Categoria: TECNOLOGIA

  • Dança, tira selfies e atrasa voo nos EUA: Conheça Bebop, o robô que viaja

    Dança, tira selfies e atrasa voo nos EUA: Conheça Bebop, o robô que viaja

    Bebop é um robô que, no início do mês, encantou os passageiros que estavam no aeroporto de Oakland, no estado norte-americano da Califórnia… mas também atrasou um voo devido à bateria que precisa para animar os presentes.

    Um voo partiu com atraso de Oakland, na Califórnia, por causa de um passageiro nada comum: Bebop, um robô que, assim como os demais ocupantes da aeronave, queria chegar a San Diego, no mesmo estado dos Estados Unidos.

    Segundo veículos da imprensa norte-americana, o caso aconteceu na semana passada, no dia 30 de abril, quando Bebop, um robô da empresa Elite Event Robotics, enfrentou diversas dificuldades para embarcar em um avião da Southwest Airlines.

    A máquina, que mede cerca de 1,20 metro de altura e pesa aproximadamente 32 quilos, era grande demais para ser transportada como bagagem de mão. Por isso, Eily Ben-Abraham, responsável por levá-la, comprou uma passagem exclusiva para o robô.

    Inicialmente, o assento de Bebop era no corredor, mas a companhia aérea acabou transferindo-o para um lugar na janela. Em seguida, surgiu outro problema: a bateria do robô, devido à alta quantidade de lítio, poderia representar um risco. As baterias acabaram sendo confiscadas.

    “Hoje em dia, precisamos estar preparados para qualquer aventura quando viajamos”, afirmou.

    Dança, tira selfies e atrasa voo nos EUA: Conheça Bebop, o robô que viaja

  • Meta vai analisar estrutura óssea dos utilizadores para determinar idade

    Meta vai analisar estrutura óssea dos utilizadores para determinar idade

    Novo sistema de inteligência artificial será usado para identificar menores de 13 anos nas plataformas, combinando análise de imagens, comportamento e contexto dos perfis; tecnologia não faz reconhecimento facial, mas pode levar à limitação ou desativação de contas.

    Com o objetivo de reforçar o controle sobre menores de idade em suas plataformas, especialmente usuários com menos de 13 anos, a Meta, empresa de Mark Zuckerberg, ampliou para a União Europeia um sistema de inteligência artificial capaz de identificar perfis de adolescentes, mesmo quando eles declaram ser adultos.

    A tecnologia estima a idade do usuário analisando o contexto do perfil, como publicações de aniversário ou referências a escola, além de usar análise visual em fotos e vídeos para identificar sinais que não aparecem apenas no texto.

    Agora, a Meta vai além. Dentro dessa análise visual, a empresa começou a implementar uma nova forma de detectar usuários menores de 13 anos no Instagram e no Facebook, com base em características físicas, como estrutura óssea e altura das pessoas que aparecem nas imagens.

    “Nossa IA se baseia em características gerais e pistas visuais, como altura ou estrutura óssea, para estimar a idade aproximada de uma pessoa”, explicou a empresa em publicação no blog oficial. A ferramenta já começou a ser testada em alguns países, incluindo os Estados Unidos, antes de uma expansão global.

    A Meta ressaltou, no entanto, que o sistema não utiliza reconhecimento facial, já que “não identifica a pessoa específica na imagem”.

    Em vez disso, a análise considera aspectos físicos gerais, como proporções do corpo e altura, para estimar a faixa etária.

    Se o perfil apresentar características compatíveis com alguém menor de 13 anos, a empresa cruza essas informações com outros sinais, como conteúdo publicado e comportamento na plataforma, para decidir se a conta deve ser desativada ou adaptada às regras para menores.
     
     

     

    Meta vai analisar estrutura óssea dos utilizadores para determinar idade

  • Mensagens com Android serão mais seguras com nova atualização do iPhone

    Mensagens com Android serão mais seguras com nova atualização do iPhone

    Nova atualização da Apple começa a liberar proteção de ponta a ponta no RCS, mas recurso será implementado de forma gradual e depende do suporte das operadoras para funcionar plenamente

    A Apple liberou oficialmente a versão para desenvolvedores da próxima atualização do iPhone, o iOS 26.5, que confirma a chegada de criptografia de ponta a ponta nas mensagens RCS (Rich Communication Services) trocadas entre iPhones e celulares Android no app Mensagens.

