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  • Irã diz ter atingido porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos EUA

    Irã diz ter atingido porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos EUA

    A ação mais dramática, mas que ainda carece de detalhamento e confirmação pelo lado dos EUA, foi a ação anunciada contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, que participa da guerra operando no mar Arábico, perto de Omã.

    IGOR GIELOW
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã se espalhou pelos mares do Oriente Médio. A teocracia diz ter atacado um porta-aviões americano e atingiu ao menos dois petroleiros no estratégico estreito de Hormuz. Já os americanos anunciaram ter afundado um navio rival.

    A ação mais dramática, mas que ainda carece de detalhamento e confirmação pelo lado dos EUA, foi a ação anunciada contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, que participa da guerra operando no mar Arábico, perto de Omã.

    Segundo a unidade militar, quatro mísseis foram lançados contra o navio de propulsão nuclear, 1 dos 11 da frota americana, mas não há relatos sobre o resultado do ataque. As forças dos EUA ainda não comentaram a afirmação.

    Durante os combates com os rebeldes pró-Irã do Iêmen, porta-aviões americanos tiveram de ser defendidos por suas escoltas e caças diversas vezes contra drones e mísseis, mas nunca houve um impacto.

    Além do Lincoln, 1 dos 18 navios mobilizados por Donald Trump para a ação, a guerra é apoiada pelo grupo de porta-aviões do USS Gerald R. Ford, que está na costa mediterrânea de Israel.

    Pouco antes, dois incidentes mostraram que a guerra está ativa no estreito de Hormuz. Primeiro, um petroleiro de bandeira de Palau foi atingido por um projetil perto da costa de Omã, deixando quatro feridos e forçando a evacuação da embarcação.

    Depois, o site de rastreamento marítimo Marine Traffic anunciou que outro petroleiro, o MKD Vyon, também foi atingido na região. O navio tem bandeira das ilhas Marshall, país que tem uma associação especial com os EUA.

    Não longe dali, no golfo de Omã, o Centcom (Comando Central das Forças Armadas dos EUA, no acrônimo em inglês) anunciou que havia afundado um navio de guerra iraniano, a corveta Jamaran. Teerã também não comentou o incidente, que se for confirmado será o primeiro afundamento de uma belonave na guerra.

    Comprovando o ambiente de risco elevado, o Marine Traffic apontou que cerca de 150 petroleiros e navios de transporte de gás natural liquefeito baixaram suas âncoras em águas territoriais de países do golfo Pérsico antes de seguir viagem pelo estreito, que tem apenas 40 km de largura no seu ponto mais apertado.

    Outras 100 embarcações estão na costa de Omã, do lado da saída do estreito para o oceano Índico. No sábado, a missão marítima da União Europeia na região alertou que navios estavam sendo ameaçados por rádio pela Guarda Revolucionária do Irã, país com 16 instalações militares na região.

    Ainda não houve uma ordem formal de fechamento do estreito, mas tudo indica que as empresas transportadoras não estão querendo pagar para ver. O impacto da situação depende de sua extensão e duração, mas é inevitável uma alta dos preços futuros do petróleo, com efeitos inflacionários potenciais no mundo todo.

    Irã diz ter atingido porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos EUA

  • Putin lamenta morte de Ali Khamenei: "Violação cínica de todas as normas"

    Putin lamenta morte de Ali Khamenei: "Violação cínica de todas as normas"

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, expressou as suas “sinceras condolências” pela morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, descrevendo o assassinato como uma “violação cínica” das normas internacionais.

    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, descreveu a morte do líder supremo da República Islâmica do Irã, Ali Khamenei, como uma “violação cínica de todas as normas da moral e do direito internacional”.

    Em uma carta enviada ao seu homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, Putin apresentou suas “sinceras condolências pelo assassinato” do líder supremo e de membros de sua família, “cometido com uma violação cínica de todas as normas da moral humana e do direito internacional”.

