Categoria: TECNOLOGIA

  • Estudo da Nasa reforça hipótese de vida antiga em Marte; entenda

    Estudo da Nasa reforça hipótese de vida antiga em Marte; entenda

    Pesquisa baseada em dados do robô Curiosity identificou compostos orgânicos em rochas marcianas que não são totalmente explicados por processos não biológicos conhecidos. Cientistas destacam que os achados ampliam as evidências, mas não confirmam a existência de vida no planeta

    Cientistas da NASA divulgaram novos resultados que mantêm em aberto a hipótese de que Marte possa ter abrigado vida no passado. As conclusões fazem parte de um estudo publicado em 4 de fevereiro na revista científica Astrobiology e se baseiam na análise de compostos orgânicos encontrados pelo robô Curiosity em rochas do planeta vermelho.

    A pesquisa analisou dados coletados na Cratera Gale, área explorada pelo Curiosity desde 2011. Em março de 2025, o laboratório químico do robô identificou pequenas quantidades de decano, undecano e dodecano em uma amostra de rocha sedimentar. Para os pesquisadores da agência espacial americana, essas moléculas podem ser vestígios de ácidos graxos antigos, preservados no subsolo marciano ao longo de bilhões de anos.

    Na Terra, esse tipo de composto está geralmente associado à atividade biológica, embora também possa surgir por reações geológicas. Por isso, os cientistas da NASA avaliaram explicações alternativas, como a possibilidade de os compostos terem chegado a Marte por meio de meteoritos. Segundo o estudo, esses mecanismos conhecidos não explicam os níveis de matéria orgânica detectados.

    Para aprofundar a análise, a equipe combinou experimentos de laboratório, modelos matemáticos e dados do Curiosity para reconstruir a história das rochas ao longo de cerca de 80 milhões de anos — período em que o material teria ficado exposto à radiação cósmica, fator que tende a degradar moléculas orgânicas.

    Os resultados indicam que a quantidade original de matéria orgânica pode ter sido significativamente maior do que aquela normalmente produzida por processos não biológicos conhecidos. Diante disso, os cientistas consideram plausível que organismos vivos tenham contribuído para a formação dessas moléculas em algum momento do passado de Marte.

    Apesar do avanço, os pesquisadores ressaltam que as descobertas não confirmam a existência de vida no planeta.

    Estudo da Nasa reforça hipótese de vida antiga em Marte; entenda

  • Apple prepara lançamento do iPhone 17e e novos iPads

    Apple prepara lançamento do iPhone 17e e novos iPads

    Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a Apple deve apresentar o iPhone 17e com chip A19 e MagSafe, além de novos modelos do iPad e do iPad Air com processadores mais avançados e foco em desempenho e inteligência artificial

    Os rumores e vazamentos sobre o iPhone 17e se intensificaram nas últimas semanas e vêm ajudando a delinear os planos da Apple para seu primeiro smartphone de 2026.

    Agora, novas informações divulgadas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, reforçam essas especulações. Segundo ele, o aparelho deverá se chamar oficialmente iPhone 17e, será equipado com o processador A19, o mesmo previsto para o iPhone 17, e contará com suporte à tecnologia de carregamento sem fio MagSafe.

    A Apple ainda não anunciou a data oficial de lançamento do iPhone 17e. Como referência, o iPhone 16e foi apresentado em 20 de fevereiro de 2025. Com isso, cresce a expectativa de que o novo modelo seja revelado até o fim deste mês, ocasião em que a empresa também pode apresentar outras novidades.

    Além do iPhone 17e, Gurman afirma que a Apple deve aproveitar o início de 2026 para anunciar novos modelos de tablets. Estão previstos uma nova versão básica do iPad, equipada com o chip A18, e um novo iPad Air com processador M4.

    Essas atualizações devem se concentrar principalmente no desempenho, já que a Apple deve manter os mesmos designs adotados desde 2020 no iPad Air e desde 2022 no iPad tradicional. Ainda assim, a chegada dos novos chips abre espaço para recursos adicionais.

    No caso do iPad de entrada, a adoção do processador A18 permitirá, pela primeira vez, a inclusão das funcionalidades de inteligência artificial da Apple Intelligence nesse modelo.
     