    Vale destacar que o recurso será disponibilizado inicialmente em versão beta e apenas com operadoras que já oferecem suporte a essa tecnologia.

    As informações indicam que a função será liberada de forma gradual, ao longo do tempo. Ou seja, a opção de enviar mensagens mais seguras entre iOS e Android não estará disponível para todos os usuários assim que o iOS 26.5 for lançado.

    Como lembra o site 9to5Google, o suporte ao RCS foi adotado pela Apple com o lançamento do iOS 18. No entanto, foi apenas no ano passado que o protocolo passou a contar com criptografia de ponta a ponta entre iOS e Android. Na época, a empresa afirmou que esse nível extra de segurança chegaria por meio de “atualizações futuras de software”, promessa que agora começa a ser cumprida com o iOS 26.5.

    A expectativa é que a nova versão seja liberada para iPhones compatíveis ainda nesta semana ou no início da próxima.

    Mensagens com Android serão mais seguras com nova atualização do iPhone

  • Governo Lula eleva classificação indicativa do YouTube para 16 anos

    Governo Lula eleva classificação indicativa do YouTube para 16 anos

    Mudança segue regras do ECA Digital e aponta conteúdos inadequados, mas não impede acesso; plataforma pode recorrer da decisão

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O governo federal elevou a classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos após uma nota técnica apontar a presença de conteúdos considerados inadequados.

    Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) reclassificou o YouTube para 16 anos nesta terça-feira (5). A medida integra a regulamentação do ECA Digital, lei aprovada no ano passado para reforçar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente online.

    Nova faixa etária funciona como alerta e não bloqueia automaticamente o acesso à plataforma. A classificação indicativa serve para orientar famílias e usuários sobre o tipo de conteúdo mais frequente no serviço, sem impedir a veiculação de vídeos.

    YouTube pode recorrer da reclassificação em até dez dias após a publicação no Diário Oficial da União.

    O QUE MUDA COM O ECA DIGITAL

    ECA Digital atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente para criar regras de proteção no ambiente digital. Entre os pontos citados no material estão medidas de segurança online, proteção de dados, prevenção de riscos e responsabilização de plataformas por conteúdos ilegais e práticas abusivas.

    Lei prevê exigências como verificação de idade e versões mais seguras para menores em determinados serviços. O texto proíbe autodeclaração de idade em serviços restritos a maiores de 18 anos e prevê que redes sociais ofereçam versões sem conteúdos proibidos ou publicidade direcionada.

    Norma também trata de apostas, pornografia, marketplaces e jogos com caixas de recompensa. O descumprimento pode gerar multas de R$ 10 por usuário cadastrado, até o limite de R$ 50 milhões, além de possibilidade de suspensão temporária ou definitiva das atividades, conforme a infração.

    Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi transformada em agência reguladora com atribuições ligadas ao estatuto. A lei também exige relatórios de moderação de plataformas com mais de 1 milhão de crianças e adolescentes cadastrados.

    OUTRAS PLATAFORMAS JÁ TINHAM SIDO RECLASSIFICADAS

    Governo já havia revisto a classificação indicativa de outros aplicativos e redes sociais no fim de abril. Segundo o G1, TikTok e Kwai passaram a ter indicação de 16 anos.

    Levantamento citado pelo Estadão inclui mudanças em mais serviços, como LinkedIn, Pinterest e Snapchat. O jornal também apontou que o Quora foi reclassificado para 18 anos e que algumas plataformas mantiveram as idades já indicadas, como Instagram (16 anos) e X (18 anos).

    Governo Lula eleva classificação indicativa do YouTube para 16 anos

  • Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

    Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

    Especialistas alertam que manter a conexão ativa aumenta a vulnerabilidade a ataques, principalmente em locais públicos; ajuste nas configurações e atenção a pedidos desconhecidos ajudam a evitar acesso indevido aos dados

    Praticamente todos os celulares e dispositivos eletrônicos vendidos atualmente contam com conexão sem fio Bluetooth, que permite ligar outros aparelhos, como fones de ouvido, microfones e caixas de som, para ouvir música, gravar vídeos e realizar diversas funções.

