SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Maria Eduarda Machado, filha do jornalista Renato Machado, que morreu nesta quinta-feira (16), prestou uma homenagem a…
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'Deu tempo de viver cada segundo', diz filha de Renato Machado em homenagem
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Dólar opera em alta e Bolsa recua com repercussão de taxa de 25% dos EUA sobre o Brasil
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar opera em alta nesta quinta-feira (16), com investidores atentos ao anúncio de que os Estados Unidos irão impor…
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Novos bombardeios atingem região perto do Estreito de Hormuz, no Irã
SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Vários ataques dos Estados Unidos atingiram nesta quinta-feira (16) áreas próximas ao Estreito de Ormuz, segundo a…
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Flamengo aciona órgão regulador e sugere veto à venda de SAF do Vasco
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, segue firme em sua fiscalização em relação ao processo de venda da SAF do Vasco para o empresário Marcos Lamacchia, filho de José Lamacchia e enteado de Leila Pereira, presidente do Palmeiras. O time carioca acionou um órgão regulador da CBF sugerindo veto ao negócio.
O Flamengo ingressou na Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) que, de um modo geral, foi criada para implementar um “fair play financeiro” no futebol brasileiro. A informação inicial foi dada pelo “ge” e confirmada pela reportagem.
O rival do Vasco cita, na agência, a seção 9 do regulamento de sustentabilidade financeira, que proíbe que um mesmo investidor ou grupo econômico controle dois ou mais clubes que disputam a mesma competição.
Outro artigo citado pelo Flamengo é o de nº 62 da Lei Geral de Esportes, que entre outros pontos cita que o veto é aplicado “ao cônjuge e aos parentes até o segundo grau das pessoas naturais”.
A base para a reivindicação do Flamengo é um possível conflito de interesses entre Leila Pereira, presidente do Palmeiras, e seu enteado Marcos Lamacchia, que deseja comprar a SAF do Vasco.
Na semana passada, Bap já havia se mostrado contrário ao processo que ocorre no rival. Na ocasião, deixou claro a questão com Leila Pereira.
“Isso é ilegal. Pela Fifa, pelo estatuto da CBF, pelo Código Civil Brasileiro. Não é o Bap que é contra. ‘Ah, mas eu sou madrasta do João, o João não tem laço sanguíneo comigo’. Tem especificação sobre isso no Código Civil Brasileiro, está claro na Fifa e na CBF. A primeira solução, a mandatária (Leila), que é investidora e patrocinadora do Palmeiras, pede para sair do Palmeiras agora. No minuto seguinte, tudo o que está sendo discutido é legal. A outra opção é, espera outubro do ano que vem e faz isso, não tem problema nenhum. O problema é o timing. Pela lei brasileira, você não pode estar casado com duas mulheres ao mesmo tempo. É ilegal. É poligamia”, disse Bap, ao canal “Venê Casagrande”.
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Flávio Bolsonaro está desesperado com caso Master e age como lobista dos EUA, diz ministro
BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro José Guimarães (Relações Institucionais) disse nesta quinta-feira (16) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ…
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Morre Hal Williams, ator de 'Sanford and Son' e 'Os Waltons', aos 91 anos
RIO, None (UOL/CBS NEWS) – O ator norte-americano Hal Williams morreu aos 91 anos. Conhecido por papéis marcantes em séries clássicas da televisã…
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Mauro Vieira diz que EUA aplicaram tarifas porque Brasil 'não se curvou' a investidas de Trump
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quinta-feira, 16, que os Estados Unidos aplicaram uma tarifa de 25% sobre produtos…
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‘Precisamos deixar o futebol respirar’, diz novo chefe dos árbitros da CBF
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Sandro Meira Ricci ainda nem fez por completo a mudança dos Estados Unidos para o Rio, mas já embarcou em duas semanas consecutivas de treinamentos com os árbitros da CBF. Uma na Espanha e outra na Granja Comary, em Teresópolis.