     

     

    Apple prepara lançamento do iPhone 17e e novos iPads

  • Guerra entre donos do ChatGPT e Claude chega ao Super Bowl

    Guerra entre donos do ChatGPT e Claude chega ao Super Bowl

    A escolha pelo Super Bowl como palco desse embate não é à toa. A final do campeonato de futebol americano é considerado um dos grandes eventos do calendário dos Estados Unidos, se não o maior. A edição do ano passado atraiu um recorde de 127,7 milhões de telespectadores via TV e streaming no país

    (CBS NEWS) – É ao som de Dr. Dre que a Anthropic, dona da inteligência artificial Claude, embalou seus comerciais para o Super Bowl deste domingo (8).

    A pergunta “qual é a diferença entre mim e você?”, da canção “What’s the Difference”, encerra as quatro peças de publicidade que passam uma mensagem clara: a empresa não colocará anúncios no serviço de chatbot -uma alfinetada para a OpenAI, que afirmou em janeiro que testará propagandas na versão gratuita do ChatGPT para usuários adultos dos Estados Unidos.

    As propagandas inflamaram uma rivalidade de longa data entre duas das maiores empresas de inteligência artificial do mundo. Os fundadores da Anthropic são ex-funcionários da OpenAI, que deixaram a empresa em meio a divergências sobre o desenvolvimento do ChatGPT, estratégias de segurança e ritmo de crescimento.

    Embora não tenha citado nomes nas quatro peças de publicidade, executivos da OpenAI sentiram a indireta. Sam Altman, CEO da companhia, escreveu no X (ex-Twitter) que, embora as propagandas sejam engraçadas e ele tenha rido delas, a mensagem final é “claramente desonesta”.

    “Imagino que seja típico da Anthropic usar um anúncio enganoso para criticar anúncios enganosos teóricos que não existem de verdade, mas um anúncio do Super Bowl não é onde eu esperaria isso”, escreveu em postagem na quarta-feira (4).

    Em uma das peças, a Anthropic traz um jovem que quer uma barriga tanquinho rápido. Com um tom suave, porém robótico, de um chatbot de IA, um homem musculoso responde: “Perfeito, esse é um objetivo claro e atingível. Gostaria que eu fizesse uma rotina de exercícios personalizada?”. Ele pergunta informações sobre o jovem -idade, peso e altura-, mas interrompe o plano fitness para fazer uma propaganda de palmilhas que adicionam até 3cm de altura e ajudam “baixinhos a ficarem de pé de forma orgulhosa”. Ele, em seguida, fornece um cupom para descontos.

    O comercial leva o nome de “Violação”. Os outros três são intitulados “Traição”, “Engano” e “Perseguição”, que também satirizam anúncios no meio de interações com chatbots, aqui personificados por atores.

    Altman afirmou que os anúncios no ChatGPT não serão bem assim. “Obviamente, jamais veicularíamos anúncios da maneira como a Anthropic os descreve. Não somos ingênuos e sabemos que nossos usuários rejeitariam isso”, escreveu.

    A introdução de anúncios no ChatGPT foi apresentada em 17 de janeiro, e Altman já havia expressado, ele próprio, ressalvas para a veiculação de propagandas no ChatGPT. A mudança, porém, ocorre em um momento em que a OpenAI busca maneiras de aumentar a receita para arcar com o investimento de US$ 1,4 trilhão prometido para infraestrutura de IA nos próximos oito anos.

    O movimento também ocorre em meio às desconfianças crescentes do mercado sobre a sustentabilidade dos investimentos massivos em inteligência artificial. Nesta semana, temores de uma bolha de IA voltaram a rondar as mesas de operação depois que a Anthropic anunciou uma nova ferramenta de automação.

    Cerca de US$ 285 bilhões deixaram o setor de software, serviços financeiros e gestão de ativos nos índices S&P500 e Nasdaq na terça-feira, dando início a uma sequência de três sessões de baixa conforme investidores expressam preocupação com a disrupção causada pela tecnologia de IA.

    Os planos de investimento exorbitantes em IA de grandes empresas de tecnologia, incluindo Alphabet (dona do Google) e Amazon, só adicionaram mais fogo à fogueira. Quatro das maiores empresas de tecnologia juntas previram gastos de capital que chegarão a cerca de US$ 650 bilhões em 2026, destinados a novos data centers e aos equipamentos necessários para operá-los.

