Categoria: TECNOLOGIA

  • Lugares que baniram e proibiram o ChatGPT

    Lugares que baniram e proibiram o ChatGPT

    Alguns governos têm uma profunda desconfiança nas tecnologias digitais ocidentais

    Em todo o mundo, governos têm opiniões muito diferentes sobre ferramentas de IA como o ChatGPT. Alguns países adotaram a tecnologia e seu potencial, oferecendo-a até gratuitamente aos seus cidadãos. Outros, no entanto, optaram por restringi-la ou bloqueá-la completamente, muitas vezes alegando preocupações políticas, culturais ou de segurança. Além disso, alguns lugares carecem de infraestrutura básica de internet e digital, impossibilitando a operação de empresas de tecnologia.

    A proibição é mais comum em locais onde o uso da internet é regulamentado. Líderes temem que plataformas estrangeiras espalhem desinformação, realizem espionagem digital ou sabotem a política local e a harmonia social.

    Lugares que baniram e proibiram o ChatGPT

  • Hacker faz ataque global e Google alerta usuários para risco de segurança

    Hacker faz ataque global e Google alerta usuários para risco de segurança

    A recomendação é que as senhas das contas sejam alteradas imediatamente após a empresa confirmar que hackers conseguiram realizar “intrusões bem-sucedidas” em seu sistema.

    O Google emitiu um alerta nesta semana para todos os 2,5 bilhões de usuários do Gmail. A recomendação é que as senhas das contas sejam alteradas imediatamente após a empresa confirmar que hackers conseguiram realizar “intrusões bem-sucedidas” em seu sistema. O comunicado reforça a necessidade de atenção máxima para atividades suspeitas e sugere medidas adicionais de segurança, como a ativação da autenticação em dois fatores.

    O episódio está relacionado a uma violação ocorrida em um banco de dados corporativo da Salesforce, plataforma utilizada pelo Google. Em junho de 2025, a empresa já havia alertado que criminosos estavam se passando por funcionários de suporte de TI em ataques de engenharia social. Segundo o Google, essa prática mostrou-se “particularmente eficaz em enganar funcionários”.

    Como ocorreu a invasão e quais dados foram expostos
    Os ataques mais recentes ocorreram por meio de e-mails de phishing. As mensagens direcionavam os usuários para páginas falsas de login ou solicitavam códigos de autenticação, induzindo-os ao erro. Na investigação, o Google confirmou que houve uma violação em seu banco de dados vinculado ao Salesforce, mas destacou que os hackers tiveram acesso principalmente a informações públicas.

    As ações são atribuídas ao grupo hacker conhecido como ShinyHunters, já envolvido em grandes vazamentos de dados ao redor do mundo. A expectativa é que os criminosos tentem intensificar as extorsões, possivelmente utilizando sites de vazamento como forma de pressão.

    Embora muitas pessoas utilizem senhas fortes, dados internos do Google mostram que apenas um terço dos usuários costuma atualizá-las com regularidade. Ainda que as senhas não tenham sido diretamente comprometidas neste episódio, os hackers exploram combinações fracas ou reutilizadas em diferentes serviços, o que aumenta os riscos de invasão em larga escala.

    Em 8 de agosto, o Google notificou formalmente os usuários que podem ter sido afetados pela violação envolvendo a Salesforce. A companhia reforçou que a atualização imediata das senhas é essencial para reduzir as chances de comprometimento das contas.

    Recomendações de segurança
    Diante do incidente, o Google publicou uma lista de boas práticas para reforçar a proteção digital. Entre elas:

    • Criar senhas fortes e exclusivas para cada serviço utilizado;
    • Alterar as senhas regularmente, mesmo quando não houver suspeita de invasão;
    • Habilitar a autenticação em dois fatores, seja por SMS ou aplicativos específicos;
    • Manter atenção a e-mails suspeitos, links desconhecidos ou solicitações de códigos de verificação.
    • A empresa lembra que as medidas não protegem apenas contas de e-mail, mas também evitam que informações pessoais sejam exploradas em golpes mais amplos, como fraudes financeiras, clonagem de identidade e ataques de extorsão digital.

