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  • Major Model Brasil é eleita a melhor agência de modelos do país

    A Major Model Brasil, já conhecida por ser uma das melhores agências de modelos do país foi também a escolhida para receber a premiação de moda ARWUS, que consagra aqueles que mais se destacam no setor da moda nacional.

    A premiação ocorreu em uma cerimônia realizada em São Paulo e contou com a presença de diretores de desfiles, estilistas, celebridades, modelos, maquiadores, além de diretores de televisão e membros representantes do Governo Estadual.

    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais
    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais

    Fundada no início dos anos 2000 em São Paulo, a Major Model Brasil tem à sua frente o renomado booker Ney Alves, responsável por ter lançado e trabalhado na construção da carreira de nomes importantes da moda e da televisão, que vão desde celebridades à top models internacionalmente reconhecidos como: Fernanda Lima, Ana Hickmann, Paolla Oliveira, Reynaldo Gianecchini, Thayla Ayala, Izabel Goulart, Marcio Kiss, Bruno Santos, Raquel Zimmermann… Esta última chegou a ser considerada a modelo número 1 no ranking mundial das top models por 3 anos consecutivos.

    No portifólio da agência Major Brasil, constam trabalhos para marcas de mais alto prestígio e renome do cenário fashion, dentre elas estão as cobiçadas Emporio Armani, Calvin Klein, Balenciaga, Givenchy, Dolce & Gabanna, Prada, Gucci, Chanel, Versace. Apenas algumas das grifes para as quais modelos desta premiada agência tiveram a oportunidade de trabalhar.

    Segundo Ney Alves, o grande diferencial da agência Major Model Brasil é que “todos tem perfil para ser modelo, desde que sejam direcionados para o mercado certo. Se tiver altura para passarela serão trabalhadas no setor, caso contrário, iremos buscar o seu mercado ideal”, dando assim oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no mundo da moda ou da publicidade.

    O Prêmio Arwus, também elegeu  profissionais em outras categorias da moda e serviços à ela associados, por exemplo melhor maquiador, cabeleireiro, estilista, diretor de desfiles, produtor de casting, dentre outras categorias.

    Na categoria “Melhor Agência de Modelos”, a Major Model Brasil competiu com outras duas grandes agências, que apesar de atuarem no mundo da moda e da publicidade por mais de 10 anos,  não obtiveram o mesmo bom desempenho na gestão e desenvolvimento de carreira, principalmente de modelos iniciantes, ponto forte da Major.

     

    Fonte: G1 – Portal de Notícias da Globo

  • O que mais preocupa os bilionários em 2026?

    O que mais preocupa os bilionários em 2026?

    O que os mais ricos do mundo mais temem neste momento.

    Riqueza e influência nem sempre trazem paz de espírito. À medida que avançamos para 2026, os indivíduos mais ricos do mundo enfrentam um conjunto singular de desafios. De acordo com os dados mais recentes da Pesquisa de Bilionários da UBS, os ultrarricos não estão mais focados apenas em aumentar suas fortunas.

    Políticas governamentais, guerras comerciais internacionais e o potencial para conflitos em larga escala são questões importantes que os preocupam. Do aumento do custo de vida devido a novos impostos à natureza imprevisível da política global, essas preocupações refletem um mundo em transição.

    Esta galeria examina os 15 principais medos que atualmente assombram os bilionários, oferecendo um raro vislumbre dos riscos que tiram o sono dos indivíduos mais poderosos do mundo. Ficou curioso? Clique para saber mais.

    O que mais preocupa os bilionários em 2026?

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  • Alckmin elogia suspensão do pagamento de penduricalhos por Flávio Dino

    Alckmin elogia suspensão do pagamento de penduricalhos por Flávio Dino

    Em fala aos sindicalistas ao final de sua palestra, Alckmin exaltou também a democracia e as instituições brasileiras.

    O vice-presidente da Republica e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, elogiou hoje (6) a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino em suspender o pagamento dos chamados “penduricalhos”, benefícios que são concedidos a servidores públicos e que não cumprem o teto remuneratório constitucional, de R$ 46,3 mil. A suspensão vale para os Três Poderes.

    Ao palestrar hoje (6) no Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon), na capital paulista, Alckmin disse ter “ficado feliz” ao abrir os jornais e ter se deparado com essa notícia, que ele considerou “importante para o país”. 

    “O ministro Flávio Dino falou: ‘Vamos acabar com esses penduricalhos de super salário’. Isso é pago com o dinheiro do trabalhador, da dona Maria que mora na favela, do trabalhador do salário mínimo. É ele que paga através dos impostos indiretos. O Brasil é o campeão dos impostos indiretos do mundo. Então, vamos prestigiar essas boas medidas que são importantes para o nosso país”, falou ele, depois de palestrar sobre doença mental no sindicato. 

