As Forças Armadas dos Estados Unidos restabeleceram o bloqueio aos portos iranianos nesta terça-feira após uma nova escalada dos ataques do Irã con…
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Estados Unidos restabelecem bloqueio a portos iranianos
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Senado aprova pauta-bomba da aposentadoria de agentes de saúde
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Senado aprovou nesta terça-feira (14) a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que cria uma aposentadoria especial a…
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Eleições 2026: saiba os próximos passos para oficializar candidaturas
A corrida eleitoral deste ano entra em uma etapa decisiva nas próximas semanas. Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações real…
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Petróleo sobe mais de 5% e aumenta US$ 10 em dois dias com acirramento do conflito no Irã
SÃO PAULO, SP E PELOTAS, RS (FOLHAPRESS) – O petróleo voltou a disparar mais de 5% nesta terça-feira (14) com o acirramento da guerra no Oriente Mé…
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Tom Holland confirma que levou 'vácuo' de Haaland após convite para jantar
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Nem o sucesso mundial de “Homem-Aranha” foi suficiente para impressionar Erling Haaland. Fã declarado de futebol, Tom…
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Conmebol decide não utilizar lei Vini Jr. em suas competições
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Conmebol anunciou nesta terça-feira (14) que não utilizará a lei Vini Jr., que determina a expulsão do jogador que cobrir a boca ao provocar um adversário.
A entidade sul-americana informou que acatará, após a pausa para a Copa do Mundo, as novas regras da IFAB. A Sul-Americana volta no dia 21 de julho, com os jogos de ida do playoff, enquanto as oitavas da Libertadores iniciam em 11 de agosto.
A lei Vini Jr., porém, não será contemplada. Mais cedo, a Uefa também optou por não utilizá-la nas competições europeias.
“A Conmebol decidiu não implementar a disposição opcional prevista pela IFAB que contempla a expulsão de jogadores que cobrem a boca ao se comunicarem com um adversário durante uma partida”, afirma a Conmebol, em comunicado divulgado em seu site.
Regra foi criada em abril, em resposta a caso que ocorreu com Vini na Champions. Em fevereiro deste ano, o atacante brasileiro do Real Madrid acusou o argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, de racismo. O jogador adversário tampou a boca na hora de falar, o que dificultou a leitura labial e a conclusão sobre o que de fato ele havia dito. Por isso, a IFAB -órgão que regulamenta as regras do futebol- determinou que o jogador que cobrir a boca ao provocar um adversário deve ser diretamente expulso.
Lei foi usada na Copa duas vezes. As novas regras do futebol entraram em vigor na Copa do Mundo, e essa é uma delas. A sua primeira utilização foi em Paraguai 1 x 0 Turquia, quando Almirón falou com um jogador turco tapando a boca e foi expulso pouco antes do intervalo. A segunda foi no mata-mata entre México x Equador, com a expulsão de Hincapié.
Regra não se aplica a qualquer fala com a boca tampada. No jogo entre Inglaterra x Gana, por exemplo, Bellingham tapou a boca para falar com Jordan Ayew, mas o lance nem chegou a ser verificado pelo VAR, já que não se tratava de provocação ou ato discriminatório.
Presidente da Fifa defendeu expulsão em casos de provocações. Ainda em março, antes da formulação da “Lei Vini Jr.”, Gianni Infantino disse em entrevista à Sky News que, se um jogador tampa a boca para cometer atos discriminatórios, ele deve ser expulso. “Se um jogador cobre a boca e diz algo racista, então ele tem de, obviamente, ser expulso.”
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Irã e EUA amplificam ataques, e bloqueio naval de Trump começa
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O bloqueio naval dos Estados Unidos contra embarcações indo ou vindo do Irã começou nesta terça-feira (14) às 17h de B…
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OAB pede a Moraes que Flávio possa falar com Bolsonaro como advogado
BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) pediu nesta terça-feira (14) que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo…
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Anitta vai pagar R$ 33 mil por usar imagem de mulher em material de divulgação
SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Anitta terá de pagar cerca de R$ 33 mil à promotora de vendas Poliana da Silva Ribeiro por danos morais após…
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Corinthians traça estratégia para driblar transfer ban e contratar Wesley
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians intensificou os esforços para derrubar os transfer bans que impedem o registro de novos jogadores após avançar nas conversas pela contratação do atacante Wesley, do Al-Nassr, da Arábia Saudita.
O QUE ACONTECEU
O UOL apurou que, desde que a negociação pelo atacante ganhou força nos bastidores, a quitação das pendências voltou a ser uma prioridade financeira para a diretoria. A regularização das punições é essencial para que o negócio possa ser concluído.
