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  • Ministro de Lula diz que 'taxa das blusinhas' foi erro e que elo Flávio-Master vai para campanha

    Ministro de Lula diz que 'taxa das blusinhas' foi erro e que elo Flávio-Master vai para campanha

    José Guimarães afirmou que a “taxa das blusinhas” foi um erro do governo e disse que o escândalo envolvendo o Banco Master estará no debate eleitoral de 2026 após revelações sobre a relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro

    (CBS NEWS) – A chamada “taxa das blusinhas” foi um erro do governo, e o escândalo do Banco Master estará na pauta do PT na campanha presidencial diante das relações agora conhecidas entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, segundo José Guimarães (PT), ministro das Relações Institucionais e articulador político do presidente Lula.

    Em entrevista à Folha de S.Paulo, Guimarães rebateu críticas da oposição sobre o alegado caráter eleitoreiro do “pacote de bondades” anunciado pelo Planalto, incluindo a derrubada da “taxa das blusinhas” que estava em vigor desde 2024.

    Lembrando que Flávio negava qualquer contato com Vorcaro até a aparição de áudio em que pede dinheiro ao ex-banqueiro, o ministro disse que “o país precisa ser passado a limpo”.

    “Defendemos o devido processo legal: quem fez paga a conta. O eleitor será mais criterioso e avaliará o caráter dos candidatos. A imagem do Flávio como ‘moderno e ético’ ruiu; o rei está nu e será difícil ele se vestir novamente.”

    Conforme mensagens relevadas pelo Intercept Brasil, Flávio pediu a Vorcaro dinheiro para financiar o filme “Dark Horse” (“azarão”, em inglês), sobre a vida do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O valor combinado seria de R$ 134 milhões, dos quais R$ 61 milhões foram efetivamente pagos à produção.

    RELAÇÃO COM CONGRESSO

    Guimarães tomou posse em abril, após ser escolhido por Lula para assumir o cargo de chefe da Secretaria de Relações Institucionais devido à saída de Gleisi Hoffmann (PT) para disputar as eleições ao Senado pelo Paraná.

    Assumiu com acenos a parlamentares, dizendo que “não tem governo que dê certo que não tenha diálogo com o Congresso”.

    Agora, afirma que “faltou estratégia política da nossa parte no Congresso para lidar com casos como a CPMI do INSS”, que envolveu Lulinha, filho do presidente da República, mas diz que “a situação está voltando à normalidade”, apesar da derrota histórica sofrida por Lula no Senado no final do mês passado, com a rejeição da indicação de Jorge Messias para ocupar uma vaga de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).

    Guimarães abordou o escândalo do Master ao responder se o governo se apressou para suspender a “taxa das blusinhas” por temer que uma iniciativa dessa natureza partisse do Congresso. A MP (Medida Provisória) zerando a cobrança federal foi assinada na semana passada.

    “Não importa de onde nasce a iniciativa, o que importa é o mérito. O que não queremos é que culpas que não são do governo caiam no nosso colo, como o caso do Banco Master. Não se pode sustentar uma candidatura com mentiras”, disse o ministro em alusão ao fato de Flávio ter negado relacionamento com Vorcaro.

    Guimarães rechaçou motivação eleitoreira para o fim do tributo federal sobre compras internacionais de até US$ 50 (R$ 245 em valores de hoje).
    “A ‘taxa das blusinhas’ não deveria ter sido feita e eu me penitencio porque eu era líder do governo no Congresso”, afirmou.

    ‘PACOTE DE BONDADES’

    O ministro listou as demais medidas do chamado “pacote de bondades”, que inclui a subvenção da gasolina e o Novo Desenrola, adotadas para redução de endividamento das famílias e contenção de alta de preços, “visando uma economia sem sobressaltos antes do processo eleitoral”.

    “O pacote não é eleitoral, mas o necessário para aquecer a economia e proteger os trabalhadores brasileiros dos impactos da guerra entre [o presidente dos Estados Unidos, Donald] Trump e o Irã nos combustíveis e tirar um pouco do sufoco que as famílias estão sofrendo com o endividamento. O país não deixa de ter governo por causa do período eleitoral.”

