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  • Mudança em atribuições de cargos do INSS gera insatisfação e receio de fila maior

    Mudança em atribuições de cargos do INSS gera insatisfação e receio de fila maior

    A medida pode impedir a atuação dos analistas do seguro social, carreira minoritária no órgão, mas que tem atuado na avaliação dos pedidos num momento de alta da fila, que chegou a 3,03 milhões em dezembro, segundo os últimos dados divulgados pela Previdência

    (FOLHAPRESS) – Uma mudança na atribuição de cargos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) proposta pelo presidente do órgão, Gilberto Waller Jr., gerou a insatisfação de parte dos servidores e o receio de que a medida possa atrapalhar os esforços de redução da fila de segurados à espera de benefícios.

    A minuta de decreto, enviada ao Ministério da Previdência Social, torna as ações de análise de requerimentos, revisões, demandas judiciais, alterações cadastrais e demais tarefas ligadas ao reconhecimento de direitos uma atividade exclusiva dos técnicos do seguro social.

    A medida pode impedir a atuação dos analistas do seguro social, carreira minoritária no órgão, mas que tem atuado na avaliação dos pedidos num momento de alta da fila, que chegou a 3,03 milhões em dezembro, segundo os últimos dados divulgados pela Previdência.

    No decreto atualmente em vigor, análises de processos e atividades inerentes ao reconhecimento de direitos previdenciários são tarefas comuns às duas carreiras.

    A proposta de mudança gerou reação da Anaseg (Associação Nacional dos Analistas do Seguro Social), que solicitou a paralisação imediata da tramitação da minuta de decreto.

    “A proposta atual, ao promover a exclusividade das atividades finalísticas ao cargo de técnico, ignora alertas críticos das áreas de gestão e ameaça colapsar o atendimento previdenciário em um momento de filas crescentes”, alerta o presidente da entidade, Jorge Og de Vasconcelos Jr., em ofício encaminhado a Waller Jr.

    Segundo ele, os analistas são responsáveis por 10,1% dos processos de reconhecimento inicial de direitos concluídos pelo instituto, o equivalente a 60,4 mil análises por mês.

    “A simulação do impacto indica que o INSS perderia a capacidade de processar mais de 720 mil benefícios por ano, o que levaria a um represamento insustentável e ao aumento exponencial da judicialização”, diz no documento.

    Já a CNTSS (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social) comemorou o andamento da minuta de decreto.

    “A iniciativa demonstra um avanço para o encaminhamento da medida, que sempre esteve na pauta de prioridades da confederação”, diz a entidade, em nota. Para ela, a mudança representa um passo importante na reestruturação das carreiras.

    Nos bastidores, integrantes do INSS veem a pressão dos técnicos como uma forma de fortalecer a categoria para a reivindicação de outros pleitos, como a exigência de nível superior para o cargo e valorização salarial.

    O MGI (Ministério da Gestão e da Inovação), responsável pela política de pessoal do Executivo federal, não se manifestou até a publicação deste texto.

    Hoje, o órgão tem 13.803 técnicos do seguro social, de acordo com o Painel Estatístico de Pessoal do Executivo federal. Trata-se de uma carreira de nível médio, com salários entre R$ 4.454,71 e R$ 7.439,42, sem considerar funções ou gratificações.

    Já a carreira de analista é de nível superior, com remunerações entre R$ 6.831,11 e R$ 10.655,50. O INSS tem 3.985 servidores nessa posição.

    Procurado, o instituto disse que a proposta de decreto tem como objetivo regulamentar a lei que trata da carreira do seguro social (que engloba tanto os técnicos quanto os analistas).

    Uma mudança aprovada em 2025 pelo Congresso Nacional estipulou que a análise dos requerimentos é uma atribuição específica dessa carreira, mas sem delimitar quais cargos poderiam ou não exercer a atividade.

    “Historicamente, os analistas do seguro social possuem formação específica para ocupar funções pré-determinadas, porém, devido a uma contratação excepcional no passado de cerca de 700 profissionais sem formação específica, houve um sombreamento de atribuições, já que este grupo atua diretamente na análise e concessão de benefícios”, diz o INSS, em nota.

