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  • Com 13 jogadores do Brasileirão, Colômbia divulga pré-lista para a Copa do Mundo

    Com 13 jogadores do Brasileirão, Colômbia divulga pré-lista para a Copa do Mundo

    (UOL/FOLHAPRESS) – A Colômbia divulgou nesta quinta (14) a pré-lista com 55 nomes para a Copa do Mundo. O atacante do Palmeiras, John Arias, está entre eles, assim como Carrascal, do Flamengo.

    O técnico Néstor Lorenzo apresentou oficialmente a pré-lista com a presença de 13 jogadores que jogam no Brasil. Os nomes mais conhecidos são Arias e Carrascal. A lista conta ainda com três jogadores do Vasco e do Athletico. O Internacional tem dois jogadores, enquanto Botafogo, Cruzeiro e Coritiba têm um jogador na relação.

    O Vasco tem Carlos Cuesta, Carlos Gómez e Johan Rojas na lista, e o Athletico conta com Mendoza, Portilla e Viveros. Rojas, autor do segundo gol vascaíno no empate contra o Paysandu, foi considerado surpresa, já que ele nunca foi chamado para a seleção. Portilla esteve com a seleção no ciclo, sendo convocado em 2024 e 2025 para Eliminatórias e amistosos. Ele não esteve nos jogos contra a Croácia e França em março. Mendoza e Viveros nunca foram chamados para a seleção.

    Borré, do Inter, está na lista e pode ir para sua primeira Copa do Mundo. O jogador estreou na seleção ”cafetera” em 2015, mas não foi chamado em 2018 e o país não se classificou para 2022. O Colorado ainda tem Carbonero na pré-lista. Villareal (Cruzeiro), Sebastian Gómez (Coritiba) e Barrera (Botafogo).

    James Rodriguez e Mina, com passagens pelo Brasil, também estão entre os 55. O atacante ex-São Paulo e o zagueiro ex-Palmeiras são convocados com frequência e devem estar na Copa.

    Os times recebem compensação financeira em caso de atletas convocados. A FIFA paga o valor base de US$ 11 mil (R$ 55 mil) diários aos clubes para cada jogador convocado, desde a preparação até a eliminação da seleção no torneio.
    A Colômbia divulgará a lista final no dia 29/5. Os jogadores que ainda buscam uma chance entre os 26 que irão ao torneio terão 15 dias para mostrar que estão aptos. A Colômbia está no grupo K com RD Congo, Portugal e Uzbequistão.

    Com 13 jogadores do Brasileirão, Colômbia divulga pré-lista para a Copa do Mundo

  • Fabio Porchat ironiza título de persona non grata no Rio de Janeiro

    Fabio Porchat ironiza título de persona non grata no Rio de Janeiro

    Humorista reagiu com deboche à proposta aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Alerj. Projeto ainda precisa passar pelo plenário, mas não impede a permanência do artista no estado

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O humorista e apresentador Fabio Porchat comentou com ironia a decisão da Comissão de Constituição e Justiça da Alerj que aprovou um projeto para declará-lo persona non grata no estado do Rio de Janeiro.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, o artista transformou a situação em piada e afirmou que recebeu a notícia quase como uma homenagem à própria carreira.

    “Tenho mais de 20 anos de carreira e nunca imaginei chegar nesse lugar de ter deputado chateado comigo”, brincou. “Isso enche meu peito de orgulho”, completou.

    Ao longo do vídeo, Porchat criticou o fato de parlamentares estarem debatendo sua atuação como humorista enquanto, segundo ele, temas mais urgentes deveriam ocupar o centro das discussões políticas no estado, como segurança pública, saneamento básico e o combate às milícias.

    O apresentador também ironizou o andamento do projeto na Assembleia Legislativa e chegou a pedir apoio dos deputados para que a proposta avance até o plenário. “Eu preciso dos votos. Quero chegar onde nenhum comediante chegou”, disse, em tom sarcástico.

    Ainda afirmou que não pretende mudar o estilo de humor político que marca parte de sua trajetória. “Vou continuar fazendo vídeo de comédia e continuar xingando político”, declarou.