    O ministro argumentou que a taxação das importações foi incluída no Congresso por um deputado do PP, durante a tramitação do projeto do programa automotivo Mover. Mas admitiu ter sido um erro o Planalto ter embarcado na cobrança. À época, um dos motivos elencados era a proteção e geração de empregos nacionais.

    Um dos principais defensores da revogação dentro do governo, Guimarães afirmou que a extinção da cobrança foi produto de um processo de convencimento que consumiu cerca de um mês. A oposição alardeia que o Planalto apenas se antecipou a um movimento que estava sendo ensaiado no Congresso, com capacidade para desgastar Lula às vésperas da eleição.

    “A emenda que isentou compras até US$ 50 foi votada por unanimidade, mas impactou as famílias de baixa renda que compram itens básicos como capinhas de celular e canetas. Por isso, foi necessário desonerar o consumidor”, justificou.

    “Ela atingiu setores populares e classe média baixa, e o impacto na arrecadação era mínimo. Foi uma medida que não deveria ter sido feita e eu me empenhei para reverter, pois prejudicava as famílias.”

    Guimarães minimizou o impacto das medidas para as contas públicas, afirmando que tudo isso foi feito “sem mexer nas regras fiscais ou desarranjo fiscal”.

    Ministro de Lula diz que 'taxa das blusinhas' foi erro e que elo Flávio-Master vai para campanha

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  • Convocação de Neymar surpreende a imprensa internacional

    Convocação de Neymar surpreende a imprensa internacional

    (FOLHAPRESS) – A imprensa internacional repercutiu com surpresa a convocação de Neymar para a Copa do Mundo 2026. O técnico Carlo Ancelotti anunciou na tarde desta segunda-feira (18) os 26 jogadores que vão defender a seleção brasileira no mundial –entre eles, o atacante santista de 34 anos, que disputará o torneio pela quarta vez.

    O “The New York Times” contrapôs a escolha do técnico à ausência de Neymar em jogos da seleção brasileira desde outubro de 2023. O jornal classificou a exclusão do atacante João Pedro como a mais significante.

    O jornal espanhol “As” tratou a escolha de Ancelotti como uma “bomba mundial”, além de classificar a presença de Neymar e Endrick como uma recompensa para o presente e o futuro do Brasil. “A polêmica está servida”, escreveu.

    O conterrâneo “Marca” foi menos efusivo ao dizer que a incerteza chegou ao fim com o anúncio do atacante para defender a seleção brasileira.

    Na mesma linha, o português “A Bola” demonstrou surpresa com Neymar entre os 26 nomes de Ancelotti e destacou a ausência de Thiago Silva, do Porto -que não disputa uma partida pelo Brasil desde 2022.

    Na Itália, a “Gazzetta dello Sport” repercutiu a euforia e a festa que tomou conta do auditório onde o anúncio de Neymar foi realizado. Também enfatizou a entrada do atacante para o “grupo seleto” de nove jogadores que disputaram quatro Copas do Mundo com a camisa verde e amarelo.

    Conheça os 26 jogadores que vão representar o Brasil no Mundial que acontecerá no Canadá, Estados Unidos e México. O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026; veja os adversários!

    Agência Brasil | 23:00 – 18/05/2026

    Convocação de Neymar surpreende a imprensa internacional

  • Flávio Bolsonaro lidera rejeição após áudio com Vorcaro, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

    Flávio Bolsonaro lidera rejeição após áudio com Vorcaro, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

    Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra que senador ultrapassou Lula no índice de rejeição após divulgação de áudio em que pede dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar filme sobre Jair Bolsonaro. Levantamento aponta ainda crescimento do temor entre eleitores diante de eventual vitória do parlamentar

    O senador Flávio Bolsonaro (PL) passou a ser o pré-candidato à Presidência numericamente mais rejeitado após a divulgação do áudio em que pede dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, de acordo com pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19).

    O porcentual de entrevistados que disseram não votar nele “de jeito nenhum” saiu de 49,8% em abril para 52% em maio. Lula, que até então liderava o ranking, oscilou de 51% para 50,6%.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é rejeitado por 49,1% dos entrevistados, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), cotada para substituir o enteado na corrida presidencial, aparece com 45,6%.

    Na sequência, estão os pré-candidatos Romeu Zema (Novo), com 42,2%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 38%. Renan Santos (Missão) registra a menor rejeição numérica: 37,8%.

