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  • Major Model Brasil é eleita a melhor agência de modelos do país

    A Major Model Brasil, já conhecida por ser uma das melhores agências de modelos do país foi também a escolhida para receber a premiação de moda ARWUS, que consagra aqueles que mais se destacam no setor da moda nacional.

    A premiação ocorreu em uma cerimônia realizada em São Paulo e contou com a presença de diretores de desfiles, estilistas, celebridades, modelos, maquiadores, além de diretores de televisão e membros representantes do Governo Estadual.

    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais
    Os modelos da MAjor Model Brasil estão presentes em desfiles e campanhas de moda nacionais e internacionais

    Fundada no início dos anos 2000 em São Paulo, a Major Model Brasil tem à sua frente o renomado booker Ney Alves, responsável por ter lançado e trabalhado na construção da carreira de nomes importantes da moda e da televisão, que vão desde celebridades à top models internacionalmente reconhecidos como: Fernanda Lima, Ana Hickmann, Paolla Oliveira, Reynaldo Gianecchini, Thayla Ayala, Izabel Goulart, Marcio Kiss, Bruno Santos, Raquel Zimmermann… Esta última chegou a ser considerada a modelo número 1 no ranking mundial das top models por 3 anos consecutivos.

    No portifólio da agência Major Brasil, constam trabalhos para marcas de mais alto prestígio e renome do cenário fashion, dentre elas estão as cobiçadas Emporio Armani, Calvin Klein, Balenciaga, Givenchy, Dolce & Gabanna, Prada, Gucci, Chanel, Versace. Apenas algumas das grifes para as quais modelos desta premiada agência tiveram a oportunidade de trabalhar.

    Segundo Ney Alves, o grande diferencial da agência Major Model Brasil é que “todos tem perfil para ser modelo, desde que sejam direcionados para o mercado certo. Se tiver altura para passarela serão trabalhadas no setor, caso contrário, iremos buscar o seu mercado ideal”, dando assim oportunidade para todos aqueles que desejam ingressar no mundo da moda ou da publicidade.

    O Prêmio Arwus, também elegeu  profissionais em outras categorias da moda e serviços à ela associados, por exemplo melhor maquiador, cabeleireiro, estilista, diretor de desfiles, produtor de casting, dentre outras categorias.

    Na categoria “Melhor Agência de Modelos”, a Major Model Brasil competiu com outras duas grandes agências, que apesar de atuarem no mundo da moda e da publicidade por mais de 10 anos,  não obtiveram o mesmo bom desempenho na gestão e desenvolvimento de carreira, principalmente de modelos iniciantes, ponto forte da Major.

     

    Fonte: G1 – Portal de Notícias da Globo

  • Flávio Bolsonaro está desesperado com caso Master e age como lobista dos EUA, diz ministro

    Flávio Bolsonaro está desesperado com caso Master e age como lobista dos EUA, diz ministro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro José Guimarães (Relações Institucionais) disse nesta quinta-feira (16) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ…
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  • Morre Hal Williams, ator de 'Sanford and Son' e 'Os Waltons', aos 91 anos

    Morre Hal Williams, ator de 'Sanford and Son' e 'Os Waltons', aos 91 anos

    RIO, None (UOL/CBS NEWS) – O ator norte-americano Hal Williams morreu aos 91 anos. Conhecido por papéis marcantes em séries clássicas da televisã…
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  • Mauro Vieira diz que EUA aplicaram tarifas porque Brasil 'não se curvou' a investidas de Trump

    Mauro Vieira diz que EUA aplicaram tarifas porque Brasil 'não se curvou' a investidas de Trump

    O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quinta-feira, 16, que os Estados Unidos aplicaram uma tarifa de 25% sobre produtos…
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  • ‘Precisamos deixar o futebol respirar’, diz novo chefe dos árbitros da CBF

    ‘Precisamos deixar o futebol respirar’, diz novo chefe dos árbitros da CBF

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Sandro Meira Ricci ainda nem fez por completo a mudança dos Estados Unidos para o Rio, mas já embarcou em duas semanas consecutivas de treinamentos com os árbitros da CBF. Uma na Espanha e outra na Granja Comary, em Teresópolis.

