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  • Canadá diponibiliza mais 3,4 milhões de euros para ajuda humanitária a Cuba

    Canadá diponibiliza mais 3,4 milhões de euros para ajuda humanitária a Cuba

    O Canadá anunciou sexta-feira que disponibilizará uma ajuda de 5,5 milhões de dólares canadenses (3,4 milhões de euros) para Cuba “para responder diretamente às necessidades urgentes dos cubanos vulneráveis” em matéria de medicamentos e alimentos.

    O governo canadense afirmou, em comunicado, que a Organização Pan-Americana da Saúde receberá cinco milhões de dólares “para proteger a saúde e o bem-estar das populações vulneráveis em Cuba”.

    O objetivo é “melhorar a disponibilidade e o acesso a serviços de saúde essenciais, medicamentos críticos e suprimentos médicos”, além de fortalecer as cadeias de abastecimento e apoiar tanto as instituições de atenção primária quanto os hospitais de referência.

    O valor restante, 500 mil dólares canadenses, será destinado ao Programa Alimentar Mundial “para prestar assistência alimentar aos cubanos e apoiar a logística essencial e as necessidades de combustível para a resposta humanitária”.

    As autoridades canadenses acrescentaram que continuam monitorando a situação em Cuba para “avaliar e responder à evolução das necessidades”.

    O valor anunciado hoje se soma a outros oito milhões de dólares canadenses em ajuda que o Canadá já havia disponibilizado no final de fevereiro para o Programa Alimentar Mundial e o UNICEF, destinados à compra de alimentos para Cuba.

    Canadá diponibiliza mais 3,4 milhões de euros para ajuda humanitária a Cuba

  • Revolução no Real Madrid! Veja quem sai e quem pode reforçar os merengues

    Revolução no Real Madrid! Veja quem sai e quem pode reforçar os merengues

    Vivendo uma temporada para esquecer, com eliminações na Liga dos Campeões (nas quartas de final, contra o Bayern de Munique), na Copa do Rei (nas oitavas, diante do Albacete) e na Supercopa da Espanha (na final, contra o Barcelona), o Real Madrid vê o mercado de transferências de verão como uma oportunidade para promover uma verdadeira revolução no elenco principal.

    A permanência de Álvaro Arbeloa está mais ameaçada do que nunca (apenas uma eventual ultrapassagem ao Barcelona, que está a nove pontos de distância, e a consequente conquista de La Liga poderiam salvá-lo), mas, independentemente de quem estiver no comando técnico, a diretoria liderada por Florentino Pérez pretende fazer mudanças em praticamente todos os setores.

    O portal norte-americano The Athletic publicou, neste sábado, uma reportagem extensa na qual lista os jogadores que devem permanecer no Santiago Bernabéu, aqueles que podem sair… e também os que podem chegar para suprir todas as lacunas identificadas na histórica equipe espanhola.

    Quem fica?

    O gol deve ser, ao que tudo indica, o único setor que permanecerá intacto, já que o Real Madrid pretende manter tanto Thibaut Courtois (titular absoluto) quanto Andriy Lunin (a menos que ele próprio queira sair para ter mais minutos, o que, se acontecer, abriria espaço para a promoção do jovem Fran González).

    Na defesa, Éder Militão (ex-FC Porto) e Álvaro Carreras (ex-Benfica) têm permanência garantida, assim como Dean Huijsen (contratado do Bournemouth há menos de um ano por cerca de 60 milhões de euros) e Ferland Mendy (apesar das constantes lesões nos últimos meses).

    No meio-campo, Aurélien Tchouaméni, Arda Güler, Federico Valverde e Jude Bellingham são considerados intocáveis, enquanto Thiago Pitarch e Franco Mastantuono são vistos como apostas para o futuro e devem continuar no clube — desde que aceitem um papel secundário.

    Por fim, no ataque, os “galácticos” Vinícius Júnior e Kylian Mbappé devem permanecer, embora o desempenho recente tenha sido alvo de críticas. Rodrygo chegou a ser cogitado para saída, mas uma lesão grave, que o deixará fora por vários meses, inviabiliza qualquer negociação.

    Quem sai?

    David Alaba (em fim de contrato), Raúl Asencio, Dani Ceballos e Gonzalo García (com pouco espaço no elenco) devem deixar o Santiago Bernabéu. No entanto, há outros nomes importantes que também podem ser negociados em breve.

    É o caso de Antonio Rüdiger e Dani Carvajal, cujos contratos terminam em pouco mais de dois meses. Eduardo Camavinga tem cometido erros individuais com frequência, o que coloca sua permanência em dúvida, e Fran García também pode ser vendido, apesar de propostas do Bournemouth terem sido recusadas em janeiro.

