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  • Irã anuncia novo aiatolá como líder supremo interino do Irã

    Irã anuncia novo aiatolá como líder supremo interino do Irã

    Além de assumir temporariamente a posição mais alta da hierarquia política e religiosa do país, Arafi também foi escolhido para chefiar o Conselho interino de liderança, órgão responsável por conduzir o processo que definirá o próximo líder supremo.

    O aiatolá Alireza Arafi foi designado neste domingo (1º) como líder supremo interino do Irã, um dia depois da morte do aiatolá Ali Khamenei. A informação foi divulgada por agências estatais iranianas. Além de assumir temporariamente a posição mais alta da hierarquia política e religiosa do país, Arafi também foi escolhido para chefiar o Conselho interino de liderança, órgão responsável por conduzir o processo que definirá o próximo líder supremo.

    A confirmação oficial veio por meio de Mohsen Dehnavi, porta-voz do Conselho de Discernimento do Interesse do Estado. “O Conselho de Discernimento do Interesse do Estado elegeu o aiatolá Alireza Arafi como membro do conselho interino de liderança”, declarou ele em publicação na rede X. Segundo Dehnavi, o conselho interino — que também será composto pelo presidente da República e pelo chefe do Judiciário — ficará encarregado de administrar o país até que a Assembleia dos Peritos “eleja um líder permanente o mais rápido possível”.

    A escolha de Arafi ocorreu poucas horas depois da formação de um grupo provisório com três altas autoridades, inicialmente nomeadas para conduzir interinamente os assuntos do Estado. Integravam esse grupo o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei, e um dos juristas do Conselho dos Guardiões. Posteriormente, Arafi foi indicado como a principal figura desse arranjo temporário, assumindo a liderança do conselho responsável pela transição.

    A mudança no comando do país ocorre após a morte de Ali Khamenei. Ele foi atingido em um bombardeio coordenado entre Estados Unidos e Israel contra o complexo presidencial onde se encontrava, na madrugada de sábado (28), no horário de Brasília. Embora o ataque tenha ocorrido nas primeiras horas do dia, a confirmação oficial da morte só foi divulgada pelo governo iraniano horas depois, já no final da noite.

    Desde a Revolução Islâmica de 1979, quando os aiatolás derrubaram a monarquia do Xá Reza Palévi, o Irã passou a adotar um regime teocrático. Nesse modelo de governo, a autoridade política está diretamente ligada à liderança religiosa ou fundamentada em preceitos religiosos. Com a nova estrutura estabelecida após a revolução, o cargo mais elevado do país tornou-se o de Líder Supremo, concentrando amplos poderes tanto no campo político quanto no religioso.

    Até hoje, apenas duas pessoas ocuparam essa função. O aiatolá Khomeíni exerceu o posto desde a criação da República Islâmica até sua morte, em 1989. Na sequência, Ali Khamenei assumiu o cargo, permanecendo nele até sua morte recente.

    Embora o Irã também tenha um presidente eleito, é o Líder Supremo quem detém a autoridade máxima. A escolha desse dirigente cabe a um colegiado de clérigos islâmicos, responsáveis por selecionar, supervisionar e, se necessário, destituir o ocupante do cargo. Entre as atribuições do Líder Supremo estão a definição da política externa, a supervisão do Parlamento, a nomeação do comandante da Guarda Revolucionária e a indicação dos principais representantes do Judiciário.

    Já o presidente concentra sua atuação sobretudo na condução das políticas econômicas e na gestão de assuntos internos. Ele é eleito por voto direto, mas todos os candidatos precisam passar pela aprovação prévia do Líder Supremo antes de disputar o pleito.

    Irã anuncia novo aiatolá como líder supremo interino do Irã

  • Alberto Cowboy vence a prova e é o anjo da semana do BBB 26

    Alberto Cowboy vence a prova e é o anjo da semana do BBB 26

    A dinâmica começou com o apresentador Tadeu Schmidt pedindo que a líder da semana, Samira Sagr, pegasse uma urna na despensa para sortear um dos participantes, que poderia vetar alguém da prova. Desse modo, Jordana Morais barrou Milena Moreira.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Alberto Cowboy é o anjo da semana no BBB 26 (Globo). Ele venceu a prova realizada na tarde deste sábado (28) e poderá imunizar ao menos uma pessoa na votação de domingo (1º).

    A dinâmica começou com o apresentador Tadeu Schmidt pedindo que a líder da semana, Samira Sagr, pegasse uma urna na despensa para sortear um dos participantes, que poderia vetar alguém da prova. Desse modo, Jordana Morais barrou Milena Moreira.

    Depois, foi solicitado que os demais se dividissem em grupos de três pessoas. Só então foi explicada como funcionaria a prova: o trio precisaria escolher seis produtos de uma lista disponível em um celular e memorizá-los; a ideia era simular a entrega deles pelo patrocinador.

    Antes, era necessário que o primeiro integrante disparasse um cronômetro e atirasse bolas em um alvo com a intenção de fazer placas com benefícios do patrocinador levantarem. Isso liberaria um cofre para que o segundo pudesse fazer sua parte.