    A proposta foi apresentada pelo deputado estadual Rodrigo Amorim, do PL. Segundo o parlamentar, Porchat teria feito comentários considerados “jocosos e desrespeitosos” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    “Além de sua atuação artística, o homenageado é reconhecido por se posicionar publicamente em defesa de valores conservadores, manifestando opiniões alinhadas aos princípios de valorização da família e liberdade religiosa”, afirma o parlamentar na proposta.

    Apoiador da família Bolsonaro, Amorim ficou conhecido em 2018 quando ajudou a quebrar uma placa em homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada naquele ano.

    No texto do projeto, o deputado afirma que as falas do humorista atingem a honra do ex-presidente e de seus apoiadores. A justificativa também cita a defesa da “liturgia do cargo” e dos “valores democráticos”.

    Apesar da repercussão nas redes sociais, a medida tem efeito apenas simbólico. Na prática, mesmo que seja aprovada em plenário, a declaração de persona non grata não impede que Porchat circule ou permaneça no Rio de Janeiro.

    O termo é tradicionalmente utilizado nas relações diplomáticas internacionais para indicar que um representante estrangeiro deixou de ser bem-vindo em determinado país. Em casos envolvendo Assembleias Legislativas ou Câmaras municipais, porém, a expressão costuma funcionar apenas como uma manifestação formal de repúdio político.

    Fabio Porchat ironiza título de persona non grata no Rio de Janeiro

  • Reino Unido tem ao menos quatro candidatos para o lugar de primeiro-ministro

    Reino Unido tem ao menos quatro candidatos para o lugar de primeiro-ministro

    Insatisfeitos pressionam Starmer (foto) a renunciar em disputa estratégica dentro do Partido Trabalhista. Secretário de Saúde deixa cargo, amplia crise, mas não lança desafio formal à liderança de premiê

    BERLIM, ALEMANHA (CBS NEWS) – A saída de Wes Streeting do gabinete de Keir Starmer, nesta quinta-feira (14), aumenta a pressão dentro do Partido Trabalhista para que o primeiro-ministro apresente sua renúncia nos próximos dias. O secretário de Saúde se preparava, segundo a imprensa britânica, para lançar um desafio formal à liderança do premiê, mas não chegou a esse ponto. Talvez por não ser o único integrante da legenda a cobiçar o cargo nem mesmo o favorito.

    Além de Streeting, que pertence à ala mais direitista dos Labours, almejam abertamente o posto ou têm seu nome lançado por aliados Angela Rayner, ex-vice de Starmer, Andy Burnham, prefeito da Grande Manchester, e Ed Miliband, o atual secretário de Energia.

    Em sua carta de renúncia, endereçada a Starmer, Streeting pediu a saída do primeiro-ministro e sugeriu a realização de um pleito aberto pela liderança. Qualquer um que tenha apoio de ao menos 20% dos parlamentares da sigla eleitos (81), teria condição de concorrer. Starmer entra na lista automaticamente se não renunciar, daí a enorme pressão por um gesto de sacrifício.

    Streeting já teria apoio declarado de 80 parlamentares para entrar na disputa. Era um dos membros mais combativos do gabinete e tem no currículo um dos poucos sucessos visíveis da atual gestão, a diminuição das filas no NHS, o sistema público de saúde britânico -debilitado nas últimas décadas por sucessivos governos conservadores.

    O parlamentar é visto como um centrista, na linha do ex-premiê Tony Blair, o que não é exatamente uma vantagem no caso dos trabalhistas. Em sua carta a Starmer, Streeting afirmou que já está claro que o premiê “não liderará o partido nas próximas eleições gerais” e que seus integrantes querem que o próximo debate “seja uma batalha de ideias, não de personalidades ou de faccionalismo mesquinho”.

    Ainda que seja protagonista do pior momento político de Starmer, Streeting, segundo pesquisa interna conduzida pela própria legenda, não teria força suficiente em um embate direto contra o premiê, diferentemente de outros postulantes ao posto.