    Como o Bluetooth é usado com frequência, muitas pessoas acabam deixando a conexão sempre ativada. Afinal, é mais prático do que ficar ligando e desligando toda vez que quiser conectar um dispositivo. Isso é ainda mais comum entre quem usa relógios inteligentes ou pulseiras fitness, que enviam dados em tempo real para o celular.

    Apesar da praticidade, manter o Bluetooth sempre ligado pode representar um risco. Por ser uma porta de entrada digital, a conexão pode deixar o aparelho mais vulnerável a ataques de pessoas mal-intencionadas.

    O perigo aumenta em locais com muitas pessoas, onde o usuário pode acabar se conectando a um dispositivo desconhecido sem perceber e, assim, expor seus dados. Segundo o site BGR, também já foram identificados vírus capazes de infectar celulares e computadores com o Bluetooth ativo, mesmo sem necessidade de pareamento.

    O que fazer?

    Se você não usa o Bluetooth com frequência, o ideal é mantê-lo desativado. Por outro lado, quem utiliza fones sem fio, smartwatches ou costuma conectar o celular à TV ou a caixas de som pode deixá-lo ligado sem grandes problemas, já que o impacto no consumo de bateria não é tão alto quanto muitos imaginam.

    Ainda assim, é importante redobrar a atenção, principalmente em locais públicos e movimentados, como shows ou transporte coletivo. Caso receba uma solicitação de pareamento de um dispositivo desconhecido, recuse imediatamente.

    Outra medida importante é ajustar as configurações do aparelho, seja Android ou iOS, para impedir que o dispositivo fique visível para desconhecidos, evitando conexões indesejadas.
     

     

    Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

  • Instagram vai reduzir alcance de contas que não produzem conteúdo

    Instagram vai reduzir alcance de contas que não produzem conteúdo

    Nova regra prioriza publicações originais e pode limitar crescimento de perfis que repostam conteúdos; Meta também enfrenta pressão na Europa por falhas no controle de acesso de menores às plataformas.

    O Instagram anunciou que passará a priorizar conteúdos originais em seu sistema de recomendações. Na prática, contas que se baseiam na repostagem de vídeos e publicações de outras plataformas podem enfrentar dificuldades para crescer dentro da rede social da Meta.

    A mudança tem como objetivo valorizar criadores que produzem conteúdo próprio, em vez de páginas que apenas agregam materiais de terceiros.

    “Se a tua conta posta sobretudo publicações com reels, fotografias ou carrosséis não originais que não tenha criado ou editado de forma significativa, poderá não aparecer nas recomendações para novos públicos”, informou a Meta em publicação no blog oficial.

    Embora a empresa reconheça que páginas que utilizam memes populares possam ser impactadas, a recomendação é que esses perfis também passem a “produzir algo original”, como novas edições ou adaptações criativas. A Meta ressalta ainda que apenas dar crédito ao autor original não será suficiente para evitar os efeitos das mudanças.

    Segundo a companhia, para não ser prejudicada pelo novo algoritmo, a “maioria” das publicações feitas nos últimos 30 dias deve ser composta por conteúdo original.

    União Europeia ameaça multar Meta

    Paralelamente às mudanças no Instagram, a Meta também enfrenta pressão regulatória na Europa. A Comissão Europeia indicou que pode aplicar uma multa à empresa por falhas no controle de acesso de menores de 13 anos ao Facebook e ao Instagram.

    Em comunicado, o órgão afirmou que, de forma preliminar, concluiu que as plataformas “violam a Lei dos Serviços Digitais por não identificarem, avaliarem e mitigarem efetivamente os riscos de menores de 13 anos acederem aos seus serviços”.

    Apesar de os termos de uso estabelecerem idade mínima de 13 anos, a Comissão avalia que “as medidas que foram implementadas para garantir esta restrição não parecem eficazes”.

    Segundo o executivo europeu, os mecanismos atuais “não previnem adequadamente que menores de 13 anos acedam aos seus serviços nem os identificam ou removam prontamente caso já tenham conseguido aceder”.