    Ele precisava colocar um gancho em uma haste para coletar os produtos, pescando as caixas de duas esteiras. Depois, era necessário entregá-los para o terceiro integrante.

    Com os produtos em mãos, o terceiro precisava encaixá-los em nichos no porta-malas de uma van. Depois que todos estivessem na posição correta, apertava-se um botão para encerrar a prova.

    Alberto formava o trio formava o trio que se saiu melhor com Jonas Sulzbach e Marciele Albuquerque. Eles disputaram uma etapa final com o objetivo de definir qual deles seria o anjo.

    Após sortear a ordem em que participariam, cada um tinha que escolher duas caixas com produtos. Depois, houve três rodadas de trocas entre eles. Quem ao final estivesse com a balança de bioimpedância seria o vencedor.

    Marciele, que começou com o item que a faria campeã, entregou ele para Alberto na primeira rodada. Na terceira rodada, Jonas chegou a ficar com a balança, mas o amigo acabou pegando ela de volta, tornando-se o novo anjo.

    Ele escolheu Ana Paula Renault para cumprir o castigo do monstro, que consiste em colher grãos de milhos gigantes. Com isso, a participante foi retirada do VIP, em que há mais opções de comida, e terá que voltar para a xepa, com alimentação mais regrada.

    VEJA OS TEMPOS DOS TRIOS
    Jonas, Alberto e Marciele – 02:14:399
    Juliano, Ana Paula e Breno – 02:31:824
    Jordana, Chaiany e Gabriela – 02:48:694
    Babu e Leandro (Boneco) e Solange – 03:03:610

    Alberto Cowboy vence a prova e é o anjo da semana do BBB 26

  • Apesar do lema 6×1, prioridade do governo é redução de jornada para 40 horas, diz ministro

    Apesar do lema 6×1, prioridade do governo é redução de jornada para 40 horas, diz ministro

    Apesar de o nome da escala evocar os dias de trabalho, a defesa do governo será a de uma redução no número de horas, das atuais 44 horas para 40 horas, disse Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, ao C-Level Entrevista, videocast semanal da Folha.

    FERNANDA BRIGATTI E ADRIANA FERNANDES
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O fim da jornada 6×1, em que o trabalhador folga um dia após seis trabalhados, tem ocupado papel central na estratégia pré-eleitoral do governo Lula (PT). Apesar de o nome da escala evocar os dias de trabalho, a defesa do governo será a de uma redução no número de horas, das atuais 44 horas para 40 horas, disse Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, ao C-Level Entrevista, videocast semanal da Folha.

    “Não podemos transformar isso em Fla-Flu”, diz

    Outra prioridade definida pelo governo Lula para este ano, a regulamentação do trabalho por meio de aplicativos tem chance de avançar no Congresso. O relatório do deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PB) tem previsão para ser votado em comissão especial em março e depois vai para o plenário.

    “Aprovando, os trabalhadores têm em mãos a possibilidade de continuar brigando por mais a partir dali. Não dá para continuar como está”, afirma.

    Deputado federal licenciado, Marinho diz que não vai disputar as eleições neste ano. Em outubro, ele, que foi presidente do PT de São Paulo, diz ver chances reais de Fernando Haddad (ministro da Fazenda) derrotar Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa pelo governo estadual, e descarta que o caso Master desgaste Lula.
    *
    Folha – O Ministério do Trabalho defendia que o fim da escala 6×1 deveria ser negociado entre trabalhadores e empresas. O que levou o senhor a mudar de ideia?
    Luiz Marinho – Não tem mudança. A jornada máxima do Brasil é a prioridade do debate. Para acabar com a 6×1, é essencial reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. Com 8 horas diárias, dá, em dias da semana, 5×2. Na prática, fim da 6×1.
    A lei tem que estabelecer a redução de jornada sem redução de salário, e a grade, com dois dias de descanso na semana, deve ser definida pelas negociações.

    Folha – O 6×1 ficou como o título do debate. Está errado?
    Luiz Marinho – Não está errado. É que a palavra ficou muito forte. Redução da jornada não pegou. Fim da 6×1 pegou porque é a jornada mais cruel, em especial para as trabalhadoras. O pessoal deseja ter mais tempo. Está chamando a atenção, em particular da juventude.
    Apesar de as PECs, tanto do deputado Reginaldo Lopes [PT-MG] quanto da deputada Erika Hilton [PSOL-SP], falarem em 36 horas, na prática, não há desejo, por parte do governo, de falar em 36 horas. Podemos falar daqui a sei lá quantos anos.
    Para toda a economia brasileira, reduzir de 44 para 36 horas não seria plausível, recomendável ou de bom senso. As 40 horas estão precificadas há bastante tempo. Quem perdeu essa oportunidade foram as lideranças das centrais sindicais, que queriam exigir tudo de uma vez.

    Folha – Agora é o momento de reduzir a jornada?
    Luiz Marinho – Tenho segurança de que agora é o momento. Você tem empresas que topam discutir, empresas que já implantaram. Mesmo as empresas que rechaçam, sabem que é plenamente possível reduzir para 40 horas semanais.
    As entidades empresariais vêm apresentando cálculos de impacto negativo do fim da 6×1. Não seria importante que o governo também tivesse cálculos para rebater esse impacto?
    Tem número para todos os gostos. Conversei com o Márcio Pochmann, presidente do IBGE. Vamos chamar os empresários para trabalhar junto.
    O que tem que se pensar é: por PEC ou é por projeto de lei? Defendo o projeto de lei. É mais rápido e plenamente possível de ser trabalhado.