    Andy Burnham, primeiro prefeito eleito da região metropolitana de Manchester, em 2017, bateria Starmer com larga vantagem, segundo o levantamento. Reeleito duas vezes, é chamado de “rei do Norte” por suas disputas frequentes com o governo central. Para concorrer ao comando trabalhista, no entanto, teria que voltar a ser parlamentar. Isso só aconteceria se algum aliado em Westminster renunciasse, e o partido deixasse Burnham disputar o cargo vago em uma eleição suplementar.

    Talvez a aliada mais próxima de Starmer na construção da vitória histórica sobre os conservadores em 2024, Angela Rayner, também uma figura popular na ala mais à esquerda dos trabalhistas, foi secretária de Habitação até o ano passado.

    Acusada de sonegar impostos na compra de uma propriedade, acabou renunciando. Sintomaticamente, divulgou nesta quinta, horas antes da carta de Streeting, que seu processo tributário havia sido concluído, sem que ficasse provado dolo de sua parte.

    Ed Miliband, por sua vez, já foi líder dos trabalhistas na década passada, com fracasso diante dos conservadores na eleição de 2015. Seu desempenho como secretário de Energia é elogiado, ainda que o setor seja um dos flancos frequentemente explorados por rivais políticos de Starmer e setores negacionistas da crise do clima na imprensa britânica.

    Miliband nega qualquer intenção de concorrer, expressando apoio público à permanência de Starmer. Observadores ponderam, no entanto, que o secretário pode acabar sendo apresentado como solução de consenso para evitar que a crise no partido se estenda.

    Na semana passada, trabalhistas e conservadores sofreram uma derrota histórica nas chamadas eleições locais. O Reform UK, do populista de ultradireita Nigel Farage, conquistou mais de 1.440 assentos em conselhos e distritos, mesmo saindo quase do zero; os Verdes mais do que duplicaram sua representação, com 589 assentos.

    A erosão dos partidos tradicionais, que interrompeu 14 anos de poder conservador em 2024, atinge agora fortemente os trabalhistas. A próxima eleição geral está prevista para 2029.

    Reino Unido tem ao menos quatro candidatos para o lugar de primeiro-ministro

  • Produtora de filme de Bolsonaro tem verba da Prefeitura de SP e emendas

    Produtora de filme de Bolsonaro tem verba da Prefeitura de SP e emendas

    Sócia defende regularidade e nega ter recebido recursos públicos para longa-metragem sobre Jair Bolsonaro. Gestão Nunes diz que convênio de R$ 108 mi foi regular, e deputados do PL justificam destinação de verbas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ao justificar o pedido de dinheiro a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para financiar um filme sobre a história de Jair Bolsonaro (PL), o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfatizou haver “zero de dinheiro público”, mas a produtora responsável pelo projeto tem ligações com uma rede que já foi abastecida por emendas de deputados do PL e contrato com a Prefeitura de São Paulo na gestão Ricardo Nunes (MDB).

    A Go Up, produtora do longa-metragem “Dark Horse” (“Azarão”), que trata da vida do ex-presidente, tem como sócia-administradora Karina Gama, que controla outras empresas ou entidades do ramo cultural beneficiadas por verbas públicas destinadas por deputados federais do PL como Mario Frias (SP).

    O Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina, também firmou termo de colaboração para receber R$ 108 milhões da prefeitura paulistana, conforme revelado pelo The Intercept Brasil, para fornecer internet wi-fi em comunidades de baixa renda, após chamamento público realizado em 2024.

    Karina nega que o filme sobre Bolsonaro tenha recebido dinheiro de pessoas ou empresas brasileiras, seja verba pública ou privada, e também nega que Daniel Vorcaro tenha passado qualquer valor à produção do longa-metragem.
    A gestão Nunes afirma que “a contratação do Instituto Conhecer Brasil para a instalação de 5.000 pontos do Wi-Fi Livre na cidade foi realizada por meio de chamamento público transparente e sem contestações”.

    Segundo a prefeitura, “a organização social cumpriu todas as exigências previstas no edital, e a prestação do serviço está em andamento com 3.200 pontos de wi-fi implementados e 1.800 pontos previstos para 2026”.

    Em relação ao financiamento do filme sobre Bolsonaro, a Go Up, que também está associada a um endereço nos Estados Unidos, diz não ser possível revelar nenhum dos mais de dez investidores estrangeiros em razão de um acordo de confidencialidade.