    “Por exemplo, quando criam uma conta, menores de 13 anos podem introduzir uma data de nascimento falsa para que tenham mais de 13 anos sem que haja qualquer controlo eficaz para verificar a veracidade da data de nascimento introduzida”, aponta o comunicado.

    Outro ponto criticado é o sistema de denúncia. De acordo com a Comissão, a ferramenta disponível “é difícil de usar e não é eficaz, uma vez que requer até sete ‘clicks’ apenas para se conseguir chegar ao relatório de denúncia, que não é automaticamente pré-preenchido com a informação do utilizador”.

    Além disso, mesmo após a denúncia, nem sempre há ação imediata. “E mesmo quando um menor de 13 anos é denunciado por se encontrar abaixo da idade mínima, muitas vezes não há seguimento adequado e o menor em questão pode simplesmente continuar a usar o serviço sem qualquer tipo de verificação”.

    A Comissão Europeia afirma que as plataformas precisam “reforçar as suas medidas para prevenir, detetar e remover menores de 13 anos de utilizarem os seus serviços”.

    “A Meta deve também combater e mitigar eficazmente os riscos que os menores de 13 anos podem correr nas plataformas, que devem assegurar um elevado nível de privacidade, segurança e proteção para os menores”, acrescenta.

    A empresa agora tem a possibilidade de responder às conclusões preliminares e implementar mudanças. Caso contrário, se as irregularidades forem confirmadas, a Meta poderá ser multada em até 6% do faturamento anual global.

    “A Comissão pode também impor sanções pecuniárias compulsórias para obrigar a plataforma ao cumprimento”, informou o órgão.

    A vice-presidente da Comissão Europeia, Henna Virkunnen, responsável pela área de Soberania Tecnológica, destacou que as regras precisam sair do papel. “O DSA obriga as plataformas a garantirem as suas próprias regras: os termos e condições não devem ser apenas declarações escritas, mas a base para ações concretas para proteger os utilizadores – incluindo crianças”, afirmou.

    As conclusões fazem parte de uma investigação formal aberta em maio de 2024, diante de preocupações com possíveis falhas na proteção de menores nas duas redes sociais.
     
     

    Instagram vai reduzir alcance de contas que não produzem conteúdo

  • Novo design do WhatsApp já começou a chegar ao iPhone

    Novo design do WhatsApp já começou a chegar ao iPhone

    O novo design da interface do WhatsApp para iPhone conta com o Liquid Glass, introduzido pela Apple com a atualização iOS 26.

    Começaram a circular, no fim do ano passado, alguns rumores de que o WhatsApp tinha a intenção de integrar ao aplicativo de mensagens a nova linguagem de design do iOS — chamada Liquid Glass — que foi introduzida com a versão iOS 26.

    No início deste ano, surgiram as primeiras imagens mostrando que a integração do Liquid Glass no WhatsApp já estava sendo testada. Agora, de acordo com o site WABetaInfo, alguns usuários já começaram a receber essas novidades.

    Segundo a publicação, alguns usuários do WhatsApp no iPhone já começaram a ver certos elementos de design do aplicativo sendo substituídos por novas versões, o que costuma ser um bom indicativo de que o lançamento da versão final está cada vez mais próximo.

    O mais interessante é que os usuários que estão percebendo essas mudanças não são apenas os que utilizam a versão beta do WhatsApp. Isso sugere que o novo design da interface pode nem passar pela fase beta e chegar diretamente a todos os usuários do serviço no iPhone.

    Mesmo assim, ainda será preciso aguardar por mais novidades sobre o lançamento dessa nova atualização do WhatsApp.
     

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    Novo design do WhatsApp já começou a chegar ao iPhone

  • O que aconteceu com o buraco na camada de ozônio que ninguém mais fala sobre isso?

    O que aconteceu com o buraco na camada de ozônio que ninguém mais fala sobre isso?

    Um sucesso ambiental impulsionado pela cooperação global

    Na virada do século XXI, grande parte da conversa ambiental era sobre o buraco na camada de ozônio. Houve um pânico compreensível depois que foi descoberto na década de 1980 que certos produtos químicos feitos pelo homem estavam causando o esgotamento da camada protetora da Terra. Nos últimos anos, no entanto, a conversa é muito mais sobre mudanças climáticas e mal ouvimos falar sobre a camada de ozônio. O que nos deixa pensando: o que aconteceu com o buraco na camada de ozônio?

