Blog

  • Major Model Brasil é eleita a melhor agência de modelos do país

    A Major Model Brasil, já conhecida por ser uma das melhores agências de modelos do país foi também a escolhida para receber a premiação de moda ARWUS, que consagra aqueles que mais se destacam no setor da moda nacional.

    A premiação ocorreu em uma cerimônia realizada em São Paulo e contou com a presença de diretores de desfiles, estilistas, celebridades, modelos, maquiadores, além de diretores de televisão e membros representantes do Governo Estadual.

    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais
    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais

    Fundada no início dos anos 2000 em São Paulo, a Major Model Brasil tem à sua frente o renomado booker Ney Alves, responsável por ter lançado e trabalhado na construção da carreira de nomes importantes da moda e da televisão, que vão desde celebridades à top models internacionalmente reconhecidos como: Fernanda Lima, Ana Hickmann, Paolla Oliveira, Reynaldo Gianecchini, Thayla Ayala, Izabel Goulart, Marcio Kiss, Bruno Santos, Raquel Zimmermann… Esta última chegou a ser considerada a modelo número 1 no ranking mundial das top models por 3 anos consecutivos.

    No portifólio da agência Major Brasil, constam trabalhos para marcas de mais alto prestígio e renome do cenário fashion, dentre elas estão as cobiçadas Emporio Armani, Calvin Klein, Balenciaga, Givenchy, Dolce & Gabanna, Prada, Gucci, Chanel, Versace. Apenas algumas das grifes para as quais modelos desta premiada agência tiveram a oportunidade de trabalhar.

    Segundo Ney Alves, o grande diferencial da agência Major Model Brasil é que “todos tem perfil para ser modelo, desde que sejam direcionados para o mercado certo. Se tiver altura para passarela serão trabalhadas no setor, caso contrário, iremos buscar o seu mercado ideal”, dando assim oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no mundo da moda ou da publicidade.

    O Prêmio Arwus, também elegeu  profissionais em outras categorias da moda e serviços à ela associados, por exemplo melhor maquiador, cabeleireiro, estilista, diretor de desfiles, produtor de casting, dentre outras categorias.

    Na categoria “Melhor Agência de Modelos”, a Major Model Brasil competiu com outras duas grandes agências, que apesar de atuarem no mundo da moda e da publicidade por mais de 10 anos,  não obtiveram o mesmo bom desempenho na gestão e desenvolvimento de carreira, principalmente de modelos iniciantes, ponto forte da Major.

     

    Fonte: G1 – Portal de Notícias da Globo

  • Israel fala em 'ataques mais dolorosos' se Irã negar proposta dos EUA

    Israel fala em 'ataques mais dolorosos' se Irã negar proposta dos EUA

    O ministro Israel Katz advertiu a República Islâmica para que aceite os termos propostos pelos Estados Unidos e afirmou que “o Irã está em uma encruzilhada histórica” e deverá se decidir

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou na manhã de hoje que, se o Irã rejeitar uma proposta dos Estados Unidos para o fim da guerra, haverá ataques “ainda mais dolorosos” contra Teerã e seus aliados.

    Katz advertiu a República Islâmica para que aceite os termos propostos pelos EUA. Entre outros, o acordo, se assinado, prevê que o Irã abra mão de seu armamento nuclear.

    Ministro afirmou que “o Irã está em uma encruzilhada histórica” e deverá se decidir. “Um caminho consiste em renunciar ao terrorismo e ao armamento nuclear, em conformidade com a proposta americana; o outro conduz a um abismo”, completou.

    O Irã resiste e afirma ter o direito de enriquecer urânio, material essencial para a produção de armas nucleares. Nesta quarta-feira (15), o porta-voz Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, ponderou que o direito de Teerã de enriquecer urânio é “indiscutível”, mas que o nível deste enriquecimento é “negociável”.

    Fim das atividades nucleares do Irã é uma das exigências feita pelos EUA e por Israel para encerrar a guerra contra Teerã. Ambos os países afirmam que a República Islâmica não pode produzir arma nuclear por representar um perigo aos seus territórios.

    Em junho do ano passado, EUA e Israel já tinham realizado ataques contra instalações nucleares iranianas. Em fevereiro deste ano, os ânimos se acirraram e ambos os países deram início a atual guerra no Oriente Médio, com a justificativa de impedir Teerã de desenvolver arma nuclear.