    Folha – O governo não descartou a possibilidade de enviar o seu projeto com urgência?
    Luiz Marinho – Ainda não descartamos. Estamos abertos a dialogar com o Parlamento. Mas, se observar que as coisas não vão andar, podemos encaminhar um projeto com urgência.

    Folha – O setor empresarial tem defendido deixar o tema para depois das eleições. Como o senhor vê?
    Luiz Marinho – Tem situação que você precisa aproveitar o calor e o momento. Esse debate vem de 2023, 24, 25. Se conseguiu pautar para 26, vamos discutir. Acho que tem maturidade para, independente do processo eleitoral, fazer. Não podemos transformar isso em Fla-Flu. Temos que olhar qual é o interesse da sociedade, como está o mercado de trabalho, o que isso agregaria na economia.

    Folha – O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, disse à Folha que ‘ócio demais faz mal’. Foi uma fala preconceituosa?
    Luiz Marinho – Conheço o Marcos Pereira, talvez tenha sido uma fala infeliz. Uma mulher, uma mãe de família, uma jovem, será que dois dias na semana é ócio? Sou obrigado a dizer que é uma fala preconceituosa. Estou querendo poupar meu amigo, mas tem um preconceito.

    Folha – A Folha fez uma reportagem com a informação de que o brasileiro trabalha menos que a média mundial. Isso gerou polêmica.
    Luiz Marinho – Junta uma imensidão de países e pode dar distorção. Temos que olhar o Brasil, uma grande economia. Todas as vezes que se reduziu jornada, quando se estabeleceu o salário mínimo ou o fim da escravidão, diziam que ia acabar o mundo.
    Mas o ponto é outro: é desejável que as empresas aperfeiçoem suas formas de trabalho e invistam em tecnologia. Precisamos melhorar a produtividade. E isso exige investimento em qualificação, informação, educação e tecnologia.

    Folha – Em alguns setores já falta mão de obra qualificada.
    Luiz Marinho – As empresas têm que ajudar. O Sistema S é magnífico, mas precisa aperfeiçoar processos, sair da comodidade dos cursos de prateleira e perguntar às empresas o que elas precisam. Há uma revolução acontecendo no mercado de trabalho, e precisamos responder rapidamente.
    *Folha – Qual é a avaliação sobre o projeto para regulamentar o trabalho nos aplicativos?
    Luiz Marinho – Fizemos um trabalho, em 2023 e 2024, de dialogar com as partes. A conversa não surtiu efeito com entregadores. Não dá para conversar com nenhuma empresa que recusa sequer falar de salário mínimo. Isso não existe. Mas eles estão mais colaborativos agora.

    Folha – Tem alguma saia justa do Trabalho com [Guilherme] Boulos [ministro da Secretaria-Geral]?
    Luiz Marinho – Não. Temos um presidente [Lula] que, se tiver qualquer saia justa, ele coloca a saia certa no governo.
    O que nós fizemos naquela fase [um GT no Ministério do Trabalho] foi ter um projeto para o Parlamento. As narrativas nos derrotaram. Hoje, as conversas estão mais civilizadas. Evidente que os trabalhadores desejam mais. O pior dos mundos é continuar como está. Se o relatório do deputado não é o ideal para A ou para B, mas pode ser o possível, é melhor do que está.

    Folha – Lula tem falado que muitos jovens não querem CLT. O senhor concorda?
    Luiz Marinho – Mais ou menos. Mas tenho uma preocupação adicional, que são as fraudes trabalhistas.

    Folha – É o que o STF pode liberar no julgamento da pejotização [o Supremo vai decidir legalidade de contratos PF]?
    Luiz Marinho – O STF não pode fazer uma aberração dessas. Isso seria uma catástrofe para a Previdência, para o Fundo de Garantia, para o FAT [Fundo de Amparo ao Trabalhador], para o Sistema S. Espero que o STF deixe passar. O Parlamento tem que entrar nesse debate. Isso não é papel do Supremo.

    Folha – O ministro Fernando Haddad sinalizou que deve se candidatar ao governo de São Paulo. Como está vendo o jogo político no estado?
    Luiz Marinho – O Haddad será candidato a governador. Esse é o meu sentimento, tenho a convicção de que ele será o nosso candidato a governador.
    O PT não ganhou eleição em São Paulo por falta de acreditar. E é possível derrotar o Tarcísio [de Freitas, governador de São Paulo], que é um líder fraco, é um governo fraco.

    Folha – Como o senhor vê o caso do Banco Master, as CPIs e as quebras de sigilo?
    Luiz Marinho – Com tranquilidade. O caso Master, espero que conclua rapidamente, pague quem tem que pagar. O Fábio [Luis Lula da Silva, filho do presidente] disse: ‘Estou tranquilo, sereno. Já não é a primeira vez que quebra meu sigilo, que me vira de cabeça para baixo’. Se ele está dizendo que está tranquilo, vida que segue.
    Folha – Isso não desgasta a campanha do presidente?
    Luiz Marinho – O Lula apanha desde 1982. Estamos acostumados, estamos calejados.