    A maior parte dos eleitores, 47,4%, afirmou que o cenário que mais lhes causa medo é a possibilidade da eleição de Flávio Bolsonaro. Outros 40,5% responderam que temem a reeleição de Lula, enquanto 11% disseram que ambos os resultados preocupam igualmente.

    Há um mês, havia empate técnico no limite da margem de erro: 47,3% diziam temer a reeleição do petista e 45,4% a eleição do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 7,2% temiam ambos os cenários.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 18 de maio. As entrevistas começaram no mesmo dia em que o site The Intercept divulgou o áudio em que Flávio pede dinheiro a Vorcaro para financiar um filme sobre o pai.

    A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos. Foram aplicados questionários pela internet a 5.032 brasileiros com 16 anos ou mais, selecionados pela metodologia de recrutamento digital aleatório utilizada pelo instituto. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06939/2026.

    Flávio Bolsonaro lidera rejeição após áudio com Vorcaro, aponta pesquisa Atlas/Bloomberg

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  • Irã avalia abrir Hormuz sem dar passagem para os EUA, diz porta-voz

    Irã avalia abrir Hormuz sem dar passagem para os EUA, diz porta-voz

    Esmaeil Baqaei afirmou que o Irã prepara regras para reabrir o estreito de Hormuz, mas quer barrar navios dos EUA, de Israel e de países aliados. Teerã também disse seguir negociando um acordo de paz mediado pelo Paquistão

    (CBS NEWS) – O Irã está desenhando um protocolo para permitir a passagem de embarcações pelo estreito de Hormuz, mas navios dos Estados Unidos, de Israel e de países que apoiaram a guerra não poderão trafegar pela via marítima. A informação foi dada por Esmaeil Baqaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano.

    Teerã vem bloqueando a passagem pelo estreito, por onde circulavam cerca de 20% do petróleo e do gás liquefeito consumidos no mundo, desde o início dos ataques dos EUA e de Israel, em 28 de fevereiro.

    Baqaei recebeu a reportagem da Folha na sede do ministério, na capital iraniana. Ele confirmou que o Irã continua participando das negociações de paz mediadas pelo Paquistão e afirmou que o país já enviou uma resposta às exigências americanas.

    A entrevista ocorreu em meio a um clima de tensão dentro do governo iraniano, diante da expectativa de uma retomada dos ataques dos EUA e de Israel.

    Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que adiaria uma ofensiva militar contra o Irã prevista para esta terça-feira (19), após pedidos de líderes de países do Golfo.

    Trump acrescentou, porém, que Washington segue pronto para realizar um “ataque em larga escala, a qualquer momento, caso um acordo aceitável não seja alcançado”.

    Questionado sobre o futuro do estreito de Hormuz, Baqaei afirmou que a passagem estava aberta antes do início do conflito.

    “Então, toda a comunidade internacional deve entender que os Estados Unidos são os responsáveis pela situação atual no Golfo Pérsico e no estreito de Hormuz”, declarou.

    Segundo ele, o Irã, como país costeiro ao lado de Omã, pretende garantir a passagem segura de navios sem comprometer sua soberania e segurança nacional.

    “Estamos trabalhando em um protocolo, um mecanismo para garantir a passagem segura das embarcações e, ao mesmo tempo, assegurar que as preocupações relacionadas à segurança do Irã sejam devidamente consideradas”, afirmou.

    Após a entrevista, autoridades iranianas anunciaram a criação da Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico, órgão responsável por administrar o tráfego marítimo em Hormuz.

    Baqaei também afirmou que países considerados aliados dos EUA e de Israel poderão enfrentar restrições.

    “Os Estados costeiros têm o direito de adotar medidas para impedir a passagem de embarcações de países agressores. Os Estados Unidos, Israel e seus apoiadores, aqueles que foram cúmplices no crime de agressão, não podem ter permissão para atravessar o estreito de Hormuz”, declarou.

    Ao mesmo tempo, o porta-voz disse que Teerã mantém contato com diversos países para garantir a passagem segura de embarcações consideradas neutras.

    Sobre as negociações mediadas pelo Paquistão, Baqaei afirmou que o Irã exige o desbloqueio de ativos financeiros congelados no exterior, o fim das sanções americanas e o reconhecimento do direito iraniano ao uso pacífico de energia nuclear.