    Guerra se estendeu para o Líbano, atingiu países do Golfo Pérsico e afetou a economia global. Em meio às incertezas, o Paquistão tenta mediar um acordo definitivo de cessar-fogo que beneficie ambos os lados da guerra. Até o momento, porém, as negociações não surtiram o efeito esperado.

    Trump anunciou na terça passada um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. Os ataques foram suspensos por duas semanas e a trégua começou imediatamente, informou ele em publicação na Truth Social. O acordo é frágil e os EUA não devem prorrogar.

    A declaração de cessar-fogo ocorreu após pedido do primeiro-ministro do Paquistão, que intermediava as conversas. Ele solicitou uma trégua de duas semanas na guerra no Oriente Médio.

    O Irã também aceitou a proposta apresentada pelo Paquistão. O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã divulgou o comunicado em que afirma que o plano com dez pontos do país persa “enfatiza questões fundamentais”, como a “passagem regulamentada pelo Estreito de Hormuz sob a coordenação das Forças Armadas do Irã”.

    No dia seguinte ao anúncio, o Irã acusou Israel de violar o cessar-fogo por seguir bombardeando o Líbano. Tanto Benjamin Netanyahu quanto Donald Trump informaram que o país não estava incluso na trégua por causa do Hezbollah. O Líbano é alvo de ataques desde 2 de março.

    No meio da semana, porém, Israel sinalizou que negociaria separadamente a paz com o Líbano. Em comunicado, o gabinete de Benjamin Netanyahu informou que as negociações diretas devem acontecer “o mais rápido possível”.

    Primeiro-ministro de Israel e presidente do Líbano devem conversar hoje por telefone. Um encontro entre as duas lideranças é articulado e deve acontecer em Washington D.C.

    Israel fala em 'ataques mais dolorosos' se Irã negar proposta dos EUA

  • Caso Master: ex-presidente do BRB escondeu imóveis de R$ 146 mi

    Caso Master: ex-presidente do BRB escondeu imóveis de R$ 146 mi

    Paulo Henrique Costa é investigado por seu papel na tentativa de compra do Master pelo BRB e na compra de carteiras oferecidas pelo banco de Vorcaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (16) o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa em nova fase da operação Compliance Zero, que investiga irregularidades na atuação da instituição para comprar o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

    Costa é investigado por seu papel na tentativa de compra do Master pelo BRB e na compra de carteiras oferecidas pelo banco de Vorcaro, além das operações em que o banqueiro e seus associados se tornaram acionistas do Banco de Brasília.

    O ex-diretor é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, um dos fundamentos para a prisão é a suspeita de que ele teria ocultado seis imóveis recebidos como propina, quatro em São Paulo e dois em Brasília, avaliados em R$ 146,5 milhões , dos quais cerca de R$ 74,6 milhões já teriam sido efetivamente pagos, conforme os elementos reunidos até o momento.

    O advogado Cléber Lopes, que faz a defesa de Costa, disse que seu cliente não praticou crime algum e que a prisão realizada foi um exagero por parte da Justiça. “A defesa continua firme na convicção de que o Paulo Henrique não cometeu crime algum”, disse Lopes ao deixar o apartamento do ex-presidente do BRB no bairro Noroeste, em Brasília, onde ocorreu a prisão.

    Além do ex-diretor, também foi preso o advogado Daniel Monteiro, apontado como operador jurídico-financeiro de um esquema criminoso envolvendo o Banco de Brasília e o Banco Master.

    Monteiro foi responsável pela arquitetura societária e financeira destinada à aquisição e ocultação de seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em cerca de R$ 146,5 milhões, que seriam destinados a Costa.

    Para esconder o real beneficiário dos imóveis, ele teria operado uma estrutura de empresas de fachada e fundos de investimento. As investigações apontam que ele indicou o próprio cunhado, Hamilton Edward Suaki, para figurar como diretor das empresas adquirentes.

    Ele atuou ainda na frente jurídica para dar aparência de legalidade a operações envolvendo carteiras de crédito fictícias vendidas pelo Banco Master ao BRB. Isso incluía a elaboração e o ajuste de contratos, extratos e documentos que o Banco Central posteriormente identificou como inconsistentes ou artificiais.