    Além da Go Up, Karina é associada a mais três empresas do ramo cultural. Todas têm o mesmo endereço e telefone fixo para contato nos dados oficiais da Receita Federal, mas o local abriga uma quarta empresa, a Gowork, um escritório virtual com endereço fiscal que atende diversas empresas para o recebimento de correspondência simples.

    Segundo a Gowork, a produtora não tem relação com o endereço e apenas uma empresa de Karina, o Instituto Conhecer Brasil, é cliente do serviço. A Go Up nega qualquer irregularidade com os dados e afirma que suas “documentações seguem de forma regular junto aos prestadores de serviços”.

    O Instituto Conhecer Brasil também recebeu R$ 2 milhões do deputado Mario Frias em 2025 para projetos de letramento digital e incentivo ao esporte.

    Segundo o parlamentar, as emendas foram entregues a “projetos sociais devidamente estruturados e supervisionados por órgãos federais” e nada têm a ver com o filme “Dark Horse”, para o qual contribuiu com argumento inicial, atuação e produção executiva, “especialmente na articulação internacional e na captação de investimento privado e estrangeiro para o setor audiovisual nacional”.

    Ele, que também é citado pelo Intercept como possível intermediário nos trâmites com Vorcaro, endossou em nota o posicionamento da produtora e negou que tenha havido repasses.

    Outra empresa da qual Karina é presidente, a ANC (Academia Nacional de Cultura), teve R$ 2,6 milhões de emendas destinadas pelos deputados Marcos Pollon (PL-MS) e Bia Kicis (PL- DF), além de Carla Zambelli, então deputada pelo PL de São Paulo, e Alexandre Ramagem, que exercia o mandato pelo PL do Rio de Janeiro.

    Conforme revelado pelo UOL, o dinheiro foi repassado em 2024, por emenda Pix, para o estado de São Paulo e tinha como destino final a ANC para a realização de uma série sobre heróis nacionais.

    Segundo a assessoria de Pollon, a emenda do parlamentar, de R$ 1 milhão, foi redirecionada para uma instituição oncológica depois de o projeto não cumprir os requisitos necessários. O deputado afirma que “não houve destinação de recursos para qualquer finalidade diferente daquela apresentada formalmente nos projetos” e que as emendas foram destinadas de forma regular, transparente e dentro das prerrogativas legais do mandato.

    Kicis afirma que a emenda passada por ela, de R$ 150 mil, “sequer foi paga até o presente momento” e que o projeto tem natureza cultural e educativa, voltado à valorização da história nacional e ao fortalecimento da economia criativa.

    Ela diz que, em momento algum, “destinou emenda parlamentar para a produção de filme ou qualquer conteúdo audiovisual relacionado à vida do presidente Jair Bolsonaro”.

    Gerido pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o estado de São Paulo confirmou que as emendas para a série “encontram-se, em sua totalidade, sem execução em razão de diligências em curso para sanar restrições técnicas e pendências documentais relacionadas ao beneficiário”.

    “Não houve empenho, liquidação ou pagamento dos valores, que permanecem integralmente preservados, contabilmente identificados e vinculados à finalidade originalmente prevista. Caso as pendências não sejam sanadas, os recursos serão devolvidos.”

    Os repasses ligados a Karina geraram uma representação aberta no STF (Supremo Tribunal Federal) da deputada Tabata Amaral (PSB-SP) sobre os aportes públicos da Prefeitura de São Paulo e de emendas às organizações ligadas à empresária.

    Já a Conhecer Brasil Assessoria Produção e MKT Cultural, quarta empresa ligada a Karina, recebeu R$ 54 mil de Frias em gastos da campanha de 2022.

    Segundo Frias, a prestação de contas foi devidamente analisada e aprovada pelos órgãos competentes. “Não há relação entre esses serviços e projetos sociais ou produções audiovisuais. Cada contratação seguiu os parâmetros legais aplicáveis ao processo eleitoral.”

    A Go Up afirma que a estreia comercial do filme sobre Bolsonaro está em fase de definição. As gravações terminaram em dezembro, em São Paulo. A obra conta com o americano Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus em “A Paixão de Cristo” (2004), no papel do ex-presidente. A direção é de Cyrus Nowrasteh, cineasta americano de origem iraniana e com obras de tema religioso.

