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  • Major Model Brasil é eleita a melhor agência de modelos do país

    A Major Model Brasil, já conhecida por ser uma das melhores agências de modelos do país foi também a escolhida para receber a premiação de moda ARWUS, que consagra aqueles que mais se destacam no setor da moda nacional.

    A premiação ocorreu em uma cerimônia realizada em São Paulo e contou com a presença de diretores de desfiles, estilistas, celebridades, modelos, maquiadores, além de diretores de televisão e membros representantes do Governo Estadual.

    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais
    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais

    Fundada no início dos anos 2000 em São Paulo, a Major Model Brasil tem à sua frente o renomado booker Ney Alves, responsável por ter lançado e trabalhado na construção da carreira de nomes importantes da moda e da televisão, que vão desde celebridades à top models internacionalmente reconhecidos como: Fernanda Lima, Ana Hickmann, Paolla Oliveira, Reynaldo Gianecchini, Thayla Ayala, Izabel Goulart, Marcio Kiss, Bruno Santos, Raquel Zimmermann… Esta última chegou a ser considerada a modelo número 1 no ranking mundial das top models por 3 anos consecutivos.

    No portifólio da agência Major Brasil, constam trabalhos para marcas de mais alto prestígio e renome do cenário fashion, dentre elas estão as cobiçadas Emporio Armani, Calvin Klein, Balenciaga, Givenchy, Dolce & Gabanna, Prada, Gucci, Chanel, Versace. Apenas algumas das grifes para as quais modelos desta premiada agência tiveram a oportunidade de trabalhar.

    Segundo Ney Alves, o grande diferencial da agência Major Model Brasil é que “todos tem perfil para ser modelo, desde que sejam direcionados para o mercado certo. Se tiver altura para passarela serão trabalhadas no setor, caso contrário, iremos buscar o seu mercado ideal”, dando assim oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no mundo da moda ou da publicidade.

    O Prêmio Arwus, também elegeu  profissionais em outras categorias da moda e serviços à ela associados, por exemplo melhor maquiador, cabeleireiro, estilista, diretor de desfiles, produtor de casting, dentre outras categorias.

    Na categoria “Melhor Agência de Modelos”, a Major Model Brasil competiu com outras duas grandes agências, que apesar de atuarem no mundo da moda e da publicidade por mais de 10 anos,  não obtiveram o mesmo bom desempenho na gestão e desenvolvimento de carreira, principalmente de modelos iniciantes, ponto forte da Major.

     

    Fonte: G1 – Portal de Notícias da Globo

  • Armador da NBA bicampeão olímpico anuncia aposentadoria após dispensas

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Depois de 21 anos, chegou ao fim a carreira do armador Chris Paul na NBA. Eleito pela liga como um dos 75 melhores jogadores da história, o bicampeão olímpico anunciou a aposentadoria aos 40 anos, na tarde desta sexta-feira (13), após ser dispensado por dois times diferentes na temporada 2025-26.

    Chris Paul chegou à NBA em 2005, escolhido na 4ª posição do draft pelo New Orleans Hornets, time que atualmente está em Charlotte (EUA). Ele foi premiado como Novato do Ano em sua primeira temporada.

    Nos Hornets, Paul liderou a liga em número de assistências duas vezes (2007-08 e 2008-09), antes de chegar ao Los Angeles Clippers, em 2011. Foi no time de LA onde o armador fez mais sucesso, liderando um ataque empolgante com Blake Griffin, DeAndre Jordan e JJ Redick.

    Em 2017, foi trocado para o Houston Rockets, time no qual fez parceria de armação com James Harden. Depois passou por Oklahoma City Thunder, Phoenix Suns, Golden State Warriors, San Antonio Spurs e Clippers novamente.

    DESPEDIDA MELANCÓLICA

    Antes do início da temporada atual da NBA, Paul fechou contrato de um ano com os Clippers. Em novembro, indicou que se aposentaria após o fim da temporada. Mas, menos de um mês depois, foi dispensado pela equipe de Los Angeles.

    A decisão aconteceu, segundo a imprensa norte-americana, após divergências de Chris Paul com o vestiário dos Clippers. A dispensa foi uma surpresa mesmo com a fase ruim dos Clippers naquele ponto da temporada.

    Troca e dispensa. Durante a última janela de transferências da NBA, que fechou no início do mês, o armador foi trocado para o Toronto Raptors, que o dispensou nesta sexta-feira, de acordo com a imprensa local.

