Categoria: TECNOLOGIA

  • Missão espacial vai analisar asteroide que passará muito perto da Terra

    Missão espacial vai analisar asteroide que passará muito perto da Terra

    ESA e agência espacial japonesa vão lançar a missão RAMSES para estudar o asteroide Apophis, que passará a menos de 32 mil quilômetros da Terra em 2029. Apesar da aproximação inédita, cientistas descartam risco de colisão com o planeta

    A Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Japonesa (JAXA) divulgaram novos detalhes da missão espacial conjunta que pretende estudar de perto o asteroide (99942) Apophis, corpo celeste que passará muito próximo da Terra em 13 de abril de 2029.

    O Apophis deverá cruzar o espaço a menos de 32 mil quilômetros do planeta, distância considerada extremamente pequena em termos astronômicos. Para efeito de comparação, o asteroide ficará a cerca de um décimo da distância entre a Terra e a Lua e passará mais perto do que muitos satélites atualmente em órbita.

    O asteroide tem aproximadamente 375 metros de diâmetro e, apesar da proximidade, cientistas já descartaram qualquer risco de colisão com a Terra.

    Aproveitando a rara oportunidade de observação, ESA e JAXA criaram a missão Rapid Apophis Mission for Space Safety, chamada de RAMSES, com o objetivo de analisar detalhadamente o comportamento, a composição e os efeitos gravitacionais sofridos pelo asteroide durante a aproximação.

    O acordo de cooperação entre as agências foi assinado no último dia 7 de maio, em Berlim, na Alemanha. O lançamento da missão está previsto para abril de 2028, a bordo de um foguete H3. A empresa OHB Italia será a principal parceira industrial do projeto.

    “Com as assinaturas de hoje, ESA e JAXA avançam de forma decisiva da intenção compartilhada para a implementação concreta, transformando esse compromisso em uma cooperação efetiva em nível de missão”, afirmou o diretor-geral da ESA, Josef Aschbacher.

    O presidente da JAXA, Hiroshi Yamakawa, também celebrou a parceria internacional.

    “Agradecemos sinceramente à ESA e aos seus estados-membros, incluindo a Itália, e esperamos que essa cooperação contribua para o avanço dos esforços internacionais nessa área”, declarou.

    A missão deve ajudar cientistas a entender melhor como asteroides próximos da Terra se comportam e fornecer dados importantes para estratégias futuras de defesa planetária.

    O anúncio acontece em meio a discussões sobre o cronograma do programa Artemis, da NASA. Recentemente, o administrador da agência espacial americana, Jared Isaacman, afirmou que a missão Artemis III, inicialmente prevista para meados de 2027, poderá acontecer apenas no fim do próximo ano.
     
     

    Missão espacial vai analisar asteroide que passará muito perto da Terra

  • Uso de IA na saúde chega a 18% dos estabelecimentos do país

    Uso de IA na saúde chega a 18% dos estabelecimentos do país

    Levantamento é organizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) – departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br)

    A utilização de inteligência artificial (IA) no setor da saúde já atinge 18% dos estabelecimentos brasileiros de atendimento – 11% dos públicos e 21% dos privados.

    Os dados, divulgados nesta terça-feira (12), referem-se a 2025, e são da 12ª edição da pesquisa TIC Saúde, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que entrevistou 3.270 gestores de estabelecimentos de saúde no país. 

    O levantamento é organizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) – departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). 

    “Nos últimos anos, observamos uma rápida disseminação das tecnologias de Inteligência Artificial. Por isso, tornou-se importante ampliar a investigação para compreender como essas tecnologias vêm sendo incorporadas pelo conjunto dos estabelecimentos de saúde”, explica o gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), Alexandre Barbosa.

    Segundo a pesquisa, as principais aplicações de IA no setor de saúde brasileiro são: 

    • Organizar os processos clínicos e administrativos (45% dos estabelecimentos); 
    • Melhorar a segurança digital (36%); 
    • Melhorar a eficiência dos tratamentos (32%); 
    • Auxiliar na logística (31%); 
    • Apoiar a gestão de recursos humanos ou recrutamento (27%); 
    • Auxiliar nos diagnósticos (26%) e 
    • Auxiliar na dosagem dos medicamentos (14%).

    Desafios 

    De acordo com o levantamento, a adoção de IA no país ainda enfrenta obstáculos significativos. Nos hospitais com mais de 50 leitos, por exemplo, os gestores apontam custos elevados (63%), falta de priorização institucional (56%) e limitações relacionadas a dados e capacitação (51%) para a adoção da nova tecnologia.