    Por isso a necessidade da dona do ChatGPT em aumentar as fontes de receita: a OpenAI está se preparando para um IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês) no quarto trimestre de 2026 e precisa driblar os temores que rondam os mercados dos EUA. O histórico também é favorável, já que a introdução de anúncios impulsionou o crescimento de gigantes de tecnologia como Meta e Alphabet.

    “Nós acreditamos que todos merecem usar IA e estamos comprometidos com o acesso gratuito, porque acreditamos que o acesso gera autonomia. Mais texanos usam o ChatGPT gratuitamente do que o total de usuários do Claude nos EUA, então temos um problema com um formato diferente do deles”, disse Altman, acrescentando que as versões pagas do ChatGPT não mostram anúncios.

    Ele ainda aproveitou para criticar o modelo de negócios da Anthropic -ainda que o ChatGPT seja o nome mais popular do setor, o Claude é o favorito entre os engenheiros de software, que afirmam que o Claude Code e o Claude Cowork transformaram o setor.

    “A Anthropic oferece um produto caro para pessoas ricas. Estamos felizes que eles façam isso e nós também estamos fazendo, mas também acreditamos firmemente que precisamos levar a IA a bilhões de pessoas que não podem pagar por assinaturas”, disse. A OpenAI lançou sua própria ferramenta de programação, a Codex, e anunciou mais ferramentas para empresas, como a plataforma Frontier, que gerencia agentes de IA.

    A Anthropic já saiu em defesa de seu modelo de negócios no passado. Em um discurso no Fórum Econômico Mundial no mês passado, em Davos, o CEO Dario Amodei afirmou que a empresa não precisa “maximizar o engajamento de um bilhão de usuários gratuitos por estarmos em uma corrida mortal com algum outro grande concorrente”. O carro-chefe da dona do Claude são grandes contratos comerciais e assinaturas pagas.

    Em uma publicação no blog da Anthropic, a empresa também abordou a política de não incluir anúncios no chatbot como parte do princípio “ser genuinamente prestativo”, um dos fundamentos da “Constituição de Claude”, que descreve a visão para o caráter do chatbot e como a companhia treinou o modelo de IA generativa.

    “Um modelo de negócios baseado em publicidade introduziria incentivos que poderiam ir contra esse princípio”, diz a publicação.

    Amodei também já falou anteriormente sobre os riscos representados pela tecnologia e por aqueles que a controlam. As empresas poderiam, por exemplo, “usar seus produtos de IA para manipular sua enorme base de usuários consumidores, e o público deve estar atento ao risco que isso representa”.

    A escolha pelo Super Bowl como palco desse embate não é à toa. A final do campeonato de futebol americano é considerado um dos grandes eventos do calendário dos Estados Unidos, se não o maior. A edição do ano passado atraiu um recorde de 127,7 milhões de telespectadores via TV e streaming no país.

    A deste ano deve ser a maior para a indústria publicitária dos EUA, com algumas das maiores marcas do mundo pagando mais de US$ 10 milhões por propagandas de 30 segundos.

    A OpenAI também deve exibir seu próprio comercial neste domingo. “Ele é sobre construtores e como qualquer pessoa agora pode construir qualquer coisa”, escreveu Altman.

    Guerra entre donos do ChatGPT e Claude chega ao Super Bowl

  • Compatibilidade com o AirDrop da Apple chegará a mais celulares Android

    Compatibilidade com o AirDrop da Apple chegará a mais celulares Android

    Compatibilidade, hoje restrita aos Pixel 10, deve chegar a outros celulares Android nos próximos meses. Segundo o Google, a ideia é facilitar o envio de arquivos entre aparelhos Android, iPhones, iPads e Macs por meio do Quick Share

    O Google planeja expandir a compatibilidade do AirDrop, sistema de compartilhamento de arquivos da Apple, para um número maior de smartphones Android. A informação foi divulgada pelo site Android Authority e confirmada por executivos da empresa.

    Desde o ano passado, os aparelhos Pixel 10 já conseguem trocar arquivos com iPhones por meio do AirDrop, usando o recurso Quick Share, nativo do Android. Agora, a intenção é levar essa integração para outros modelos e marcas que utilizam o sistema operacional do Google.

