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  • UE prevê menor crescimento na zona do euro e inflação mais alta com choque de energia

    UE prevê menor crescimento na zona do euro e inflação mais alta com choque de energia

    Comissão Europeia reduziu previsões de crescimento da zona do euro e elevou estimativas de inflação após disparada nos preços da energia provocada pela guerra no Oriente Médio e pelo fechamento do Estreito de Ormuz

    A União Europeia (UE) reduziu suas projeções para o crescimento econômico da zona do euro e elevou as estimativas de inflação para este ano, diante do impacto provocado pela alta nos preços da energia após a escalada do conflito no Oriente Médio.

    A expectativa era de uma recuperação moderada da economia europeia em 2026, impulsionada pela desaceleração da inflação, que havia recuado para abaixo da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE). No entanto, o cenário mudou após o início da guerra envolvendo o Irã.

    Em relatório semestral divulgado nesta quarta-feira, a Comissão Europeia informou que agora projeta crescimento de 0,9% para a zona do euro em 2026, abaixo dos 1,2% estimados em novembro. Para 2027, a previsão caiu de 1,4% para 1,2%.

    Ao mesmo tempo, a inflação do bloco formado por 21 países deve subir para 3,0% neste ano, acima dos 2,1% registrados em 2025 e também superior à projeção anterior, de 1,9%. Para 2027, a estimativa passou de 2,0% para 2,3%.

    Como grande importadora de energia, a zona do euro é especialmente vulnerável aos impactos do fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo e gás.

    Segundo a Comissão Europeia, entre os primeiros ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã, em 28 de fevereiro, e o fechamento das projeções econômicas, em 29 de abril, os preços do gás natural dispararam 50%, enquanto o petróleo subiu 65%.

    Embora a expectativa seja de recuo parcial das commodities energéticas em 2027, os preços ainda devem permanecer cerca de 20% acima dos níveis registrados antes da guerra.

    “O conflito alterou substancialmente esse cenário, provocando uma das maiores interrupções globais no fornecimento de energia da história recente”, afirmou a Comissão Europeia no relatório.

    A Alemanha, considerada uma das economias mais sensíveis ao aumento dos custos de energia por causa do forte setor industrial, teve a previsão de crescimento reduzida pela metade, passando de 1,2% para 0,6%.

    As projeções para França e Itália também foram cortadas, enquanto a estimativa para a Espanha teve leve revisão para cima.

    O relatório aponta ainda queda na confiança dos consumidores, que atingiu o menor nível em vários anos diante do aumento das contas de energia e do temor de inflação mais elevada e perda de empregos.

    A demanda externa mais fraca também afeta as exportações europeias, à medida que os efeitos da crise energética se espalham pela economia global.

    Apesar disso, a Comissão Europeia avalia que o consumo interno seguirá como principal motor da atividade econômica. Segundo o órgão, a diversificação das fontes de energia feita nos últimos anos deixou a região mais preparada para enfrentar o atual choque do que na crise provocada pela invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

    A Comissão afirmou ainda que a situação econômica pode “melhorar ligeiramente” caso as tensões no mercado de energia diminuam nos próximos meses.

    No entanto, diante do elevado grau de incerteza, o órgão também apresentou um cenário alternativo em que os preços das commodities energéticas continuariam subindo acima do esperado. Nesse caso, a inflação permaneceria elevada e a recuperação econômica da zona do euro não aconteceria em 2027.

    UE prevê menor crescimento na zona do euro e inflação mais alta com choque de energia

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  • Porta-aviões dos EUA chega ao Caribe após indiciamento de ex-líder cubano

    Porta-aviões dos EUA chega ao Caribe após indiciamento de ex-líder cubano

    Chegada do porta-aviões USS Nimitz ao Caribe aumenta tensão entre EUA e Cuba após indiciamento do ex-líder cubano Raúl Castro. Movimento militar acontece em meio a ameaças do governo Donald Trump e alertas de parlamentares americanos contra uma possível ação militar na ilha

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O porta-aviões USS Nimitz, dos Estados Unidos, chegou ao Caribe nesta quarta-feira (20), em meio à crescente tensão do governo de Donald Trump com o regime de Cuba, segundo anúncio das Forças Armadas americanas.

    O grupo de ataque é composto pelo porta-aviões, seu grupo aéreo embarcado, um destróier de mísseis guiados e um navio de suprimentos. Juntos, “são o epítome de prontidão e presença, alcance e letalidade incomparáveis e vantagem estratégica”, publicou o Comando Sul dos EUA nas redes sociais.

