Categoria: TECNOLOGIA

  • Novo teste da Artemis pós-falha com combustível tem problemas de comunicação

    Novo teste da Artemis pós-falha com combustível tem problemas de comunicação

    Apesar de falha em comunicação, situação já foi normalizada; ensaio deve se estender por todo o dia e janela simulada de lançamento está estimada para 22h30 desta quinta-feira (19)

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – Após um vazamento de combustível no primeiro teste, a Nasa faz, nesta quinta-feira (19), um novo ensaio no Kennedy Space Center, na Flórida, nos Estados Unidos, para o lançamento da Artemis 2, que levará humanos de volta aos arredores da Lua. Teste atual já apresentou uma falha de comunicação.

    O ensaio em questão se trata de um procedimento chamado de “wet dress”, basicamente um ensaio muito próximo do que vai realmente ocorrer no dia do lançamento, mas sem a presença dos astronautas da Artemis 2.

    No último teste do tipo , realizado no dia 2 de fevereiro, houve um vazamento de combustível que acabou empurrando para março a previsão de lançamento da missão -a decolagem poderia ter ocorrido no dia 8 deste mês. Um problema semelhante já tinha ocorrido anos atrás com a missão Artemis 1.

    Na atualização mais recente, as linhas de hidrogênio líquido do estágio de propulsão intermediário do foguete SLS –também chamado de estágio superior– estavam sendo resfriadas, uma das etapas anteriores ao carregamento de hidrogênio líquido super-resfriado.

    Segundo a Nasa, essa etapa é importante para redução de choque térmico. Após o resfriamento, inicia-se o processod e abastecimento rápido do hidrogênio líquido. Depois haverá ainda operações com oxigênio líquido. No abastecimento rápido, centenas de milhares de galões de combustíveis são despejados nos tanques determinados, processo durante o qual são verificados possíveis vazamentos .

    Um pouco mais cedo, houve um problema de comunicação -algo também visto no primeiro teste-, que levou à necessidade de ativação de métodos backup de contato. A situação levou ao adiamento momentâneo do abastecimento rápido de hidrogêni líquido.

    Depois de algum tempo, a comunicação foi normalizada e iniciou-se o abastecimento rápido do estágio principal do foguete SLS com hidrogênio líquido, além da continuidade do preenchimento rápido do estágio principal com oxigênio líquido.

    No começo da manhã, já houve substituição, na nave, do oxigênio –altamente combustível– presente no ar por nitrogênio gasoso, um gás inerte que não sustenta combustão. Isso reduz riscos durante a decolagem.

    A preparação para o teste já começou durante a noite, com o preparo das linhas de abastecimento e o acionamento do estágio superior e dos propulsores auxiliares do SLS.

    A janela de lançamento simulada deve ter início às 22h30 (horário de Brasília). Haverá uma contagem regressiva que chegará até 33 segundos do lançamento. Nesse momento, será simulado um reinício da contagem para 10 minutos até o lançamento, que será, por fim, posteriormente paralisada quando o cronômetro chegar a cerca de 30 segundos para a decolagem ensaiada.

    Novo teste da Artemis pós-falha com combustível tem problemas de comunicação

  • Truques pouco conhecidos do Spotify que facilitam o uso; entenda

    Truques pouco conhecidos do Spotify que facilitam o uso; entenda

    Gestos simples na tela permitem adicionar músicas a playlists, curtir faixas e organizar a fila de reprodução sem precisar abrir menus, tornando a navegação no aplicativo mais rápida e prática.

    Usuários do Spotify, especialmente os assinantes do plano Premium, têm acesso a diversas funcionalidades personalizadas, como playlists semanais criadas com base no gosto musical de cada perfil.

    Além desses recursos mais conhecidos, o aplicativo também oferece atalhos e gestos pouco explorados que podem tornar a navegação mais prática. Com alguns comandos simples na tela, é possível agilizar ações e evitar a necessidade de abrir vários menus.

    Confira alguns truques que facilitam o uso do Spotify no dia a dia:

    Arraste uma música para a direita para adicioná-la rapidamente a uma playlist.

    Na tela da fila de reprodução, deslize uma faixa para a esquerda para removê-la da sequência.

    Deslize uma música para a esquerda para curtir a faixa.

    Na tela da música em reprodução, arraste para baixo em qualquer ponto para voltar à tela anterior.

