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  • Renato Gaúcho defende convocação de Neymar e diz que levaria camisa 10 ‘cegamente’ à Copa

    Renato Gaúcho defende convocação de Neymar e diz que levaria camisa 10 ‘cegamente’ à Copa

    Às vésperas da definição da lista para a Copa do Mundo, Renato Gaúcho entrou no debate sobre Neymar e foi direto: convocaria o camisa 10 do Santos independentemente de estar no auge físico. Em entrevista à Romário TV, o ex-treinador do Fluminense afirmou que as chances do Brasil aumentam com o atacante no grupo.

    \”Melhora (as chances de título com Neymar). O Brasil tem condições, sim, de ser campeão\”, afirmou Renato. Questionado se isso valeria com ou sem o craque, respondeu sem hesitar: \’Com o Neymar\’.

    O treinador discordou do discurso de que o jogador só deve ir ao Mundial se estiver 100% fisicamente. Para ele, o talento do camisa 10 compensa qualquer limitação pontual.

    \”você tem um craque acima da média, ele pode não estar 100% como os demais. Se não estiver lesionado, eu levaria. Coloca ele nos últimos 20 ou 30 minutos. O adversário já estará cansado, e a qualidade dele faz a diferença\”, argumentou.

    Renato reforçou que, em jogos equilibrados de Copa do Mundo, a capacidade de decisão pesa mais do que a condição física plena. \”Eu levaria o Neymar cegamente\”, completou.

    Neymar brilhou na vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Vasco, pela Série A. O camisa 10 marcou dois gols e teve atuação destacada, repercutida na imprensa europeia. O jornal espanhol Marca afirmou que o atacante \”recuperou sua magia\”, enquanto o Mundo Deportivo destacou a comemoração em apoio a Vini Jr. Já o francês L’Equipe ressaltou o gesto como demonstração de solidariedade ao atacante do Real Madrid.

    Renato Gaúcho defende convocação de Neymar e diz que levaria camisa 10 ‘cegamente’ à Copa

  • Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã

    Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã

    Para o Itamaraty, a negociação é o único caminho viável para a paz, “posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.

    O governo do Brasil condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, neste sábado (28). Em nota, o Ministério das Relações Exteriores expressou grave preocupação com a situação e lembrou que os bombardeios ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes.

    Para o Itamaraty, a negociação é o único caminho viável para a paz, “posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.

    “O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil”, diz a nota.

     

    O embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, está em contato direto com a comunidade brasileira, para transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança. As demais embaixadas brasileiras na região também acompanham os desdobramentos das ações militares, “com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados”.

    “Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem”, alertou o Itamaraty.

    Israel lançou um ataque contra o Irã no início da manhã deste sábado (28), declarando estado de emergência “especial e imediato” em todo o país, de acordo com informações da agência de notícias Reuters

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também confirmou “grandes operações de combate” no Irã com o objetivo de defender o povo americano, “eliminando ameaças iminentes do regime iraniano”.

    Na quinta-feira (26), Irã e Estados Unidos haviam retomado as negociações com o objetivo de encontrar uma solução diplomática para a longa disputa sobre o programa nuclear iraniano. Estados Unidos, Israel e outros países ocidentais afirmam que o programa visa a construção de armas nucleares. O Irã nega a acusação.

    Brasil condena ataques dos EUA e Israel ao Irã

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  • Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

    Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

    De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

    O momento é de recomeço para Manoel Gomes. Conhecido nacionalmente após o sucesso da música Caneta Azul, o artista enfrenta dificuldades financeiras e tenta reorganizar a própria vida depois de sofrer um prejuízo milionário. A coluna de Fábia Oliveira divulgou que, atualmente, ele está morando de favor na residência de um assessor, em São Paulo, enquanto busca se reestruturar.

    De acordo com fontes citadas pela coluna, no auge da fama o cantor chegou a faturar cerca de R$ 200 mil por mês. No entanto, acabou sendo enganado e perdeu boa parte do patrimônio acumulado naquele período. “Ele tinha menos de R$ 30 mil na conta”, revelou uma pessoa.

