais, a pressão sobre a companhia para apresentar evolução maior de voo a voo levou a uma mudança de estratégia, com a redução da cadência dos testes.

    O primeiro voo do Bloco 3 passou ao começo de março, depois ao começo de abril, e agora parece finalmente prestes a ocorrer, na segunda metade de maio.

    Um ensaio molhado com o veículo (em que ele é totalmente abastecido com uma contagem regressiva simulada idêntica à que seria realizada antes de um voo) foi bem-sucedido na segunda-feira passada (11), abrindo caminho para uma tentativa de lançamento a partir do desta terça (19).

    TUDO NOVO E MAIS DO MESMO

    O perfil do teste que deve acontecer a partir de uma nova plataforma construída pela SpaceX em Starbase segue o padrão dos últimos voos e até mais modesto que alguns dos esforços anteriores.

    O Starship será colocado numa trajetória “quase orbital”, que o levará a uma reentrada na atmosfera cerca de uma hora após o lançamento, sobre o oceano Índico.

    O Super Heavy, em contraste com outros voos, não tentará um retorno à plataforma, nem será recuperado, e fará um pouso controlado no golfo do México.

    Durante o trajeto espacial, o Starship lançará 22 simuladores de satélites Starlink. Não são equipamentos reais, mas dois deles terão câmeras para fotografar o escudo térmico do veículo antes de sua reentrada.
    Por fim, a espaçonave tentará controlar seu pouso no Índico, mas também não há planos para que ela seja recuperada ou reutilizada.

    Tudo isso já foi feito no décimo primeiro voo. A ideia é demonstrar as mesmas capacidades com a nova versão do foguete, atualizada.

    “A meta primária do voo de teste será demonstrar cada uma das novas peças no ambiente de voo pela primeira vez, com cada elemento da arquitetura do Starship trazendo redesenhos significativos para permitir reutilização total e rápida que incorporam aprendizados de anos de desenvolvimento e testes”, escreveu a companhia ao apresentar a missão.

    Entre as novidades mais significativas estão o aumento dos tanques de propelente (que tornaram o veículo maior), a adoção de novas versões dos motores Raptors nos dois estágios com maior capacidade de propulsão e a instalação de uma nova estrutura interestágios reutilizável -trata-se de um anel que permite o acendimento do segundo estágio instantes antes da separação com o primeiro, procedimento conhecido como “hot staging”. O Super Heavy também conta agora com três (e não mais quatro) aletas gradeadas que ajudam a conduzir o propulsor pela atmosfera de volta ao solo para reuso.

    A companhia trata o Bloco 3 do Starship como um veículo pronto e, embora novas atualizações possam vir a ocorrer, espera qualificá-lo para realizar em breve missões de fato orbitais, com o lançamento de satélites da constelação Starlink. Será o primeiro passo para conduzir os testes essenciais que viabilizarão as futuras missões lunares tripuladas.

    Até o fim deste ano, a SpaceX espera demonstrar a capacidade de reabastecer o Starship em órbita, procedimento essencial para que ele possa servir como módulo lunar no programa Artemis, da Nasa, a partir da quarta missão. A empresa também corre para preparar, até o fim do ano que vem, uma versão do veículo que possa viabilizar a recém-reformulada Artemis 3.

    A missão pretende testar, em órbita terrestre baixa, a integração entre a cápsula Orion (que ja voou nas missões Artemis 1 e 2) e o Starship (além do Blue Moon Mk. 2, outro módulo lunar desenvolvido pela empresa Blue Origin que pode acabar sendo usado para a Artemis 4 no lugar do Starship, se estiver mais maduro). Antes que qualquer um dos módulos lunares seja usado para levar astronautas à Lua, as companhias precisarão demonstrar também um pouso e uma decolagem lunares não tripulados.

    Parece muito trabalho a ser realizado em meros dois anos e meio, a fim de permitir que a Nasa coloque seus astronautas na superfície lunar até o fim de 2028. E é. Não está claro que esse cronograma seja realizável, e a própria SpaceX admitiu que não espera ter o Starship Lunar pronto para o teste da Artemis 3 antes do fim de 2027. Mas a agência espacial americana está apertando o passo para torná-lo exequível, e as empresas parceiras precisam fazer o mesmo. Um bom começo será um voo bem-sucedido do Starship nesta semana. A conferir.