    O Google também orienta que os usuários busquem verificar, com frequência, atividades suspeitas em suas contas e fiquem atentos a notificações de login enviadas pela própria plataforma. Para a companhia, o episódio serve como alerta para a importância da segurança digital em tempos de ataques cada vez mais sofisticados e direcionados.

    Hacker faz ataque global e Google alerta usuários para risco de segurança

  • Google vai começar a bloquear apps Android consideradas suspeitas

    Google vai começar a bloquear apps Android consideradas suspeitas

    A empresa começará a bloquear a instalação em celulares Android de apps não verificadas que sejam provenientes de lojas alternativas à Play Store da Google

    A Google anunciou que está trabalhando em uma nova medida de segurança para os celulares Android que impedirá que os utisuários instalem nos dispositivos aplicativos não verificadas de outras lojas virtuais.

    O objetivo desta medida destina-se a impedir que os usuários instalem software malicioso nos respectivos celulares e, em uma recente análise feita pela empresa, a Google descobriu que lojas virtuais alternativas têm “50 vezes mais software malicioso” do que apps disponíveis através do Google Play.

    Assim sendo, a Google exigirá que os developers de aplicativos presentes em outras lojas virtuais têm de ser registrados por developers verificados de forma a ser instaladas em dispositivos Android certificados (ou seja, todos os que tenham serviços Google Play).

    A gigante tecnológica comparou o processo de verificar os aplicativos com a “apresentação de um documento de identificação”, notando que apenas verificará se o app foi verificada e não analisará o conteúdo.

    Sabe-se que este processo começará por estar presente no final de 2026 no Brasil, Singapura, Indonésia e Tailândia, com o lançamento global a seguir-se nos meses seguintes.

    Google vai começar a bloquear apps Android consideradas suspeitas

  • Meta perde talentos para a OpenAI apesar de salários milionários

    Meta perde talentos para a OpenAI apesar de salários milionários

    Mesmo com ofertas milionárias, a Meta não conseguiu segurar engenheiros que voltaram para a OpenAI. Especialistas apontam que, além do dinheiro, propósito e missão pesam mais na decisão dos profissionais de inteligência artificial

    Mesmo após anunciar a suspensão de novas contratações, a Meta — dona do Facebook e do Instagram — vem investindo pesado em sua divisão Meta Superintelligence Labs (MSL), voltada para o desenvolvimento de inteligência artificial.

    Nos últimos meses, a empresa de Mark Zuckerberg contratou profissionais até de concorrentes como a OpenAI e a Apple, oferecendo salários milionários para atrair pesquisadores e especialistas em IA.

    Apesar disso, nem todos permaneceram. Segundo a revista Wired, os engenheiros Avi Verma e Ethan Knight deixaram a OpenAI para ingressar na Meta, mas cada um ficou menos de um mês na companhia antes de decidir voltar à antiga empregadora. Outro caso é o de Chaya Nayak, que estava há anos na Meta e também migrou para a OpenAI.

    Não está claro o que motivou o retorno desses profissionais, embora se cogite que a OpenAI tenha feito ofertas mais vantajosas. Ainda assim, especialistas destacam que a remuneração não é o único fator determinante.

    Em entrevista à Wired, a CEO da AMD, Lisa Su, comentou a disputa entre gigantes de tecnologia pelo mesmo grupo de talentos. Para ela, altos salários não garantem engajamento.

    “Embora o dinheiro seja importante, não é a coisa mais importante quando se busca atrair talentos. É essencial estar competitivo nesse aspecto, mas também é fundamental oferecer uma missão que inspire e motive as pessoas”, disse Su.

    Enquanto isso, a Meta também se movimenta no campo político: a companhia vai financiar candidatos na Califórnia que defendem uma regulamentação mais branda para a inteligência artificial — um setor em que a empresa tem feito apostas estratégicas e bilionárias.

