Blog

  • Meghan Markle e Harry brilham e atraem todos os olhares em gala em NY

    Meghan Markle e Harry brilham e atraem todos os olhares em gala em NY

    Os duques de Sussex foram homenageados pelo Project Healthy Minds com o Prêmio de Humanitários do Ano por suas ações em prol da segurança digital e do bem-estar mental. O casal compareceu de mãos dadas à gala em Nova York, exibindo looks de alfaiataria totalmente pretos

    Meghan Markle e o príncipe Harry marcaram presença na noite desta quinta-feira (9) na gala anual do Project Healthy Minds, realizada em Nova York, onde receberam o Prêmio de Humanitários do Ano. O evento, dedicado ao Dia Mundial da Saúde Mental, reconheceu o casal por suas ações voltadas à segurança digital e ao bem-estar de famílias e jovens.

    De mãos dadas e sorridentes, os duques de Sussex atraíram todos os olhares no tapete vermelho, ambos vestidos de preto em looks de alfaiataria. Meghan escolheu um terno Armani elegante, combinado com salto alto, bolsa e colar dourado, enquanto Harry usou terno escuro clássico, camisa branca e gravata.

     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por HELLO! US (@hellomagus)

    Ao receberem a homenagem, Meghan e Harry destacaram em comunicado à revista People a importância do trabalho que desenvolvem:

    “Trabalhar com famílias e jovens para priorizar a segurança online tem sido um dos trabalhos mais significativos de nossas vidas. Como pais, fomos movidos pelo poder de suas histórias e nos sentimos honrados em apoiá-los. Temos orgulho de ser parceiros de longa data do Project Healthy Minds, enquanto continuamos a lançar luz sobre uma das questões mais urgentes do nosso tempo.”

    Os duques são cofundadores da Archewell Foundation, criada em 2020, que tem como uma de suas principais iniciativas a Parent’s Network, lançada em 2023 durante o mesmo festival do Project Healthy Minds. A rede oferece apoio a pais e cuidadores de crianças afetadas por danos nas redes sociais, incluindo famílias que perderam filhos ou enfrentaram casos graves de exposição online.

    Meghan, de 44 anos, e Harry, de 41, são pais de Archie, de seis anos, e Lilibet, de quatro. A aparição pública do casal foi uma das raras ocasiões em que participaram juntos de um evento desde que deixaram oficialmente as funções da realeza britânica.

    Dias antes, Meghan havia feito sua estreia na Semana de Moda de Paris, ao assistir ao desfile da Balenciaga em 4 de outubro, evento que também contou com a presença de Georgina Rodríguez, companheira de Cristiano Ronaldo.

    Meghan Markle e Harry brilham e atraem todos os olhares em gala em NY

  • Rússia lança ataque em massa e deixa Kiev e regiões sem energia e gás

    Rússia lança ataque em massa e deixa Kiev e regiões sem energia e gás

    Bombardeios russos atingiram instalações energéticas em Kiev, Zaporíjia e Dnipropetrovsk, provocando cortes de luz e gás. Mais de dez pessoas ficaram feridas, segundo autoridades locais. Zelensky prometeu retaliar e reforçar os ataques de longo alcance contra alvos russos

    A Rússia lançou na madrugada desta quinta-feira (10) um ataque em larga escala contra a Ucrânia, mirando instalações de energia e provocando cortes de eletricidade e gás nas regiões de Kiev (norte), Zaporíjia (sudeste) e Dnipropetrovsk (centro), segundo autoridades locais.

    A empresa pública de gás de Zaporíjia informou nas redes sociais que as infraestruturas da capital regional foram danificadas, o que a obrigou a suspender temporariamente o fornecimento de gás natural.

    Em Kiev, o metrô opera com restrições, devido às interrupções no abastecimento de energia causadas pelos bombardeios russos. Já a companhia privada DTEK relatou que parte da capital permanece sem luz após os ataques à rede elétrica.

    O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que mais de dez pessoas ficaram feridas, mas não há registro de mortes até o momento.

    Em Dnipropetrovsk, o governador regional confirmou ataques russos ao sistema energético de Dnipro, Kamiansk e Krivi Rig, realizados com drones e mísseis.