    “O avanço do uso da IA na saúde exige profissionais qualificados para que essa tecnologia seja aplicada de forma segura e responsável. Além disso, a consolidação de diretrizes e marcos regulatórios é fundamental para sustentar a adoção ética da IA em um setor que lida com informações sensíveis e impacta diretamente no cuidado com os pacientes”,  destaca a coordenadora de projetos de pesquisas do Cetic.br, Luciana Portilho.

    O levantamento mostra ainda que 9% dos estabelecimentos utilizam internet das coisas; e 5%, tecnologia robótica com uso de internet.

    Serviços online disponibilizados aos pacientes, como a visualização de resultados de exames, foram oferecidos por 39% dos estabelecimentos; o agendamento de consultas, por 34%; e o de exames, por 32%.

    Uso de IA na saúde chega a 18% dos estabelecimentos do país

  • Telescópio da Nasa identifica exoplaneta com superfície semelhante à de Mercúrio

    Telescópio da Nasa identifica exoplaneta com superfície semelhante à de Mercúrio

    Um estudo publicado em 4 de maio na Revista Nature Astronomy analisou dados coletados pelo Webb e identificou que o LHS 3844 b tem um diâmetro cerca de 30% maior que o da Terra

    Astrônomos conseguiram observar o exoplaneta LHS 3844 b graças ao Telescópio Espacial James Webb, da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa).

    De acordo com a agência de notícias Reuters, um estudo publicado em 4 de maio na Revista Nature Astronomy analisou dados coletados pelo Webb e identificou que o LHS 3844 b tem um diâmetro cerca de 30% maior que o da Terra.

    A superfície do exoplaneta – que é um planeta que não pertence ao Sistema Solar – se assemelha à de Mercúrio. Ele orbita uma estrela menor e menos luminosa que o Sol, localizada a cerca de 49 anos-luz da Terra.

    Em entrevista à Reuters, a astrônoma Laura Kreidberg, diretora-geral do Instituto Max Planck de Astronomia e uma das autoras do estudo, afirmou que o LHS 3844 b “não é um lugar agradável”.

    “É uma rocha infernal e árida, muito mais parecida com Mercúrio do que com a Terra. Não há nenhum vestígio de atmosfera. Em vez disso, vemos uma superfície escura, provavelmente antiga. Imagine uma rocha nua viajando pelo espaço por bilhões de anos. Você não gostaria de ir para lá”, disse Laura.

    Segundo o estudo, a combinação entre a ausência de uma atmosfera perceptível e as temperaturas extremas – um lado registra até 725ºC enquanto o outro praticamente não recebe calor – indica que ele provavelmente é inabitável. A superfície é coberta por regolito escurecido, um material rochoso solto e fragmentado que recobre o leito rochoso sólido e resulta de eras de bombardeio contínuo por radiação estelar e impactos de micrometeoritos.

    O exoplaneta também é chamado de Kua’kua, termo que significa “borboleta” em um dialeto indígena costa-riquenho.

    Coletar essas informações só foi possível graças à capacidade de observação em infravermelho do Webb, que ajudou os cientistas a discernir a composição química e a dinâmica interna das atmosferas dos exoplanetas.

    À Reuters, o astrônomo Sebastian Zieba, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e também autor do estudo, afirmou que o Webb permite aos cientistas estudar diretamente a geologia e a composição da superfície de exoplanetas, algo que antes era desafiador.

    “É como se, de repente, tivéssemos limpado nossos óculos e pudéssemos ver os planetas com clareza pela primeira vez”, acrescentou Laura.

    Telescópio da Nasa identifica exoplaneta com superfície semelhante à de Mercúrio

  • Netflix diz ter contribuído com mais de US$ 325 bilhões para economia global

    Netflix diz ter contribuído com mais de US$ 325 bilhões para economia global

    Netflix afirma ter investido mais de US$ 135 bilhões em produções na última década e criado mais de 425 mil empregos. A plataforma divulgou os dados em site próprio, destacando impactos econômicos de séries como “Stranger Things”, “Bridgerton” e “O Eternauta”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Netflix divulgou ter investido mais de US$ 135 bilhões em séries e filmes e ter contribuído com mais de US$ 325 bilhões para a economia mundial nos últimos dez anos. Os dados foram publicados nesta terça, em um site criado pela plataforma sob o título “O Efeito Netflix”.