    Na barra inferior onde aparece a música que está tocando, deslize para a esquerda ou para a direita para ir para a faixa seguinte ou retornar à anterior.

    Toque no nome do álbum ou do artista enquanto a música está tocando para acessar diretamente a página correspondente.

    Pressione e segure uma música por alguns segundos para abrir o menu de opções.

     

    Truques pouco conhecidos do Spotify que facilitam o uso; entenda

  • Astronauta mostra "um pouco de tudo" do que pode ver da Estação Espacial

    Astronauta mostra "um pouco de tudo" do que pode ver da Estação Espacial

    Zena Cardman compartilhou vídeo gravado na Estação Espacial Internacional com imagens de amanheceres, pôr do sol e tempestades a 400 quilômetros de altitude. Na órbita, astronautas chegam a ver 16 nasceres e 16 entardeceres em 24 horas.

    A astronauta Zena Cardman, da NASA, retornou à Terra em janeiro, mas segue relembrando a experiência vivida a bordo da Estação Espacial Internacional.

    Em publicação recente na rede social X, Cardman compartilhou um vídeo em timelapse que, segundo ela, mostra “um pouco de tudo” do que é possível observar a cerca de 400 quilômetros de altitude.

    Nas imagens, com menos de um minuto de duração, aparecem cenas de pôr do sol, tempestades com relâmpagos, o brilho da atmosfera, o reflexo da Lua, estrelas e também o nascer do sol visto do espaço.

    Na Estação Espacial Internacional, que orbita a Terra a aproximadamente 28 mil quilômetros por hora, os astronautas têm a oportunidade de presenciar até 16 amanheceres e 16 entardeceres em um período de 24 horas, devido ao ritmo acelerado das voltas completas ao redor do planeta.
     

    Astronauta mostra "um pouco de tudo" do que pode ver da Estação Espacial

  • Meta e Nvidia fecham parceria para levar IA ao WhatsApp

    Meta e Nvidia fecham parceria para levar IA ao WhatsApp

    Acordo prevê uso de tecnologia de computação confidencial para garantir privacidade dos usuários, além da compra de milhões de chips para treinar modelos próprios de Inteligência Artificial e ampliar a infraestrutura com novos data centers até 2028

    WhatsApp. O acordo tem como objetivo reforçar a confidencialidade e a privacidade dos usuários do aplicativo de mensagens.

    Como parte da parceria, o WhatsApp passará a contar com a tecnologia Confidential Computing, desenvolvida pela Nvidia. Segundo comunicado das duas empresas, a solução permitirá oferecer funcionalidades de Inteligência Artificial na plataforma ao mesmo tempo em que garante a confidencialidade e a integridade dos dados dos usuários.

    O WhatsApp também trabalha em opções exclusivas para quem estiver disposto a pagar pelo serviço. Entre as novidades reveladas pelo site WABetaInfo está a possibilidade de alterar o ícone e as cores do aplicativo.

    A Nvidia informou ainda que a Confidential Computing foi criada para atender desenvolvedores que desejam utilizar o WhatsApp, por exemplo, para lançar agentes de Inteligência Artificial, ao mesmo tempo em que preservam sua propriedade intelectual.

    A parceria entre a Meta e a Nvidia não ficará restrita ao WhatsApp. A empresa comandada por Mark Zuckerberg anunciou que pretende adquirir milhões de chips das linhas Blackwell e Rubin para treinar seus próprios modelos de Inteligência Artificial.

    De acordo com o site Engadget, a Meta se comprometeu no início deste ano a investir 135 bilhões de dólares em Inteligência Artificial até o fim de 2026. O investimento não será destinado apenas ao desenvolvimento da tecnologia, mas também à ampliação da infraestrutura, com a meta de construir 30 data centers até 2028.
     
     

     

    Meta e Nvidia fecham parceria para levar IA ao WhatsApp

  • Zuckerberg nega em julgamento que Instagram tenha crianças como alvo

    Zuckerberg nega em julgamento que Instagram tenha crianças como alvo

    CEO foi confrontado com documentos internos da Meta que citavam pré-adolescentes como público-alvo
    Julgamento histórico sobre vício de jovens em redes sociais vai até o fim de março

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou várias vezes nesta quarta-feira (18), durante um julgamento histórico sobre vício em redes sociais entre jovens, que a dona do Facebook e Instagram não permite o acesso de crianças menores de 13 anos em suas plataformas. As declarações ocorreram apesar de Zuckerberg ter sido confrontado com evidências sugerindo que o grupo era um público-alvo importante da empresa.