    Nos últimos dias, a Rússia tem intensificado os bombardeios contra infraestruturas ucranianas de gás e eletricidade, estratégia que visa enfraquecer a capacidade energética do país antes do inverno.

    O presidente Volodimir Zelensky prometeu responder aos ataques e ordenou o reforço das capacidades de defesa e ataque de longo alcance da Ucrânia.

    Rússia lança ataque em massa e deixa Kiev e regiões sem energia e gás

  • Ubisoft cancela Assassin’s Creed da Guerra Civil dos EUA por polêmica

    Ubisoft cancela Assassin’s Creed da Guerra Civil dos EUA por polêmica

    Segundo o site Game File, o jogo teria como protagonista um ex-escravo que enfrentava o grupo Ku Klux Klan. Fontes afirmam que a Ubisoft cancelou o projeto em 2024 temendo repercussões negativas após a polêmica com Assassin’s Creed Shadows e o atual clima político dos EUA

    A Ubisoft teria decidido cancelar um novo jogo da franquia Assassin’s Creed ambientado durante a Guerra Civil dos Estados Unidos, segundo informações do site Game File. A decisão, tomada em 2024, teria sido motivada por polêmicas recentes envolvendo representatividade e temas raciais.

    De acordo com cinco fontes ligadas à empresa — algumas ainda empregadas na Ubisoft e que pediram anonimato —, o projeto teria como protagonista um ex-escravo que lutava contra o grupo supremacista Ku Klux Klan. A proposta, no entanto, acabou sendo considerada arriscada pelo estúdio, que avaliou que o contexto político polarizado nos EUA poderia gerar reações negativas.

    O cancelamento teria ocorrido após a controvérsia em torno de Assassin’s Creed Shadows, novo título da série que traz Yasuke, um samurai negro, como um dos personagens principais. A Ubisoft, segundo as fontes, decidiu evitar novas controvérsias públicas e suspendeu o projeto ainda em fase inicial de desenvolvimento.

    Ubisoft cancela Assassin’s Creed da Guerra Civil dos EUA por polêmica

  • Hoje tem Seleção Brasileira: veja o horário e onde assistir ao amistoso

    Hoje tem Seleção Brasileira: veja o horário e onde assistir ao amistoso

    A Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (10), às 8h (horário de Brasília), para enfrentar a Coreia do Sul em amistoso no Estádio Sang-am, em Seul. O duelo marca o início da série de jogos preparatórios comandados por Carlo Ancelotti rumo à Copa do Mundo de 2026.

    O Brasil chega ao confronto após encerrar as Eliminatórias Sul-Americanas na quinta colocação — o pior desempenho de sua história na competição. O jogo também marca o reencontro com os atacantes Vinícius Júnior e Rodrygo, do Real Madrid, que voltam à equipe principal. Entre as novidades estão o goleiro John (Nottingham Forest) e o lateral Paulo Henrique (Vasco), ambos convocados pela primeira vez.

    Por outro lado, Ancelotti não poderá contar com Marquinhos, Raphinha, Andrey Santos, Wesley e Vanderson, todos lesionados. Após o amistoso em Seul, o Brasil segue para Tóquio, onde enfrenta o Japão na próxima terça-feira (14), encerrando a Data Fifa de outubro.

    Onde assistir
    A partida entre Coreia do Sul e Brasil terá transmissão ao vivo pela Globo (TV aberta), Sportv (TV fechada) e GE TV (YouTube), a partir das 8h (horário de Brasília).

    A Coreia do Sul, comandada por Hong Myung-bo, vive boa fase. Na última Data Fifa, venceu os Estados Unidos por 2 a 0 e empatou com o México em 2 a 2. O técnico contará com seus principais nomes: Son Heung-min (Los Angeles FC), Lee Kang-in (PSG) e Kim Min-jae (Bayern de Munique).

    A equipe de Carlo Ancelotti encara a Coreia do Sul nesta sexta (10), às 8h, em Seul, no primeiro amistoso da Data Fifa de outubro. Vinícius Júnior e Rodrygo voltam à seleção, enquanto John e Paulo Henrique estreiam. A partida terá transmissão na Globo, Sportv e GE TV.