    Produtora de filme de Bolsonaro tem verba da Prefeitura de SP e emendas

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  • Lula volta a dizer que governo não deixará preços da gasolina e diesel aumentarem por guerra

    Lula volta a dizer que governo não deixará preços da gasolina e diesel aumentarem por guerra

    Presidente atribuiu conflito no Oriente Médio a Donald Trump e afirmou que governo vai manter subsídios para evitar alta nos preços dos combustíveis no país

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a dizer nesta quinta-feira, 14, que o governo não vai deixar os preços da gasolina e do óleo diesel subirem por causa da guerra no Oriente Médio. Em discurso durante uma entrega do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Camaçari (BA), Lula chamou o conflito entre os Estados Unidos e o Irã de “guerra que o Trump inventou”, em referência ao presidente americano, Donald Trump.

    “Vocês estão vendo a guerra do Irã, a guerra que o Trump inventou. Essa guerra está aumentando a gasolina e o óleo diesel no mundo inteiro. Aqui no Brasil, nós não vamos deixar aumentar”, afirmou o presidente.

    A declaração de Lula ocorre um dia depois do governo publicar uma medida provisória com uma subvenção de até R$ 0,8925 por litro de gasolina, diante de um iminente aumento nos preços pela Petrobras. Também foi anunciado novo subsídio para o diesel, de até R$ 0,3515 por litro.

    Lula disse que não sabe falar inglês, espanhol e francês, apenas português por ser a língua da pátria em que comanda. Após o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada, Lula passou a sofrer críticas nas redes sociais por não conseguir se comunicar em inglês durante uma entrevista coletiva de imprensa em Washington D.C.

    Nesta quinta, Lula entregou 384 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. O presidente esteve acompanhado dos ministros Miriam Belchior (Casa Civil) e Vladimir Lima (Cidades), além do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT).

    Lula volta a dizer que governo não deixará preços da gasolina e diesel aumentarem por guerra

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  • Gaviões se reúne com Memphis, que aceita rever salário para renovar

    Gaviões se reúne com Memphis, que aceita rever salário para renovar

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Gaviões da Fiel se reuniu com Memphis Depay na noite da última terça-feira (12). A principal organizada do Corinthians questionou a ausência do jogador nas partidas e o futuro no clube.
    Em nota oficial, a diretoria da torcida enfatizou que o atleta demonstrou ter forte desejo de permanecer no Corinthians e está disposto a rever questões salariais para avançar em uma possível renovação.

    Sobre a ausência nos últimos jogos, Memphis teria falado que o processo de recuperação da lesão teve alguns erros internos, o que atrasou a volta aos gramados. Segundo o atacante, a situação foi corrigida, e ele está atualmente no estágio final de sua reabilitação.

    RETORNO COM CAUTELA

    Memphis está em transição física desde a semana passada, após se recuperar de uma lesão de grau dois na coxa direita. O problema foi sofrido em 22 de março, na partida contra o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro.

    Internamente, porém, existe cautela para não comprometer a recuperação do atacante, principalmente pelos problemas de comunicação entre o jogador e o departamento médico ao longo do tratamento. Além disso, a proximidade da Copa do Mundo é tratada como prioridade pelo atleta nesta temporada.

    Por isso, até mesmo um possível retorno no domingo, contra o Botafogo, pelo Brasileirão, é debatido internamente. Há preocupação com a possibilidade de a volta acontecer no Estádio Nilton Santos, que possui gramado sintético – tipo de piso já criticado publicamente pelo próprio Memphis.

    Dessa forma, a presença do atacante contra o Barra está praticamente descartada pela questão física, enquanto um retorno diante do Botafogo ainda é considerado arriscado.

    VANTAGEM CONSTRUÍDA NO JOGO DE IDA

    O Corinthians e o Barra se enfrentam nesta quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), pelo jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil. A partida será disputada na Neo Química Arena.

    O Timão venceu o duelo de ida, em Santa Catarina, por 1 a 0. Com isso, a equipe garante vaga na próxima fase até mesmo com um empate.

