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  • Ao tribunal da Conmebol, Bruno Henrique se desculpa e explica gesto obsceno

    Ao tribunal da Conmebol, Bruno Henrique se desculpa e explica gesto obsceno

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, participou nesta sexta-feira (10) de audiência no Tribunal Disciplinar da Conmebol, já que foi denunciado por fazer gesto obsceno na comemoração da classificação às semifinais da Libertadores, diante do Estudiantes.

    No depoimento, o atacante do Flamengo disse que não teve intenção de iniciar a provocação à torcida adversária.

    De qualquer forma, Bruno Henrique também pediu desculpas pelo ocorrido e afirmou que terá mais cuidado para não reagir daquela forma.

    O resultado do julgamento vai sair nos próximos dias.

    “Foi uma reação impensada, diante das inúmeras ofensas que os atletas vinham sofrendo naquele momento, e desde que chegaram na Argentina, e também ao arremesso de um isqueiro que o atingiu”, disse ao UOL o advogado Michel Asseff Filho, que defende o jogador e o Flamengo no caso.

    ESTADO DE ATENÇÃO

    O caso é importante porque é preciso checar o grau de rigidez do tribunal da Conmebol.

    O Flamengo só tem mais três partidas da Libertadores pela frente. A primeira é o confronto no Maracanã contra o Racing, no dia 22. A volta será dia 29.

    A competição, até agora, é o refúgio para Bruno Henrique, diante da incerteza sobre o futuro da condição de jogo no Brasileirão.

    No momento, ele está jogando por causa de um efeito suspensivo após ser punido com 12 jogos de gancho por passar informação ao irmão de que levaria cartão amarelo contra o Santos, no Brasileirão 2023. O irmão usou essa dica para fazer apostas.

    O Brasil chegou com perigo nos minutos iniciais em chutes de Rodrygo e Vinicius Junior, até que o primeiro gol foi marcado, aos 13 minutos, com Estêvão

    Folhapress | 14:36 – 10/10/2025

    Ao tribunal da Conmebol, Bruno Henrique se desculpa e explica gesto obsceno

  • Ariana Grande e Cynthia Erivo vão a São Paulo para o lançamento de 'Wicked'

    Ariana Grande e Cynthia Erivo vão a São Paulo para o lançamento de 'Wicked'

    “Wicked: Parte 2” está previsto para estrear em 20 de novembro no Brasil; Ariana Grande e Cynthia Erivo protagonizam o longa como Glinda e Elphaba, respectivamente

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Ariana Grande e a atriz Cynthia Erivo devem vir a São Paulo para a divulgação do filme “Wicked: Parte 2”. A informação foi divulgada pela Universal, estúdio responsável pela produção, no Instagram.

    As duas protagonizam o longa como Glinda e Elphaba, respectivamente. O longa é a continuação do filme lançado no ano passado, que venceu duas estatuetas do Oscar -de melhor figurino e design de produção.

    As produções adaptam para as telonas o musical da Brodway de 2003, criado por Stephen Schwartz e Winnie Holzman, como adaptação do livro de Gregory Maguire.

    “Wicked: Parte 2” está previsto para estrear em 20 de novembro no Brasil. Nos palcos, o musical deve ficar em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo, até 9 de novembro.

    Ariana Grande e Cynthia Erivo vão a São Paulo para o lançamento de 'Wicked'

  • Moradores de Gaza voltam para casas destruídas

    Moradores de Gaza voltam para casas destruídas

    Quase meio milhão de palestinos que viviam no norte foram deslocados para o sul do enclave pela operação israelense e agora estão voltando para casa

    Milhares de palestinos desalojados voltavam para suas casas abandonadas nesta sexta-feira (10), depois que um cessar-fogo entre Israel e o Hamas entrou em vigor e as tropas israelenses começaram a se retirar de partes de Gaza.

    Uma enorme coluna de moradores seguia para o norte, em meio à poeira, em direção à Cidade de Gaza, a maior área urbana do enclave, que havia sido atacada há poucos dias em uma das maiores ofensivas de Israel na guerra.

