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  • Imagens mostram recuperação de Lindsey Vonn após queda nas Olimpíadas

    Imagens mostram recuperação de Lindsey Vonn após queda nas Olimpíadas

    Lindsey Vonn voltou a publicar uma atualização sobre sua recuperação após a queda sofrida nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, na tarde desta segunda-feira. A ex-esquiadora olímpica está internada há uma semana e já foi submetida a várias cirurgias desde a lesão.

    A atleta publicou um vídeo nas redes sociais mostrando que precisa de ajuda até para tarefas simples do dia a dia, como se alimentar ou lavar o cabelo.

    “Sou grata aos meus amigos, à minha família, à minha equipe e a toda a equipe médica que está me ajudando a me recuperar… Estou lentamente voltando à vida, ao essencial e às coisas simples que mais importam. Sorrir. Rir. Amar. Minha irmã fez este vídeo, me fez chorar imediatamente e encheu meu coração. Amo vocês”, escreveu a esquiadora norte-americana na legenda da publicação em seu Instagram.

    Vale lembrar que a multicampeã olímpica não teve sua melhor participação em Jogos Olímpicos de Inverno, mas Milão-Cortina 2026 talvez seja a edição que ficará mais marcada em sua memória, após sofrer uma queda que resultou em sua retirada de maca e helicóptero, já depois de competir com uma ruptura do ligamento cruzado anterior.

    Confira o vídeo acima para ver as novas atualizações da internação de Lindsey Vonn, que segue se recuperando da lesão sofrida após a queda em uma das provas dos Jogos Olímpicos de Inverno.

    Imagens mostram recuperação de Lindsey Vonn após queda nas Olimpíadas

  • Inglaterra: GPS “engana” entregador e o leva à rota mortal

    Inglaterra: GPS “engana” entregador e o leva à rota mortal

    Motorista ficou atolado após aplicativo indicar rota pela histórica Broomway, trilha de mais de 600 anos conhecida por marés rápidas, nevoeiro intenso e histórico de acidentes no Reino Unido

    Um funcionário da Amazon acabou seguindo uma rota considerada a mais perigosa da Grã-Bretanha depois de confiar nas orientações do GPS enquanto fazia uma entrega na Ilha de Foulness, em Essex, na Inglaterra.

    O caso ocorreu na noite de sábado, 14 de fevereiro, quando o entregador se dirigia a uma residência na ilha. Com o celular ao lado e o sistema de navegação ativado, ele seguiu o trajeto indicado pelo aplicativo, que sugeriu a passagem pela Broomway, uma trilha histórica que não é recomendada nem para veículos nem para pedestres.

    Antes do início do caminho há, inclusive, uma placa de advertência informando que a Broomway não possui sinalização e é extremamente perigosa para quem tenta atravessá-la. Ainda assim, possivelmente por ser noite e não ter percebido o aviso, o motorista avançou pela rota centenária e acabou ficando preso no lodo.

    Sem conseguir prosseguir, ele abandonou o veículo e comunicou o ocorrido à empresa. No dia seguinte, a Amazon acionou um agricultor da região, que conseguiu retirar o carro atolado.

    A polícia foi informada apenas na manhã de domingo, por volta das 11h30, horário local. Segundo relato citado pelo jornal The Independent, um veículo de entregas havia entrado na Broomway. Equipes da Guarda Costeira de Southend foram enviadas ao local e, após confirmarem que não havia ninguém em perigo, deixaram a área.

    A Broomway tem quase 10 quilômetros de extensão e mais de 600 anos de história. No passado, era utilizada principalmente por agricultores e viajantes, antes da construção de estradas modernas. O trajeto é conhecido por ser rapidamente encoberto por marés e por nevoeiros densos que dificultam a orientação, mesmo para pessoas experientes.

    Atualmente, a área também integra um campo de tiro do Ministério da Defesa britânico, com acesso permitido apenas quando os exercícios não estão em andamento e os portões estão abertos.

    Ao longo dos anos, pelo menos 100 pessoas morreram ao tentar atravessar a Broomway. O último registro oficial de morte no local data de 1919. Ainda assim, o histórico de fatalidades faz com que a trilha seja conhecida como o “caminho mais perigoso” da Grã-Bretanha.