    Gaviões se reúne com Memphis, que aceita rever salário para renovar

  • Marcia Sensitiva é hospitalizada após infecção

    Marcia Sensitiva é hospitalizada após infecção

    Astróloga contraiu o vírus sincicial e teve uma infecção respiratória grave; “Estou doente, se eu ficar olhando para o teto, vou achar que vou morrer”, confessou Marcia

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Marcia Sensitiva, 74, foi hospitalizada após contrair o vírus sincicial respiratório (VSR). A astróloga contou que está internada em uma unidade semi-intensiva e trabalhou normalmente. “Hoje estou melhorzinha. Não deixei de trabalhar um dia. Estou doente, se eu ficar olhando para o teto, vou achar que vou morrer”, confessou hoje no Instagram.

    De acordo com ela, pensou que estava com gripe. “Na semana passada, [soltei] muito catarro, falei: ‘é gripe’. Comecei a passar mal, fui para o pronto-socorro perto da minha casa, no Einstein, tomei remédio três dias, não resolveu, vim para esse pronto-socorro no Morumbi. Meu médico veio e descobriram um vírus que chama sincicial.”

    Além do vírus, indicou que também foi contaminada por uma bactéria. “Me deu uma infecção respiratória. Fora isso, me deu catarro, disse que é muito pus. Nunca tive nada! Juro, um trator passou por cima de mim. Fiquei alguns dias deitada. [Estou tomando] antibiótico direto, [fazendo] inalação”, detalhou.

    “Os médicos estavam falando que é o pior vírus que existe. Se cuidem. Tomem vacina para a gripe! Tenho uma doença reumática que está curada, mas, quando você tem uma infecção, volta. É porrada no corpo. Juro que nunca passei tanta dor”, alertou Marcia Sensitiva.

    Marcia Sensitiva é hospitalizada após infecção

  • Presidente de Madri diz que México 'não existia' antes dos espanhóis

    Presidente de Madri diz que México 'não existia' antes dos espanhóis

    “O México não existia antes da chegada dos espanhóis. Tenham um pouco mais de respeito por vocês mesmos, era uma civilização diferente”, disse a conservadora Isabel Díaz Ayuso

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A presidente regional de Madri, a conservadora Isabel Díaz Ayuso, afirmou hoje que o México não existia antes da chegada dos espanhóis.

    Declaração de Ayuso foi feita durante uma sessão de controle na Assembleia de Madri. Ela estava respondendo perguntas sobre uma viagem recente ao México. “O México não existia antes da chegada dos espanhóis. Tenham um pouco mais de respeito por vocês mesmos, era uma civilização diferente”, disse.

    A fala ocorreu em meio à defesa da viagem, questionada pela oposição, e ganhou repercussão fora da Espanha. No mesmo debate, Ayuso acusou setores da esquerda espanhola e mexicana de fazer “revisionismo histórico”.

    Presidente regional de Madri antecipou volta do México. Ayuso planejava ficar no país até o dia 12 de maio. No entanto, no dia 8 de maio, ela anunciou o cancelamento antecipado de sua viagem, citando um “clima de boicote por parte do governo mexicano”. Agora, ela atribuiu diretamente a organização desse boicote a Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol.

    Ela atribuiu o cancelamento de vários dias de sua viagem a preocupações com a segurança. Sem provas, Ayuso afirmou que o governo liderado por Pedro Sánchez promoveu um “boicote” à sua visita oficial ao México. Segundo ela, a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, recebeu “uma ordem da Espanha: “Sabotem a viagem dela”.

    “Em um narcoestado, a vida corre muito risco. Algo acontece com você lá, a caminho do aeroporto, na ida ou na volta, e ninguém assume a responsabilidade. Em nome da liberdade, em nome da coerência, arrisco minha vida, mas não a vida de toda a minha equipe”, disse Isabel Díaz Ayuso.

    Claudia Sheinbaum, presidente do México, ironizou o discurso e a passagem da espanhola pelo país. “Ela odeia tanto o México e o governo mexicano, mas mesmo assim passou 10 dias de férias aqui. Ele deveria voltar e passar mais tempo aqui de férias. Somos um país extraordinário. Acho que ele aprenderia muito com a riqueza cultural do México”, afirmou, segundo o site Infobae.