    De acordo com Eric Kay, vice-presidente de engenharia do Android, o desenvolvimento exigiu um esforço significativo para garantir que a solução funcionasse não apenas com iPhones, mas também com iPads e computadores Mac. Segundo ele, após a fase inicial de testes bem-sucedidos, o Google passou a trabalhar com parceiros para ampliar a compatibilidade em todo o ecossistema Android.

    “Investimos muito tempo e energia para provar que isso era possível. Agora, estamos prontos para dar o próximo passo e expandir essa integração”, afirmou Kay, indicando que novos anúncios devem ser feitos em breve.

    Embora o Google ainda não tenha divulgado quais fabricantes participarão dessa expansão, a empresa Nothing já confirmou publicamente que trabalha para tornar seus celulares compatíveis com o AirDrop. A expectativa é que outras marcas sigam o mesmo caminho, facilitando a troca de arquivos entre dispositivos Android e Apple sem a necessidade de aplicativos de terceiros.
     
     

    Compatibilidade com o AirDrop da Apple chegará a mais celulares Android

  • iPhone 17e pode ser lançado em fevereiro com cinco grandes novidades

    iPhone 17e pode ser lançado em fevereiro com cinco grandes novidades

    Modelo mais acessível da Apple deve ganhar Dynamic Island, MagSafe, novo chip A19 e melhorias em conectividade, segundo rumores de site alemão, mas ainda manterá apenas uma câmera traseira.

    Há meses circulam rumores sobre o iPhone 17e, modelo mais acessível que a Apple deve lançar entre fevereiro e março. Agora, o site alemão Macwelt afirma que a apresentação oficial está prevista para 19 de fevereiro e antecipa cinco mudanças relevantes no aparelho.

    A principal novidade seria a adoção da Dynamic Island no topo da tela. Com isso, o iPhone 17e abandonaria o entalhe tradicional e passaria a usar o mesmo recorte dinâmico que reúne a câmera frontal e o sistema de reconhecimento facial Face ID, deixando a linha de smartphones mais padronizada.

    Outra mudança importante é a chegada do MagSafe, tecnologia que usa ímãs na parte traseira do aparelho para alinhar corretamente o carregador sem fio, tornando o processo mais rápido e eficiente.

    As demais novidades estariam nos componentes internos. Segundo os rumores, o iPhone 17e viria equipado com o processador A19, o mesmo esperado para o iPhone 17 de 2025, garantindo ganho de desempenho. Em conectividade, o modelo deve trazer o modem C1X, voltado a velocidades maiores de internet, além do chip N1, projetado para melhorar a estabilidade e a qualidade das conexões Bluetooth e Wi-Fi.

    Apesar dos avanços, o aparelho ainda deve manter apenas uma câmera traseira. Como a Apple pretende evoluir esse conjunto fotográfico ainda é uma incógnita e só deve ficar claro com o anúncio oficial.
     
     

     

    iPhone 17e pode ser lançado em fevereiro com cinco grandes novidades

  • Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

    Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

    Após a OpenAI sinalizar a possibilidade de inserir publicidade no ChatGPT, a Anthropic reagiu com vídeos satíricos e reafirmou que o Claude seguirá sem anúncios. O embate reacende o debate sobre monetização, ética e confiança na inteligência artificial

    A OpenAI revelou recentemente que pretende passar a exibir anúncios em interações com o chatbot ChatGPT. A iniciativa levou a rival Anthropic a explorar o tema em uma série de vídeos bem-humorados, nos quais promete que jamais adotará medida semelhante com o Claude.

    Em um dos vídeos, aparece um homem fazendo exercício físico e perguntando ao personal trainer se é possível conquistar um abdômen definido rapidamente. O treinador, falando como se fosse o ChatGPT, pergunta se pode personalizar o treino e, em seguida, sugere um produto no meio da conversa, em uma inserção claramente publicitária.

    A cena remete a enredos típicos de séries de ficção científica como “Black Mirror”, ao ilustrar como a introdução de anúncios em conversas com chatbots pode se tornar sutil e invasiva. A proposta da Anthropic é justamente mostrar esse risco de forma satírica.

