Empresa prepara série de lançamentos para o primeiro semestre de 2026, com possível estreia do iPhone 17e, novos iPads e Macs atualizados, além de avanços em inteligência artificial e desempenho.
A Apple realizará, em 4 de março, um evento presencial que pode marcar o anúncio de novos produtos e dar início a uma ofensiva de lançamentos no primeiro semestre de 2026. A empresa convidou a imprensa para encontros em Nova York, Xangai e Londres, em um formato descrito como “Experience”, indicando uma apresentação mais discreta do que os tradicionais eventos em seu campus, em Cupertino.
A companhia prepara um “blitz” de lançamentos nas próximas semanas, com destaque para o iPhone 17e, novos iPads e uma linha renovada de Macs, segundo a Bloomberg.
O iPhone 17e, que deve substituir o 16e, manterá o preço de US$ 599 e trará o chip A19, o mesmo da linha iPhone 17, além de suporte ao MagSafe e novos chips próprios de conectividade celular e wireless. A estratégia é fortalecer a presença da marca em mercados emergentes e no segmento corporativo.
A Apple também deve apresentar um iPad de entrada com chip A18, que passará a oferecer suporte ao Apple Intelligence, sistema de inteligência artificial da companhia, e um iPad Air com processador M4.
As mudanças devem priorizar desempenho, com poucas alterações no design. No caso do iPad mini, a principal novidade esperada é a adoção de tela OLED.
No segmento de computadores, são esperados novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas, MacBook Air com chip M5, atualizações do Mac Studio e uma nova versão do Studio Display.
A empresa também trabalha em um MacBook de baixo custo, com tela inferior a 13 polegadas e chip da mesma classe do iPhone, para competir com laptops Windows mais acessíveis e Chromebooks. Ainda não há confirmação se esses produtos serão lançados já em março.
No campo do software, a Apple liberou na segunda-feira, 16, a versão beta do iOS 26.4 para desenvolvedores, com atualizações relacionadas à Siri. Em junho, durante a conferência anual de desenvolvedores, a empresa deve detalhar novos recursos.
A ofensiva acontece após a Apple registrar recorde trimestral de vendas de iPhone no período de festas, com receita de US$ 85,3 bilhões, alta de 23% na comparação anual, apesar de atrasos na entrega de funcionalidades de IA. O lucro no trimestre foi de US$ 42,1 bilhões, acima das estimativas do mercado.

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