    Em fala aos sindicalistas ao final de sua palestra, Alckmin exaltou também a democracia e as instituições brasileiras. Segundo ele, as pessoas podem ser mais à direita ou à esquerda, mas o que importa e o que vai diferencia-las, de fato, é o apreço que elas têm pela democracia. “O que diferencia mesmo é quem tem apreço pela democracia e quem não tem apreço pela democracia. Essa é a grande diferença”, falou. 

    “As pessoas passam, as instituições ficam. Se a gente for verificar no mundo, os países que avançaram mais, melhoraram a vida das pessoas e desenvolveram mais, o que fez a diferença foram as boas instituições, a sociedade civil organizada. Não foi o governo”, completou. 

    Alckmin elogia suspensão do pagamento de penduricalhos por Flávio Dino

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  • Pai diz que filho de 5 anos preso pelo ICE tem pesadelos e acorda chorando

    Pai diz que filho de 5 anos preso pelo ICE tem pesadelos e acorda chorando

    Criança não é mais a mesma desde que tudo aconteceu, disse o pai. “Ele me liga quando acorda e diz: ‘Papai, papai’, então eu tenho que ir até ele”, afirmou Adrian em entrevista ao site Noticias Telemundo. Família retornou a Minneapolis no último sábado, depois que um juiz federal ordenou que fossem libertados enquanto aguardam a análise de seus pedidos de asilo.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Adrian Alexander Conejo Arias, pai do pequeno Liam Conejo Arias, de cinco anos, afirmou que o filho acorda chorando durante a noite, aterrorizado com a possibilidade de sua família ser separada novamente. Pai e filho ficaram mais de uma semana detidos pelo ICE.

    Criança não é mais a mesma desde que tudo aconteceu, disse o pai. “Ele me liga quando acorda e diz: ‘Papai, papai’, então eu tenho que ir até ele”, afirmou Adrian em entrevista ao site Noticias Telemundo. Família retornou a Minneapolis no último sábado, depois que um juiz federal ordenou que fossem libertados enquanto aguardam a análise de seus pedidos de asilo.

    Liam está com febre e tosse desde que voltou para casa. Durante o período em que esteve preso junto com o filho, Adrian lembrou que passava grande parte do tempo tentando acalmar Liam. Ele disse que contava histórias para o filho e relembrava momentos felizes de passeios em família.

    Durante a detenção, a criança estava muito assustada e frequentemente perguntava o que tinham feito de errado. O pai não tinha muito o que dizer, por isso, contou ele, que apenas abraçava o filho e dizia que tudo ficaria bem.

    Questionado sobre como explicaria a Liam tudo o que aconteceu, Adrian disse que diria ao filho que ele se tornou um símbolo de esperança e mudança. “Ele foi a figura global que fez tudo isso para que as vozes das pessoas que exigem liberdade fossem ouvidas, especialmente as das crianças que ainda estão presas”, disse. “Eu diria a ele que ele foi muito corajoso e que tenho muito orgulho dele”.

    Família equatoriana foi libertada do Centro Residencial Familiar do Sul do Texas. Eles viajaram mais de 2.300 quilômetros de avião para voltar para casa, em Minneapolis. O caso virou mais um ponto de conflito nas políticas de imigração dos Estados Unidos durante o governo Trump.

    Liam foi detido com o pai, logo após voltar da pré-escola em 20 de janeiro. Ele usava um gorro azul com orelhas de coelho e uma mochila do Homem-Aranha quando foi colocado sob custódia por um agente do ICE -no total, quatro alunos de escolas públicas de Minneapolis foram detidos.

    Outro adulto que vivia com os dois e estava presente no momento da detenção implorou aos agentes para que deixassem a criança ficar, sem sucesso. O relato foi dado por Zena Stenvik, superintendente da rede de Escolas Públicas de Columbia Heights.

    A porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos EUA, afirmou na ocasião da detenção que “o ICE não teve como alvo a criança”. Em comunicado, Tricia McLaughlin afirmou que os agentes estavam atrás do pai do menino e, que durante a prisão, Conejo Arias “fugiu a pé”. “Para a segurança da criança, um dos nossos agentes do ICE permaneceu com o menino”, enquanto os outros apreendiam o seu pai, acrescentou.

    Já a superintendente da rede escolar de Columbia Heights afirmou que a família de Liam segue os parâmetros legais dos EUA e “tem um processo de asilo ativo, sem ordem de deportação”. “Por que deter uma criança de 5 anos?”, questionou Stenvik. “Não me venham dizer que essa criança será classificada como criminosa ou violenta”.