    “Graças a Deus, minha casa ainda está de pé”, disse Ismail Zayda, de 40 anos, na área de Sheikh Radwan, na Cidade de Gaza. 

    “Mas o lugar está destruído, as casas dos meus vizinhos estão destruídas, bairros inteiros foram destruídos.”Os militares israelenses disseram que o acordo de cessar-fogo foi ativado ao meio-dia (6h de Brasília). O governo de Israel ratificou o cessar-fogo com o Hamas nas primeiras horas de sexta-feira, abrindo caminho para a retirada parcial das tropas e a suspensão total das hostilidades em Gaza em 24 horas.

    Espera-se que o Hamas liberte os 20 reféns israelenses vivos dentro de 72 horas, e depois disso Israel libertará 250 palestinos que cumprem longas penas em prisões israelenses, bem como 1,7 mil outros detidos em Gaza durante a guerra.

    Enquanto o acordo estiver em vigor, caminhões com alimentos e ajuda médica entrarão em Gaza para ajudar os civis, centenas de milhares dos quais estão abrigados em barracas depois que as forças israelenses destruíram suas casas e arrasaram cidades inteiras.

    A primeira fase da iniciativa do presidente dos EUA, Donald Trump, para pôr fim à guerra de dois anos em Gaza exige que as forças israelenses se retirem de algumas das principais áreas urbanas de Gaza, embora ainda controlem cerca de metade do território do enclave.

    Em um discurso televisionado, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que as forças israelenses permaneceriam em Gaza para garantir que o território seja desmilitarizado e o Hamas desarmado em estágios futuros do plano de Trump. 

    “Se isso for alcançado da maneira mais fácil, então será bom, e se não for, então será alcançado da maneira mais difícil.”

    Forças israelenses Em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, alguns soldados israelenses recuaram da região leste perto da fronteira, mas foram ouvidos bombardeios de tanques, de acordo com moradores em contato com a Reuters.

    No campo de Nusseirat, no centro do enclave, alguns soldados israelenses desmontaram sua posição e seguiram para o leste, em direção à fronteira israelense, mas outras tropas permaneceram na área depois que tiros foram ouvidos na madrugada de sexta-feira.

    As forças israelenses se retiraram da estrada ao longo da costa do Mediterrâneo em direção à Cidade de Gaza.

    “Assim que ouvimos a notícia da trégua e do cessar-fogo, ficamos muito felizes e nos preparamos para voltar à Cidade de Gaza, para nossas casas. É claro que não há casas – elas foram destruídas”, disse Mahdi Saqla, de 40 anos.

    “Mas estamos felizes só de voltar para onde nossas casas estavam, mesmo em escombros. Isso também é uma grande alegria. Há dois anos estamos sofrendo, deslocados de um lugar para outro.”

    Garantias 

    A guerra aprofundou o isolamento internacional de Israel e abalou o Oriente Médio, transformando-se em um conflito regional que atraiu o Irã, o Iêmen e o Líbano. 

    Ela também testou o relacionamento entre os EUA e Israel, com Trump parecendo perder a paciência com Netanyahu e pressionando-o a chegar a um acordo.

    Tanto israelenses quanto palestinos se alegraram com o anúncio do acordo, o maior passo até agora para pôr fim a dois anos de guerra, na qual mais de 67 mil palestinos foram mortos, e devolver os últimos reféns apreendidos pelo Hamas nos ataques mortais que a provocaram.

    O chefe do Hamas exilado em Gaza, Khalil Al-Hayya, disse que havia recebido garantias dos EUA e de outros mediadores de que a guerra terminou.

    Acredita-se que 20 reféns israelenses ainda estejam vivos em Gaza, enquanto 26 estão supostamente mortos e o destino de dois é desconhecido.

    O Hamas indicou que a recuperação dos corpos pode levar mais tempo do que a libertação dos que estão vivos.

