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  • Major Model Brasil é eleita a melhor agência de modelos do país

    A Major Model Brasil, já conhecida por ser uma das melhores agências de modelos do país foi também a escolhida para receber a premiação de moda ARWUS, que consagra aqueles que mais se destacam no setor da moda nacional.

    A premiação ocorreu em uma cerimônia realizada em São Paulo e contou com a presença de diretores de desfiles, estilistas, celebridades, modelos, maquiadores, além de diretores de televisão e membros representantes do Governo Estadual.

    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais
    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais

    Fundada no início dos anos 2000 em São Paulo, a Major Model Brasil tem à sua frente o renomado booker Ney Alves, responsável por ter lançado e trabalhado na construção da carreira de nomes importantes da moda e da televisão, que vão desde celebridades à top models internacionalmente reconhecidos como: Fernanda Lima, Ana Hickmann, Paolla Oliveira, Reynaldo Gianecchini, Thayla Ayala, Izabel Goulart, Marcio Kiss, Bruno Santos, Raquel Zimmermann… Esta última chegou a ser considerada a modelo número 1 no ranking mundial das top models por 3 anos consecutivos.

    No portifólio da agência Major Brasil, constam trabalhos para marcas de mais alto prestígio e renome do cenário fashion, dentre elas estão as cobiçadas Emporio Armani, Calvin Klein, Balenciaga, Givenchy, Dolce & Gabanna, Prada, Gucci, Chanel, Versace. Apenas algumas das grifes para as quais modelos desta premiada agência tiveram a oportunidade de trabalhar.

    Segundo Ney Alves, o grande diferencial da agência Major Model Brasil é que “todos tem perfil para ser modelo, desde que sejam direcionados para o mercado certo. Se tiver altura para passarela serão trabalhadas no setor, caso contrário, iremos buscar o seu mercado ideal”, dando assim oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no mundo da moda ou da publicidade.

    O Prêmio Arwus, também elegeu  profissionais em outras categorias da moda e serviços à ela associados, por exemplo melhor maquiador, cabeleireiro, estilista, diretor de desfiles, produtor de casting, dentre outras categorias.

    Na categoria “Melhor Agência de Modelos”, a Major Model Brasil competiu com outras duas grandes agências, que apesar de atuarem no mundo da moda e da publicidade por mais de 10 anos,  não obtiveram o mesmo bom desempenho na gestão e desenvolvimento de carreira, principalmente de modelos iniciantes, ponto forte da Major.

     

    Fonte: G1 – Portal de Notícias da Globo

  • Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

    Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

    Levantamento foi feito com base em dados coletados em mais de 120 países; inteligência artificial ainda pode afetar financiamento público

    O relatório Re|thinking Policies for Creativity (Repensando as Políticas para a Criatividade) da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) sobre o futuro das políticas de criatividade estima que haverá quedas significativas de receitas para criadores de música e de audiovisual até 2028, em decorrência do aumento de produção de conteúdos por inteligência artificial (IA).

    O levantamento foi feito com base em dados coletados em mais de 120 países. De acordo com a Unesco, além de representar uma ameaça à liberdade artística, o quadro apurado afetará também o financiamento público, contribuindo para fragilizar as indústrias culturais e criativas.

    Segundo o relatório, as receitas digitais passaram a representar 35% do rendimento dos criadores, contra 17% registrados em 2018, o que reflete uma mudança estrutural no modelo econômico das indústrias criativas. 

    O crescimento é acompanhado de maior precariedade e por uma exposição mais elevada a violações de propriedade intelectual. Até 2028, a expansão de conteúdos produzidos por IA generativa poderá provocar perdas globais de receitas de até 24% para criadores de música e 21% para o setor audiovisual, diz o estudo.

    O diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, destacou que o relatório levanta a necessidade de “renovar e fortalecer o apoio àqueles que estão engajados na criação artística e cultural em um contexto em que a IA e as transformações digitais estão redefinindo as indústrias criativas”.

    Diferenças

    Do total de países que responderam à pesquisa, 85% disseram incluir as indústrias culturais e criativas nos seus planos nacionais de desenvolvimento. Porém, apenas 56% definiram objetivos culturais específicos. De acordo com a Unesco, isso evidencia uma diferença entre compromissos gerais e ações concretas.

    A Unesco mostra que o comércio global de bens culturais atingiu US$ 254 bilhões em 2023 e que 46% das exportações têm origem em países em desenvolvimento. O que ocorre é que esses países representam pouco mais de 20% do comércio global de serviços culturais, revelando desequilíbrio crescente à medida que o mercado muda para formatos digitais.

    O relatório diz que o financiamento público direto para a cultura continua reduzido, abaixo de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) global, e com tendência de queda.

    A transformação digital aumentou o acesso a ferramentas e audiências, mas também intensificou desigualdades e aumentou a instabilidade financeira de criadores e profissionais do setor cultural.

    O estudo da Unesco observa que as competências digitais essenciais estão presentes em 67% da população dos países desenvolvidos, enquanto somente 28% dos países em desenvolvimento possuem essas competências, o que reforça a divisão Norte–Sul.