    Pai diz que filho de 5 anos preso pelo ICE tem pesadelos e acorda chorando

  • ‘Cerimônias’ dos Jogos de Inverno tem Rebeca Andrade e estrelas da música

    ‘Cerimônias’ dos Jogos de Inverno tem Rebeca Andrade e estrelas da música

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 tiveram Cerimônias de Abertura -no plural- e contou com apresentações de estrelas da música internacional, como Mariah Carey, Laura Pausini e Andrea Bocelli.

    Houve um evento principal, no estádio San Siro, em Milão, mas com desfiles das delegações dos países também em Cortina d’Ampezzo, Livigno e Predazzo.

    A ginasta Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica do Brasil, foi uma das escolhidas para levar a bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI). Ao todo, oito pessoas levarão a bandeira olímpica no estádio San Siro, sendo quatro delas atletas.

    E O BRASIL?

    O Brasil tem delegação recorde, com 14 atletas. O Time Brasil teve Lucas Pinheiro Braathen, do esqui alpino mundial, e Nicole Silveira, do skeleton, como porta-bandeiras. Lucas desfilou em Milão, enquanto Nicole foi a representante em Cortina – foi acompanhada pela equipe de bobsled.

    TUDO PRONTO!O #TimeBrasil desfila já, já nas diversas bases ao redor da Itália!É a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno #MilanoCortina2026!#InvernoTimeBrasil pic.twitter.com/V05z8ubS77

    ‘TINTA’ NO PALCO
    Tema central foi “harmonia”. Em Milão, a apresentação começou com uma espécie de museu ao vivo, com dançarinos. A atriz italiana Matilda De Angelis participou de um ato inicial e, pouco depois, entraram bonecos representando Giuseppe Verdi, Giacomo Puccini e Gioachino Rossini, três grandes nomes da ópera italiana e que se tornaram o fio condutor da apresentação.

    Com uma alegoria de tintas caindo sobre o palco, personagens representaram a Roma Antiga, a culinária, a moda, a literatura e o Carnaval de Veneza, quesitos italianos famosos ao redor do mundo.
    Mariah Carey foi a primeira apresentação musical do evento, e cantou “Volare – Nel blu dipinto di blu”, canção clássica do país sede e “Nothing is impossible”.

    VALENTINO ROSSI NO BONDE?
    Um dos atos da abertura foi um encontro entre Sergio Mattarella, presidente da Itália, e de Valentino Rossi, que representou o piloto de um bonde.

    O italiano Rossi é um dos grandes pilotos da história do motoGP. Ele foi campeão mundial da categoria em 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2009, e teve ainda mais quatro vices em 2000, 2006, 2014 e 2015.

    LAURA PAUSINI CANTA O HINO
    O hino italiano foi interpretado por Laura Pausini, um dos grandes nomes da música italiana. Ela foi a primeira cantora italiana a ganhar um Grammy Awards. Foi premiada em 2006 com Best Latin Pop Album pelo álbum “Escucha”.


    ‘Cerimônias’ dos Jogos de Inverno tem Rebeca Andrade e estrelas da música

  • Haddad diz que Bolsonaro 'estuprou' contas públicas

    Haddad diz que Bolsonaro 'estuprou' contas públicas

    “[São] Eles que têm que temer discutir economia com a gente, porque eles não tem argumento para defender o que eles fizeram, não tem”, disse, em evento durante as comemorações dos 46 anos do PT, em Salvador (BA).

    FERNANDA BRIGATTI E CATIA SEABRA
    BRASÍLIA, DF E SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) – O ministro Fernando Haddad, da Fazenda, disse nesta sexta-feira (6) que o governo Jair Bolsonaro (PL) promoveu uma “espécie de estupro das contas públicas, uma coisa alucinada.” Para o chefe da equipe econômica de Lula 3, o PT deveria tirar proveito e explicar o que foi herdado da gestão anterior.

    “[São] Eles que têm que temer discutir economia com a gente, porque eles não tem argumento para defender o que eles fizeram, não tem”, disse, em evento durante as comemorações dos 46 anos do PT, em Salvador (BA).
    Na avaliação de Haddad, a estratégia do governo Bolsonaro era deixar uma armadilha que inviabilizasse a gestão Lula, repetindo um argumento que tem defendido em entrevistas, o de que a atual situação fiscal deficitária são consequência de uma “herança maldita” da gestão anterior.

    Ele citou a flexibilização de acesso ao BPC (Benefício de Prestação Continuada), a postergação do pagamento de precatórios, o aumento de repasses ao Fundeb (Fundo de Manutenção da Educação Básica) e o reajuste do Auxílio Brasil (programa depois incorporado ao Bolsa Família), que não estavam no Orçamento.

    O relato de Haddad quanto ao quadro em 2023, quando assumiu a Fazenda, serviu também de ponte para uma defesa da política econômica de sua pasta desde então, que por diversas vezes foi alvo de críticas dentro do PT. Haddad era acusado de promover um “austericídio”.

