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  • Irmão mais novo do ator Patrick Swayze, Sean Swayze, morre aos 63 anos

    Irmão mais novo do ator Patrick Swayze, Sean Swayze, morre aos 63 anos

    Sean Swayze faleceu em dezembro por complicações de saúde, segundo certidão de óbito. A perda reacendeu homenagens a Patrick Swayze, morto em 2009, e ao trabalho de sua viúva na conscientização sobre o câncer de pâncreas.

    A família de Patrick Swayze enfrentou uma perda no fim do ano passado. Sean Swayze, irmão mais novo do ator, morreu no dia 15 de dezembro, aos 63 anos.

    Segundo a revista People, a causa da morte foi uma hemorragia digestiva alta. A certidão de óbito, à qual a publicação teve acesso, aponta ainda como fatores associados uma acidose metabólica grave, varizes esofágicas e cirrose hepática alcoólica.

    Sean trabalhava no setor de entretenimento como integrante do sindicato Teamsters. Ele deixa dois filhos, Cassie Swayze e Kyle Swayze.

    A morte foi lamentada por familiares nas redes sociais. A prima Rachel Leon usou o Instagram para se despedir. “É com o coração partido que compartilho a notícia da morte do meu primo Sean Swayze”, escreveu, ao publicar uma foto recente dele.

    Rachel contou que a própria filha teve a ideia de homenagear Patrick Swayze e enviou a Sean uma camiseta com referência ao ator, que ele teria usado “com orgulho”. “Ele sempre foi divertido e cheio de vida”, relembrou.

    Na mesma mensagem, a prima revelou que os dois conversavam recentemente sobre a possibilidade de Sean visitar o Texas. “Eu estava muito animada com essa ideia”, afirmou. Ela também prestou solidariedade ao ator Don Swayze, outro irmão de Sean, e aos filhos dele.

    “Estamos orando muito por toda a família neste momento difícil. Saibam que vocês são muito amados. Sean, eu te amo e sentiremos muita saudade”, concluiu.

     
     
     

     
     
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    A morte de Patrick Swayze, aos 57 anos

    Vale lembrar que Patrick Swayze morreu em 2009, aos 57 anos, em decorrência de um câncer de pâncreas. Na época, um representante confirmou a morte do ator à revista People.

    “Patrick Swayze faleceu hoje em paz, cercado pela família, após enfrentar com coragem os desafios de sua doença ao longo dos últimos 20 meses”, afirmou o porta-voz. O ator ficou marcado por papéis de grande sucesso em filmes como The Outsiders, Dirty Dancing e Ghost, entre muitos outros.

    Em 2024, ainda segundo a People, a viúva do ator, Lisa Niemi Swayze, passou a colaborar com a Pancreatic Cancer Action Network (PanCAN), principal organização sem fins lucrativos dedicada à causa, com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a doença e apoiar o financiamento de pesquisas.

    “Minha ligação com a PanCAN é uma homenagem ao Patrick. Quero ajudar a colocar um fim na luta que ele travou com tanta força. Só porque ele se foi, não significa que essa batalha acabou. Quero manter essa causa viva em sua memória”, declarou Lisa Niemi à revista.

    Notícias ao Minuto Patrick Swayze© Getty Images  

    Irmão mais novo do ator Patrick Swayze, Sean Swayze, morre aos 63 anos

  • Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis

    Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis

    Após bombardeios a embarcações no Caribe e no Pacífico, o presidente dos Estados Unidos afirmou que o país ampliará a ofensiva contra o narcotráfico, com ações em terra contra cartéis. Trump citou o México, mas não detalhou locais nem prazos.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o país planeja iniciar ataques terrestres contra cartéis de droga nas Américas, citando especialmente o México como um dos principais locais de atuação, sem, no entanto, especificar exatamente onde essas operações ocorreriam.