    Presidente mexicana disse que a visita acabou estimulando um debate sobre a história do país. “Isso nos permitiu falar sobre Hernán Cortés, sobre a conquista ou invasão dos povos, sobre a grandeza cultural do México, sobre a dignidade do povo mexicano.”

    Presidente de Madri diz que México 'não existia' antes dos espanhóis

  • STF apura emenda parlamentar para produtora de filme sobre Bolsonaro

    STF apura emenda parlamentar para produtora de filme sobre Bolsonaro

    Academia Nacional de Cultura foi contemplada com R$ 2,6 milhões oriundos de emendas parlamentares destinadas por deputados federais filiados ao Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Bolsonaro. Repasses foram feitos por deputados, entre eles Mário Frias

    Há mais de um mês, oficiais de justiça tentam cumprir uma determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e intimar o deputado federal Mário Frias (PL-SP) a prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares a empresas da produtora artística responsável pelo filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, a obra Dark Horse.

    Em 21 de março, o ministro Flávio Dino deu cinco dias para o parlamentar responder à denúncia da também deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Tabata acusa Frias de ter destinado ao menos R$ 2 milhões à organização não governamental (ONG) Academia Nacional de Cultura (ANC), presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama.

    Karina também está à frente de outras entidades e empresas, como o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Go Up Entertainment, responsável por produzir o filme biográfico sobre Bolsonaro, previsto para estrear nos cinemas brasileiros em meados de setembro, semanas antes do primeiro turno das eleições.

    Segundo os autos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854, a oficial de Justiça Federal encarregada de intimar Frias esteve no gabinete do deputado, na Câmara dos Deputados, em Brasília, em ao menos três ocasiões entre março e abril. Em todas as vezes, foi atendida por assessores parlamentares que informaram que Frias estaria em São Paulo, em compromissos de campanha, e que não demonstraram “interesse em informar a agenda do parlamentar”.

    Emendas

    A denúncia apresentada por Tabata Amaral foi motivada por uma reportagem de dezembro de 2025, do site The Intercept Brasil. Segundo a publicação, a Academia Nacional de Cultura foi contemplada com R$ 2,6 milhões oriundos de emendas parlamentares destinadas por deputados federais filiados ao Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Bolsonaro. Além de Frias, são citados os deputados Bia Kicis e Marcos Pollon.

    A partir da reportagem, Tabata sugere a formação de um grupo econômico composto por diferentes empresas e entidades atuando sob um comando único. Ela defende que isso poderia dificultar a rastreabilidade da execução da verba pública e estar indiretamente financiando produções cinematográficas de cunho ideológico.

    Também intimados por Dino, Bia e Pollon entregaram ao ministro seus esclarecimentos dentro do prazo estipulado. O deputado admitiu ter destinado R$ 1 milhão para a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo viabilizar, por intermédio da Go Up Entertainment, “a produção da série documental intitulada Heróis Nacionais – Filhos do Brasil que não se rendem”.

    Contudo, segundo o deputado, devido à “incapacidade da entidade beneficiária de cumprir requisito técnico essencial”, o projeto não avançou e ele redirecionou os recursos para a área da saúde, “especificamente em favor do Hospital de Amor de Barretos” (SP).

    “A inexistência de execução afasta, por completo, qualquer hipótese de desvio de finalidade ou irregularidade material na aplicação de recursos públicos”, sustenta Pollon.

    Decisão política 

    Bia Kicis também admitiu ter destinado R$ 150 mil em recursos públicos para a realização da série Heróis Nacionais, citada por Pollon. E, assim como o deputado, pondera que a indicação não foi executada

    A deputada classifica a petição de Tabata Amaral como “maldosa” por, “indevidamente”, associar sua emenda “a supostas irregularidades e desvios de finalidade”, não havendo “qualquer conexão entre a emenda [parlamentar] e a obra cinematográfica Dark Horse”.

    “A tentativa de realizar uma amálgama entre projetos distintos, apenas por envolverem a mesma produtora ou temas de espectro conservador, constitui um erro metodológico e jurídico grave”, argumenta a deputada.