    Brasil enfrenta Coreia do Sul em amistoso nesta sexta-feira (10), em Seul, às 8h (de Brasília); no retrospecto, seleção tem ampla vantagem, com sete vitórias e apenas uma derrota

    Folhapress | 16:47 – 09/10/2025

    Hoje tem Seleção Brasileira: veja o horário e onde assistir ao amistoso

  • Congresso do Peru destitui Dina Boluarte após onda de criminalidade

    Congresso do Peru destitui Dina Boluarte após onda de criminalidade

    Com 122 votos a favor, o Parlamento peruano aprovou a saída da presidente Dina Boluarte. A líder, que não recorreu da decisão, será substituída interinamente pelo chefe do Congresso até as eleições gerais de 2026. Manifestantes celebraram o afastamento nas ruas de Lima

    O Congresso do Peru aprovou na noite desta quinta (9) a destituição da presidente Dina Boluarte, de 63 anos, em meio à crescente onda de criminalidade e instabilidade política no país. A medida foi aprovada por 122 votos a favor, e a governante não apresentou recurso contra a decisão.

    O presidente do Congresso, José Jerí, anunciou oficialmente a saída da líder peruana após a votação. Boluarte, que havia sido convocada para comparecer à sessão, não esteve presente. Com a destituição, o presidente do Parlamento assumirá interinamente o poder até as eleições gerais previstas para abril de 2026.

    A decisão foi recebida com comemorações nas ruas de Lima, onde manifestantes exibiam bandeiras do Peru e cartazes com frases como “Somos governados pela vergonha”, celebrando o afastamento da presidenta.

    Dina Boluarte chegou ao poder em dezembro de 2022, após a tentativa frustrada de golpe do então presidente Pedro Castillo, e tornou-se a primeira mulher a governar o país. Desde então, enfrentou forte impopularidade e diversas acusações de má gestão, frivolidade e incapacidade moral permanente, além de protestos que marcaram seu mandato.

    Desde 2016, o Peru vive uma profunda crise política, com seis presidentes em menos de uma década: dois foram destituídos pelo Congresso, dois renunciaram antes de enfrentar o mesmo destino, um completou um mandato interino e agora Boluarte se junta à lista de governantes afastados.

    Congresso do Peru destitui Dina Boluarte após onda de criminalidade

  • Israel aprova acordo com Hamas para fim da guerra na Faixa de Gaza

    Israel aprova acordo com Hamas para fim da guerra na Faixa de Gaza

    Os ministros de Israel estiveram reunido várias horas antes da votação final do documento que será assinado na sexta-feira no Egito; Ben-Gvir, da Segurança Nacional, votou contra o acordo de cessar-fogo mas a aprovação foi assegurada pelos restantes ministros

    BRASÍLIA, DF E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo de Israel aprovou nesta quinta-feira (9) o acordo assinado com o grupo terrorista Hamas para encerrar, após dois anos e dois dias, a guerra na Faixa de Gaza. Mais cedo, a facção palestina havia dito ter recebido garantias dos Estados Unidos e dos mediadores Turquia, Qatar e Egito de que o conflito oficialmente acabou.

    Falando na reunião de gabinete que ratificou o acordo, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que o país está prestes a conseguir o retorno dos reféns ainda em poder do Hamas. “Lutamos por dois anos para atingir nossos objetivos de guerra”, afirmou o premiê, em inglês, ao lado de Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados do presidente Donald Trump que participaram da reunião. “Um desses objetivos era a volta dos reféns, todos eles, vivos e mortos. E estamos prestes a atingir esse objetivo.”

    A reunião, que contou com a presença de todos os ministros do governo Netanyahu, durou horas e se estendeu até a madrugada no horário local. A aprovação do gabinete era a última etapa necessária para que o acordo entrasse em vigor -com isso, o cessar-fogo tem início imediato e as tropas israelenses devem começar seu primeiro recuo, movimentação que tem prazo de 24 horas para acontecer.

    Em seguida, assim que os soldados se retirarem, o Hamas tem 72 horas para entregar todos os reféns israelenses que estão no território. A expectativa levantada por Trump é de que os primeiros cheguem em Israel no sábado.

    Não há clareza se os corpos dos reféns mortos também serão recuperados no mesmo período, e Trump disse na quinta que pode haver dificuldade de devolver alguns dos cadáveres. Durante esses três dias, o Hamas e Tel Aviv precisam ainda negociar a lista de prisioneiros palestinos que serão libertados por Israel -a facção diz que todas as mulheres e crianças presas serão soltas.