    Ainda segundo relatos, Manoel viajou para São Paulo sem recursos suficientes sequer para custear hospedagem em hotel. Por esse motivo, está instalado na casa do assessor, que tem prestado apoio neste momento delicado e trabalha para recolocá-lo no mercado artístico.

    O caso envolvendo as perdas financeiras veio à tona em 2023, quando representantes do cantor confirmaram que ao menos R$ 7 milhões teriam sido desviados de doze contas bancárias em seu nome. O suposto esquema teria sido praticado por dois ex-empresários do artista.

    Manoel Gomes ganhou projeção em 2019, quando “Caneta Azul” viralizou nas redes sociais e se tornou um fenômeno da internet. A repercussão impulsionou sua carreira, resultando em shows com grande público e contratos publicitários. Agora, após enfrentar o rombo milionário, o cantor tenta reconstruir a trajetória profissional e recuperar a estabilidade financeira.

    Após perder fortuna, Manoel Gomes vive de favor e tenta se recuperar

  • Lembra dele? Ex-Flu e Goiás busca novo clube aos 48 anos

    Lembra dele? Ex-Flu e Goiás busca novo clube aos 48 anos

    Ídolo do Goiás Esporte Clube, o atacante Araújo não pensa em encerrar a carreira de vez. Depois de passar oito anos afastado dos gramados, ele decidiu voltar à ativa e, agora, avalia propostas de clubes do Brasil para a temporada de 2026.

    Formado pelo Porto-PE, o jogador construiu trajetória marcante ao defender equipes como Cruzeiro Esporte Clube, Fluminense Football Club e Clube Náutico Capibaribe. Ao longo da carreira, soma 187 gols. Em 2005, foi reconhecido pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol como o maior artilheiro do mundo, após balançar as redes 33 vezes em 33 partidas.

    Araújo havia anunciado aposentadoria em 2017, mas retornou ao Porto-PE em maio do ano passado. Disputando a segunda divisão estadual, marcou dois gols e chegou a mencionar a possibilidade de brigar pela artilharia.

    — Me animou bastante ver que ponto um jogador de 48 anos pode alcançar fisicamente uma preparação profissional. Fiquei animado porque pelo resultado de GPS, do treinamento físico, estava entre os três do Porto que mais corriam. No último jogo que joguei, corri dez quilômetros.

    Desde o encerramento da última temporada, ele está sem clube, mas descarta parar novamente e segue aberto a convites.

    — Tenho interesse, sim [de voltar a jogar]. Estou treinando ainda, se aparecer uma proposta seria legal.

    Fora de campo, atua como empresário em Pernambuco, mantém uma escolinha voltada a crianças e adolescentes e também trabalha como influenciador digital. Mesmo aos 48 anos, garante que mantém a rotina de atleta.

    — Sigo mantendo o treino. Eu treino nas escolinhas, na academia… Tudo para manter essa musculatura sempre ativa, preparada para alguma oportunidade aparecer.

    Lembra dele? Ex-Flu e Goiás busca novo clube aos 48 anos

  • Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

    Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

    A cunhã-poranga do Boi Caprichoso já havia expressado interesse no brother, mas quem saiu na frente foi sua amiga mais íntima dentro da casa. Mesmo enquanto Maxiane estava presente, porém, a dançarina tinha seus momentos de flertes com Jonas.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O modelo Jonas Sulzbach e a dançarina Marciele Albuquerque já vinham demonstrando interesse um no outro e, três dias depois da eliminação de Maxiane do BBB 26 (Globo), trocaram carícias na pista de dança durante a festa de sexta-feira (28).

    A cunhã-poranga do Boi Caprichoso já havia expressado interesse no brother, mas quem saiu na frente foi sua amiga mais íntima dentro da casa. Mesmo enquanto Maxiane estava presente, porém, a dançarina tinha seus momentos de flertes com Jonas.

    A pernambucana foi eliminada no paredão que disputou contra Milena e Chaiany e, durante o Bate Papo BBB, afirmou que ficaria triste caso a amiga ficasse com Jonas. Na noite seguinte, durante a festa do líder, os dois dançaram juntos e ensaiaram um beijo que não aconteceu.