    O ambiente do CT da seleção brasileira virou a página após o sonho frustrado do hexa. O foco agora é o retorno das competições nacionais e o início de uma nova gestão à frente da comissão de arbitragem.

    A cadeira de presidente está com Ricci, que passa a dividir atribuições com a ainda recente diretoria de arbitragem, encabeçada por Netto Góes. A meta é implantar uma nova filosofia, aliando o treinamento técnico com os aparatos tecnológicos. Mas o foco, principalmente, é comportamental. Mas que filosofia é essa?

    “Menos arbitragem, mais futebol. Acho que a gente precisa deixar o futebol respirar um pouquinho. Obviamente, isso não é um processo que vai ter resultado nesta sexta-feira (17), mas é um processo cultural, uma mudança de cultura. Isso leva um pouco de tempo, mas é importante que a gente tenha uma mensagem clara com os árbitros. Isso é muito importante para que eles entendam o caminho que a gente entende isso aqui”, disse Ricci.

    Sandro é ex-árbitro de duas Copas do Mundo, ex-comentarista da Globo e ex-instrutor na Major League Soccer (MLS). Agora, vem para ser um dos rostos em um ambiente de pressão. Mas a estratégia da CBF é blindá-lo, deixando Netto Góes resolvendo as questões institucionais com clubes.

    “Com a criação da diretoria de arbitragem, o trabalho da comissão se tornou muito mais técnico. É importante a gente deixar a questão institucional, estratégica, para a diretoria e focar na parte técnica dos árbitros. E o que eles (da CBF) pediram é que eu trouxesse um pouquinho da minha experiência de campo e também a experiência nos últimos três anos que eu tive com os árbitros profissionais da MLS, para poder contribuir com esse processo de desenvolvimento da arbitragem nacional”, acrescentou o novo presidente.

    Os árbitros já estão sendo treinados com base nas novas regras adotadas pela Fifa na Copa do Mundo. A maioria delas vai ser adotada pela Conmebol -com exceção da Lei Vini Jr (que pune com cartão vermelho que falar com adversário colocando a mão na boca durante uma discussão).

    No Brasileiro, a CBF marcou uma reunião com os clubes no início de agosto para bater o martelo para a data da incorporação das novas regras.

    O QUE MAIS SANDRO MEIRA RICCI DISSE

    O que viu dos árbitros até agora?

    “Encontro aqui o pessoal bem motivado, bem feliz também. É importante a gente tentar, com esses treinamentos, criar uma filosofia de arbitragem. Para os clubes, é o estilo de jogo. Para a gente, é filosofia de arbitragem, para que a gente tenha decisões mais consistentes. É o objetivo nosso, mas também a expectativa do público e dos jogadores e das equipes”.

    O que mais faz parte da filosofia?

    “Na verdade, é um caminho para a melhoria do futebol. A gente tem um esforço muito grande sendo feito pela CBF no que diz respeito ao aumento do tempo de bola rolando. E a arbitragem é, de fato, um agente promotor disso. As pessoas vão ao estádio para ver futebol, não para ver arbitragem. Nós somos parte do futebol e a gente precisa tomar decisões que de fato sejam sempre claras. Porque uma decisão nossa pode interferir não só no jogo, mas também no resultado. É importante que a gente tenha uma filosofia de respeitar mais a dinâmica do futebol. É uma filosofia, uma mudança de cultura, mas eu acredito que os árbitros estão completamente alinhados a isso”.

    Como vai lidar com o ambiente de reclamação e pressão?

    “Uma das iniciativas que, de fato, me motivaram a aceitar esse desafio, que é um desafio gigante realmente, é uma mudança cultural que a gente tem que fazer. Não só de dentro pra fora. Mas também uma mudança de cultura que a gente precisa também fazer de lá pra cá. Ou seja, somos todos em prol do futebol. Precisa ter uma mudança de cultura por parte dos clubes, dos jogadores, para que a gente possa fazer um futebol melhor”.

