Categoria: TECNOLOGIA

  • Ex-diretora do WhatsApp no Brasil lança ONG para combater as 'big techs'

    Ex-diretora do WhatsApp no Brasil lança ONG para combater as 'big techs'

    A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as ‘big techs’ e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lusa, os utilizadores têm das gigantes da Internet.

    A organização pretende receber denúncias, investigar casos e mover ações judiciais contra empresas como X, Meta — dona do Facebook, Instagram e WhatsApp — e Google, com o objetivo de responsabilizar as plataformas pelos danos causados aos usuários.

    “Eu acho que a gente tem uma missão muito importante de romper com o sentimento de apatia, de impotência que as pessoas têm em relação às big techs”, afirmou Daniela da Silva em entrevista à agência Lusa.

    A diretora-executiva da CTRL+Z acrescentou que “são as empresas que têm de ter medo das pessoas, e não as pessoas terem medo das empresas”, defendendo maior pressão pública e jurídica sobre o setor de tecnologia.

    O nome da organização faz referência ao atalho de teclado usado para desfazer ações no computador e, segundo o site oficial da CTRL+Z, a iniciativa pretende “enfrentar o modelo de operação” das grandes empresas de tecnologia.

    Entre os projetos lançados está o “Vaza Big Tech”, que permite a funcionários dessas empresas compartilharem informações e denúncias de forma anônima, e o “Arquivo de Danos Digitais”, destinado a reunir relatos de usuários afetados por plataformas digitais.

    A organização atua em parceria com escritórios de advocacia no Brasil para analisar denúncias e avaliar possíveis ações judiciais com apoio jurídico gratuito, utilizando mecanismos previstos na legislação brasileira de defesa do consumidor.

    Segundo Daniela da Silva, usuários com contas suspensas, perfis falsos, invasões hacker ou conteúdos nocivos não removidos pelas plataformas poderão recorrer à organização em busca de orientação e apoio jurídico gratuitos.

    A ex-diretora de Políticas Públicas do WhatsApp deixou a Meta em janeiro de 2025, após cerca de um ano na empresa, alegando discordâncias com mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg na condução da companhia.

    As alterações incluíram, segundo ela, o fim de programas de checagem de fatos, maior circulação de conteúdos políticos e mudanças na moderação de temas relacionados à imigração e gênero.

    Essas ações da Meta, segundo Daniela, fizeram com que ela percebesse que não conseguiria mais desenvolver um trabalho de “política pública racional” e “baseado em diálogo” que tornasse, na sua visão, “as plataformas melhores”.

    “Eu senti que seria importante para mim atuar em uma posição diferente, que, se eu quisesse ver plataformas digitais melhores, teria de fazer isso fora da Meta, atuando por fora e não por dentro”, afirmou.

    Antes da Meta, Daniela trabalhou por quase uma década na Open Society Foundations, organização filantrópica global.

    Segundo ela, após um período de “um ano de gestação”, ao lado de amigos e em diálogo com representantes da sociedade civil que já atuavam no enfrentamento às big techs, a CTRL+Z foi fundada em abril deste ano.

    A diretora-executiva defendeu que a sociedade civil pode atuar como um “freio” ao poder econômico e político das big techs, que ela descreveu como as empresas mais poderosas da história do capitalismo contemporâneo.

    Daniela da Silva também classificou como “tecnofascismo” a aproximação das plataformas digitais com movimentos de extrema direita autoritária e alertou para o papel das tecnologias na disseminação de discursos extremistas.

    Segundo ela, o Brasil se tornou um polo geopolítico relevante no debate internacional sobre governança digital e regulação das plataformas, devido ao histórico do país no enfrentamento às grandes empresas de tecnologia.

    “São as empresas mais poderosas do mundo, um nível de concentração de capital nunca visto antes na história do capitalismo, e a gente precisa que existam mecanismos de contenção para todo esse poder”, ressaltou.

    Daniela também afirmou que as big techs criaram a ilusão de que são inevitáveis e de que seu modelo de negócios é o único sustentável, mas que, pela experiência que teve dentro dessas empresas, sabe que essas são “decisões tomadas por pessoas comuns”.