    “O que queremos não são exigências, mas direitos”, afirmou.

    Questionado sobre a possibilidade de transferir urânio enriquecido para um terceiro país, como defendem os EUA, o diplomata rejeitou a proposta.

    “Por que o Irã deveria transferir seus materiais para outro país? Se os Estados Unidos realmente estivessem preocupados com o caráter pacífico do programa nuclear iraniano, não teriam abandonado o acordo nuclear”, disse, referindo-se ao JCPOA, tratado assinado em 2015 e abandonado pelos EUA em 2018, durante o primeiro governo Trump.

    Baqaei afirmou ainda que o Irã permanece preparado para uma eventual retomada dos ataques.

    “Temos de estar preparados para todos os cenários, porque eles já demonstraram que não conhecem limites quando se trata de violar o direito internacional”, declarou.

    Segundo ele, as Forças Armadas iranianas responderiam “com toda a força” em caso de novos ataques.

    Ao comentar o papel do Brasil no conflito, o porta-voz afirmou que o país pode exercer influência diplomática importante por integrar o Brics e possuir histórico de atuação em negociações nucleares.

    “O Brasil teve uma experiência importante em 2010, ao lado da Turquia, tentando ajudar na questão nuclear iraniana”, afirmou.

    Sobre a China, Baqaei destacou a relação econômica entre os dois países e elogiou a atuação diplomática de Pequim na região.

    “A China desempenhou um papel muito importante ao tentar construir confiança no Oriente Médio. É isso que diferencia a China dos Estados Unidos”, disse.

    O porta-voz também comentou os impactos econômicos da guerra no Irã, incluindo inflação elevada e desvalorização da moeda.

    “Os iranianos aprenderam a resistir e a se tornar resilientes diante dessas ameaças e sanções”, afirmou.

    Segundo ele, o governo iraniano criou mecanismos para apoiar grupos vulneráveis e reduzir os impactos econômicos sobre a população.

    Baqaei ainda responsabilizou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pela escalada do conflito.

    “A opinião pública americana começa a perceber que o país foi arrastado para esta guerra por Netanyahu e pelos setores mais belicistas de Israel”, declarou.

    RAIO-X | Esmaeil Baqaei

    Formado em Direito, Baqaei é porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã desde 2024. Nascido em 1975, na cidade de Yazd, iniciou a carreira diplomática em 2001 e foi embaixador da República Islâmica do Irã na ONU entre 2018 e 2022.
     
     
     

    Irã avalia abrir Hormuz sem dar passagem para os EUA, diz porta-voz

  • Seleção de Ancelotti terá maior média de idade da história do Brasil em Copas

    Seleção de Ancelotti terá maior média de idade da história do Brasil em Copas

    (FOLHAPRESS) – Embora não seja o atleta com idade mais avançada convocado para defender a seleção brasileira em uma Copa do Mundo, o goleiro Weverton ajudou a elevar a média de idade da equipe definida por Carlo Ancelotti para representar o Brasil no Mundial sediado em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México.

    Aos 38 anos, o jogador do Grêmio puxa para cima a média etária do grupo em cerca de cinco meses. Com 28,7 anos de média, a seleção canarinho terá sua maior média de idade na história do país em Mundiais.

    A convocação de Ancelotti indica uma seleção menos voltada à renovação e mais apoiada na experiência. Dos 26 nomes definidos pelo treinador, 42,3% tem 30 anos ou mais. São 11 jogadores nessa faixa. Depois de Weverton, os mais velhos são Alex Sandro, de 35, Casemiro, Neymar e Danilo, todos com 34.

    Apesar da média elevada nesta edição, o jogador mais velho a defender o Brasil em uma Copa foi Daniel Alves, em 2022, aos 39 anos.

    Embora tenha renovado seu contrato até com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) até a próxima Copa do Mundo, Ancelotti deu pouco espaço a jovens promessas que poderiam aproveitar a edição deste ano para ganhar mais bagagem. Em sua lista, os mais jovens são Rayan, do Bournemouth, da Inglaterra, e Endrick, do francês Lyon, ambos com 19 anos.

    Junto com Wesley, da Roma, de 22 anos, os garotos formam um trio curioso, de atletas que não eram nem nascidos quando o Brasil conquistou seu último título mundial, em 2002, na Coreia e no Japão.