O ambiente do CT da seleção brasileira virou a página após o sonho frustrado do hexa. O foco agora é o retorno das competições nacionais e o início de uma nova gestão à frente da comissão de arbitragem.
A cadeira de presidente está com Ricci, que passa a dividir atribuições com a ainda recente diretoria de arbitragem, encabeçada por Netto Góes. A meta é implantar uma nova filosofia, aliando o treinamento técnico com os aparatos tecnológicos. Mas o foco, principalmente, é comportamental. Mas que filosofia é essa?
“Menos arbitragem, mais futebol. Acho que a gente precisa deixar o futebol respirar um pouquinho. Obviamente, isso não é um processo que vai ter resultado nesta sexta-feira (17), mas é um processo cultural, uma mudança de cultura. Isso leva um pouco de tempo, mas é importante que a gente tenha uma mensagem clara com os árbitros. Isso é muito importante para que eles entendam o caminho que a gente entende isso aqui”, disse Ricci.
Sandro é ex-árbitro de duas Copas do Mundo, ex-comentarista da Globo e ex-instrutor na Major League Soccer (MLS). Agora, vem para ser um dos rostos em um ambiente de pressão. Mas a estratégia da CBF é blindá-lo, deixando Netto Góes resolvendo as questões institucionais com clubes.
“Com a criação da diretoria de arbitragem, o trabalho da comissão se tornou muito mais técnico. É importante a gente deixar a questão institucional, estratégica, para a diretoria e focar na parte técnica dos árbitros. E o que eles (da CBF) pediram é que eu trouxesse um pouquinho da minha experiência de campo e também a experiência nos últimos três anos que eu tive com os árbitros profissionais da MLS, para poder contribuir com esse processo de desenvolvimento da arbitragem nacional”, acrescentou o novo presidente.
Os árbitros já estão sendo treinados com base nas novas regras adotadas pela Fifa na Copa do Mundo. A maioria delas vai ser adotada pela Conmebol -com exceção da Lei Vini Jr (que pune com cartão vermelho que falar com adversário colocando a mão na boca durante uma discussão).
No Brasileiro, a CBF marcou uma reunião com os clubes no início de agosto para bater o martelo para a data da incorporação das novas regras.
O QUE MAIS SANDRO MEIRA RICCI DISSE
O que viu dos árbitros até agora?
“Encontro aqui o pessoal bem motivado, bem feliz também. É importante a gente tentar, com esses treinamentos, criar uma filosofia de arbitragem. Para os clubes, é o estilo de jogo. Para a gente, é filosofia de arbitragem, para que a gente tenha decisões mais consistentes. É o objetivo nosso, mas também a expectativa do público e dos jogadores e das equipes”.
O que mais faz parte da filosofia?
“Na verdade, é um caminho para a melhoria do futebol. A gente tem um esforço muito grande sendo feito pela CBF no que diz respeito ao aumento do tempo de bola rolando. E a arbitragem é, de fato, um agente promotor disso. As pessoas vão ao estádio para ver futebol, não para ver arbitragem. Nós somos parte do futebol e a gente precisa tomar decisões que de fato sejam sempre claras. Porque uma decisão nossa pode interferir não só no jogo, mas também no resultado. É importante que a gente tenha uma filosofia de respeitar mais a dinâmica do futebol. É uma filosofia, uma mudança de cultura, mas eu acredito que os árbitros estão completamente alinhados a isso”.
Como vai lidar com o ambiente de reclamação e pressão?
“Uma das iniciativas que, de fato, me motivaram a aceitar esse desafio, que é um desafio gigante realmente, é uma mudança cultural que a gente tem que fazer. Não só de dentro pra fora. Mas também uma mudança de cultura que a gente precisa também fazer de lá pra cá. Ou seja, somos todos em prol do futebol. Precisa ter uma mudança de cultura por parte dos clubes, dos jogadores, para que a gente possa fazer um futebol melhor”.