    Em 2024, o buraco de ozônio sobre o polo sul da Terra se tornou menor do que em muitos anos anteriores, de acordo com cientistas da NASA e da NOAA. Eles estimam que a camada de ozônio pode ser totalmente recuperada até 2066. Entre 7 de setembro e 13 de outubro, o pico da temporada de depleção de ozônio, o buraco de ozônio foi classificado como o sétimo menor desde que os esforços de recuperação começaram em 1992. Aquele ano marcou a implementação do Protocolo de Montreal, um acordo global histórico que visa eliminar gradualmente as substâncias que destroem a camada de ozônio.

    O que aconteceu com o buraco na camada de ozônio que ninguém mais fala sobre isso?

  • Youtuber cria relógio que também é um Game Boy; veja!

    Youtuber cria relógio que também é um Game Boy; veja!

    O youtuber LeggoMyFroggo criou um relógio que pode ser usado para desfrutar de jogos de Game Boy, recorrendo a peças originais do console portátil da Nintendo. Apesar de algumas limitações, o gadget permite jogar “Pokémon Gold”

    Se cresceu durante os anos 90 é provável que tenha as memórias passadas na companhia do Game Boy bem próximas do coração e ainda sinta uma forte nostalgia no que diz respeito a este console portátil da Nintendo.

    Se é o seu caso, é provável que fique interessado no mais recente projeto do youtuber LeggoMyFroggo, que conseguiu criar um relógio que é também um Game Boy Color 100% funcional.

    Acontece que o relógio recorre a componentes reais do Game Boy Color (como é o caso do processador Sharp SM83) e também conta com pequenos cartuchos para os jogos. Ao invés de recorrer ao processo de emulação, o responsável pelo projeto – chamado de “Time Frog Color” – decidiu manter a experiência intacta e, no vídeo abaixo, até é possível vê-lo a demonstrar o funcionamento com “Pokémon Gold”.

    O relógio tem uma dimensão de apenas 38mm e, desta forma, os interessados terão de se contentar com uma tela de apenas 1,12 polegadas, com pequenos botões criados com recurso a impressão 3D e ausência de música.

    Ainda assim, o “Time Frog Color” é um projeto que será certamente capaz de arrancar alguns sorrisos aos mais nostálgicos que passaram a juventude a ter o Game Boy como companhia na escola e nas férias.

    Youtuber cria relógio que também é um Game Boy; veja!

  • Apple pode lançar este ano novos AirPods equipados com câmeras

    Apple pode lançar este ano novos AirPods equipados com câmeras

    Estes novos AirPods serão, supostamente, conhecidos como Ultra e têm revelação oficial prevista para o mês de setembro, época que costuma acontecer o evento anual da Apple; rumores indicam que estes auriculares estarão equipados com câmeras de infravermelhos

    Já sabemos que a Apple deverá revelar este ano o seu primeiro smartphone dobrável que, segundo rumores, se chamará iPhone Fold ou iPhone Ultra. No entanto, parece haverá mais novidades em outras categorias de produto onde a “Empresa da Maçã” está presente.

    Segundo o site Macworld, a Apple planeja lançar um novo modelo dos seus auriculares sem fios, acrescentando que o nome escolhido poderá ser AirPods Ultra.

    Supostamente, estes novos AirPods estarão equipados com câmeras de infravermelhos que permitirão aos auriculares conseguirem avaliar o ambiente em redor – algo que pode ser útil, por exemplo, para ajustar o nível do cancelamento de ruído. Além disso, acredita-se que poderá vir a desbloquear experiências de Inteligência Artificial.

    Acredita-se que estes AirPods Ultra terão um preço superior aos modelos Pro que se encontram atualmente nas lojas mas, para sabermos mais detalhes, teremos de aguardar por informações da própria Apple.

    A julgar pelo que tem sido a estratégia da Apple nos últimos anos, estes novos AirPods devem ser anunciados oficialmente em setembro deste ano. Lembrar que é neste mês que a Apple tem como costume revelar novos produtos, pelo que será a ocasião mais provável para conhecer novidades.

    Apple pode lançar este ano novos AirPods equipados com câmeras