    Em entrevista à Fox News, Trump declarou que os cartéis “controlam o México” e que os Estados Unidos devem agir para enfrentar o narcotráfico com maior contundência, indo além dos bombardeios de embarcações nos mares do Caribe e do Oceano Pacífico que já vinham sendo realizados pelos EUA sob a justificativa de combate ao tráfico de drogas.

    O presidente também pressionou o México a “retomar o controle” diante da atuação dos grupos criminosos e disse ter pedido à presidente mexicana Claudia Sheinbaum autorização para que forças dos Estados Unidos possam combater os cartéis em território mexicano — proposta que já havia sido rejeitada anteriormente pela governante.

    Trump tem defendido que as ações militares fazem parte de um esforço mais amplo para enfrentar o narcotráfico na região, em um momento em que os Estados Unidos ampliaram o uso das forças armadas após operações marítimas que visam embarcações supostamente ligadas ao tráfico, embora Washington ainda não tenha apresentado provas de que essas embarcações transportavam drogas.

    A postura de Trump ocorre poucos dias depois da operação militar dos EUA na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, acusados pela Justiça americana de narcoterrorismo e tráfico de cocaína.

    O anúncio dos possíveis ataques terrestres contra cartéis amplia o debate sobre intervenções militares e soberania na região, recebendo reações contrárias de autoridades latino-americanas e gerando preocupações sobre o respeito ao direito internacional.

    Trump declara que EUA vão "iniciar ataques terrestres" contra cartéis

  • Lewandowski deixa governo Lula após série de desgastes e com principais apostas pendentes no Congresso

    Lewandowski deixa governo Lula após série de desgastes e com principais apostas pendentes no Congresso

    Sua escolha, à época, foi interpretada como uma aposta de Lula para reaproximar o governo do Judiciário, objetivo que Lewandowski conseguiu cumprir. Ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), ele atuou como uma ponte institucional em um período de sensibilidade entre os Poderes

    (CBS NEWS) – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, deixará o cargo nesta sexta-feira (9), encerrando uma gestão de quase dois anos. Embora tenha chegado à pasta com elevado capital, ele se despede sem uma marca própria consolidada e com os principais projetos ainda em tramitação no Congresso.

    Na carta de demissão enviada ao presidente Lula (PT) nesta quinta (8), Lewandowski destacou limitações políticas, conjunturais e orçamentárias enfrentadas durante a gestão.

    Sua escolha, à época, foi interpretada como uma aposta de Lula para reaproximar o governo do Judiciário, objetivo que Lewandowski conseguiu cumprir. Ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), ele atuou como uma ponte institucional em um período de sensibilidade entre os Poderes.

    Desde o início da gestão, porém, a área da segurança pública foi atravessada por sucessivos desgastes. Em 2023, a fuga de dois detentos ligados ao Comando Vermelho do presídio federal de Mossoró expôs fragilidades no sistema prisional federal.

    Já em 2025, a morte de 122 pessoas em uma operação policial no Rio de Janeiro contra supostos membros do Comando Vermelho reacendeu o debate sobre o papel do governo federal na coordenação da política de segurança.

    Entre as principais apostas da gestão para uma ação mais efetiva do governo na segurança pública e o combate mais eficaz ao crime organizado esteve a tentativa de criar um novo arcabouço legal para a área, por meio da chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança e do PL Antifacção.

    As propostas, bem avaliadas por especialistas, continuam em tramitação na Câmara dos Deputados e ainda não têm data para análise. O governo contava com a aprovação das duas propostas em 2025, véspera de ano eleitoral, para responder a críticas da oposição e a cobranças da sociedade.

    O tema reacendeu a disputa entre governo e adversários pela agenda da segurança pública, uma das maiores preocupações dos brasileiros e um campo em que governos de esquerda historicamente têm dificuldade.

    Durante sua gestão, algumas declarações também provocaram descontentamento entre profissionais da área. Lewandowski enfrentou uma crise ao afirmar que “a polícia prende mal e o Judiciário é obrigado a soltar”, frase que foi duramente criticada por associações de policiais e por gestores estaduais.

