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  • Irã ataca Israel, Kuwait e Bahrein após ameaça dos EUA e tensão dispara

    Irã ataca Israel, Kuwait e Bahrein após ameaça dos EUA e tensão dispara

    Ofensiva iraniana incluiu dezenas de mísseis e ocorreu horas após bombardeios americanos no território do país. Israel registrou feridos, enquanto Kuwait ativou defesas aéreas. Escalada aumenta tensão regional e eleva temores de um conflito ainda mais amplo no Oriente Médio

    Israel, Kuwait e Bahrein registraram novos ataques aéreos atribuídos ao Irã, poucas horas depois de Teerã informar que bombardeios dos Estados Unidos deixaram ao menos oito mortos no norte do país.

    As Forças de Defesa de Israel informaram que o território israelense voltou a ser alvo de mísseis iranianos. Segundo o porta-voz do serviço de emergência, um homem de 22 anos ficou gravemente ferido na cidade de Harish, no centro do país, e foi levado ao hospital.

    Em comunicado, os militares afirmaram que os sistemas de defesa seguem ativos. “Os sistemas permanecem operacionais para interceptar a ameaça”, disseram, após “identificarem mísseis lançados a partir do Irã”.

    Na quinta-feira, o Irã lançou cerca de 30 mísseis contra Israel, coincidindo com o início das celebrações do Pessach. De acordo com os militares israelenses, três eram de fragmentação, cerca de dez caíram em áreas abertas e os demais foram interceptados.

    A escalada ocorre após declarações do presidente americano Donald Trump, que afirmou que pretende levar o Irã de volta à “Idade da Pedra”. Em resposta, militares iranianos prometeram ações “mais enérgicas e destrutivas”.

    Pouco depois das declarações, a imprensa local relatou “uma nova onda de ataques com mísseis iranianos” contra Israel.

    O Kuwait também informou ter sido alvo de ataques. “As defesas aéreas do Kuwait estão repelindo ataques hostis de mísseis e drones”, declarou o Estado-Maior do Exército, acrescentando que “as explosões ouvidas foram resultado da interceptação” dos disparos.

    Do lado iraniano, a imprensa estatal informou que bombardeios americanos atingiram a província de Alborz, deixando ao menos oito mortos e 95 feridos. Segundo autoridades locais, citadas pela agência Tasnim, as vítimas participavam das celebrações do Dia da Natureza.

    O Crescente Vermelho iraniano informou que mobilizou equipes de resgate. “Desdobramos equipes para as áreas atingidas”, disse a entidade, acrescentando que “os ataques dos EUA e de Israel se concentraram em regiões próximas ao distrito de Azimiyeh, em Karaj. A ponte B1, a mais longa do Oriente Médio, foi um dos alvos”.

    As forças israelenses também anunciaram a morte de um comandante de uma unidade de mísseis balísticos na região de Kermanshah, além de outro ligado ao comando petrolífero iraniano.

    O conflito se intensificou desde 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel iniciaram bombardeios contra o Irã, alegando impasse nas negociações sobre o programa nuclear do país, que Teerã afirma ter fins pacíficos.

    Desde então, o Irã tem retaliado com ataques a alvos israelenses e interesses americanos na região, além de bloquear o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

    A guerra já deixou mais de três mil mortos, principalmente no Irã e no Líbano, que entrou no conflito após ações do grupo Hezbollah contra Israel.
     
     

     

    Irã ataca Israel, Kuwait e Bahrein após ameaça dos EUA e tensão dispara

  • James Rodríguez é hospitalizado nos EUA após jogo da Colômbia

    James Rodríguez é hospitalizado nos EUA após jogo da Colômbia

    O James Rodríguez foi hospitalizado em Minnesota, nos Estados Unidos, informou a Federação Colombiana de Futebol na madrugada desta sexta-feira.

    O meia deu entrada em uma unidade hospitalar com um quadro de “desidratação severa”, um dia após a partida amistosa da Colômbia contra a França.