    O Exército israelense afirmou, em comunicado, que já iniciou “preparações operacionais” para a primeira fase do acordo, quando os soldados recuarão a uma linha intermediária, mas não deixarão Gaza por completo. Hoje, as Forças Armadas de Israel controlam mais de 70% do território -ao final da retirada, devem ter domínio de somente 53%, tendo deixado também os principais centros urbanos.

    Um recuo mais amplo deve acontecer apenas após o estabelecimento de uma força internacional transitória de estabilização do território palestino. Na quinta, autoridades americanas disseram à agência de notícias Reuters que o governo Trump vai enviar 200 soldados a Israel para auxiliar na estabilização de Gaza, mas que os americanos não vão entrar no território palestino.

    Com todas as fases do acordo concluídas, Israel ainda manterá uma zona-tampão por todo o perímetro de Gaza, inclusive no chamado corredor Filadélfia, área no sul do território palestino que vai da costa até o território israelense.

    Ou seja, na prática, a previsão é de que Tel Aviv mantenha o controle da fronteira de Gaza com o Egito, ainda que o plano do presidente americano proponha a entrada de ajuda humanitária no território palestino sem interferências -cerca de 150 caminhões de suprimentos já estão a caminho da fronteira sul do território, e a expectativa é que eles possam entrar assim que os soldados israelenses se retirem.

    Outro ponto ainda sem resolução, e que ameaça derrubar o acordo em próximas fases, é o desarmamento do Hamas. O grupo disse que não aceitará entregar suas armas, enquanto o governo israelense definiu como objetivo de guerra a desmilitarização do território e o presidente americano promete que isso vai acontecer nas próximas etapas de negociações.

    Especialistas israelenses ouvidos pela Folha de S.Paulo apontam que Tel Aviv pode ter que aceitar um desarmamento parcial, assim como o Hamas terá que aceitar uma retirada parcial de tropas israelenses de Gaza. Também pode ser necessário flexibilizar a exigência de que o grupo terrorista não tenha qualquer papel no governo do território quando a guerra terminar.

    Ainda assim, Netanyahu sofre pressão externa e interna para concordar com os termos negociados, a começar pelo próprio presidente americano.

    Trump faz campanha para receber o Prêmio Nobel da Paz, agora endossado por Netanyahu, tem proximidade com países árabes mediadores do conflito e críticos de Israel, e incluiu em seu plano para Gaza menções a um “caminho crível” para o estabelecimento de um Estado palestino. Ainda que nebulosa, a ideia é rejeitada pelo premiê israelense.

    Internamente, Netanyahu tenta colher créditos pelo fim de uma guerra que ele próprio estendeu além do que a sociedade israelense parece suportar: poucos meses após o mega-ataque terrorista do Hamas, que deixou 1.200 mortos e deu início ao conflito, Netanyahu passou a ser duramente cobrado por críticos e familiares de reféns pela demora no retorno dos sequestrados -dos 251 levados pela facção palestina, 50 ainda estão em Gaza, e apenas 20 deles supostamente vivos. Em Gaza, mais de 67 mil morreram nos dois anos de guerra, segundo o Ministério da Saúde do território, controlado pelo Hamas.

    Nesta quinta, Bredrosian, a porta-voz do premiê, afirmou que “todos os objetivos do primeiro-ministro foram atingidos”, referindo-se ao returno dos reféns, à derrota e ao desmantelamento do Hamas e à garantia de que Gaza não será mais uma ameaça para Israel.

    Também nesta quinta-feira, a Praça dos Reféns, local em Tel Aviv que se tornou o centro das manifestações pelo fim da guerra, familiares celebraram o anúncio de Trump de que o acordo foi concluído, com faixas de agradecimento ao presidente americano. Opositores de Netanyahu, como Yair Lapid e Benny Gantz, visitaram a praça e tiraram fotos com manifestantes.

    A percepção generalizada entre críticos do prolongamento do conflito é que o premiê o fez colocando interesses políticos pessoais acima da população. Antes do ataque do Hamas, Netanyahu era alvo de protestos massivos contra uma reforma judicial controversa que retirava poderes do Judiciário em meio a investigações criminais contra ele por corrupção.