    Secretários estaduais de segurança pública e do sistema penitenciário relatam, sob reserva, que a gestão foi marcada por avanços e fragilidades. Entre os pontos negativos, citam o pouco diálogo, inclusive para a construção dos textos que tramitam no Congresso. Essa mesma queixa foi feita por parlamentares ouvidos pela reportagem.

    Por outro lado, reconhecem melhorias na execução e no controle da aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Segurança pública, que tem dado mais previsibilidade financeira aos estados.

    Na gestão do ministro também foi criado o Núcleo de Combate ao Crime Organizado, com a missão de integrar esforços entre diferentes órgãos. A partir dessa articulação e da abertura de um inquérito na Polícia Federal, foi deflagrada a Operação Carbono Oculto, considerada a maior da história do país no enfrentamento à infiltração do crime organizado na economia formal. A ação teve como alvo o PCC (Primeiro Comando da Capital).

    Houve também o protocolo do uso da força, que estabelece regras e padrões para garantir abordagens mais equilibradas, reduzindo o risco de ações desproporcionais. Há ainda o programa de câmeras corporais, que reúne diretrizes normativas e apoio à aquisição de equipamentos e visa aumentar a transparência nas operações policiais.

    Mas projetos também ficaram limitados por conta de orçamento, como o de recompra de armas, que não saiu do papel. O projeto Captura também tinha sido pensado inicialmente para dar recompensa por pista de criminosos, mas essa parte não avançou.

    O ministro também manteve e aprofundou políticas iniciadas pelo antecessor, Flávio Dino, que deixou o ministério para assumir uma vaga no STF. Nesse eixo, o programa Celular Seguro teve suas funcionalidades ampliadas, e garantiu orçamento para a transferência dos CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) do Exército para a Polícia Federal.

    Sob o comando de Lewandowski, o ministério assinou 21 portarias declaratórias de terras indígenas, etapa final antes da demarcação, que depende de ato do presidente da República. Desde 2018, não havia novas demarcações.

    No campo da política penal, a gestão desenhou o programa Pena Justa, que busca enfrentar a crise estrutural do sistema prisional, reduzir a superlotação e ampliar alternativas penais, em articulação com estados e o Judiciário.

    A gestão investiu na modernização da segurança, com a compra de armas, viaturas blindadas, drones, sistemas antidrones e equipamentos de varredura eletrônica. Secretários estaduais, porém, reclamam da redução dos repasses do fundo penitenciário, o que, segundo eles, compromete a execução das políticas.

    O ministério também ampliou os Cais (Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social), voltados ao atendimento de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade, especialmente com demandas relacionadas ao uso problemático de drogas, e lançou o Escuta SUSP, programa de apoio psicológico a profissionais da segurança pública.

    Houve também o fortalecimento de políticas de enfrentamento ao tráfico de pessoas e ao contrabando de migrantes.

    Lewandowski deixa governo Lula após série de desgastes e com principais apostas pendentes no Congresso

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  • Lupita Nyong'o elogia Wagner Moura após prêmio em Nova York

    Lupita Nyong'o elogia Wagner Moura após prêmio em Nova York

    Lupita Nyong’o celebrou nas redes a vitória de Wagner Moura como Melhor Ator no New York Film Critics Circle Awards por “O Agente Secreto”. Ela elogiou sua atuação, o filme de Kleber Mendonça Filho e destacou a força humana da narrativa, recomendando que o público não perca o longa.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Lupita Nyong’o, 42, usou as redes sociais nesta quarta-feira (7) para comentar a homenagem feita a Wagner Moura,49, durante a cerimônia do New York Film Critics Circle Awards. O ator brasileiro venceu o prêmio de Melhor Ator por sua atuação em “O Agente Secreto” na noite anterior. Com mais de 50 membros, a associação é uma das mais antigas e respeitadas dos Estados Unidos.