    CONQUISTAS

    Segundo jogador com mais assistências e roubos de bola na história da liga, Chris Paul também foi bicampeão olímpico com os Estados Unidos, em Pequim-2008 e Londres-2012. Ele foi selecionado para o All-Star Game em 12 oportunidades, mas não conquistou um título. Em Phoenix, chegou às finais, mas saiu derrotado para o Milwaukee Bucks, após abrir vantagem de 2 a 0 e levar a virada.

    Armador da NBA bicampeão olímpico anuncia aposentadoria após dispensas

  • Como Pedro Sampaio fez de 'Jetski' o hit do Carnaval com Melody e 'sons de golfinhos'

    Como Pedro Sampaio fez de 'Jetski' o hit do Carnaval com Melody e 'sons de golfinhos'

    Embora não haja receita de sucesso, os ingredientes mais procurados pelo público, ele afirma, são letras de duplo sentido, uma melodia imediata e, claro, o ritmo contagiante. “Precisa haver uma convocação para que todo mundo cante e dance. Carnaval é um fenômeno físico, as pessoas querem viver uma catarse”, diz.

    GUILHERME LUIS
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O músico Pedro Sampaio pôs a cantora Melody e o funkeiro Meno K na garupa para acelerar rumo ao Carnaval deste ano. Não foram de “motinha”, nem de táxi, tampouco de trio elétrico. Escolheram um jet ski, veículo que dá nome à sua parceria musical, obra que deu um banho nos competidores e chegou ao topo da lista de mais ouvidas do Spotify.
    Sampaio costuma navegar bem pela folia, mas nunca chegou à crista da onda tão rápido como foi com “Jetski”, que precisou só de quatro dias para virar uma das 15 mais tocadas na plataforma. A canção fala sobre montar num jet ski para transar no mar. “Tu gosta, né, de correr perigo”, canta o DJ. Erotismo é um dos segredos para se criar um potencial hit de Carnaval, diz Felipe Vassão, compositor e produtor vencedor do Grammy Latino.

    Embora não haja receita de sucesso, os ingredientes mais procurados pelo público, ele afirma, são letras de duplo sentido, uma melodia imediata e, claro, o ritmo contagiante. “Precisa haver uma convocação para que todo mundo cante e dance. Carnaval é um fenômeno físico, as pessoas querem viver uma catarse”, diz.

    E “Jetski” surfa por todos esses pontos. Sampaio, que além de DJ é produtor, afirma ter cortado pedaços da composição original para abrir espaço para versos que ele queria que aparecessem mais de uma vez. “Repetição é imprescindível”, diz o artista. Para a melodia, o músico quis sons que remetessem ao mar e ao verão, como o barulho de ondas quebrando.

    Mas o ouro está mesmo no refrão, que imediatamente viralizou nas redes. Nele, Melody canta “vou rebolar pra tu”, que só rima com o verso “vou te deixar maluco” porque ela distorce a última palavra para terminar com um som que, de cara, faz o público lembrar um palavrão que tem essa mesma sonoridade.

    Melody, aliás, é fundamental para o sucesso de “Jetski”. Aos 19 anos, ela deixou de ser feita de piada pelo público para viver uma ascensão artística, paparicada agora por cantores de vários gêneros musicais, não só do funk.

    Ela fez outras parcerias para o Carnaval, como “Desliza (‘Ólhinho’ no Corpinho)”, com o pagodeiro Léo Santana, e estaria também numa canção de Anitta com Pabllo Vittar e Marina Sena, mas acabou sendo excluída porque vazou informações antes de seu lançamento.

    O período de maré alta vem, porém, no rastro de uma série de polêmicas, como supostos desentendimentos com a própria Anitta e com Ana Castela, a sexualização do seu corpo em videoclipes gravados na infância e pela forma com que o pai conduz sua carreira, o que frequentemente é alvo de críticas. A criação de Melody em ambientes cheios de adultos sempre suscitou debates sobre a exposição de artistas crianças.

    Convidar a cantora para “Jetski” foi uma estratégia para fazer dela uma diva pop, diz Sampaio. Por isso, ele reservou um trecho para Melody fazer uma dança com potencial de viralizar, que acabou se provando o momento mais empolgante nos shows, com a plateia tentando acompanhar os passos. Às vezes, Melody recorre ao playback na hora da coreografia, mas isso não parece incomodar o público.

    Contou a favor de “Jetski” também um outro debate que se espalhou pelas redes, de teor mais biológico que musical, digamos -afinal, que som faz um golfinho? Tudo começou com um vídeo em que Pedro Sampaio conta como foi o processo de produzir a faixa. “Ninguém percebeu, mas já começa com o som de um golfinho verdadeiro”, diz o DJ, antes de tocar um tinido curto e agudo.