    “Para garantir o pleno atendimento aos segurados e dar mais certeza aos servidores sobre suas atribuições, a minuta define competências exclusivas para os técnicos, mas estabelece uma regra de transição para os analistas que já realizam essas atividades. Dessa forma, a medida assegura a manutenção da força de trabalho e organiza as funções internas com segurança jurídica, sem risco de interrupção ou represamento dos serviços prestados à sociedade”, acrescenta.

    Pela minuta de decreto, os analistas ficariam com as atribuições ligadas à contabilidade pública do INSS, à formulação de políticas previdenciárias, ao controle e monitoramento e receitas e à avaliação social em programas de reabilitação profissional.

    O Ministério da Previdência Social informou que recebeu a proposta e vai debatê-la no âmbito do Comitê Gestor da Carreira do Seguro Social, criado em outubro do ano passado. Os integrantes do colegiado foram nomeados no último dia 22 de janeiro de 2026.

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  • Avalanche na Califórnia deixa 10 esquiadores desaparecidos

    Avalanche na Califórnia deixa 10 esquiadores desaparecidos

    Grupo foi atingido na região de Castle Peak, na Serra Nevada, durante forte tempestade de inverno. Seis pessoas sobreviveram e aguardam resgate, enquanto equipes de emergência atuam sob risco elevado de novas avalanches

    Dez esquiadores estão desaparecidos após uma avalanche atingir um grupo na região de Castle Peak, na Serra Nevada, no norte da Califórnia, em meio a uma forte tempestade de inverno que atinge o estado.

    De acordo com o Departamento do Xerife do Condado de Nevada, a avalanche foi registrada por volta do meio-dia de terça-feira. O grupo era formado por 16 pessoas, incluindo quatro guias. Seis conseguiram sobreviver e aguardam resgate no local, enquanto dez seguem desaparecidas.

    As buscas mobilizam 46 equipes de emergência, que atuam com esquis e veículos de neve. Segundo o capitão Russell Greene, as operações avançam com cautela devido ao risco elevado de novas avalanches.

    “Levamos máquinas de neve, motos de neve e equipes esquiando. Estamos usando diferentes estratégias para chegar até eles. Será um processo lento e cuidadoso”, afirmou à emissora local KCRA-TV.

    Os seis sobreviventes mantêm contato com as autoridades por meio de dispositivos de emergência capazes de enviar mensagens de texto. Eles foram orientados a buscar abrigo e improvisaram uma proteção com lona enquanto aguardam o resgate.

    “Eles estão fazendo o melhor possível. Encontraram um local mais protegido, montaram um abrigo improvisado e aguardam ajuda”, disse Greene.

    Antes do incidente, o Centro de Avalanches da Serra Nevada já havia emitido alerta para risco elevado na região, válido até a manhã de quarta-feira. O aviso indicava possibilidade de grandes avalanches em áreas remotas durante a noite.

    A Califórnia enfrenta uma sequência de tempestades, com chuvas intensas e grande volume de neve nas áreas mais altas. Na região do Lago Tahoe, próxima ao local da avalanche, foram registrados entre 60 e 90 centímetros de neve nas últimas 36 horas, segundo Brandon Schwartz, diretor do Sierra Avalanche Center. A neve continuava a cair em ritmo intenso.

    Diversas estações de esqui no entorno do Lago Tahoe foram fechadas total ou parcialmente por causa das condições extremas. Autoridades de outros condados também reforçaram as buscas pelos desaparecidos.
     
     

     

    Avalanche na Califórnia deixa 10 esquiadores desaparecidos

  • PT já moveu ação para impedir homenagem a presidenciáveis do PSDB no Carnaval

    PT já moveu ação para impedir homenagem a presidenciáveis do PSDB no Carnaval

    Em fevereiro de 2006, o então líder da bancada dos vereadores do PT em São Paulo, Arselino Tatto, apresentou ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) uma ação popular com um pedido de liminar. O objetivo era impedir que a escola de samba Leandro de Itaquera, da zona leste da cidade, desfilasse com um carro que homenagearia o atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), que à época era governador de São Paulo pelo PSDB, e o tucano José Serra, que era o prefeito da capital. Ambos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Vinte anos antes de a Acadêmicos de Niterói entrar na Sapucaí com um enredo em homenagem ao presidente Lula (PT), o PT entrava na Justiça para tentar impedir o desfile em São Paulo com homenagem a pré-candidatos do PSDB à Presidência. A ação era similar à movida no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por partidos de oposição, que prometem novas medidas judiciais para contestar a legalidade do desfile.