    Inglaterra: GPS “engana” entregador e o leva à rota mortal

  • Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

    Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

    O ex-presidente dos Estados Unidos veio garantir, mais uma vez, que não viu “qualquer prova” de que os extraterrestres são reais durante os seus mandatos na Casa Branca. A explicação ocorre depois de declarações de Barack Obama numa entrevista.

    Depois de afirmar, sem rodeios, que os extraterrestres “são reais”, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, voltou atrás para esclarecer suas próprias declarações.

    Em uma publicação no Instagram, na legenda do mesmo trecho que viralizou, Obama escreveu: “Eu estava tentando manter o espírito da rodada rápida, mas já que isso ganhou atenção, deixe-me esclarecer”.

    “Estatisticamente”, começou explicando o ex-presidente, “o universo é tão vasto que as chances de existir vida em algum lugar são grandes”. No entanto, ponderou: “As distâncias entre os sistemas solares são tão enormes que a probabilidade de termos sido visitados por alienígenas é pequena”.

    Obama também fez questão de reforçar — como já havia dito no podcast em que falou inicialmente sobre o tema — que nunca viu “qualquer prova” da existência de aliens enquanto esteve na Casa Branca.

    “Eu não vi qualquer evidência durante a minha presidência de que extraterrestres tenham feito contato conosco. Mesmo!”, garantiu.

     
     
     

     
     
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    As declarações iniciais do ex-presidente surgiram em entrevista ao youtuber e podcaster Brian Tyler Cohen, compartilhada no sábado, 14 de fevereiro.

    No fim do quadro de perguntas em “formato relâmpago”, Cohen perguntou: “Os alienígenas são reais?”.

    Obama respondeu, de forma categórica: “São reais, mas eu não os vi. E não estão sendo mantidos na Área. Não existe nenhuma instalação subterrânea, a menos que haja uma grande conspiração e tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos”, brincou.

    Logo depois, o youtuber perguntou qual foi a “pergunta que ele mais quis ver respondida ao se tornar presidente”. Ainda no clima da conversa sobre extraterrestres, Obama respondeu, rindo: “Onde estão os aliens?”.

    De onde vem a teoria sobre aliens na Área 51?
    A Área 51 é uma instalação militar da Força Aérea dos Estados Unidos localizada em Groom Lake, no sul do estado de Nevada.

    O complexo “não é acessível ao público e funciona sob vigilância 24 horas por dia”. Segundo a Enciclopédia Britânica, os funcionários da Área 51 chegam ao local de avião, partindo de um terminal restrito no Aeroporto Internacional McCarran, em voos não identificados autorizados a cruzar o espaço aéreo da região. Para aumentar o sigilo, imagens de satélite da instalação foram censuradas até 2018.

    Atualmente, a Área 51 pode ser vista no Google Maps. Ainda assim, seu único uso oficialmente confirmado é como centro de testes de voo. Mas como os extraterrestres entraram nessa história?

    A explicação remonta a 1989, quando Robert Lazar afirmou ter trabalhado com tecnologia extraterrestre no complexo. Ele contou ao jornalista George Knapp que teria visto fotografias de autópsias de alienígenas dentro das instalações e alegou que o governo dos Estados Unidos utilizava o local para examinar naves alienígenas recuperadas.

    Apesar de Lazar ter sido desmentido, suas declarações alimentaram uma onda de teorias da conspiração envolvendo o governo norte-americano — a maioria relacionada à vida extraterrestre.

    “De acordo com a CIA, os voos de teste do U-2 e de outras aeronaves militares posteriores são responsáveis por muitos dos avistamentos de OVNIs na região. Não há evidências de contato extraterrestre na Área 51 nem em qualquer outro lugar”, destaca a mesma fonte.

    Obama esclarece comentário sobre aliens: "Não vi qualquer prova. Mesmo!"

  • Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

    Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

    Em meio à segunda rodada de negociações em Genebra, líder iraniano critica exigências de Washington, reage a ameaças militares dos EUA e reafirma que Teerã não aceitará limitar totalmente seu programa nuclear e de mísseis.