    O depoimento de Zuckerberg era o mais aguardado do julgamento, o primeiro de uma série de casos que poderiam criar um precedente legal para milhares de processos movidos por famílias americanas contra as principais plataformas de redes sociais.

    Esta foi a primeira vez que o bilionário pronunciou-se perante um júri sobre a segurança de suas plataformas. Inicialmente, mostrou-se bastante contido, segundo um jornalista da AFP no tribunal. Depois, deu sinais de incômodo, balançou a cabeça e gesticulou ao se voltar para o júri.

    O julgamento vai até o fim de março, quando o júri vai decidir se o YouTube, do Google, e o Instagram, da Meta, foram responsáveis pelos problemas de saúde mental de Kaley G.M., 20, que começou a usar o YouTube aos 6 anos, o Instagram aos 11 e, posteriormente, TikTok e Snapchat.

    Ela alega que as empresas buscaram lucrar viciando crianças em seus serviços, apesar de saberem que as redes sociais poderiam prejudicar sua saúde mental. Ela afirma que os aplicativos alimentaram sua depressão e pensamentos suicidas e busca responsabilizar as empresas.

    Mark Lanier, advogado de Kaley, pressionou Zuckerberg sobre a facilidade da jovem em se cadastrar na plataforma, mesmo apesar da restrição de idade. A norma consta dos termos de uso, um texto que, segundo o advogado, não se pode esperar ser lido por uma criança.

    Zuckerberg foi confrontado com um documento interno segundo o qual o Instagram tinha 4 milhões de usuários menores de 13 anos em 2015, época em que a demandante começou a usar o aplicativo, e 30% das crianças com idade entre 10 e 12 anos eram usuárias da rede social nos Estados Unidos.

    “Se quisermos vencer em grande escala com adolescentes, precisamos trazê-los quando ainda são pré-adolescentes”, dizia uma apresentação interna do Instagram de 2018.

    A Meta e o Google negaram as acusações e apontaram para seu trabalho de adicionar recursos que mantêm os usuários seguros.

    Zuckerberg respondeu que Lanier estava “distorcendo” suas declarações. O CEO disse que a Meta “teve diferentes conversas ao longo do tempo para tentar criar diferentes versões de serviços que as crianças possam usar com segurança”. Por exemplo, ele disse que a Meta discutiu criar uma versão do Instagram para crianças menores de 13 anos, mas o projeto não foi adiante.

    Em um e-mail, Nick Clegg, que era vice-presidente de assuntos globais da Meta, disse a Zuckerberg e outros executivos de alto escalão: “temos limites de idade que não são aplicados (inaplicáveis?)” e observou que políticas diferentes para Instagram e Facebook tornam “difícil afirmar que estamos fazendo tudo o que podemos”.

    Zuckerberg respondeu dizendo que é difícil para desenvolvedores de aplicativos verificar a idade dos usuários e que a responsabilidade deveria ser dos fabricantes de dispositivos móveis.

    O executivo também enfrentou perguntas sobre sua declaração ao Congresso de que não deu às equipes do Instagram a meta de maximizar o tempo gasto no aplicativo.

    Lanier mostrou aos jurados e-mails de 2014 e 2015 nos quais Zuckerberg estabelecia objetivos de aumentar o tempo gasto no aplicativo em porcentagens de dois dígitos. Zuckerberg rebateu que, embora a Meta anteriormente tivesse metas relacionadas à quantidade de tempo que os usuários passavam no aplicativo, desde então mudou sua abordagem.

    “Antes, sim, tínhamos objetivos relacionados com o tempo”, admitiu Zuckerberg. Ele afirmou, no entanto, que a meta da empresa sempre foi “criar serviços úteis que ajudem as pessoas a se conectar com quem quiserem e a conhecer o mundo”.

    O julgamento vai determinar se o Google e a Meta projetaram deliberadamente suas plataformas para promover um uso compulsivo entre os jovens.