    Os vídeos repercutiram amplamente nas redes sociais e chegaram ao cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, que comentou o caso na plataforma X. Embora tenha reconhecido o tom humorístico das produções, Altman criticou duramente a iniciativa da concorrente.

    “Fico me perguntando por que a Anthropic faria algo tão claramente desonesto”, escreveu. Segundo ele, o principal princípio da OpenAI em relação à publicidade é justamente não adotar esse tipo de prática. “Nosso princípio mais importante sobre anúncios diz que não faremos exatamente isso. Obviamente, nunca exibimos anúncios da forma como a Anthropic retrata. Não somos estúpidos e sabemos que nossos usuários rejeitam esse tipo de abordagem”, afirmou.

    .First, the good part of the Anthropic ads: they are funny, and I laughed.
    But I wonder why Anthropic would go for something so clearly dishonest. Our most important principle for ads says that we won’t do exactly this; we would obviously never run ads in the way Anthropic…

    No caso da Anthropic, a empresa de inteligência artificial publicou um texto em seu blog afirmando que o chatbot Claude continuará sem qualquer tipo de publicidade.

    “A publicidade estimula a concorrência, ajuda as pessoas a descobrir novos produtos e permite que serviços como e-mail e redes sociais sejam oferecidos gratuitamente”, diz a empresa. “Já realizamos nossas próprias campanhas de anúncios e nossos modelos de inteligência artificial ajudaram muitos clientes do setor publicitário. Mas incluir anúncios nas conversas com o Claude seria incompatível com o que queremos que ele seja: um assistente genuinamente útil para o trabalho e o pensamento profundo.”

    A Anthropic reforçou que não pretende misturar publicidade às interações do bot. “Nossos usuários não verão links ‘patrocinados’ junto às conversas com o Claude. As respostas também não serão influenciadas por anunciantes nem incluirão publicidade de terceiros que os usuários não tenham solicitado”, afirmou.

    Sobre o modelo de monetização, a empresa explicou que suas receitas vêm de contratos corporativos e assinaturas pagas, que são reinvestidas no aprimoramento do Claude. “Ampliar o acesso ao Claude é fundamental para nossa missão de benefício público, e queremos fazer isso sem vender a atenção ou os dados dos nossos usuários a anunciantes”, declarou.

    Além das assinaturas, a Anthropic informou que oferece ferramentas e programas de capacitação em inteligência artificial voltados à educação, mantém iniciativas de IA para governos e disponibiliza o Claude a organizações não governamentais com descontos.

    Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

  • Notebook sempre ligado à tomada? Veja os riscos e como evitá-los

    Notebook sempre ligado à tomada? Veja os riscos e como evitá-los

    Especialista afirma que o hábito não causa danos imediatos, mas a combinação de carga constante em 100% e calor acelera o desgaste ao longo do tempo. Boa ventilação e proteção contra picos de energia ajudam a preservar o equipamento.

    Manter o notebook constantemente conectado à tomada é um hábito comum, sobretudo entre quem trabalha por longos períodos no computador. Apesar de recorrente, a prática costuma levantar dúvidas sobre possíveis danos ao equipamento e impactos na vida útil da bateria.

    Em entrevista ao site TechTudo, a engenheira de software Pamella Gaiguer explicou que o efeito desse uso contínuo depende de diversos fatores e não representa, por si só, um risco imediato ao computador. Ainda assim, ela alerta que manter a bateria constantemente em 100% enquanto o aparelho segue ligado à energia pode acelerar o desgaste dos componentes ao longo do tempo.

    Segundo a especialista, a combinação entre carga máxima permanente e calor gerado pelo processo contínuo de alimentação elétrica é especialmente prejudicial. “O calor e a carga constante em 100% são os maiores inimigos da bateria; essa combinação reduz sua vida útil no longo prazo”, afirmou. Esse desgaste, no entanto, não ocorre de forma imediata, mas tende a se intensificar com os anos de uso.

    Para minimizar os efeitos negativos, Gaiguer recomenda cuidados simples no dia a dia. O principal deles é garantir boa ventilação do equipamento, mantendo o notebook em locais arejados, com as saídas de ar desobstruídas, e evitando superfícies que impeçam a dissipação do calor, como camas, sofás ou almofadas.