    Raio-X | Luiz Marinho, 66
    Ministro do Trabalho e Emprego, é deputado federal licenciado. Foi prefeito de São Bernardo do Campo (ABC paulista) e presidiu o PT em São Paulo e a CUT (Central Única dos Trabalhadores).

    Apesar do lema 6×1, prioridade do governo é redução de jornada para 40 horas, diz ministro

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Venda de iPhones sem carregador gera multa à Apple no Brasil

    Venda de iPhones sem carregador gera multa à Apple no Brasil

    A Procon-AL decidiu avançar com a multa contra a Apple depois de verificar que a empresa norte-americana não demonstrou interesse em resolver a questão de forma amigável. A entidade reguladora considera o carregador um item “indispensável para o funcionamento” do celular.

    A autoridade de proteção ao consumidor do estado de Alagoas, no Brasil, decidiu aplicar uma multa à Apple por vender iPhones sem carregadores — um acessório considerado “indispensável para o funcionamento” do celular.

    De acordo com o site Alagoas 24 Horas, a multa aplicada pelo Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor de Alagoas (Procon-AL) é de R$ 101.627,50, equivalente a €16.727.

    O órgão regulador ressalta que a penalidade também se deve ao fato de a empresa ter ignorado a vulnerabilidade dos consumidores, transferindo para eles o custo de um acessório que considera essencial.

    “Em nossa análise, identificamos que, ao repassar ao consumidor o encargo de adquirir separadamente um item indispensável ao funcionamento do produto, a empresa afronta os princípios da boa-fé objetiva, da transparência e da vulnerabilidade do consumidor”, afirmou o diretor do Procon-AL, Daniel Sampaio.

    Além disso, o regulador brasileiro afirma que a multa foi a medida adotada após a Apple não demonstrar interesse em resolver a questão de forma amigável.

    Agora, a Apple no Brasil terá um prazo de 20 dias corridos para apresentar recurso e, caso a contestação não seja aceita, o valor final poderá ser atualizado.

     

    Venda de iPhones sem carregador gera multa à Apple no Brasil

  • Maxiane reage a beijo de Jonas e Marciele no BBB 26 e diz que 'homem está aí para isso'

    Maxiane reage a beijo de Jonas e Marciele no BBB 26 e diz que 'homem está aí para isso'

    “Vi aquele beijão”, confirmou a ex-participante ao site oficial do programa. “Eu posso falar com propriedade: lá dentro bate uma abstinência, bate uma carência. Então, assim, ela está fazendo a mesma coisa que eu, beijando na boca mesmo.”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O público estava curioso para saber a reação de Maxiane Rodrigues ao beijo que Jonas Sulzbach e Marciele Albuquerque deram no BBB 26 (Globo). Antes de ser eliminada, a pernambucana ficava com o gaúcho nas festas e tinha na cunhã-poranga do Boi Caprichoso uma de suas melhores amigas.

    “Vi aquele beijão”, confirmou a ex-participante ao site oficial do programa. “Eu posso falar com propriedade: lá dentro bate uma abstinência, bate uma carência. Então, assim, ela está fazendo a mesma coisa que eu, beijando na boca mesmo.”

    Na entrevista, Maxiane demonstrou ter levado o fato na esportiva. “Afinal de contas, homem está aí para isso”, brincou. “O que importa é ser feliz, é se jogar, e realmente viver um dia de cada vez com muita intensidade, com muita emoção.”

    A pernambucana também comentou o retorno para casa, na sexta-feira (27), quando foi recepcionada por vários admiradores. “O que eu vivi ontem foi um sonho naquele aeroporto do Recife”, afirmou. “Nossa, tanta gente! Eu ganhei tantos presentes, tantas flores, eu ainda preciso tirar uma foto pra agradecer.”

    “Eu nunca me senti tão feliz, tão abraçada, tão acolhida em toda a minha vida”, comentou. “Poder ouvir meu frevo, sentir o cheirinho da minha terra… eu estou em êxtase. Foi uma recepção calorosa, incrível.”

    Maxiane reage a beijo de Jonas e Marciele no BBB 26 e diz que 'homem está aí para isso'

  • Trump ameaça o Irã com força "nunca vista antes"

    Trump ameaça o Irã com força "nunca vista antes"

    A fala vem após o Irã prometer “a maior ação ofensiva da história da República Islâmica”, diante da morte do seu líder supremo, Ali Khamenei.

    VITÓRIA DE GÓES
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em publicação na rede social Truth, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos atacarão o Irã com “uma força nunca antes vista” caso haja retaliação aos ataques americanos e israelenses.

    A fala vem após o Irã prometer “a maior ação ofensiva da história da República Islâmica”, diante da morte do seu líder supremo, Ali Khamenei.

    Como resposta, neste domingo, Trump publicou que “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”.