    Junto com outros dois julgamentos semelhantes que vão acontecer em meados do ano em Los Angeles, este caso busca criar um precedente para a resolução de milhares de denúncias que culpam as redes sociais por uma epidemia de depressão, ansiedade, transtornos alimentares e suicídio entre os jovens.

    O processo se concentra exclusivamente no design dos aplicativos, seus algoritmos e recursos de personalização, uma vez que a legislação dos EUA concede às plataformas imunidade quase absoluta contra a responsabilização por conteúdos gerados pelos usuários.

    TikTok e Snapchat, também citados no processo, chegaram a acordos confidenciais com a autora da ação antes do início do julgamento.

    Zuckerberg nega em julgamento que Instagram tenha crianças como alvo

  • Zuckerberg é ouvido hoje em julgamento sobre dependência em redes sociais

    Zuckerberg é ouvido hoje em julgamento sobre dependência em redes sociais

    Julgamento começou em 9 de fevereiro e tem como alvos a Meta e a Alphabet, dona do YouTube. Além de Zuckerberg, o responsável pelo Instagram, Adam Mosseri, e o diretor do YouTube, Neil Mohan, também devem ser ouvidos pelo tribunal

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O dono da Meta, Mark Zuckerberg, deve prestar depoimento nesta quarta-feira (18) em um julgamento que analisa a dependência de jovens em redes sociais.

    O bilionário será ouvido em um tribunal de Los Angeles. Esta é a primeira vez que ele deve ser interrogado sobre a segurança das suas plataformas perante um júri.

    Julgamento começou em 9 de fevereiro e tem como alvos a Meta e a Alphabet, dona do YouTube. Além de Zuckerberg, o responsável pelo Instagram, Adam Mosseri, e o diretor do YouTube, Neil Mohan, também devem ser ouvidos pelo tribunal.

    ENTENDA O CASO

    O caso que baseia o julgamento é o de uma mulher de 20 anos, identificada pelas iniciais K. G. M. Ela alega que sofreu danos mentais pela dependência de redes que desenvolveu quando era criança. Segundo a agência de notícias AFP, a mulher começou a usar o YouTube quando tinha seis anos e passou a usar outras redes aos 11, virando usuária compulsiva.

    Júri popular deve determinar se as empresas de tecnologia projetaram deliberadamente suas plataformas para tornar as crianças dependentes. O resultado pode estabelecer um precedente judicial em matéria de responsabilidade civil dos operadores de redes sociais, até agora isentos.

    Expectativa é de que o resultado desse processo altere o curso de outras ações legais no país. Outros processos tentam linkar a dependência das redes sociais por parte dos seus usuários com casos de depressão, transtornos alimentares, internações psiquiátricas e até suicídios.

    Os advogados dos autores estão copiando a estratégia seguida nos anos 1990 e 2000 contra a indústria do tabaco, que foi condenada por oferecer um produto nocivo. Os advogados de defesa recorrem à Lei de Decência nas Comunicações dos Estados Unidos para eximi-los de qualquer responsabilidade pelo que os usuários das redes sociais publicam.

    Zuckerberg é ouvido hoje em julgamento sobre dependência em redes sociais

  • YouTube restabelece serviços após interrupção global na plataforma

    YouTube restabelece serviços após interrupção global na plataforma

    Durante o pico da instabilidade, o site de monitoramento Downdetector registrou forte alta nas notificações de falhas em vários países. Apenas nos Estados Unidos, mais de 330 mil usuários relataram problemas para carregar vídeos e utilizar serviços relacionados

    O YouTube informou nesta quarta-feira (18) que restabeleceu seus serviços após uma interrupção global que afetou o acesso à plataforma em diversos países, incluindo os Estados Unidos. O problema impediu que vídeos fossem exibidos na página inicial e em aplicativos ligados ao serviço.

    Em comunicado, o perfil TeamYouTube no X, que publica atualizações sobre falhas na plataforma, reconheceu o problema: “Estamos cientes de que alguns de vocês estão tendo problemas para acessar o YouTube neste momento.” Segundo a empresa, “um problema em nosso sistema de recomendações impediu que vídeos aparecessem em diferentes áreas do YouTube (incluindo a página inicial, o aplicativo do YouTube, o YouTube Music e o YouTube Kids”.

    A companhia afirmou, horas depois, que todas as plataformas já operavam normalmente. O YouTube é controlado pelo Google.