    Outro ponto de atenção envolve a estabilidade da rede elétrica. Em regiões onde quedas de energia são frequentes, manter o computador sempre conectado à tomada pode expor o aparelho a picos de tensão. Nesses casos, a engenheira indica o uso de dispositivos de proteção, como filtros de linha ou estabilizadores adequados, para reduzir riscos ao equipamento.

    Avaliações de confiabilidade feitas pelo Consumer Reports mostram que, além dos cuidados no uso diário, a escolha de marcas reconhecidas pela durabilidade também contribui para prolongar a vida útil dos notebooks.

    Notebook sempre ligado à tomada? Veja os riscos e como evitá-los

  • Um ano após bloqueio, rede social Rumble volta a funcionar no Brasil

    Um ano após bloqueio, rede social Rumble volta a funcionar no Brasil

    Site já pode ser acessado no Brasil na tarde desta terça-feira (2). A reportagem procurou o Supremo Tribunal Federal e a Anatel para esclarecimentos, mas não houve retorno.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um ano após ser bloqueada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, a rede social Rumble voltou a funcionar no Brasil. Relatos de usuários indicam que o site foi liberado, mas autoridades brasileiras não esclareceram o motivo.

    Site já pode ser acessado no Brasil na tarde desta terça-feira (2). A reportagem procurou o Supremo Tribunal Federal e a Anatel para esclarecimentos, mas não houve retorno.

    Rumble não foi notificada de nenhuma alteração no curso do processo. A reportagem apurou que integrantes da equipe de defesa da rede social foram informadas nesta quinta-feira (05) de que usuários brasileiros estavam conseguindo acessar o site normalmente.

    Plataforma estava suspensa no Brasil desde fevereiro de 2025. O embate da plataforma com o Supremo começou quando a empresa se recusou a cumprir determinações para retirar do ar perfis acusados por ele de se envolver em ataques à democracia. Entre os alvos das decisões, estavam o blogueiro Allan dos Santos. Em fevereiro, Moraes determinou o bloqueio da rede social no Brasil devido à recusa da companhia a indicar representante legal no país.

    Um ano após bloqueio, rede social Rumble volta a funcionar no Brasil

  • Cientistas descobrem ser vivo que não se encaixa em categorias conhecidas

    Cientistas descobrem ser vivo que não se encaixa em categorias conhecidas

    O Prototaxites viveu de 420 a 375 milhões de anos atrás. Eles se assemelhavam a troncos cilíndricos sem galhos e chegavam a medir oito metros de altura por um metro de largura.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um organismo antigo, misterioso e gigantesco chamado Prototaxites, inicialmente considerado um tipo de fungo, pode na verdade ser uma nova forma de vida até então desconhecida e hoje extinta. É o que mostra a mais recente pesquisa publicada na revista científica Science Advances.

    O Prototaxites viveu de 420 a 375 milhões de anos atrás. Eles se assemelhavam a troncos cilíndricos sem galhos e chegavam a medir oito metros de altura por um metro de largura.
    Esses organismos sempre foram um mistério para a ciência. Desde a descoberta do primeiro fóssil de Prototaxites em 1843, os cientistas não tinham certeza se eram plantas, fungos ou até mesmo um tipo de alga. No entanto, análises químicas de fósseis de Prototaxites em 2007 sugeriram que provavelmente eram um fungo gigante antigo.

    O novo estudo, porém, volta a mudar a definição do Prototaxites. Segundo ele, esse organismo pode não ter sido um fungo gigantesco, e sim uma forma de vida completamente diferente, desconhecida até então e agora extinta.

    “Eles são vida, mas não como a conhecemos agora, exibindo características anatômicas e químicas distintas da vida fúngica ou vegetal, e, portanto, pertencendo a um ramo evolutivo de vida completamente extinto”, disse Sandy Hetherington, coautora principal do estudo e pesquisadora associada no Museu Nacional da Escócia.

    Um fóssil de Prototaxites será exibido no Museu Nacional da Escócia. O achado de 410 milhões de anos foi descoberto no Rhynie chert, um depósito sedimentar perto de Rhynie, em Aberdeenshire, na Escócia, e foi adicionado às coleções do museu escocês, em Edimburgo.