    A força-tarefa pode transportar mais de 60 aeronaves de combate e conta com sistema avançado de armas, comando, comunicações e inteligência.

    Em paralelo ao anúncio do Comando Sul, três senadoes democratas americanos apresentaram uma resolução para impedir o uso das Forças Armadas dos EUA contra Cuba. “Nossos militares não devem ser enviados para situações de risco quando não há benefício claro para os EUA”, afirmou o congressista Tim Kaine, da Virgínia.

    O senador Adam Schiff (Califórnia), que também assina o documento, disse que “o regime repressivo cubano tem oprimido sua população e sufocado o progresso econômico de seu povo há décadas”. Ainda afirmou, no entanto, que “por mais que deseje o fim do regime e um futuro melhor para o povo cubano, não há indícios de que Cuba represente uma ameaça significativa à segurança” americana. “Trump não tem autoridade legal para invadir ou atacar mais uma nação soberana sem a aprovação do Congresso ou a comprovação de uma ameaça iminente”, acrescentou.

    O anúncio da movimentação ocorre no mesmo dia em que o governo Trump indiciou formalmente o ex-líder cubano Raúl Castro. O cubano enfrenta quatro acusações de homicídio e duas de destruição de aeronave, segundo documentos judiciais do caso.

    O atual líder de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o indiciamento é uma “manobra política, desprovida de qualquer fundamento legal”. Já o secretário de Justiça interino dos EUA, Todd Blanche, afirmou que a Casa Branca espera que Castro compareça ao país “por vontade própria ou de outra forma para ir para a prisão”.

    O movimento desta quarta se assemelha ao que precedeu a captura do ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, realizada pelas Forças Armadas americanas em janeiro, quando ele foi levado ao território dos EUA para ser julgado. À época, antes da operação, o venezuelano foi indiciado por uma série de crimes relacionadas a tráfico de drogas.

    Díaz-Canel já havia afirmado na segunda-feira que Cuba “tem o direito absoluto e legítimo de se defender contra um ataque militar” e que uma possível operação “causaria um banho de sangue com consequências incalculáveis”.

    Mais cedo nesta quarta, Trump disse que Cuba é um “Estado pária que abriga forças militares estrangeiras hostis” e enquadrou as ações de seu governo em relação à ilha caribenha como parte de um esforço mais amplo para expandir a influência dos EUA na região.

    “Das praias de Havana às margens do Canal do Panamá, expulsaremos as forças da ilegalidade, do crime e da ingerência estrangeira”, afirmou o presidente americano. Nos últimos meses, seu governo já orquestrou uma série de operações em águas internacionais contra embarcações que afirma serem usadas por “narcoterroristas”.

    O republicano também afirmou que o indiciamento de Castro era um “momento muito grande”, embora tenha dito que não haveria uma escalada das tensões. “Eu não acho que seja necessária [uma escalada]. O lugar [Cuba] está caindo aos pedaços. É uma bagunça, e eles meio que perderam o controle”, disse Trump.

    Submetida pelos Estados Unidos a um embargo desde 1962, a ilha enfrenta desde janeiro um bloqueio petroleiro imposto pelo governo Trump, que desencadeou uma severa crise energética e humanitária.

    Porta-aviões dos EUA chega ao Caribe após indiciamento de ex-líder cubano

  • Deolane Bezerra é presa em operação da polícia e do Ministério Público de SP

    Deolane Bezerra é presa em operação da polícia e do Ministério Público de SP

    Influenciadora foi presa em operação que investiga esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio de empresa de fachada. A ação também mira Marcola e familiares do líder da facção, já detido em presídio federal de segurança máxima

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A influenciadora Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21) em uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo. A suspeita é de lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio de uma transportadora de fachada.

    Ela foi detida, no início da manhã, no condomínio em que mora, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo.

    A Operação Vérnix também cumpre mandados de prisão contra Marco Herbas Camacho, o Marcola, considerado o chefe da facção, e parentes dele. Marcola já está preso em uma unidade de segurança máxima no Distrito Federal.

    Segundo a polícia, a ação é resultado de uma investigação sobre uma engrenagem financeira usada para ocultar, dissimular e reinserir na economia formal valores vinculados à alta cúpula do PCC.