    Trump ameaça o Irã com força "nunca vista antes"

  • Christiane Torloni se despede de Dennis, pai de seus gêmeos

    Christiane Torloni se despede de Dennis, pai de seus gêmeos

    “Hoje nos despedimos amorosamente de Dennis Carvalho. Ator, diretor, pai, avô. Uma jornada brilhante de grandes contribuições à cultura brasileira. Missão cumprida”, escreveu Torloni ao compartilhar fotos ao lado do diretor. Os dois foram casados entre 1977 e 1980 e tiveram dois filhos juntos.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz Christiane Torloni usou as redes sociais para prestar uma homenagem a Dennis Carvalho, que morreu neste sábado (28), aos 78 anos, no Rio de Janeiro. Em tom emocionado, ela destacou a relevância artística e humana do ex-companheiro.

    “Hoje nos despedimos amorosamente de Dennis Carvalho. Ator, diretor, pai, avô. Uma jornada brilhante de grandes contribuições à cultura brasileira. Missão cumprida”, escreveu Torloni ao compartilhar fotos ao lado do diretor. Os dois foram casados entre 1977 e 1980 e tiveram dois filhos juntos.

    Durante o relacionamento, nasceram os gêmeos Leonardo e Guilherme. Leonardo, hoje com 43 anos, seguiu os passos dos pais na atuação, participou de novelas na TV Globo e atualmente mantém uma vida mais reservada, longe das redes sociais. Ele é casado com Keruse Bongiolo e pai de Lucca, de 8 anos.

    Guilherme morreu em 1991, aos 12 anos, vítima de um acidente de carro –uma tragédia que marcou profundamente a família.

    Além dos filhos com Christiane, Dennis também deixa Tainá, fruto do relacionamento com Monique Alves, e Luiza, da união com Deborah Evelyn. Ao longo do dia, diversos artistas lamentaram a morte do diretor e ressaltaram sua importância para a televisão brasileira.

    Com mais de 45 anos de trajetória na TV Globo, Dennis ajudou a moldar o padrão de qualidade das novelas da emissora. Ele se desligou oficialmente do canal em junho de 2024. Entre os trabalhos de maior repercussão está “Segundo Sol”, exibida em 2018, que marcou sua última direção em novelas.

    Christiane Torloni se despede de Dennis, pai de seus gêmeos

  • Conta dos 5 maiores bancos com capitalização do FGC pode se aproximar de R$ 30 bi

    Conta dos 5 maiores bancos com capitalização do FGC pode se aproximar de R$ 30 bi

    Estimativas de analistas consultados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) sugerem que os cinco maiores bancos do País podem ter que desembolsar, no agregado, um montante ao redor R$ 30 bilhões já nos próximos meses.

    Itaú Unibanco, Caixa Econômica, Bradesco, Banco do Brasil e Santander arcarão com os maiores custos para bancar a recomposição do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), após o rombo deixado pelo caso Master. Estimativas de analistas consultados pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) sugerem que os cinco maiores bancos do País podem ter que desembolsar, no agregado, um montante ao redor R$ 30 bilhões já nos próximos meses.

    O Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, sob suspeitas de fraudes. Cerca de 800 mil investidores que aplicaram recursos em títulos do banco estavam cobertos pela proteção do FGC e estão sendo ressarcidos.

    O FGC tem patrimônio ao redor de R$ 125 bilhões. Desse total, Banco Master, Will Bank e Banco Pleno podem consumir ao menos R$ 52 bilhões, indicando a necessidade de recapitalizar a instituição.

    Até agora, entre os cinco maiores bancos, só o BB falou publicamente uma estimativa de desembolso. Enquanto isso, analistas e investidores estão fazendo seus próprios cálculos.

    A conta considera o adiantamento imediato do equivalente a cinco anos de contribuições mensais ao Fundo, como parte do plano de reconstrução acertado neste mês. Como não são públicos, os números representam uma estimativa para fornecer uma dimensão dos efeitos da reconstrução do FGC sobre o setor. Por isso, os cálculos dos analistas podem ser um pouco maiores que o dos próprios bancos, que têm acesso aos números completos.

    Para além desse valor, haverá ainda uma contribuição adicional extraordinária de 50% dos aportes mensais, o que no caso das quatro principais instituições de capital aberto pressupõe um dispêndio de R$ 2,6 bilhões por ano, segundo cálculos do Citi. A cifra terá impacto material, mas administrável sobre as principais métricas financeiras dos bancos, na opinião dos analistas.

    Pelas regras atuais, os bancos associados contribuem mensalmente com 0,01% do total de seus instrumentos financeiros garantidos. No caso dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), a alíquota mensal é de 0,02% para emissões com alienação de recebíveis e de 0,03% para o estoque sem alienação.

    No caso do Itaú, a fórmula se traduz em um desembolso inicial de R$ 8,8 bilhões e de mais R$ 882 milhões no ano para cobrir o incremento extraordinário de 50% nas contribuições, conforme estimativas do Citi. Os números podem estar ligeiramente superestimados, porque consideram os depósitos de toda a operação, inclusive fora do Brasil. E o FGC só cobre os depósitos no Brasil.

    O presidente do Itaú, Milton Maluhy, tem defendido a implementação de \”mecanismos inteligentes\” para recapitalizar o FGC e transmitir a mensagem de que o Fundo está bem capitalizado para cumprir o objetivo de proteção do investidor. Na visão dele, o processo deve atenuar ao máximo os custos para o setor financeiro e a sociedade. \”Muitas normas internacionais podem servir de referência\”, disse quando comentou os resultados do banco.