    A reportagem ainda não conseguiu localizar a defesa de Monteiro.

    Ao longo das investigações, Costa negou qualquer irregularidade. Ele argumentava que não houve decisão individual e que os instrumentos usados na compra de carteiras são comuns no mercado. A defesa sustentava que a estrutura do BRB é caracterizada pela colegialidade, com decisões distribuídas entre diretoria, conselho de administração e comitês técnicos.

    Costa esteve à frente do BRB de 2019 a novembro de 2025, por indicação do então governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB). Antes de assumir o comando do BRB, trabalhou por quase duas décadas na Caixa, onde foi vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital.

    Paulo Henrique Costa era alvo de investigações desde a primeira fase da operação, deflagrada em 18 de novembro de 2025. Na ocasião, o Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão do executivo, mas a medida foi negada pela Justiça Federal, que determinou apenas seu afastamento do comando do banco.

    No início de abril, o BRB entregou à PF o relatório final de uma auditoria independente sobre seus negócios com o Master, conduzida pelo escritório Machado Meyer com assistência da consultoria Kroll. O material consolidou suspeitas que já vinham sendo apuradas desde a primeira fase da operação.

    A auditoria aponta que as operações de compra de carteiras do Master eram tratadas internamente como “negócio do presidente” e conduzidas sob pressão e urgência.

    O relatório indica que as carteiras eram fragmentadas, para evitar a necessidade de aprovação pelo Conselho de Administração do banco público -aquisições bilionárias teriam sido determinadas e analisadas no mesmo dia. Em alguns casos, negociações foram feitas sem a entrega de relatórios exigidos contratualmente.

    Do total de operações realizadas entre 2024 e 2025, 83% envolveram ativos ligados ao Master, volume considerado elevado diante da ausência de mecanismos eficazes de mitigação de risco.

    Ao todo, o BRB comprou R$ 21,9 bilhões em carteiras do banco ligado a Vorcaro. Parte relevante desses ativos, cerca de R$ 12,3 bilhões, apresenta indícios de ausência de lastro, inconsistências estruturais e vícios documentais.

    As investigações também identificaram suspeitas de contratos inadimplentes e registros em nome de pessoas mortas.

    A Polícia Federal encontrou uma anotação na agenda da ex-diretora de Controle e Riscos do BRB Luana de Andrade Ribeiro, de julho do ano passado, em que afirma que Paulo Henrique Costa também teria determinado a compra de carteiras para salvar o Master.

    A suspeita é que o Banco Master não tinha dinheiro suficiente para pagar os títulos que emitia no mercado e, portanto, comprou papéis fabricados pela Tirreno Consultoria, sem realizar qualquer pagamento. Em seguida, revendeu esses papéis ao BRB.

    A Polícia Federal investigava se os dirigentes do Banco de Brasília teriam aceitado esses ativos sem a documentação necessária para a formalização do negócio.

    Investigações apontam que, após o Banco Central rejeitar a proposta de aquisição do Master pelo BRB e proibir novas compras de carteiras, o Banco de Brasília aceitou a substituição de parte desses papéis, mas alguns desses ativos também tinham suspeitas de fraude.

    Em depoimento à Polícia Federal em 30 de dezembro de 2025, Costa disse que não havia “evidência concreta” de que as carteiras de crédito da Tirreno tinham problemas.

    As investigações também miram os negócios em que Vorcaro e seus associados se tornaram acionistas do próprio BRB -banco que era o principal comprador de carteiras do Master.

    O BRB fez duas operações de aumento de capital em 2024, no valor de R$ 1 bilhão. Na primeira delas, dois acionistas compraram ações do banco e repassaram os papéis para fundos que pertenciam à teia do Master e que não poderiam participar dessa rodada.

    Após as duas operações, Vorcaro, seu ex-sócio no Master Maurício Quadrado e o fundador da gestora Reag, João Carlos Mansur, tornaram-se acionistas de 23,5% do capital do BRB.

    Com base nos elementos colhidos, a auditoria da Machado Meyer aponta que Costa teria organizado “operação triangulada e com elementos suspeitos de simulação para permitir que tais fundos fizessem a aquisição de ações”.