     

    Moradores de Gaza voltam para casas destruídas

  • Lula critica decisão do Congresso de não taxar mais ricos, bets e fint

    Lula critica decisão do Congresso de não taxar mais ricos, bets e fint

    Lula criticou parlamentares que votaram contra a taxação dos ricos, fintechs e bets: “Eles votam contra”, disparou o presidente

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta sexta-feira (10) a decisão do Congresso Nacional de retirar da pauta de votação a medida provisória (MP) que taxaria rendimentos de aplicações financeiras e apostas esportivas e compensaria a revogação de decreto que previa aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

    “A gente manda um projeto de lei depois de acordado no Congresso Nacional para as pessoas que ganham acima de R$ 600 mil e acima de R$ 1 milhão pagarem uma merrequinha a mais, para que as fintechs paguem um pouquinho mais, para que as bets paguem um pouquinho mais. E eles votam contra.”

    Entenda

    A MP precisava ser aprovada até a última quarta-feira (8) para não perder a eficácia. Com a retirada da pauta, apresentada pela oposição, o texto caducou. A versão original propunha a taxação de bilionários, bancos e bets (empresas de apostas eletrônicas) como forma de aumentar a arrecadação.

    A ideia, por exemplo, era taxar a receita bruta das bets com alíquota entre 12% e 18%, além da taxação de aplicações financeiras, como as Letras de Crédito Agrário (LCA), de Crédito Imobiliário (LCI) e de Desenvolvimento (LCD), bem como juros sobre capital próprio.

    A previsão inicial era arrecadar cerca de R$ 10,5 bilhões em 2025 e R$ 21 bilhões, em 2026. Com as negociações, a projeção caiu para R$ 17 bilhões. O texto também previa corte de R$ 4,28 bilhões de gastos obrigatórios.

    Lula critica decisão do Congresso de não taxar mais ricos, bets e fint

  • Guilherme Boury é o terceiro eliminado de 'A Fazenda 17'

    Guilherme Boury é o terceiro eliminado de 'A Fazenda 17'

    Carol Lekker e Yoná Sousa foram as escolhidas para continuar no reality; Guilherme Boury Ayrosa Galvão é ator e ficou conhecido pelo papel de Júnior em “Chiquititas” (2013-2015)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Chegou ao fim A Fazenda 17 para Guilherme Boury. O sobrinho de Fábio Jr. foi eliminado nesta quinta-feira (9), ao receber o menor número de votos do público para permanecer no jogo. Carol Lekker e Yoná Sousa foram as escolhidas para continuar no reality.

    Carol foi indicada à roça pela então fazendeira Rayane Figliuizzi, Yoná foi a mais votada pela casa, com 11 votos e Guilherme foi escolhido pelo por Yoná e Saory Cardoso a partir da dinâmica do poder da chama.

    QUEM É GUILHERME BOURY

    Guilherme Boury Ayrosa Galvão é ator, sobrinho de Fábio Jr. e primo de Fiuk e Cleo Pires. Ao longo de sua carreira, atuou em diversas novelas na Record, Globo e SBT.

    Seu papel mais conhecido foi no remake de “Chiquititas” (2013-2015), em que viveu o playboy Júnior (José Ricardo Almeida Campos Jr.).

    Guilherme Boury é o terceiro eliminado de 'A Fazenda 17'

  • Ancelotti ensaia novo quarteto mágico e Brasil goleia Coreia em Seul

    Ancelotti ensaia novo quarteto mágico e Brasil goleia Coreia em Seul

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A seleção brasileira se impôs no amistoso disputado nesta sexta-feira (10) contra a Coreia do Sul, em Seul, e conquistou uma vitória tranquila por 5 a 0, com Estêvão e Rodrygo marcando dois cada, e Vinicius Junior fechando o placar.

    Em busca de um ataque mais efetivo, Carlo Ancelotti mandou a campo um novo ‘quarteto mágico’, com Rodrygo e Vinicius Junior pela esquerda, e Estêvão e Matheus Cunha pela direita, sem um homem de referência na posição de centroavante.

    Casemiro e Bruno Guimarães, no meio, eram os responsáveis por fazer a ligação da defesa para o ataque, em uma formação que pressionou o time coreano dentro de casa desde o início do primeiro tempo.