    O documento chama ainda a atenção para a concentração de mercado em poucas plataformas de streaming e para a pouca relevância de sistemas de curadoria de conteúdos, o que dificulta a visibilidade de criadores menos conhecidos. Apenas 48% dos países afirmaram estar desenvolvendo estatísticas para acompanhar o consumo cultural digital, o que limita respostas políticas eficazes.

    A Unesco destaca ainda os obstáculos colocados para a mobilidade artística internacional. Os dados evidenciam que 96% dos países desenvolvidos apoiam a mobilidade artística para o exterior, mas apenas 38% facilitam a entrada de artistas provenientes de países em desenvolvimento.

    Na avaliação da Unesco, a assimetria restringe oportunidades e dificulta a circulação internacional de criadores, sobretudo de regiões com menos acesso a financiamento e estruturas de apoio. O relatório indica que apenas 61% dos países possuem organismos independentes para supervisionar essa área.

    Gêneros

    Em termos de igualdade de gêneros, a Unesco identificou simultaneamente avanços e disparidades significativos nas indústrias culturais e criativas. Por exemplo, a liderança feminina em instituições culturais nacionais aumentou globalmente, passando de 31% em 2017 para 46% em 2024.

    No que se refere à distribuição, persiste a desigualdade: enquanto as mulheres ocupam 64% de cargos de liderança em países desenvolvidos, nos países em desenvolvimento esse número cai para 30%. Muitos países insistem em posicionar as mulheres sobretudo como consumidoras de cultura e não como criadoras e líderes desse setor.

    O relatório de 2026 é a quarta parte da série que supervisiona a implementação da Convenção da Unesco de 2005, sobre a proteção e promoção da diversidade de expressões culturais. O documento foi publicado com apoio do governo da Suécia e da Agência Sueca para a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.

    Os estados partes na Convenção de 2005 adotaram mais de 8.100 políticas e medidas culturais para reforçar o papel das indústrias culturais e criativas no desenvolvimento sustentável.

    Através do Fundo Internacional para a Diversidade Cultural (FIDC), a Unesco contabiliza 164 projetos apoiados nas áreas de cinema, artes cênicas, artes visuais e artes de mídia, bem como em design, música e publicação em 76 países do sul global. 

    Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

  • Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado

    Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado

    “Se o crime organizado é nacional, como é que a Polícia Civil de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou da Bahia vai ter condições de fazer o combate no Brasil todo?”, disse Boulos

    O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública como necessária ao enfrentamento do crime organizado. A declaração foi feita na estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    Segundo o ministro, a proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional, em abril do ano passado, dá condições de trabalho à Polícia Federal e a outras instituições de segurança pública que atuam em todo o território nacional para combaterem o crime onde a Constituição Federal prevê hoje ser atribuição dos estados.

    “Se o crime organizado é nacional, como é que a Polícia Civil de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou da Bahia vai ter condições de fazer o combate no Brasil todo? Vai fazer no seu território”, defende. 

    Na avaliação do ministro, a PEC tem condições de ser aprovada no Congresso Nacional e terá mais efetividade a uma possível ajuda do governo dos Estados Unidos para enfrentar o crime organizado no Brasil.  “A preocupação do Trump não é com o crime organizado. Ele quer fazer da América Latina um quintal”, destacou o ministro.

    Estados Unidos

    A parceria entre Brasil e Estados Unidos é um dos assuntos que devem pautar uma conversar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevista para o mês de março com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Boulos defendeu que essa cooperação comece na investigação e prisão de criminosos que se escondem nos Estados Unidos ao serem investigados pela Polícia Federal brasileira. Sem citar o nome do dono da Refinaria de Manguinhos, controlada pelo grupo Refit, o empresário Ricardo Magro, Boulos fez menção à investigação de um esquema de sonegação fiscal de aproximadamente R$ 26 bilhões.

    De acordo com o ministro, se o interesse do presidente do Estados Unidos não for pelas riquezas como petróleo, minerais críticos e terras raras dos países da América do Sul, que ele inicie colaborando com o Brasil na deportação desses investigados.

    “Comece prendendo quem está em mansão em Miami – livre, leve e solto nos Estados Unidos –  e já foi pego pela Justiça brasileira por estar na cabeça do crime organizado no esquema dos combustíveis, no caso da refinaria do Rio de Janeiro”.

    Master

    Para Boulos, é importante esclarecer que o governo federal tem se empenhado a investigar crimes no Brasil, inclusive quando fortalece a Controladora-Geral da União para apurar casos que envolvam pessoas indicadas pelo próprio governo, como no caso da investigação das fraudes do INSS.

    Segundo o ministro, embora o esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões tenha tido início em 2020, antes do atual governo, o fato não impediu que indicados políticos fossem investigados. 

    Boulos defendeu um debate saudável sobre segurança pública no Brasil que seja comprometido com a transparência e não contra as instituições. O ministro lembrou que, embora haja críticas ao Supremo Tribunal Federal sobre a condução do Banco Master, é importante lembrar o papel da instituição na manutenção da democracia brasileira.

    Por outro lado, ele afirma que isso não quer dizer que o Supremo Tribunal Federal esteja acima do bem e do mal.