    “A verdade é que, tendo trabalhado por dentro, ficou muito claro para mim que essas decisões são tomadas por pessoas comuns, muitas vezes pouco informadas sobre os países onde suas empresas atuam”, observou.

    Segundo ela, essas decisões podem ser diferentes, mas é necessária “muita pressão pública” para que isso aconteça — e é justamente essa pressão que a motiva.

    Daniela da Silva, de 40 anos, acrescentou que outra motivação para criar a organização está ligada à filha de nove anos e à preocupação com educação digital, tempo de tela e os conteúdos consumidos por crianças e adolescentes.

    “Essas tecnologias são onipresentes, então vão entrar na vida das nossas crianças e adolescentes de alguma forma, e nós, como sociedade, precisamos fazer um pacto para que elas sejam melhores”, afirmou, dizendo-se otimista.

    Ex-diretora do WhatsApp no Brasil lança ONG para combater as 'big techs'

  • iPhone 17 foi o celular mais vendido em todo o mundo no começo de 2026

    iPhone 17 foi o celular mais vendido em todo o mundo no começo de 2026

    A Counterpoint Research compartilhou o relatório dedicado ao primeiro trimestre de 2026 onde revela os celulares mais vendidos em todo o mundo durante este período. Apesar de ocupar os três primeiros lugares da tabela, a Apple não é a marca com mais modelos nesta lista.

     
    “O relatório mais recente da Counterpoint Research indica que o iPhone 17 foi o celular mais vendido do mundo durante o primeiro trimestre de 2026, representando 6% de todos os smartphones vendidos nesse período.

    A lista conta com mais três dispositivos da Apple: o iPhone 17 Pro Max e o iPhone 17 Pro aparecem na segunda e terceira posições, respectivamente, entre os celulares mais vendidos. O iPhone 16 também aparece no ranking, ocupando a sexta colocação.

    Embora a Apple ocupe os três primeiros lugares da tabela, a Samsung é a marca com o maior número de aparelhos no ranking. O Galaxy A07 4G (4ª posição) foi o celular mais vendido da Samsung nos três primeiros meses de 2026, seguido pelo Galaxy A17 5G (5ª posição), pelo Galaxy A56 (7º lugar), pelo Galaxy A36 (8ª posição) e pelo Galaxy A17 4G (9º lugar).

    Fechando a tabela aparece o Redmi A5, da Xiaomi, na 10ª posição.

    “O iPhone 17 continua superando seu antecessor graças a melhorias importantes”, afirmou o analista sênior da Counterpoint Research, Harshit Rastogi, destacando “o armazenamento básico, a resolução da câmera e a taxa de atualização da tela”, fatores que ajudam o modelo padrão a “se aproximar das variantes Pro”.

    “O aparelho registrou crescimento de dois dígitos em relação ao ano anterior em mercados importantes como China e Estados Unidos, além de um crescimento três vezes maior na Coreia do Sul durante este trimestre”, acrescentou Rastogi. “O iPhone 17 Pro Max e o iPhone 17 Pro ficaram logo atrás, oferecendo recursos ainda mais avançados em câmera, bateria e novas opções de cores, materiais e acabamentos.”

    JORNAL DA TARDE

    © Counterpoint Research  

    iPhone 17 foi o celular mais vendido em todo o mundo no começo de 2026

  • Elon Musk tentou contratar líder da OpenAI para a Tesla

    Elon Musk tentou contratar líder da OpenAI para a Tesla

    Novas revelações feitas durante o julgamento que opõe Elon Musk a Sam Altman indicam que o magnata multibilionário quis contratar o CEO da OpenAI e outros fundadores. O objetivo seria estabelecer um laboratório dentro da Tesla.

    O bilionário Elon Musk teria tentado contratar alguns integrantes da equipe fundadora da OpenAI — entre eles Sam Altman, Greg Brockman e Ilya Sutskever — para criar um laboratório dedicado ao desenvolvimento de Inteligência Artificial dentro da Tesla.

    A tentativa teria acontecido em 2018 e foi revelada por meio de informações compartilhadas na Justiça no âmbito do julgamento que coloca Elon Musk contra Sam Altman. Segundo as alegações, Musk chegou a considerar indicar Altman para o conselho de administração da Tesla ou permitir que a OpenAI continuasse operando como subsidiária da montadora de carros elétricos.