    O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, criticou nesta segunda-feira a postura dos Estados Unidos nas negociações sobre o programa nuclear iraniano e afirmou que o presidente Donald Trump não conseguirá enfraquecer a República Islâmica.

    Durante encontro em Teerã com representantes da província do Azerbaijão Oriental, Khamenei afirmou que Washington tenta impor previamente o resultado das conversas. “Eles dizem: ‘Vamos negociar sobre a energia nuclear de vocês, mas o resultado precisa ser que vocês não tenham essa energia’”, declarou. Para o aiatolá, estabelecer condições antes do diálogo é “um ato incorreto e estúpido”.

    Irã e Estados Unidos realizam em Genebra a segunda rodada de negociações nucleares, em meio a um clima de tensão. O governo norte-americano reforçou sua presença militar na região, com o envio de um porta-aviões ao Golfo Pérsico e a mobilização de outra embarcação.

    Khamenei mencionou as ameaças militares e acusou Trump de tentar “dominar o povo iraniano”. Segundo ele, a própria declaração do presidente norte-americano de que, após 47 anos da Revolução Islâmica de 1979, os EUA não conseguiram derrubar o regime, é uma admissão de fracasso. “Ele disse que ainda não conseguiram destruir a República Islâmica. Eu digo: você também não conseguirá”, afirmou.

    O líder iraniano também rebateu declarações sobre o poderio militar dos EUA. “Um porta-aviões é certamente uma máquina perigosa, mas mais perigosa é a arma capaz de enviá-lo ao fundo do mar”, disse, acrescentando que forças militares consideradas poderosas podem sofrer golpes dos quais não se recuperam.

    As declarações ocorrem enquanto o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, participa em Genebra de conversas indiretas com a delegação norte-americana, liderada pelo enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, e por Jared Kushner.

    Este é o segundo encontro entre Teerã e Washington desde a retomada das negociações, no início do mês, em Mascate, Omã, após a guerra de 12 dias registrada em junho de 2025.

    As posições seguem distantes. O Irã afirma que não aceitará interromper totalmente o enriquecimento de urânio nem limitar seu programa de mísseis balísticos, enquanto os Estados Unidos defendem restrições mais amplas como condição para um acordo.
     

    Khamenei diz que Trump não destruirá a República Islâmica

  • Protesto expõe atrito entre Nikolas e ala bolsonarista que evita 'Fora, Toffoli'

    Protesto expõe atrito entre Nikolas e ala bolsonarista que evita 'Fora, Toffoli'

    Convocação para ato de 1º de março evidencia divergências no bolsonarismo sobre prioridades, entre pedidos de impeachment de ministros do STF e defesa de anistia aos presos do 8 de janeiro, além da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro

    (CBS NEWS) – O anúncio de um protesto de direita marcado para 1º de março voltou a expor um atrito dentro do bolsonarismo. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) convocou a manifestação sob o lema “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”, mas uma ala do grupo avalia que não é estratégico priorizar agora o impeachment do ministro do STF Dias Toffoli.

    Esse segmento defende que o foco deveria estar na anistia aos manifestantes do 8 de janeiro e na liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Há meses, aliados relatam críticas recorrentes a uma suposta tentativa de Nikolas de se descolar de Bolsonaro e investir no próprio crescimento político. Pessoas próximas ao deputado classificam as queixas como “dor de cotovelo” e disputa por protagonismo.

    Nikolas anunciou o ato na quinta-feira (12), mesmo dia em que Toffoli deixou a relatoria do processo que investiga irregularidades no Banco Master, após reportagem da Folha de S.Paulo revelar conexões entre o ministro, o resort Tayayá e o banco de Daniel Vorcaro.

    Nos dias seguintes, políticos alinhados à família Bolsonaro passaram a convocar o protesto com foco na anistia e na liberdade irrestrita, inclusive para o ex-presidente. Adotaram essa linha o deputado federal Mário Frias (PL), os deputados estaduais Gil Diniz (PL) e Lucas Bove (PL), além do vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo (PL).

    Segundo o Painel, da Folha, o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, foi aconselhado a evitar a pauta do impeachment de Toffoli.

    Um aliado do grupo afirma que o tema estaria sendo explorado por setores da direita não bolsonarista, como o MBL, para ganhar visibilidade e enfraquecer a mobilização pela anistia, pela liberdade de Bolsonaro e pela derrubada do veto do PL da Dosimetria pelo presidente Lula (PT).