    Meta perde talentos para a OpenAI apesar de salários milionários

  • OpenAI anuncia que vai abrir escritório no Brasil

    OpenAI anuncia que vai abrir escritório no Brasil

    País está entre os três maiores mercados globais do ChatGPT, com 50 milhões de usuários e 140 milhões de mensagens diárias; escritório na capital paulista vai sediar encontros e treinamentos de inteligência artificial

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A OpenAI, empresa criadora do ChatGPT, anunciou nesta quinta-feira (28) a decisão de oficializar sua atuação na América Latina, abrindo um escritório em São Paulo até o fim deste ano.

    Em comunicado à imprensa, o diretor de operações da empresa de tecnologia, Brad Lightcap, diz que a ideia é ficar mais próximo de clientes e parceiros -o Brasil está entre os três maiores mercados do ChatGPT, com mais de 50 milhões de usuários e 140 milhões de mensagens enviadas por dia para a ferramenta de inteligência artificial, segundo um levantamento recente da empresa.

    “Há muito entusiasmo em torno da inteligência artificial no Brasil. As startups estão avançando rapidamente, e grandes empresas já vêm incorporando essas ferramentas às suas operações”, diz Lightcap em nota.

    Segundo a empresa, a ideia é que, além de ter um espaço de trabalho, o escritório na capital paulista seja um lugar para encontros e treinamentos de inteligência artificial para empresas, educadores e organizações sem fins lucrativos.

    O diretor de políticas públicas da OpenAI para a América Latina diz no comunicado que os brasileiros não estão só usando as ferramentas da empresa, mas criando a partir delas. O Brasil figura entre os cinco países com maior uso da API (interface de programação) do ChatGPT.

    Segundo os dados da empresa, as mensagens enviadas diariamente pelos brasileiros ao ChatGPT correspondem a cerca de 5,6% do total diário no mundo -20% são comandos sobre comunicação escrita, 15% para aprendizado e 6% para programação.

    A divulgação vem pouco depois do anúncio de um escritório da OpenAI na Índia e da criação de um plano de assinatura com um preço específico para usuários indianos, cobrado em moeda local. A criadora do ChatGPT também já anunciou nomes de executivos que vão atuar na operação no país.

    A empresa não disse ainda se pretende fazer o mesmo aqui no Brasil, mas o anúncio faz parte da expansão global da companhia, que desde 2023 vem fincando o pé fora dos Estados Unidos, com escritórios também na França, Reino Unido, Singapura, Japão, Alemanha e outros países.

    OpenAI anuncia que vai abrir escritório no Brasil

  • Lua de Sangue: eclipse total em 7 de setembro terá 1h22 de duração

    Lua de Sangue: eclipse total em 7 de setembro terá 1h22 de duração

    O fenômeno astronômico mais longo do ano será visível em várias partes do mundo, mas no Brasil só poderá ser acompanhado de forma parcial e penumbral no extremo leste. O Observatório Nacional transmitirá ao vivo pelo YouTube, a partir das 12h, em horário de Brasília

    No dia 7 de setembro de 2025 ocorrerá um eclipse total da Lua, o mais longo do ano, com duração da fase total de 1 hora e 22 minutos.

    O fenômeno poderá ser visto em todas as suas fases (penumbral, parcial e total) no oeste da Austrália, parte central da Europa e da Ásia, extremo leste da África e Antártica. Outras regiões, como leste da Ásia, leste da Europa, África e leste da Austrália, verão apenas fases parciais ou penumbrais.

    No Brasil, o eclipse não será visível nas fases total ou parcial. Apenas no extremo leste do país será possível observar a fase penumbral após o ápice do eclipse, mas essa etapa quase não apresenta alteração perceptível na luminosidade da Lua.