    “Ninguém está acima da crítica, nenhuma instituição está acima da crítica. Agora uma coisa é você poder criticar – como criticar o Toffoli no caso do Master, ou qualquer outro. Isso é parte de uma democracia saudável. Outra coisa é você querer fechar o Supremo ou fazer plano para matar um ministro do Supremo”, criticou.

    Boulos defende PEC da Segurança para enfrentar crime organizado

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  • Homem morto em residência presidencial era de família pró-Trump, diz jornal

    Homem morto em residência presidencial era de família pró-Trump, diz jornal

    Austin Tucker Martin, 21, era um recém-formado no ensino médio e tinha uma empresa de arte especializada em desenhos feitos à mão

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O jovem que foi morto ontem após entrar no terreno da residência do presidente Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida, era de uma família de apoiadores do republicano, segundo revelou o New York Times.

    Austin Tucker Martin, 21, era um recém-formado no ensino médio. A reportagem do jornal americano apurou com colegas de classe que ele sonhava em ingressar na Força Aérea dos EUA, com a intenção de combinar seus interesses por aviões, engenharia e mecânica.

    O suspeito tinha uma empresa de arte especializada em desenhos feitos à mão. No site consultado pelo UOL, em que também aparece o nome do jovem, a Fresh Sky Illustrations diz fazer obras emolduradas com cenas de campos de golfe, “combinando a estética do ar livre ensolarado com a estética digital dos anos 2000”.

    “Ele vem de uma família muito pró-Trump e se encaixava nessa narrativa”, falou uma amiga. Clarice Bonillo, 21, disse, no entanto, que ele não se esforçava para criticar ninguém da esquerda, nem para iniciar discussões ou algo do tipo. “Ele tinha sua opinião e, na maioria das vezes, a guardava para si mesmo.”

    O jovem era um eleitor registrado, mas não filiado a nenhum partido. A informação foi revelada pela imprensa dos EUA após consulta em registros eleitorais do estado. Por outro lado, algumas pessoas próximas disseram que Austin expressava opiniões conservadoras às vezes.

    Grupo de colegas descreveu Austin como inteligente, gentil, prestativo e comunicativo. Dustin Rollins, 20, disse que ao Times que o jovem era “provavelmente uma das pessoas mais bondosas que eu já conheci”. “Nenhum de nós acredita que ele tenha sido um garoto terrível. Todos nós o amamos”, acrescentou.

    O garoto teria se tornado mais recluso e ansioso após a morte da irmã. Em 2023, Caitlin Renea Martin morreu aos 21 anos em um acidente de carro. Rollins relatou que Austin era muito ligado à família, especialmente aos irmãos.

    Familiares passaram o final de semana anunciando o desaparecimento dele nas redes sociais, antes de saberem de sua morte. “Meu sobrinho Austin Tucker Martin está desaparecido. Ele deixou sua casa às 13h ontem e não fez mais contato. Isso não é típico dele”, compartilhou Chrissie Fields no Facebook.

    Caso ocorreu por volta das 1h30 no horário do leste dos EUA (3h30 no horário de Brasília) de ontem. O Serviço Secreto informou que o homem foi visto perto do portão norte com o que parecia ser uma espingarda e um galão de combustível.

    Trump e sua família não estavam no local no momento do crime. De acordo com sua agenda pública, o presidente dos EUA está na Casa Branca neste fim de semana. Nenhum agente do Serviço Secreto se feriu.

    A segurança ordenou que o homem largasse a arma e o galão, segundo o xerife do Condado de Palm Beach, Ric Bradshaw. Em seguida, o suspeito teria erguido a espingarda até a posição de tiro, quando os oficiais dispararam para “neutralizar a ameaça”.

    O xerife disse que não sabe quantos tiros foram disparados contra o suspeito. Ele também afirmou não saber se a arma do homem estava carregada, e que isso será investigado. O crime ocorre menos de uma semana depois da prisão de um jovem de 18 anos que correu em direção ao Capitólio dos EUA com uma espingarda.

    Polícia pediu ajuda de moradores que tenham imagens de câmeras de monitoramento. O porta-voz do FBI, Brett Skiles, destacou que a área onde ocorreu o tiroteio estava sob proteção do Serviço Secreto e que o FBI está coletando evidências. Ele pediu a todos os moradores da região que verifiquem suas câmeras de segurança externas em busca de qualquer detalhe e que, caso encontrem, entrem em contato com o Gabinete do Xerife de West Palm Beach.

    Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, afirmou que o Serviço Secreto agiu com rapidez. “As forças de segurança federais trabalham 24 horas por dia, 7 dias por semana, para manter nosso país seguro e proteger todos os americanos”, publicou no X. Pam Bondi, procuradora-geral dos Estados Unidos, declarou que está em contato com o presidente Trump e com os agentes federais.

    Homem morto em residência presidencial era de família pró-Trump, diz jornal

  • Azul terá acordo de compartilhamento de voos com American Airlines e descarta fusão com Gol

    Azul terá acordo de compartilhamento de voos com American Airlines e descarta fusão com Gol

    Companhia aérea anunciou na sexta (20) que saiu do Chapter 11 (recuperação judicial); empresa prevê receber US$ 200 milhões de investimentos da American Airlines e da United Airlines

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O CEO da Azul, John Rodgerson, disse nesta segunda-feira (23) que a companhia aérea terá um acordo de codeshare (compartilhamento de voos) com a American Airlines, que se comprometeu a fazer um investimento de US$ 100 milhões na empresa brasileira.