    O portal também estima que as produções da plataforma criaram mais de 425 mil trabalhos, entre vagas para atores, roteiristas, diretores, artistas de efeitos visuais, e outros braços da indústria criativa.

    A empresa ainda diz ter estabelecido parcerias com mais de 2 mil produtoras pelo mundo e licenciado títulos de mais de três mil companhias, incluindo emissoras públicas de TV, em mais de 50 países.

    O site também divulga sucessos locais, como o impacto da série “Bridgerton” para o Reino Unido, cujas três primeiras temporadas teriam contribuído com mais de US$ 275 milhões para a economia britânica, e resultados do seriado “O Eternauta” para a Argentina, onde teriam sido criados quase 3 mil empregos.

    Já “Stranger Things”, que, na última virada de ano, chegou ao fim com sua quinta temporada- contribuiu com cerca de US$ 1,4 bilhão para a economia americana, além de ter gerado mais de 8 mil empregos desde as gravações do primeiro ano da atração, que aconteceram em 2015.

    Os dados ainda mostram o envolvimento da Netflix com regiões afastadas de grandes centros urbanos -filmada na Amazônia, a série colombiana “Frontera Verde”, por exemplo, envolveu atores locais e mais de 50 locações da área- e que, hoje, conteúdos em língua não-inglesa são responsáveis por mais de um terço dos índices de visualização da plataforma.

     

    Netflix diz ter contribuído com mais de US$ 325 bilhões para economia global

  • Apple libera iOS 26.5 com novidades e mais de 50 correções de falhas

    Apple libera iOS 26.5 com novidades e mais de 50 correções de falhas

    Nova atualização do iPhone traz mensagens RCS com criptografia entre iOS e Android, maior integração com acessórios de outras marcas e dezenas de correções de segurança. Sistema deve ser a última grande atualização antes da chegada do iOS 27

    A Apple liberou oficialmente as versões finais de novas atualizações para seus dispositivos. Entre elas estão o iOS 26.5 para iPhones, iPadOS 26.5 para iPads, macOS 26.5 para computadores Mac, watchOS 26.5 para Apple Watch, tvOS 26.5 para Apple TV e visionOS 26.5 para o Vision Pro.

    No caso do iPhone, o iOS 26.5 chega trazendo novos recursos e também importantes correções de segurança.

    Entre as novidades está a troca de mensagens RCS com criptografia de ponta a ponta entre iPhones e celulares Android. A atualização também adiciona anúncios no Apple Maps, permite conectar acessórios como Magic Mouse e Magic Keyboard ao iPhone usando cabo USB-C e amplia as opções de transferência de dados entre iPhone e Android.

    Segundo o site MacRumors, usuários da Europa também passam a contar com mais integração entre o iPhone e dispositivos vestíveis de outras marcas.

    Com a atualização, fones de ouvido sem fio de fabricantes concorrentes podem ser emparelhados com o iPhone apenas por aproximação. Além disso, relógios inteligentes que não sejam Apple Watch agora conseguem receber notificações diretamente do celular da Apple.

    A Apple também destacou que o iOS 26.5 corrige mais de 50 vulnerabilidades de segurança identificadas no iPhone.

    Por isso, mesmo usuários que não tenham interesse nos novos recursos são aconselhados a instalar a atualização para proteger o aparelho contra falhas e possíveis ataques.

    A expectativa é de que o iOS 26.5 seja a última grande atualização antes da chegada do iOS 27.

    A próxima versão do sistema operacional da Apple deve ser apresentada oficialmente durante a Worldwide Developers Conference (WWDC), conferência anual da empresa que acontecerá entre os dias 8 e 12 de junho.

    O evento costuma ser usado pela Apple para revelar os principais recursos dos próximos sistemas operacionais da marca, incluindo novidades voltadas para iPhone, iPad, Mac e outros dispositivos da empresa.
     
     

    Apple libera iOS 26.5 com novidades e mais de 50 correções de falhas

  • GPS do iPhone parou de funcionar? Veja como resolver o problema

    GPS do iPhone parou de funcionar? Veja como resolver o problema

    Falhas no sinal de GPS podem impedir navegação, localização e uso de aplicativos no iPhone. Algumas configurações simples, como ativar dados móveis, atualizar o iOS e redefinir a rede, podem ajudar a restaurar o serviço

    O GPS é uma das funções mais úteis dos celulares modernos. Ele ajuda motoristas a chegarem ao destino sem desvios inesperados, facilita encontrar o carro estacionado, conhecer novas cidades e até localizar amigos em meio a multidões.