    A garotada escolhida por Ancelotti vive uma época que pode igualar aquele que é o maior jejum do Brasil sem conquistar uma Copa. Caso volte da América do Norte sem o troféu, completará 24 anos sem ganhar o torneio.

    Na Copa de 1994, a seleção brasileira atravessava cenário semelhante, com 24 anos sem conquistar um título. Na ocasião, porém, apenas um jogador convocado não tinha nascido na última Copa em que op país levantou a taça: o atacante Ronaldo, que estreou na seleção com 17 anos.

    Embora o lateral Cafu, o meia Leonardo e o zagueiro Márcio Santos tivessem 24 anos, todos nasceram alguns dias ou meses antes da conquista de 1970.
    A média de idade da seleção em 1994 foi de 27 anos, sendo o goleiro Gilmar Rinaldi o mais velho, com 35 anos.

    Demografia

    O Rio de Janeiro é a cidade com mais convocados da seleção, com Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Rayan. Na sequência, aparecem três cidades com dois jogadores cada: São Paulo (Gabriel Magalhães e Marquinhos), Brasília (Endrick e Igor Thiago) e João Pessoa (Bremer e Matheus Cunha).

    Endrick nasceu em Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal, enquanto Lucas Paquetá é natural da Ilha de Paquetá, localizada na Baía de Guanabara. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entretanto, considera esses dois locais respectivamente como Brasília e Rio de Janeiro.

    Conheça os 26 jogadores que vão representar o Brasil no Mundial que acontecerá no Canadá, Estados Unidos e México. O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026; veja os adversários!

    Agência Brasil | 23:00 – 18/05/2026

    Seleção de Ancelotti terá maior média de idade da história do Brasil em Copas

  • Polícia Federal transfere Daniel Vorcaro para cela comum

    Polícia Federal transfere Daniel Vorcaro para cela comum

    A Polícia Federal transferiu o ex-banqueiro Daniel Vorcaro para uma cela comum em Brasília após avanço das negociações da delação premiada. Investigadores cobram provas inéditas, recuperação de dinheiro e acusam o empresário de tentar proteger aliados no acordo

    (CBS NEWS) – A Polícia Federal decidiu transferir o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para uma cela comum na superintendência do órgão, em Brasília. Até então, Vorcaro estava preso na cela preparada para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente em prisão domiciliar.

    No fim do mês passado, a PF pediu ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça que Vorcaro fosse levado de volta para o Presídio Federal de Brasília, na área do Complexo Penitenciário da Papuda.

    O ex-banqueiro está na superintendência da PF desde 19 de março, quando indicou ao ministro a intenção de assinar um acordo de delação premiada.

    Como mostrou a coluna Mônica Bergamo, da Folha, o ministro afirmou a interlocutores com quem mantém diálogo frequente que não pretende homologar a proposta de delação nos termos em que ela se apresenta.

    O magistrado está descontente com o que considera omissões do ex-banqueiro e tentativas de proteger aliados em sua proposta de colaboração premiada. Os anexos da delação foram apresentados às autoridades no último dia 6.

    A posição manifestada pelo magistrado, no entanto, foi feita antes ainda da entrega dos documentos, com base em informações prévias que ele recebeu. A negociação do acordo é feita entre a defesa de Vorcaro, a PGR (Procuradoria-Geral da República) e a Polícia Federal.

    A defesa de Vorcaro foi procurada nesta segunda-feira (18), mas não quis se manifestar sobre a mudança de cela.

    O ex-banqueiro terá de apresentar provas inéditas e indicar a possibilidade de recuperação de valores obtidos de forma fraudulenta para conseguir que sua delação premiada seja aceita.

    Para que o acordo não seja enfraquecido, Vorcaro também deve se antecipar ao ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa. A expectativa é de que o termo de confidencialidade da delação premiada de Costa seja assinado até o fim desta semana.

    Costa está preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, desde o dia 8. Ele foi alocado no mesmo cômodo onde Bolsonaro cumpria pena antes da decisão do ministro Alexandre de Moraes que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente.