    A investigação começou em 2019, quando bilhetes foram apreendidos pela Polícia Penal em uma penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, com dois presos.

    Por meio do material foi possível reunir informações sobre a dinâmica da facção, inclusive sobre a atuação de lideranças presas e possíveis ataques a autoridades.

    Deolane Bezerra é presa em operação da polícia e do Ministério Público de SP

  • Lula recusa tentativa de Motta de abrir canal para governo resgatar BRB

    Lula recusa tentativa de Motta de abrir canal para governo resgatar BRB

    Lula mantém decisão de não socorrer o BRB mesmo após pressão do centrão e tentativa de aproximação da governadora Celina Leão. Banco enfrenta crise financeira, atraso na divulgação do balanço e suspeitas ligadas às operações com o Banco Master

    (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a decisão de não autorizar uma ajuda do governo federal para salvar o BRB (Banco de Brasília), apesar da tentativa de lideranças do centrão de abrir um canal direto no Palácio do Planalto para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP).

    Celina, da oposição ao governo federal, pediu ajuda ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para intermediar uma agenda com Lula. O presidente, porém, não recebeu a governadora e também sinalizou que vai recusar o resgate federal do banco, de acordo com relatos obtidos nos últimos cinco dias pela Folha com pessoas a par das negociações.

    Motta, que é amigo de Celina e esteve ao lado dela na corrida de 200 anos da Câmara no último fim de semana, falou com auxiliares de Lula sem sucesso para agendar o encontro. Aliados de Motta afirmam que o presidente da Câmara já avalia que a ajuda do Tesouro não vai sair mais.

    O BRB vive um momento delicado após descumprir o prazo legal de 31 de março para publicar suas demonstrações financeiras de 2025. A instituição alegou a necessidade de concluir uma auditoria forense após perdas bilionárias em operações com o Banco Master, o que deixou o mercado sem conhecer o tamanho real de seu rombo financeiro.

    Na atual conjuntura em que um pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se vê envolvido no caso “Dark Horse” com o dono do Master, Lula tem sido aconselhado a ficar ainda mais distante do BRB.

    O escândalo estará na pauta do PT na campanha presidencial diante das relações conhecidas entre o filho de Jair Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

    O novo episódio do caso reforçou a avaliação de Lula e auxiliares de que não deve ajudar o BRB, apesar da movimentação do centrão, que contou com o apoio nos bastidores do Planalto do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), ex-líder do governo na Câmara.

    O ministro, que é muito próximo ao ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), acabou tendo de afirmar na primeira coletiva no cargo que era contrário a um socorro do governo Lula. Procurados, o Palácio do Planalto e a governadora Celina Leão não responderam ao pedido de informações da Folha.

    O BRB assumiu prazo até 29 deste mês para fazer o aporte de capital e publicação do balanço com o registro de prejuízos após compra de carteiras de crédito fraudadas e ativos com preço maior do que o valor real pertencentes ao Master.

    A nove dias do prazo, o comando do BRB não deu nenhuma sinalização oficial. 

    O banco também enfrenta sérios problemas de liquidez de caixa e vem vendendo ativos. As operações, no entanto, têm sido insuficientes para equilibrar a situação, de acordo com pessoas ouvidas pela Folha na condição de anonimato.

    Até o dia 29, o BRB espera receber R$ 3 bilhões do fundo de investimentos gerido pela Quadra Capital referente a venda ativos que tiveram origem no Master. O BRB já recebeu R$ 1,2 bilhão do fundo, segundo um integrante do banco. Esse dinheiro é para enfrentar o problema de liquidez de recursos. Procurado pela Folha, o BRB não respondeu o pedido da reportagem.

    NOVAS GARANTIAS

    A interlocutores, o presidente do BRB, Nelson Souza, afirma que o aumento de capital será feito no prazo. Uma operação com novos instrumentos de garantia para o empréstimo do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) e de um consórcio de grandes bancos está sendo organizada, além da securitização de dívida ativa. Essa operação está sendo mantida a sete chaves.

    Integrantes de grandes bancos avaliam, no entanto, que mesmo que consiga resolver o problema no curto prazo, o BRB tem poucas condições de evitar uma intervenção do BC pelo tamanho do rombo, que seria maior do que tem sido especulado, sem fôlego para muito mais dos seis meses.

    Uma notícia ruim para o BRB foi a decisão do TJDF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) de encerrar o contrato com o banco, no último dia 14 de maio. Os depósitos judiciais do tribunal eram uma fonte de recursos importante para o caixa da instituição.