    O Observatório Nacional (ON/MCTI) transmitirá o fenômeno ao vivo pelo YouTube, a partir das 12h (horário de Brasília), com imagens captadas em locais onde o eclipse será visível em sua totalidade.

    Horários do eclipse (hora de Brasília)

    Início do penumbral: 12h28
    Início do parcial: 13h27
    Início do total: 14h31
    Máximo do eclipse total: 15h12
    Fim do total: 15h53
    Fim do parcial: 16h57
    Fim do penumbral: 17h55

    Segundo a astrônoma Josina Nascimento, da Divisão de Comunicação e Popularização da Ciência (DICOP/ON), o eclipse lunar acontece quando a Lua atravessa a sombra da Terra, dividida em penumbra (parcialmente iluminada) e umbra (totalmente escura). Quanto mais perfeito o alinhamento entre Sol, Terra e Lua, maior a duração do eclipse.

    Durante a fase total, a Lua ficará completamente imersa na umbra e adquirirá a coloração avermelhada conhecida como “Lua de Sangue”. Isso ocorre porque a luz solar, ao atravessar a atmosfera da Terra, tem as cores azul e violeta dispersadas, enquanto os tons avermelhados passam com mais facilidade e iluminam a superfície lunar de forma indireta.

    Com informações do Observatório Nacional.

    Lua de Sangue: eclipse total em 7 de setembro terá 1h22 de duração

  • Minha filha se cortava em lugares que a roupa escondia, diz mãe de vítima de crime virtual

    Minha filha se cortava em lugares que a roupa escondia, diz mãe de vítima de crime virtual

    Reportagem reúne relatos de pais de jovens ameaçados nas redes; ao notar mudanças de comportamento, é importante procurar ajuda

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pais e familiares de adolescentes que foram vítimas de crimes virtuais relatam surpresa e choque ao descobrir que os jovens consumiam conteúdo violento nas redes, onde são frequentemente aliciados ou ameaçados.

    À reportagem eles contam que os jovens passaram a apresentar reclusão, agressividade, uso excessivo de telas e irritação ao ter o celular negado. Muitas vezes, esses comportamentos são interpretados como atitudes típicas da adolescência, mas podem ser sinais de que algo mais grave está acontecendo.

    Entre os relatos, há descobertas de que filhos ou parentes estavam envolvidos em comunidades de ódio nas redes sociais. Para preservar a identidade das vítimas, os nomes não serão revelados.

    O estranhamento inicial diante do comportamento dos jovens levou à busca por ajuda e maior vigilância sobre a rotina digital deles.

    É o caso de uma mãe de Belo Horizonte que, no início deste ano, descobriu que sua filha de 12 anos era ameaçada por usuários a se automutilar. A menina começou jogando no Roblox, onde conheceu outras pessoas. Mais tarde, passou a usar o Discord -e foi aí que os problemas começaram.

    O primeiro indício, segundo o relato, foram manchas de sangue no lençol da menina. A princípio, a mãe desconfiou. Depois, o receio deu lugar ao choque. “Minha filha estava se cortando em lugares que a roupa escondia”, conta.

    Após acessar o celular da menina, descobriu que ela participava de um grupo onde era incentivada a cumprir desafios, incluindo automutilação.

    A mãe relata que sentiu desespero e desde então passou a monitorar o que a filha acessa, além de buscar acompanhamento profissional e impor limites ao uso da internet. Mesmo assim, admite que o controle é difícil. “Todo dia aparece uma novidade nas redes sociais. Tomar conta de tudo é impossível. A gente se pergunta aonde esse mundo vai parar. É tudo muito triste”, diz.

    Um caso semelhante ocorreu com um adolescente de 16 anos, que participou de um projeto da ONG Visão Mundial sobre segurança online. Com o conhecimento adquirido, passou a identificar sinais de abuso virtual e ajudou a salvar a prima de 11 anos, que apresentava alterações de comportamento.