    Na zaga, Ancelotti deu a primeira oportunidade à Éder Militão, que ficou afastado nos últimos meses por lesão, com o técnico apostando em uma espinha dorsal do Brasil calcada em nomes do Real Madrid que o italiano comandou antes de assumir a seleção.

    A equipe nacional chegou com perigo nos minutos iniciais em chutes de Rodrygo e Vinicius Junior, até que o primeiro gol foi marcado, aos 13 minutos, com Estêvão. O atacante do Chelsea recebeu passe preciso de Bruno Guimarães dentro da área e se antecipou à zaga coreana para tirar do goleiro batendo no alto para fazer seu segundo gol com a camisa da seleção brasileira -o primeiro foi na vitória por 3 a 0 contra o Chile, pelas Eliminatórias.

    Quatro minutos depois, Casemiro chegou a ampliar, de cabeça, após cruzamento de Estêvão, mas o gol foi anulado por impedimento.

    O Brasil seguiu dominante no campo de ataque, com os quatro homens na frente se movimentando com trocas de posições, sem que a Coreia conseguisse levar perigo ao gol de Bento.

    Aos 41, Rodrygo, que já havia chegado com perigo alguns minutos antes, ampliou. Encerrando um hiato de mais de seis meses atuando pela seleção, o atacante do Real Madrid voltou reassumindo a camisa 10 e foi um dos jogadores mais participativos durante a partida.

    No lance do gol, se valeu de boa jogada de Vinicius Junior pela ponta esquerda, que tocou para Casemiro na entrada da grande área. O volante serviu o atacante merengue, que se livrou do marcador com uma jogada de corpo e bateu firme de direita, sem chance de defesa para o goleiro coreano.

    No início do segundo tempo, a toada do primeiro se manteve. Aos dois minutos, Estêvão, novamente, roubou a bola do zagueiro coreano na entrada da grande área, avançou em velocidade e chutou cruzado para fazer o terceiro.
    Apenas dois minutos depois, Rodrygo fez mais um, mais uma vez sendo servido pelo companheiro merengue Vinicius Junior.

    Aos 32, quando o time coreano esboçava uma tentativa de reação, foi a vez de Vinicius Junior marcar o seu. O atacante recebeu bom passe de Lucas Paquetá, que havia entrado dez minutos antes no lugar de Estêvão, e disparou em direção ao gol, driblou o zagueiro já na área e bateu para tirar do goleiro.

    Ancelotti já havia testado o time do Brasil com quatro homens na frente, mas com nomes diferentes, em jogos das Eliminatórias. Na vitória contra o Paraguai, Vinicius Junior, Raphinha, Matheus Cunha e Gabriel Martinelli iniciaram entre os titulares. Contra o Chile, foram escalados Martinelli, Raphinha, Estêvão e João Pedro.

    Em entrevista antes da partida contra os coreanos, o treinador já havia indicado certa insatisfação com o desempenho ofensivo da equipe.

    Para a partida no Estádio da Copa do Mundo de Seul, trouxe de volta Vinicius Junior, fora da última convocação, e Rodrygo, chamado pela primeira vez pelo italiano, com a experiência no Real Madrid contribuindo para o entrosamento na seleção pela esquerda.

    Pela direita, Estêvão parece sair na frente na disputa por uma posição, com Raphinha e Neymar ainda entre os possíveis candidatos ao ataque da seleção na Copa.

    O primeiro quadrado mágico da seleção brasileira foi na Copa do Mundo de 2006, quando Carlos Alberto Parreira apostou em uma equipe com Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo e Adriano. O time acabou eliminado nas quartas de final pela França, gol de Thierry Henry.

    O próximo compromisso da seleção brasileira deve ser em novembro, em partidas amistosas contra as seleções de Senegal e da Tunísia, em jogos disputados na Europa.