    Bastou isso para surgir uma polêmica. O produtor Felipe Vassão publicou um vídeo em que mostra que os barulhos de “Jetski” não se parecem em nada com os que os golfinhos fazem na vida real. Segundo Vassão, Sampaio teria pescado o efeito sonoro num catálogo digital chamado Splice.

    Os tinidos de “Jetski” são mesmo muito diferentes dos que os bichos marítimos emitem, afirma a bióloga Kamilla Souza. “Se forçar muito dá para dizer que lembra um golfinho. As diferentes espécies emitem sons únicos, mas nenhum parece com os da música.”

    Questionado, Sampaio se limita a dizer que gosta de brincar quando produz. “Existem na internet vários bancos de ‘samples’ autorizados. ‘Jetski’ tem características orgânicas, como o som de onda, porque elas combinam com a estética da música e trazem imersão.”

    “Jetski” quase afundou também em outra polêmica -um suposto plágio de “Somebody’s Watching Me”, clássico dos anos 1980 de Rockwell. O burburinho surgiu também a partir de Vassão, que apontou semelhanças na melodia do refrão das duas músicas em outra publicação no Instagram.

    À época, Sampaio não comentou o caso, e a gravadora Sony Music disse que não tinha nada a declarar. Em meio à discussão, o nome de Rockwell surgiu na lista de autores creditados pela faixa.

    Tanta movimentação na internet fez o nome de Sampaio disparar nas buscas. Segundo o Google Trends, o interesse pelo artista bateu recorde em janeiro deste ano, e segue crescendo. O DJ fica especialmente popular no Carnaval, mostra a plataforma, graças às músicas que ele lança para a festa. Seu nome ganhou tração com “Dançarina” em 2022, e dois anos depois com “PocPoc”.

    Sampaio tem ainda a vantagem de ser querido por várias tribos, o que amplia o alcance orgânico dos seus lançamentos. Bissexual, ele virou ídolo da comunidade LGBTQIA+ ao expor sua sexualidade no palco do Lollapalooza, em 2023. Depois, ele lançou uma parceria com Vita Pereira e Isma Almeida, as Irmãs de Pau, artistas travestis da cena independente.

    Mas Sampaio também já fez várias faixas com artistas do funk e do sertanejo, gêneros dominados por pessoas heterossexuais. “Penso em todo mundo, não em gênero, classe social ou idade”, ele diz.
    “Jetski” tomou a dianteira e cruzou águas internacionais ao escalar a argentina Emilia para um “remix”, mas outras faixas devem tocar bastante no Carnaval também. Uma delas é “Gostosin”, de Anitta com Felipe Amorim, mistura de funk e piseiro que está entre as 20 mais ouvidas do Spotify.

    A folia terá ainda Ivete Sangalo, que instiga o público a chupar pescoços e o que mais der na telha em “Vampirinha”, faixa que bebe de influências do pagodão baiano. A canção foi massacrada por alguns, que consideraram a letra boba e vulgar -“se tu tem medo de virar morcego/ libera o pescoço”-, mas abraçada por quem gosta de ver Ivete mais assanhada.

    A cantora vem defendendo a faixa ao dizer que seu objetivo era tirar sarro. A letra, porém, rendeu a ela uma denúncia por parte do Ministério Público da Bahia depois de ela dançar “Vampirinha” com uma criança durante um show.

    Mas Ivete ainda é rainha no Carnaval, e seu primeiro bloco gratuito em São Paulo arrastou, na semana passada, 1,2 milhão de pessoas, estimativa da Polícia Militar. Eram foliões sedentos pelo fervo, uma maré que sobe ainda mais neste sábado e que só deve baixar quando a energia enfim se esgotar.

    Como Pedro Sampaio fez de 'Jetski' o hit do Carnaval com Melody e 'sons de golfinhos'

  • Influencer denuncia ataques racistas após anunciar gravidez de Kid Bengala

    Influencer denuncia ataques racistas após anunciar gravidez de Kid Bengala

    Embora a diferença de 46 anos entre o casal já gerasse comentários desde a notícia da gestação, Flávia afirma que muitas críticas extrapolaram a questão etária e passaram a atacar a cor da pele do ator. Segundo a criadora de conteúdo, as mensagens começaram a circular logo depois que ela divulgou o vídeo confirmando a paternidade. “Eu já esperava comentários sobre a diferença de idade, mas comecei a receber mensagens com ataques racistas. Isso me chocou”, contou.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Flávia Barone, 25, relatou ter sofrido ataques de teor racista nas redes sociais após anunciar que está grávida de Kid Bengala, 71.