    A atriz vencedora do Oscar Melhor Atriz Coadjuvante pela atuação em “12 Anos de Escravidão” (2013) publicou um álbum de fotos no Instagram mostrando o encontro com Moura, o diretor Kleber Mendonça Filho e a produtora Emilie Lesclaux. “Tive a oportunidade de celebrar o que considero uma das atuações cinematográficas mais impactantes do ano: Wagner Moura em ‘O Agente Secreto’”, escreveu.

     
     
     

     
     
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    Ela também elogiou o filme do cineasta pernambucano, 57, que está indicado ao Globo de Ouro. “O filme de Kleber Mendonça Filho é extraordinário, e fiquei muito feliz em homenagear Wagner como Melhor Ator no New York Film Critics Circle Awards”, afirmou. “Tudo de bom.”

    Ao encerrar a postagem, Lupita ressaltou a força da narrativa do longa, colocado na tradicional lista de filmes favoritos do ano de Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos. “‘O Agente Secreto’ nos lembra que as histórias mais interessantes não são sobre heróis ou vilões, mas sobre seres humanos tentando lidar com circunstâncias impossíveis. Não perca”, concluiu.

    Lupita Nyong'o elogia Wagner Moura após prêmio em Nova York

  • Estêvão se torna jogador brasileiro mais caro do futebol, aponta levantamento

    Estêvão se torna jogador brasileiro mais caro do futebol, aponta levantamento

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O atacante Estêvão, de apenas 18 anos, do Chelsea, da Premier League inglesa, tornou-se o jogador de futebol brasileiro mais valorizado do mercado, segundo levantamento do CIES (Observatório de Futebol do Centro Internacional de Estudos de Esporte).

    O jovem tem um valor de mercado estimado em cerca de € 118,9 milhões (R$ 748,8 milhões), o que o coloca como o 16º jogador mais caro do futebol.

    No ranking de janeiro de 2025, Estêvão sequer aparecia entre os 100 jogadores mais valiosos.

    Há um ano, Vinicius Junior, do Real Madrid, era o jogador brasileiro mais caro, com valor estimado em € 214,3 milhões (R$ 1,35 bilhão), em valores corrigidos pela inflação.

    Nesta edição, Vinicius Junior é apenas o quarto brasileiro com maior valor de mercado, de € 90,3 milhões (R$ 568 milhões), atrás de João Pedro, do Chelsea (€ 100,5 milhões; R$ 633 milhões), e de Savinho, do Manchester City (€ 91,5 milhões; R$ 576 milhões).

    A lista conta ainda com os brasileiros Vitor Roque, do Palmeiras (€ 85,2 milhões; R$ 536 milhões) -o jogador mais valioso fora das cinco principais ligas europeias–, Gabriel Martinelli, do Arsenal (€ 75,5 milhões; R$ 475 milhões), Rodrygo, do Real Madrid (€ 73,7 milhões; R$ 464 milhões), e Raphinha, do Barcelona (€ 65,9 milhões; R$ 415 milhões).

    A lista é liderada pelo espanhol Lamine Yamal, do Barcelona, com valor de mercado estimado em € 343,1 milhões (R$ 2,1 bilhões).

    Ele é seguido pelo norueguês Erling Haaland, do Manchester City (€ 255,1 milhões; R$ 1,6 bilhão), e pelo francês Kylian Mbappé, do Real Madrid (€ 201,3 milhões; R$ 1,2 bilhão).
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    OS JOGADORES MAIS CAROS DO FUTEBOL MUNDIAL

    1) Lamine Yamal – Barcelona (R$ 2,1 bilhões)
    2) Erling Haaland – Manchester City (R$ 1,6 bilhão)
    3) Kylian Mbappé – Real Madrid (R$ 1,2 bilhão)
    4) Jude Bellingham – Real Madrid (R$ 964 milhões)
    5) Michael Olise – Bayern de Munique (R$ 862 milhões)
    6) Florian Wirtz – Liverpool (R$ 855 milhões)
    7) Désiré Doué – PSG (R$ 847 milhões)
    8) João Neves – PSG (R$ 822 milhões)
    9) Arda Güler – Real Madrid (R$ 820 milhões)
    10) Pedri González – Barcelona (R$ 818 milhões)
    11) Julián Álvarez – Atlético de Madrid (R$ 803 milhões)
    12) Morgan Rogers – Aston Villa (R$ 793 milhões)
    13) Hugo Ekitike – Liverpool (R$ 781 milhões)
    14) Kenan Yildiz – Juventus (R$ 762 milhões)
    15) Nick Woltemade – Newcastle (R$ 759 milhões)
    16) Estêvão – Chelsea (R$ 748,8 milhões)