    Mesmo assim, imprevistos podem acontecer e o sinal de GPS do iPhone pode parar de funcionar sem explicação aparente.

    Pensando nisso, reunimos algumas dicas e testes simples que podem ajudar a resolver o problema e fazer o GPS voltar a funcionar normalmente. Caso nenhuma das alternativas funcione, é possível que o aparelho tenha algum defeito de hardware. Nesse caso, a recomendação é procurar o suporte técnico da Apple.

    Veja abaixo algumas soluções que podem ajudar a recuperar o sinal de GPS no iPhone:

    • Reinicie o celular;

    • Vá para uma área aberta, longe de prédios altos, construções antigas ou túneis que possam bloquear o sinal;

    • Atualize o sistema operacional iOS;

    • Verifique se os dados móveis estão ativados;

    • Ative o Wi-Fi;

    • Ligue o Modo Avião, aguarde alguns segundos e depois desative;

    • Ative e desative os serviços de localização;

    • Confira as configurações de data e fuso horário;

    • Redefina as configurações de rede;

    • Reinicie o aplicativo que utiliza o GPS ou acesse a App Store para confirmar se ele está atualizado.
     
     

    GPS do iPhone parou de funcionar? Veja como resolver o problema

  • Radiação mudou cães de Chernobyl? Como ciência explica alterações genéticas

    Radiação mudou cães de Chernobyl? Como ciência explica alterações genéticas

    Estudos identificaram alterações genéticas em cães que vivem perto da antiga usina na Ucrânia; trabalho, publicado na revista Science Advances, mostrou que esses animais têm maior grau de parentesco e menor troca genétic

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Quarenta anos após o desastre nuclear de Tchernóbil, novas pesquisas sobre as diferenças genéticas dos cães da região reacenderam o debate científico sobre os reais efeitos da radiação.

    Estudos recentes identificaram alterações genéticas em cães que vivem perto da antiga usina na Ucrânia. A descoberta gerou divergências entre os pesquisadores sobre o verdadeiro papel da contaminação radioativa nessas mudanças.

    Uma pesquisa publicada em 2023 revelou que os cães da usina formam uma comunidade isolada. O trabalho, publicado na revista Science Advances, mostrou que esses animais têm maior grau de parentesco e menor troca genética.

    Outro estudo do mesmo ano apontou adaptações no genoma ligadas ao reparo de DNA e imunidade. Os cientistas sugeriram influência da seleção natural, mas não comprovaram que a radiação causou as alterações.

    Um novo trabalho de 2024 concluiu que não houve aumento na taxa de mutações nesses animais. Publicado na revista PLOS One, o estudo analisou variantes genéticas e descartou anomalias cromossômicas pela contaminação.

    As diferenças genéticas estão mais associadas ao isolamento da população do que à radiação. Segundo os autores da pesquisa mais recente, a seleção natural sem interferência humana explica melhor as mudanças observadas.

    A região abandonada por humanos se transformou em uma reserva ambiental involuntária. Nas últimas décadas, a área passou a abrigar lobos, cavalos, aves e centenas de cães descendentes de animais deixados na evacuação.

    Os cientistas concordam que Tchernóbil oferece uma oportunidade única de estudo. O local permite analisar os efeitos de longo prazo de ambientes contaminados sobre os animais ao longo de várias gerações.

    A repercussão dos primeiros estudos gerou críticas dentro da comunidade científica. O professor de ciência ambiental Jim Smith publicou um artigo afirmando que a mídia exagerou ao sugerir mutações extremas por causa da radiação.

    O pesquisador argumenta que outros fatores explicam melhor as mudanças nos animais. Ele cita alimentação, doenças e isolamento. “A verdadeira história de Tchernóbil não é a presença da radiação, mas a ausência de humanos”, diz Smith.

    Radiação mudou cães de Chernobyl? Como ciência explica alterações genéticas

  • Apple pode retomar parceria com a Intel para fornecimento de chips

    Apple pode retomar parceria com a Intel para fornecimento de chips

    Empresas teriam firmado acordo preliminar em meio a desafios na cadeia de suprimentos; parceria pode diversificar fornecedores da Apple e reduzir dependência da TSMC

    Depois de anos apostando no desenvolvimento de seus próprios chips, a Apple pode voltar a contar com a Intel como fornecedora. Segundo o The Wall Street Journal, as duas empresas teriam chegado a um “acordo preliminar” para que a fabricante volte a produzir componentes para a gigante de Cupertino.