    Embora a diferença de 46 anos entre o casal já gerasse comentários desde a notícia da gestação, Flávia afirma que muitas críticas extrapolaram a questão etária e passaram a atacar a cor da pele do ator. Segundo a criadora de conteúdo, as mensagens começaram a circular logo depois que ela divulgou o vídeo confirmando a paternidade. “Eu já esperava comentários sobre a diferença de idade, mas comecei a receber mensagens com ataques racistas. Isso me chocou”, contou.

    Ela destacou que algumas publicações traziam termos ofensivos e estereótipos raciais ligados a Kid Bengala. “Não é só preconceito por ele ser mais velho. Tem gente incomodada com a nossa relação por causa da cor dele”, explicou.

    Flávia garantiu que não pretende se calar diante das críticas. “Relacionamento interracial não deveria ser motivo de ódio. Estamos falando de um filho que está chegando. Existe limite”, afirmou.

    A influenciadora ainda disse que avalia medidas jurídicas caso os ataques persistam. “Crítica faz parte da exposição, mas racismo é crime”, reforçou.

    Para Flávia, a situação evidencia que diferenças de idade e questões raciais ainda provocam reações extremas nas redes sociais. “Eu sabia que seria um assunto comentado, mas não imaginava que chegaria a esse nível”, concluiu.

    Influencer denuncia ataques racistas após anunciar gravidez de Kid Bengala

  • Julgamento sobre aposentadoria especial do vigilante está em 4×3 contra segurados

    Julgamento sobre aposentadoria especial do vigilante está em 4×3 contra segurados

    O Supremo julga recurso do INSS contra uma decisão de 2020 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que admitiu o tempo especial para vigilante, desde que o segurado comprove a exposição à atividade nociva com risco à integridade física.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) tem quatro votos contrários à concessão de aposentadoria especial aos profissionais vigilantes. Outros três ministros votaram para reconhecer o direito. O caso começou a ser julgado na semana passada no plenário virtual que vai até o fim desta sexta-feira, 13. O Ministério da Previdência Social estima um impacto de R$ 200 bilhões ao longo de 35 anos em caso de derrota, segundo documento anexado no processo.

    O Supremo julga recurso do INSS contra uma decisão de 2020 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que admitiu o tempo especial para vigilante, desde que o segurado comprove a exposição à atividade nociva com risco à integridade física.

    O relator, Kássio Nunes Marques, votou para reconhecer o tempo especial por causa da exposição ao risco inerente à profissão. Em seu voto, ele afirmou que a atividade de vigilância coloca em risco a integridade física do trabalhador, deixando-o em \”estado de alerta, gerando quadro de elevada tensão emocional\”. Ele foi acompanhado pelos ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia.

    O ministro Alexandre de Moraes abriu a divergência. Para ele, deve ser aplicado neste caso o mesmo entendimento que negou a aposentadoria especial aos guardas municipais, em 2019. \”É insustentável argumentar que os vigilantes se expõem a mais riscos do que os guardas civis municipais\”, argumentou. Ele foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux e Dias Toffoli.

    Para a Advocacia-Geral da União (AGU), que representa o INSS, a Constituição autoriza a aposentadoria diferenciada apenas se houver exposição permanente a agentes físicos, químicos ou biológicos que sejam nocivos ao ser humano, o que não seria o caso do vigilante.

    A AGU também alertou para o risco de extensão desse entendimento a outras profissões, aumentando ainda mais o impacto para os cofres públicos. \”São inúmeras as profissões que poderiam reclamar a concessão da aposentadoria especial, sob a alegação de que os segurados desempenhariam atividade que estivesse associada a alguma espécie de risco ou perigo, como motoristas de ônibus e caminhão, trabalhadores da construção civil, etc.\”, salientou.

    Julgamento sobre aposentadoria especial do vigilante está em 4×3 contra segurados

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  • Palmeiras negocia empréstimo de atacante Bruno Rodrigues para o Cruzeiro

    Palmeiras negocia empréstimo de atacante Bruno Rodrigues para o Cruzeiro

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras está perto de acertar o empréstimo do atacante Bruno Rodrigues ao Cruzeiro.
    Os empresários de Bruno Rodrigues ofereceram o jogador ao Cruzeiro, e a Raposa está avaliando o acordo até o fim da temporada.

    Bruno Rodrigues está sem espaço no Palmeiras e vê o Cruzeiro como uma ótima chance de recuperar sua carreira. Foi no clube mineiro que o atacante de 28 anos viveu a melhor fase da carreira: em 2023, Bruno disputou 49 jogos, marcou 13 gols e deu 7 assistências.