    O Real Madrid superou o Atlético de Madrid por 2 a 1 nesta quinta-feira (8) e garantiu vaga na final da Supercopa da Espanha

    Folhapress | 22:12 – 08/01/2026

    Estêvão se torna jogador brasileiro mais caro do futebol, aponta levantamento

  • Em derrota para Vorcaro, juiz dos EUA reconhece processo de liquidação do Master

    Em derrota para Vorcaro, juiz dos EUA reconhece processo de liquidação do Master

    Reconhecimento ocorreu após pedido do liquidante do banco; medida blinda credores de eventuais disputas judiciais de cobrança antes de resolução do caso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O juiz Scott M. Grossman, do Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida (EUA), reconheceu nesta quinta-feira (8) o processo de liquidação do Banco Master no Brasil. A decisão foi proferida após pedido feito no final do ano passado pelo liquidante do banco, que tenta proteger os ativos de Daniel Vorcaro e sócios do Master de execuções de dívida antes que sejam definidos os pagamentos de credores.

    Em seu despacho, o magistrado determinou a suspensão automática de qualquer ação ou execução contra os bens de Vorcaro e seus sócios que estejam nos Estados Unidos.

    Ele disse que o processo de liquidação está pendente no Brasil, bem como os interesses principais dos envolvidos no caso. O juiz aceitou o pedido da EFB Regimes Especiais de Empresas para reconhecer o caso como processo principal estrangeiro, o que garante autonomia para a Justiça brasileira conduzi-lo.

    Vorcaro tentava frear o pedido da EFB na corte norte-americana sob o argumento de que o processo de liquidação ainda pode ser revertido no TCU (Tribunal de Contas da União), pedindo que a Justiça norte-americana adie o reconhecimento do processo.

    Segundo o documento, o processo de liquidação brasileira terá plena força e efeito, será vinculativo e executável nos Estados Unidos contra todas as pessoas e entidades. O reconhecimento do caso, afirma o magistrado, não causará qualquer dificuldade aos credores diretos ou a outras partes que entrarem no caso futuramente.

    “O liquidante terá autoridade para agir de forma independentes para cumprir quaisquer dos deveres e poderes concedidos por esta Ordem”, escreveu o magistrado da Flórida.

    Agora, segundo a lei norte-americana, todas a pessoas e entidades estão proibidas de iniciar ou continuar qualquer ação ou procedimento relativo aos ativos, direitos, obrigações ou passivos de Vorcaro e do Master localizados nos EUA.

    Um dos pontos de reclamação da defesa de Vorcaro era o de que o liquidante do banco tentava adquirir poderes utilizando os tribunais americanos. O apontamento levava em consideração o pedido de ouvir testemunhas, colher provas ou solicitar a entrega de informações sobre ativos e negócios de Vorcaro nos EUA.

    “O liquidante está autorizado a examinar testemunhas, colher provas ou solicitar a entrega de informações relativas aos ativos, negócios, direitos, obrigações ou passivos dos devedores”, disse o juiz.

    No despacho, o magistrado afirma que, exceto por reconvenção em uma ação movida pela EFB, nenhuma pessoa poderá iniciar um processo contra o liquidante em qualquer tribunal dos EUA sem a autorização Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida.

    “A menos que o tribunal ordene o contrário, o liquidante está além disso autorizado a operar e pode exercer os poderes de um administrador judicial.”