    “Foi confirmado, após contato com um centro clínico no estado de Minnesota, que o meio-campista esteve sob observação médica devido a uma condição de origem não esportiva. No dia seguinte ao jogo contra a França, o jogador apresentou um quadro de desidratação severa, que exigiu hospitalização nas últimas 72 horas para monitoramento clínico preventivo e recuperação”, informou a entidade em nota oficial.

    A federação também destacou que o problema não tem relação com a atividade esportiva. “É importante esclarecer que essa situação não está relacionada a lesões musculoesqueléticas nem vinculada ao desempenho de suas atividades no futebol. Felizmente, o relatório médico atual indica evolução favorável e melhora constante”, acrescentou.

    Invicto em casa na temporada, o time alviverde manteve a vantagem de três pontos na liderança. Soma 22 e tem o Fluminense como rival mais próximo, com 19, na vice-liderança

    Agência Brasil | 04:15 – 03/04/2026

    James Rodríguez é hospitalizado nos EUA após jogo da Colômbia

  • Passageiros flagram lançamento da missão Artemis II pela janela de avião

    Passageiros flagram lançamento da missão Artemis II pela janela de avião

    Voo comercial cruzou o céu da Flórida no momento exato da decolagem e registrou imagens raras. Missão da NASA marca retorno de humanos à órbita da Lua após mais de 50 anos e segue com sistemas funcionando normalmente

    Desde quarta-feira, o mundo acompanha a missão tripulada Artemis II rumo à Lua. Mas passageiros de um voo comercial tiveram um privilégio raro: assistir ao lançamento diretamente da janela do avião.

    O voo 1784 da Delta Air Lines, que partiu da Costa Rica e seguia para Atlanta, sobrevoava a Flórida exatamente no momento do lançamento, garantindo uma vista impressionante do foguete em ascensão. Um dos passageiros registrou o momento em vídeo.

    Diferentemente de outras ocasiões em que voos são fretados para observar fenômenos espaciais, neste caso tudo aconteceu por coincidência.

    A NASA confirmou que a manobra que colocou a missão em trajetória rumo à Lua foi concluída com sucesso, apesar de pequenos incidentes sem impacto no voo. Segundo a agência, a tripulação está bem e os sistemas da cápsula funcionam conforme o previsto.

    Durante o primeiro dia completo no espaço, os astronautas realizaram verificações e manobras para garantir a segurança da nave, que nunca havia transportado humanos até então. “Este ainda é um voo de teste (…) continuaremos coletando informações importantes diariamente para aprender a operar esta nave no ambiente espacial real”, afirmou Hu.

    O lançamento ocorreu a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, com o foguete SLS, o mais potente já desenvolvido pela NASA, marcando o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos.

    A missão também é histórica por reunir uma tripulação diversa, com a astronauta Christina Koch, o piloto Victor Glover e o canadense Jeremy Hansen.

    Ao se aproximarem da Lua, os astronautas irão orbitar o satélite e sobrevoar seu lado oculto, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, com expectativa de estabelecer um novo recorde de distância percorrida por humanos no espaço.

    A trajetória adotada, chamada de “retorno livre”, permite que a nave seja atraída pela gravidade lunar e retorne naturalmente à Terra. A viagem de volta deve durar entre três e quatro dias e incluirá a reentrada na atmosfera, considerada uma das etapas mais críticas, antes do pouso no oceano Pacífico.

    A missão faz parte do programa Artemis, que prepara o retorno de humanos à superfície lunar. A NASA trabalha em parceria com outros países e empresas privadas, como SpaceX e Blue Origin, responsáveis pelo desenvolvimento dos módulos que serão usados em futuras missões de pouso na Lua.
     
     

     

    Passageiros flagram lançamento da missão Artemis II pela janela de avião

  • Países do Golfo pressionam ONU por ação diante do bloqueio no Ormuz

    Países do Golfo pressionam ONU por ação diante do bloqueio no Ormuz

    Proposta apoiada pelos EUA prevê uso de força para garantir navegação, mas enfrenta resistência de potências como China e Rússia. Impasse ocorre em meio à escalada do conflito e ao impacto direto nos preços globais do petróleo

    O Conselho de Cooperação do Golfo pediu à ONU que autorize o uso da força para liberar o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã.