    A menina havia parado de se alimentar, se isolado e agia de forma estranha, segundo ele. Ao acessarem o celular, ele e a mãe da criança encontraram mensagens de um homem que exigia fotos íntimas, fazia ameaças e propunha desafios perigosos -incluindo práticas de automutilação extrema.

    Para ele, sem o projeto, não teria conseguido ajudar a prima.

    Em Uberlândia (MG), a mãe de uma jovem de 12 anos tentou impor limites ao uso de telas e manter uma rotina equilibrada, mas os conflitos eram constantes.

    “Para mim, o excesso de telas tirou o brilho dela. Ela ficou mais agressiva e retraída com a gente”, afirma.

    Ela acreditava que a filha estava apenas passando por um momento difícil da adolescência. Considerava que a menina não corria nenhum risco, já que fazia planos com amigas e atividades fora de casa. Até que, em setembro do ano passado, a jovem tirou a própria vida.

    “Fico angustiada, me perguntando se ela foi instruída a fazer isso por alguém.” Após a tragédia, ela tentou acessar o celular da filha, mas perdeu todos os dados. Convive até hoje com a dor da perda e a incerteza sobre o que realmente aconteceu. Hoje, tenta lidar com o luto por meio da dança, do trabalho e do cuidado com a outra filha.

    Foi pensando em evitar novas tragédias que Paulo Zsa Zsa (nome fictício) decidiu compartilhar sua experiência no livro “Aconteceu com Minha Filha” (176 págs.), publicado neste ano pela editora Geração.

    No relato, ele descreve o momento em que ouviu um grito vindo do quarto da filha de 13 anos, em setembro do ano passado. Ao entrar, encontrou a menina em surto, pedindo ajuda: “Me interna, eu enlouqueci”.

    No hospital, segundo o livro, ela disse aos médicos que havia cortado a língua, mas apenas um ferimento leve foi encontrado na bochecha. Dias depois, o pai descobriu que ela havia tentado desenhar uma suástica no rosto, como parte de um desafio da internet.

    Conversas encontradas no Discord revelaram a existência de um grupo envolvido em conteúdos extremos. A menina, no entanto, não quis entrar em detalhes. Disse apenas que “o jogo saiu do controle”.

    Desde então, Paulo intensificou o tratamento psicológico e psiquiátrico da filha. A recuperação foi instável, marcada por recaídas e avanços. Hoje, ela voltou a ter uma rotina mais saudável, pratica exercícios e namora.

    “Prefiro lidar com os problemas típicos da adolescência do que reviver tudo aquilo. Com informação, os pais podem salvar os filhos. O sofrimento foi enorme, e poderia ter acontecido o pior”, afirma Paulo.

    Segundo especialistas na área, pais devem abrir espaço para conversar com os filhos sobre a presença na internet. Há, ainda, aplicativos que ajudam a controlar o uso das redes sociais, como Family Link, FlashGet Kids, Kidslox e Qustodio.

    Ao notar mudanças de comportamento ou foco excessivo nas redes sociais, é importante procurar ajuda.
    ONDE PROCURAR AJUDA

    Sites para prevenção de riscos na internet

    – SaferNet Brasil (canaldeajuda.org.br)
    – Cartilha “Navegar com Segurança” (Childhood Brasil)
    – “Guia para Pais do Instagram” (SaferNet)
    Canais de denúncia
    – Disque 100 (número da Secretaria de Direitos Humanos que recebe denúncia e encaminha para os órgãos de cada município
    – Ligue 180 (canal oficial do governo federal para mulheres vítimas de violência)
    – Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente

    VEJA DICAS DE COMO ACOMPANHAR SEU FILHO NA INTERNET

    Converse
    Dialogue sobre benefícios e riscos da rede e como navegar com mais segurança

    Participe
    Assista junto e debata o conteúdo que está sendo consumido

    Desconfie
    Não é por que algo está catalogado como infantil que é próprio para esse público

    Monitore
    No caso das crianças mais novas, considere a instalação de aplicativos para bloqueio de conteúdo e tempo de tela