    O aporte faz parte do processo de saída da Azul do Chapter 11 (equivalente à recuperação judicial). O acordo de codeshare precisará de aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), segundo Rodgerson.

    A Azul informou na sexta-feira (20) que concluiu a recuperação judicial nos Estados Unidos, iniciada em maio de 2025 para tentar reorganizar dívidas.

    O codeshare se refere a um trato entre empresas para ampliar a malha de voos e conexões, oferecendo trechos alcançados apenas pela parceira.

    A companhia aérea brasileira também receberá US$ 100 milhões da United Airlines. Atualmente, a Azul já possui um acordo de codeshare com a United.

    Com os investimentos das empresas americanas, a United e a American Airlines passarão a deter 8% das ações da Azul, cada.

    Durante entrevista a jornalistas, Rodgerson disse também que a Azul descarta retomar as negociações de fusão com a Gol.

    “Quando você acumula um monte de dívida, a fusão pode ser benéfica como uma saída diferente. Ao entrar [no Chapter 11], não há necessidade, a gente não precisa. No nosso balanço, saímos muito menos alavancada do que nossos concorrentes saíram [da recuperação judicial]. Então eu não vejo isso [fusão] como alguma coisa que está na mente”, disse a jornalistas.

    Ainda segundo Rodgerson, a Azul está olhando para linhas de financiamento do governo, como o FNAC (Fundo Nacional de Aviação Civil). O que eu diria é que tem FNAC, tem linhas do governo que, sim, nós vamos olhar e, se o custo de capital for melhor do que outras oportunidades, sim, nós vamos fazer [contratar o financiamento].”

    Na semana passada, a companhia aprovou uma emissão bilionária de novos papéis para financiar a reestruturação da companhia, com a saída da recuperação judicial. A operação, aprovada pelo conselho de administração, resultou na captação de R$ 4,99 bilhões em recursos novos para a Azul.

    Os recursos serão utilizados para quitar o principal do financiamento DIP (debtor-in-possession), modalidade de crédito concedida a empresas no processo de recuperação judicial.

    Com o aumento de capital, o capital social da Azul passou a R$ 21,76 bilhões, dividido em 54,73 trilhões de ações.

    No dia seguinte ao anúncio da aprovação da oferta pública de ações, os papéis da empresa na Bolsa despencaram mais de 36%.

    “Eu acho que agora vai ser mais estável, porque tudo terminou sexta-feira passada. Então, a gente vai ter habilidade para comunicar melhor com o mercado, tudo que vai acontecer aqui para frente, mas pelo menos nós terminamos o processo”, disse Rodgerson.

    Azul terá acordo de compartilhamento de voos com American Airlines e descarta fusão com Gol

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  • Novo racha bolsonarista tem briga com Nikolas, e Michelle fritando 'bananinha'

    Novo racha bolsonarista tem briga com Nikolas, e Michelle fritando 'bananinha'

    Filho do ex-presidente tornou pública insatisfação com falta de apoio de deputado e da ex-primeira-dama à pré-campanha de Flávio; atrito teve início há 10 dias, quando Nikolas chamou uma manifestação sob o lema ‘Fora Toffoli’, evitado pelo senador

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Aprofundou-se nos últimos dias o racha interno do PL, com cobranças públicas e trocas de farpas nas redes sociais entre o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

    O novo capítulo da antiga disputa por influência no partido e nos rumos da direita bolsonarista teve início no último dia 12, quando Nikolas anunciou uma manifestação para o dia 1° de março sob o lema “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”.

    Deputados do PL por São Paulo, federais e estaduais, reagiram e publicaram nas redes um novo chamamento para o protesto, deixando de lado o “Fora, Toffoli” e priorizando a pauta da anistia e da derrubada do veto do PL da Dosimetria.

    Esses parlamentares, mais alinhados ao núcleo duro do bolsonarismo, também criaram um grupo de Whatsapp para organizar o ato na avenida Paulista, esvaziando a liderança de Nikolas.

    Os deputados emularam o comportamento do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, que tem evitado explorar politicamente a pauta do impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli, pressionado por conexões com o banco Master.

    “A primeira convocação foi muito clara. Fora ministros [do STF], fora Lula. Quando vi que não tinha nenhuma menção [à anistia aos condenados por golpismo], me preocupou”, diz à reportagem o deputado Mário Frias (PL), que pode receber o apoio da família Bolsonaro para concorrer ao Senado em São Paulo. “Para mim não tem pauta mais importante no Brasil hoje do que [lutar para que] essas pessoas [os presos pelo 8 de janeiro] voltem para casa.”

    Na sexta-feira (20), a discussão esquentou quando Eduardo afirmou em entrevista que é insuficiente o apoio de Nikolas e de Michelle à pré-campanha do irmão.