    “No nosso país, o aiatolá Khamenei será lembrado como um estadista notável, que deu uma enorme contribuição pessoal para o desenvolvimento das relações amistosas entre a Rússia e o Irã, elevando-as ao nível de uma parceria estratégica abrangente”, afirmou Putin, na nota divulgada pelo Kremlin.

    O presidente russo também pediu que fossem transmitidas suas “mais sinceras condolências e apoio aos familiares e amigos do líder supremo, ao governo e a todo o povo do Irã”.

    Razões de Trump para ataque “são infundadas”, considerou a Rússia

    Já no sábado, a Rússia considerou como infundada a justificativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para atacar o Irã em conjunto com Israel.

    “As declarações feitas hoje pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no sentido de que esta operação tinha como objetivo impedir que o Irã adquirisse uma arma nuclear, não são justificadas. São infundadas”, declarou o representante permanente da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia.

    O embaixador russo rejeitou as declarações de Trump sobre o programa nuclear iraniano — que Washington estava negociando com Teerã — e afirmou que o Irã tem declarado “sistematicamente” que não tem planos desse tipo e está “cumprindo suas obrigações” nos termos do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).

    Já o ex-presidente do país e atual secretário-adjunto do Conselho de Segurança, Dmitri Medvedev, afirmou que os Estados Unidos mostraram sua “verdadeira face” e confirmaram que “as negociações com o Irã foram apenas uma farsa”, segundo uma mensagem publicada na plataforma Telegram.

    Israel e Estados Unidos, vale lembrar, lançaram no sábado um ataque militar contra o Irã, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerã respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelenses.

    O presidente norte-americano afirmou que a operação teve como objetivo “eliminar ameaças iminentes” do Irã, enquanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.

    Na madrugada de hoje, um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou, em lágrimas, a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irã, que estava no poder há 36 anos.

    O Irã, por sua vez, decretou um período de luto de 40 dias, bem como sete dias de feriado, pela morte de Khamenei.

    Putin lamenta morte de Ali Khamenei: "Violação cínica de todas as normas"

  • Centenas de navios ficam ancorados no golfo Pérsico após ataques ao Irã

    Centenas de navios ficam ancorados no golfo Pérsico após ataques ao Irã

    Os petroleiros estavam concentrados em águas abertas ao largo das costas de grandes produtores de petróleo do golfo, incluindo Iraque e Arábia Saudita, bem como o Catar, importante no mercado de GNL (gás natural liquefeito), segundo estimativas da Reuters com base em dados de rastreamento de navios da plataforma MarineTraffic.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pelo menos 150 petroleiros, incluindo embarcações de petróleo bruto e de gás natural liquefeito, lançaram âncora em águas abertas para além do estreito de Hormuz –passagem entre o golfo Pérsico e o oceano Índico por onde circula cerca de 20% da oferta global de petróleo.

    Os petroleiros estavam concentrados em águas abertas ao largo das costas de grandes produtores de petróleo do golfo, incluindo Iraque e Arábia Saudita, bem como o Catar, importante no mercado de GNL (gás natural liquefeito), segundo estimativas da Reuters com base em dados de rastreamento de navios da plataforma MarineTraffic.

    O fluxo de embarcações de maior porte pelo estreito de Hormuz, particularmente aquelas que seguem em direção ao golfo, havia caído drasticamente desde o sábado (28), quando ocorreram os ataques.

    Boa parte do petróleo que passa por Hormuz é vendida por países como Arábia Saudita, Emirados Árabes, Irã, Kuwait e Iraque à Ásia, em especial a China, e a países da Europa.

    Duas das maiores transportadoras marítimas do mundo, CMA CGM e Hapag-Lloyd, ordenaram a seus navios que não naveguem pela região. “Todos os navios que se encontram atualmente no golfo Pérsico, ou que se dirigem para o golfo Pérsico, receberam instruções, com efeito imediato, de permanecer em segurança”, declarou a CMA CGM, a terceira maior transportadora marítima do mundo, em comunicado.

    A passagem pelo canal de Suez, que liga o mar Mediterrâneo ao mar Vermelho, “permanece suspensa até novo aviso e os navios serão desviados pelo cabo da Boa Esperança”, no sul da África, o que aumenta o trajeto em muitos milhares de quilômetros, segundo o mesmo comunicado.