    A defesa nega irregularidades e destaca que o BRB comunicou ao Banco Central, em janeiro de 2025, que o fundo Verbier se tornaria um “participante qualificado” do capital do banco, e que, em 23 de abril de 2025, comunicou o BC após tomar conhecimento da identidade dos beneficiários finais dos fundos.

    Na primeira fase da Compliance Zero, deflagrada em 18 de novembro de 2025, foi afastado do cargo por 60 dias por determinação judicial, com base em suspeitas de gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.

    Demitido no dia seguinte pelo governador, foi substituído por Nelson Souza, ex-presidente da Caixa.

    Caso Master: ex-presidente do BRB escondeu imóveis de R$ 146 mi

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Zema diz que levará candidatura até o fim, alfineta Flávio e Caiado e propõe reforma no STF

    Zema diz que levará candidatura até o fim, alfineta Flávio e Caiado e propõe reforma no STF

    Ex-governador lança plano de governo que prevê anistia a Bolsonaro e a condenados do 8 de Janeiro; evento contou com participação de ex-auxiliares de Paulo Guedes no Ministério da Economia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidenciável Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, afirmou nesta quinta-feira (16) que manterá a sua pré-candidatura mesmo se convidado a ser vice de Flávio Bolsonaro (PL) e que sua primeira medida, se eleito, será uma reforma do STF (Supremo Tribunal Federal).

    “Vou levar a minha pré-candidatura e candidatura até o final”, disse ao divulgar as diretrizes de seu plano de governo em um restaurante no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.

    Zema afirmou ter recebido acenos positivos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a sua pretensão eleitoral e disse se diferenciar de outros pré-candidatos no campo da direita -Flávio e Ronaldo Caiado (PSD)- por ter “consertado as barbaridades do PT”, em referência ao seu antecessor no governo mineiro, Fernando Pimentel.

    O ex-governador também alfinetou os adversários afirmando ter “zero parentes” na política e se dizendo contrário ao nepotismo. Flávio foi ungido candidato por seu pai, e Caiado deixou o governo goiano com familiares ocupando cargos-chave, como mostrou a Folha de S. Paulo nesta semana.

    Zema tem tido dificuldade de avançar nas pesquisas de intenção de voto. No levantamento mais recente do Datafolha, apareceu com 4% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Caiado (5%), Renan Santos (Missão, 2%), Aldo Rebelo (DC, 1%) e Cabo Daciolo (Mobiliza, 1%). Lula e Flávio lideram, com 39% e 35%, respectivamente.

    REFORMAS E ANISTIA

    “Minha primeira medida será propor ao Congresso um novo Supremo. Um Supremo em que seus membros prestem contas de seus atos, e que parentes de ministros não possam ter negócios jurídicos. Um Supremo com idade mínima de 60 anos e duração de 15 anos [de mandato]”, anunciou Zema no evento.

    A proposta foi apresentada em meio ao escândalo do Banco Master, que expôs ligações de ministros da corte com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.

    O ex-governador e a equipe que o auxiliou na elaboração do plano de governo propuseram ainda o fim das decisões monocráticas, limitar o foro especial à Presidência da República, proibir indicações ao Tribunal de Contas de quem tenha vínculos familiares ou partidários e o fim dos penduricalhos salariais.

    Zema também disse que outra de suas prioridades será aprovar a anistia a Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado, e aos manifestantes do 8 de Janeiro.

    No evento, foi apresentado um vídeo no qual o ex-governador aparece caminhando em uma esteira enquanto critica o governo Lula (PT) e outras administrações do PT, com menções à Lava Jato e nenhuma citação ao período no qual Bolsonaro presidiu o país.

    Ele propôs, na área da segurança pública, o tratamento das facções criminosas como organizações terroristas, uma bandeira antiga sua; o fim das saidinhas de presidiários; e a redução da maioridade penal.

    No setor econômico, disse que é possível privatizar a Petrobras e apresentou a ideia de uma flexibilização da CLT, com salários pagos de acordo com o desempenho. Ele disse não se tratar de uma reforma trabalhista, mas sim de um complemento.

    O evento teve a participação dos deputados do Novo Adriana Ventura (SP) e Marcel Van Hattem (RS) e de quadros que trabalharam com Paulo Guedes no Ministério da Economia durante o governo Bolsonaro, como o ex-secretário de Produtividade Carlos da Costa, um dos coordenadores do plano de governo, e o ex-secretário de Desestatização Salim Mattar, dono da Localiza.