    Esse interlocutor sustenta que, embora o grupo seja favorável ao afastamento de Toffoli e de Alexandre de Moraes, um impeachment a menos de um ano das eleições poderia beneficiar Lula, que teria a prerrogativa de indicar um novo ministro ao STF.

    Na avaliação dessa ala, o presidente poderia indicar o senador Rodrigo Pacheco (PSD), nome defendido por Davi Alcolumbre (União Brasil), presidente do Senado, e, com isso, destravar a nomeação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de Luís Roberto Barroso.

    No domingo (15), Nikolas reagiu nas redes sociais. “Se impeachment de ministros não é válido agora, por que estão há 3 anos pedindo o do Moraes? […] Até para criar narrativa, precisa de um mínimo de coerência. Patético a tentativa de esconder isso das pessoas”, escreveu.

    Bolsonaristas negam que a defesa da anistia represente blindagem a Toffoli. No X, o deputado estadual Gil Diniz, apontado como preferido de Eduardo Bolsonaro (PL) para disputar o Senado em São Paulo, classificou a acusação como “mau-caratismo”.

    “Muitos aqui parecem ter esquecido dos presos que estão nas masmorras, estão eufóricos com o alcance do algoritmo, parece que engajamento, like e compartilhamento são tudo que importa com ‘hype’ da vez!”, publicou no domingo.

    Após aliados tentarem modular a pauta do ato, Nikolas escreveu no sábado (14): “Não acredite em ninguém que convoque para a manifestação do dia 01/03 e não peça o impeachment de ministros do STF e Fora Lula”.

    Ele também afirmou que um dos objetivos do protesto é derrubar o veto da dosimetria, que, segundo ele, seria a medida mais efetiva para garantir a liberdade dos presos do 8 de janeiro e de Bolsonaro.

    Horas depois, Gil Diniz respondeu: “Não acredite em nenhum alpinista político (pequeno ou grande) que cresceu com o apoio do Presidente Jair Bolsonaro e não tem por prioridade nesse momento a Anistia Geral e Irrestrita para todos os presos políticos!”.

    Aliados de Nikolas afirmam que as pautas defendidas pela ala bolsonarista estão incluídas na convocação feita por ele, mas que o grupo não tem se engajado no impeachment de Toffoli.

    O chamado à manifestação com foco na anistia foi compartilhado por Eduardo Bolsonaro, que marcou Mário Frias e Mello Araújo na publicação. “Se eu pudesse estaria com vocês aí na Paulista 1º/MAR, às 15h”, escreveu.

    Eduardo já criticou Nikolas publicamente no ano passado, acusando-o de não se envolver como poderia nas pautas do bolsonarismo. Depois, ambos conversaram em busca de conciliação, segundo a Folha.

    A tensão também reflete divisões dentro da própria família Bolsonaro. Enquanto Eduardo acumula atritos com Nikolas, Michelle Bolsonaro (PL) demonstra apoio ao deputado.

    No fim de janeiro, após uma caminhada liderada por Nikolas de Paracatu (MG) a Brasília (DF), Michelle escreveu que o parlamentar “é separado por Deus para este tempo” e o chamou de “06”, como se fosse mais um filho de Bolsonaro.

    Durante o ato contra as prisões do 8 de janeiro, houve sinais de distensão entre Nikolas e os filhos do ex-presidente, que o parabenizaram pela mobilização.

    Segundo a Folha, Flávio chegou a cogitar lançar Nikolas ao Governo de Minas Gerais em aliança com setores do centrão. O deputado, porém, reafirmou que disputará a reeleição.

    Nikolas também tem sido pressionado por bolsonaristas a atuar mais diretamente na pré-campanha de Flávio. Na semana passada, afirmou no X que já deixou claro que o senador é o candidato escolhido por Bolsonaro e que terá seu apoio.
     