    Bia Kicis refuta a “leviana alegação” de que ajudou a custear, com dinheiro público, um filme sobre Jair Bolsonaro.

    “A despeito da tentativa de criminalizar a indicação orçamentária realizada por esta parlamentar, é fundamental que este Supremo Tribunal Federal analise o mérito social e econômico do projeto beneficiado, o qual reflete o compromisso deste mandato com a promoção da cultura e da história nacional brasileira”, alega a deputada, reconhecendo que, com sua emenda, além de fomentar o setor audiovisual, tomou “uma decisão política pautada pela potencialidade de geração de valor para a sociedade, especialmente no campo da educação e da economia criativa”.

    Provocada pelo ministro Flávio Dino, a Advocacia da Câmara dos Deputados atestou que, do ponto de vista processual, não identificou irregularidades nas duas emendas de Mario Frias – as únicas que Tabata Amaral elencou em sua representação.

    Master

    Nesta quarta-feira (13), reportagem publicada pelo site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro pediu a Vorcaro que destinasse cerca de R$ 134 milhões para custear o filme Dark Horse. Deste total, Vorcaro teria liberado ao menos R$ 61 milhões.

    Áudios divulgados revelam que o senador e o banqueiro trocaram mensagens sobre a necessidade de aporte financeiro para o filme às vésperas de Vorcaro ser preso pela primeira vez no âmbito da Operação Compliance Zero. Deflagrada em novembro de 2025, a operação aprofunda as investigações de supostos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e fraudes nas negociações entre os bancos Master e de Brasília (BRB).

    Em um dos áudios, Flávio menciona a importância do filme e a necessidade do envio dos recursos para pagar “parcelas para trás”.  

    “Apesar de você ter dado a liberdade de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando. É porque está em um momento muito decisivo aqui do filme e, como tem muita parcela para trás, cara, está todo mundo tenso e fico preocupado com o efeito contrário com o que a gente sonhou para o filme”, diz o senador, em áudio.  

    Superprodução

    Roteirista e produtor executivo do filme, o deputado Mário Frias afirmou, nesta quarta-feira (13), que o senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer participação societária no filme ou na produtora Go Up Entertainment, de Karina Ferreira da Gama. Segundo Frias, a obra não recebeu “nem um único centavo” do Banco Master ou de Vorcaro.

    “E ainda que houvesse [recebido], não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco”, sustentou Frias.

    Ele foi secretário especial de cultura (2020/2022) da gestão de Jair Bolsonaro.

    Na mesma nota, Frias tenta justificar os custos da produção – superiores, por exemplo, aos valores do filme Ainda Estou Aqui, ganhador do Oscar de Melhor Filme Internacional, em 2025, que totalizaram R$ 45 milhões.

    “Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido”, acrescentou Frias.

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    Filha de Michael Jackson vence processo de R$ 3,5 milhões ligado ao pai

    Tribunal de Los Angeles determinou que US$ 625 mil sejam devolvidos ao patrimônio do cantor; advogados do espólio disseram à People que, embora “discordem da decisão

    RECIFE, PE (UOL/CBS NEWS) – Paris Jackson, 28, venceu uma batalha judicial contra os executores do testamento de seu pai, Michael Jackson.

    De acordo com a People, um juiz ordenou que John Branca e John McClain devolvam US$ 625.000 (cerca de R$ 3,5 milhões) ao espólio. A dupla havia sacado o dinheiro, com a justificativa de que eram “bônus para escritórios de advocacia terceirizados”.

    À People, a equipe de comunicação de Paris confirmou a decisão. “Após anos de atraso, a família Jackson finalmente terá a transparência e a responsabilização pelas quais Paris lutou”.

    Os advogados do espólio disseram à People que, embora “discordem da decisão, a respeitam integralmente e planejam seguir em frente, de acordo”. Eles destacaram ainda que que nada do dinheiro foi para Branca ou McClain.

    Paris Jackson estava em conflito com Branca e McClain há algum tempo. Ela alegou que os dois abusaram de sua posição, sacando fundos sem transparência sobre o destino do dinheiro.

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