    “Sobre a relação com os clubes e federações, uma coisa muito importante que eu achei nesse processo é exatamente a gente separar o que é institucional do que é técnico. Então, a gente tem o apoio contínuo do Netto (Góes), da diretoria de arbitragem, nessa relação com os clubes e com as federações. Obviamente a gente participa da parte técnica, mas a gente entende que isso vai permitir com que nós, a comissão, esteja mais focada na preparação dos árbitros e nessa mudança de filosofia”.

    Falando sobre exigência, como é que na sua função você vai lidar com erros?

    “De maneira natural, é uma atividade do ser humano. Assim como os jogadores também erram, a gente tem que conhecer quando a gente erra. Existe uma análise que costuma acontecer da parte dos clubes, jogadores e torcedores, que é uma análise completamente parcial. E o que a gente não pode fazer é cometer exatamente esse erro, de ter aqui também uma análise parcial, corporativista. A gente pretende atuar com transparência. Isso vai trazer credibilidade, não só perante o mundo externo, mas também internamente. É importante os árbitros reconhecerem. Porque toda vez que você dá uma instrução ou toma uma decisão que pode parecer parcial, corporativista, você acaba prejudicando todo o processo de instrução. E a gente não pode comprometer todo um processo, que é sério, de instrução, apoiando decisões que são claramente equivocadas”.

    Vai usar o termo geladeira se precisar tirar alguém da escala? Vai usar esse nome?

    Não, não existe geladeira.

    Já saíram escalas para rodadas mais adiante, com mais antecedência. Vai ser essa a política?

    “Vai ser essa a política. A gente está falando de um ambiente profissional, correto? Os jogadores sabem dos compromissos que eles têm desde o começo do ano. Por que os árbitros não? A gente está falando de um ambiente profissional. É importante que o cara programe o treino dele. Como é que ele vai treinar durante essa semana, se ele só sabe na quinta ou sexta que tem um jogo sábado ou domingo? Então, até a preparação do árbitro durante a semana é afetada quando você solta escalas em cima da hora. A gente precisa tratar os árbitros como os jogadores são tratados. O mais similar possível. É importante para o planejamento não só profissional dele, para o planejamento técnico, físico e o planejamento familiar. A gente precisa de respeitar isso também. Então, é importante que a gente tenha essas escalas com antecipação para que possam se preparar melhor para o jogo, do ponto de vista tático e físico”.

    Qual sua avaliação sobre o projeto de profissionalização

    “Esse era um sonho impossível da arbitragem que se tornou possível graças à nova direção do CBF. Então, primeiramente é reconhecer que, depois de muitos anos esperando, com os árbitros desacreditados, esperando gerações, é importante reconhecer o esforço da direção do CBF ao começar isso. Acho que é um processo sempre em evolução. A gente nunca tem um processo perfeito, principalmente se tratando da experiência que a gente tem, que ainda está começando agora. Mas exatamente trazendo um pouco dessa experiência também dos Estados Unidos, a gente pode avançar sempre mais a cada ano”.

    “É um processo muito bom, os árbitros estão muito satisfeitos com o conhecimento que a CBF deu a eles. E agora é trabalhar para consolidar esse processo. Esse processo não tem um nome. Se tiver um nome (de presidente da comissão). O nome é dos árbitros e é da direção da CBF. Então, é importante a gente valorizar esse esforço que tem sido feito para capacitar os árbitros. E também eles reconhecerem que, a partir de agora, o nível de exigência também vai ser maior. Esse trabalho de alinhamento de expectativas é o que a gente precisa fazer a cada treinamento”.

