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  • Major Model Brasil é eleita a melhor agência de modelos do país

    A Major Model Brasil, já conhecida por ser uma das melhores agências de modelos do país foi também a escolhida para receber a premiação de moda ARWUS, que consagra aqueles que mais se destacam no setor da moda nacional.

    A premiação ocorreu em uma cerimônia realizada em São Paulo e contou com a presença de diretores de desfiles, estilistas, celebridades, modelos, maquiadores, além de diretores de televisão e membros representantes do Governo Estadual.

    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais
    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais

    Fundada no início dos anos 2000 em São Paulo, a Major Model Brasil tem à sua frente o renomado booker Ney Alves, responsável por ter lançado e trabalhado na construção da carreira de nomes importantes da moda e da televisão, que vão desde celebridades à top models internacionalmente reconhecidos como: Fernanda Lima, Ana Hickmann, Paolla Oliveira, Reynaldo Gianecchini, Thayla Ayala, Izabel Goulart, Marcio Kiss, Bruno Santos, Raquel Zimmermann… Esta última chegou a ser considerada a modelo número 1 no ranking mundial das top models por 3 anos consecutivos.

    No portifólio da agência Major Brasil, constam trabalhos para marcas de mais alto prestígio e renome do cenário fashion, dentre elas estão as cobiçadas Emporio Armani, Calvin Klein, Balenciaga, Givenchy, Dolce & Gabanna, Prada, Gucci, Chanel, Versace. Apenas algumas das grifes para as quais modelos desta premiada agência tiveram a oportunidade de trabalhar.

    Segundo Ney Alves, o grande diferencial da agência Major Model Brasil é que “todos tem perfil para ser modelo, desde que sejam direcionados para o mercado certo. Se tiver altura para passarela serão trabalhadas no setor, caso contrário, iremos buscar o seu mercado ideal”, dando assim oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no mundo da moda ou da publicidade.

    O Prêmio Arwus, também elegeu  profissionais em outras categorias da moda e serviços à ela associados, por exemplo melhor maquiador, cabeleireiro, estilista, diretor de desfiles, produtor de casting, dentre outras categorias.

    Na categoria “Melhor Agência de Modelos”, a Major Model Brasil competiu com outras duas grandes agências, que apesar de atuarem no mundo da moda e da publicidade por mais de 10 anos,  não obtiveram o mesmo bom desempenho na gestão e desenvolvimento de carreira, principalmente de modelos iniciantes, ponto forte da Major.

     

    Fonte: G1 – Portal de Notícias da Globo

  • Campeão mundial de rali, Lucas Moraes tem ‘obsessão’ por vitória no Dakar

    Campeão mundial de rali, Lucas Moraes tem ‘obsessão’ por vitória no Dakar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Apaixonado por esportes a motor desde a infância por influência do pai, o piloto paulistano Lucas Moraes, 36, participou de sua primeira prova de motocross aos quatro anos de idade. Uma lesão no quadril, porém, o forçou a abandonar as disputas em cima de duas rodas ainda no início de sua trajetória profissional.

    Frustrado por não poder mais competir e buscando novos ares, o herdeiro do grupo Votorantim partiu então, aos 20 e poucos anos, para um período de estudos voltados à tecnologia no Vale do Silício, na Califórnia.

    A fase nos Estados Unidos alimentou a veia empreendedora de Moraes, com a fundação, em meados de 2016, da fintech Olivia, junto com o sócio Cristiano Oliveira.

    O app, que tinha como proposta ajudar os brasileiros a lidar melhor com as finanças pessoais se valendo do uso da inteligência artificial, foi vendido para o Nubank em 2021.

    Com a venda do negócio e de volta ao Brasil, ele passou a participar, a princípio apenas de maneira recreativa, de provas de rali -seu pai, Marcos Moraes, foi o responsável por quase 30 anos pela organização do tradicional Rali dos Sertões.

    Em 2019, quando ainda nem pensava em levar a carreira como piloto off-road como uma profissão, acabou sagrando-se o campeão do Sertões, ao lado do navegador Kaique Bentivoglio.