    Em fevereiro de 2006, o então líder da bancada dos vereadores do PT em São Paulo, Arselino Tatto, apresentou ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) uma ação popular com um pedido de liminar. O objetivo era impedir que a escola de samba Leandro de Itaquera, da zona leste da cidade, desfilasse com um carro que homenagearia o atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), que à época era governador de São Paulo pelo PSDB, e o tucano José Serra, que era o prefeito da capital. Ambos eram possíveis candidatos do PSDB à presidência na eleição de 2006.

    Bonecos gigantes dos dois políticos iriam compor um dos carros alegóricos da agremiação cujo presidente, Leandro Alves Martins, já havia sido candidato derrotado do PSDB a vereador em 2004.

    O enredo abordaria uma das principais vitrines eleitorais de Alckmin –as obras de rebaixamento da calha do Tietê. O rio já havia sido tema da Leandro nos anos 1990, mas a escola resolveu fazer uma repetição com “roupagem” diferenciada.

    Em sua ação judicial, Tatto alegou que a homenagem configuraria “promoção pessoal de políticos e autoridades”.

    O pedido de liminar foi negado pela juíza Márcia Cardoso, da 11ª Vara da Fazenda Pública. A magistrada argumentou que a alegação estava amparada em presunções e não poderia “se sobrepor ao princípio de liberdade de expressão artística”.

    No dia do desfile, os bonecos gigantes de Alckmin e Serra vieram logo atrás de um carro que representava a parada do orgulho gay. A Leandro de Itaquera foi rebaixada naquele ano.

    O desfile voltou a ser alvo do PT meses depois após a Folha revelar que o banco estadual Nossa Caixa havia pago R$ 1,5 milhão à Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo, a título de patrocínio. Esse gasto havia superado o investimento de R$ 1,2 milhão com a campanha publicitária para divulgar os resultados do banco em 2005.

    Cem funcionários da Nossa Caixa teriam desfilado no Carnaval com fantasias doadas pela Leandro de Itaquera. Na passarela, eles ajudaram a engrossar o coro do samba-enredo sobre as obras do rio Tietê realizadas por Alckmin.

    Procurado pela Folha, o ex-vereador Arselino Tatto afirmou que as situações de 2006 e deste ano são diferentes. Segundo ele, no caso da Leandro de Itaquera ocorreu o envolvimento direto de tucanos nas escolhas da escola de samba, enquanto no caso da Acadêmicos de Niterói não houve qualquer interferência do governo federal ou de Lula nas decisões da agremiação.

    “O Lula procurou a CGU [Controladoria-Geral da União], foi perguntar, se informou direitinho. O partido estava discutindo os prós e contras, e a partir do momento em que tivemos uma garantia jurídica de que estava tudo bem, ok, e foi bonito”, disse Tatto.

    PT já moveu ação para impedir homenagem a presidenciáveis do PSDB no Carnaval

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  • Congresso do Peru derruba presidente e declara cargo vago às vésperas das eleições

    Congresso do Peru derruba presidente e declara cargo vago às vésperas das eleições

    O novo presidente vai ser escolhido nesta quarta-feira (18), às 16h (horário de Brasília).

    DOUGLAS GAVRAS
    BUENOS AIRES, ARGENTINA (CBS NEWS) – O Congresso do Peru aprovou nesta terça-feira (17) uma moção para destituir o presidente interino José Jerí. Ele era o oitavo presidente em dez anos e era alvo de duas investigações de suposto tráfico de influência.

    O novo presidente vai ser escolhido nesta quarta-feira (18), às 16h (horário de Brasília).

    Ele assumiu a Presidência em 10 de outubro passado, substituindo Dina Boluarte, que foi destituída por incapacidade para continuar no cargo.
    A decisão ocorre em um momento delicado para o país, com eleições gerais marcadas para 12 de abril.

    O presidente interino do Congresso, Fernando Rospigliosi, havia anunciado que são 115 os congressistas habilitados a votar, sendo que a maioria necessária para aprovação da censura é de 58 votos.
    Do lado de fora do Congresso, manifestantes pediam a destituição do presidente, acusando-o de má conduta.