    Medidas como a PEC da Transição e depois a lei complementar que criou o arcabouço fiscal foram, segundo o ministro da Fazenda, necessárias para evitar a total paralisia do governo ainda no primeiro ano de gestão.

    “Vejo muitas pessoas legitimamente questionando. Estou dizendo que podemos discutir, mas foi o acordo possível para você superar o teto de gastos, que já tinha sido desmoralizado”, afirmou. “E a gente substituiu com um Congresso no qual a gente tem, se tanto, 30% dos votos, e tinha que ter uma votação expressiva, quórum qualificado.”

    Haddad também defendeu medidas que, segundo ele, sequer haviam sido tentadas em governos anteriores, como a volta do voto de desempate no Carf, a tributação de offshores e de fundos familiares fechados. “Eu podia ficar a tarde só falando o que nós aprovamos”, disse. “Não é valentia de minha parte, se não fizesse, a gente chegava até aqui.”

    Questionado sobre a inteção de Lula incluir em sua campanha para este ano uma proposta de tarifa zero no transporte público, Haddad afirmou que o programa precisa ser desenhado com consistência, de modo a não deixar margem para retrocesso.

    Segundo ele, é necessário definir como será o financiamento do programa e que considere questões como a emissão de carbono. “Gosto de fazer as coisas assim, entregar uma coisa que vai ter sustentabilidade, porque aí vira uma conquista da população e a direita não consegue destruir.”

    Outra bandeira prioritária de Lula para este ano, o fim da jornada de trabalho 6×1 foi citada pelo ministro como algo que “não tem impacto fiscal”, e que por isso não exigira o tempo de maturação da proposta da tarifa zero.

    O ministro da Fazenda também defendeu a queda nos juros básicos, a Selic, para menos de 10%. A Selic está em 15% ao ano, e o Copom (Comitê de Política Econômica) indicou que deve dar início a um ciclo de cortes. “Temos que ir para juro de um dígito e nunca mais pensar em juros de dois dígitos no Brasil. Nós podemos crescer, ter um crescimento mínimo garantido.”

    Haddad foi questionado sobre o efeito do Propag (Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados), que poderia agora, em ano eleitoral, ser usado como munição pela oposição. O ministro afirmou que Lula não olha “governador A, B ou C, ele quer saber se vai atender ou não a população daquele estado.”

    Segundo o ministro da Fazenda, o programa partiu de uma decisão política e da constatação de que a situação de alguns estados era insustentável. “Agora, nós acabamos favorecendo os estados não devedores porque a gente incluiu o mecanismo de que uma parte do desconto cria um fundo para partilhar para os estados não devedores.”

    SOLUÇÃO FINAL PARA PENDURICALHOS VIRÁ DO CONGRESSO

    O ministro Fernando Haddad afirmou, ao deixar o congresso do PT, que tem defendido desde o início do governo a elaboração de uma lei para regular verbas indenizatórias e que todos os Poderes precisam se sujeitar às mesmas regras fiscais.

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta semana, em seu segundo dia de trabalho depois do recesso parlamentar, projetos de lei que preveem uma nova gratificação a servidores do Legislativo e que criam uma licença compensatória que permite que o salário dos funcionários das Casas ultrapasse o teto constitucional.

    Haddad afirmou que o conceito da verba indenizatória se perdeu nos últimos anos. O chefe da equipe econômica disse defender, além de uma regra, um teto para esses benefícios.”O deputado Pedro Paulo, por exemplo, apresentou uma proposta de regulação disso na forma de uma PEC, que não foi apreciada”, disse, em referência ao parlamentar do PSD do Rio de Janeiro que é relator da proposta de reforma administrativa.

    “Penso que a solução final para isso virá do Congresso”, afirmou. Haddad também disse considerar que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, está certo em suspender os pagamentos. Na quinta (5), Dino deu 60 dias para que todos os órgãos da administração revisem verbas pagas e suspendam aquelas sem base legal.

    No Planalto, integrantes da equipe do presidente Lula defendem o veto da lei aprovada.

    Haddad diz que Bolsonaro 'estuprou' contas públicas

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  • Não é nada fácil, revela Carol Castro sobre rotina com fibromialgia

    Não é nada fácil, revela Carol Castro sobre rotina com fibromialgia

    Nas redes sociais, ela descreveu o momento como um período de sobrecarga emocional e física. “Não é nada fácil [lidar com as dores]. Tem um remédio para dor crônica que ajuda a diminuir um pouco, mas não trata, é paliativo”, explicou. Segundo a atriz, embora a confirmação médica tenha ocorrido em junho de 2024, os sintomas já a acompanhavam havia mais tempo.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz Carol Castro, 42, revelou detalhes sobre a rotina com fibromialgia, síndrome crônica marcada por dores musculoesqueléticas generalizadas, e contou que tem enfrentado limitações até para tarefas simples do dia a dia. O diagnóstico veio em 2025, em meio às gravações da novela “Garota do Momento”, pouco depois da morte de seu pai.