     
     

    Protesto expõe atrito entre Nikolas e ala bolsonarista que evita 'Fora, Toffoli'

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • PF faz buscas para investigar vazamento de dados da Receita de ministros do Supremo

    PF faz buscas para investigar vazamento de dados da Receita de ministros do Supremo

    Em janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes abriu de ofício um inquérito para investigar se a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quebraram de forma irregular o sigilo fiscal de ministros da Corte e familiares

    Por determinação do Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira de Carnaval, 17, quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, no âmbito de investigação que apura possíveis vazamentos de dados da Receita Federal de ministros da Corte e de seus familiares.

    A medida foi tomada após representação da Procuradoria-Geral da República.

    Além das buscas, foram determinadas medidas cautelares, entre elas o monitoramento por tornozeleira eletrônica, o afastamento do exercício de função pública, o cancelamento de passaportes e a proibição de saída do País dos investigados.

    Em janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes abriu de ofício um inquérito para investigar se a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) quebraram de forma irregular o sigilo fiscal de ministros da Corte e familiares.

    Segundo apurou o Estadão, a Receita questiona o inquérito, uma vez que, de acordo com interlocutores, o órgão não tem dados de contratos particulares e, além disso, o acesso a informações sigilosas sem procedimento fiscal aberto é uma prática sujeita a pena de demissão.

    As suspeitas de que dados sigilosos de ministros e seus familiares foram vazados surgiu após o estouro da Operação Compliance Zero, que investiga o Banco Master.

    Em dezembro, o jornal O Globo revelou detalhes do contrato da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, para a defesa dos interesses do Banco Master e de Daniel Vorcaro no Banco Central, na Receita Federal e no Congresso Nacional.

    De acordo com o contrato, assinado em janeiro de 2024, o escritório de Viviane receberia R$ 3,6 milhões por mês ao longo de três anos. Caso tivesse sido cumprido integralmente, o escritório Barci de Moraes Associados receberia R$ 129 milhões até o início de 2027.

    Quando o inquérito que apura possíveis vazamentos de dados fiscais de ministros do Supremo e de familiares foi aberto por Alexandre de Moraes, o Estadão apurou, sob reserva, que um grupo de ministros defende que a investigação esclareça se houve vazamento de informações sigilosas por parte de órgãos federais.

    Outra ala da Corte, no entanto, avalia que o novo inquérito pode ser interpretado como uma forma de pressão ou represália a órgãos de controle.

    PF faz buscas para investigar vazamento de dados da Receita de ministros do Supremo

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  • Apple fará evento em março que pode apresentar iPhone 17e, novo iPad e MacBook de 'baixo custo'

    Apple fará evento em março que pode apresentar iPhone 17e, novo iPad e MacBook de 'baixo custo'

    Empresa prepara série de lançamentos para o primeiro semestre de 2026, com possível estreia do iPhone 17e, novos iPads e Macs atualizados, além de avanços em inteligência artificial e desempenho.

    A Apple realizará, em 4 de março, um evento presencial que pode marcar o anúncio de novos produtos e dar início a uma ofensiva de lançamentos no primeiro semestre de 2026. A empresa convidou a imprensa para encontros em Nova York, Xangai e Londres, em um formato descrito como “Experience”, indicando uma apresentação mais discreta do que os tradicionais eventos em seu campus, em Cupertino.

    A companhia prepara um “blitz” de lançamentos nas próximas semanas, com destaque para o iPhone 17e, novos iPads e uma linha renovada de Macs, segundo a Bloomberg.

    O iPhone 17e, que deve substituir o 16e, manterá o preço de US$ 599 e trará o chip A19, o mesmo da linha iPhone 17, além de suporte ao MagSafe e novos chips próprios de conectividade celular e wireless. A estratégia é fortalecer a presença da marca em mercados emergentes e no segmento corporativo.

    A Apple também deve apresentar um iPad de entrada com chip A18, que passará a oferecer suporte ao Apple Intelligence, sistema de inteligência artificial da companhia, e um iPad Air com processador M4.

    As mudanças devem priorizar desempenho, com poucas alterações no design. No caso do iPad mini, a principal novidade esperada é a adoção de tela OLED.

    No segmento de computadores, são esperados novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas, MacBook Air com chip M5, atualizações do Mac Studio e uma nova versão do Studio Display.