Até então, o Corinthians vinha direcionando recursos para outros compromissos financeiros, principalmente débitos relacionados ao elenco. Como não havia perspectiva de buscar reforços nesta janela, o clube optou por deixar a resolução dos transfer bans em segundo plano.
Agora, o cenário mudou. Com a possibilidade concreta de contratar Wesley, as pendências junto à Fifa voltaram ao topo da lista de prioridades da diretoria.
O entendimento interno é que, após quitar a dívida com o Talleres, da Argentina, referente à contratação do meia Rodrigo Garro, que custou cerca de R$ 36 milhões, os casos restantes passaram a envolver valores mais compatíveis com o fluxo de caixa do clube e negociações menos complexas. Atualmente, o Corinthians possui dois transfer bans ativos.
A primeira punição foi aplicada em maio por uma dívida de US$ 1,5 milhão (R$ 7,7 milhões, na cotação atual) com o Philadelphia Union, dos Estados Unidos. A cobrança é referente ao não pagamento de parcelas da contratação do volante José Martínez, realizada em 2024.
O segundo transfer ban foi imposto pela Fifa nesta segunda-feira. A punição decorre do não pagamento de aproximadamente US$ 200 mil (pouco mais de R$ 1 milhão) em multas aplicadas ao Corinthians por condenações recentes.
Essas multas estão relacionadas justamente aos processos que geraram ou ainda podem gerar outros transfer bans.Além da dívida com o Philadelphia Union, entram nessa lista a condenação na Corte Arbitral do Esporte (CAS) por uma dívida de 1 milhão de euros (R$ 5,86 milhões, na cotação atual) com o Midtjylland, da Dinamarca, referente à contratação do volante Charles, também em 2024, e o processo envolvendo o New York City pelo não pagamento das taxas do empréstimo do atacante Talles Magno, que defendeu o clube entre 2024 e 2025. Neste último caso, já existe condenação na Fifa, e o processo foi levado ao CAS para julgamento em instância definitiva.
Como o Corinthians não tinha alvos definidos no mercado até então e prioriza a venda de ativos na janela de transferências que será aberta na próxima semana, a diretoria optou estrategicamente por priorizar outras dívidas em vez da derrubada dos transfer bans. A avaliação interna era de que essa postura também ajudava a reduzir especulações sobre possíveis reforços e diminuía o volume de oferecimento de jogadores por agentes e intermediários.
A situação, porém, mudou com o avanço das conversas por Wesley. Sem espaço no Al-Nassr e também no Real Sociedad, da Espanha, onde está emprestado, o atacante negocia o retorno ao futebol brasileiro. Entre os interessados, o jogador colocou o Corinthians como prioridade, à frente de clubes como Cruzeiro e Grêmio.
O UOL apurou que o Cruzeiro chegou a ficar próximo de avançar pela contratação, mas reduziu o ritmo das negociações após perceber a preferência de Wesley pelo Corinthians. O clube mineiro, porém, não se considera fora da disputa e acompanha a situação, principalmente por causa dos transfer bans que ainda impedem o Timão de registrar atletas.
Para voltar ao clube que o revelou, Wesley demonstrou disposição para reduzir seus vencimentos e se adequar à realidade financeira corintiana. O negócio é tratado com otimismo pelas partes, também porque o atacante reúne características consideradas ideais pelo técnico Fernando Diniz desde sua chegada ao clube.
A ideia é que Wesley seja emprestado ao Corinthians. O clube arcaria com parte dos salários, enquanto o Al-Nassr se mostrou disposto a assumir outra parcela dos vencimentos.
O próprio jogador também aceita reduzir parte dos valores para viabilizar o acordo. Apesar do avanço nas conversas, a negociação depende da derrubada dos transfer bans para ser efetivamente concluída.
NEGOCIAÇÃO PARA DERRUBAR AS PUNIÇÕES
Paralelamente às tratativas por Wesley, o Corinthians mantém conversas com o Philadelphia Union para encontrar uma forma de parcelar a dívida e encerrar o transfer ban sem comprometer de maneira significativa o fluxo de caixa.
Já a situação envolvendo o segundo transfer ban é diferente. Como a punição está vinculada ao pagamento das multas impostas pela Fifa, a possibilidade de parcelamento é considerada mais difícil.
Internamente, porém, o valor é visto como mais acessível para quitação à vista. A avaliação é de que a retirada dessa punição depende exclusivamente da realização desse pagamento.
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