    Nas redes sociais, ela descreveu o momento como um período de sobrecarga emocional e física. “Não é nada fácil [lidar com as dores]. Tem um remédio para dor crônica que ajuda a diminuir um pouco, mas não trata, é paliativo”, explicou. Segundo a atriz, embora a confirmação médica tenha ocorrido em junho de 2024, os sintomas já a acompanhavam havia mais tempo.

    Carol associa o agravamento do quadro a uma soma de fatores. A despedida do pai e a intensidade da personagem que interpretava na novela, Clarice, teriam contribuído para que a doença “fosse ao ápice”. “Acho que juntou muitas situações de vida e de emoção. A crise está rolando”, disse.

    A atriz também respondeu a perguntas sobre mudanças no corpo após o início do tratamento. Ela confirmou o ganho de peso e relatou inchaço como efeito colateral da medicação. “Incha bastante o corpo. E não estou conseguindo fazer os exercícios que ajudam muito”, contou.

    Carol apontou como contraditória a necessidade de manter atividade física -recomendada para aliviar sintomas e controlar o peso- quando as dores se espalham por cabeça, ombros, joelhos e pés. Em cartaz no teatro e com uma agenda de gravações, ela diz que muitas vezes falta energia até para uma caminhada.

    Apesar das dificuldades, a atriz afirma que tenta não interromper a rotina. “Nem sei como faço, só sigo. Tem um lugar de se acostumar com a dor. Acho que normalizei por um tempo e depois você infelizmente se acostuma. Tem que seguir, viver, continuar”, relatou. “É muita força de vontade que nem sei de onde vem. Deus ajuda. E trabalhar com o que amo me alimenta. A arte cura e é especial.”

    Não é nada fácil, revela Carol Castro sobre rotina com fibromialgia

  • Gravar na Amazônia tira da zona de conforto, diz Giovanna Antonelli sobre 'Rio de Sangue'

    Gravar na Amazônia tira da zona de conforto, diz Giovanna Antonelli sobre 'Rio de Sangue'

    No longa, Antonelli vive uma policial marcada por um fracasso profissional e afastada da corporação após uma operação malsucedida.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Filmar em meio à floresta amazônica foi decisivo para moldar o tom e as personagens de “Rio de Sangue”, novo thriller nacional estrelado por Giovanna Antonelli e Alice Wegmann.

    No longa, Antonelli vive uma policial marcada por um fracasso profissional e afastada da corporação após uma operação malsucedida. Jurada de morte pelo narcotráfico, ela deixa São Paulo e tenta reconstruir a relação com a filha, Luiza, interpretada por Wegmann, em Santarém. Ambientado no Pará, o longa usa o cenário não apenas como pano de fundo, mas como força dramática que empurra suas protagonistas ao limite.

    O que deveria ser um recomeço ganha contornos de pesadelo quando a jovem, médica ligada a uma ONG que atua junto a povos indígenas no Alto Tapajós, é sequestrada durante uma missão humanitária.

    Para Giovanna Antonelli, a força da personagem está justamente na contradição. Patrícia, sua personagem, não surge como uma heroína clássica. “Ela começa ferida. A culpa e o medo não são obstáculos, são a forma como ela reage ao mundo”, afirma a atriz. Segundo ela, o desafio foi construir uma mulher que tenta se reorganizar internamente enquanto tudo ao redor desmorona.

    A Amazônia, nesse sentido, intensifica o conflito. “Filmar lá tira da zona de conforto. O calor, o limite físico, a vulnerabilidade. É exatamente o estado interno da Patrícia”, diz Antonelli. “É um teste constante, porque ela precisa agir com o que tem, não com o que gostaria de ter.”

    Ao longo da narrativa, a personagem se distancia gradualmente do papel institucional de policial e passa a agir movida apenas pelo instinto materno.

    “Chega uma hora em que o protocolo deixa de fazer sentido. Ela não abandona quem é, mas passa a agir totalmente pela urgência”, explica. Para a atriz, Patrícia se diferencia de outras mulheres fortes que já interpretou justamente por não sustentar a força o tempo todo. “Ela erra, hesita, cansa. Vence porque insiste, mesmo quando não tem mais controle da situação.”

    Alice Wegmann interpreta Luiza, médica humanitária que escolheu atuar em regiões de risco. A atriz conta que se sentiu atraída pela entrega da personagem e pelo cenário do filme. “Não existe profissão mais bonita. Ela se doa, se coloca em risco em prol de algo muito maior: a floresta, os indígenas, a vida naquele lugar”, diz. O convite para rodar no Pará, segundo ela, foi decisivo para aceitar o papel.