“Sobre a relação com os clubes e federações, uma coisa muito importante que eu achei nesse processo é exatamente a gente separar o que é institucional do que é técnico. Então, a gente tem o apoio contínuo do Netto (Góes), da diretoria de arbitragem, nessa relação com os clubes e com as federações. Obviamente a gente participa da parte técnica, mas a gente entende que isso vai permitir com que nós, a comissão, esteja mais focada na preparação dos árbitros e nessa mudança de filosofia”.
Falando sobre exigência, como é que na sua função você vai lidar com erros?
“De maneira natural, é uma atividade do ser humano. Assim como os jogadores também erram, a gente tem que conhecer quando a gente erra. Existe uma análise que costuma acontecer da parte dos clubes, jogadores e torcedores, que é uma análise completamente parcial. E o que a gente não pode fazer é cometer exatamente esse erro, de ter aqui também uma análise parcial, corporativista. A gente pretende atuar com transparência. Isso vai trazer credibilidade, não só perante o mundo externo, mas também internamente. É importante os árbitros reconhecerem. Porque toda vez que você dá uma instrução ou toma uma decisão que pode parecer parcial, corporativista, você acaba prejudicando todo o processo de instrução. E a gente não pode comprometer todo um processo, que é sério, de instrução, apoiando decisões que são claramente equivocadas”.
Vai usar o termo geladeira se precisar tirar alguém da escala? Vai usar esse nome?
Não, não existe geladeira.
Já saíram escalas para rodadas mais adiante, com mais antecedência. Vai ser essa a política?
“Vai ser essa a política. A gente está falando de um ambiente profissional, correto? Os jogadores sabem dos compromissos que eles têm desde o começo do ano. Por que os árbitros não? A gente está falando de um ambiente profissional. É importante que o cara programe o treino dele. Como é que ele vai treinar durante essa semana, se ele só sabe na quinta ou sexta que tem um jogo sábado ou domingo? Então, até a preparação do árbitro durante a semana é afetada quando você solta escalas em cima da hora. A gente precisa tratar os árbitros como os jogadores são tratados. O mais similar possível. É importante para o planejamento não só profissional dele, para o planejamento técnico, físico e o planejamento familiar. A gente precisa de respeitar isso também. Então, é importante que a gente tenha essas escalas com antecipação para que possam se preparar melhor para o jogo, do ponto de vista tático e físico”.
Qual sua avaliação sobre o projeto de profissionalização
“Esse era um sonho impossível da arbitragem que se tornou possível graças à nova direção do CBF. Então, primeiramente é reconhecer que, depois de muitos anos esperando, com os árbitros desacreditados, esperando gerações, é importante reconhecer o esforço da direção do CBF ao começar isso. Acho que é um processo sempre em evolução. A gente nunca tem um processo perfeito, principalmente se tratando da experiência que a gente tem, que ainda está começando agora. Mas exatamente trazendo um pouco dessa experiência também dos Estados Unidos, a gente pode avançar sempre mais a cada ano”.
“É um processo muito bom, os árbitros estão muito satisfeitos com o conhecimento que a CBF deu a eles. E agora é trabalhar para consolidar esse processo. Esse processo não tem um nome. Se tiver um nome (de presidente da comissão). O nome é dos árbitros e é da direção da CBF. Então, é importante a gente valorizar esse esforço que tem sido feito para capacitar os árbitros. E também eles reconhecerem que, a partir de agora, o nível de exigência também vai ser maior. Esse trabalho de alinhamento de expectativas é o que a gente precisa fazer a cada treinamento”.
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Senador democrata critica tarifas contra o Brasil e diz que sanção pode prejudicar EUA
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – Durante audiência no Senado nesta quinta-feira (16), o senador democrata Tim Kaine criticou o novo tarifaço contra o…
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Anitta revela capa de seu novo álbum, 'Equilibrium 2'
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Anitta revelou, nesta quinta-feira (16), a capa de seu álbum “Equilibrium 2”, continuação do disco de mesmo…
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