    A coordenação do plano também foi feita pelo ex-deputado federal Tiago Mitraud (MG), por Christian Lohbauer, um dos fundadores do Novo e ex-candidato a vice-presidente em 2018, e Felipe D’avila, presidenciável do partido em 2022.

    Zema levou alguns nomes de confiança que trabalharam com ele no governo mineiro para auxiliar na pré-campanha: Elizabeth Jucá, que foi secretária de Desenvolvimento Social, Pedro Bruno, atual secretário de Infraestrutura, Rogerio Greco, secretário de Segurança Pública, e Rossieli Soares, secretário de Educação.

    Zema diz que levará candidatura até o fim, alfineta Flávio e Caiado e propõe reforma no STF

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Brothers se emocionam com recados de artistas no BBB 26

    Brothers se emocionam com recados de artistas no BBB 26

    Top 5 ganhou mensagens exclusivas de ídolos como Kid Abelha e Bob Sinclair; participantes ainda puderam rever momentos de todos os shows do programa

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os cinco brothers sobreviventes na casa do BBB 26 (Globo) ganharam uma festa do pijama nesta quarta-feira (15) e receberam mensagens especiais de ídolos da música. Xande de Pilares e a cantora gospel Sarah Beatriz gravaram recados para todos os jogadores. Cada participante ainda pôde conferir vídeos exclusivos de seus artistas favoritos.

    Ana Paula Renault recebeu uma mensagem do artista francês Bob Sinclair, dono da música “World, Hold On”, que marcou a trajetória da sister no reality. “Ana Paula, obrigado pela sua performance incrível de ‘World, Hold On’. Recebi muitas mensagens do Brasil por sua causa”, disse o DJ.



    Jordana Morais foi agraciada com um recado da banda nacional Kid Abelha. Fã, a sister chorou, ajoelhada no chão, e agradeceu. “Oi, Jordana! Tudo bem? Você é fã das nossas músicas, então a gente tá super feliz. Eu queria aqui passar pra falar da sua mãe e pra falar de você. Te desejar uma boa sorte no BBB”, disse Paula Toller.

    Juliano Floss recebeu um recado de Lanzin e Cly G, que fizeram uma música em parceria com o brother. “Nós estamos muito orgulhosos. Continua firme e forte aí, irmão”, comentou Cly.

    Para Leandro Boneco, a mensagem chegou de Lazzo Matumbi, considerado uma das vozes mais marcantes da música baiana. “Você tá representando a resistência negra brasileira. Muito obrigado por você colocar a minha música como tema dessa resistência”, agradeceu o cantor.

    A mineira Milena Moreira se emocionou com o recado endereçado à ela. O vídeo, gravado pelo artista mexicano Christian Chávez, do RBD, fez a sister se jogar no chão de emoção. “Olá, tia Milena! Aqui é o Christian Chávez. Não poderia deixar de passar por aqui pra te mandar um beijo e te desejar toda a sorte do mundo, de coração”, disse o artista, em português.

    O Top 5 também teve acesso a momentos dos shows de todos os artistas que passaram pela casa nesta edição. A lista inclui nomes como Anitta, Pedro Sampaio, Kelly Key, Diogo Nogueira, Gloria Groove, Ana Castela e Thiaguinho.

    Brothers se emocionam com recados de artistas no BBB 26

  • São Paulo deve R$ 51 milhões em comissões a empresários e agentes

    São Paulo deve R$ 51 milhões em comissões a empresários e agentes

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo abriu o ano de 2026 com R$ 51,1 milhões em dívidas por comissão a empresários pela intermediação na aquisição de direitos federativos de atletas.

    A reportagem teve acesso aos valores, que estão presentes na prestação de contas rejeitada em votação do Conselho Deliberativo do clube, principalmente em razão de saques não justificados de cerca de R$ 7 milhões.

    MAIS DE R$ 50 MILHÕES A PAGAR

    O valor corresponde às comissões devidas a empresários e agentes ligados a contratações realizadas pelo clube no mercado da bola. Em 2024, o montante nessa mesma rubrica era de R$ 42,4 milhões.

    Na tabela de 2025, a maior fatia é da Bertolucci Assessoria Propaganda Esp. Ltda., com R$ 9,591 milhões a receber. O empresário Giuliano Bertolucci é o dono da agência.