    Mesmo sequestrada, Luiza não é retratada apenas como vítima. Wegmann destaca a resistência emocional da personagem, construída a partir da relação com a mãe. “Essa força vem da mãe, quase da natureza dela. Ela viu a mãe enfrentar situações perigosas a vida inteira e aprende a enfrentar também, do jeito dela, mais pacífico.”

    A relação da dupla é o motor emocional do filme e se refletiu fora de cena. “Foi facílimo construir esse vínculo com a Giovanna. Ela é divertida, alto astral, levanta todo mundo. Contamina o set”, conta Wegmann. A preparação incluiu ainda workshops médicos e pesquisas sobre ativistas que atuaram na região amazônica, como Dorothy Stang e Chico Mendes.

    Dirigido por Gustavo Bonafé (“Insânia”), “Rio de Sangue” dialoga com temas atuais como narcotráfico, garimpo ilegal e violência na Amazônia. Para Antonelli, o filme convida à inquietação. “Esses conflitos não são abstratos, atravessam vidas reais”, afirma.

    Wegmann concorda e ressalta que o longa vai além do entretenimento. “Tem ‘tiro, porrada e bomba’, mas fala do nosso bem mais precioso, que é a floresta Amazônica.”, diz. “É um filme do qual eu me orgulho muito.”

    Com elenco que inclui Felipe Simas, Antônio Calloni, Sérgio Menezes, Fidélis Baniwa e Ravel Andrade, “Rio de Sangue” chega aos cinemas em 16 de abril.

    Gravar na Amazônia tira da zona de conforto, diz Giovanna Antonelli sobre 'Rio de Sangue'

  • Lula diz que vive 'melhor momento' político da Presidência e da relação com parlamentares

    Lula diz que vive 'melhor momento' político da Presidência e da relação com parlamentares

    “Eu vivo meu melhor momento do ponto de vista político, do exercício da minha Presidência, da minha relação com os companheiros parlamentares de todos os partidos políticos. Não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser, seja de graça, porque não vou pagar para ser meu inimigo\”, afirmou o presidente durante entrega de ambulâncias e equipamentos do Novo PAC Saúde em Salvador (BA).

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vive o seu “melhor momento do ponto de vista político”, além de também se sentir melhor fisicamente em relação a mais de 20 anos atrás, quando foi eleito presidente da República. Lula afirmou que também é o melhor momento de relação com os parlamentares.

    “Eu vivo meu melhor momento do ponto de vista político, do exercício da minha Presidência, da minha relação com os companheiros parlamentares de todos os partidos políticos. Não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser, seja de graça, porque não vou pagar para ser meu inimigo\”, afirmou o presidente durante entrega de ambulâncias e equipamentos do Novo PAC Saúde em Salvador (BA).

    Tenho 80 anos, hoje estou melhor fisicamente do que quando fui eleito presidente em 2003. Naquele tempo, andava na esteira a 4km/h cansando e bufando. Hoje, com 80 anos, ando a 6km/h, com 5º de inclinação, faço musculação porque determinei que vou viver até os 120 anos”, afirmou.

    Em seu discurso na cerimônia desta sexta-feira, 6, Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral deste ano a seu favor. Repetiu que será uma eleição da “verdade contra a mentira” e “do bem contra o mal”.

    “Este ano não é um ano de eleição. É o ano da verdade. É o ano em que a gente vai ter que provar que a verdade e o bem pode vencer o mal e a mentira. Cabe a vocês prefeitos, vereadores, dirigentes sindicais, mulheres e homens deste País não permitir que haja uma prevalência da mentira. Não é possível conviver com a quantidade de mentiras que essas pessoas falam todos os dias”, declarou.

    Lula disse que sua campanha será focada em fazer “comparação em cada área, tudo o que aconteceu no País depois do impeachment, três anos de (Michel Temer) e quatro da coisa que governou este País (Jair Bolsonaro)”.

    “Quero fazer comparação de qual foi o presidente que mais teve relação com prefeitos na história. Nunca perguntei para um prefeito que partido ele é. Isso não me interessa, o que me interessa é se a cidade dele está precisando, se tem um projeto bom”, declarou.

    Lula diz que vive 'melhor momento' político da Presidência e da relação com parlamentares

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  • Justiça dos EUA marca julgamento de Luigi Mangione por assassinato de CEO

    Justiça dos EUA marca julgamento de Luigi Mangione por assassinato de CEO

    Mangione será julgado por homicídio no estado de Nova York. Ao sair do tribunal hoje, Mangione disse: “Um mais um é igual a dois. Isso é dupla punição, segundo qualquer julgamento de bom senso”. Ele se declarou inocente de todas as acusações e enfrenta a possibilidade de prisão perpétua se for condenado pelas acusações.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O julgamento de Luigi Mangione, 27, acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthcare, será realizado no dia 8 de junho deste ano, segundo informou o tribunal estadual de Nova York nesta sexta-feira (6).