    Em derrota para Vorcaro, juiz dos EUA reconhece processo de liquidação do Master

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • EUA considera pagar até US$ 100 mil a habitantes da Groenlândia para anexar ilha, diz agência

    EUA considera pagar até US$ 100 mil a habitantes da Groenlândia para anexar ilha, diz agência

    Governos da Groenlândia e da Dinamarca afirmam que território não esta à venda; vice-presidente dos EUA diz que Europa deve levar Trump a sério

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo Trump discutiu o envio de pagamentos diretos aos habitantes da Groenlândia como parte de uma tentativa de convencê-los a se separarem da Dinamarca e se juntarem aos Estados Unidos, segundo uma reportagem publicada pela agência de notícias Reuters nesta quinta-feira (8).

    De acordo com a agência, autoridades americanas, incluindo assessores da Casa Branca, discutiram valores entre US$10.000 (R$ 53.883,00, na cotação atual) e US$100.000 (R$ 538.960,00) por pessoa. O salário mensal médio na Groenlândia é de 30 mil coroas dinamarquesas (R$ 25 mil), segundo estimativas.

    A ideia é vista como uma tentativa de comprar o território ultramarino da Dinamarca, que tem 57 mil habitantes. Autoridades de Copenhague e da Groenlândia insistem que a ilha não está à venda.

    “Chega de pressão. Chega de insinuações. Chega de fantasias de anexação”, escreveu o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, em uma publicação no Facebook no domingo, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar novamente à imprensa que os EUA precisavam adquirir a ilha.

    Segundo a agência, a tática está entre vários planos discutidos pela Casa Branca para adquirir a Groenlândia, incluindo a possibilidade de intervenção militar. O vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, afirmou nesta quinta que líderes europeus deveriam levar Donald Trump a sério no que se refere à ilha.

    Uma autoridade americana afirmou à Reuters que os assessores da Casa Branca estavam ansiosos para manter o “impulso” da intervenção na Venezuela para realizar outros objetivos geopolíticos de longa data de Trump.

    Questionada sobre as discussões, a secretária de imprensa dos EUA Karoline Leavitt afirmou que Trump e seus assessores de segurança nacional analisam “uma potencial compra”.

    O secretário de Estado americano, Marco Rubio, planeja se reunir com seu homólogo dinamarquês na próxima semana, em Washington, para discutir a questão.

    Na terça-feira, França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha, Reino Unido e Dinamarca emitiram uma declaração conjunta, afirmando que apenas a Groenlândia e a Dinamarca podem decidir questões relacionadas às suas relações.

    EUA considera pagar até US$ 100 mil a habitantes da Groenlândia para anexar ilha, diz agência

  • Márcia Goldschmidt sofre acidente doméstico e está em observação

    Márcia Goldschmidt sofre acidente doméstico e está em observação

    Apresentadora caiu no banheiro, bateu a cabeça e foi levada para o hospital; ‘A vida é muito frágil’, diz ela nas redes sociais

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Márcia Goldschmidt passou por um susto na noite da última quarta-feira (7). Ela caiu no banheiro de casa, bateu a cabeça em uma quina e precisou correr para o hospital.

    Já em recuperação, a apresentadora relatou o acidente em suas redes sociais nesta quinta (8), alertando os seguidores sobre o perigo de áreas molhadas, como banheiro e cozinha.

    “Muito mal e muito agradecida, é assim que estou”, falou Márcia. “Graças a Deus, não foi desta vez. Deus botou um anjo do meu lado. Mas é importante contar isso para vocês, não é para fazer draminha de internet.”

    No vídeo, ela afirmou estar sentindo muita dor de cabeça, tontura e formigamento, mas que já está fora de risco, apenas internada para observação.

    “Realmente, aquela estatística que diz que a maior parte dos acidentes fatais acontece dentro de casa, no banheiro, é verdade. Cuidado! Por um triz eu não estaria mais aqui”, alertou.

    “Fui pegar uma toalha jogada no chão do banheiro das meninas. Elas tomam banho e jogam água para tudo que é lado. Escorreguei e bati a cabeça na quina. Se o corte tivesse sido um poquinho abaixo, não sei onde eu estaria”, relatou.