    Polícia Federal transfere Daniel Vorcaro para cela comum

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  • Belle Silva ironiza convocação após Thiago Silva ficar fora da Copa

    Belle Silva ironiza convocação após Thiago Silva ficar fora da Copa

    Influenciadora preparou uma festa em casa para acompanhar a lista da Seleção Brasileira de Futebol, mas reagiu com ironia nas redes sociais após Thiago Silva não ser convocado para a Copa do Mundo FIFA de 2026

    Belle Silva preparou uma verdadeira reunião em família para acompanhar a convocação da Seleção Brasileira de Futebol nesta segunda-feira (18), mas terminou o dia demonstrando decepção após o marido, Thiago Silva, ficar fora da lista final para a Copa do Mundo FIFA de 2026.

    Desde cedo, Belle compartilhou nas redes sociais os preparativos para receber amigos e familiares em casa durante o anúncio feito por Carlo Ancelotti.

    A influenciadora apareceu usando a camisa da Seleção Brasileira, mostrou a decoração temática e até colocou um laço verde e amarelo na cachorra da família. Em vídeos publicados ao longo do dia, ela contou que estava ansiosa para acompanhar a divulgação dos convocados.

    No entanto, o clima mudou após a confirmação de que Thiago Silva não estaria entre os nomes escolhidos para disputar o Mundial de 2026.

    Depois de quase uma hora sem publicar nada nas redes sociais, Belle voltou ao Instagram com uma mensagem em tom irônico.

    “Bon courage, Brésil”, escreveu ela em francês.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    A expressão é bastante utilizada na França e pode ser traduzida livremente como “boa sorte” ou “força”, sendo normalmente usada em situações que exigem coragem ou superação.

    A publicação rapidamente repercutiu entre torcedores nas redes sociais, com muitos internautas interpretando a mensagem como uma indireta pela ausência do zagueiro na convocação final da Seleção.

    Thiago Silva, de 41 anos, era apontado por parte da torcida como uma possível opção experiente para a defesa brasileira no torneio disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Belle Silva ironiza convocação após Thiago Silva ficar fora da Copa

  • João Pedro lamenta corte da Seleção após volta de Neymar à Copa

    João Pedro lamenta corte da Seleção após volta de Neymar à Copa

    Carlo Ancelotti anunciou na noite desta segunda-feira os 26 jogadores convocados pela Seleção Brasileira de Futebol para a disputa da Copa do Mundo FIFA de 2026. Entre os nomes confirmados, chamou atenção o retorno de Neymar e a ausência do atacante João Pedro, destaque do Chelsea na temporada europeia.

    Após ficar fora da lista, João Pedro usou as redes sociais para comentar a decisão e lamentou não ter conseguido realizar o sonho de disputar a Copa do Mundo.

    “Procurei dar o meu melhor o tempo todo. Infelizmente, não foi possível realizar esse sonho de defender meu país em uma Copa do Mundo, mas sigo tranquilo e focado, como sempre procuro estar. Alegrias e frustrações fazem parte do futebol. A partir de agora, desejo boa sorte para todos que estão lá e serei mais um torcedor para trazerem o hexa para casa”, escreveu o atacante.

    Conheça os 26 jogadores que vão representar o Brasil no Mundial que acontecerá no Canadá, Estados Unidos e México. O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026; veja os adversários!

    Agência Brasil | 23:00 – 18/05/2026

    A convocação de Ancelotti foi anunciada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e surpreendeu parte da imprensa e dos torcedores, especialmente pela ausência do atacante do Chelsea, autor de 20 gols na atual temporada.

    Questionado sobre a decisão, o treinador italiano explicou os critérios utilizados para definir a lista final.

    “Existem características individuais em cada jogador. Obviamente ficamos tristes pelo João Pedro porque, pela temporada que fez na Europa, provavelmente merecia estar nesta lista. Mas, infelizmente, com toda a consciência, respeito e competência possíveis, escolhemos outros jogadores”, afirmou Ancelotti.

    A ausência de João Pedro chamou ainda mais atenção porque o atacante vinha sendo presença frequente nas listas da Seleção desde a chegada de Ancelotti ao comando da equipe, há cerca de um ano.

    O jogador de 24 anos havia participado de três das cinco convocações feitas pelo treinador italiano nesse período.

    Curiosamente, há pouco mais de uma semana, João Pedro havia defendido publicamente o retorno de Neymar à Seleção Brasileira.