    O jogador se queimou com a direção e a comissão técnica ao disputar um torneio amador durante as férias após ficar mais de 600 dias sem entrar em campo por duas lesões sérias. No jogo contra o Botafogo-SP, Abel escalou um time todo reserva e Bruno ficou no banco de reservas.

    Bruno foi contratado por quase R$ 25 milhões no fim de 2023, disputou apenas 17 partidas e marcou 2 gols.

    O jogador tem contrato com o Palmeiras até 31 de dezembro de 2028.

    Palmeiras negocia empréstimo de atacante Bruno Rodrigues para o Cruzeiro

  • Trump diz que visitará a Venezuela em data ainda não definida

    Trump diz que visitará a Venezuela em data ainda não definida

    “Visitarei a Venezuela”, disse o republicano ao responder a uma pergunta de um jornalista na Casa Branca. Depois, ele acrescentou a respeito da data: “Ainda não decidimos”.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou hoje que visitará a Venezuela, embora não tenha especificado a data.

    “Visitarei a Venezuela”, disse o republicano ao responder a uma pergunta de um jornalista na Casa Branca. Depois, ele acrescentou a respeito da data: “Ainda não decidimos”.

    Trump ordenou uma operação militar na Venezuela em 3 de janeiro que terminou com a captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Foi a intervenção mais grave na região desde a remoção de Manuel Noriega do Panamá em 1989.

    O presidente afirmou ainda que as relações dos Estados Unidos com a Venezuela são “muito boas” e que reconhece Delcy Rodríguez como a governante oficial. “Temos um relacionamento muito bom com a presidente da Venezuela”, disse ele a jornalistas.

    Questionado se reconheceria Rodríguez como a governante oficial, ?Trump respondeu: “Sim, ?já fizemos isso”. “Eu diria que a relação que temos agora com a Venezuela é nota 10”, acrescentou ?o presidente norte-americano.

    Trump diz que visitará a Venezuela em data ainda não definida

  • Zanin vota contra aposentadoria especial do vigilante e Cármen Lúcia, a favor

    Zanin vota contra aposentadoria especial do vigilante e Cármen Lúcia, a favor

    A ministra Cármen Lúcia, no entanto, abriu o desempate e votou favorável, seguindo o relator do caso, ministro Kassio Nunes Marques, e o ministro Flávio Dino. Há três votos para concessão do benefício especial à categoria e dois contrários.

    CRISTIANE GERCINA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro Cristiano Zanin votou contra a aposentadoria especial do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para vigilantes em julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal). Zanin seguiu o voto de Alexandre de Moraes, deixando o placar empatado nas primeiras horas desta sexta-feira (13), com dois votos a favor e dois contra.

    A ministra Cármen Lúcia, no entanto, abriu o desempate e votou favorável, seguindo o relator do caso, ministro Kassio Nunes Marques, e o ministro Flávio Dino. Há três votos para concessão do benefício especial à categoria e dois contrários.

    O julgamento, que ocorre no plenário virtual sob o tema 1.209, está previsto para terminar as 23h59. O processo tem repercussão geral e o que for decidido valerá para todas as ações do tipo no país.

    O INSS alega impacto de até R$ 154 bilhões aos cofres públicos em 35 anos. A aposentadoria especial é concedida a profissionais expostos a condições prejudiciais à saúde, de forma habitual e permanente no dia a dia de trabalho.

    Para Nunes Marques, a atividade pode ser reconhecida como especial, com ou sem uso de arma de fogo, por causa dos riscos e de possíveis prejuízos à saúde mental e à integridade física do trabalhador, tanto antes quanto depois da reforma da Previdência de 2019.

    Para Moraes, o Supremo não deve aprovar o direito ao benefício mais vantajoso porque a corte já afirmou que não há risco inerente na profissão ao julgar processo semelhante envolvendo guardas municipais.

    O relator propôs ainda regras para comprovar a atividade especial. Segundo ele, para períodos até 5 de março de 1997, o reconhecimento pode ser feito com base na lista de profissões vigente na época, que incluía vigilantes. Após essa data, passa a ser exigido laudo que comprove os riscos, conforme as normas de cada período analisado.

    A advogada Adriane Bramante, especialista em direito previdenciário e que fez a defesa dos segurados no STF em nome do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), afirma que esse é um dos processos mais importantes do ano na área previdenciária.

    Segundo ela, a discussão começou no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o debate era se o reconhecimento do tempo especial se daria apenas para quem usa arma de fogo ou também poderia se estender a quem não trabalha armado.

    Com a reforma da Previdência de 2019, que retirou a periculosidade como fator para caracterizar atividade especial da Constituição, o debate se ampliou. Agora, o Supremo decidirá se esse direito continua válido mesmo após a emenda constitucional 103.