    Márcia, 65, é mãe de James, 22, e das gêmeas Victoria e Yanne, de 14 anos. “A vida é muito frágil. A gente fica dando importância para tantas coisas e adiando tudo para amanhã, mês que vem… Quando, num segundo, tudo pode acabar”, refletiu.

    Márcia Goldschmidt sofre acidente doméstico e está em observação

  • Real usa sul-americanos, bate Atlético e encara Barça na final da Supercopa

    Real usa sul-americanos, bate Atlético e encara Barça na final da Supercopa

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Sem o lesionado Mbappé, o Real Madrid contou com a estrela de dois de seus sul-americanos, venceu o rival Atlético de Madri por 2 a 1 e garantiu vaga na final da Supercopa da Espanha. O clássico foi disputado na tarde desta quinta-feira (08) em Jeddah, na Arábia Saudita.

    O uruguaio Valverde abriu o placar com um golaço de falta e deu assistência para o brasileiro Rodrygo ampliar. O time de Diego Simeone ainda marcou com Sorloth e pressionou, mas não conseguiu levar a decisão para os pênaltis.

    O Real vai encarar o Barcelona, que goleou o Athletic Bilbao no outro lado da chave, na grande final do torneio. Os tradicionais rivais, que polarizam o título da Supercopa desde 2022, medem forças no domingo, a partir das 16h, também na Arábia Saudita.

    COMO FOI O JOGO

    O Real Madrid, basicamente, começou o clássico com vantagem no placar graças a Valverde. Na primeira falta do jogo, sofrida por Bellingham antes dos dois minutos, o versátil jogador uruguaio acertou um chutaço de muita potência não deu qualquer chance de defesa a Oblak: 1 a 0.

    O Atlético demorou para reagir e só conseguiu levar algum perigo na casa dos 20 minutos. Após cruzamento de Giuliano Simeone experimentou de primeira, mas ficou bem longe da meta adversária. Álvarez, praticamente no lance seguinte, também errou o alvo em tentativa da entrada da área.

    Os brasileiros da equipe de Xabi Alonso apareceram pouco antes da pausa para hidratação. Primeiro, Rodrygo protagonizou linda jogada individual e parou em Oblak. Logo depois, Vini Jr errou na pontaria ao completar cruzamento de Bellingham pelo lado direito.

    A equipe de Diego Simeone engatou uma blitz depois da parada técnica, e Courtois precisou mostrar serviço até o intervalo. O goleiro trabalhou em finalizações de Baena e Sorloth antes de ser ameaçado por três vezes em um mesmo lance: o camisa 1 voltou a bloquear Baena antes de Rudiger travar Álvarez e Simeone chutar para fora.

    O 2º tempo até voltou mais equilibrado, mas o Real se impôs e aumentou o placar com Rodrygo. O camisa 11 se infiltrou pelo meio, recebeu passe açucarado de Valverde, se desvencilhou de Le Normand na base da velocidade e, cara a cara com Oblak, mostrou frieza para deslocar o goleiro: 2 a 0.

    O Atlético não se entregou e, explorando as laterais, conseguiu diminuir em um intervalo de três minutos. Giuliano Simeone tabelou com Llorente pela ponta direita e caprichou no cruzamento para Sorloth, que apareceu atrás da marcação e, livre, escorou para o fundo da redes: 2 a 1.

    Vini Jr deixou o gramado batendo boca com Diego Simeone. Substituído por Arda Guler na casa dos 35 minutos, o brasileiro, que já havia trocado farpas com o técnico argentino no 1º tempo, voltou a se desentender com o argentino -o princípio de confusão foi apaziguado pela arbitragem e acabou com cartão amarelo ao brasileiro.

    Os minutos finais tiveram pressão do Atlético, mas o placar não foi alterado. A equipe se lançou ao ataque e assustou em investidas de Griezmann e Llorente. A pressão, no entanto, não gerou bola na rede diante de uma defesa organizada -e de um Courtois inspirado.