    Durante o pico da instabilidade, o site de monitoramento Downdetector registrou forte alta nas notificações de falhas em vários países. Apenas nos Estados Unidos, mais de 330 mil usuários relataram problemas para carregar vídeos e utilizar serviços relacionados. A interrupção gerou uma onda de reclamações nas redes sociais, com usuários relatando dificuldades simultâneas de acesso. A empresa não detalhou a causa técnica do problema além da falha no sistema de recomendações.

    YouTube restabelece serviços após interrupção global na plataforma

  • Acrobacias de cair o queixo! Robôs dão show de kung fu na China; assista

    Acrobacias de cair o queixo! Robôs dão show de kung fu na China; assista

    Máquinas executaram golpes precisos, saltos e acrobacias com espadas e nunchakus ao lado de jovens artistas marciais durante a tradicional celebração do Festival da Primavera, transmitida pelo China Media Group e reconhecida como o programa anual mais assistido do mundo

    Robôs humanoides dividiram o palco com jovens praticantes de artes marciais e protagonizaram uma apresentação que chamou atenção pela precisão e sincronia. A performance foi exibida na tradicional festa do Festival da Primavera, organizada pelo China Media Group, na segunda-feira, 16 de fevereiro.

    Durante o espetáculo, as máquinas executaram golpes coordenados, saltos, mortais e sequências com nunchakus e espadas, em movimentos coreografados ao lado dos artistas humanos. As imagens da apresentação repercutiram nas redes sociais e surpreenderam o público.

    Segundo a emissora chinesa CGTN, os robôs demonstraram alto nível de coordenação motora e integração com os dançarinos, reforçando o investimento do país em tecnologia e inovação.

    O evento é reconhecido pelo Guinness World Records como o programa anual de televisão mais assistido do mundo. A primeira edição foi exibida em 1983 e, desde então, tornou-se uma das principais atrações das celebrações do Ano Novo Lunar

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    Curioso? Veja as imagens:

    O Ano Novo Lunar começa nesta terça-feira e marca a transição para o Ano do Cavalo, símbolo de energia, otimismo e novas oportunidades. O período também é conhecido por registrar o maior fluxo migratório humano anual do planeta, com milhões de pessoas viajando para celebrar a data com familiares.

    Acrobacias de cair o queixo! Robôs dão show de kung fu na China; assista

  • Apple fará evento em março que pode apresentar iPhone 17e, novo iPad e MacBook de 'baixo custo'

    Apple fará evento em março que pode apresentar iPhone 17e, novo iPad e MacBook de 'baixo custo'

    Empresa prepara série de lançamentos para o primeiro semestre de 2026, com possível estreia do iPhone 17e, novos iPads e Macs atualizados, além de avanços em inteligência artificial e desempenho.

    A Apple realizará, em 4 de março, um evento presencial que pode marcar o anúncio de novos produtos e dar início a uma ofensiva de lançamentos no primeiro semestre de 2026. A empresa convidou a imprensa para encontros em Nova York, Xangai e Londres, em um formato descrito como “Experience”, indicando uma apresentação mais discreta do que os tradicionais eventos em seu campus, em Cupertino.

    A companhia prepara um “blitz” de lançamentos nas próximas semanas, com destaque para o iPhone 17e, novos iPads e uma linha renovada de Macs, segundo a Bloomberg.

    O iPhone 17e, que deve substituir o 16e, manterá o preço de US$ 599 e trará o chip A19, o mesmo da linha iPhone 17, além de suporte ao MagSafe e novos chips próprios de conectividade celular e wireless. A estratégia é fortalecer a presença da marca em mercados emergentes e no segmento corporativo.

    A Apple também deve apresentar um iPad de entrada com chip A18, que passará a oferecer suporte ao Apple Intelligence, sistema de inteligência artificial da companhia, e um iPad Air com processador M4.

    As mudanças devem priorizar desempenho, com poucas alterações no design. No caso do iPad mini, a principal novidade esperada é a adoção de tela OLED.

    No segmento de computadores, são esperados novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas, MacBook Air com chip M5, atualizações do Mac Studio e uma nova versão do Studio Display.

    A empresa também trabalha em um MacBook de baixo custo, com tela inferior a 13 polegadas e chip da mesma classe do iPhone, para competir com laptops Windows mais acessíveis e Chromebooks. Ainda não há confirmação se esses produtos serão lançados já em março.