    O risco é de outros TJs seguirem o mesmo caminho. Os novos depósitos judiciais do TJDF passaram a ser direcionados para a Caixa. O banco do governo federal já sinalizou que não vai poder socorrer o BRB, como pensava inicialmente.

    O clima entre os funcionários no BRB é de desalento, conforme relatos colhidos pela reportagem. Os funcionários lamentam a falta de um apoio mais forte do sindicato dos bancários. O banco tem cerca de cinco mil servidores. A esperança é que o sistema bancário construa uma solução para impedir mais uma quebra de banco.

    Como mostrou a Folha, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou a parlamentares do DF nesta quarta-feira (20) que a situação do BRB está sendo avaliada diariamente e que a autoridade monetária não se baseia no prazo de até 29 de maio para a publicação do balanço de 2025.

    Galípolo disse que o prazo que existe é o legal, que terminou em 31 de março para companhias de capital aberto -e foi descumprido pelo BRB, deixando ainda em aberto o tamanho do rombo causado pelas operações com o Banco Master.

    Segundo deputados distritais e federais que participaram da reunião, o presidente do BC afirmou que medidas complementares à multa que está sendo aplicada pelo desrespeito ao prazo legal independem da apresentação do balanço até o fim do mês.

    Os deputados são contrários à privatização e à liquidação do BRB pelo BC. A deputada federal Érika Kokay (PT-DF) disse que a bancada do DF quer salvar o banco, mas não vai aceitar que o governo Celina Leão transfira a responsabilidade para o governo Lula.

    Lula recusa tentativa de Motta de abrir canal para governo resgatar BRB

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  • Vini Jr. tem reação surpreendente após pedido de desculpas de Virginia

    Vini Jr. tem reação surpreendente após pedido de desculpas de Virginia

    Jogador do Real Madrid apareceu entre os espectadores de uma live da influenciadora no Instagram poucas horas depois de ela negar acusações de racismo envolvendo um vídeo gravado em Dubai.

    A reação de Vinícius Júnior após Virginia Fonseca se pronunciar sobre a polêmica envolvendo acusações de racismo chamou atenção nas redes sociais nesta quarta-feira (20).

    Apesar de não comentar diretamente o caso, o jogador do Real Madrid foi visto assistindo a uma live feita pela influenciadora no Instagram horas depois do pedido público de desculpas dela.

    Prints compartilhados por internautas mostraram o perfil oficial de Vini Jr. entre as contas que acompanhavam a transmissão ao vivo de Virginia. A presença do atacante aconteceu de forma breve, mas foi suficiente para movimentar as redes sociais.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    Mais cedo, Virginia havia negado qualquer intenção racista em um vídeo publicado durante viagem a Dubai, nos Emirados Árabes. Na gravação, a influenciadora aparecia beijando um macaco enquanto escrevia na legenda: “Que pegada foi essa”.

    A publicação gerou críticas e acusações de que o vídeo seria uma indireta racista ao jogador da Seleção Brasileira, com quem Virginia terminou o namoro recentemente.

    Após a repercussão, a influenciadora afirmou que sempre apoiou Vinícius Júnior na luta contra o racismo.

    “Eu sempre estive com o Vini nessa luta contra o racismo. Sempre conversei com ele sobre isso, sempre apoiei e vou continuar apoiando, independente de estarmos juntos ou não”, declarou.

    A equipe de Virginia também divulgou nota repudiando ataques racistas feitos contra o atleta e afirmou que o vídeo foi retirado de contexto por internautas.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    Virginia Fonseca e Vini Jr. anunciaram o fim do relacionamento no último dia 15, após cerca de seis meses juntos. Desde então, o término vem gerando forte repercussão nas redes sociais.
     

    Vini Jr. tem reação surpreendente após pedido de desculpas de Virginia

  • Nem parabéns, nem postagem: silêncio de Medina sobre Neymar intriga fãs

    Nem parabéns, nem postagem: silêncio de Medina sobre Neymar intriga fãs

    A convocação de Neymar para a Copa do Mundo provocou grande repercussão nas redes sociais, com mensagens de apoio de amigos, famosos e torcedores. Mas um detalhe chamou atenção dos fãs do atacante do Santos: o silêncio de Gabriel Medina.