    Vale lembrar que Elon Musk deixou a OpenAI em 2018, após ter sua tentativa de assumir a liderança da empresa rejeitada. As informações reveladas no tribunal indicam ainda que, no fim de 2017, Musk demonstrava pouca confiança de que a OpenAI conseguiria desenvolver a chamada AGI (Inteligência Artificial Geral), um tipo de IA capaz de superar as capacidades do cérebro humano.

    Mesmo depois de sair da OpenAI, Musk continuou mantendo contato dentro da empresa por meio de Shivon Zilis — mãe de quatro de seus filhos, integrante do conselho da OpenAI entre 2020 e 2023, e também executiva da Tesla e da Neuralink.

    Segundo o site Ars Technica, Zilis compareceu ao tribunal para depor na quarta-feira, dia 6, revelando que existiam vários caminhos para a OpenAI desenvolver AGI, alguns deles dependendo da ida de Sam Altman para a Tesla ou da contratação de Demis Hassabis, responsável pela DeepMind.

    O processo em questão foi movido por Elon Musk, que contesta a decisão da OpenAI de se transformar em uma entidade com fins lucrativos, depois de ter sido criada originalmente como uma organização sem fins lucrativos. Por outro lado, representantes da OpenAI afirmam que Musk entrou com a ação porque fracassou em sua tentativa de se tornar líder da empresa de Inteligência Artificial.”

    Elon Musk tentou contratar líder da OpenAI para a Tesla

  • Intel e Apple fecham acordo preliminar para fabricação de chips, diz jornal

    Intel e Apple fecham acordo preliminar para fabricação de chips, diz jornal

    Wall Street Journal diz que ainda não foi definido quais produtos receberão os chips. Intel teve 10% das ações repassadas para governo dos EUA no início da gestão Donald Trump

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Intel chegou a um acordo preliminar com a Apple para a fabricação de chips para serem usados nos aparelhos da criadora do iPhone, segundo informação do jornal The Wall Street Journal divulgada nesta sexta-feira (8).

    A publicação diz que ainda não está definido quais serão os produtos da Apple que receberão os semicondutores da Intel, de acordo com as pessoas familiarizadas com o assunto.

    As negociações começaram há mais de um ano e o acordo foi fechado nos últimos meses. O The Wall Street Journal procurou as duas empresas, mas elas se recusaram a comentar.

    A Intel vinha enfrentando crise financeira até o início da gestão Donald Trump, que depois adquiriu 10% das ações da empresa ao converter US$ 9 bilhões em subsídios federais em participação na fabricante de chips. A intenção do governo era fortalecer a Intel na disputa contra TSMC, de Taiwan, e Samsung, da Coreia do Sul.

    Além da Apple, a Intel fechou recentemente acordos com a SpaceX, de Elon Musk, e a Nvidia. De acordo com o The Wall Street Journal, o secretario do Comércio, Howard Lutnick, conversou repetidamente ao longo de 2025 com Apple, SpaceX e Nvidia para que elas fechassem negócios com a Intel.

    Intel e Apple fecham acordo preliminar para fabricação de chips, diz jornal

  • Astrônomo brasileiro pode ter encontrado "atalho" para viagem até Marte

    Astrônomo brasileiro pode ter encontrado "atalho" para viagem até Marte

    Estudo publicado na Acta Astronautica indica que viagem a Marte pode levar apenas 33 dias; proposta usa novas trajetórias baseadas em asteroides e pode reduzir custos, tempo de missão e exposição de astronautas à radiação

    O astrônomo brasileiro Marcelo de Oliveira Souza afirma ter identificado um possível “atalho” que permitiria chegar a Marte em apenas 33 dias. O tempo é significativamente menor do que as estimativas atuais, que variam entre seis e nove meses só para a ida, podendo chegar a quase três anos em uma missão completa de ida e volta.

    Os cálculos foram publicados na revista científica Acta Astronautica em abril e apresentam dois perfis de missão considerados viáveis, com janelas de lançamento em 2027, 2029 e 2031.