    “Nikolas e Michelle estão jogando o mesmo jogo. Você vê que um, lado a lado, compartilham o outro e apoiam o outro na rede social, só estão com uma amnésia aí”, disse ele ao SBT News. “Eu não vi nenhum apoio da Michelle, nenhum post a favor do Flávio.”

    Eduardo voltou a tornar pública uma insatisfação que circula entre políticos do grupo e apoiadores nas redes sociais. O entorno do filho do presidente avalia que há uma tentativa de Nikolas de se descolar de Bolsonaro e privilegiar o próprio engajamento e crescimento político -por isso, teria se aproveitado do noticiário para pedir “Fora, Toffoli”.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, aliados do deputado resumem as críticas como “dor de cotovelo” e disputa por protagonismo, especialmente após a caminhada liderada por Nikolas de Minas Gerais a Brasília contra as prisões pelo 8 de Janeiro.

    Eles ressaltam que a pauta da anistia está inclusa no protesto anunciado por ele, mas o contrário, não, já que o grupo não se engajou pelo impeachment de Toffoli.

    Eduardo também expôs insatisfação tratada nos bastidores há meses diante da falta de apoio de Michelle à pré-candidatura de Flávio. O entorno da ex-primeira-dama afirma que ela ficou decepcionada com a escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo filho para concorrer à Presidência -Michelle era tratada como uma possível vice caso o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fosse o candidato do bolsonarismo.

    No sábado (21), um dia após a cobrança pública do enteado, a ex-primeira-dama publicou uma imagem no Instagram de rodelas de banana em uma frigideira ou panela, preparadas para o marido, preso na Papudinha. “Ele ama banana frita”, escreveu.

    Aliados de Eduardo interpretaram a publicação como um deboche, já que o filho do ex-presidente é pejorativamente chamado de “bananinha”. No dia seguinte, o deputado federal cassado repostou um tuíte de um seguidor: “Continuem fritando banana enquanto o Flávio e o Eduardo estão trabalhando duro para resgatar o país”.

    Também no sábado (21), após visitar Bolsonaro na prisão, Nikolas respondeu à cobrança do correligionário. Ele disse que está acostumado com os ataques, defendeu Michelle e afirmou que Eduardo “não está bem”.

    No domingo (20), o vereador mais votado de Belo Horizonte, Pablo Almeida (PL), ex-assessor de Nikolas, publicou um trecho de sete segundos de um vídeo no qual Eduardo denuncia o que chama de “perseguição” do Supremo contra seu pai.

    “Pode prender meu pai. Talvez vá condená-lo à morte, lamento. É triste? Com certeza”, afirma o ex-parlamentar na gravação.

    Aliados de Eduardo criticaram o uso do trecho por Almeida, afirmando que se tratava de uma deturpação do conteúdo para sugerir que ele não se importa com o pai.

    “Pablo quem??? Mais um 3i: ingrato, irrelevante e imbecil!!!”, escreveu o deputado estadual Lucas Bove (PL) no X.

    O deputado Mário Frias diz à reportagem que acredita que deveria haver uma “punição institucional” ao vereador. “Foi uma falta de respeito absurda com um cara que está exilado, sem poder ver o pai. Baixo nível”, afirma.

    Em resposta à publicação do vídeo, o vereador Carlos Bolsonaro (PL) disse que o PL está organizado em atacar os filhos do presidente em muitos locais. “O que está cristalino é mais uma tentativa interna de explosão do nome de quem proporcionou fazer o partido chegar até onde chegou”, escreveu.

    O deputado estadual Gil Diniz (PL), ex-assessor de Eduardo que também é cotado para concorrer ao Senado em SP, também afirmou no X que há um padrão no PL Jovem de silenciamento sobre a pré-candidatura de Flávio. “Resta saber de onde está saindo a ordem para uma sabotagem tão bem coordenada!”, disse.

    No fim de semana também houve um ruído entre Carlos Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente do PL. Após visitar o pai, o vereador afirmou no sábado (21) que Bolsonaro prepara uma lista de pré-candidatos ao Senado e aos governos estaduais. No domingo (22), Valdemar disse ao portal Metrópoles que “todos no partido têm o direito de indicar nomes para qualquer posição”.

    Carlos, em seguida, afirmou no X que a lista se trata de candidatos que serão apoiados pelo pai, o que não significa que outros atores não possam sugerir outros nomes. “Me parece que as coisas estão meio desencontradas sem querer querendo! As peças todas parecem se encaixar”, escreveu. “Deixar o preso político isolado e fazendo isso que estamos vendo e de forma acentuada está cada dia mais… estranho!”

    Novo racha bolsonarista tem briga com Nikolas, e Michelle fritando 'bananinha'

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  • Sheinbaum rebate Trump e nega ter havido participação dos Estados Unidos para matar traficante

    Sheinbaum rebate Trump e nega ter havido participação dos Estados Unidos para matar traficante

    Presidente do México afirma que situação está sob controle após onda de violência e temor no país neste domingo; ação terminou com 30 criminosos e 27 agentes mortos; encontro de criminoso com parceira amorosa facilitou localização, diz polícia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A presidente do México, Claudia Sheinbaum, rebateu a versão dada pelo governo de Donald Trump e negou que os Estados Unidos tenham participado da operação que levou à captura e morte do chefe de um dos cartéis mais poderosos do país.