    Amigo próximo de Neymar há anos, o surfista não fez qualquer publicação pública comemorando a convocação do camisa 10 para o Mundial. A ausência de manifestações rapidamente virou assunto entre internautas.

    Nas redes sociais, usuários começaram a especular sobre um possível afastamento entre os dois.

    “O Gabriel Medina não falou nada sobre o Neymar na Copa. Parece que eles se afastaram mesmo”, escreveu um perfil no X, antigo Twitter.

    Enquanto Medina manteve discrição, Neymar acompanhou o anúncio oficial da convocação ao lado de amigos em sua mansão em Santos. Entre os convidados estavam o cantor Thiaguinho e o levantador Bruninho.

    Já Gabriel Medina está na Nova Zelândia com a namorada, Isabela Arantes. Nos últimos dias, o surfista publicou fotos da viagem romântica ao lado da companheira nas redes sociais.

    A falta de interação entre os dois amigos, que costumavam aparecer juntos com frequência em viagens, festas e eventos, voltou a alimentar rumores de distanciamento. Até o momento, nenhum dos dois comentou publicamente sobre o assunto.
     

    Neymar chega à Copa do Mundo de 2026 vivendo seu pior ciclo pré-Mundial em números ofensivos. Convocado por Carlo Ancelotti, atacante soma apenas 19 participações em gols no último ano e ainda enfrenta desconfiança por causa de problemas físicos

    Folhapress | 06:30 – 20/05/2026

     
     

    Nem parabéns, nem postagem: silêncio de Medina sobre Neymar intriga fãs

  • “Não vou dividir bens”, diz Marina Sena ao falar de casamento

    “Não vou dividir bens”, diz Marina Sena ao falar de casamento

    Cantora comentou o relacionamento com Juliano Floss e afirmou que não pretende oficializar a união. Marina disse que teme divisão de patrimônio e afirmou que lutou muito para conquistar o que tem hoje

    Marina Sena falou abertamente sobre o namoro com Juliano Floss e comentou a possibilidade de casamento durante participação no podcast Desculpincomodar, apresentado por Sérgio Martins e DJ Zé Pedro.

    A cantora afirmou que não sente necessidade de provar nada sobre o relacionamento e negou rumores recentes de que estaria prestes a oficializar a união com o influenciador.

    “Eu não tenho necessidade de provar nada sobre o relacionamento. A gente está muito junto. Mas saiu essa fake news de que iríamos casar. Nem vamos casar e nem vamos terminar. Vamos continuar exatamente como estamos”, declarou.

    Durante a conversa, Marina também abordou temas como independência financeira e divisão de patrimônio, deixando claro que isso pesa na decisão de formalizar um casamento.

    Segundo a artista, ela não pretende dividir os bens que conquistou ao longo da carreira musical.

    “Lutei tanto para conseguir tudo o que consegui, não vou dividir bens de jeito nenhum”, afirmou.

    Em tom descontraído, a cantora brincou sobre quem teria direito ao patrimônio dela.

    “Só vou dividir com meus gatos e com a minha mãe, com mais ninguém”, disse, aos risos.

    Apesar da fala, Marina fez questão de destacar que o receio não está relacionado diretamente a Juliano Floss, mas sim a histórias e experiências que observa ao redor.

    “O tanto de mulher que vejo casar, conquistar um monte de coisa, enquanto o cara não conquista nada e depois ainda fica com metade dos bens”, comentou.

    A artista ainda reforçou que confia no namorado e acredita que ele não tem interesse financeiro na relação.

    “Sei que o Juliano jamais faria isso. Tenho certeza de que o interesse dele não é em nada do que é meu”, concluiu.

    “Não vou dividir bens”, diz Marina Sena ao falar de casamento

  • Google lança app de edição de imagens com Inteligência Artificial

    Google lança app de edição de imagens com Inteligência Artificial

    Novo aplicativo chamado Pics permitirá criar e modificar fotos com comandos de texto simples usando IA. Ferramenta será integrada ao Workspace e promete competir com plataformas colaborativas como o Canva

    O Google anunciou nesta terça-feira (19) o lançamento do Pics, um novo aplicativo voltado para edição de fotos e imagens com Inteligência Artificial. A ferramenta fará parte do Workspace, plataforma que reúne aplicativos da empresa como Docs, Sheets e Slides.

    Segundo o site The Verge, o Google Pics combina os modelos de IA Gemini e Nano Banana 2, permitindo que usuários criem imagens e façam alterações por meio de comandos de texto simples, como pequenas anotações dentro de um documento do Google Docs.