     

    SpaceX quer lançar nova versão do foguete Starship nesta terça (19)

  • ChatGPT agora acessa contas bancárias e entra de vez nas finanças

    ChatGPT agora acessa contas bancárias e entra de vez nas finanças

    Nova ferramenta da OpenAI permitirá conectar o ChatGPT a bancos, cartões e corretoras para acompanhar gastos, investimentos e pagamentos. Recurso começa a ser liberado nos EUA para assinantes do plano Pro

    OpenAI anunciou uma nova ferramenta financeira integrada ao ChatGPT que permitirá aos usuários acompanharem movimentações bancárias, gastos e investimentos diretamente pela plataforma.

    A novidade surge poucas semanas após a empresa adquirir a startup Hiro Finance, movimento que já indicava os planos da OpenAI de avançar para o setor de finanças pessoais.

    Inicialmente, a função estará disponível apenas para assinantes do ChatGPT Pro nos Estados Unidos. A ferramenta permitirá conectar o chatbot a contas bancárias e corretoras de mais de 12 mil instituições financeiras, incluindo Charles Schwab, Fidelity Investments, JPMorgan Chase, Robinhood, American Express e Capital One.

    A integração foi desenvolvida em parceria com a Plaid, plataforma especializada em conectar aplicativos a dados bancários de forma segura.

    Com a novidade, os usuários terão acesso a um painel dentro do ChatGPT que exibirá saldo, investimentos, gastos recentes, assinaturas ativas e pagamentos previstos para os próximos dias.

    A OpenAI afirma que a ferramenta foi criada para oferecer respostas mais personalizadas sobre finanças, já que o chatbot poderá analisar as informações financeiras do próprio usuário durante as conversas.

    Segundo o site TechCrunch, a empresa informou que mais de 200 milhões de usuários fazem perguntas relacionadas a dinheiro e planejamento financeiro ao ChatGPT todos os meses.

    A OpenAI também destacou que trabalhou com especialistas do setor financeiro para desenvolver a ferramenta e garantir maior precisão nas respostas oferecidas pela inteligência artificial.

    Neste primeiro momento, o recurso será liberado apenas na versão web e no aplicativo para iPhone. A empresa informou que usará o feedback dos assinantes do plano Pro para decidir quando a novidade será expandida para usuários do plano Plus e, futuramente, para outros públicos.
     
     
     

     
     
     
     
     

     

     

     

     
     
     

    ChatGPT agora acessa contas bancárias e entra de vez nas finanças

  • Instagram prepara mudança que pode acabar com erro irritante nos Stories

    Instagram prepara mudança que pode acabar com erro irritante nos Stories

    Rede social testa ferramenta que permitirá editar Stories já publicadas sem precisar recriar toda a postagem. Recurso ainda está em fase limitada e pode apagar curtidas, reações e comentários da versão original

    Instagram está testando um novo recurso que pode acabar com um dos problemas mais comuns enfrentados pelos usuários nos Stories: a necessidade de apagar uma publicação inteira por causa de um erro de digitação ou edição.

    Segundo informações divulgadas pelo consultor de redes sociais Matt Navarra na rede social X, a plataforma começou a liberar uma função que permite editar Stories já publicadas.

    A novidade, por enquanto, estaria disponível apenas para um grupo limitado de usuários do iPhone e vem sendo liberada gradualmente. A expectativa é que, futuramente, o recurso também chegue aos aparelhos Android.

    Apesar da mudança, a ferramenta não funcionará exatamente como uma edição tradicional. Ao modificar um Story já publicado, a versão original será apagada automaticamente, incluindo todas as curtidas, reações e comentários recebidos.

    “Assim que você começar a editar, a versão original desta Story será apagada. Todas as curtidas, reações e comentários recebidos também serão removidos”, informa o aviso exibido pelo Instagram durante o teste da função.

    Na prática, o recurso permitirá reutilizar a Story original como base, sem precisar criar toda a publicação novamente do zero.

    Ainda não está claro quais elementos poderão ser alterados. O Instagram não confirmou se os usuários poderão editar apenas textos e legendas ou também modificar stickers, emojis, links, marcações e outros recursos visuais.

    Até o momento, a empresa não anunciou oficialmente quando a ferramenta será disponibilizada para todos os usuários.
     

     

    Instagram prepara mudança que pode acabar com erro irritante nos Stories