    “A periculosidade é a iminência do risco, uma possibilidade sempre presente de um evento violento que interrompe a integridade do trabalhador. Essa atividade de vigilante submete o profissional a roubo e a violência física. Além disso, pode causar morte”, disse.

    O QUE PODE ACONTECER AGORA?

    O caso ainda não chegou ao final e tem prazo previsto até 23h59 desta sexta. Se a aposentadoria especial for aprovada, o INSS poderá conceder o benefício. Os processos que estão parados voltarão a andar.

    O instituto poderá recorrer, pedindo esclarecimentos aos ministros por meio dos embargos de declaração, quando se apontam omissão, contradição ou trechos obscuros na decisão.

    Se o direito for negado, o segurado que entrou com a ação que foi parar no Supremo também poderá recorrer, solicitando esclarecimentos em embargos de declaração, e tentar reverter o direito ao menos para quem já tinha a concessão pela Justiça anteriormente, já que a tese chegou a ser aprovada no STJ.

    Os ministros podem ainda pedir vista, ou seja, mais prazo para analisar a ação ou destaque, quando se solicita que o processo vá a julgamento no plenário presencial. No pedido de vista, há prazo de até 90 dias para devolver o processo à corte para nova análise.

    ENTENDA A DISCUSSÃO NO STF SOBRE A APOSENTADORIA ESPECIAL DO VIGILANTE

    O STF julga, com repercussão geral no tema 1.209, se vigilantes têm direito à aposentadoria especial do INSS por exercerem atividade perigosa e de risco à integridade física e saúde mental.

    O relator, Kassio Nunes Marques, votou pelo reconhecimento do tempo especial com ou sem uso de arma de fogo e inclusive após a reforma da Previdência de 2019, desde que comprovado por documentação técnica conforme o período trabalhado.

    Já Alexandre de Moraes abriu divergência, afirmando que a Constituição não permite o benefício com base apenas na periculosidade e que há precedente da corte sobre guardas municipais afastando a existência de risco inerente à função.

    O julgamento também discutirá se o enquadramento é possível após as mudanças legais de 1995 e 1997, quais provas são exigidas, como o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário), por exemplo, e se há constitucionalidade da reforma de 2019, que eliminou o fundamento para o reconhecimento da atividade especial por risco à integridade física.

    O STJ já havia dado o tempo especial aos vigilantes, armados ou não.

    Zanin vota contra aposentadoria especial do vigilante e Cármen Lúcia, a favor

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  • Samira é eliminada na prova do líder do BBB 26, e restam 3 participantes

    Samira é eliminada na prova do líder do BBB 26, e restam 3 participantes

    A primeira pessoa a deixar a prova foi Chaiany Andrade, eliminada por Marciele Albuquerque nos primeiros minutos da dinâmica. A goiana expressou a sua indignação e exclamou: “Vou acabar com tudo. Vai todo mundo pro Tá Com Nada nessa porra”.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Tres participantes disputam a quinta prova do líder do BBB 26. No momento, ainda permanecem na dinâmica Jonas Sulzbach, Jordana Morais e Gabriela Saporito. A última a deixar a prova foi Samira Sagr, eliminada por Jonas.

    A primeira pessoa a deixar a prova foi Chaiany Andrade, eliminada por Marciele Albuquerque nos primeiros minutos da dinâmica. A goiana expressou a sua indignação e exclamou: “Vou acabar com tudo. Vai todo mundo pro Tá Com Nada nessa porra”.

    Já a influenciadora Maxiane Rodrigues tirou duas pessoas da prova. Ela escolheu eliminar Leandro Rocha, o Boneco, da competição. O baiano foi o quinto participante a deixar o espaço de prova e saiu da disputa às 4h05 da manhã.

    O ex-jogador de futebol Edilson Capetinha foi a segunda pessoa a deixar o desafio. O Camarote passou mal e saiu da disputa às 00h37. Ele foi seguido por Ana Paula Renault, que desistiu do jogo às 00h56, também alegando mal estar. Ao voltar para a casa, ambos pediram medicamentos contra enjoo.

    A atriz Solange Couto resistiu por mais de quatro horas antes de desistir do desafio. A camarote deixou o espaço de provas às 3h38 da manhã desta sexta-feira (13) e foi a quarta pessoa a voltar para a casa.

    Pela manhã, Milena Moreira foi eliminada por Alberto Cowboy. Por volta das 8h, Babu Santana desistiu da prova. Às 11h, Maxiane eliminou Juliano Floss. Logo em seguida, por volta das 12h45, Maxiane não aguentou e pediu para sair. Às 14h, Jonas eliminou Marcelo Alves.