    O Bradesco deve mobilizar cerca de R$ 7 bilhões na primeira rodada e, depois, mais R$ 696 milhões no ano, ainda segundo o Citi. Para o Santander Brasil, o custo será de R$ 3,4 bilhões na primeira etapa e, na sequência, R$ 336,7 milhões.

    Já o Banco do Brasil declarou que vai tirar R$ 5 bilhões de seu caixa para cumprir a antecipação das contribuições ordinários, fora mais R$ 500 milhões de contribuição extraordinária. Do ponto de vista contábil, o impacto será gradual: ao Broadcast, o banco público explicou que a rubrica será constituída como um ativo no balanço. Com isso, a cada mês, a instituição vai abater do ativo de contribuições o valor de R$ 83 milhões, que passa a ser reconhecido nas demonstrações financeiras através da margem.

    O montante se soma a uma despesa mensal de R$ 41,5 milhões para entregar o desembolso extraordinário. Para o banco, analistas calculam uma contribuição maior, na casa dos R$ 6,8 bilhões, mas com a ressalva que o número leva em conta todos os depósitos do BB, o que inclui os números fora do Brasil.

    Para a Caixa Econômica Federal, pelos dados mais recentes disponíveis, o impacto do adiantamento de 60 meses está estimado em cerca de R$ 5,8 bilhões, de acordo com um analista que não quis se identificar. Com menos depósitos elegíveis, as fintechs tendem a enfrentar repercussões mais limitadas: o Nubank, por exemplo, arcaria com R$ 251,2 milhões no primeiro momento.

    No caso do Santander, os cálculos dos analistas indicam necessidade de colocar entre R$ 3,6 bilhões a R$ 3,7 bilhões. Ao comentar os resultados do banco, no começo do mês, o CEO Mario Leão defendeu a contínua evolução do ambiente regulatório para evitar outro evento semelhante ao colapso do Banco Master e disse que o processo de recomposição e os ajustes nas regras do FGC será \”desafiador\”.

    Compulsório

    Para mitigar esses efeitos, os bancos negociam uma proposta para redirecionar recursos do compulsório bancário para a recomposição do FGC. A solução demanda autorização do Banco Central, que ainda não se manifestou sobre o assunto. \”Como os compulsórios já são ativos sem remuneração mantidos no Banco Central, redirecioná-los poderia reduzir o custo de oportunidade para os bancos\”, ressaltam analistas do Citi, liderados por Gustavo Schroden.

    A liberação de compulsórios, sobretudo o não remunerado, seria o melhor cenário para os bancos, na visão de um analista de um banco estrangeiro. De todo modo, para este analista, os bancos estão bem capitalizados e esse dinheiro extra que será desembolsado não terá maiores impactos. Haverá, sim, um custo de oportunidade, se o compulsório não for utilizado. Ou seja, esse dinheiro que poderia render juro para o banco ou ser usado para outro fim vai ficar parado no FGC. \”Claramente precisa ser feito alguma coisa no FGC. O impacto do escândalo do Master foi grande\”, comenta.

    Já no lucro dos bancos, o aporte dos bancos no FGC deve ter impacto marginal. \”Vemos impactos limitados para nossa cobertura, variando de 0,4% dos lucros (Nubank) a cerca de 1,9% (Banco do Brasil), estima Schroden, do Citi em um relatório recente.

    Conta dos 5 maiores bancos com capitalização do FGC pode se aproximar de R$ 30 bi

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  • Governo Lula cria brecha para 'sigilo eterno' em cartas oficiais do presidente

    Governo Lula cria brecha para 'sigilo eterno' em cartas oficiais do presidente

    Desde 2023, a Casa Civil negou todos os 12 pedidos, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), de cópias de cartas oficiais enviadas ou recebidas por Lula. O órgão argumentou que as missivas tinham caráter pessoal e, por isso, estavam protegidas pelo princípio constitucional do sigilo à correspondência.

    ITALO NOGUEIRA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O governo Lula adotou entendimento que abre brecha para a imposição de um “sigilo eterno” a correspondências oficiais trocadas pelo presidente com chefes de Estado e outras autoridades internacionais.

    Desde 2023, a Casa Civil negou todos os 12 pedidos, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), de cópias de cartas oficiais enviadas ou recebidas por Lula. O órgão argumentou que as missivas tinham caráter pessoal e, por isso, estavam protegidas pelo princípio constitucional do sigilo à correspondência.

    Ao adotar essa justificativa, o governo deixa os documentos sem classificação, ficando sem qualquer prazo para liberação pública. A LAI prevê graus de sigilo de 5, 15 e 25 anos (reservado, secreto e ultrassecreto, respectivamente).

    A CGU (Controladoria-Geral da União) e a CMRI (Comissão Mista de Reavaliação de Informações), que formam a terceira e última instância de recurso com base na LAI, referendaram todas as recusas submetidas.