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  • Senador democrata critica tarifas contra o Brasil e diz que sanção pode prejudicar EUA

    Senador democrata critica tarifas contra o Brasil e diz que sanção pode prejudicar EUA

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Durante audiência no Senado nesta quinta-feira (16), o senador democrata Tim Kaine criticou o novo tarifaço contra o…
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  • Anitta revela capa de seu novo álbum, 'Equilibrium 2'

    Anitta revela capa de seu novo álbum, 'Equilibrium 2'

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Anitta revelou, nesta quinta-feira (16), a capa de seu álbum “Equilibrium 2”, continuação do disco de mesmo…
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  • 'Não vamos buscar conflito': o que Javier Milei já disse sobre as Malvinas

    'Não vamos buscar conflito': o que Javier Milei já disse sobre as Malvinas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A vitória da Argentina sobre a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo 2026 reabriu uma antiga ferida diplomática…
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  • Flamengo se blinda no mercado e promete jogo duro em saída de jogadores

    Flamengo se blinda no mercado e promete jogo duro em saída de jogadores

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Flamengo não está fechado a negociar seus jogadores, mas quem estiver interessado em algum atleta do clube terá que gastar alto.

    PROPOSTA CONCRETA E ALGUMAS ESPECULAÇÕES

    O Rubro-Negro tem uma proposta de cerca de 9 milhões de euros (R$ 52,1 milhões) do Aston Vila por Emerson Royal. O lateral direito, porém, cresceu de produção nesta temporada e o Flamengo só cogita vendê-lo caso surja alguma reposição à altura, algo que até o momento não aconteceu. A escassez de laterais no mercado pesa a favor da permanência do jogador.

    Outro nome que tem sido bastante especulado nos últimos dias é o de Léo Pereira, que esteve com a seleção brasileira na Copa do Mundo, apesar de não ter jogado. O UOL apurou que o clube sabe que ofertas virão, mas nenhuma proposta oficial chegou pelo defensor, que é considerado uma peça fundamental da equipe e que só irá sair se for por “muita grana”.

    O Flamengo também recusou uma proposta do Grupo City pelo zagueiro João Victor. A informação inicial foi dada pelo “ge” e confirmada pelo UOL. O jovem de 19 anos é monitorado há tempos no mercado europeu e tem histórico nas seleções brasileiras de base. Justamente por isso, a diretoria rubro-negra entende que ele é um ativo importante. Nos três amistosos realizados em julho, em Portugal, ele foi titular com o técnico Leonardo Jardim e ganhou pontos com o treinador.

    CEBOLINHA SÓ SAI COM PAGAMENTO DE MULTA

    O Flamengo tem feito jogo duro até mesmo com quem deseja sair, caso do atacante Everton Cebolinha. Assim como já havia feito ano passado, o jogador declarou novamente que pretende mudar de ares. O depoimento foi dado após a vitória sobre o Benfica, no amistoso no Algarve, no último dia 11.

    Já tinha falado, ciclos se encerram. Fui muito feliz aqui, mas preciso de novos ares. São quase cinco anos. Fui muito feliz, amei jogar no Flamengo, realizei meu sonho, não pensei duas vezesEverton Cebolinha

    Mesmo com o atacante deixando claro que não quer renovar, o Flamengo só aceita liberá-lo antes do término do contrato mediante o pagamento de multa. Alguns clubes brasileiros demonstraram interesse no jogador.

    SAÍDAS SÓ DOS QUE NÃO INTERESSAM

    Até o momento, quem saiu foi apenas quem está fora dos planos, caso do atacante Carlinhos, de 29 anos, que foi emprestado para o Athletic até o fim da temporada, justamente quando se encerra seu contrato com o Flamengo. Antes do clube mineiro, ele já havia sido emprestado para Vitória e Remo.

    Outros jogadores ainda estão em fase de avaliações, principalmente os jovens, como Lorran. Ele retornou de empréstimo do Pisa, da Itália, e, a princípio, não seria aproveitado. No entanto, viajou com a delegação para o período de amistosos em Portugal e foi bem avaliado.

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    Uma jornalista norte-americana conseguiu manter a calma durante uma cobertura ao vivo na televisão, embora uma barata voadora estava andando no pes…
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