    A vitória se repetiria em 2022, e novamente em 2024. Um ano antes do tricampeonato, Moraes já havia feito história para o automobilismo brasileiro ao conquistar a terceira colocação no Rali Dakar, principal prova da categoria -ele se tornou o primeiro piloto do país a chegar ao pódio.

    Em uma ascensão meteórica, em outubro de 2025, Moraes conquistou o título mundial de rali na categoria W2RC pela Toyota, desbancando o grande favorito Nasser Al-Attiyah, do Qatar.

    “O que passou na cabeça ali na hora foi um orgulho muito grande de poder estar representando o Brasil”, afirmou Moraes em entrevista à Folha em um dos escritórios do Votorantim, no Itaim Bibi, em São Paulo.

    Considerada a F1 das disputas off-road, com os carros chegando a até 170 km/h em pistas irregulares e esburacadas de terra, Moraes defenderá seu título neste ano correndo pela fabricante Dacia, tendo como companheiro de equipe Al-Attiyah.

    Ele ressalta, contudo, que o grande objetivo traçado para os próximos anos é alcançar o primeiro lugar no Dakar.

    “Depois que fiz o pódio, o Dakar virou uma obsessão. O pódio é legal, o terceiro lugar foi espetacular, na minha primeira participação, o melhor resultado do Brasil, fui o mais novo a subir ao pódio. Mas é terceiro ainda, então tenho que tentar chegar ao topo”, afirmou Moraes.

    Na edição de 2026, o brasileiro terminou a disputa do Dakar em Yanbu, na Arábia Saudita, em sétimo lugar. A vitória foi de Al-Attiyah.

    “O Dakar leva todos os envolvidos a um limite extremo”, afirmou Moraes sobre a prova de 14 dias de duração e quase 8.000 quilômetros de percurso.

    “Você realmente precisa se superar de tempos em tempos durante a prova, que é o que eu acho que faz o Dakar ser esse grande evento e um sonho para muita gente. Essa questão de enxergar o seu limite e tentar empurrar um pouquinho mais para cima é muito interessante”, disse o piloto.

    Embora mergulhado hoje no universo dos ralis, Moraes ainda mantém também uma atuação no mercado financeiro -ele fez recentemente aportes na Outfield, plataforma de investimentos focada em esportes, e na zMatch, de assinatura de carros elétricos.

    “Meu ciclo como empreendedor se fechou na Olivia, quando fizemos a transação com o Nubank”, afirmou. “Diria que estou mais do outro lado da mesa, no sentido de ser mais investidor do que empreendedor. Para mim, empreender é o esporte mais difícil do mundo”, acrescentou Moraes.

    Ele disse ainda acreditar que seu histórico como empreendedor contribui para o sucesso que vem tendo nas provas de rali.

    “Você ser um atleta de alto rendimento é um retrato muito fiel ao que é empreender. É preciso ter pensamento crítico, pensar em estratégia, em execução, uma coisa complementa a outra. O esporte retrata muito do empreendedorismo e vice-versa.”

    Valendo-se de ferramentas de IA para monitorar o desempenho nas provas, Moras afirmou também que vê a nova tecnologia como uma aliada que pode levar o ser humano a um novo patamar.

    “Quando as máquinas foram para a linha de produção nas fábricas, o ser humano teve de ir para um nível acima. Acho que com a IA pode ser algo parecido. Qual é o próximo passo que o ser humano pode atingir em termos de performance, de produtividade? Acho que vai ser um mundo mais produtivo, mais veloz e, claro, também vai requerer uma adaptação, uma sofisticação do ser humano.”

    Depois dos testes de pré-época e dos dois primeiros Grandes Prêmios, Max Verstappen continua criticando fortemente as novas regras de 2026 da Fórmula 1 – temendo pelo futuro da categoria

    Notícias ao Minuto | 14:48 – 18/03/2026

    Campeão mundial de rali, Lucas Moraes tem ‘obsessão’ por vitória no Dakar

  • STF: Mendonça prorroga inquérito sobre Banco Master por 60 dias a pedido da PF

    STF: Mendonça prorroga inquérito sobre Banco Master por 60 dias a pedido da PF

    O ministro André Mendonça atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que disse precisar de novas diligências para esclarecer os fatos envolvendo o Banco Master

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça prorrogou por mais 60 dias o inquérito que apura irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Ele atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF), que disse precisar de novas diligências para esclarecer os fatos.