    “O Irã fechou o Estreito de Ormuz, impedindo a passagem de navios comerciais e petroleiros e impondo condições para permitir que alguns transitem”, afirmou o secretário-geral do GCC, Jassem Al-Budaiwi, nesta quinta-feira, em Nova York.

    “Pedimos ao Conselho de Segurança que assuma suas responsabilidades e tome todas as medidas necessárias para proteger as rotas marítimas e garantir a segurança da navegação internacional”, acrescentou.

    A declaração ocorre enquanto o Conselho de Segurança debate uma resolução sobre a crise na região. A proposta, apresentada pelo Bahrein, prevê a autorização do uso da força para desobstruir o estreito, iniciativa apoiada pelos Estados Unidos, mas que enfrenta resistência de outros membros.

    Após diversas revisões, a versão mais recente do texto busca um consenso para convencer países como França, Rússia e China, que têm poder de veto.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, demonstrou ceticismo em relação a uma intervenção militar. Já o embaixador chinês, Fu Cong, fez críticas diretas à proposta. “No contexto atual, autorizar os Estados-membros a usar a força equivaleria a legitimar o uso ilegal e indiscriminado da força, o que levaria inevitavelmente a uma escalada ainda maior”, afirmou.

    A Rússia, aliada de longa data de Teerã, também classificou o texto como tendencioso.

    Durante reunião do Conselho de Segurança, o chanceler do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, reforçou o objetivo da proposta. “O objetivo é proteger uma das rotas marítimas mais vitais para o comércio e a segurança”, disse, expressando esperança de aprovação unânime.

    O Estreito de Ormuz é uma das principais vias de escoamento de petróleo do mundo. O bloqueio ocorreu após a escalada do conflito no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva contra o Irã.

    Em resposta, Teerã fechou a passagem marítima e passou a realizar ataques contra alvos israelenses e interesses americanos na região, incluindo bases e infraestruturas em países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Jordânia e Iraque.

    A crise já impacta diretamente a economia global, com alta nos preços do petróleo e de outras commodities.

    Países do Golfo pressionam ONU por ação diante do bloqueio no Ormuz

  • Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

    Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

    Presidente critica relatório dos EUA que vê sistema como barreira comercial e afirma que país não cederá a pressões externas, defendendo a importância do Pix para a população e sinalizando apenas possíveis melhorias no serviço

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu ao relatório anual do USTR, que aponta o Pix como uma das principais barreiras comerciais impostas pelo Brasil aos interesses dos Estados Unidos. Segundo Lula, o país não pretende alterar o sistema de pagamentos.

    “Os Estados Unidos fizeram um relatório, nesta semana, sobre o Pix, e disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque, acho que, cria problemas para a moeda deles. É importante dizer a quem quiser nos ouvir: o Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix pelo serviço que ele presta à sociedade brasileira. O que podemos fazer é aprimorar o Pix para que, cada vez mais, atenda às necessidades de mulheres e homens deste país”, afirmou.

    A declaração foi feita durante agenda em Salvador (BA). Já no fim do discurso, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, se aproximou e sugeriu: “Fala o negócio do Pix”.

    Além do sistema de pagamentos, o relatório do USTR cita a chamada “taxa das blusinhas” e propostas de regulação das redes sociais como entraves ao comércio americano.

    Sobre o Pix, o documento afirma que o Banco Central “criou, detém, opera e regula” o sistema, o que levantaria preocupações sobre possível favorecimento à plataforma pública em relação a empresas estrangeiras.

    O relatório integra a chamada Seção 301, legislação americana usada para investigar práticas comerciais consideradas desleais e que podem resultar em sanções, como tarifas adicionais.

    Durante o mesmo evento, Lula também fez declarações em tom político e afirmou que a oposição terá que “sofrer muito” para vencê-lo na eleição presidencial de outubro.