    No campo do software, a Apple liberou na segunda-feira, 16, a versão beta do iOS 26.4 para desenvolvedores, com atualizações relacionadas à Siri. Em junho, durante a conferência anual de desenvolvedores, a empresa deve detalhar novos recursos.

    A ofensiva acontece após a Apple registrar recorde trimestral de vendas de iPhone no período de festas, com receita de US$ 85,3 bilhões, alta de 23% na comparação anual, apesar de atrasos na entrega de funcionalidades de IA. O lucro no trimestre foi de US$ 42,1 bilhões, acima das estimativas do mercado.

     
     
     

    Apple fará evento em março que pode apresentar iPhone 17e, novo iPad e MacBook de 'baixo custo'

  • ONG: Gigantes tecnológicas mentem sobre os benefícios climáticos da IA

    ONG: Gigantes tecnológicas mentem sobre os benefícios climáticos da IA

    Relatório de organizações ambientais critica declarações de gigantes da tecnologia e da Agência Internacional de Energia, afirmando que faltam evidências científicas sobre benefícios climáticos da IA generativa e alertando para o alto consumo energético dos centros de dados

    Um estudo divulgado nesta terça-feira por uma coalizão internacional de organizações ambientais afirma que 74% das declarações sobre supostos benefícios climáticos da inteligência artificial generativa não têm base científica consistente. Segundo o relatório, essas narrativas favorecem interesses das indústrias de tecnologia e de combustíveis fósseis, ao mesmo tempo em que minimizam os impactos ambientais associados à expansão da tecnologia.

    O levantamento foi conduzido por entidades como Beyond Fossil Fuels, Green Web Foundation e Friends of the Earth US, com apoio de grupos como Climate Action Against Disinformation, Stand.earth e Green Screen Coalition. Ao todo, foram analisadas 154 afirmações que defendem que a IA teria um impacto climático líquido positivo, incluindo declarações de empresas como Google e Microsoft e da Agência Internacional de Energia.

    De acordo com o estudo, apenas 26% dessas declarações fazem referência a artigos acadêmicos publicados, enquanto 36% não apresentam qualquer evidência. No geral, as organizações concluem que os argumentos se baseiam em dados frágeis e em modelos teóricos, e não em pesquisas revisadas por especialistas independentes.

    O relatório critica a Google por afirmar, em documentos oficiais, que a IA poderia reduzir entre 5% e 10% das emissões globais. Segundo as ONGs, a estimativa se apoia em projeções de uma consultoria privada e não em comprovação científica. O texto também aponta que a empresa atribui à IA benefícios que, na prática, seriam resultado do uso de painéis solares.

    A Agência Internacional de Energia é citada por sustentar que os ganhos superariam amplamente as emissões diretas, com base em modelos hipotéticos. O estudo também destaca que alguns relatórios da agência foram revisados por especialistas ligados a empresas como Google, Amazon, Nvidia, Meta e Microsoft, o que, na avaliação das ONGs, pode configurar potencial conflito de interesses.

    Já a Microsoft é mencionada por afirmar que desenvolve IA generativa para fortalecer uma força de trabalho sustentável, mas sem apresentar dados verificáveis ou metas claras de redução de emissões.

    A análise afirma ainda não ter encontrado exemplos concretos em que sistemas generativos como ChatGPT, Gemini ou Copilot tenham produzido reduções mensuráveis e substanciais de emissões. Para os autores, há uma tentativa de misturar os impactos da IA generativa, que demanda grande consumo energético, com aplicações de IA tradicional, que costumam ter pegada ambiental menor, como em previsões meteorológicas.

    O estudo, liderado pelo analista de clima e energia Ketan Joshi, foi publicado na véspera da Cúpula de Impacto da IA, realizada em Nova Délhi. Segundo Joshi, a falta de transparência sobre o funcionamento dos centros de dados, que consomem grandes volumes de energia, contribui para encobrir os impactos ambientais da expansão do setor. Ele afirma que as promessas de soluções tecnológicas continuam vagas, enquanto muitos data centers seguem operando com energia proveniente de carvão e gás.
     
     

     

    ONG: Gigantes tecnológicas mentem sobre os benefícios climáticos da IA