    A Polícia Federal requer nova prorrogação de prazo para a realização de diligências reputadas imprescindíveis para o esclarecimento dos fatos. Considerando-se as razões apresentadas pela autoridade de polícia judiciária federal, defiro o pedido, prorrogando o inquérito por mais 60 dias”, diz a decisão, que também intimou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar sobre a prorrogação.

    Esta é a segunda vez em que o inquérito foi prorrogado. A primeira foi em janeiro, quando o caso ainda era relatado pelo ministro Dias Toffoli. Ele saiu da relatoria após a PF entregar ao Supremo um relatório com citações ao ministro no celular de Daniel Vorcaro, dono do Master, que está preso.

    A investigação apura a venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras falsas de crédito ao BRB e uma estrutura de ativos inflados que teria elevado artificialmente o patrimônio do Master. Entre os investigados estão diretores do Master e do BRB, além de empresários e ex-executivos ligados às instituições financeiras.

    STF: Mendonça prorroga inquérito sobre Banco Master por 60 dias a pedido da PF

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  • Nasa marca lançamento da missão Artemis II para abril

    Nasa marca lançamento da missão Artemis II para abril

    Os quatro astronautas – uma mulher e três homens – começam a quarentena pré-lançamento nesta quarta-feira (18); astronautas voltam à órbita da Lua após mais de 50 anos

    A Nasa anunciou para o dia 1º de abril a primeira oportunidade de lançamento da missão Artemis II, que levará astronautas para uma viagem ao redor da Lua pela primeira vez após mais de meio século.

    Se o voo não der certo, por causa das condições climáticas, uma nova tentativa pode ser feita no dia seguinte, ou enquanto estiver aberta a janela de lançamento.

    Os quatro astronautas – uma mulher e três homens – começam a quarentena pré-lançamento nesta quarta-feira (18). A chegada ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos, está prevista para o dia 27 de março.

    Para o cronograma dar certo, o foguete Artemis II deve ser levado do Edifício de Montagem até a Plataforma de Lançamento até a próxima sexta-feira (20). Esse trajeto leva 12 horas para ser feito, e a Nasa vai transmitir a transferência do foguete ao vivo.

    Além de ser o primeiro voo tripulado em direção à Lua em mais de cinco décadas, a Artemis II deverá bater marcos inéditos para a exploração espacial. Será a missão que enviará humanos para mais longe do que qualquer pessoa chegou desde a missão Apollo 13.

    Em coletiva, o chefe da equipe de Gerenciamento da Missão, John Honeycutt, enfatizou que, embora exista um risco histórico associado ao sucesso no lançamento de voos tão espaçados – o lançamento da Artemis I foi em 2022 -, a probabilidade de sucesso é melhor que o risco da primeira missão.

    Enquanto a tripulação percorrer a órbita da Lua a bordo da espaçonave Orion, qualquer pessoa com acesso à internet poderá rastrear a localização dos astronautas, incluindo a distância da Terra, a distância da Lua e a duração da missão, que será de dez dias até o retorno para a Terra. O acesso já está disponível no site da Nasa.

    A Nasa anunciou para o dia 1º de abril a primeira oportunidade de lançamento da missão Artemis II, que levará astronautas para uma viagem ao redor da Lua pela primeira vez após mais de meio século.

    Se o voo não der certo, por causa das condições climáticas, uma nova tentativa pode ser feita no dia seguinte, ou enquanto estiver aberta a janela de lançamento.

    Os quatro astronautas – uma mulher e três homens – começam a quarentena pré-lançamento nesta quarta-feira (18). A chegada ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos, está prevista para o dia 27 de março.

    Para o cronograma dar certo, o foguete Artemis II deve ser levado do Edifício de Montagem até a Plataforma de Lançamento até a próxima sexta-feira (20). Esse trajeto leva 12 horas para ser feito, e a Nasa vai transmitir a transferência do foguete ao vivo.

    Além de ser o primeiro voo tripulado em direção à Lua em mais de cinco décadas, a Artemis II deverá bater marcos inéditos para a exploração espacial. Será a missão que enviará humanos para mais longe do que qualquer pessoa chegou desde a missão Apollo 13.