     
     
     

    Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

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  • EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

    EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

    Documento dos EUA critica sistema de pagamentos, regras para plataformas digitais e tributação de importados, além de apontar entraves estruturais, e pode abrir caminho para sanções comerciais contra o Brasil

    O relatório anual do USTR aponta o Pix, propostas de regulação de plataformas digitais e a chamada “taxa das blusinhas” entre as principais barreiras impostas pelo Brasil aos interesses comerciais dos Estados Unidos.

    No caso do Pix, o documento afirma que o Banco Central “criou, detém, opera e regula” o sistema de pagamentos instantâneos, levantando preocupações sobre um possível tratamento preferencial à plataforma pública em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros.

    O USTR também critica o projeto de lei que amplia os poderes do Cade sobre mercados digitais. A proposta prevê regras mais rígidas para grandes plataformas, que poderão ser classificadas como empresas de “relevância sistêmica” e passar a cumprir exigências antecipadas, como limitações a determinadas práticas comerciais e obrigações de interoperabilidade. Na avaliação americana, essas medidas podem afetar de forma desproporcional empresas dos EUA, com risco de multas de até 20% do faturamento global.

    No comércio eletrônico, o relatório destaca a tributação sobre remessas internacionais, apelidada de “taxa das blusinhas”. Segundo o USTR, o Brasil aplica uma taxa linear de 60% sobre encomendas expressas importadas no regime simplificado, além de impor limites anuais para importadores.

    O documento também reforça críticas recorrentes a entraves estruturais, como a lentidão no registro de patentes, fragilidades na proteção à propriedade intelectual, tarifas sobre etanol, restrições sanitárias à carne suína dos EUA e exigências de conteúdo local no setor audiovisual.

    No campo tarifário, o USTR classifica como elevadas as alíquotas brasileiras, com média de 12,5% para bens industriais e 9% para produtos agrícolas, além de apontar divergências entre as tarifas consolidadas na OMC e as efetivamente aplicadas.

    As conclusões fazem parte de uma investigação conduzida sob a Seção 301 da legislação comercial americana, que pode embasar a adoção de tarifas adicionais contra produtos brasileiros nos próximos meses.

    EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

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  • WhatsApp alerta usuários após app falso com spyware atingir celulares

    WhatsApp alerta usuários após app falso com spyware atingir celulares

    Empresa diz que versão maliciosa foi instalada por cerca de 200 pessoas e pode ter exposto dados pessoais. Plataforma acusa companhia de espionagem, desativa contas afetadas e promete medidas legais contra responsáveis

    O WhatsApp alertou cerca de 200 usuários após identificar que eles instalaram uma versão falsa do aplicativo contendo “spyware”, um tipo de software malicioso usado para espionar atividades e coletar dados pessoais.

    Segundo a empresa, a maioria dos casos foi registrada na Itália. Além de notificar os usuários afetados, o WhatsApp responsabilizou diretamente a empresa italiana SIO pela criação da versão fraudulenta do app.

    “A nossa equipe de segurança identificou proativamente cerca de 200 usuários, principalmente na Itália, que acreditamos terem baixado essa versão não oficial maliciosa”, informou o WhatsApp em comunicado enviado ao TechCrunch. “Desativamos essas contas, alertamos sobre os riscos de privacidade e segurança e incentivamos a remoção do aplicativo falso, além do download da versão oficial.”

    A empresa não detalhou se entre os atingidos há jornalistas ou integrantes do governo italiano, mas afirmou que pretende agir legalmente. “Nossa intenção é enviar uma notificação formal exigindo o fim de qualquer atividade maliciosa dessa empresa de spyware”, disse.

    A porta-voz do WhatsApp reforçou a prioridade da companhia. “Nossa principal preocupação é proteger os usuários que possam ter sido enganados a instalar esse aplicativo falso.”

    O caso não é isolado. Em 2025, o WhatsApp já havia denunciado uma operação de ciberespionagem que atingiu cerca de 90 pessoas, incluindo jornalistas e ativistas em mais de 20 países.