    Durante a celebração de sexta-feira, porém, o casal não se conteve e se beijou na pista de dança. Poucos minutos antes, a sister havia confessado para Breno que estava “louca” pelo brother.

    Ana Paula Renault, rival do casal no jogo, se animou com a troca de carícias e debochou, se lembrando de Maxiane: “Volta coordenadora”, exclamou. Ela ainda brincou com Jordana, afirmando que a sister perdeu a oportunidade de ficar com o gaúcho.

    Jonas Sulzbach e Marciele se beijam na pista de dança no BBB 26

  • Em alta após título com João Fonseca, Marcelo Melo vai à final do ATP 500 de Acapulco

    Em alta após título com João Fonseca, Marcelo Melo vai à final do ATP 500 de Acapulco

    Menos de uma semana depois de conquistar o Rio Open ao lado de João Fonseca, Marcelo Melo confirmou a boa fase e garantiu vaga na final do ATP 500 de Acapulco. Desta vez, o mineiro atua ao lado do alemão Alexander Zverev.

    Na semifinal, Melo e Zverev derrotaram o espanhol Rafael Jodar e o mexicano Rodrigo Pacheco por 6/3 e 7/5, em 1h23. A dupla foi eficiente nos momentos decisivos, salvou break-points importantes e conseguiu a quebra que definiu o segundo set quando o placar marcava 5/5.

    A decisão acontece neste sábado, às 21h30 (de Brasília), contra o austríaco Alexander Erler e o norte-americano Robert Galloway, que venceram Vasil Kirkov e Bart Stevens na outra semifinal.

    Ex-número 1 do mundo nas duplas e atual 59º do ranking, Melo chega à 80ª final de ATP da carreira e busca o 42º título. Embalado pelo troféu recente no Rio, o brasileiro pode voltar ao top 50 caso conquiste o título no México.

    Zverev, quarto do mundo em simples, soma dois títulos de duplas e já foi vice ao lado de Melo no Masters 1000 de Monte Carlo, em 2024.

    Em alta após título com João Fonseca, Marcelo Melo vai à final do ATP 500 de Acapulco

  • Fim da escala 6×1 avança no Congresso e eleva receio de setores produtivo e financeiro

    Fim da escala 6×1 avança no Congresso e eleva receio de setores produtivo e financeiro

    O que se coloca sobre a mesa de discussão, entre analistas especializados na área fiscal, é que provavelmente será necessária alguma concessão para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o artigo 7.º da Carta Magna, hoje fixado em 44 horas semanais.

    À medida que a discussão sobre a redução da carga horária de trabalho, com o fim gradual da escala 6 por 1, avança no Congresso, cresce o receio, no setor produtivo, de aumento de custos, e, no setor financeiro, de impactos sobre as contas públicas.

    O que se coloca sobre a mesa de discussão, entre analistas especializados na área fiscal, é que provavelmente será necessária alguma concessão para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o artigo 7.º da Carta Magna, hoje fixado em 44 horas semanais.

    No mercado financeiro, a percepção é de que o potencial relator da PEC, Paulo Azi (União Brasil), pode conduzir a proposta de forma mais moderada, mas o avanço das conversas já é visto como negativo.

    A diretora de Macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management, Solange Srour, acompanha as discussões na Câmara, no Senado e em vários setores da economia. Para ela, as conversas caminham para um acordo que envolva a desoneração da folha como compensação a eventual aumento de custos para as empresas – algo que vai contra as intenções da Fazenda.

    \”Só a diminuição da jornada 6 por 1 não gera impacto fiscal. Isso tem impacto presumido, aumento de custo. Se houver um tipo de desoneração da folha, vai ter impacto fiscal. E no orçamento não tem espaço para nada disso, nem 2026 e nem para a frente, dado que a gente está trabalhando no limite do limite para trazer as metas de primário colocadas pelo governo\”, disse Solange.