    A alemã Hapag-Lloyd congelou o trânsito de suas embarcações pelo estreito.

    As empresas japonesas de transporte marítimo Mitsui OSK Lines e NYK Lines também suspenderam as passagens pelo estreito. “Estamos priorizando a segurança de nossos marinheiros, cargas e navios”, afirmou a Mitsui, acrescentando que vários navios estavam no golfo e no estreito de Hormuz, mas aguardariam por uma passagem segura.

    Várias empresas de transporte, como a dinamarquesa Maersk, já haviam alertado seus clientes na sexta-feira (27) para possíveis atrasos nas entregas, depois que alguns navios foram obrigados a mudar de rumo diante do risco de escalada militar na região.

    Ao longo do sábado, a Força Naval da União Europeia anunciou que a Guarda Revolucionária iraniana advertiu por rádio as embarcações de que a passagem pelo estreito de Hormuz “não estava autorizada”.

    Segundo dados do site especializado MarineTraffic, uma parte dos petroleiros deu meia volta ou parou antes de cruzar o estreito neste sábado.

    As restrições ao tráfego no estreito são consideradas mais preocupantes para o mercado mundial de petróleo do que eventuais impactos de interrupções do fluxo de petróleo iraniano.

    O Irã possui a quarta maior reserva provada de petróleo bruto do mundo, mas anos de sanções e falta de investimentos limitaram suas exportações. O país produziu 3,45 milhões de barris por dia (bpd) em janeiro, segundo a Agência Internacional de Energia –menos de 3% da oferta global no período. Quase toda a produção vai para a China.

    O banco britânico Barclays elevou neste sábado a previsão para o preço futuro do petróleo Brent de US$ 80 para cerca de US$ 100 por barril, após o ataque.

    “Os mercados de petróleo podem ter que enfrentar seus piores temores na segunda-feira. No momento, acreditamos que o Brent pode chegar a US$ 100 (por barril), enquanto o mercado lida com a ameaça de uma potencial interrupção no fornecimento em meio à crescente tensão de segurança no Oriente Médio”, afirmou o banco em um relatório.

    Os preços do petróleo subiram cerca de 2% na sexta-feira (27), com os investidores se preparando para possíveis interrupções no fornecimento. O Brent fechou a US$ 72,48 o barril.

    Centenas de navios ficam ancorados no golfo Pérsico após ataques ao Irã

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Atleta morre esfaqueado pela namorada aos 23 anos

    Atleta morre esfaqueado pela namorada aos 23 anos

    O universo do atletismo foi surpreendido pela morte do velocista jamaicano Kevaughn Goldson, de 23 anos. O jovem foi encontrado sem vida em seu quarto no campus universitário do Missouri, nos Estados Unidos. De acordo com as informações divulgadas, ele teria sido esfaqueado pela namorada, Denita Jackson, que também é atleta. A suspeita é de que o episódio tenha sido motivado por uma suposta infidelidade por parte de Goldson. Jackson foi acusada de homicídio.

    Segundo o relato apresentado pela própria Denita Jackson, ela encontrou o companheiro trancado no quarto junto com a colega de casa. A atleta afirmou que conseguiu abrir a porta, que estava trancada, usando um grampo de cabelo. Ao entrar no cômodo, disse ter visto o namorado deitado na cama com a outra mulher, embora ambos estivessem vestidos.

    A situação teria evoluído para uma discussão intensa. Jackson sustenta que agiu em legítima defesa. De acordo com sua versão, Goldson a chutou na barriga e começou a enforcá-la. Ela afirma que, nesse momento, conseguiu pegar uma faca e o esfaqueou para se proteger. Em seguida, acionou os serviços de emergência.

    Atleta morre esfaqueado pela namorada aos 23 anos

  • Qatar suspende jogos após conflito no Oriente Médio

    Qatar suspende jogos após conflito no Oriente Médio

    O Catar vai receber a Finalíssima entre Argentina e Espanha no próximo dia 27 de março, mas a escalada do conflito no Oriente Médio pode comprometer a realização da partida. A situação envolve uma nova guerra, depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, que respondeu com ataques a bases militares norte-americanas em países vizinhos.