    Na ocasião, o ataque foi atribuído ao uso de um software da empresa israelense Paragon Solutions. “Nossas investigações indicam que você pode ter recebido um arquivo malicioso via WhatsApp e que o spyware pode ter permitido acesso aos seus dados, incluindo mensagens armazenadas no dispositivo”, dizia a notificação enviada às vítimas.

    O WhatsApp afirmou que a campanha utilizou um “vetor” de ataque — método de invasão que pode incluir o envio de arquivos maliciosos por meio de conversas —, mas não conseguiu identificar quem estava por trás da operação.

    A empresa também enviou uma notificação à Paragon exigindo o encerramento das atividades e não descartou medidas judiciais.

    A Paragon, responsável pelo software de espionagem Graphite, tem entre seus clientes agências governamentais e foi recentemente adquirida pelo grupo americano AE Industrial Partners. Segundo o próprio site, a companhia afirma oferecer soluções “éticas” para análise de dados digitais e mitigação de ameaças.

    WhatsApp alerta usuários após app falso com spyware atingir celulares

  • Em noite de Marlon Freitas, Palmeiras derrota Grêmio

    Em noite de Marlon Freitas, Palmeiras derrota Grêmio

    Em noite do volante Marlon Freitas, o Palmeiras derrotou o Grêmio pelo placar de 2 a 1, na noite desta quinta-feira (2) na Arena Barueri, e chegou aos 22 pontos, mantendo a liderança isolada do Campeonato Brasileiro.

     

    Jogando na condição de mandante, o Verdão foi superior na etapa inicial e abriu o marcador aos 43 minutos do primeiro tempo, com Marlon Freitas de cabeça após a bola ser levantada na área por Andreas Pereira.

     

    Aos oito minutos da etapa final, o Grêmio (que fechou a 10ª rodada da competição com 11 pontos) chegou a ensaiar uma virada graças a um belo gol do artilheiro Carlos Vinícius. Porém, a noite era mesmo de Marlon Freitas, que, aos 26, aproveitou bola que sobrou da entrada da área para acertar chute colocado para definir o marcador.

    Invicto em casa na temporada, o time alviverde manteve a vantagem de três pontos na liderança. Soma 22 e tem o Fluminense como rival mais próximo, com 19, na vice-liderança

     

    Outros jogos:

    Santos 2 x 0 Remo
    Chapecoense 0 x 4 Atlético-MG
    Bragantino 3 x 0 Flamengo


    Em noite de Marlon Freitas, Palmeiras derrota Grêmio

  • Ataque com drones iranianos causa incêndio em refinaria no Kuwait

    Ataque com drones iranianos causa incêndio em refinaria no Kuwait

    Incêndios em unidade estratégica ocorrem em meio à escalada do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Autoridades confirmam ausência de feridos, enquanto região enfrenta novos ataques e impactos no mercado global de petróleo

    Um ataque com drones atribuído ao Irã provocou incêndios em várias unidades da refinaria de Mina Al-Ahmadi, no Kuwait, informou a agência estatal Kuna, com base em dados da Kuwait Petroleum Corporation.

    “A Kuwait Petroleum Corporation informou que a refinaria de Mina Al-Ahmadi foi alvo de um ataque com drones na madrugada de hoje, que provocou incêndios em várias unidades operacionais”, disse a agência.

    Em comunicado, a estatal afirmou que equipes de bombeiros atuaram para conter as chamas e destacou que não houve registro de feridos.

    O Kuwait possui três refinarias de petróleo, e a unidade de Mina Al-Ahmadi já havia sido atingida em outros momentos do conflito. As instalações são fundamentais para a economia do país, já que sem elas a produção de petróleo precisaria ser interrompida por falta de processamento do combustível.

    A retomada das operações, nesses casos, costuma ser lenta por questões de segurança, o que pode manter os poços praticamente inativos até a normalização das atividades.

    A empresa também informou que a Autoridade Pública do Meio Ambiente do Kuwait monitora a qualidade do ar e que, até o momento, não foram identificados impactos negativos.