    Segundo Souza, seria possível realizar a viagem completa em cerca de 153 dias, com 33 dias até Marte, 30 dias em órbita e 90 dias de retorno à Terra. Em outro cenário, a missão levaria 226 dias, sendo 56 dias de ida, 35 dias em órbita e 135 dias para o retorno.

    As estimativas foram baseadas em estudos de asteroides cujas trajetórias passam próximas à Terra. O pesquisador, da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), identificou um erro nos cálculos da órbita do asteroide 2001 CA21. A correção abriu novas possibilidades para trajetórias mais eficientes rumo a Marte.

    O estudo pode ter impacto relevante no futuro da exploração espacial. Além de reduzir custos operacionais e logísticos, viagens mais curtas diminuiriam o tempo de exposição dos astronautas à radiação.

    “Provavelmente, missões tripuladas a Marte devem acontecer nas próximas décadas”, afirmou Souza, em declaração divulgada pela UENF. “Pesquisas como a minha mostram que existem formas de tornar essas viagens mais rápidas, o que pode reduzir os riscos para os astronautas.”
     
     

    Astrônomo brasileiro pode ter encontrado "atalho" para viagem até Marte

  • Virginia, Anitta e Kylie Jenner perdem milhões de seguidores após limpeza do Instagram

    Virginia, Anitta e Kylie Jenner perdem milhões de seguidores após limpeza do Instagram

    Rede social removeu contas falsas, bots e perfis inativos em nova atualização da plataforma. Nomes como Cristiano Ronaldo e Selena Gomez também registraram queda

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma nova limpeza promovida pelo Instagram movimentou o universo das celebridades e influenciadores digitais.

    A plataforma realizou mais uma remoção em massa de contas falsas, bots e perfis considerados inativos, provocando uma queda expressiva no número de seguidores de artistas ao redor do mundo.

    Entre os nomes brasileiros afetados estão Anitta, Virginia Fonseca, Tatá Werneck, Larissa Manoela, Whindersson Nunes e Maisa.

    Segundo dados divulgados pela plataforma Social Blade, especializada em monitoramento de redes sociais, apenas Anitta perdeu mais de 900 mil seguidores em um único dia. Virginia também apareceu entre os perfis impactados, com redução superior a 230 mil contas.

    A chamada “faxina” do Instagram é um procedimento periódico realizado pela empresa para diminuir atividades automatizadas e reduzir a circulação de contas irregulares dentro da rede social. O processo costuma afetar principalmente perfis gigantes, com milhões de seguidores acumulados ao longo dos anos.

    Entre os artistas internacionais, o jogador Cristiano Ronaldo liderou a lista das maiores perdas, ultrapassando a marca de 6 milhões de seguidores removidos. Logo atrás aparecem Ariana Grande, Selena Gomez e Kylie Jenner.

    “Como parte do nosso processo rotineiro de remoção de contas inativas, algumas contas do Instagram podem ter notado atualizações na contagem de seguidores. Os seguidores ativos não foram afetados, e qualquer conta suspensa que tenha sido restaurada será incluída novamente na contagem após a verificação”, disse o Instagram em nota.

    PERFIS QUE MAIS PERDERAM SEGUIDORES APÓS A ATUALIZAÇÃO

    – Cristiano Ronaldo – 6,6 milhões
    – Ariana Grande – 5,5 milhões
    – Selena Gomez – 5,4 milhões
    – Kylie Jenner – 5 milhões
    – Anitta – 939 mil
    – Tatá Werneck – 798 mil
    – Larissa Manoela – 756 mil
    – Whindersson Nunes – 749 mil
    – Maisa – 712 mil
    – Hailey Bieber – 549 mil
    – Virginia Fonseca – 230 mil

    Apesar do impacto nos números, a remoção não indica necessariamente perda real de público ativo. Em muitos casos, as contas excluídas já eram identificadas como automatizadas, compradas ou sem atividade recente.

    Virginia, Anitta e Kylie Jenner perdem milhões de seguidores após limpeza do Instagram

  • Ex-CTO acusa Sam Altman de mentir sobre segurança na OpenAI

    Ex-CTO acusa Sam Altman de mentir sobre segurança na OpenAI

    Ex-CTO Mira Murati afirma em tribunal que Sam Altman mentiu sobre protocolos de segurança de inteligência artificial; depoimento ocorre em meio à disputa com Elon Musk e reforça críticas sobre governança, transparência e prioridades da OpenAI

    A ex-diretora de tecnologia da OpenAI, Mira Murati, foi chamada a depor no julgamento que envolve o bilionário Elon Musk e o cofundador e atual CEO da empresa, Sam Altman.