    Limite
    A Sociedade Brasileira de Pediatria orienta limitar o tempo de tela

    Instigue
    Promova a autorreflexão e o senso crítico sobre as atividades online

    Oriente
    Na página internetsegura.br, há cartilhas para as diferentes idades que ensinam sobre o uso seguro da internet

    Aprenda
    Há um curso online gratuito sobre como ajudar os filhos a usar a internet com segurança

    Promova a informação
    Também há cursos gratuitos para professores sobre comportamento responsável no ambiente digital

    Minha filha se cortava em lugares que a roupa escondia, diz mãe de vítima de crime virtual

  • Apple deve lançar iPhone 17 e encerrar venda de modelos antigos; veja

    Apple deve lançar iPhone 17 e encerrar venda de modelos antigos; veja

    A Apple confirmou seu evento anual para 9 de setembro, quando deve anunciar a linha iPhone 17, novos Apple Watch e AirPods. A chegada dos novos produtos pode encerrar a venda de modelos como iPhone 15, iPhone 16 Pro e AirPods Pro 2

    A Apple confirmou nesta terça-feira, 26 de agosto, que realizará seu tradicional evento anual no dia 9 de setembro, quando costuma apresentar novos produtos. Como acontece todos os anos, a chegada de novos modelos também deve marcar a saída de outros itens do catálogo oficial da empresa.

    A companhia ainda não revelou oficialmente o que será anunciado, mas rumores apontam que a grande atração será a série iPhone 17, composta pelos modelos iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max. Com isso, a expectativa é de que sejam descontinuados os iPhone 15 e iPhone 15 Plus (lançados em 2023), além dos iPhone 16 Pro e 16 Pro Max (lançados em 2024). A Apple costuma encerrar a produção dos modelos “Pro” assim que uma nova geração é lançada.

    Especialistas lembram que, faltando cerca de duas semanas para o lançamento, este é considerado o pior momento do ano para comprar um novo iPhone, já que os preços dos modelos atuais devem cair após o evento.

    Com os ajustes, o catálogo de smartphones da Apple deve passar a contar com: iPhone 16e, iPhone 16, iPhone 16 Plus, iPhone 17, iPhone 17 Air, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max.

    Além dos celulares, rumores indicam que também podem ser anunciados o Apple Watch Series 11, o Apple Watch Ultra 3 e os AirPods Pro 3, o que deve levar à retirada das versões anteriores (Series 10, Ultra 2 e AirPods Pro 2) da loja oficial.

    Apple deve lançar iPhone 17 e encerrar venda de modelos antigos; veja

  • 3 dicas para economizar espaço no Google Fotos e evitar excluir arquivos

    3 dicas para economizar espaço no Google Fotos e evitar excluir arquivos

    Com apenas 15 GB gratuitos no Google, usuários podem otimizar o uso do Fotos desativando backups desnecessários, apagando duplicatas e reduzindo a resolução das imagens para prolongar o espaço disponível na nuvem

    Nos últimos anos, as câmeras de celulares evoluíram muito, permitindo fotos e vídeos com qualidade cada vez melhor. Porém, essa melhoria também significa arquivos maiores, que ocupam mais espaço, tanto no armazenamento interno quanto na nuvem, em serviços como o Google Fotos.

    Com apenas 15 GB gratuitos no Google Drive — espaço compartilhado com Gmail, Google Fotos e outros serviços — muitos usuários acabam apagando fotos e vídeos para evitar ficar sem uso das ferramentas da Google. Como o Google Fotos costuma concentrar arquivos mais pesados, pode surgir a sensação de que é preciso fotografar e filmar menos para economizar espaço.

    Não é necessário parar de registrar momentos, mas é importante usar o armazenamento de forma mais consciente. Por isso, as dicas do site TechTudo ajudam a otimizar o uso do Google Fotos e prolongar o tempo antes de precisar excluir arquivos ou pagar por mais espaço.