    Em coletiva, o chefe da equipe de Gerenciamento da Missão, John Honeycutt, enfatizou que, embora exista um risco histórico associado ao sucesso no lançamento de voos tão espaçados – o lançamento da Artemis I foi em 2022 -, a probabilidade de sucesso é melhor que o risco da primeira missão.

    Enquanto a tripulação percorrer a órbita da Lua a bordo da espaçonave Orion, qualquer pessoa com acesso à internet poderá rastrear a localização dos astronautas, incluindo a distância da Terra, a distância da Lua e a duração da missão, que será de dez dias até o retorno para a Terra. O acesso já está disponível no site da Nasa.

    Nasa marca lançamento da missão Artemis II para abril

  • Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

    Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

    O GP da China de Fórmula 1 ficou marcado por novo domínio da Mercedes, mas também mostrou lutas interessantes e ultrapassagens em abundância – um dos objetivos da F1 renovada para este ano. Mas nem todos estão convencidos com as novas regras.

    Os pilotos têm de fazer uma maior gestão da energia e isso pode ser determinante para o desfecho. Tanto podem ficar com bateria insuficiente e ficarem em desvantagem, como ter acesso a um incremento temporário de potência ganhando competitividade face a oponentes.

    Após o GP da China – que abandonou devido a problemas técnicos quando estava longe do pódio – Max Verstappen insistiu nas críticas ao novo enquadramento regulamentar.

    Citado pela ESPN, o homem da Red Bull não poupou nas palavras: “Ainda é terrível. Não sei, se alguém gosta disto, então não sabe realmente o que são as corridas. Não é divertido. É jogar ao Mario Kart. Isto não são corridas“.

    No entender de Verstappen, as novas regras são “realmente uma piada” e considera que as decisões não devem ser guiadas pelo apelo junto de torcedores mais ocasionais: “Espero que não pensem assim, porque eventualmente isso irá arruinar o esporte. Acabará se voltando contra eles”.

    O tetracampeão mundial negou que as suas preocupações e críticas estejam relacionadas ao desempenho da Red Bull atualmente: “Eu diria o mesmo se estivesse ganhando, porque me importo com o produto das corridas. Não se trata de estar aborrecido com a minha situação atual”.

    Sobre a aparente luta nivelada entre Mercedes e Ferrari nas voltas iniciais – um padrão que se verificou na Austrália e na China, Max Verstappen desvalorizou: “A Mercedes está quilômetros à frente do pelotão. Simplesmente as vezes a Ferrari tem estes arranques bons que os levam até à frente, e depois levam algumas voltas a acertar tudo”.

    Regras poderão ser ajustadas, mas não de imediato

    Depois do GP do Japão, os diretores técnicos das equipes deverão reunir-se para debater eventuais ajustes aos regulamentos, tendo em conta as indicações após as três primeiras rondas.

    Se algo tiver de mudar, as alterações poderiam ser implementadas a tempo do GP de Miami em maio, aproveitando a longa pausa provocada pela suspensão dos GP da Arábia Saudita e do Bahrein.

    Bruno foi condenado a 23 anos e um mês de prisão por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal pelo assassinato de Eliza. A previsão para o término da pena é 8 de janeiro de 2031

    Folhapress | 09:00 – 18/03/2026

    Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

  • Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

    Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

    Ex-juiz deve se candidatar pelo PL para garantir um palanque forte para Flávio no estado e estrutura partidária; durante governo Bolsonaro, o ex-presidente foi acusado por Moro de tentar interferir na PF contra investigação de Flávio

    Nesta terça-feira (17), o ex-deputado Tony Garcia revelou que ele e o pré-candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), bateram o martelo sobre quem deveriam apoiar para concorrer ao governo do Paraná. Sergio Moro  (União-PR), que lidera as pesquisas de intenção de votos para o governo do Paraná e estava em busca de partido para disputar a eleição, teria sido o escolhido.

    De acordo com informações da ‘Revista Fórum’, Moro teria aceitado a proposta e deve se filiar ao PL na semana que vem. O acordo mira a garantia de um palanque forte para Flávio no estado e estrutura partidária para Moro, que temia ficar isolado.