    Em depoimento sob juramento, Murati afirmou nesta quarta-feira, 6, que Altman mentiu sobre os protocolos de segurança relacionados a um novo modelo de inteligência artificial. Segundo ela, o executivo disse que não seria necessário submeter o sistema aos procedimentos internos de segurança, alegando que a decisão havia sido aprovada pelo departamento jurídico. De acordo com Murati, essa informação não era verdadeira.

    Atualmente à frente da startup Thinking Machines Lab, também voltada à inteligência artificial, Murati relatou ainda que enfrentou dificuldades durante seu período na OpenAI por causa da atuação de Altman.

    “Tive um trabalho incrivelmente difícil em uma organização muito complexa”, disse, segundo o site The Verge. “Pedia ao Sam para liderar com clareza e não prejudicar a minha capacidade de fazer o meu trabalho.”

    Não é a primeira vez que Altman é acusado de mentir a colegas. Uma reportagem recente da revista The New Yorker aponta que vários profissionais se afastaram da OpenAI por esse motivo, além de críticas de que o CEO não prioriza a segurança no desenvolvimento de sistemas de IA.

    “O problema da OpenAI é o próprio Sam”, afirmou Dario Amodei, cofundador e CEO da Anthropic e ex-vice-presidente de pesquisa da OpenAI.

    Um membro do conselho da empresa, ouvido pela publicação, também criticou o comportamento de Altman. “Ele não se prende à verdade. Tem duas características que raramente vemos juntas: um forte desejo de agradar e uma falta quase sociopata de preocupação com as consequências de enganar alguém”, afirmou.

    A origem do conflito entre Musk e Altman

    A relação entre Elon Musk e Sam Altman começou há mais de uma década. Em 2012, Altman foi apresentado ao empresário e compartilhou a ideia inicial da OpenAI.

    Em 2015, Musk integrou o grupo de cofundadores da empresa, que também incluía Altman, Greg Brockman e Ilya Sutskever. Inicialmente, a OpenAI foi criada como uma organização sem fins lucrativos, com o objetivo de desenvolver uma inteligência artificial avançada e evitar a concentração dessa tecnologia nas mãos de grandes empresas como o Google.

    Com o tempo, porém, a necessidade de financiamento levou à criação de uma estrutura com fins lucrativos. Apesar de hoje criticar essa mudança, a OpenAI afirma que Musk apoiava a transição antes de deixar a empresa, em 2019.

    Relatos indicam que Musk tentou assumir o controle da companhia e até cogitou integrá-la à Tesla, mas a proposta não avançou. Após divergências com os demais fundadores, ele deixou o projeto.

    Posteriormente, a OpenAI firmou parceria com a Microsoft e ganhou projeção global com o lançamento do ChatGPT, em 2022, atraindo bilhões de dólares em investimentos.

    Musk, por sua vez, fundou a xAI e passou a competir diretamente com a OpenAI, mantendo críticas frequentes a Altman, a quem já chamou de “escroque” e “Scam Altman”, em referência ao termo inglês para fraude.
     

     
     

    Ex-CTO acusa Sam Altman de mentir sobre segurança na OpenAI

  • Justiça do Rio decide a favor de Chico Buarque contra a Meta

    Justiça do Rio decide a favor de Chico Buarque contra a Meta

    Vídeo com IA que usava a música “Cálice” sem autorização foi removido; decisão também obriga a empresa a adotar medidas preventivas e fornecer dados para identificar responsáveis pela publicação

    A Justiça do Rio de Janeiro decidiu a favor do cantor e compositor Chico Buarque em uma ação movida contra a Meta, empresa responsável pelo Facebook e pelo Instagram. O caso envolve a divulgação de um vídeo criado com inteligência artificial que utilizava a música “Cálice” sem autorização.

    De acordo com a ação, o conteúdo mostrava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, retratado como um ditador, com a canção de Chico Buarque ao fundo. O artista alegou violação de direitos autorais e pediu a remoção imediata do material, além da identificação dos responsáveis pela publicação.