    NEM FUNDO, NEM ANIMAL, NEM PLANTA

    Toda vida na Terra é classificada em três domínios evolutivos: bactérias, arqueias e eucariotos. Os eucariotos incluem todos os organismos formados por células complexas nos quatro reinos: fungos, animais, plantas e protistas.

    Análises anteriores indicavam que os Prototaxites, provavelmente, se alimentavam de organismos em decomposição, assim como muitos fungos. No entanto, de acordo com esta nova pesquisa, ele pode ter feito parte de um reino de vida totalmente diferente, separado de fungos, plantas, animais e protistas.

    “Relatamos que fósseis de Prototaxites taiti do Rhynie chert de 407 milhões de anos eram quimicamente distintos de fungos contemporâneos e estruturalmente distintos de todos os fungos conhecidos. Essa descoberta lança dúvidas sobre a afinidade fúngica do Prototaxites, sugerindo em vez disso que esse organismo enigmático é melhor atribuído a uma linhagem eucariótica completamente extinta”, dissram pesquisadores do estudo.

    A descoberta contou, inclusive, com o aval dos pesquisadores do estudo de 2007. Kevin Boyce, professor da Universidade de Stanford, liderou o estudo que propôs que o Prototaxites era um fungo gigante. No entanto, ele disse ao New Scientist que concorda com os novos achados.

    “Dada a informação filogenética [estudo das relações evolutivas] que temos agora, não há um bom lugar para colocar o Prototaxites na filogenia fúngica. Então talvez seja um fungo, mas seja fungo ou algo completamente diferente, ele representa um experimento novo com multicelularidade complexa que agora está extinto e não compartilha um ancestral multicelular comum com nada vivo hoje”, disse Kevin Boyce, professor da Universidade de Stanford.

    Cientistas descobrem ser vivo que não se encaixa em categorias conhecidas

  • NASA usou IA para conduzir rover em Marte; veja o vídeo

    NASA usou IA para conduzir rover em Marte; veja o vídeo

    A NASA recorreu ao Claude, o modelo de Inteligência Artificial da Anthropic, para planejar uma rota para o rover Perseverance em Marte. Apesar de operadores humanos terem feito algumas alterações, a experiência foi considerada um sucesso pelo administrador da NASA, Jared Isaacman.

    A NASA usou, pela primeira vez, Inteligência Artificial para planejar uma rota para o rover Perseverance em Marte. As duas demonstrações, realizadas pelo Jet Propulsion Laboratory (JPL), da agência espacial norte-americana, foram concluídas sem nenhum problema.

    Segundo a NASA, os testes utilizaram o modelo de Inteligência Artificial Claude, da Anthropic. Depois que as rotas foram traçadas, elas passaram por verificação de pesquisadores do JPL, para garantir que a integridade física do Perseverance não seria colocada em risco durante a experiência.

    As duas demonstrações aconteceram nos dias 8 e 10 de dezembro. Ao todo, o Perseverance percorreu 457 metros. Como não houve qualquer incidente, o experimento foi considerado um sucesso.

    A NASA aplicou com o Claude o mesmo procedimento que normalmente adota com operadores humanos. O modelo de IA teve acesso a imagens e dados captados pelo satélite Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) e recebeu a tarefa de definir o trajeto, sempre priorizando a segurança do rover.

    A NASA chegou a fazer alguns ajustes no percurso. Mesmo assim, depois que as rotas foram enviadas ao Perseverance, o rover completou o caminho de forma autônoma.

    “Esta demonstração mostra o quanto as nossas capacidades avançaram e amplia a forma as formas como vamos explorar outros mundos”, declarou em comunicado o administrador da NASA, Jared Isaacman. “As tecnológicas autónomas como esta podem ajudar as missões a operarem de forma mais eficiente, adaptarem-se a terrenos desafiantes e aumentar o retorno científico à medida que a distância da Terra aumenta. É um exemplo forte de equipas a aplicarem nova tecnologia de forma cuidadosa e com responsabilidade em operações reais”.

    Para quem quiser ver como o trajeto foi realizado, o Jet Propulsion Lab publicou em seu canal no YouTube um vídeo do percurso feito em 10 de dezembro.

    O vídeo pode ser encontrado acima.

     

    NASA usou IA para conduzir rover em Marte; veja o vídeo