    Seu gabinete, o mais à direita desde a criação do Estado judeu, tem integrantes da extrema direita nacionalista que sustentam a coalizão governista e são contrários a um acordo que termine a guerra sem a destruição completa do Hamas -Bezalel Smotrich (Finanças) e Itamar Ben-Gvir (Segurança Nacional) falam ainda abertamente na anexação dos territórios e expulsão dos palestinos de lá.

    Por isso, o fim do conflito em termos que não agradam a ala mais extremista do governo pode se transformar em um novo desafio para que Netanyahu, que perde com o fim da guerra o principal elemento para desviar o holofote das críticas, mantenha-se no poder. Antes da reunião, Smotrich, por exemplo, adiantou que não votaria a favor do acordo de paz, e Ben-Gvir disse que derrubaria o governo se o Hamas não for desmantelado.

    Na quinta, Netanyahu voltou a defender que o presidente americano Donald Trump deveria ganhar o Prêmio Nobel da Paz pelo esforço para o fim do conflito. O perfil do gabinete do premiê publicou montagem em que Trump aparece com um grande colar com a medalha da láurea ao lado do primeiro-ministro.

    De acordo com o gabinete, Netanyahu e Trump conversaram por telefone após o anúncio do republicano de que um acordo havia sido alcançado. “Foi uma conversa calorosa e emotiva e os dois líderes se parabenizaram por esta conquista histórica”, disse a porta-voz do governo israelense Shosh Bedrosian. O americano é esperado em Jerusalém no próximo domingo.

    Israel aprova acordo com Hamas para fim da guerra na Faixa de Gaza

  • Fachin fala em contribuição de Barroso para democracia, e Gilmar diz não guardar mágoas

    Fachin fala em contribuição de Barroso para democracia, e Gilmar diz não guardar mágoas

    Ministro do Supremo anunciou aposentadoria no fim de sessão desta quinta (9); Gilmar e Barroso se envolveram em discussões no plenário e reataram após crise na relação

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O anúncio da aposentadoria compulsória do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso deu início a uma série de homenagens ao ex-presidente do tribunal. As primeiras manifestações se deram no plenário do Supremo.

    O presidente do STF, Edson Fachin, disse que o ministro deixou sua marca na construção do direito constitucional brasileiro. A atuação de Barroso no Supremo, diz Fachin, produziu “efeitos profundos [que] perdurarão ainda por muitas gerações”

    “Queremos que vossa Excelência saiba que sua contribuição para a democracia brasileira transcende os votos e as decisões. Vossa Excelência ajudou a construir uma cultura constitucional mais sólida, mais consciente, mais comprometida com os direitos fundamentais”, disse Fachin.

    “Que sua trajetória continue inspirando gerações de juristas a amar o Direito com ideal, a defender a democracia com coragem, e a buscar a justiça com determinação”, completou.

    O ministro Gilmar Mendes também manifestou apoio à decisão de Barroso. Os dois se envolveram em discussões no tribunal, em 2018, com acusações dos dois lados.

    “Não guardo mágoas”, disse Gilmar nesta quinta-feira (9). “Um grande abraço, seja feliz”.

    O ministro Flávio Dino escreveu nas redes sociais que o STF perde no plenário o talento de um grande ministro. “Ele continuará a ser uma referência para nós, como um dos mais eruditos, inovadores e produtivos constitucionalistas brasileiros”, completou.

    Fachin fala em contribuição de Barroso para democracia, e Gilmar diz não guardar mágoas

  • Travis Kelce comenta música de Taylor Swift que faz referência à sua parte íntima

    Travis Kelce comenta música de Taylor Swift que faz referência à sua parte íntima

    Jogador da NFL, Travis Kelce, reagiu às letras da faixa “Wood”, do novo álbum da cantora, durante conversa com irmão; brincadeiras entre os dois aumentaram a curiosidade sobre a canção

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Travis Kelce, 35, mostrou que leva na esportiva a recente repercussão sobre a música “Wood”, faixa do novo álbum de Taylor Swift. A canção chamou atenção por suas metáforas sensuais e por supostas referências ao jogador do Kansas City Chiefs, com quem a cantora mantém um relacionamento.