    A parceria entre Flávio Bolsonaro e Sergio Moro surgiu com decisão do governador Ratinho Jr. de disputar a presidência da República pelo PSD, deixando de ter espaço no Paraná para focar em candidatura nacional.

    Moro no governo Bolsonaro

    Sergio Moro, pediu demissão em 24 de abril de 2020 em entrevista coletiva após exoneração do diretor-geral da Polícia Federal (PF) pelo presidente Jair Bolsonaro, o qual Moro acusou de interferência na Polícia Federal para proteger Flávio no esquema das rachadinhas.

    Nos bastidores, Flávio Bolsonaro teria sido o motivo para que Moro deixasse o Ministério da Justiça de Jair Bolsonaro. Em uma reunião gravada no Palácio, Bolsonaro disse: “Se não vai ajudar, não atrapalha “. E ainda afirmou que se não pudesse interferir no trabalho da PF mudaria o ministro. O que acabou ocorrendo.

     

    Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

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  • Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

    Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

    Kenneth Windley ficou preso durante quase 20 anos por um crime que não cometeu. Recentemente, o tribunal reviu o caso e declarou a sua inocência, após surgirem novas provas que comprovam a sua versão dos fatos

    Kenneth Windley esteve preso durante quase 20 anos por supostamente roubar 500 dólares em 2005. Na segunda-feira, após uma revisão do caso, o tribunal declarou que o homem, afinal, era inocente – tal como dizia ser há duas décadas.

    Windley foi preso em 2005 depois de comprar um fogão para a mãe com um vale que, veio a se descobrir, tinha sido roubado. Desde o primeiro momento, o norte-americano tinha garantido que não tinha cometido o crime e que tinha comprado o vale de 542,77 dólares (, que estava em desconto, de uns conhecidos, que tinham assegurado que o vale estava válido, mas que eles não o podiam usar por razões burocráticas.

    “Ele foi enganado”, argumentou o advogado de Windley, David Shanies, durante a audiência na segunda-feira, citado pela Associated Press.

    O vale, de fato, tinha sido roubado, mas não por por Windley. Pertencia a Gerald Ross, na época com 70 anos, que regularmente levantava os cheques para pagar o aluguel e os pagamentos do seu seguro de vida em um posto de correios em Brooklyn, nos Estados Unidos. Foi numa dessas viagens, já de volta a casa, que o homem foi seguido por dois assaltantes.

    Os ladrões agarraram-nos por trás, e prenderam-no com um braço ao redor do seu pescoço, roubando-lhe os vales, o dinheiro e o livro de cheques que tinha com ele.

    Ross reportou o crime à polícia que aproveitou o fato de o homem receber vales do Estado para seguir o seu rastro (dado que cada um está identificado e registrado). Não demorou até encontrarem o vale usado por Windley que, na compra do fogão, tinha fornecido o seu nome, a carteira de motorista e o endereço onde vivia.

    O norte-americano foi detido e, mais tarde, identificado pela vítima, tanto em fotografias como depois ao vivo. As identificações, note-se, foram feitas seis semanas ou mais depois do crime ter acontecido.

    Desde o início, Windley disse aos procuradores o que sabia sobre os dois homens que lhe tinham vendido o vale, incluindo os seus nomes legais e os apelidos pelas quais eram conhecidos. Durante o julgamento, reiterou a mesma história, mas o júri não acreditou na sua versão dos eventos e acabou por o condenar entre 20 anos a prisão perpétua. Os recursos subsequentes falharam.

    Após a condenação, um amigo de Windley e um investigador privado conseguiram encontrar os verdadeiros culpados e os persuadiram a admitir o que realmente tinha acontecido. Em depoimentos sob juramento e, posteriormente, em entrevistas com representantes da procuradoria, os dois homens acabaram admitindo que tinham assaltado Ross e que Windley não estava envolvido no crime.

    O “Suspeito 1” e o “Suspeito 2”, como estão identificados no relatório da procuradoria norte-americana sobre o caso, estão ambos na prisão por crimes cometidos contra pessoas com idades a partir dos 60 anos, que foram seguidas de bancos ou escritórios de levantamento de cheques, no Brooklyn, entre 2005 e 2006.

    “Me custou 20 anos, mas eles corrigiram a situação agora. É tudo o que importa. Estou bem com isso”, admitiu Windley, após o julgamento.