    BRASIL
    Bento; Vitinho (Paulo Henrique), Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos (Carlos Augusto); Casemiro, Bruno Guimarães (André); Rodrygo, Vinicius Junior (Richarlison), Estêvão (Lucas Paquetá) e Matheus Cunha (Igor Jesus)
    Técnico: Carlo Ancelotti

    COREIA DO SUL
    Jo Hyeon-woo; Seol Young-woo, Kim Ju-sung, Kim Min-jae (Park Jin-Seob), Lee Tae-seok, Cho Yu-min; Lee Kang-in (Lee Dong-Gyeong), Hwang In-beom (Castrop), Lee Jae-sung (Kim Jin-Gyu), Paik Seung-ho (Won Du-Jae); Son Heung-min (Oh Hyeon-Gyu)
    Técnico: Hong Myung-Bo

    Local: Estádio da Copa do Mundo de Seul
    Árbitro: Abdurahman Ibrhaim Al-Jassim (QAT)
    Cartões amarelo: Kim Min-Jae, Kim Ju-Sung, Won Du-Jae
    Gols: Estêvão (13º, 47º), Rodrygo (41º, 48º) e Vinicius Junior (76º)

    Ancelotti ensaia novo quarteto mágico e Brasil goleia Coreia em Seul

  • Novo sistema europeu de controle de fronteiras entra em vigor

    Novo sistema europeu de controle de fronteiras entra em vigor

    No próximo dia 12 de outubro, entra em vigor, em todos os países do espaço Schengen, o novo sistema europeu de controle automatizado de fronteiras externas, designado como Entry/Exit System (EES)

    O novo sistema europeu de controle de fronteiras externas, designado como Entry/Exit System (EES), entra em vigor no próximo dia 12 de outubro, para todos os países do espaço Schengen.

    O comunicado do Sistema de Segurança Interna (SSI) destaca que o EES não se aplica a cidadãos da União Europeia, mas sim a todos os viajantes de países terceiros que entram no espaço Schengen – zona europeia de livre circulação, formada por 29 países que aboliram fronteiras internas – para estadias de curta duração.

    A nota oficial estabelece ainda um limite de 90 dias, num período de 180 dias consecutivos, independentemente das pessoas necessitarem ou não de visto.

    “Este sistema vai permitir detectar de forma mais rápida documentos falsos, entradas irregulares e outras ameaças à segurança”, lê-se no comunicado.

    As autoridades relatam ainda que o ESS “coloca o sistema na linha da frente da gestão inteligente das fronteiras, reforçando a proteção das fronteiras externas bem como a cooperação e partilha automática de dados entre os Estados-Membros.”

    Veja o que vai alterar no controle de fronteiras:

    • As entradas e saídas de viajantes de países terceiros passam a ser registadas eletronicamente (data, hora e posto de fronteira);
    • O EES substitui o carimbo manual nos passaportes, modernizando e tornando mais seguro todo o processo de controlo.
    • Na primeira entrada, são recolhidas quatro impressões digitais e uma fotografia, aplicável a partir de dezembro;
    • O sistema identifica automaticamente quem excede o período legal de permanência no espaço Schengen;
    • A informação é partilhada em tempo real com as autoridades dos países Schengen, através de um sistema centralizado e interoperável com outras bases de dados europeias de segurança

    O SSI reforça ainda que o sistema Entry/Exit cumpre rigorosamente as normas europeias e nacionais de proteção de dados pessoais, garantindo a confidencialidade e a segurança da informação.

    Novo sistema europeu de controle de fronteiras entra em vigor

  • Petrobras anuncia R$ 2,6 bilhões para indústria naval na Bahia

    Petrobras anuncia R$ 2,6 bilhões para indústria naval na Bahia

    A Petrobras anunciou a construção de seis embarcações offshore no Estaleiro Enseada, em Maragogipe, com investimento de R$ 2,58 bilhões. O projeto deve gerar mais de 5 mil empregos e marca a retomada da indústria naval no Recôncavo Baiano após oito anos de paralisação

    A retomada de investimentos da Petrobras na indústria naval na Bahia prevê a construção de seis embarcações de apoio marítimo offshore nos próximos anos, que serão fabricadas no estaleiro Enseada, em Maragogipe, município do Recôncavo Baiano, a cerca de 130 quilômetros de Salvador.