    Ainda não há confirmação sobre quais produtos da Apple utilizariam os chips da Intel, e a própria publicação afirma que os detalhes do acordo permanecem indefinidos.

    A possível parceria surge em meio a um cenário de desafios na cadeia de suprimentos. A Apple busca alternativas à Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), sua principal fornecedora atual, e já teria, inclusive, conversado com a Samsung sobre uma possível colaboração.

    Caso o acordo com a Intel se confirme, ele acontece em um momento em que a indústria enfrenta dificuldades no fornecimento de componentes, o que já impacta os custos, como no caso da memória RAM, e pode resultar em preços mais altos para os consumidores.

    Apple pode retomar parceria com a Intel para fornecimento de chips

  • Novo Mortal Kombat está em desenvolvimento, confirma Ed Boon

    Novo Mortal Kombat está em desenvolvimento, confirma Ed Boon

    Criador da franquia afirma que estúdio já trabalha em novo jogo e promete anúncios em breve, enquanto rumores sobre Injustice 3 também ganham força antes de grandes eventos do setor

    O diretor criativo da NetherRealm Studios e também responsável pela franquia Mortal Kombat, Ed Boon, revelou que o estúdio está trabalhando em um novo jogo da popular série de luta.

    O título mais recente da franquia foi Mortal Kombat 1, lançado em 2023. Em meio a rumores de que a empresa também estaria desenvolvendo Injustice 3, Boon confirmou em entrevista ao Collider que um novo Mortal Kombat já está em produção.

    “Estamos certamente trabalhando em outro jogo ‘Mortal Kombat’ e também temos outros projetos, então há muita coisa em andamento, não só nos jogos, mas também em outras mídias”, afirmou Boon. “Portanto, temos grandes anúncios a caminho”.

    Ainda não há confirmação sobre quando o novo jogo será anunciado oficialmente, mas os próximos meses contam com eventos importantes da indústria que podem trazer novidades.

    Um deles é o Summer Game Fest, um dos principais eventos de games do ano, que costuma concentrar grandes anúncios. A edição de 2026 está marcada para acontecer entre os dias 5 e 8 de junho.
     
     

    Novo Mortal Kombat está em desenvolvimento, confirma Ed Boon

  • Veja onde nunca deixar o celular para evitar danos e perda de desempenho

    Veja onde nunca deixar o celular para evitar danos e perda de desempenho

    Especialistas alertam que calor, locais fechados e até hábitos comuns do dia a dia podem comprometer o funcionamento do aparelho; saiba os principais erros e como proteger seu celular no uso cotidiano.ecide guardá-lo. Assim, dizemos-lhe quais os locais onde deve evitar fazê-lo

    Os celulares fazem cada vez mais parte do dia a dia e, por isso, devem ser manuseados e armazenados com cuidado para não comprometer o funcionamento, tanto no curto quanto no longo prazo.

    Isso significa que, além de evitar quedas, exposição à água e manter a saúde da bateria, também é importante guardar o aparelho em locais adequados para preservar o desempenho.

    Segundo o site BGR, uma recomendação comum é não deixar o celular carregando sobre superfícies de tecido, como lençóis, toalhas ou roupas.

    Na pressa de começar a usar um celular novo, é comum ignorar etapas da configuração inicial que podem fazer diferença depois. Veja alguns erros frequentes que devem ser evitados.

    Manter o celular longe de temperaturas elevadas é uma orientação básica e explica vários cuidados importantes no uso diário do aparelho.

    Veja, a seguir, quatro locais onde você não deve deixar o celular por longos períodos:

    Guardar ou carregar o celular próximo a fontes de calor, como notebooks em funcionamento, por exemplo;

    Deixar o celular dentro do carro, seja sobre os bancos ou no porta-luvas;

    No aeroporto, colocar o celular no bolso do casaco dentro da bandeja na hora de passar pela segurança, para evitar esquecê-lo ao recolher os pertences;

    Manter o celular no bolso por longos períodos também não é indicado, já que o calor do corpo pode interferir no funcionamento, especialmente em dias mais quentes.
     
     

     

    Veja onde nunca deixar o celular para evitar danos e perda de desempenho