    Jerí nega ter cometido qualquer crime e afirma ter moral suficiente para permanecer no comando do país até as próximas eleições.

    O Congresso necessitava de uma maioria simples para aprovar a censura e em seguida apontar um novo presidente do Legislativo para assumir interinamente o posto de presidente do país.

    A aprovação rápida pela censura está ligada à campanha eleitoral, que já conta com mais de 30 candidatos presidenciais.

    O candidato Rafael López Aliaga (Renovação Popular) pressionava pela renúncia de Jerí, enquanto o embaixador dos Estados Unidos em Lima, Bernie Navarro, defendeu a continuidade do governo, afirmando que a mudança frequente de presidentes não é normal.

    Jerí teve um início promissor, mas sua popularidade caiu para 37% devido às investigações que envolvem supostas atividades de tráfico de influência.

    Essas investigações começaram após um encontro secreto com um empresário e se ampliaram com alegações de sua interferência em contratações no governo.

    Relembre os presidente do Peru desde 2016
    – Ollanta Humala (jul.11-jul.16) Ultimo líder peruano a concluir o mandato
    – Pedro Pablo Kuczynski (jul.16-mar.18) Eleito em 2016, renunciou antes de ser destituído por denúncias de corrupção
    – Martín Vizcarra (mar.18-nov.20) Foi vice de PPK, destituído pelo Congresso por denúncias de corrupção
    – Manuel Arturo Merino (10.nov.20-15.nov.20) Era presidente do Congresso, renunciou por falta de apoio
    – Francisco Sagasti (nov.20-jul.21) Presidia o Congresso, assumiu para completar mandato
    – Pedro Castillo (jul.21-dez.22) Eleito em 2021, foi destituído ao tentar um autogolpe
    – Dina Boluarte (dez.22-out.25) Foi vice de Castillo, deposta pelo Congresso por ‘incapacidade moral’
    – José Jeri (out.25-fev.26) Presidia o Congresso, deve completar mandato até as eleições de 2026

    Congresso do Peru derruba presidente e declara cargo vago às vésperas das eleições

  • Ordem de Moraes para apurar vazamento de dados dos ministros sofre críticas no Congresso e STF

    Ordem de Moraes para apurar vazamento de dados dos ministros sofre críticas no Congresso e STF

    O ministro se tornou relator da investigação ao atrelar as suspeitas ao Inquérito das Fake News, aberto em 2019 para investigar ataques de bolsonaristas à corte.

    JOSÉ MARQUES
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A autorização do ministro Alexandre de Moraes para a operação que investiga o vazamento de dados da Receita Federal de ministros e de seus familiares foi alvo de críticas no Congresso Nacional e no próprio STF (Supremo Tribunal Federal).

    O ministro se tornou relator da investigação ao atrelar as suspeitas ao Inquérito das Fake News, aberto em 2019 para investigar ataques de bolsonaristas à corte.
    A operação desta terça-feira (17) se soma a outras investigações determinadas por Moraes dentro do mesmo inquérito e que têm o próprio ministro como uma das possíveis vítimas de atos sob suspeita.

    Ao menos um ministro do Supremo ouvido pela Folha discorda da maneira com que Alexandre de Moraes conduziu a investigação.

    Sob reserva, ele diz que, tecnicamente, a operação não poderia ser uma diligência dentro do Inquérito das Fake News. Para esse ministro, deveria ter sido aberto um inquérito próprio a partir de um pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), e caberia ao presidente da corte, Edson Fachin, decidir se o procedimento deveria ser ou não distribuído livremente entre os integrantes do tribunal.

    Outro ministro consultado pela reportagem, porém, apoiou a operação e viu uma resposta eficiente de Moraes às possíveis irregularidades.

    A ação também sofreu críticas no Congresso. O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) disse nas redes sociais que Moraes “abriu inquérito por conta própria para proteger interesses pessoais e de familiares, usando o STF como escudo”. “Isso não é justiça, é abuso de poder. Juiz não pode ser vítima, investigador e julgador ao mesmo tempo”, afirmou.

    O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que “combater vazamentos e venda de dados sigilosos é importante, mas não deve servir como cortina de fumaça para ocultar patrimônios injustificados ou crimes praticados por figuras importantes da República”.