    “Quero o Neymar na Copa. Neymar é o Neymar. Assim como o Messi é para a Argentina, o Neymar é para o Brasil. Ele é meu ídolo. Nunca tive a oportunidade de jogar ao lado dele”, declarou o atacante em entrevista à TNT Sports.

    Dez dias depois, Neymar voltou oficialmente à lista da Seleção após longo período afastado e acabou ocupando uma vaga no setor ofensivo que muitos acreditavam poder ficar com João Pedro.

    Sem a convocação, o atacante do Chelsea encerrará sua temporada no próximo domingo, na partida contra o Sunderland, pela última rodada da Premier League.

    Confira os convocados do Brasil para a Copa do Mundo de 2026:

    Goleiros: Alisson Becker (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe) e Weverton (Grêmio);

    Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Roger Ibañez (Al-Ahli), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (Paris Saint-Germain) e Wesley (Roma);

    Meio-campistas: Bruno Guimarães (Newcastle United), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad) e Lucas Paquetá (Flamengo);

    Atacantes: Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth) e Vinícius Júnior (Real Madrid).
     
     
     

    João Pedro lamenta corte da Seleção após volta de Neymar à Copa

  • Elon Musk perde processo contra OpenAI e Sam Altman

    Elon Musk perde processo contra OpenAI e Sam Altman

    Júri federal dos Estados Unidos rejeitou as acusações de Elon Musk contra a OpenAI e Sam Altman. Processo expôs bastidores da disputa entre os antigos aliados e aprofundou a rivalidade no setor de inteligência artificial

    Elon Musk perdeu o processo movido contra a OpenAI e seu fundador, Sam Altman. O veredito final foi anunciado nesta segunda-feira, encerrando mais um capítulo da disputa entre os dois bilionários da tecnologia, que já foram aliados próximos.

    Após mais de duas horas de deliberação, um júri rejeitou as acusações apresentadas por Musk contra Altman e contra o presidente da OpenAI, Greg Brockman.

    O empresário acusava a OpenAI de tê-lo manipulado para doar US$ 38 milhões à organização e, posteriormente, transformar a empresa em uma estrutura com fins lucrativos sem seu consentimento. Segundo Musk, a OpenAI teria aceitado bilhões em investimentos da Microsoft e de outros investidores enquanto se afastava da proposta original sem fins lucrativos.

    O júri, formado por nove pessoas, concluiu que a ação apresentada por Musk não foi protocolada dentro do prazo previsto pela legislação.

    Em decisão unânime, o tribunal federal de Oakland, na Califórnia, afirmou que não havia fundamentos suficientes para sustentar as acusações feitas pelo dono da Tesla e da SpaceX, segundo informações da Reuters.

    Após o resultado, a defesa de Musk afirmou que ainda poderá recorrer da decisão. A juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers, porém, indicou que uma reversão pode ser difícil.

    “Existe uma quantidade substancial de provas que sustentam a decisão do júri e foi por isso que eu estava preparada para arquivar o caso imediatamente”, afirmou a magistrada.

    O julgamento terminou após 11 dias de depoimentos, período em que a credibilidade tanto de Musk quanto de Altman foi constantemente questionada.

    As duas defesas acusaram o lado oposto de estar mais interessado em dinheiro do que em beneficiar o público com o desenvolvimento da inteligência artificial.

    “A credibilidade de Sam Altman está em jogo. Se vocês não acreditarem nele, ele não pode vencer”, afirmou o advogado de Elon Musk durante o julgamento.

    Já a OpenAI classificou o processo como uma tentativa sem fundamento de prejudicar um concorrente por meio do sistema judicial.

    Durante o julgamento, os advogados da OpenAI apresentaram trocas de e-mails entre assessores de Musk discutindo a possibilidade de o empresário receber participação acionária na empresa caso ela deixasse oficialmente de ser uma organização sem fins lucrativos.

    O processo teve início em 28 de abril, após Musk abrir a ação no verão americano de 2024. O empresário alegava que a OpenAI o enganou ao abandonar a proposta original da companhia e buscar uma estrutura voltada ao lucro.

    A rivalidade entre Musk e Sam Altman começou há mais de uma década.

    Em 2012, Altman foi apresentado a Musk e compartilhou com ele a ideia inicial da OpenAI. Três anos depois, em 2015, Musk integrou o grupo de 11 cofundadores da empresa, ao lado de Altman, Brockman, Ilya Sutskever e outros nomes ligados ao setor de tecnologia.