    Essa tensão crescente levou à suspensão da liga de futebol do Catar.

    Neste domingo, o país que sediou a última Copa do Mundo voltou a ser atingido por mísseis em direção a Doha. Ao que tudo indica, o alvo do ataque iraniano era uma base militar dos Estados Unidos localizada no Catar.

    Como consequência, a Federação de Futebol do Catar decidiu suspender o campeonato nacional por tempo indeterminado.

    “Todos os torneios, competições e jogos foram adiados, com efeito a partir de hoje [sábado] e até novo aviso. As novas datas para a retomada das competições serão anunciadas oportunamente pelos canais oficiais da Federação”, informou a entidade em comunicado.

    Embora o mês de março tenha começado neste domingo e o confronto entre Argentina (campeã do mundo) e Espanha (campeã da Europa) esteja marcado apenas para o dia 27, ainda não há certeza de que o conflito no Oriente Médio será resolvido rapidamente, o que coloca todos os cenários em aberto. A suspensão das atividades esportivas no país coloca em dúvida a realização da Finalíssima na data prevista.

    Irã pode desistir da Copa do Mundo de 2026

    A tensão ganha ainda mais relevância porque o Irã é uma das seleções classificadas para a próxima Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Isso levanta questionamentos, especialmente porque os Estados Unidos são um dos países-sede do torneio.

    Esse cenário pode levar o Irã a desistir da participação na Copa de 2026, algo já mencionado pelo presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, que afirmou que é difícil participar do torneio diante da situação atual.

    No entanto, em caso de desistência, a FIFA pode aplicar sanções conforme o regulamento, incluindo multa e até a exclusão do país de competições organizadas pela entidade.

    Vale lembrar que o Irã está no Grupo G da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

    Qatar suspende jogos após conflito no Oriente Médio

  • Chanceler da China afirma que matar o líder de um Estado soberano é inaceitável

    Chanceler da China afirma que matar o líder de um Estado soberano é inaceitável

    Segundo nota do Ministério das Relações Exteriores, Wang declarou que “matar abertamente o líder de um Estado soberano e instigar mudança de regime é inaceitável” e que “tais atos violam o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”.

    VICTORIA DAMASCENO
    PEQUIM, CHINA (CBS NEWS) – O chanceler da China, Wang Yi, afirmou que o assassinato do aiatolá Ali Khamenei na operação conjunta entre Estados Unidos e Israel é “inaceitável”.

    Segundo nota do Ministério das Relações Exteriores, Wang declarou que “matar abertamente o líder de um Estado soberano e instigar mudança de regime é inaceitável” e que “tais atos violam o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”.

    O ministro disse ainda que a China está altamente preocupada com a situação e que se opõe ao uso da força nas relações internacionais.

    A declaração ocorreu durante telefonema com o chanceler russo, Sergei Lavrov, neste domingo (1º). Lavrov, segundo a chancelaria chinesa, afirmou que os ataques militares contra o Irã prejudicam gravemente a estabilidade no Oriente Médio.

    O posicionamento de Pequim em relação ao ataque, iniciado no sábado por meio de uma ofensiva americana e israelense contra o Irã, segue a linha adotada pelo país em outros conflitos. A China pede que as ações militares cessem imediatamente e que sejam retomados o diálogo e as negociações.

    O ataque ocorreu em meio a tratativas dos EUA com o Irã sobre o programa nuclear de Teerã, que o presidente americano, Donald Trump, quer ver completamente desmantelado.

    Ainda neste domingo, a chancelaria orientou que cidadãos chineses deixem o país persa e indicou rotas de saída pelo Azerbaijão, Armênia, Turquia e Iraque.

    A embaixada da China em Israel também aconselhou seus cidadãos no país a se deslocarem o mais rápido possível para áreas seguras ou a deixarem o território em direção ao Egito.