    Em nota, a Presidência da República afirmou que “correspondências privadas possuem dispositivo constitucional para a sua proteção e tratamento”. Segundo o Planalto, nenhuma carta do atual mandato foi disponibilizada para consulta pública. Ao mesmo tempo, reafirmou “o compromisso desta gestão com a transparência e a publicidade dos atos oficiais”.

    A CGU disse, em nota, que o sigilo de correspondência só pode ser afastado por meio de ordem judicial ou com a concordância do remetente ou destinatário.

    O sigilo à correspondência, previsto na Constituição, não tem prazo de expiração. Dessa forma, as cartas passariam a integrar o acervo privado do presidente e pertenceriam ao mandatário.

    É diferente da proteção a dados pessoais, prevista na LAI, que protege a informação por até cem anos –expediente alvo de críticas na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Especialistas ouvidos pela Folha afirmam concordar com a proteção às correspondências privadas do presidente, mesmo quando se trata de comunicação com autoridades. Contudo, apontam risco de exageros no uso do argumento.

    Aplicando esse entendimento, o governo negou acesso à carta enviada pelo petista a Vladimir Putin após a reeleição do presidente russo, em março de 2024, e à missiva recebida do presidente argentino Javier Milei em abril de 2024.

    O argumento também foi usado para vetar acesso às cartas enviadas por Lula aos eleitores do COI (Comitê Olímpico Internacional) em 2009, durante a campanha do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016 –pedido este feito pela Folha.

    Ele também foi apresentado para negar a disponibilização de uma lista das correspondências de chefes de Estados enviadas e recebidas por Lula, sem apresentação de conteúdo. Neste caso, a CGU considerou ainda que há “risco de impactos negativos às relações diplomáticas do Brasil”, por indicar quais autoridades não mantiveram contato com Lula. A decisão não indicou qualquer classificação dada aos documentos.

    A garantia ao sigilo de correspondências foi usada pela primeira vez pelo governo Lula em 2023 após um pedido feito para acessar todas as cartas recebidas pelo presidente.

    Ao analisar o recurso, a CGU inicialmente fez uma divisão entre as cartas de cidadãos comuns e de chefes de Estado. Enquanto as primeiras deveriam ser preservadas, as demais deveriam ser disponibilizadas, seguindo “o princípio da máxima divulgação de informações”.

    A Casa Civil pediu reconsideração da decisão e, inicialmente, um parecer da AGU (Advocacia-Geral da União) manteve a decisão de publicidade. Porém, um novo documento foi elaborado adotando os argumentos que abriram brecha para o “sigilo eterno” das correspondências oficiais do presidente.

    Segundo o último parecer, o fato de a correspondência ser dirigida ou enviada por um chefe de Estado por meio de canais oficiais não é suficiente para “caracterizá-la como pertencente ao patrimônio público”. Isso porque, de acordo com o entendimento, todas as atividades públicas e privadas do presidente são intermediadas por órgãos estatais.

    “Ao contrário do agente público comum, cujos aspectos de sua vida pública e vida privada se desenvolvem em espaços que podem ser segmentados, a elevada posição e as responsabilidades na condução da vida nacional impõem ao Presidente da República um modo de vida em todo diferente”, diz o parecer.
    O documento defende que as cartas devem ser analisadas caso a caso antes de serem disponibilizadas ao público.
    O entendimento da AGU não foi adotado pelo Ministério das Relações Exteriores. A Folha localizou um pedido feito em 2024 no qual o Itamaraty disponibilizou uma carta de Lula daquele ano ao presidente da Tunísia, Kaïs Saïed.

    Durante o governo Bolsonaro, o Itamaraty também liberou acesso a uma carta do ex-presidente Joe Biden ao ex-presidente brasileiro. A reportagem não localizou pedidos analisados pela Casa Civil ou pela CGU na gestão anterior.

    A transparência foi uma bandeira de Lula na eleição de 2022 disputada contra Bolsonaro. O atual presidente criticava o antecessor pela imposição de sigilo considerado indiscriminado a informações públicas.

    O professor da USP Marcos Augusto Perez, especialista em transparência administrativa, afirma concordar com o entendimento da AGU. Ele defende a análise caso a caso porque há possibilidade de o presidente tratar de assuntos pessoais com outros chefes de Estado. No entanto, aponta que essa previsão pode levar a exageros e virar “uma desculpa fácil”.

    “Acho que até daria para considerar toda a correspondência oficial da Presidência, em determinados contextos, no mínimo reservada. Mas dizer que é tudo pessoal, é um exagero. Diz que é pessoal, assim não tem que classificar”, disse ele.

    Governo afirma ter compromisso com transparência

    A Presidência da República disse, em nota, que “reitera o compromisso desta gestão com a transparência e a publicidade dos atos oficiais, em estrita observância à legislação vigente”.

    “As correspondências privadas possuem dispositivo constitucional para a sua proteção e tratamento. Dessa forma, em consonância com o sigilo de correspondência, previsto pela Constituição Federal (Art. 5º, inciso XII), pela Lei de Acesso à Informação (Art. 31), pela Lei Geral de Proteção de Dados (Art. 2º) e por outros documentos, nenhuma carta dirigida ao presidente da República foi disponibilizada para consulta do público durante o atual mandato”, diz a nota.