    A líder mexicana conversou com jornalistas nesta segunda-feira (23), um dia após a operação contra Nemesio Oseguera, conhecido como “El Mencho”. Mais cedo, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, havia dito que os EUA forneceu apoio de inteligência, parabenizando o Exército mexicano “por sua cooperação e pela execução bem sucedida”.

    Sheinbaum evitou dizer que houve envolvimento direto. “Não há participação na operação por parte das forças dos Estados Unidos; o que há é muita troca de informações”, afirmou. Seu governo ampliou a cooperação com agências de segurança dos EUA, inclusive em inteligência.

    O episódio desencadeou uma onda de violência em todo o país, com estradas bloqueadas, aulas suspensas e incêndios de estabelecimentos comerciais. Em seu discurso, Sheinbaum adotou um tom de apaziguamento. Ela disse que o país amanheceu com todas as vias liberadas, após elas terem sido bloqueadas por vepiculos em chamas, e afirmou que a situação é de “paz e normalidade”.

    O secretário da Defesa, Ricardo Trevilla, também deu mais detalhes sobre a ação. Segundo o militar, as informações que ajudaram as Forças Armadas a localizar “El Mencho” vieram de uma parceira romântica do criminoso.

    As Forças Armadas rastrearam a mulher até em Tapalpa, no estado Jalisco, onde o cartel foi fundado e está sediado. Os dois tinham um encontro marcado no local.

    El Mencho foi localizado em 20 de fevereiro. Quando a operação doi desencadeada, a equipe de segurança do traficante abriu fogo em “um ataque muito violento”, segundo Trevilla. El Mencho conseguiu fugir, mas o Exército estabeleceu um cerco na área, e militares o perseguiram até encontrá-lo entre arbustos, com dois seguranças.

    Os três estavam gravemente feridos. Os militares solicitaram transferência urgente para atendimento médico, mas os três morreram durante o trajeto. A terminou com oito criminosos e 25 agentes mortos.

    Sheinbaum rebate Trump e nega ter havido participação dos Estados Unidos para matar traficante

  • OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

    OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

    Startup informou que aplicou solução para corrigir alto volume de erros na ferramenta de IA e normalizou operação no início da tarde

    A OpenAI disse ter resolvido e restaurado completamente os serviços do ChatGPT impactados no início da tarde desta segunda-feira, 23, por meio de site da companhia para acompanhar o status das suas ferramentas.

    Às 12h33 (de Brasília), a startup de inteligência artificial (IA) alertou para abertura de uma investigação de número elevado de erros em sua aplicação do ChatGPT para empresas e negócios. O componente mais afetado foi a conversação da IA generativa.

    Às 12h58, a OpenAI afirmou ter aplicado uma solução para mitigar o problema, acrescentando que acompanhava a recuperação do ChatGPT, mas sem fornecer detalhes adicionais sobre o que teria causado a falha inicial.

    OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

  • Ataque do Palmeiras se aproxima de equilíbrio perto de convocações pré-Copa

    Ataque do Palmeiras se aproxima de equilíbrio perto de convocações pré-Copa

    (UOL/FOLHAPRESS) – Depois dos dois gols marcados contra o Capivariano, Vitor Roque se aproximou dos números do companheiro de ataque do Palmeiras, Flaco López. A dupla, que deu show em 2025, recupera o equilíbrio nesta temporada, com ambos de olho em uma vaga em suas respectivas seleções para a Copa do Mundo.

    DUPLA PEGANDO RITMO

    Depois de um 2025 que rendeu 45 gols ao Palmeiras -20 de Roque e 25 de Flaco – a dupla teve um início de 2026 mais devagar que o esperado. Principalmente pelo lado do camisa 9 que, até a partida deste domingo (22), tinha marcado apenas duas vezes em nove jogos na temporada, enquanto o argentino já somava cinco gols em 10 partidas.

    O fator que mais atrapalhou o Tigrinho foi uma lesão que sofreu ainda na pré-temporada. Durante um jogo-treino, o atacante torceu o tornozelo e começou o ano com menos ritmo que Flaco.

    Após o início complicado, Roque está recuperando a boa forma e se aproximou da quantidade de gols do companheiro – quatro contra cinco, embora o argentino some três assistência no ano, contra nenhuma do camisa 9.

    Mesmo que não veja os números como uma disputa, o Tigrinho sabe que a boa forma de ambos só traz benefícios ao Palmeiras. A dupla ofensiva balançou as redes pelo menos uma vez nos últimos quatro jogos do Verdão – o primeiro gol de Roque contra o Capivariano, inclusive, teve origem em cruzamento de Flaco.

    Não é uma disputa em si, estamos aqui para ajudar o Palmeiras, o Flaco é um jogador incrível e tenho sorte de jogar do lado dele. Espero ajudar ele a marcar gols e que ele também me ajude a marcar, como foi na temporada passada, para ajudarmos o Palmeiras.Vitor Roque, após o jogo contra o Capivariano

    DE OLHO NAS LISTAS

    A boa fase também faz com que a dupla palmeirense sonhe com uma vaga na Copa do Mundo por suas respectivas seleções. A próxima Data Fifa, em março, é a última antes da lista final para o Mundial – o Brasil terá amistosos contra França, no dia 26, e Croácia, no dia 31. Já a Argentina joga a Finalíssima contra a Espanha, no dia 27, e faz um amistoso contra o Qatar, também no dia 31.