    Em seguida aparece a AIS Football Brasil Ltda., empresa ligada ao ex-empresário de Jonathan Calleri, com R$ 5,184 milhões a receber.

    A seguir vem a Gestifute Internacional, do português Jorge Mendes, com R$ 4,439 milhões. Ele agencia nomes como Cristiano Ronaldo e James Rodríguez.
    Fechando o ‘Top 5’ vêm Talents Sports Ltda., de Paulo Pitombeira, com R$ 3,929 milhões, e a Link Assessoria Esportiva e Propaganda Ltda., de André Cury, com R$ 3,872 milhões.

    São Paulo deve R$ 51 milhões em comissões a empresários e agentes

  • Justiça da Itália dá nova decisão a favor de extradição de Carla Zambelli

    Justiça da Itália dá nova decisão a favor de extradição de Carla Zambelli

    Sentença se refere a processo por porte ilegal de arma. Anteriormente, a Corte italiana já havia autorizado a transferência da ex-parlamentar para o Brasil no caso relacionado à invasão de sistemas do CNJ

    A Justiça da Itália proferiu nova decisão a favor da extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP), desta vez no processo em que ela foi condenada no Supremo Tribunal Federal (STF) por porte ilegal de arma de fogo. Ainda cabe recurso.

    Anteriormente, a Corte italiana já havia autorizado a transferência da ex-parlamentar para o Brasil no caso relacionado à invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    A defesa da ex-deputada recorreu da autorização concedida no primeiro caso e ainda aguarda a análise do recurso pela Corte de Cassação, instância máxima para a análise do processo. Ao Estadão, o advogado Fábio Pagnozzi avaliou a decisão sobre a extradição como “sem sentido”.

    Após o esgotamento das instâncias judiciais, caberá ao governo italiano a decisão final sobre a extradição. A palavra final é do Ministério da Justiça da Itália.

    Mesmo que um dos pedidos de extradição venha a ser rejeitado, a validação de um dos casos é suficiente para que o envio ao Brasil seja autorizado.

    Condenações no STF

    A ex-deputada Carla Zambelli foi condenada pelo STF a dez anos de prisão por invasão de sistemas do CNJ e falsidade ideológica, assim como o hacker Walter Delgatti Neto. Ele afirmou ter sido contratado por ela para acessar o sistema do CNJ e inserir um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

    Após essa condenação, Zambelli deixou o Brasil e foi presa na Itália, em operação conjunta da Polícia Federal com autoridades locais.

    Ela também foi condenada a cinco anos e três meses de prisão em outro processo, por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. O caso diz respeito à ocasião em que ela perseguiu, armada, um homem após uma discussão política em São Paulo.

    Justiça da Itália dá nova decisão a favor de extradição de Carla Zambelli

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Acidente com trem mata Alex Manninger, famoso goleiro do Arsenal

    Acidente com trem mata Alex Manninger, famoso goleiro do Arsenal

    Na manhã desta quinta-feira (16), o ex-goleiro do Arsenal, Alex Manninger, morreu aos 48 anos após o carro em que estava ser atingido por um trem. O trágico acidente ocorreu em uma passagem de nível em Nussdorf am Haunsberg, na Áustria, de acordo com a polícia local.

    Natural de Salzburgo, o ex-goleiro deu os primeiros passos no mundo do futebol jogando pelo clube local (atualmente, detido pela Red Bull), mas seu bom desempenho o fez ser emprestado ao Vorwarts Steyr e, em seguida, transferido, a título definitivo, ao Grazer AK.

    A primeira ‘aventura’ da carreira no estrangeiro surgiu no verão de 1997, quando foi adquirido pelo Arsenal, a troco de cerca de um milhão de euros. Em Londres, viveu alguns dos melhores momentos da carreira, disputando um total de 64 jogos e participando na conquista de uma Premier League, uma Taça da Inglaterra e duas Supertaças da Inglaterra.

    Daí em diante, somou passagens por Fiorentina, Espanyol, Torino, Bologna, Brescia, AC Siena, Udinese, Juventus e, finalmente, Augsburgo. Em 2016, na qualidade de jogador livre, chegou a treinar com a equipe principal do Liverpool, para manter a forma física, enquanto procurava um novo clube.