    A empresa também trabalha em um MacBook de baixo custo, com tela inferior a 13 polegadas e chip da mesma classe do iPhone, para competir com laptops Windows mais acessíveis e Chromebooks. Ainda não há confirmação se esses produtos serão lançados já em março.

    No campo do software, a Apple liberou na segunda-feira, 16, a versão beta do iOS 26.4 para desenvolvedores, com atualizações relacionadas à Siri. Em junho, durante a conferência anual de desenvolvedores, a empresa deve detalhar novos recursos.

    A ofensiva acontece após a Apple registrar recorde trimestral de vendas de iPhone no período de festas, com receita de US$ 85,3 bilhões, alta de 23% na comparação anual, apesar de atrasos na entrega de funcionalidades de IA. O lucro no trimestre foi de US$ 42,1 bilhões, acima das estimativas do mercado.

     
     
     

    Apple fará evento em março que pode apresentar iPhone 17e, novo iPad e MacBook de 'baixo custo'

  • Lucas Pinheiro receberá prêmio em dinheiro por medalha de ouro

    Lucas Pinheiro receberá prêmio em dinheiro por medalha de ouro

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen tem direito a receber uma premiação em dinheiro pela conquista. Os valores foram definidos pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) antes de Paris-2024.

    O esquiador garantiu o ouro no último sábado (14), no slalom gigante do esqui alpino. Com a conquista, Lucas embolsará R$ 350 mil.

    O repasse do COB é feito a todos os atletas brasileiros que subirem ao pódio. A premiação é de R$ 210 mil para os medalhistas de prata e de R$ 140 mil para os de bronze.

    Em caso de mais de uma medalha, os atletas recebem por cada prova. Para modalidades em grupo (dois a seis atletas) ou coletivas (sete atletas ou mais), o valor é maior, mas é dividido entre todos os atletas da equipe.

    A quantia aumentou em 40% em relação ao último ciclo olímpico (Tóquio-2020 e Pequim-2022), segundo o COB divulgou na época em que definiu os valores.

    CONFIRA TODOS OS VALORES:

    Individual: Ouro – R$ 350 mil; Prata – R$ 210 mil; Bronze – R$ 140 mil
    Grupo: Ouro – R$ 700 mil; Prata – R$ 420 mil; Bronze – R$ 280 mil
    Coletiva: Ouro – R$ 1,05 milhão; Prata – R$ 630 mil; Bronze – R$ 420 mil

    Clube Futebol Benfica e Federação Portuguesa de Futebol divulgaram notas de pesar destacando a trajetória da atleta, que também atuou como team manager e treinadora das categorias de base. A jovem deixou mensagem emocionada que foi relembrada na despedida.

    Notícias ao Minuto | 08:45 – 17/02/2026

    Lucas Pinheiro receberá prêmio em dinheiro por medalha de ouro

  • Juliana Paes retorna à Viradouro como rainha após 17 anos

    Juliana Paes retorna à Viradouro como rainha após 17 anos

    Ela afirmou que sua roupa para o desfile foi um pedido da escola. Juliana contou que foi orientada a se apresentar como rainha. “Estou vestida de rainha. Foi como eles pediram pra eu vir, foi como eu fui ‘brifada’. Espero estar à altura de tudo o que eles imaginaram”, disse

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Juliana Paes, 46, voltou à Viradouro 17 anos após deixar o posto de rainha de bateria. A atriz desfila nesta madrugada na Sapucaí, no Rio de Janeiro, com o enredo “Para cima, Ciça!”, que homenageia o mestre de bateria da escola.

    Atriz definiu o momento como especial. “A palavra desta terça-feira (17) é gratidão. Estou grata por poder prestar essa homenagem, por honrar esse homem maravilhoso que é o mestre Ciça. Ser convidada pelo próprio enredo tem um gosto especial, né? Estou me sentindo assim, especial”, afirmou.

    Juliana disse que se sente em casa na escola. Segundo ela, o reencontro com a comunidade é marcado por amizade e afeto construídos ao longo de mais de duas décadas. “Acho que aqui tem um monte de amigos. Pessoas que me conhecem de outros Carnavais, né? [risos]. (…) E é família. Então, é gostoso estar aqui, é volta pra casa”, declarou.