    ENTENDA A DINÂMICA

    A quinta prova do líder da temporada é um desafio de resistência no qual os brothers precisam ficar posicionados em seis plataformas giratórias. Em cada rodada, um jogador será o “Mestre da Rodada”, podendo ficar de fora da plataforma.

    O mestre fará duas jogadas de dados. O dado azul representa uma consequência. A pessoa terá que escolher uma pessoa que está posicionada na plataforma de número correspondente ao sorteado no dado para sofrer uma prenda.

    O dado laranja é o dado do mestre e, novamente, o número sorteado indica uma das seis plataformas. A pessoa, então, terá que escolher um jogador da plataforma sorteada para ocupar o seu lugar e ser o mestre da próxima rodada.

    Algumas rodadas do jogo serão eliminatórias. Quando isso ocorrer, o mestre jogará o dado azul e, ao invés de aplicar uma consequência, ele eliminará um participante da prova. Entre uma rodada e outra, as plataformas param de girar.

    Quando uma plataforma ficar vazia, o número correspondente à ela no dado será substituído por uma letra B. Caso o dado caia nela, o mestre da rodada poderá escolher qualquer competidor para sofrer a consequência.

    Quando restarem apenas três jogadores, a mecânica dos dados se encerra e os participantes devem ficar posicionados nas plataformas giratórias, resistindo. Caso a prova dure até o horário do programa ao vivo de sexta-feira (13), cada participante receberá uma ficha e deverá lançar para a mesa de prêmios, que contém pontuações diversas.

    Quem fizer mais pontos, poderá eliminar um adversário. A última pessoa sobrando no jogo será consagrada como a nova líder do BBB.

    Samira é eliminada na prova do líder do BBB 26, e restam 3 participantes

  • Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em assassinato nos EUA

    Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em assassinato nos EUA

    Ela foi considerada culpada de participar dos assassinatos de Christine Banfield e Joseph Ryan em 2023. Além do período presa, terá que cumprir mais dois anos de liberdade condicional. À época, ela mantinha um relacionamento com

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A babá brasileira Juliana Peres Magalhães foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a 10 anos de prisão por homicídio. A sentença foi proferida no condado de Fairfax (no estado da Virgínia) na tarde desta sexta-feira (13).

    Ela foi considerada culpada de participar dos assassinatos de Christine Banfield e Joseph Ryan em 2023. Além do período presa, terá que cumprir mais dois anos de liberdade condicional. À época, ela mantinha um relacionamento com

    Brendan Banfield, pai da família para a qual trabalhava e marido de Christine.

    Segundo a investigação, ele e Juliana elaboraram um plano para matar a mulher que envolvia o uso de um site fetichista e treinamento de tiro. Em depoimento, a brasileira disse que o objetivo do crime era permitir que eles pudessem ficar juntos.

    Juliana está presa desde a época do crime e aceitou um acordo com a Procuradoria de Fairfax, no qual confessou participação na trama e se declarou culpada pela morte de Ryan. Antes do acordo, ela respondia por homicídio em segundo grau (que tem uma pena maior) e uso ilegal de arma de fogo.

    Com a colaboração na investigação, a acusação foi reclassificada para “manslaughter”, um tipo de homicídio com pena menor, de no máximo dez anos de prisão. Além disso, como parte do acordo, a promotoria do caso recomendou que a brasileira deveria ser condenada a uma pena semelhante ao período que ela já cumpriu de prisão, que somam pouco mais de dois anos.

    A brasileira leu um depoimento em que pediu desculpas às famílias afetadas. “Eu não vou me perdoar pela dor que causei. Não o que eu possa fazer. Há tantos arrependimentos, sei que meu remorso não trará paz a ninguém. Eu me perdi em uma relação, ultrapassei todos os limites e coloquei entes queridos em risco.”

    Durante a leitura da sentença, porém, a juíza afirmou que não poderia aceitar a recomendação e decidiu condená-la pela pena máxima para o crime, que foi de dez anos.

    “Suas ações foram deliberadas, motivadas por interesse próprio e demonstraram um profundo desprezo pela vida humana. Então, sejamos claros: você não merece nada além do encarceramento e de uma vida de reflexão sobre o que fez à vítima e à família dela. Que isso pese intensamente sobre a sua consciência”, afirmou a juíza Penney S. Azcarate. A magistrada afirmou que o caso foi um dos o caso de “homicídio mais grave que o tribunal já viu”.

    Em entrevista a jornalistas após o veredito, o advogado da babá brasileira, Ryan Campbell, afirmou que sente “profunda solidariedade com a família Banfield e com a família de Joe Ryan”. “O que eles enfrentaram foi terrível. Quando ficou claro que o correto a fazer era cooperar, fizemos todo o possível para colaborar e ajudar na condenação de Brendan Banfield”, disse Campbell.