    O rastreamento de possíveis quebras de sigilo se encaixa no contexto da crise institucional entre os Poderes e órgãos públicos provocada pela quebra e liquidação do Banco Master.

    A família de Moraes entrou em foco no noticiário após o jornal O Globo revelar que o Banco Master contratou a firma de sua mulher, Viviane Barci, por 36 meses a partir do início de 2024, com pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões.

    No começo do ano, a Folha revelou que a família do ministro Dias Toffoli era uma das donas do resort Tayayá, no Paraná, e teve como sócio um fundo de investimentos conectado à teia usada pelo Master em fraudes investigadas por autoridades.
    Mais tarde, Toffoli admitiu que era um dos sócios dessa empresa familiar.

    Nas últimas semanas, uma ala de integrantes do STF se queixou da postura do governo Lula (PT) na crise que levou à saída de Toffoli da função de relator de inquéritos sobre o Master, após as revelações sobre a relação do ministro.

    Os magistrados fizeram chegar ao Palácio do Planalto a avaliação de que a Polícia Federal teria agido fora da lei e de que petistas tentam explorar o caso politicamente. Eles criticaram, sobretudo, o material entregue pela PF a Fachin que aponta conexões entre Toffoli e Daniel Vorcaro, proprietário do Master.

    Os alvos da operação desta terça atuavam na Receita. De acordo com nota do Supremo, são suspeitos de vazamento de dados Luiz Antônio Martins Nunes (servidor do Serpro, empresa estatal de processamento de dados, que estava cedido ao Fisco), Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes.

    A operação aconteceu depois de a Receita fazer um rastreamento nos seus sistemas sobre os dados de cerca de 100 pessoas por determinação de Moraes. Na lista, constavam pais, filhos, irmãos e cônjuges dos dez ministros da corte.

    Em nota, o STF afirmou que as investigações iniciais demonstram a existência de “bloco de acessos cuja análise, pelas áreas responsáveis, não identificou justificativa funcional”. As defesas dos investigados não foram localizadas pela reportagem.

    Ordem de Moraes para apurar vazamento de dados dos ministros sofre críticas no Congresso e STF

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  • Ivete Sangalo é flagrada dormindo na cadeira de maquiagem durante o Carnaval

    Ivete Sangalo é flagrada dormindo na cadeira de maquiagem durante o Carnaval

    Ivete contou ao GloboNews, responsáveis por flagrarem a cena, que fechou os olhos para se arrumar, mas o cochilo acabou durando cerca de uma hora e meia.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após mais um dia intenso no comando da folia, Ivete Sangalo foi flagrada dormindo na cadeira de maquiagem antes de mais um compromisso de Carnaval. A cena mostra a cantora sendo produzida enquanto recuperava o sono perdido e se preparava para mais um dia de shows no Carnaval.

    Ivete contou ao GloboNews, responsáveis por flagrarem a cena, que fechou os olhos para se arrumar, mas o cochilo acabou durando cerca de uma hora e meia.
    “Eu não [durmo fácil]. Mas estava só o pó da rabiola ali. Eu fiz o Camarote Villa no dia anterior, o show acabou às 3h05 da manhã. Quando eu fui deitar era umas 4h30, e 8h eu tava de pé”, relatou ao canal. “Eu falei: ‘Marquito, se eu fechar o olho um pouquinho aqui…’ Eu fechei e fiquei 1h30 ali dormindo. Acordei zero.”

    A pausa relâmpago aconteceu em meio à rotina intensa de apresentações, camarotes e compromissos típicos da festa. Durantes os dias do Carnaval, Ivete se apresentou em diferentes blocos e diferentes eventos em Salvador. Nesta terça (17), a cantora marca presença no Pipoca de Veveta, no Campo Grande, e no camarote Salvador.

    Ivete Sangalo é flagrada dormindo na cadeira de maquiagem durante o Carnaval

  • Empresário bilionário de gigante da hospitalidade tenta se aproximar de Nicole Kidman

    Empresário bilionário de gigante da hospitalidade tenta se aproximar de Nicole Kidman

    De acordo com fontes ouvidas pelo portal, os dois não estão namorando. Eles teriam amigos em comum e já se encontrado duas vezes em eventos em grupo, mas ainda não houve encontros a sós. Mesmo assim, Salem estaria deixando claro em seu círculo social que vê a estrela australiana com interesse.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O empresário bilionário Paul Salem, presidente do conselho da MGM Resorts International, conglomerado de resorts e entretenimento, estaria interessado em Nicole Kidman. Segundo informações publicadas pelo site TMZ, o executivo tem manifestado a pessoas próximas o desejo de se aproximar da atriz vencedora do Oscar.