    Durante o episódio mais recente do podcast New Heights, apresentado por Travis e seu irmão Jason Kelce, o tema surgiu de forma descontraída. Jason, conhecido pelo senso de humor afiado, decidiu provocar o irmão: “Então, o que você achou de Wood?”, perguntou, em tom divertido.

    Travis, visivelmente sem querer se aprofundar, respondeu com um sorriso contido: “É uma ótima música”. Jason, no entanto, insistiu na provocação: “Mas e aí, você se sente lisonjeado? Essa é uma canção bem específica, não é qualquer faixa de amor”.

    Tentando escapar das brincadeiras, o jogador respondeu: “Qualquer música que ela escreva sobre mim é um presente. Eu amo aquela garota”. O irmão, rindo, retrucou: “Não é só sobre você, mano, é sobre uma parte de você”. A resposta fez o estúdio cair na risada.

    Travis ainda tentou minimizar o comentário, dizendo que o irmão estava “interpretando tudo errado”, mas Jason continuou com as piadas. “Ah, qual é, Travis? Uma sequoia não é difícil de identificar”, disse ele, fazendo referência à letra da música, que menciona a árvore como metáfora.

    A troca divertida entre os irmãos rapidamente viralizou nas redes sociais, com fãs de Taylor Swift e da NFL comentando a naturalidade com que Travis reagiu às provocações.

    Desde que começou a namorar a cantora, o atleta se tornou figura constante no universo pop -aparecendo em shows da Eras Tour e sendo citado em composições que misturam romance e humor. Mesmo sem confirmar oficialmente se “Wood” é sobre ele, Travis parece não se importar com as suposições.

    Travis Kelce comenta música de Taylor Swift que faz referência à sua parte íntima

  • ‘Dinheiro não trará minha saúde de volta’, diz ex-atacante ao desabafar após drama

    ‘Dinheiro não trará minha saúde de volta’, diz ex-atacante ao desabafar após drama

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Ivan Klasnic representou a Croácia na Copa de 2006 e acumulou mais de 150 gols em sua carreira, mas a trajetória do ex-atacante ficou marcada por problemas de saúde causados justamente na época em que atuava profissionalmente.

    O ex-atleta, nesta quinta-feira (09) com 45 anos, foi diagnosticado com insuficiência renal e passou por um transplante em 2006, quando defendia o Werder Bremen.

    Depois de se aposentar, ele passou por outros dois procedimentos do tipo -os rins doados por seus pais foram rejeitados pelo corpo do croata.

    A saúde de Klasnic ficou debilitada pelo uso excessivo de analgésicos ingeridos durante a carreira, que durou de 1997 a 2013.

    Ainda nos tempos de atleta, o ex-atacante entrou com uma ação judicial contra médicos do Werder Bremen, acusando o ex-clube de não tratar a doença de maneira incorreta.

    Em 2017, ele ganhou o processo e recebeu 4,5 milhões de euros por danos, além de 100 mil euros pela negligência dos médicos.

    Em participação no documentário “Hirschhausen and the Pain”, da TV alemã ARD, o croata detalhou os problemas e desabafou sobre o ocorrido -Klasnic passa por diálise três vezes por semana.

    É difícil não tomar remédios quando você quer jogar em alto nível. Não tem como você se sustentar em um esporte profissional sem analgésicos, mas se eu soubesse que teria estes problemas, não teria tomado. É claro que fico furioso. Não desejo a ninguém o que passei, e nenhum dinheiro trará minha saúde de volta. Não sei por quanto tempo vou viver e preciso ser grato, mesmo que tenha que tomar remédios para sobreviver – Ivan Klasnic, ao Hirschhausen and the Pain

    A CARREIRA DE KLASNIC*

    1997 a 2000: St Pauli
    2001 a 2008: Werder Bremen
    2009 a 2010: Nantes
    2011 a 2012: Bolton
    2013: Mainz

    * disputou a Copa do Mundo de 2006 e a Eurocopa de 2008 pela seleção da Croácia

    O dirigente Luiz Eduardo Baptista fez uma crítica aos clubes sobre a falta de discussão mais detalhada sobre alguns assuntos e negou que o Fla esteja asfixiando os demais

    Folhapress | 18:35 – 09/10/2025

    ‘Dinheiro não trará minha saúde de volta’, diz ex-atacante ao desabafar após drama

  • Acuado, Tarcísio faz ataque a Haddad e ao PT mirando 2026

    Acuado, Tarcísio faz ataque a Haddad e ao PT mirando 2026

    Governador defende derrubada da MP do aumento de impostos e diz em vídeo que ‘pacência tem limite’; oposçião agradeceu ajuda de Tarcísio para derrubada da medida, embora ele negue o auxílio

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez seu mais duro ataque direto ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ao se defender de críticas após ser apontado como um dos principais articuladores da derrubada da MP (medida provisória) que aumentava impostos.