    Ela acrescenta que há uma \”discussão grande\” sobre se a redução da jornada trará aumento de produtividade, e considera que, no caso do Brasil, a resposta é negativa. \”Países que já aumentaram a produtividade deveriam poder discutir isso sem tantas preocupações. Não é o caso do Brasil\”.

    A economista ressalta que o governo federal não pode abrir mão de arrecadação e lembra que o Supremo Tribunal Federal (STF) – órgão que mediou o acordo entre Executivo e Legislativo para eliminar a desoneração da folha até 2027 – determinou que qualquer gasto ou renúncia de receita precisa vir acompanhado de fonte de compensação.

    Por isso, qualquer despesa ou desoneração que surja como contrapartida ao fim da jornada 6 por 1, sem fonte de recursos, configurará novo desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal. \”Não precisa o STF falar sobre isso. É uma lei que já foi aprovada, mas que não é respeitada. Hoje se cria despesa e desonera sem ter a contrapartida que deveria ocorrer se a lei fosse respeitada\”, disse Solange.

    Cientista político e analista econômico da Tendências Consultoria Integrada, Rafael Cortez também acredita que a redução da jornada exigirá concessões tributárias, reforçadas pela pressão de grandes grupos econômicos no Congresso.

    Ele ressalta que a proposta combina dois fatores de alto apelo político e eleitoral: redução da jornada e desoneração. \”O problema é encontrar uma contrapartida à renúncia de receitas para manter a legalidade do fim da jornada 6 por 1 tendo em vista o estabelecido pelo STF\”, disse Cortez.

    O fim da escala 6 por 1 é um dos trunfos do governo para a campanha de reeleição do presidente Lula no pleito de outubro e já pressiona o Congresso. Levantamento feito pela Nexus mostra que quase dois terços da população brasileira aprovam a redução da jornada e que, no Sudeste, onde estão os maiores colégios eleitorais do País, o apoio é ainda maior.

    Segundo Solange Srour, a volta do tema ao centro do debate político traz mais uma conta para o Orçamento, que opera com déficits recorrentes, dívida crescente e baixa credibilidade fiscal. A economista lembra que desonerações raramente são neutras, temporárias ou bem focalizadas.

    \”A política de alívio sobre a folha, renovada sucessivas vezes, gerou perdas bilionárias de arrecadação sem evidências consistentes de ganhos duradouros em emprego ou produtividade. Transformou-se em benefício permanente, capturado por setores organizados, e em obstáculo adicional à consolidação fiscal. Agora, corre-se o risco de repetir o mesmo roteiro: aprova-se uma medida popular, ignora-se seu impacto econômico e, em seguida, tenta-se \’corrigir\’ o problema com mais renúncia tributária\”, criticou a economista da UBS Global Wealth Management.

    Fim da escala 6×1 avança no Congresso e eleva receio de setores produtivo e financeiro

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  • Babu se revolta após Juliano e Breno se negarem a contar indicação de Samira no BBB 26

    Babu se revolta após Juliano e Breno se negarem a contar indicação de Samira no BBB 26

    Em conversa com Juliano Floss e Breno Corã, que são próximos da sister, Babu tentou tomar conhecimento da situação, mas os companheiros de confinamento não revelaram nada.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Babu Santana ficou frustrado após não conseguir uma informação importante para seu jogo da semana no BBB 26 (Globo). O brother tentou descobrir quem a líder Samira Sagr vai indicar ao paredão.

    Em conversa com Juliano Floss e Breno Corã, que são próximos da sister, Babu tentou tomar conhecimento da situação, mas os companheiros de confinamento não revelaram nada.

    “Eu só quero saber quem a Samira vai botar, pra botar o outro. Só isso. Vai se foder! Aliás, preciso saber não. É A ou B”, desabafou o veterano. Ele estava se referindo a Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy.

    Samira conquistou a sétima liderança do reality e, em conversa com aliados, expressou o desejo de indicar Cowboy para a berlinda. O paredão da semana, porém, será falso e o escolhido pelo público não será eliminado, mas sim direcionado para um quarto secreto.