    Ela afirmou que sua roupa para o desfile foi um pedido da escola. Juliana contou que foi orientada a se apresentar como rainha. “Estou vestida de rainha. Foi como eles pediram pra eu vir, foi como eu fui ‘brifada’. Espero estar à altura de tudo o que eles imaginaram”, disse.

    A homenagem ao mestre Ciça guia sua participação. A atriz afirmou que está nervosa e emocionada por honrar o profissional e a bateria da escola. “Estou nervosa, superemocionada. É muita gratidão. Estou muito grata de poder prestar essa homenagem, de poder honrar o Ciça. E, ao mesmo tempo, honrar esse quesito que é a bateria, que é o coração da escola”, completou.

    Juliana Paes retorna à Viradouro como rainha após 17 anos

  • Fonseca vence com Melo no Rio Open e quebra gelo antes de estreia em simples

    Fonseca vence com Melo no Rio Open e quebra gelo antes de estreia em simples

    ALEXANDRE ARAÚJO
    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – João Fonseca estreou no Rio Open com vitória e quebrou o gelo na temporada – até então, tinha dois jogos e duas derrotas. O triunfo aconteceu nesta tarde, na chave de duplas, em atuação ao lado de Marcelo Melo.

    Os brasileiros venceram a parceria formada pelo argentino Roman Burruchaga e o italiano Andrea Pellegrino por 2 sets a 0, com duplo 6/4.

    “Quando a gente joga, a gente fica brincando. Como ele ‘voleia’ muito bem, quando estou jogando e aceito o voleio, é osmose, porque estou tirando dele. E a mesma coisa com a (minha) direita, que ele fica brincando que quando ele acerta, tipo agora, ele falou osmose quando a gente ganhou”, disse João Fonseca, ao sportv, sobre a dupla com o experiente Marcelo Melo.

    João Fonseca volta à quadra hoje, na estreia no torneio de simples. Ele vai enfrentar o também brasileiro Thiago Monteiro, que passou pelo qualifying.
    A dupla adversária das quartas de final sairá do confronto entre a parceria formada pelo equatoriano Gonzalo Escobar e Jean Rojer contra os argentinos e Máximo González e Andrés Molteni.

    Mudança em cima da hora

    O duelo teve uma mudança momentos antes do começo da partida. O francês Alexandre Muller, que atuaria ao lado do bósnio Damir Dzumhur, precisou se retirar do torneio devido a uma distensão muscular.

    Filho de campeão da Copa

    Uma curiosidade que envolveu esta partida é que o tenista Roman Burruchaga é filho de Jorge Burruchaga, campeão da Copa do Mundo de 1986 pela Argentina.

    Como foi o jogo

    Fonseca e Melo atuaram na quadra Guga Kuerten, a principal do Rio Open, e contaram com o apoio da torcida, que marcou boa presença e explodia a cada ponto.

    O primeiro set foi equilibrado, com as duplas alternando bons momentos com alguns erros mais bobos. A parceria brasileira, porém, aos poucos, foi mostrando mais consistência e conseguindo virar bolas importantes. Fonseca e Melo aproveitavam a pausa entre os games para conversar e acertar o entrosamento em quadra.

    Neste ritmo, os brasileiros conseguiram abrir vantagem na reta final e fecharam em 6 a 4.

    O segundo set teve início com ritmo parecido. Os brasileiros venceram o primeiro game, mas a dupla adversária logo empatou – contando com falhas do time verde e amarelo. A virada de Burruchaga e Pellegrino aconteceu no terceiro game e a vantagem foi ampliada posteriormente.

    João Fonseca e Marcelo Melo reagiram, venceram novo game, chegaram ao empate e viraram o set para 4 a 3. Após o “lá e cá”, o jogo voltou ao equilíbrio, mas os brasileiros fecharam, novamente, em 6 a 4, concretizando a vitória na estreia.

    Clube Futebol Benfica e Federação Portuguesa de Futebol divulgaram notas de pesar destacando a trajetória da atleta, que também atuou como team manager e treinadora das categorias de base. A jovem deixou mensagem emocionada que foi relembrada na despedida.

    Notícias ao Minuto | 08:45 – 17/02/2026

    Fonseca vence com Melo no Rio Open e quebra gelo antes de estreia em simples