    O sonho da Copa do Mundo está mais próximo para Flaco López. O argentino esteve presente nas últimas duas Datas Fifa da Argentina e foi titular no amistoso contra Porto Rico, dando uma assistência. Já Vitor Roque foi chamado apenas uma vez pelo técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, e jogou 45 minutos em amistoso contra a Tunísia.

    A maior seleção que eles podem representar para estarem mais próximos, quem sabe, de ir a uma Copa do Mundo, é trabalhar diariamente para serem titulares desta seleção que é o Palmeiras. Se fizerem isso, talvez as portas podem estar abertas, mas é algo que eles não controlamAbel Ferreira, técnico do Palmeiras

    Depois da lista de março, a próxima convocação já será para a Copa do Mundo. O Brasil ainda fará amistosos contra Panamá e Egito antes do Mundial, enquanto a Argentina não divulgou sua programação.

    Embora tenha tido pouco tempo com Ancelotti, Vitor Roque ainda sonha com uma vaga na Copa. Para isso, se manter no mesmo ritmo que o companheiro de ataque no Palmeiras será fundamental.

    “Estou focado aqui no Palmeiras, vou continuar trabalhando com muita humildade e, se Deus quiser e vier uma convocação, vou ficar muito feliz”, disse o jogador.

    Ataque do Palmeiras se aproxima de equilíbrio perto de convocações pré-Copa

  • Dólar e Bolsa caem com investidores avaliando novas tarifas de Trump; Petrobras dispara

    Dólar e Bolsa caem com investidores avaliando novas tarifas de Trump; Petrobras dispara

    No começo da tarde, a moeda norte-americana tinha perdas de 0,52%, cotada a R$ 5,148, a caminho de renovar a mínima em quase dois anos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta segunda-feira (23), com investidores atentos aos desdobramentos da nova ofensiva comercial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Depois que a Suprema Corte norte-americana derrubou as taxas impostas a vários países, o republicano anunciou a promessa de impor uma tarifa global de 15% a todos os produtos importados pelos EUA.

    Às 12h27, a moeda tinha perdas de 0,52%, cotada a R$ 5,148, a caminho de renovar a mínima em quase dois anos. Já a Bolsa marcava queda de 0,46%, a 189.640 pontos, apesar da disparada de 2% da Petrobras, na esteira da alta do petróleo no exterior.

    A Suprema Corte dos Estados Unidos considerou, na sexta-feira, que as tarifas impostas pelo governo Trump são ilegais. O placar da decisão foi de seis votos a três.

    Trump se apoiou na IEEPA -Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional- para aplicar as sobretaxas a todos os países sem aprovação do Congresso. Os juízes da Suprema Corte discordaram que a lei de 1977, criada para situações de emergência, de fato concede ao presidente esse poder.

    A derrota representa um duro golpe econômico e político a uma das iniciativas mais emblemáticas do segundo mandato de Trump. Além de perder capital político, os EUA podem ser obrigados a devolver mais de US$ 175 bilhões (R$ 912 bilhões) em arrecadação tarifária, segundo cálculo de economistas do Penn-Wharton Budget Model a pedido da Reuters.

    Irritado com a decisão, o presidente ordenou uma tarifa de 15% usando outra legislação, a Seção 122, de 1974. A cobrança começa nesta terça-feira (24).

    “Eu, como presidente dos Estados Unidos da América, irei, com efeito imediato, aumentar a tarifa mundial de 10% sobre países, muitos dos quais têm ‘roubado’ os EUA durante décadas, sem retaliação (até eu chegar!), para o nível totalmente permitido e legalmente testado de 15%”, escreveu ele em uma postagem na rede Truth Social.

    A Seção 122 dá a Trump poder para impor temporariamente tarifas de até 15% sobre importações quando houver déficits significativos na balança de pagamentos. Nesse caso, a taxação expira em 150 dias, a menos que o Congresso aprove uma extensão. Paralelamente, seu governo trabalhará na emissão de novas tarifas “legalmente admissíveis”, disse Trump.

    Nesta manhã, ele voltou a criticar a Suprema Corte e disse que outras tarifas podem ser usadas de forma “muito mais poderosa e desagradável”.

    Na visão de Higor Rabelo, especialista e sócio da Valor Investimentos, “o que começou como muito positivo, até eufórico, logo virou para cautela”.

    “Trump reagiu rápido e manteve a política tarifária amparada em ferramentas diferentes, o que dificulta que a Suprema Corte impeça novamente o tarifaço.

    Agora, bolsas ao redor do mundo, inclusive a brasileira, entraram no campo negativo -uma correção de sexta-feira, mas também com esse viés de cautela.”
    No Brasil, a queda do dólar vem da perspectiva de que a nova tarifa de 15% pode ser benéfica ao país.