    OS ASSASSINATOS

    De acordo com os autos do processo, Juliana e Brendan criaram um perfil falso em um site de fetiches, se passando por Christine. Por meio desse perfil, marcaram um encontro com Ryan na casa da família. O plano era matar Christine e fazer parecer que o crime havia sido cometido por ele.

    Juliana teria sido responsável pela morte de Joseph, já Brendan foi considerado culpado pelos assassinatos em um veredito divulgado no fim de janeiro -ele assassinou a mulher a facadas. Ele também foi condenado por uso de arma de fogo e por colocar uma criança em perigo -a filha do casal, então com quatro anos, estava na residência no momento do crime. A sentença dele será proferida no início de maio, porém a expectativa é que ele seja condenado a prisão perpétua.

    A posutra de Brendan foi classificada pela Promotoria como “monstruosa” por cometer os crimes e ainda mentir no banco das testemunhas. Segundo a acusação, ele desejava construir uma vida com Juliana e não via outra forma de fazê-lo sem matar a esposa.

    Segundo o jornal The New York Times, durante a audiência, o advogado de Brendan, John Carroll, alegou que Juliana teria iniciado conversas com um jornalista interessado em comprar sua história. De acordo com mensagens apresentadas no tribunal, o plano seria produzir um documentário para a Netflix sobre o caso.

    Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em assassinato nos EUA

  • Ministros relatam falta de confiança e veem Fachin isolado após caso Toffoli

    Ministros relatam falta de confiança e veem Fachin isolado após caso Toffoli

    Pelo menos quatro magistrados sinalizaram insatisfação com o fato de ele ter dado andamento a um relatório feito pela Polícia Federal contra um membro do Supremo sem supervisão judicial, e não o arquivado sumariamente.

    LUÍSA MARTINS
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Após a reunião que selou a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Master, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) relatam um clima de falta de confiança no presidente da corte, Edson Fachin, e apontam seu isolamento no tribunal.

    Pelo menos quatro magistrados sinalizaram insatisfação com o fato de ele ter dado andamento a um relatório feito pela Polícia Federal contra um membro do Supremo sem supervisão judicial, e não o arquivado sumariamente.

    Internamente, magistrados também criticaram a postura de Fachin ao longo da conversa a portas fechadas realizada na quinta-feira (12), quando ele insistiu, em mais de uma oportunidade, que a arguição de suspeição contra Toffoli deveria ser levada para julgamento em plenário nesta sexta.

    Para esses ministros, isso seria o mesmo que jogar um dos integrantes da corte aos leões, fazendo-o sangrar em praça pública, o que institucionalmente não se esperaria de um presidente do STF.
    Na petição, a PF sugere hipóteses criminais de possível envolvimento de Toffoli nas fraudes do Master. O STF autuou a petição como uma “arguição de suspeição”, e Fachin pediu que o colega respondesse sobre as alegações.

    Embora a nota conjunta de apoio a Toffoli divulgada após a reunião esteja assinada pelo quórum completo de ministros, indicando unanimidade, as discussões evidenciaram uma divisão -Fachin e Cármen Lúcia de um lado e todos os demais de outro.

    Segundo relatos feitos à reportagem, o isolamento do presidente do STF se acentua neste momento porque ele não deu garantia de que estará do lado dos pares para defendê-los em caso de eventuais novas crises ou novos ataques, o que seria preocupante especialmente em ano eleitoral.

    Auxiliares de Fachin, por outro lado, ponderam que o ministro reconhece a importância do chamado espírito de corpo no STF, mas ressaltam que a pauta da ética é a prioridade de sua gestão -sendo assim, ele não poderia simplesmente ignorar o relatório da PF, classificado por um interlocutor do ministro como nitroglicerina pura.

    A reunião resultou em um acordo pelo qual o Supremo elaborou uma nota em defesa da integridade de Toffoli e de todos os atos assinados por ele até o momento, mas o ministro abdicou do processo “para o bom andamento dos processos e considerados os altos interesses institucionais”.

    Fachin já havia se indisposto com parte dos colegas após propor um código de conduta para os ministros da corte.

    Inspirada no modelo do Tribunal Constitucional Federal da Alemanha, a ideia prevê, por exemplo, a divulgação obrigatória de verbas recebidas por ministros pela participação em eventos e palestras.

    O ministro obteve o apoio dos presidentes dos demais tribunais superiores e de ex-presidentes do Supremo, mas enfrentou resistências internas, entre eles de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.

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