    Mangione será julgado por homicídio no estado de Nova York. Ao sair do tribunal hoje, Mangione disse: “Um mais um é igual a dois. Isso é dupla punição, segundo qualquer julgamento de bom senso”. Ele se declarou inocente de todas as acusações e enfrenta a possibilidade de prisão perpétua se for condenado pelas acusações.

    Justiça de Nova York marcou julgamento hoje durante audiência. Mangione participou acompanhado de seus advogados. O juiz da Suprema Corte do estado de Nova York, Gregory Carro, proferiu a decisão de realizar o julgamento estadual apesar dos apelos dos advogados de defesa de que não estavam preparados e que tinham um julgamento federal pendente, marcado para começar em abril. Carro, no entanto, disse aos advogados de Mangione para se prepararem para o julgamento estadual em junho.

    A data de início do julgamento, 8 de junho, é quase um mês anterior à data de 1º de julho solicitada pelos promotores. “Luigi Mangione está sendo colocado em uma posição terrível com dois processos diferentes. Não é da sua alçada atuar neste caso em meio a um processo federal que já está marcado para julgamento”, disse a advogada de defesa Karen Agnifilo.

    Luigi Mangione é acusado de assassinar Brian Thompson, 50, CEO da UnitedHealthCare, em 4 de dezembro de 2024. Ele foi preso cinco dias depois, na Pensilvânia.

    CEO estava em frente ao hotel Hilton de Midtown, onde uma conferência de investidores era realizada. Ele faria uma apresentação no evento, mas foi atingido pouco antes das 7h (9h, no horário de Brasília).

    Policiais tentaram reanimar Thompson e o levaram a um hospital, onde a morte foi confirmada. “Estamos profundamente tristes e chocados com o falecimento de nosso querido amigo e colega Brian Thompson, diretor-executivo da UnitedHealthcare”, disse a empresa em comunicado.

    Polícia acredita que o crime tivesse sido motivado por uma “fúria” de Luigi com a indústria de planos de saúde americana. Um manifesto que teria sido escrito por ele chamava os responsáveis pelos planos de “parasitas” e as balas usadas no crime tinham os termos “negar” e “atrasar”, em referência a táticas usadas pelas companhias para evitar pagar valores aos assegurados.

    Mesmo preso, Mangione conquistou seguidores como uma forma de protesto contra o sistema de planos de saúde nos EUA. Apoiadores, principalmente mulheres, têm marcado presença em sessões do judiciário sobre o caso. Alguns dos apoiadores trajam camisas com os dizeres “Libertem Luigi” ou levam placas em protesto.

    UnitedHealth Group faturou 100 bilhões de dólares no terceiro trimestre de 2024. A UnitedHealthcare, administrada pela vítima, é um braço da companhia que administra produtos de saúde, como Medicare e Medicaid, para pessoas idosas e de baixa renda, financiados pelos orçamentos estatais.

    Justiça dos EUA marca julgamento de Luigi Mangione por assassinato de CEO

  • PF diz que Bolsonaro deve receber cuidados na Papudinha e não precisa ser transferido a hospital

    PF diz que Bolsonaro deve receber cuidados na Papudinha e não precisa ser transferido a hospital

    O laudo elaborado pela Polícia Federal a pedido do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), conclui que Bolsonaro apresenta doenças crônicas sob controle e recomenda otimizar tratamentos e medidas preventivas por causa do risco de complicações.

    CAROLINA LINHARES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Uma perícia médica a respeito da saúde de Jair Bolsonaro (PL) indica que o ex-presidente necessita de cuidados especiais na Papudinha, onde cumpre pena, e apresenta risco de queda, mas sem necessidade de transferência para um hospital.

    O laudo elaborado pela Polícia Federal a pedido do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), conclui que Bolsonaro apresenta doenças crônicas sob controle e recomenda otimizar tratamentos e medidas preventivas por causa do risco de complicações.

    Moraes pediu que a defesa do ex-presidente e a Procuradoria-Geral da República se manifestem sobre a perícia.

    A expectativa de bolsonaristas é a de que o laudo reforce o pleito da defesa para que o ex-presidente seja transferido para a prisão domiciliar.

    As perguntas respondidas no laudo buscam determinar o quadro de Bolsonaro, suas necessidades e se ele precisaria ficar preso hospital penitenciário, o que foi descartado pelos médicos. Moraes havia barrado perguntas com referência à prisão domiciliar.

    Em janeiro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) conversou com Moraes e perguntou ao ministro se ele não poderia conceder a Bolsonaro o mesmo benefício dado por ele ao ex-presidente Fernando Collor em maio do ano passado -prisão domiciliar humanitária. Moraes respondeu que Collor foi diagnosticado com Parkinson e tem risco de queda.