    Os detalhes foram anunciados nesta quinta-feira (9), em evento na região que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador Jerônimo Rodrigues, da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, além de ministros e centenas de trabalhadores do estaleiro.

    “Estou aqui para recuperar a indústria naval brasileira, mas os caras que deixaram um estaleiro dessa magnitude parado deveriam ser presos por causarem prejuízos à população brasileira”, afirmou Lula durante o anúncio do investimento bilionária para retomar o projeto.

     

    Pela manhã, em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, Lula participou da inauguração da nova fábrica de veículos elétricos e híbridos da chinesa BYD, na antiga fábrica da Ford, fechada em 2021.

    As seis embarcações são do tipo ORSV (Oil Spill Response Vessel, em inglês), especializadas em atividades de controle de vazamentos em alto-mar, e serão construídas pela empresa navegação CMM Offshore Brasil, para depois serem repassadas para uso da Petrobras.

    O investimento total é estimado em R$ 2,58 bilhões, com previsão de quatro anos para construção e 12 anos de operação para cada contrato. Apenas nessa construção, mais de 5,4 mil empregos, entre diretos e indiretos, serão gerados. Os contratos também exigem 40% de conteúdo local nos componentes usados na fabricação dos barcos.

    “Só para lembrar vocês, nós ficamos 8 anos sem que a Petrobras fizesse uma única demanda à indústria naval brasileira. O que nós estamos retomando, portanto, não tem preço”, destacou Magda Chambriard.

    Segundo a presidente da Petrobras, a companhia já avançou na contratação de 44 de 48 embarcações planejadas para fabricação no Brasil, em diferentes estaleiros do país. Os barcos, segundo ela, têm porte médio a grande, acima de 1 mil metros quadrados de área livre. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia (MME), a renovação da frota naval no Brasil deve gerar 44 mil empregos e R$ 23 bilhões em investimentos.

    De acordo com a estatal, as embarcações que serão construídas na Bahia serão equipadas com um sistema de propulsão híbrida, que combina motores elétricos e baterias com geradores movidos a diesel e biodiesel, além da possibilidade de conversão futura para etanol, capazes de reduzir em até 25% de emissões de dióxido de carbônico (CO2), o principal gás causador do efeito estufa.

    Durante o evento, o Ministério de Portos e Aeroportos anunciou investimento de R$ 611,7 milhões para a construção de 80 embarcações destinadas à expansão das atividades no setor naval e aquaviário. Desse total, R$ 550,5 milhões serão recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM).

    O financiamento, de acordo com a pasta, tem potencial de gerar mais de 2 mil empregos diretos. Até o momento, foram construídas quatro embarcações e outras três estão em fabricação.

    O Fundo da Marinha Mercante, mantido pelo governo federal, financia a renovação da frota e a reparação de embarcações.

    “Aqui, no Estaleiro Enseada, renascem quase 7 mil empregos diretos de qualidade. Salários dignos para melhorar a vida das famílias. Mais de 90% dos postos de trabalho estão sendo ocupados por gente daqui, do Recôncavo Baiano. Mão de obra local, benefício local”, celebrou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

    Fábrica de fertilizantes

    A Petrobras também anunciou a retomada e operação das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia e de Sergipe (Fafen-BA e Fafen-SE), cujas atividades devem começar em janeiro. As plantas vão produzir amônia, ureia perolada e ARLA-32, utilizando contrato que ainda inclui a operação dos Terminais Marítimos de Amônia e Ureia no Porto de Aratu, em Candeias, na Bahia.

    Na Fafen Bahia, o investimento previsto para a retomada da unidade é R$ 38 milhões e a estimativa é de que sejam gerados 750 empregos diretos. Os mesmos valores de investimento e empregos estão previstos para a planta sergipana.