    A China já havia se pronunciado por meio de seu embaixador na ONU, Fu Cong, que condenou os ataques contra o Irã e o uso da força para resolver disputas em discurso no Conselho de Segurança no sábado (28).

    “A soberania, a segurança e a integridade territorial do Irã e de outros países da região devem ser respeitadas”, disse.

    Fu também afirmou considerar “chocante” que a ofensiva tenha ocorrido em meio a negociações diplomáticas entre Washington e Teerã e alertou para o risco de escalada das tensões na região. O embaixador declarou ainda que a China está “profundamente preocupada” com a situação.

    O perfil oficial do Ministério das Relações Exteriores da China no Instagram fez uma publicação afirmando que o assassinato viola “seriamente” a segurança e soberania do Irã, além dos princípios da ONU e as “regras básicas das relações internacionais”.

    Chanceler da China afirma que matar o líder de um Estado soberano é inaceitável

  • Shia LaBeouf é preso novamente em Nova Orleans

    Shia LaBeouf é preso novamente em Nova Orleans

    A nova ordem expedida está ligada ao episódio de 17 de fevereiro, quando durante as celebrações do Mardi Gras ele teria se envolvido em uma briga em um bar de Nova Orleans. A polícia aponta que o caso envolve o relato de uma segunda vítima no mesmo incidente.

    VITÓRIA DE GÓES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ator Shia LaBeouf foi preso novamente em Nova Orleans no sábado (28), após a emissão de uma nova ordem de prisão na sexta-feira. Ele foi encaminhado à prisão do Orleans Parish e permanecia detido, segundo informações da mídia americana.

    A nova ordem expedida está ligada ao episódio de 17 de fevereiro, quando durante as celebrações do Mardi Gras ele teria se envolvido em uma briga em um bar de Nova Orleans. A polícia aponta que o caso envolve o relato de uma segunda vítima no mesmo incidente.
    LaBeouf, de 39 anos, é acusado de duas agressões simples. A investigação cita agressões durante a confusão, com relatos de empurrões e insultos homofóbicos.

    Ainda segundo mídia, há imagens de vídeo mostram o ator trocando ofensas e empurrando um dos homens. Não foram divulgados mais detalhes.

    LaBeouf havia sido liberado da detenção anterior em 26 de fevereiro, após pagar uma fiança de 100 mil dólares e concordar em iniciar um tratamento para abuso de substâncias e a se submeter a testes semanais de drogas.

    Shia LaBeouf é preso novamente em Nova Orleans

  • Zagueiro do Corinthians lamenta eliminação: ‘Que sirva de aprendizado’

    Zagueiro do Corinthians lamenta eliminação: ‘Que sirva de aprendizado’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Gustavo Henrique, zagueiro do Corinthians, afirmou que a eliminação para o Novorizontino no Paulistão tem que servir de aprendizado para o restante da temporada.

    “A gente sabia que eles fizeram uma campanha perfeita na casa deles, ganharam todas as partidas. A gente sabia que ia ficar com a posse e eles com o contra-ataque. Não conseguimos criar chances de gol. Que sirva de aprendizado para a continuação do ano. Temos que aprender com os nossos erros”, disse Gustavo Henrique, em entrevista à Record.

    O Corinthians foi eliminado para o Novorizontino sofrendo um único chute ao gol. Hugo Souza não fez nenhuma defesa em toda a partida.

    A equipe de Dorival Jr foi mais ao ataque após sofre o gol, mas não conseguiu passar pelo goleiro Jordi. Mesmo nos minutos finais, com o Novorizontino todo no campo de defesa, o ataque corintiano não criou boas chances.

    Agora, o Corinthians só volta a campo no dia 11 de março, contra o Coritiba, pelo Brasileirão, na Neo Química Arena.