    O governo federal informou ainda que “uma amostragem das cartas recebidas no período de 2003 a 2010” foi enviada ao Arquivo Nacional após o fim dos dois primeiros mandatos de Lula. Declarou também que “não há destinação a acervo público no exercício do mandato”.

    A CGU declarou que o sigilo à correspondência “só seria afastado por meio de ordem judicial ou da concordância do remetente ou destinatário”. “Este entendimento está em acordo com a Comissão Mista de Reavaliação de Informações, conforme a Decisão CMRI nº 27/2025/CMRI/CC/PR.”

    Governo Lula cria brecha para 'sigilo eterno' em cartas oficiais do presidente

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  • Fluminense defende vantagem sobre o Vasco para ir à final do Carioca

    Fluminense defende vantagem sobre o Vasco para ir à final do Carioca

    O Maracanã será o palco do decisivo jogo de volta entre Fluminense e Vasco, neste domingo, às 18 horas, pela semifinal do Campeonato Carioca. O tricolor entra no clássico com vantagem após vencer a partida de ida por 1 a 0 no Estádio Nilton Santos, no Rio. Este resultado custou o cargo do técnico Fernando Diniz, substituído de forma interina por Bruno Lazaroni.

    Os rivais entraram em campo pelo Brasileirão: o Fluminense foi derrotado pelo Palmeiras por 2 a 1, preservando alguns atletas para o duelo estadual, enquanto o Vasco perdeu pelo mesmo placar para o Santos, na Vila Belmiro.

    O empate no Maracanã favorece o Fluminense, que pode se classificar sem depender de gols, enquanto o Vasco precisa marcar dois ou mais para avançar no tempo regulamentar. Caso vença por apenas um gol de diferença, a vaga na final será definida nos pênaltis.

    Quem se classificar vai decidir o título da temporada com o vencedor do duelo entre Flamengo e Madureira. Na primeira partida, o rubro-negro venceu por 3 a 0, abrindo ampla vantagem. O jogo de volta vai acontecer segunda-feira no Maracanã.

    O Fluminense será comandado pelo auxiliar-técnico Maxi Cuberas, porque o treinador Luís Zubeldía cumpre suspensão após receber o cartão vermelho no primeiro confronto. Ele até invadiu o campo para reclamar com a arbitragem.

    \”A expulsão me surpreendeu, por isso tive aquela reação. Para mim, sair da área técnica era para amarelo. Fui expulso injustamente, mas tenho que assumir que preciso melhorar meu comportamento. Tenho que assumir a responsabilidade e que cumprir a suspensão. Tratarei de que isso não volte a acontecer, porque tenho que manter o equilíbrio\”, disse Zubeldía.

    Em relação ao time que perdeu para o Palmeiras, a comissão técnica deve promover cinco mudanças. O lateral-direito Samuel Xavier, o zagueiro Jemmes, o volante Hércules e os atacantes Canobbio e John Kennedy devem entrar nas vagas de Guga, Ignácio, Facundo Bernal, Savarino e Ganso, respectivamente.

    O volante Facundo Bernal se recupera de uma lesão parcial do ligamento cruzado posterior do joelho direito e não está à disposição. O meio-campista Nonato está em tratamento de um problema muscular de grau 1 na perna direita e também está fora do clássico.

    O Vasco ainda não definiu o substituto de Fernando Diniz. A direção conversou com Renato Gaúcho, mas não bateu martelo. Existe a possibilidade da contratação de outro técnico estrangeiro. O clima é de crise por conta dos maus resultados. A derrota para o Santos, por 2 a 1, na quinta-feira, deixou o time na lanterna do Brasileirão com apenas um ponto.

    Reverter a vantagem do Fluminense no Carioca seria um alento. O interino Bruno Lazaroni, enxerga o clássico como uma oportunidade de \’virada de chave\’ vascaína, de olho na sequência da temporada. \”Os jogadores são capazes. Temos um grupo bom, com jogadores comprometidos. A gente tem totais condições de virar esta semifinal. É bom ter uma oportunidade tão cedo para os jogadores mostrarem serviço e terem uma virada de chave nesse sentido.\”

    O time deve ter mudanças. O atacante Marino Hinestroza pode ganhar uma oportunidade. O colombiano disputa a titularidade com Nuno Moreira, que não atravessa bom momento. O zagueiro Carlos Cuesta pode retornar, depois de ser baixa nas últimas duas partidas por conta de dores no joelho direito. Ele deve entrar no lugar de Alan Saldivia.

    FICHA TÉCNICA

    FLUMINENSE X VASCO

    FLUMINENSE – Fábio; Samuel Xavier, Jemmes, Freytes e Renê; Martinelli, Hércules e Lucho Acosta; Canobbio, John Kennedy e Kevin Serna. Técnico: Maxi Cuberas (interino).

    VASCO – Léo Jardim; Paulo Henrique, Carlos Cuesta, Robert Renan e Lucas Piton; Barros, Thiago Mendes e Jhojan Rojas; Marino Hinestroza, Spinelli e Andrés Gómez. Técnico: Bruno Lazaroni (interino).

    ÁRBITRO – Wagner do Nascimento Magalhães (RJ).

    HORÁRIO – 18h.

    LOCAL – Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

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