    À saída do tribunal, depois de o seu caso ser arquivado, Windley, hoje com 61 anos, não se mostrou triste pelos anos perdidos ou pela injustiça, apenas feliz por agora poder reunir-se de novo com a família: “Vou simplesmente seguir em frente”.

    Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

  • Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

    Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

    Internado com pneumonia, ex-presidente pede prisão domiciliar por motivos de saúde. Defesa aponta gravidade do quadro, enquanto especialistas afirmam que decisão depende de avaliação médica e pode incluir restrições durante o cumprimento da pena.

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo pedido de prisão domiciliar humanitária. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista de 2022.

    O ex-chefe do Executivo está internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde trata uma pneumonia bacteriana bilateral. Os advogados solicitam que o ministro Alexandre de Moraes reconsidere decisão anterior que negou o benefício.

    A defesa afirma que o quadro de saúde é de extrema gravidade e justifica a concessão da prisão domiciliar. Especialistas apontam que o ex-presidente pode atender aos requisitos legais, mas destacam que a decisão depende de avaliação médica oficial indicada pelo Judiciário.

    Caso o pedido seja aceito, a medida deve ser temporária e acompanhada de restrições, como limitação de visitas e de contatos externos. A permanência em casa dependerá da evolução do estado de saúde.

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    Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

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  • Dólar sobe com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

    Dólar sobe com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

    Alta do petróleo impulsiona dólar, enquanto investidores monitoram guerra no Oriente Médio e decisões de juros nos EUA e no Brasil. Mercado também acompanha riscos de desabastecimento e medidas do governo sobre combustíveis e transporte.

    Com abertura volátil, o dólar inverteu o sinal e passou a subir na manhã desta quarta-feira (18), acompanhando a alta do petróleo após início em baixa. Na renda fixa, as taxas curtas avançam em linha com o dólar e os Treasuries de dois anos, enquanto os juros longos recuam, refletindo o movimento das T-Notes de 10 e 30 anos.

    O mercado segue atento aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e aguarda as decisões de juros do Federal Reserve (Fed), a coletiva de Jerome Powell e o anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa é de manutenção dos juros nos EUA e de um corte mais moderado da Selic, de 0,25 ponto percentual, diante das incertezas ligadas ao conflito com o Irã.

    Também permanecem no radar possíveis intervenções do Tesouro nos leilões de títulos públicos.

    O ministro dos Transportes, Renan Filho, deve anunciar às 10h medidas para garantir o piso mínimo do frete, em meio ao risco de paralisações de caminhoneiros no país.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo pretende propor aos estados a adaptação da Lei do Devedor Contumaz para reforçar a fiscalização, combater a especulação nos combustíveis e evitar alta do ICMS. Ele também defendeu atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis contra abusos e criticou cortes de ICMS adotados no governo Jair Bolsonaro. Haddad confirmou ainda que deixará o ministério na sexta-feira.

    Distribuidoras apontam risco de desabastecimento após a Petrobras suspender leilões de diesel e gasolina para reavaliar cenários.

    No cenário internacional, instalações do campo de gás South Pars, no Irã, foram atacadas em meio à guerra, ampliando os riscos à oferta global de energia. Israel afirma ter matado o ministro da Inteligência iraniano, Esmail Khatib, após a eliminação de Ali Larijani e do chefe da milícia Basij.

    Dólar sobe com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

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  • Lucas Lima faz procedimento para tratar hérnia e reduz ritmo de trabalho

    Lucas Lima faz procedimento para tratar hérnia e reduz ritmo de trabalho

    Músico foi internado para realizar bloqueio contra dores causadas por hérnia após semanas de tratamento. Procedimento ocorreu sem complicações, e Lucas Lima afirmou que deve reduzir o ritmo de trabalho para se recuperar antes de retomar as atividades

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O ex-marido de Sandy, Lucas Lima, 43, surpreendeu os fãs ao surgir em um hospital para realizar um procedimento médico para tratar dores causadas por uma hérnia.

    Segundo o músico, a intervenção foi um bloqueio para aliviar o problema, após semanas tentando controlar o quadro com fisioterapia. Nas redes sociais, o artista compartilhou alguns registros e disse que o procedimento ocorreu sem complicações.