    De acordo com fontes ouvidas pelo portal, os dois não estão namorando. Eles teriam amigos em comum e já se encontrado duas vezes em eventos em grupo, mas ainda não houve encontros a sós. Mesmo assim, Salem estaria deixando claro em seu círculo social que vê a estrela australiana com interesse.

    Já Nicole estaria solteira e sem se envolver com ninguém no momento. A atriz oficializou em janeiro o divórcio de Keith Urban, com quem foi casada desde 2006 e teve duas filhas, hoje com 17 e 15 anos. A separação ocorreu em junho do ano passado. Já Salem se divorciou de Navyn Salem em 2021 e mantém a vida pessoal longe dos holofotes, concentrando-se nos negócios e na atuação no setor de private equity.

    Empresário bilionário de gigante da hospitalidade tenta se aproximar de Nicole Kidman

  • Stephen Colbert diz que CBS censurou entrevista com democrata no Late Show

    Stephen Colbert diz que CBS censurou entrevista com democrata no Late Show

    A programação foi alterada após a emissora manifestar receio de que a entrevista pudesse violar diretrizes do governo Donald Trump sobre igualdade de tempo para candidatos políticos. O entrevistado era James Talarico, candidato democrata ao Senado pelo estado do Texas.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O apresentador Stephen Colbert afirmou que o departamento jurídico da CBS vetou a exibição de uma entrevista com um candidato democrata, que estava programada para ir ao ar no episódio desta segunda (16) do “The Late Show”.

    A programação foi alterada após a emissora manifestar receio de que a entrevista pudesse violar diretrizes do governo Donald Trump sobre igualdade de tempo para candidatos políticos. O entrevistado era James Talarico, candidato democrata ao Senado pelo estado do Texas.

    “Então me disseram, em termos um tanto incertos, que eu não só não poderia tê-lo no programa, como também não poderia mencionar o fato de não tê-lo no programa. E como minha emissora claramente não quer que falemos sobre isso, vamos falar sobre isso”, disse Colbert durante o programa.

    Nos Estados Unidos, as emissoras de televisão e rádio licenciadas são obrigadas a dar tempo igual aos candidatos políticos, mas essa regra tradicionalmente não se aplica aos programas de entrevistas. Entretanto, em janeiro, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) emitiu novas diretrizes alertando os apresentadores de programas noturnos e diurnos sobre a necessidade de respeitar a regra.

    “Talvez você já tenha ouvido falar da chamada ‘regra do tempo igual’, certo? É uma regra antiga da FCC que se aplica apenas ao rádio e à televisão aberta –não à TV a cabo ou ao streaming– que diz que se um programa tiver um candidato no ar durante uma eleição, ele também precisa ter todos os oponentes desse candidato. Há muito tempo existe uma exceção para essa regra, uma exceção para entrevistas jornalísticas e entrevistas em programas de entrevistas com políticos. Isso é crucial”, disse.

    Crítico do presidente americano, Colbert usou a situação para alfinetar Trump. “Vamos chamar as coisas pelo nome: o governo de Donald Trump quer silenciar qualquer um que diga algo ruim sobre ele na TV, porque tudo o que Trump faz é assistir TV, ok? Ele é como uma criança pequena que passa muito tempo em frente à tela. Ele fica irritado e depois faz cocô na fralda.”

    A única comissária democrata da FCC, Anna Gomez, afirmou que o caso é mais um exemplo “preocupante de capitulação corporativa” do órgão em censurar e controlar a liberdade de expressão.

    “A FCC não tem autoridade legal para pressionar emissoras para fins políticos ou para criar um clima que reprima a liberdade de expressão. A CBS está totalmente protegida pela primeira emenda para determinar quais entrevistas exibe, o que torna sua decisão de ceder à pressão política ainda mais decepcionante”, divulgou em nota.