    Em vídeo nas redes sociais, além de acusar o PT de praticar ofensas e mentiras, ele disse: “Tenha vergonha, Haddad, respeite os brasileiros.” A assessoria do ministro informou que ele não iria comentar. O ministro havia dito que o governador defendeu a derrubada da medida para “proteger a Faria Lima”.

    O vídeo foi gravado durante visita do governador à fábrica da Toyota, em Porto Feliz, no interior do estado, na manhã desta quinta (9), pouco após a declaração do ministro. O governador havia ido vistoriar a fábrica, danificada por uma tempestade no mês passado. Tarcísio fez o registro com a equipe de redes sociais que o acompanha diariamente.

    Na véspera, Tarcísio negou à Folha que tivesse articulado a derrubada da MP. Contudo, à noite, quando o governo foi derrotado, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ), agradeceu o empenho dele e de outros governadores pelo resultado.

    A seus auxiliares, segundo a reportagem apurou, Tarcísio repetiu que não telefonou a lideranças partidárias pedindo a derrubada da MP. O líder do PL teria conversado com ele e dito a Tarcísio que se empolgou no momento da vitória, de acordo com a versão que circula no Palácio dos Bandeirantes -a reportagem não conseguiu falar com Sóstenes.

    A gravação de Tarcísio, que começa com ele dizendo que “paciência tem limite”, foi feita um dia depois de ele publicar um vídeo pedindo desculpas à população por causa de uma fala feita por ele durante uma entrevista coletiva que repercutiu mal e foi explorada nas redes sociais pela esquerda.

    Na ocasião, ele disse que passaria a se preocupar com a crise da contaminação de bebidas alcoólicas por metanol quando ela atingisse também a Coca-Cola, sua bebida preferida.

    Segundo a Folha de S.Paulo apurou, desde a semana passada o governador havia subido o tom das críticas ao PT no que seria uma reação pela forma como o tema das bebidas foi abordado.

    Em uma entrevista coletiva no começo da crise, ele disse que não havia indícios de participação do “crime organizado” na adulteração de bebidas. Mas o Ministério da Justiça informou que investigava indícios de que o metanol que foi parar no álcool consumido pela população pudesse ter sido importado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).

    A interlocutores, em conversas recentes, ele relembrou atritos recentes e informações desencontradas no episódio das desapropriações da favela do Moinho, no centro da capital, quando petistas fizeram uma série de críticas à condução do caso pelo governo paulista.

    “Há meses a gente vem sendo alvo de uma ampla campanha de desconstrução de imagem e reputação por parte do PT. Ofensas, mentiras nas redes sociais – tudo certo, nada diferente do que a gente sempre viu no PT”, disse no vídeo.

    “A estratégia do PT sempre foi essa: vender o mundo perfeito na publicidade, gastando seu dinheiro para isso, e espalhar também o medo e o ódio contra quem pensa diferente deles”, complementou.

    Tarcísio tem demonstrado mais impaciência ao reafirmar que seu plano é tentar a reeleição em São Paulo no ano que vem, embora siga sendo considerado o principal nome da oposição para concorrer à Presidência contra Lula (PT). Horas antes de gravar o vídeo, uma nova pesquisa Quest/Genial apontou que a aprovação do petista segue em tendência de alta iniciada em julho e que o petista venceria ele e os demais potenciais adversários no segundo turno.

    Na campanha de 2022, quando concorreu ao governo contra Haddad, Tarcísio havia feito críticas ao rival, a quem chamou de “pior prefeito da história de São Paulo”. Após a posse, contudo, a relação por um período foi de cordialidade, e eles chegaram a trabalhar juntos pela reforma tributária.

    Acuado, Tarcísio faz ataque a Haddad e ao PT mirando 2026