    Lima afirmou que deve reduzir o ritmo de trabalho nos próximos dias para se recuperar. Em tom de humor, comentou que a hérnia teria surgido de “carregar o entretenimento da internet brasileira nas costas” e prometeu retornar em breve às atividades.

     
     
     

     
     
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    “Foi tudo sussa, tudo tranquilo, mas dá uma abalada. Acho que vou precisar dar um tempinho aqui pra me recuperar, volto em breve com entretenimento de altíssimo nível, sofisticação e sensualidade”, disse Lucas, em tom bem-humorado.

    Lucas Lima faz procedimento para tratar hérnia e reduz ritmo de trabalho

  • Petróleo chega a cair 3%, mas sobe após ataques aumentarem em todo o Oriente Médio

    Petróleo chega a cair 3%, mas sobe após ataques aumentarem em todo o Oriente Médio

    Petróleo dispara após nova escalada no Oriente Médio, com ataques entre Irã, EUA e Israel. Tensão sobre oferta global pressiona mercados e aumenta incertezas sobre juros, enquanto bolsas sobem e investidores acompanham decisões dos bancos centrais

    (FOLHAPRESS) – O preço do petróleo chegou a cair quase 3% nesta quarta-feira, mas passou a subir durante a madrugada e agora registra alta de 3,15%, cotado a US$ 106,68 (R$ 554,66) às 9h40 (horário de Brasília).

    O barril Brent, referência mundial, começou a sessão em forte queda e chegou a US$ 100,35, recuo de 2,96% às 3h15, mas mudou de direção e atingiu a máxima do dia às 9h40, sendo a primeira vez que superou os US$ 105 nesta semana.

    Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate), referência nos Estados Unidos, sobe 0,69%, a US$ 96,04 (R$ 499,34). Ao mesmo tempo, as bolsas asiáticas fecharam em alta e as europeias também operam no positivo, enquanto o ouro recua.

    Os preços caíram nas primeiras horas após Iraque e autoridades curdas concordarem em retomar exportações pelo porto de Ceyhan, na Turquia, mesmo com o estreito de Hormuz praticamente fechado pelo Irã.

    No entanto, a retomada de ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, que respondeu com bombardeios em países do Golfo, impulsionou novamente as cotações. A madrugada foi marcada por uma escalada de violência na região.

    O Irã realizou ataques em retaliação à morte de Ali Larijani, elevando a tensão. Houve bombardeios em países que abrigam bases americanas, além de registros de mísseis em Israel, que deixaram dois mortos em Tel Aviv.

    O aeroporto de Dubai voltou a ser alvo de ataques, e houve interceptações de mísseis e drones no Kuwait, Bahrein e Catar. Na Arábia Saudita, sistemas de defesa derrubaram drones perto de Riad, enquanto também foram registrados ataques pontuais na Jordânia e no Iraque.

    O conflito mantém elevada a preocupação com o fornecimento global de petróleo, já que o estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% da produção mundial, segue comprometido.

    Analistas alertam que, se a rota não for reaberta, os preços tendem a subir ainda mais, com impacto direto nos estoques globais e na oferta de energia.

    A permanência do petróleo acima de US$ 100 também gera preocupação sobre os efeitos nas decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil, previstas para esta semana. A expectativa é de manutenção das taxas nos EUA e corte mais moderado da Selic no Brasil, de 0,25 ponto percentual.

    Os investidores acompanham especialmente a decisão do Federal Reserve e as projeções econômicas, diante do risco de inflação mais persistente com a alta do petróleo.

    As bolsas globais operam em alta nesta quarta-feira. Na Ásia, os principais índices subiram, com destaque para Seul e Tóquio. Na Europa, as bolsas também avançam, com exceção de Londres, que registra leve queda.

    Nos Estados Unidos, os índices futuros indicam abertura positiva. Já o ouro segue em queda, refletindo o movimento de ajuste nos mercados.

    Os títulos do Tesouro americano também avançaram após um leilão robusto, com queda nos rendimentos dos papéis de 10 anos, assim como nos títulos da zona do euro.

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    Petróleo chega a cair 3%, mas sobe após ataques aumentarem em todo o Oriente Médio

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