    A proposta da empresa é tornar a edição mais colaborativa e intuitiva, aproximando a experiência de plataformas como o Canva. Com isso, diferentes pessoas poderão acessar e contribuir simultaneamente para modificar uma mesma imagem.

    O lançamento faz parte da nova geração de recursos de Inteligência Artificial apresentados pelo Google nesta semana, durante um dos maiores anúncios já feitos pela empresa para o seu ecossistema digital.

    O Google informou que o Pics já começou a ser liberado para um grupo restrito de usuários e que ficará disponível para assinantes do plano AI Ultra durante o verão do Hemisfério Norte.

    Mesmo nesta fase inicial, a empresa afirmou que o objetivo é integrar o Pics diretamente ao Workspace para ampliar o acesso à nova ferramenta de edição com IA.
     
     

    Google lança app de edição de imagens com Inteligência Artificial

  • “Meu filho era só um corpo”: mãe de Matthew Perry faz relato devastador

    “Meu filho era só um corpo”: mãe de Matthew Perry faz relato devastador

    Suzanne Morrison escreveu carta emocionante antes da sentença do ex-assistente Kenneth Iwamasa, acusado de ajudar o ator a conseguir cetamina. Mãe da estrela de “Friends” relembrou o dia da morte e fez duras acusações

    Suzanne Morrison, mãe de Matthew Perry, escreveu uma carta emocionante na qual relembra o filho, fala sobre o dia da morte do ator e faz duras críticas ao ex-assistente Kenneth Iwamasa, acusado de participar do esquema que levou à overdose fatal da estrela de “Friends”.

    A carta, divulgada pela imprensa internacional e obtida pelo site TMZ, foi escrita antes da sentença de Kenneth Iwamasa, marcada para o próximo dia 27 de maio. O ex-assistente é acusado de ajudar Matthew Perry a conseguir cetamina e de aplicar as injeções no ator, inclusive no dia da morte, em 28 de outubro de 2023.

    Segundo a revista People, Iwamasa pode ser condenado a até 15 anos de prisão.

    “Meu nome é Suzanne. Também sou Momma-Mooma, o nome que meu filho Matthew me deu. O nome que adorei ouvir durante todos esses anos. Ele era meu Matso, meu Manew”, escreveu Suzanne no início da carta.

    Apesar de toda a dor vivida ao longo dos anos, ela afirmou que o filho sempre foi o centro da sua vida.

    “Depois de tudo o que passamos, ele era meu coração e minha alma. E, em uma noite, ele era apenas um corpo, deitado quase nu na grama fria e molhada do quintal da própria casa”, desabafou.

    Suzanne também descreveu o momento em que jornalistas e helicópteros cercavam a residência do ator após sua morte.

    “Os helicópteros sobrevoavam o local, ansiosos por uma imagem do meu menino morto, uma foto para mostrar ao mundo inteiro, enquanto eu permanecia na rua, no frio, implorando por um cobertor para cobri-lo. Claro que era impossível”, escreveu.

    Ela contou ainda que visitou o corpo do filho no dia seguinte, no necrotério.

    “No dia seguinte fui vê-lo na morgue. Ele já estava vestido, parecia quase bonito e, de alguma forma, em paz”, afirmou.

    Ao longo da carta, Suzanne relembrou a luta do ator contra a dependência química.

    “O Matthew lutou durante metade da vida, mais da metade, contra o vício. Lutou, caiu e voltou a lutar de novo.”

    A mãe do ator também direcionou críticas contundentes a Kenneth Iwamasa. Suzanne revelou que, inicialmente, ficou aliviada quando ele começou a trabalhar para o filho.

    “O Matthew conhecia o Kenny, e nós também, há 25 anos”, escreveu.

    “O Matthew confiava no Kenny. Nós confiávamos no Kenny. A principal função dele era ser companheiro e protetor do meu filho na luta contra a dependência.”

    Segundo ela, a missão do assistente era garantir que Matthew permanecesse longe das drogas.

    “A responsabilidade mais importante do Kenny era ajudar o Matthew a continuar sendo quem ele queria ser: livre das drogas. O Kenny sabia que, se estivesse sobrecarregado, bastava ligar para qualquer pessoa próxima do Matthew que imediatamente teria ajuda e seu emprego estaria protegido.”