    A decisão foi proferida pelo juiz Mario Cunha Olinto Filho, da 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A Meta já retirou o vídeo do ar e também forneceu informações que podem ajudar a identificar os administradores das páginas que compartilharam o conteúdo.

    Na sentença, o magistrado determinou ainda que a empresa adote medidas preventivas para evitar a circulação de conteúdos semelhantes no futuro.

    Com a identificação dos responsáveis, o caso pode evoluir para novas ações judiciais individuais contra os envolvidos na publicação do vídeo.

    Justiça do Rio decide a favor de Chico Buarque contra a Meta

  • Threads libera mensagens privadas na versão web

    Threads libera mensagens privadas na versão web

    Função começa a ser disponibilizada de forma gradual e permite trocar mensagens pelo computador; recurso já existia no celular e agora amplia a experiência na plataforma, mas ainda não conta com conversas em grupo

    A Threads começou a liberar oficialmente a função de mensagens privadas na versão web da rede social. A novidade ainda está em fase de testes e será disponibilizada de forma gradual para os usuários ao longo das próximas semanas.

    A ferramenta já existia no aplicativo para celular desde julho do ano passado, mas só agora chega para quem acessa a plataforma pelo computador.

    Em uma publicação oficial, a empresa informou que iniciou a liberação da funcionalidade. “Estamos testando essa função neste momento, mas vamos disponibilizá-la para mais pessoas em breve”, diz o comunicado.

    Na versão web, os usuários podem acessar a área de mensagens pelo menu lateral, onde é possível visualizar a caixa de entrada, iniciar conversas individuais e conferir solicitações de mensagens.

    O chefe da Threads, Connor Hayes, também comentou a novidade e destacou a importância da ferramenta para a experiência na plataforma. “Criamos as mensagens privadas porque a conversa não termina no feed”, afirmou. “Esse tem sido o principal pedido desde que lançamos as mensagens no celular. Nossos usuários mais ativos passam bastante tempo na versão web, porque estão no computador, conectados e usando a Threads por períodos mais longos. A ferramenta de conversa precisa funcionar onde quer que você esteja — e agora funciona.”

    Ao acessar a área de mensagens no computador, o usuário verá uma notificação indicando a novidade: “As mensagens privadas chegaram à web”.

    Por enquanto, a função ainda não permite conversas em grupo, mas a empresa informou que esse recurso deve ser liberado em breve.
     

     
     

     

    Threads libera mensagens privadas na versão web

  • Dança, tira selfies e atrasa voo nos EUA: Conheça Bebop, o robô que viaja

    Dança, tira selfies e atrasa voo nos EUA: Conheça Bebop, o robô que viaja

    Bebop é um robô que, no início do mês, encantou os passageiros que estavam no aeroporto de Oakland, no estado norte-americano da Califórnia… mas também atrasou um voo devido à bateria que precisa para animar os presentes.

    Um voo partiu com atraso de Oakland, na Califórnia, por causa de um passageiro nada comum: Bebop, um robô que, assim como os demais ocupantes da aeronave, queria chegar a San Diego, no mesmo estado dos Estados Unidos.

    Segundo veículos da imprensa norte-americana, o caso aconteceu na semana passada, no dia 30 de abril, quando Bebop, um robô da empresa Elite Event Robotics, enfrentou diversas dificuldades para embarcar em um avião da Southwest Airlines.

    A máquina, que mede cerca de 1,20 metro de altura e pesa aproximadamente 32 quilos, era grande demais para ser transportada como bagagem de mão. Por isso, Eily Ben-Abraham, responsável por levá-la, comprou uma passagem exclusiva para o robô.

    Inicialmente, o assento de Bebop era no corredor, mas a companhia aérea acabou transferindo-o para um lugar na janela. Em seguida, surgiu outro problema: a bateria do robô, devido à alta quantidade de lítio, poderia representar um risco. As baterias acabaram sendo confiscadas.

    “Hoje em dia, precisamos estar preparados para qualquer aventura quando viajamos”, afirmou.

    Dança, tira selfies e atrasa voo nos EUA: Conheça Bebop, o robô que viaja