    Babu se revolta após Juliano e Breno se negarem a contar indicação de Samira no BBB 26

  • Flávio Bolsonaro indica para Senado prefeito que nomeou condenados por milícia no RJ

    Flávio Bolsonaro indica para Senado prefeito que nomeou condenados por milícia no RJ

    O anúncio de Márcio Canella (União Brasil) como um dos candidatos ao Senado da aliança de Flávio no Rio de Janeiro na terça-feira (24) confirma a ascensão do prefeito que mantém há anos vínculos políticos com acusados de envolvimento com organizações criminosas.

    ITALO NOGUEIRA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O senador Flávio Bolsonaro (PL) escolheu para compor seu palanque no Rio de Janeiro um prefeito que nomeou dois condenados por práticas de milícia como secretários municipais de Belford Roxo (RJ), cidade da Baixada Fluminense.

    O anúncio de Márcio Canella (União Brasil) como um dos candidatos ao Senado da aliança de Flávio no Rio de Janeiro na terça-feira (24) confirma a ascensão do prefeito que mantém há anos vínculos políticos com acusados de envolvimento com organizações criminosas.

    Canella nomeou no início de sua gestão, no ano passado, os ex-vereadores Eduardo Araújo (PL) como secretário de Indústria e Comércio, e Fábio Brasil, conhecido como Fabinho Varandão (MDB), na pasta de Esporte e Lazer.

    Araújo já estava condenado por integrar uma milícia na Baixada Fluminense no momento da escolha. Fabinho foi sentenciado em junho passado numa acusação que já corria na Justiça desde 2018.
    O prefeito afirmou, em nota, que os dois “não fazem parte dos quadros de funcionários desde o ano passado” -eles foram exonerados em setembro. Ele também argumentou que os aliados eram vereadores eleitos e foram secretários no governo anterior.

    “À época da nomeação não havia sentença transitado em julgado, impedindo assim que qualquer julgamento pessoal fosse feito, pois qualquer cidadão tem o direito de defesa garantido pela Constituição”, disse o prefeito, em nota.

    O ex-secretário Eduardo Araújo afirmou que sua condenação “se deu sem qualquer indícios de materialidade”. “Cabe esclarecer que o referido processo encontra-se em recurso de apelação no Tribunal de Justiça, aonde acreditamos que todo esse equívoco jurídico será revisto, acreditando na absolvição.”

    O advogado João Carlos Stogmuller, que representa Fabinho Varandão na ação penal, disse que “a defesa apresentou pedido de anulação das condenações por inúmeras nulidades processuais”. Disse também que o ex-secretário entregou seu cargo na prefeitura, “tendo como prioridade a busca pela verdade nas acusações que lhe foram imputadas”.

    Procurado, Flávio não comentou os vínculos do aliado.

    Os dois ex-secretários de Canella tiveram as candidaturas à reeleição em 2024 barradas pela Justiça Eleitoral em razão das acusações que sofriam. Para indeferir o registro da dupla, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) usou como argumento o veto de uso de milícia armada por partidos políticos.

    Araújo, policial militar, foi condenado em primeira instância em 2023 a oito anos de prisão sob acusação de integrar uma milícia na cidade. Segundo a sentença, a organização criminosa integrada pelo vereador gerava “uma sensação constante de insegurança, medo e intranquilidade” na região. Ele teria o papel de evitar prisões de integrantes do grupo por sua influência.

    Fabinho, por sua vez, foi condenado em junho sob acusação de extorsão e porte ilegal de armas. De acordo com o Ministério Público, ele explorava serviços de distribuição de internet em bairros de Belford Roxo e ameaçou potenciais concorrentes na região.

    Apesar da condenação de Araújo e da acusação contra Fabinho, bem como o veto da Justiça Eleitoral, Canella os nomeou para o primeiro escalão do município.

    Os dois foram exonerados, mas continuam participando de inaugurações e atos políticos do prefeito. Entre as agendas de pré-campanha de que participaram estão encontros para promover o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, que vai se candidatar a deputado federal e deve usar como base eleitoral a região de atuação de Canella.