    Minutos antes do anúncio do incêndio, o governo kuwaitiano afirmou que suas defesas aéreas estavam interceptando ataques. “As defesas aéreas do Kuwait estão repelindo ataques hostis de mísseis e drones”, informou o Estado-Maior do Exército na rede X, acrescentando que “as explosões ouvidas foram resultado dessas interceptações”.

    O episódio ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio. Desde 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel realizam ataques contra o Irã, alegando impasses nas negociações sobre o programa nuclear do país, que Teerã afirma ter fins pacíficos.

    Em resposta, o Irã intensificou ações contra interesses americanos e israelenses na região e bloqueou o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo.

    Também nesta quinta-feira, as Forças de Defesa de Israel informaram que um ataque iraniano deixou um homem de 22 anos gravemente ferido na cidade de Harish, no centro de Israel. “Os sistemas de defesa permanecem operacionais para interceptar a ameaça”, disseram em comunicado.

    A imprensa estatal iraniana, por sua vez, informou que ataques dos Estados Unidos na província de Alborz, no norte do país, deixaram ao menos oito mortos e 95 civis feridos.

    O conflito já provocou mais de 3 mil mortes, principalmente no Irã e no Líbano, que passou a integrar a guerra após ações do grupo Hezbollah contra Israel.
     
     

     

    Ataque com drones iranianos causa incêndio em refinaria no Kuwait

  • Senadora alega insatisfação com candidatura presidencial de Caiado, deixa PSD e se filia ao PT

    Senadora alega insatisfação com candidatura presidencial de Caiado, deixa PSD e se filia ao PT

    A senadora Eliziane Gama (MA) sempre fez parte da base governista no Senado, e representa uma das pontes da esquerda com a comunidade evangélica, religião da qual faz parte

    Após a confirmação da pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República pelo PSD, a senadora Eliziane Gama (MA) desembarcou da sigla e assinou sua ficha de filiação ao PT na manhã desta quinta-feira, 2.

    Eliziane teve a ficha abonada em Salvador (BA) pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem ela quer ajudar a se reeleger na eleição de outubro. Lula está na capital baiana para visitar obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

    A senadora sempre fez parte da base governista no Senado, e representa uma das pontes da esquerda com a comunidade evangélica, religião da qual faz parte.

    A escolha do PSD pelo governador de Goiás como pré-candidato ao Palácio do Planalto pesou da decisão de Eliziane, uma vez que ela é apoiadora de Lula. A expectativa é que Caiado faça uma dobradinha com Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para criticar o governo federal.

    Para ela, o partido tomou um “novo trilho” com esse movimento, uma vez que Caiado é um nome mais à direita do que os outros dois ex-presidenciáveis da sigla: os governadores do Paraná, Ratinho Júnior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

    “O PSD decidiu seguir um novo trilho político no País, eu respeito mas tenho um pensamento diferente, que é público no Brasil. Mesmo com todas as garantias recebidas pelo presidente Kassab, decido que meu ciclo no PSD se encerra aqui e vou percorrer novos caminhos”, declarou Eliziane numa nota pública divulgada na quarta-feira.

    A escolha por Caiado desagradou outros nomes do PSD. Preterido pelo presidente nacional, Gilberto Kassab, Leite publicou uma mensagem nas redes sociais em que diz ter conversado com o correligionário para cumprimentá-lo pela candidatura, mas não declarou apoio ao projeto presidencial da legenda.

    Com a saída de Eliziane, a bancada do PSD diminui de 13 para 11 senadores, uma vez que o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco também desembarcou da sigla. Ele se fililou ao PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin na última noite, de olho no apoio de Lula para sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais.

    A senadora deve marcar nos próximos dias conversas com os novos colegas de partido no Maranhão, principalmente com o vice-governador, Felipe Camarão (PT). A troca de siglas não muda o cenário para Eliziane, que mantém o apoio de Lula.

    O senador Weverton Rocha (PDT), eleito com Eliziane no Maranhão em 2018, também tentará um novo mandato.

    Senadora alega insatisfação com candidatura presidencial de Caiado, deixa PSD e se filia ao PT

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