    Confira três dicas para economizar espaço no Google Fotos:

    1. Desative o backup automático de capturas de tela

    Toque no ícone com sua foto, no canto superior direito, e vá em Configurações do app Fotos. Acesse Backup e depois Backup de pastas do dispositivo. Escolha as pastas que terão backup na nuvem e desative a opção Screenshots. Assim, capturas de tela não serão salvas automaticamente no Google Fotos.

    2. Apague fotos repetidas

    No ícone com sua foto, acesse Configurações do app Fotos e depois Preferências. Vá até Exibir fotos e ative a opção Empilhar fotos semelhantes. Isso agrupará imagens parecidas, facilitando a exclusão de duplicatas que ocupam espaço desnecessário.

    3. Reduza a resolução das fotos

    Embora imagens em alta resolução sejam mais nítidas, muitas vezes não há diferença perceptível ao visualizá-las apenas no celular. Para economizar espaço, vá em Configurações do app Fotos, acesse Backup e, em Qualidade do backup, selecione Economia de armazenamento. Nessa configuração, fotos serão comprimidas para 16 MP, vídeos para alta definição e impressões terão qualidade suficiente para até 24 x 16 polegadas.

    3 dicas para economizar espaço no Google Fotos e evitar excluir arquivos

  • Crianças não podem mais atuar como influenciadoras sem aval da Justiça

    Crianças não podem mais atuar como influenciadoras sem aval da Justiça

    A Justiça brasileira proibiu Instagram e Facebook de permitir trabalho infantil artístico sem autorização judicial, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A decisão atende a pedido do MPT e reforça regras de proteção a crianças e adolescentes no ambiente digital no Brasil

    A Justiça brasileira determinou que Instagram e Facebook não poderão permitir a prática de “trabalho infantil artístico” em suas plataformas sem autorização judicial prévia. Caso descumpram a ordem, as empresas estarão sujeitas a multa diária de R$ 50 mil.

    A decisão foi tomada após um pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT), que moveu ação civil contra as redes sociais acusando-as de “permitir e se beneficiar da exploração de crianças” e de não respeitar as normas de proteção previstas na legislação brasileira.

    Segundo o MPT, o objetivo não é impedir a participação de menores em produções artísticas online, mas assegurar que isso aconteça dentro da legalidade e com garantias de proteção. A ação exige que as plataformas adotem filtros e sistemas capazes de identificar conteúdos com crianças e adolescentes sem autorização judicial, além de incluir cláusulas de proibição expressa de trabalho infantil em suas políticas de uso.

    Na decisão, a juíza Juliana Petenate Salles destacou que a exposição de crianças na internet para fins lucrativos representa “riscos sérios e imediatos”, capazes de gerar danos irreversíveis, como exploração sexual, exposição precoce a responsabilidades adultas (“adultização”) e contato com álcool e jogos.

    As plataformas, que pertencem ao grupo Meta, ainda podem recorrer. Questionada pela imprensa, a empresa não comentou a decisão.

    O tema da “adultização” de crianças em redes sociais tem ganhado destaque nas últimas semanas. Também na quarta-feira, o Senado aprovou um projeto de lei que estabelece medidas de proteção a crianças e adolescentes no ambiente digital, impondo responsabilidades tanto às empresas de tecnologia quanto a pais e responsáveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sancionou o texto e manifestou apoio à iniciativa em diferentes ocasiões.

    O que mudou?
    Instagram e Facebook não podem permitir trabalho infantil artístico sem autorização judicial.

    Quem é afetado?
    Crianças influenciadoras, blogueiras e menores em produções pagas ou campanhas de marcas.

    E vídeos caseiros sem fins comerciais?
    Não entram na proibição, desde que não envolvam dinheiro ou contratos.

    O que é necessário agora?
    Autorização judicial antes de expor crianças em atividades artísticas lucrativas online.

     

    Crianças não podem mais atuar como influenciadoras sem aval da Justiça