    As duas fábricas, juntamente com a Araucária Nitrogenados S.A (ANSA), outra fábrica nacional de fertilizantes da Petrobras, instalada no Paraná, responderão por 20% de toda a produção de fertilizantes consumida pelo setor agrícola brasileiro. Uma nova fábrica em construção no Mato Grosso deve elevar a produção nacional para 35% de toda a demanda nos próximos anos, assegurou a presidente da Petrobras. 

    Ainda na Bahia, o governo estadual e a Petrobras assinaram um protocolo de intenções para que a estatal possa utilizar o canteiro de obras de São Roque do Paraguaçu (BA) para o acostamento de plataformas de petróleo. No local, essas plataformas serão descomissionadas parcialmente e, no futuro, poderão ser reconstruídas no mesmo local, gerando novos empregos.

    O protocolo também prevê a disponibilização de parte do canteiro para que estado da Bahia utilize a área como apoio à construção da Ponte Salvador-Itaparica.

    Petrobras anuncia R$ 2,6 bilhões para indústria naval na Bahia

  • 'Nova poupança' vai liberar mais de 80 mil novos financiamentos para a casa própria na Caixa, diz governo

    'Nova poupança' vai liberar mais de 80 mil novos financiamentos para a casa própria na Caixa, diz governo

    Após superar metas do Minha Casa, Minha Vida, o governo Lula prepara um novo programa habitacional voltado à classe média, com foco em famílias que ganham entre R$ 12 mil e R$ 20 mil por mês. A iniciativa inclui a criação de uma “nova poupança” para financiar imóveis

    (FOLHAPRESS) – A restrição do crédito imobiliário e a alta dos juros deixaram a classe média de fora das políticas habitacionais nos últimos anos. Em seu último ano de mandato, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer virar esse jogo. Após superar a meta de moradias do Minha Casa, Minha Vida, o Planalto prepara uma ofensiva para atender famílias com renda entre R$ 12 mil e R$ 20 mil mensais -um público que ficou desassistido, mas tem peso relevante nas urnas de 2026.

    Nesta quinta-feira (9), o ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou que, enquanto o MCMV (Minha Casa Minha Vida) bate recordes -com a previsão de entregar 3 milhões de moradias até o final de 2026-, a classe média “está desatendida”.

    “Com a Selic a 15% ao ano, ficou impossível para a classe média financiar um imóvel no mercado privado. Queremos corrigir essa distorção e induzir o mercado a voltar a operar para esse público”, disse o ministro no Incorpora 2025, evento da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) para o setor imobiliário.

    Jader Filho apontou que a principal dificuldade para a classe média é a ausência de funding (recursos), especialmente porque a poupança, fonte tradicional de financiamento para esse grupo, não está reagindo devido à altíssima taxa de juros no Brasil. Essa taxa de juros, que gira entre 19% e 22%, inviabiliza o financiamento para essa faixa de renda, disse o ministro.

    O papel do governo, segundo Jader Filho, é buscar alternativas para atender a esse segmento significativo da sociedade. Ele fez um convite aos incorporadores para que lancem mais unidades para esse segmento

    Para destravar o financiamento para esse público, o presidente Lula vai anunciar nesta sexta-feira (10), em São Paulo, o novo modelo de crédito habitacional, a “nova poupança”. A medida vem como alternativa ao esgotamento da caderneta de poupança tradicional como fonte de crédito mais barato.

    A previsão é liberar imediatamente 5% dos recursos da poupança que estão em depósitos compulsórios no Banco Central (BC). Essa liberação inicial deve injetar pelo menos R$ 20 bilhões em recursos para financiar a compra da casa própria.

    O impacto imediato previsto, segundo Jader Filho, é de que somente a Caixa Econômica Federal -líder no crédito imobiliário- possa disponibilizar mais 80 mil novos financiamentos habitacionais apenas até o final de 2026.

    A vice-presidente de habitação da Caixa, Inês da Silva Magalhães, afirmou que o banco está otimista com as mudanças.

    Jader Filho também afirmou que a liberação do compulsório era uma demanda do governo desde o início deste mandato, mas só foi possível com a nova direção do Banco Central, sob comando de Gabriel Galípolo.