    Uma análise do órgão independente de monitoramento comercial GTA (Global Trade Alert) constatou que o Brasil terá a maior redução nas taxas tarifárias médias -caindo 13,6 pontos percentuais- seguido pela China, com uma redução de 7,1 pontos percentuais.

    Essa visão engrossa a atratividade do mercado brasileiro, já beneficiado pelo fluxo de investidores estrangeiros para praças emergents. “O Brasil e as empresas brasileiras já estavam em uma categoria de subvalorização, o que atraiu o capital estrangeiro. Com essa nova percepção de que Brasil e China são os mais beneficiados da nova política [de Trump], o interesse se mantém”, diz Rabelo.

    O dólar ainda perde força ante o real nesta segunda devido à valorização do petróleo na Bolsa de Londres: o barril do Brent, referência global, avançava 1%, cotado a R$ 72. A Petrobras avançava mais de 2% em reação ao movimento.

    “O câmbio mais uma vez segue a perspectiva já descrita: para além da ótica do dólar mais fraco, o real se aprecia na esteira das commodities. Essa frase tem um duplo sentido profundo. É a realidade das commodities que se impõe contra o dólar e o Brasil é profundamente ligado ao mundo das matérias básicas”, diz o economista André Perfeito, da Garantia Capital.

    “Este movimento pode continuar e sendo assim as revisões no [boletim] Focus serão mais evidentes.”

    Nesta segunda, o boletim Focus publicado mais cedo pelo Banco Central mostrou que a mediana das projeções para a Selic no fim deste ano foi de 12,25% para 12,13%. Atualmente a taxa está em 15% ao ano e, para os economistas consultados no Focus, o ciclo de cortes começará em março, com redução de 0,5 ponto percentual.

    O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.

    Mesmo com a perspectiva de corte, o diferencial segue atrativo, considerando que a Selic deve permanecer em dois dígitos ao longo dos próximos anos. Por parte dos Estados Unidos, as expectativas de que o Federal Reserve mantenha a taxa na banda de 3,5% e 3,75% têm crescido à luz das incertezas comerciais e geopolíticas.

    Seguem no radar as tensões entre Estados Unidos e Irã, que indicou estar disposto a fazer concessões em seu programa nuclear em troca do fim das sanções norte-americanas e do reconhecimento de seu direito de enriquecer urânio.

    No domingo, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian afirmou que as recentes negociações revelaram “sinais encorajadores”, mas enfatizou que Teerã permanecerá em vigilância contínua sobre as ações americanas.

    “Continuamos monitorando de perto as ações dos EUA e tomamos todas as providências necessárias para qualquer cenário potencial”, disse ele em uma publicação na rede social X.

    Dólar e Bolsa caem com investidores avaliando novas tarifas de Trump; Petrobras dispara

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Após polêmica, Cristiano diz que vai seguir na Arábia e que está ‘muito feliz’

    Após polêmica, Cristiano diz que vai seguir na Arábia e que está ‘muito feliz’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Cristiano Ronaldo afastou os rumores de uma possível despedida do futebol árabe. Após desfalcar o Al-Nassr por três partidas por divergências com o fundo de investimentos que financia a equipe, o português voltou fazendo gols em duas partidas seguidas e deu uma entrevista para tranquilizar os fãs do clube auriazul.

    Cristiano Ronaldo deu uma entrevista ao canal saudita Thmanyah após a vitória do Al-Nassr por 4 a 0 contra o Al-Hazem, que colocou o time na liderança do Campeonato Saudita. O português balançou as redes duas vezes no duelo e chegou a 964 gols.

    Estou muito feliz. Já disse isso muitas vezes. Eu pertenço à Arábia Saudita. É um país que me acolheu muito bem, minha família, meus amigos. Estou feliz aqui. Quero continuar aqui. Cristiano Ronaldo

    Recentemente, CR7 fez uma “greve” e ficou fora de três partidas do Al-Nassr. O astro português protestou contra o Fundo de Investimento Saudita (PIF) que financia os quatro maiores clubes da Arábia Saudita.

    Cristiano estava insatisfeito com a atuação do fundo durante a janela de transferências do clube, que contratou apenas um jogador no mercado. Além disso, CR7 cobrava pagamentos atrasados de funcionários e colaboradores da equipe.

    O português se negou a jogar ficou fora de duas partidas no início de fevereiro, contra Al-Ittihad e Al-Riyadh pelo campeonato nacional, além de um confronto contra o Arkadag pela Liga dos Campeões da Ásia. Com o acerto nos pagamentos dos funcionários, o português voltou a jogar contra o Al-Fateh no dia 14.

    O PIF investe no Al-Nassr, Al-Ittihad e A-Alhi, além do Al-Hilal, que supostamente estaria recebendo mais atenção do fundo de acordo com CR7. O Al-Hilal, ex-time de Neymar na Arábia Saudita, contratou o francês Karim Benzema na atual janela de transferências.

    Gustavo Marques, do Red Bull Bragantino, afirmou que uma mulher não deveria apitar um jogo envolvendo grandes times após seu time perder por 2 a 1 para o São Paulo, em jogo apitado por Daiane Muniz

    Folhapress | 11:15 – 23/02/2026

    Após polêmica, Cristiano diz que vai seguir na Arábia e que está ‘muito feliz’