    O laudo da PF aponta que há risco de que Bolsonaro sofra nova queda, especialmente se não houver vigilância contínua. “[Bolsonaro] apresenta sinais e sintomas neurológicos que aumentam o risco potencial de novos episódios de queda, necessitando de investigação diagnóstica”, diz.

    Bolsonaro sofreu uma queda e bateu a cabeça no início de janeiro, quando estava preso na superintendência da Polícia Federal em Brasília. Depois disso e da conversa com Michelle, Moraes transferiu o ex-presidente para uma cela mais espaçosa, na Papudinha.

    A visita dos médicos a Bolsonaro na Papudinha, como é conhecido o 19º Batalhão da Polícia Militar em Brasília, localizado no complexo do presídio da Papuda, ocorreu no último dia 20. Eles entrevistaram e examinaram o ex-presidente, verificaram resultados de exames anteriores e inspecionaram as condições do local. A principal queixa de Bolsonaro foi o soluço constante.

    Os médicos da PF levantam a hipótese de que o uso combinado de certos medicamentos apresenta relação com o risco de queda.

    “O uso concomitante especialmente de medicamentos que atuam no sistema nervoso central e cardiovascular cria, portanto, um cenário farmacológico de risco, no qual os possíveis efeitos adversos -sedação, letargia, tontura, lentificação psicomotora e hipotensão postural- apresentam relação com o risco de queda”, afirma o laudo.

    Bolsonaro relatou aos médicos ter sensação de tontura ao mudar de posição e disse que, ao caminhar, precisa se manter concentrado para evitar desequilibrar ou precisa do apoio de outras pessoas.
    Os médicos dizem que é “inegável a presença de comorbidades crônicas”, como hipertensão, obesidade clínica, refluxo e apneia (pausa na respiração) obstrutiva do sono grave.

    O laudo recomenda uma maior investigação do quadro neurológico do ex-presidente. Enquanto isso, lista cuidados especiais como instalar grades de apoio nos corredores e no box de banho, instalar campainhas de emergência e equipamentos de monitoramento em tempo real na cela, seguir dieta prescrita por nutricionista, além de praticar atividade física e fisioterapia.

    Atualmente, Bolsonaro tem uma campainha de emergência próxima à cama e barras de apoio também na lateral da cama e ao lado do vaso sanitário. Ele também faz fisioterapia e acupuntura.
    A Papudinha não tem um ambulatório -o mais próximo fica na Papuda, a três quilômetros. Mas Bolsonaro tem especialmente dedicados a ele um médico e uma unidade do Samu durante 24 horas.

    Os médicos, porém, criticaram sua alimentação. Bolsonaro toma apenas o café da manhã servido na Papudinha, que tem pão com manteiga e achocolatado. As demais refeições são trazidas por familiares -Michelle costuma postar a preparação de marmitas para o marido, com recados escritos por ela na tampa.

    O ex-presidente disse que as marmitas têm “arroz, feijão, uma proteína (carne ou frango) e salada de alface e tomate”.

    “Atualmente, o periciado [Bolsonaro] tem uma dieta pobre em frutas, verduras e hortaliças, além de consumir, com frequência, alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares refinados, como biscoitos e bolos, além de não haver nenhum fármaco prescrito para o tratamento da obesidade”, diz o laudo.

    O documento descreve ainda a rotina de Bolsonaro, que costuma ir dormir por volta de 22h, acordar em torno de 5h e se levantar às 8h. De manhã, o ex-presidente diz tomar banho, fazer a barba e ler livros. Durante a tarde, ele descansa 20 minutos depois do almoço, assiste a programas esportivos na TV e conversa com o policial de plantão. Suas caminhadas diárias ocorrem no fim da tarde.

    A respeito do soluço, Bolsonaro disse que não encontrou ainda solução definitiva e que o remédio atual causa fadiga e “redução da disposição para leitura ou outras atividades”. Ele relatou ainda que as cirurgias feitas em dezembro para amenizar as crises “surtiram pouco efeito”. Durante a visita dos médicos, porém, Bolsonaro não teve soluços.

    Bolsonaro disse ainda que seu sono havia melhorado desde que começou a usar em janeiro o aparelho CPAP, uma espécie de máscara para respiração. Em relação a Papudinha, Bolsonaro afirmou ter mais espaço do que na PF e não se incomodar com barulhos.

    Os médicos afirmam que não ficou comprovado que Bolsonaro tenha depressão. O ex-presidente relatou que procura se manter equilibrado e que se preocupa com Michelle, sua filha Laura e sua enteada.

    PF diz que Bolsonaro deve receber cuidados na Papudinha e não precisa ser transferido a hospital

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