    Este não é o primeiro caso de proximidade política de Canella com condenados por organização criminosa. O prefeito participou de diferentes atos de campanha em 2018, quando concorreu a uma vaga na Alerj (Assembleia Legislativa), ao lado do ex-PM Juracy Prudêncio, o Jura, apontado como chefe de uma milícia na Baixada Fluminense.

    À época, Jura cumpria pena em regime semiaberto pela condenação já transitada em julgado por homicídio e associação criminosa. Ele chegou a atrasar o retorno à cadeia num dia para participar, no palanque, de um comício ao lado de Canella.
    Na ocasião, a campanha do prefeito foi feita em aliança com a deputada federal Daniela Carneiro (União), ex-ministra do Turismo do governo Lula.

    A eleição da dupla foi marcada pelo apoio irregular de oficiais da Polícia Militar e pelo ambiente hostil e armado contra adversários políticos. Canella recebeu 49% dos votos na cidade na ocasião, mesmo percentual da ex-ministra -o maior domínio eleitoral entre cidades médias ou grandes do país.

    Os dois romperam a aliança recentemente. Canella manteve Giane Prudêncio, mulher de Jura, como assessora na Alerj entre 2019 e 2023.

    Flávio Bolsonaro indica para Senado prefeito que nomeou condenados por milícia no RJ

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  • Leitura labial revela ofensa chocante de Neymar durante jogo

    Leitura labial revela ofensa chocante de Neymar durante jogo

    A vitória do Santos Futebol Clube sobre o Vasco da Gama, pelo Campeonato Brasileiro, ficou marcada por um confronto verbal intenso entre Neymar e Thiago Mendes. O desentendimento começou ainda no primeiro tempo, quando os dois passaram a trocar provocações em campo. O dublador Velloso, conhecido por fazer leitura labial de jogadores, detalhou o que teria sido dito durante o bate-boca.

    Em determinado momento, ambos se encararam no meio do gramado e passaram a se ofender, até que o árbitro Rafael Rodrigo Klein interveio para conter a situação. Antes disso, Neymar já havia provocado a torcida vascaína ao pedir silêncio na comemoração de seu primeiro gol.

     

    — É sempre ele. Ele já me quebrou uma vez lá na França. E me prometeu de novo — disse Neymar ao árbitro Rafael Rodrigo Klein.
    — É sempre você. Você é um idiota — afirmou Neymar ao Thiago Mendes.
    — Vai tomar no c… — respondeu Thiago Mendes.

     

    Na versão dublada por Gustavo Machado, o camisa 10 santista volta a atacar o adversário após ambos receberem cartão amarelo. Neymar também discutiu com o lateral-direito Paulo Henrique em outro lance da etapa final.

    — Tu continua um bosta, continua um bosta. Você continua um m… — disse Neymar à Thiago Mendes.

    Ainda na primeira etapa, os dois já haviam protagonizado uma troca ríspida de palavras e olhares. O árbitro advertiu ambos com cartão amarelo. Ao deixar o campo no intervalo, Neymar voltou a criticar o rival em entrevista ao Sportv:

    — Sempre ele, sempre ele que arruma confusão, sempre ele quer dar uma de machão. É sempre assim. Com todo respeito, é um babaca. Já me quebrou uma vez no Paris Saint-Germain, me prometeu hoje. Então vamos ver se é homem o suficiente para me quebrar de novo — disse Neymar à reportagem do Sportv ao sair para o intervalo.

    Na etapa complementar, Thiago Mendes comentou o episódio e afirmou ter pedido respeito após a comemoração do atacante.

    — É normal, é futebol, cada um tem que defender sua equipe. Eu pedi um pouco de respeito na comemoração dele, ele me desrespeitou. O jogo foi de um apito só para Neymar, mas não podemos fazer nada. É levantar a cabeça e focar no Carioca.

    O histórico entre os dois remete a dezembro de 2020, quando, em PSG x Lyon, Neymar sofreu uma entrada dura de Thiago Mendes e deixou o campo de maca, após lance que resultou em cartão amarelo para o volante.


    Leitura labial revela ofensa chocante de Neymar durante jogo