    No entanto, Suzanne afirma que Kenneth fez exatamente o oposto.

    “Em vez de protegê-lo, ele o ajudou e incentivou no vício”, escreveu.

    Ela acusa o ex-assistente de buscar fornecedores de cetamina para o ator.

    “Ele conseguiu uma fonte de drogas, depois outra. Aplicou as drogas no corpo do Matthew sem ter qualquer qualificação para isso”, afirmou, acrescentando que as injeções teriam acontecido repetidas vezes.

    Suzanne também relembrou o comportamento de Kenneth após a morte do ator.

    “Depois de matar meu filho, ele nunca saiu de perto de mim. Me enviava músicas, desenhou até um pequeno mapa para me ajudar a encontrar o caminho no cemitério”, contou.

    A mãe de Matthew Perry disse ainda que o ex-assistente insistiu em discursar no funeral do ator.

    “Confiamos em um homem sem consciência, e meu filho pagou o preço”, declarou.

    “Nada vai tirar essa dor de mim, e tenho certeza de que ela não vai diminuir enquanto eu viver”, concluiu.

    Matthew Perry morreu em 28 de outubro de 2023, aos 54 anos, vítima de overdose acidental de cetamina. O corpo do ator foi encontrado na jacuzzi da casa dele, em Los Angeles.

    Desde então, a Justiça americana vem julgando os envolvidos no caso. Em abril deste ano, Jasveen Sangha, conhecida como “Rainha da Cetamina”, foi condenada a 15 anos de prisão após se declarar culpada de distribuir cetamina que resultou na morte do ator.

    Já em dezembro do ano passado, o médico Salvador Plasencia foi condenado a 30 meses de prisão por fornecer cetamina a Matthew Perry. Além da pena, ele recebeu dois anos de liberdade condicional supervisionada e multa de US$ 5.600.

    Plasencia havia se declarado culpado, em julho de 2025, por quatro acusações de distribuição de cetamina e entregou sua licença médica da Califórnia em setembro do mesmo ano.

    Outro condenado foi Erik Fleming, ex-diretor de televisão e terapeuta especializado em dependência química. Em maio deste ano, ele recebeu pena de 24 meses de prisão e três anos de liberdade condicional.

    Fleming admitiu ter distribuído cetamina obtida com a chamada “Rainha da Cetamina” e confessou ter entregue 50 frascos da droga a Kenneth Iwamasa, assistente pessoal de Matthew Perry.
     

     
     

    “Meu filho era só um corpo”: mãe de Matthew Perry faz relato devastador

  • Trump diz que negociações com Irã estão “por um fio”

    Trump diz que negociações com Irã estão “por um fio”

    Presidente dos Estados Unidos afirmou que acordo com Teerã pode ser fechado em poucos dias, mas voltou a ameaçar retomada dos ataques militares caso não obtenha respostas consideradas satisfatórias logo

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã estão “por um fio” e indicou que o cenário segue dividido entre um possível acordo para encerrar a guerra e a retomada dos ataques militares contra Teerã.

    Desde que anunciou, na segunda-feira, a suspensão de novos ataques para abrir espaço às negociações diplomáticas, Trump vem alternando discursos de otimismo com ameaças de retomar a ofensiva militar.

    “Vamos ver o que acontece. Ou chegamos a um acordo ou tomaremos medidas um pouco mais drásticas. Mas espero que isso não aconteça”, declarou o presidente americano a jornalistas nesta quarta-feira, durante passagem pela Base Aérea de Andrews, em Maryland.

    “Estamos por um fio, podem acreditar. Se não obtivermos as respostas certas, as coisas podem mudar muito rapidamente. Estamos todos preparados para agir. Precisamos das respostas corretas. Elas precisam ser totalmente satisfatórias, 100% satisfatórias”, acrescentou.

    Trump afirmou ainda que um acordo com o Irã evitaria perdas humanas e reduziria os impactos do conflito.

    “Um acordo pouparia muito tempo, energia e vidas”, disse o republicano, acrescentando que as negociações poderiam ser concluídas “muito rapidamente ou em poucos dias”.

    O presidente americano também revelou que chegou a ficar a uma hora de autorizar a retomada dos ataques contra o Irã, mas decidiu adiar a ofensiva prevista para terça-feira após pedidos de países do Golfo Pérsico para que as negociações diplomáticas continuassem.
     

     
     

    Trump diz que negociações com Irã estão “por um fio”