    Colbert viu seu talk show ser cancelado abruptamente em julho de 2025. A emissora CBS justificou motivos financeiros para a decisão. O fato, entretanto, gerou críticas, já que o anúncio foi feito pouco depois que a Paramount, dona do canal, chegou a um acordo com Trump para pagar US$ 16 milhões num processo em que o republicano os acusava de terem manipulado uma entrevista com sua adversária nas últimas eleições, Kamala Harris.

    O cancelamento do talk show foi celebrado por Trump nas redes sociais. “Eu absolutamente adorei que Colbert foi demitido”, publicou ele em sua página na Truth Social, à época.

    Meses após o anúncio do fim do programa, Stephen Colbert venceu o Emmy, principal premiação da televisão mundial, na categoria de melhor talk show. “E às vezes você só percebe que realmente ama algo quando está a ponto de perdê-lo”, disse.

    “Dez anos depois, em setembro de 2025, eu nunca amei o meu país tão desesperadamente. Deus abençoe os Estados Unidos. Fiquem fortes, sejam corajosos e se o elevador tentar te levar para baixo, seja louco e soque o botão de um andar mais alto”, finalizou o apresentador, sob aplausos.

    Stephen Colbert diz que CBS censurou entrevista com democrata no Late Show

  • Vinicius Jr. denuncia racismo de rival argentino em vitória do Real sobre o Benfica

    Vinicius Jr. denuncia racismo de rival argentino em vitória do Real sobre o Benfica

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A partida de ida do playoff da Champions League entre Benfica e Real Madrid foi interrompida por alguns minutos nesta terça-feira (17), em Lisboa, após o atacante Vinicius Junior denunciar ter sido alvo de insultos racistas do argentino Gianluca Prestianni. O time espanhol venceu por 1 a 0.

    O brasileiro marcou o único gol do jogo aos cinco minutos do segundo tempo, com um chute de direita, e na comemoração provocou torcedores no Estádio da Luz.

    A reação gerou discussão com jogadores do Benfica e resultou em cartão amarelo aplicado pelo árbitro francês François Letexier.

    Antes da retomada da partida, Vinicius se dirigiu ao árbitro e apontou para Prestianni ao relatar o episódio. Letexier interrompeu o jogo por alguns minutos, mas determinou o reinício sem aplicar outras sanções disciplinares.

    Na reta final do jogo, o brasileiro também foi alvo de objetos atirados pela torcida do Benfica enquanto tentava cobrar um escanteio.

    As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo dia 25, na Espanha.

    Vinicius Jr. denuncia racismo de rival argentino em vitória do Real sobre o Benfica

  • Miley Cyrus participará de especial de 20 anos de 'Hannah Montana'

    Miley Cyrus participará de especial de 20 anos de 'Hannah Montana'

    “‘Hannah Montana’ sempre fará parte de quem eu sou. O que começou como um programa de televisão se tornou uma experiência compartilhada que moldou minha vida e a de tantos fãs, e serei eternamente grata por essa conexão”, afirmou Cyrus à Variety.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Miley Cyrus participará de um programa de homenagem aos vinte anos de “Hannah Montana”, seriado da Disney em que ela interpreta uma cantora e que ajudou a artista a consolidar sua carreira. Previsto para 24 de março, a atração do Disney+ trará uma entrevista com Cyrus sobre o programa, gravada com plateia ao vivo e apresentada por Alex Cooper.

    “‘Hannah Montana’ sempre fará parte de quem eu sou. O que começou como um programa de televisão se tornou uma experiência compartilhada que moldou minha vida e a de tantos fãs, e serei eternamente grata por essa conexão”, afirmou Cyrus à Variety.

    “O fato de ainda significar tanto para as pessoas todos esses anos depois é algo de que me orgulho muito. Este ‘Hannahversário’ é minha maneira de celebrar e agradecer aos fãs que estiveram ao meu lado por 20 anos”, adicionou ela.

    “Hannah Montana” teve o seu lançamento em 2006 e contou com quatro temporadas. Indicada ao Emmy de melhor programa infantil quatro vezes, a atração deu origem a diversos jogos e produtos, além de um filme-concerto e o longa-metragem “Hannah Montana: O Filme”, lançado em 2009.

    Miley Cyrus participará de especial de 20 anos de 'Hannah Montana'