    O pacote de medidas que será anunciado inclui também o aumento do valor máximo dos imóveis financiados por meio do SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A correção abre espaço para incluir imóveis de padrão mais elevado no financiamento com condições mais vantajosas. O teto, que está fixado em R$ 1,5 milhão desde 2018, deve ser corrigido para um patamar próximo a R$ 2 milhões.

    O ministro afirmou ainda que irá levar a voto no Conselho do FGTS o valor de R$ 147 bilhões de orçamento para a habitação em 2026. “Se alguém tem alguma dúvida de que vai faltar recursos, não vai faltar recursos”, disse Jader Filho.

    MINHA CASA MINHA VIDA TERÁ NOVOS TETOS PARA RENDA FAMILIAR

    Embora o foco imediato seja a “nova poupança”, o ministro indicou que a Faixa 4 do MCMV, que contempla famílias de R$ 9.600 até R$ 12 mil, está avançando e dentro do curso esperado pelo governo, considerando que o mercado precisou se ajustar ao lançamento da nova linha. Ele afirmou que havia uma carência de produto específico para essa faixa de renda, mas o mercado está reagindo e lançando empreendimentos, pois agora o recurso existe

    Jader Filho também afirmou que está estudando, em conjunto com a Abrainc, o ajuste do teto da renda e o teto dos imóveis nas faixas mais baixas do MCMV (Faixas 1, 2 e 3) em determinados municípios. A mudança deve ser anunciada nos próximos dias.

    “O MCMV segue forte, é um pilar econômico”, afirmou. Segundo ele, o programa já contratou 1,8 milhão de moradias desde 2023, das quais 1,1 milhão estão em construção. A meta inicial de 2 milhões será superada: a projeção agora é de 3 milhões de moradias contratadas até 2026. Desde o início do mandato, mais de R$ 275 bilhões foram injetados na economia via MCMV.

    Dentro do rol de políticas públicas do governo federal voltado à habitação, o secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, afirmou que haverá também um programa de financiamento voltado para melhorias habitacionais.

    “O déficit habitacional [cerca de 6 milhões de unidades, em 2025] não é formado apenas por famílias que não têm onde morar, mas também por famílias que moram em imóveis que não são adequados”, disse Mello, que defendeu as novas medidas para ampliar o acesso do brasileiro à habitação.

    'Nova poupança' vai liberar mais de 80 mil novos financiamentos para a casa própria na Caixa, diz governo

  • Paulo Betti brinca que Cássia Kis vai sair da frente de um quartel para matar Odete Roitman

    Paulo Betti brinca que Cássia Kis vai sair da frente de um quartel para matar Odete Roitman

    Paulo Betti e Dadá Coelho brincaram nas redes sociais sobre o mistério de “Vale Tudo”. O ator sugeriu, com bom humor, que Cássia Kis poderia ser a assassina de Odete Roitman no remake, em uma referência à versão original e à trajetória recente da atriz

    (CBS NEWS) – Paulo Betti fez uma participação especial nas redes sociais da esposa, Dadá Coelho, para comentar o capítulo icônico de “Vale Tudo” da última segunda-feira (6).

    Questionado sobre quem ele acha que matou Odete Roitman, o ator brincou que seria Cássia Kis. Na primeira versão, a assassina foi Leila, então vivida por Cássia – papel de Carolina Dieckmmann no remake.

    “Amor, e se for a Cássia Kis?”, pergunta Dadá Coelho. “Ela pode voltar num crossover, como chamam”, aposta.

    “Ela sai da frente de um quartel vestida com a bandeira do Brasil”, debocha o ator. Os dois caem na gargalhada. A brincadeira foi uma referência ao passado recente de Cássia como apoiadora de Bolsonaro.

    Ainda na conversa, Dadá e Paulo mostram a língua afiada e fazem piada também sobre as camisas justíssimas de Marco Aurélio, personagem de Alexandre Nero. “Foi costurada no corpo, não dá nem para abotoar”, brincam.

    Paulo Betti brinca que Cássia Kis vai sair da frente de um quartel para matar Odete Roitman