    Zagueiro do Corinthians lamenta eliminação: ‘Que sirva de aprendizado’

  • Gabi Martins desabafa após fim do namoro: 'Deus sabe de tudo'

    Gabi Martins desabafa após fim do namoro: 'Deus sabe de tudo'

    A ex-BBB e cantora agradeceu o carinho dos fãs e elogiou o ex-namorado. “Tudo bem com vocês? Passando para agradecer todas as mensagens lindas e de carinho que recebemos ontem e hoje. De verdade, muito obrigada. Quero dizer que o Fidelis é uma pessoa maravilhosa.”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Gabi Martins, 28, desabafou nas redes sociais após o fim do seu relacionamento de 6 meses com Matheus Fidelis.

    A ex-BBB e cantora agradeceu o carinho dos fãs e elogiou o ex-namorado. “Tudo bem com vocês? Passando para agradecer todas as mensagens lindas e de carinho que recebemos ontem e hoje. De verdade, muito obrigada. Quero dizer que o Fidelis é uma pessoa maravilhosa.”

    Gabi também falou dos momentos que viveu com o ex e das expectativas para o futuro. “Sou muito grata por tudo o que vivi com ele. Vou sempre enaltecer ele. Foram momentos maravilhosos juntos, de verdade. Deus sabe de tudo. Deus sabe os próximos passos. Vou deixar sempre nas mãos dele.”

    “Mas muito obrigada de verdade por todo carinho e apoio que vocês nos deram”, completou Gabi Martins.

    O ex-casal anunciou o rompimento na última sexta-feira (27).

    Gabi Martins desabafa após fim do namoro: 'Deus sabe de tudo'

  • Mourinho aumenta o tom e diz que afastará Prestianni se culpa por racismo for comprovada

    Mourinho aumenta o tom e diz que afastará Prestianni se culpa por racismo for comprovada

    O técnico José Mourinho voltou a abordar neste domingo o caso envolvendo o argentino Gianluca Prestianni, acusado de racismo por Vinicius Júnior e Kylian Mbappé após o duelo com o Real Madrid. Na véspera do confronto com o Gil Vicente, pelo Campeonato Português, o treinador do Benfica se antecipou às perguntas e adotou um tom firme, mas condicionado à conclusão das investigações.

    Logo na abertura da coletiva, Mourinho deixou clara sua posição pessoal sobre o tema. \”Repudio qualquer tipo de discriminação, preconceito e ignorância. Aconselho também todos a lerem a Declaração Universal dos Direitos do Homem\”, afirmou, antes de reforçar o princípio que, segundo ele, deve nortear qualquer julgamento: a presunção de inocência.

    O treinador insistiu diversas vezes no uso do \”se\” ao tratar da possível responsabilidade do jogador. \”Quero ser imparcial num caso que poderá ser de grande gravidade\”, declarou. Em seguida, foi direto ao falar sobre as consequências internas caso a acusação seja confirmada: \”Se o meu jogador não respeitou estes princípios, que são os meus e do Benfica, a sua carreira com um treinador que se chama Mourinho e num clube como o Benfica chega ao fim\”.

    Ao mesmo tempo, o português criticou a condução do caso pela Uefa, que aplicou uma suspensão preventiva ao atleta. Em tom irônico, afirmou que a entidade \”descobriu o artigo 4206328 como motivo para o suspenderem\” e reclamou da ausência de cautela na comunicação da punição. \”Se o jogador for efetivamente culpado, não vou voltar a olhar para ele como tenho olhado e comigo acabou, mas tenho de meter muitos ‘ses’ à frente\”, completou.

    Mourinho também comentou as declarações de Álvaro Arbeloa, técnico do Real Madrid, que se posicionou publicamente sobre o episódio. \”Eu amo o Álvaro e vou continuar a amar, mas acho que fui quem tomou a decisão correta\”, disse, ao explicar que optou por não \”vestir nem a camisa vermelha, Benfica, ou branca, Real\” enquanto o caso segue sob apuração.

    Por fim, o treinador avaliou a repercussão em torno de Sidny Cabral, jogador do Benfica que trocou camisa com Vinicius Júnior após a partida. Para Mourinho, o gesto não foi condenável, mas poderia ter sido evitado. \”A questão da camisa não acho que seja criticável, seria evitável\”, pontuou.

    Mourinho aumenta o tom e diz que afastará Prestianni se culpa por racismo for comprovada