    A OpenAI nasceu como uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de desenvolver uma inteligência artificial capaz de superar as capacidades humanas e impedir que gigantes como a Google dominassem completamente a área.

    Com o aumento da necessidade de financiamento, passou a ser discutida internamente a transformação da empresa em uma estrutura com fins lucrativos.

    Apesar das críticas atuais de Musk, a OpenAI afirma que ele apoiava essa mudança antes de deixar a companhia, em 2019.

    Segundo relatos de pessoas ligadas à empresa na época, Musk queria assumir o controle da OpenAI e chegou a cogitar uma fusão com a Tesla. A proposta não avançou e, após desentendimentos com os demais fundadores, ele deixou a companhia.

    Nos anos seguintes, a OpenAI recebeu investimentos bilionários da Microsoft e ganhou projeção mundial com o lançamento do ChatGPT, em 2022.

    Musk, por sua vez, criou a empresa xAI, tornando-se concorrente direto da OpenAI.

    Mesmo após deixar a companhia, o empresário continuou atacando Sam Altman publicamente. Em diferentes ocasiões, Musk chamou o executivo de “golpista” e também usou o apelido “Scam Altman”, trocadilho com a palavra inglesa “scam”, que significa fraude ou golpe.
     
     

    Elon Musk perde processo contra OpenAI e Sam Altman

  • Trump critica imprensa: “Perderam o rumo. Enlouqueceram”

    Trump critica imprensa: “Perderam o rumo. Enlouqueceram”

    Presidente dos EUA voltou a criticar veículos de comunicação ao comentar a guerra no Oriente Médio. Trump afirmou que parte da imprensa publica “notícias falsas” e acusou democratas e jornalistas de terem “enlouquecido completamente”

    Donald Trump voltou a atacar a imprensa nesta segunda-feira ao comentar a cobertura sobre a guerra no Irã. O presidente americano acusou veículos de comunicação de publicarem “notícias falsas” e afirmou que parte da mídia “perdeu completamente o rumo”.

    Em publicação na Truth Social, Trump ironizou a possibilidade de uma rendição total do Irã e disse que, mesmo nesse cenário, os jornais americanos ainda tratariam o episódio como uma vitória iraniana.

    “Se o Irã se render, admitindo que sua Marinha desapareceu, que sua Força Aérea já não existe e que todo o Exército deixar Teerã com as mãos erguidas gritando ‘eu me rendo, eu me rendo’, os veículos de imprensa ainda vão escrever que o Irã venceu os Estados Unidos”, afirmou.

    O republicano também citou diretamente alguns veículos de comunicação ao ampliar as críticas.

    “Se toda a liderança remanescente assinar todos os documentos de rendição necessários e admitir a derrota para o grande poder e força dos magníficos Estados Unidos, o falido New York Times, o China Street Journal (WSJ!), a corrupta e agora irrelevante CNN e todos os outros integrantes da mídia de notícias falsas estamparão nas manchetes que o Irã conquistou uma vitória magistral sobre os Estados Unidos da América, quando, na verdade, não houve nem comparação”, escreveu.

    Trump ainda afirmou que “os democratas e os meios de comunicação enlouqueceram completamente”.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva contra o Irã em 28 de fevereiro. Em abril, Washington e Teerã chegaram a um acordo de cessar-fogo, que entrou em vigor no dia 8 daquele mês.

    Desde então, os dois países negociam um possível acordo de paz para encerrar o conflito, mas as conversas ainda não avançaram.

    No domingo, Trump já havia voltado a ameaçar o Irã ao afirmar que “não restará nada” do país caso Teerã não acelere as negociações.

    “Para o Irã, o tempo está se esgotando, e é melhor que eles se apressem rapidamente ou não sobrará nada deles. O tempo é essencial!”, escreveu o presidente americano na Truth Social.

    A publicação aconteceu logo após uma conversa telefônica de cerca de 30 minutos entre Trump e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

    Segundo o jornal The Times of Israel, os dois líderes discutiram a possibilidade de retomada da ofensiva militar contra o Irã.

    Durante a ligação, Trump também teria comentado sua recente viagem à China com Netanyahu.
     
     

    Trump critica imprensa: “Perderam o rumo. Enlouqueceram”