    No entanto, os convites que ambicionava não chegaram, pelo que optou por colocar um ponto final na carreira, aos 40 anos de idade. Pelo meio, Alex Manninger defendeu, ainda, o gol da principal seleção austríaca por 34 ocasiões, a última das quais a 11 de fevereiro de 2009, na derrota sofrida em um amistoso com a Suécia, por 0-2, em Graz.

     

     

    “Partiu, não só um grande atleta, como também um homem de valor raro”

    As reações ao óbito de Alex Manninger não demoraram a chegar, tendo a primeira partido, exatamente, do clube onde completou formação, o Salzburgo: “Lamentamos profundamente a perda do nosso antigo guarda-redes, Alexander Manninger, que faleceu tragicamente, em um acidente de trânsito. Os nossos pensamentos estão com a sua família e amigos. Descansa em paz, Alexander”.

    “Hoje, é um dia tristíssimo. Partiu, não só um grande atleta, como também um homem de valor raro. Humildade, dedicação e uma seriedade profissional foram do comum. A Juventus expressa o seu próprio pesar pelo falecimento de Alex Manninger, e junta-se à família, neste momento de dor”, escreveu a Juventus, nas redes sociais.


    Acidente com trem mata Alex Manninger, famoso goleiro do Arsenal

  • "Não sabemos quando, mas haverá outra pandemia", dizem cientistas

    "Não sabemos quando, mas haverá outra pandemia", dizem cientistas

    O quarto relatório da Comissão de Inquérito sobre a Covid-19 no Reino Unido conclui que a implementação da vacinação no país foi uma “conquista extraordinária”, mas a falta de estrutura para lidar com a pandemia foi catastrófico

    A Comissão de Inquérito sobre a Covid-19 no Reino Unido descreveu a implementação da vacinação no país como uma “conquista extraordinária”, mas salienta que é preciso fazer mais para reconstruir a confiança do público nas vacinas.

    Este é o quarto relatório da investigação que analisa como é que o Reino Unido lidou com a pandemia de coronavírus, com foco na distribuição da vacina. De acordo com o documento, as vacinas “foram implementadas, produzidas e distribuídas para a maioria da população em tempo recorde”. 

    No entanto, segundo este novo estudo, “embora a maioria das pessoas tenha aceitado a oferta de vacinação, houve menor adesão em comunidades localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e em algumas comunidades de minorias étnicas”.

    Nesse sentido, “governos e serviços de saúde devem trabalhar com as comunidades para reconstruir a confiança e promover uma melhor compreensão e confiança nas vacinas”.

    Por isso, o relatório aponta ser “imperativo” que exista um programa governamental de apoio suficiente para ajudar essa minoria de pessoas e os seus familiares que sofreram lesões graves após a vacinação.

    A presidente da investigação, Heather Hallett, destacou que, assim como qualquer outra vacina, as para Covid não foram 100% eficazes. “Não conseguimos saber quando, mas haverá outra pandemia”, assegura. “As minhas recomendações, consideradas no seu conjunto, deverão significar que o Reino Unido estará mais bem preparado para essa pandemia”, enfatiza.

    O relatório aponta que décadas de pesquisa e preparação globais foram fundamentais para a resposta do Reino Unido à vacinação contra a Covid-19.

    A presidente da Comissão de Inquérito apresentou ainda algumas recomendações, como quanto à necessidade de estratégias de vacinação direcionadas e a melhoria da avaliação da adesão e da distribuição das vacinas.

    Em 2021, foram administradas aproximadamente 132 milhões de vacinas em Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales. Este tornou-se o maior programa de vacinação da história do Reino Unido.

    Em junho de 2022, 87% da população britânica com mais de 12 anos já tinha sido vacinada com duas doses.

    "Não sabemos quando, mas haverá outra pandemia", dizem cientistas

  • "Não sabemos quando, mas haverá outra pandemia", diz pesquisadores

    "Não sabemos quando, mas haverá outra pandemia", diz pesquisadores

    O quarto relatório da Comissão de Inquérito sobre a Covid-19 no Reino Unido conclui que a implementação da vacinação no país foi uma “conquista extraordinária”, mas a falta de estrutura para lidar com a pandemia foi catastrófico

    A Comissão de Inquérito sobre a Covid-19 no Reino Unido descreveu a implementação da vacinação no país como uma “conquista extraordinária”, mas salienta que é preciso fazer mais para reconstruir a confiança do público nas vacinas.