    REAL MADRID
    Courtois; Valverde, Asencio (Fran García), Rudiger (Mendy) e Carreras; Camavinga (Ceballos), Tchouaméni e Bellingham; Vini Jr (Arda Guler), Rodrygo (Mastantuono) e Gonzalo García. T.: Xabi Alonso

    ATLÉTICO DE MADRI
    Oblak; Llorente, Pubill, Hacko e Ruggeri (Molina); Gallagher (Le Normand), Koke (Johnny) e Baena (Griezmann); Giuliano Simeone, Álvarez e Solorth (Almada).
    T.: Diego Simeone

    Local: King Abdullah Sports City, em Jeddah (Arábia Saudita)
    Árbitro: Mateo Busquets FerrerAssistentes: Gonzalo García González e Adrián Díaz
    VAR: Javier Iglesias / Cartões amarelos: Vini Jr (RMA) / Cartões vermelhos: não houve
    Gols: Valverde (RMA), aos 2 min do 1º tempo; Rodrygo (RMA), aos 9 min do 2º tempo; Sorloth (ATM), aos 12 min do 2º tempo

    Real usa sul-americanos, bate Atlético e encara Barça na final da Supercopa

  • Irã sofre apagão de internet em meio a protestos contra o regime

    Irã sofre apagão de internet em meio a protestos contra o regime

    Organização NetBlocks registra interrupção enquanto manifestantes ocupam ruas de Teerã e outras cidades. Trump ameaça atingir Teerã se forças matarem manifestantes; ao menos 36 já foram mortos, segundo ativistas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Irã registra nesta quinta-feira (8) um apagão da internet, de acordo com a ONG NetBlocks, que monitora redes de telecomunicações no mundo, num momento de crise política em que protestos contra o regime e as dificuldades econômicas ganham força em todo o país.

    Relatos de moradores de Teerã e de outras cidades grandes, caso de Mashhad e Isfahan, indicam que manifestantes voltaram a ocupar as ruas, gritando palavras de ordem contra os líderes clericais da República Islâmica. As manifestações foram também incentivadas por Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã deposto na Revolução Islâmica de 1979, que divulgou um vídeo nas redes convocando mais protestos.

    Não foram divulgados detalhes sobre a extensão ou as causas da interrupção do serviço. A mídia estatal, por sua vez, afirmou que as cidades do país permaneciam calmas.

    Esta é considerada a maior onda de protestos no Irã em três anos. As manifestações começaram no mês passado, quando comerciantes protestaram contra a rápida desvalorização do rial iraniano. Desde então, os atos se espalharam por todo o país, impulsionados pelo descontentamento com a inflação alta, atribuída à má gestão econômica, às sanções ocidentais e às restrições políticas e sociais.

    Segundo a rede de ativistas Hrana, sediada nos Estados Unidos, ao menos 36 pessoas tinham morrido de 28 de dezembro a 7 de janeiro no país.

    Diante do agravamento da crise, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, advertiu fornecedores domésticos contra a prática de estocagem e aumento abusivo de preços. Segundo ele, a população não deve enfrentar escassez de produtos, e o regime deve garantir o abastecimento e a fiscalização dos preços em todo o país.

    O cenário ocorre sob forte pressão internacional, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotando um tom mais duro em relação às autoridades iranianas. Em entrevista a um programa de rádio conservador, Trump afirmou que o Irã será “atingido muito duramente” caso as forças de segurança passem a matar manifestantes.

    “Deixei claro para eles que, se começarem a matar pessoas -o que tendem a fazer durante seus distúrbios-, se fizerem isso, nós os atingiremos muito duramente”, disse Trump.

    A ameaça ocorre poucos dias após o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela e cerca de sete meses após a ofensiva conduzida por Washington e Israel contra instalações nucleares iranianas, o que aumenta a tensão.

    Irã sofre apagão de internet em meio a protestos contra o regime