    Este é o quarto relatório da investigação que analisa como é que o Reino Unido lidou com a pandemia de coronavírus, com foco na distribuição da vacina. De acordo com o documento, as vacinas “foram implementadas, produzidas e distribuídas para a maioria da população em tempo recorde”. 

    No entanto, segundo este novo estudo, “embora a maioria das pessoas tenha aceitado a oferta de vacinação, houve menor adesão em comunidades localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e em algumas comunidades de minorias étnicas”.

    Nesse sentido, “governos e serviços de saúde devem trabalhar com as comunidades para reconstruir a confiança e promover uma melhor compreensão e confiança nas vacinas”.

    Por isso, o relatório aponta ser “imperativo” que exista um programa governamental de apoio suficiente para ajudar essa minoria de pessoas e os seus familiares que sofreram lesões graves após a vacinação.

    A presidente da investigação, Heather Hallett, destacou que, assim como qualquer outra vacina, as para Covid não foram 100% eficazes. “Não conseguimos saber quando, mas haverá outra pandemia”, assegura. “As minhas recomendações, consideradas no seu conjunto, deverão significar que o Reino Unido estará mais bem preparado para essa pandemia”, enfatiza.

    O relatório aponta que décadas de pesquisa e preparação globais foram fundamentais para a resposta do Reino Unido à vacinação contra a Covid-19.

    A presidente da Comissão de Inquérito apresentou ainda algumas recomendações, como quanto à necessidade de estratégias de vacinação direcionadas e a melhoria da avaliação da adesão e da distribuição das vacinas.

    Em 2021, foram administradas aproximadamente 132 milhões de vacinas em Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales. Este tornou-se o maior programa de vacinação da história do Reino Unido.

    Em junho de 2022, 87% da população britânica com mais de 12 anos já tinha sido vacinada com duas doses.

    "Não sabemos quando, mas haverá outra pandemia", diz pesquisadores

  • Sandra Bullock ultrapassa 3 milhões de seguidores após estrear nas redes sociais

    Sandra Bullock ultrapassa 3 milhões de seguidores após estrear nas redes sociais

    Atriz cria perfil durante evento de cinema e ultrapassa milhões de seguidores em poucas horas. Entrada nas redes coincide com divulgação de novo filme, sequência de clássico dos anos 1990

    (CBS NEWS) – Conhecida por manter a vida longe do ambiente digital, Sandra Bullock surpreendeu ao dar um passo inesperado: entrou oficialmente nas redes sociais.

    Em poucas horas após criar seu perfil no Instagram, a atriz acumulou milhões de seguidores, mostrando a força de seu nome mesmo após anos de discrição online.

    O movimento aconteceu nesta terça-feira (14), durante a participação da atriz na CinemaCon 2026, em Las Vegas, onde ela promoveu o filme “Da Magia à Sedução 2”. Até então resistente ao universo digital, Bullock decidiu abrir uma conta justamente para acompanhar a divulgação do novo projeto.

    O resultado foi imediato: em menos de uma hora após sua primeira publicação, o perfil já ultrapassava a marca de 3 milhões de seguidores. Pouco depois, o número cresceu ainda mais, passando dos 4 milhões e mantendo ritmo acelerado.

    No evento, Bullock apareceu ao lado de Nicole Kidman, com quem divide novamente a tela na sequência do clássico lançado em 1998. No longa original, as duas interpretam irmãs com poderes sobrenaturais que enfrentam uma maldição familiar, em uma história que mistura romance, drama e fantasia.

    A nova produção promete expandir esse universo, agora focando nas gerações mais jovens da família Owens, que descobrem segredos do passado enquanto tentam romper o ciclo que assombra suas vidas.

    Além das protagonistas, o elenco traz nomes como Dianne Wiest e Stockard Channing, que retornam aos papéis das tias das personagens principais, além de reforços como Joey King, Maisie Williams e Xolo Maridueña.
    Dirigido por Susanne Bier, o filme tem estreia prevista para setembro de 2026.

    Sandra Bullock ultrapassa 3 milhões de seguidores após estrear nas redes sociais