    Quem chega?

    A defesa tem sido um verdadeiro problema para o Real Madrid nesta temporada, e por isso deve ser reforçada com um zagueiro e um lateral-direito experientes. O meio-campo, que ainda sente as saídas de Luka Modric e Toni Kroos, também deve ganhar um reforço — ao que tudo indica, Nico Paz, atualmente no Como.

    Já no ataque, o nome que vem ganhando força é o de Endrick, que tem se destacado sob o comando do técnico português Paulo Fonseca, no Olympique Lyon (já soma seis gols e cinco assistências em 16 jogos oficiais), e deve retornar para disputar uma vaga no elenco.

    Revolução no Real Madrid! Veja quem sai e quem pode reforçar os merengues

  • Trump afirma que Xi está "muito satisfeito" com reabertura de Ormuz

    Trump afirma que Xi está "muito satisfeito" com reabertura de Ormuz

    O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o líder chinês, Xi Jinping, está “muito satisfeito” com a reabertura do estreito de Ormuz, prevendo um encontro entre dois líderes em Pequim “especial e histórico”.

    “O presidente Xi está muito satisfeito com o fato de o estreito de Ormuz estar aberto ou em rápida abertura”, escreveu Trump em uma publicação na rede Truth Social, da qual é proprietário, na sexta-feira.

    Além disso, o líder norte-americano afirmou que o próximo encontro com Xi Jinping em Pequim será “especial e, possivelmente, histórico”, e garantiu que espera alcançar avanços significativos na relação bilateral.

    O estreito de Ormuz é fundamental para a China, já que cerca de metade das importações de petróleo do país asiático passam por essa rota, enquanto aproximadamente 80% do petróleo bruto que transita pelo estreito tem como destino a Ásia, de acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE).

    O republicano pretende visitar a capital chinesa entre os dias 14 e 15 de maio, em um encontro bilateral que inicialmente estava previsto para abril, mas foi adiado devido à guerra no Irã.

    Trump será o oitavo presidente dos EUA a visitar a China, em uma lista que começa com a visita de Richard Nixon em 1972, passando por outros líderes como Gerald Ford (1975), Ronald Reagan (1984), George H. Bush (1989), Bill Clinton (1998), George W. Bush (2001) e Barack Obama (2016).

    Na tarde de sexta-feira, o presidente norte-americano afirmou que Teerã estava retirando as minas do estreito de Ormuz e que esperava que, em breve, ocorresse uma nova rodada de negociações para chegar a um acordo que ponha fim à guerra, que já dura sete semanas.

    Trump afirma que Xi está "muito satisfeito" com reabertura de Ormuz

  • Astronautas da Artemis II usaram relógio feito com tecnologia desenvolvida pela USP

    Astronautas da Artemis II usaram relógio feito com tecnologia desenvolvida pela USP

    O desenvolvimento do equipamento começou em pesquisas realizadas na EACH/USP; dispositivo foi elaborado sob coordenação do professor Mario Pedrazzoli, especialista em cronobiologia e estudos do sono

    Os astronautas tripulantes da Artemis II utilizaram uma tecnologia desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP) para monitorar o sono durante toda a missão da Nasa. O equipamento, conhecido como actígrafo, foi criado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e permite registrar de forma contínua padrões de sono, atividade e exposição à luz.

    O dispositivo foi desenvolvido sob coordenação do professor Mario Pedrazzoli, especialista em cronobiologia e estudos do sono. Usado no pulso, o equipamento acompanha variáveis como movimento corporal, intensidade luminosa e a composição da luz ambiente, incluindo a luz azul, considerada importante para a regulação do ciclo sono-vigília.

    “O reconhecimento internacional da tecnologia ganhou destaque com sua aplicação em pesquisas vinculadas ao programa Artemis, da NASA, que busca ampliar a presença humana no espaço. Em ambientes extremos como o espacial, compreender os ritmos circadianos é essencial para garantir a saúde, o desempenho e a segurança dos astronautas”, afirmou a universidade.

    As informações coletadas pelo dispositivo não se limitam ao uso em missões espaciais. Elas também alimentam estudos sobre distúrbios do sono e podem orientar a criação de políticas públicas.

    O desenvolvimento do equipamento começou em pesquisas realizadas na EACH/USP, com apoio inicial do Programa PIPE, da FAPESP, voltado à inovação em pequenas empresas. Com o avanço dos estudos, o actígrafo foi aperfeiçoado e chegou à fase de produção pela empresa Condor Instruments.

    A Missão Artemis II, da Nasa, fez um sobrevoo histórico na Lua. Os quatro astronautas viajaram o mais longe da Terra do que qualquer ser humano na história – quebrando o recorde estabelecido pela Apollo 13 em 1970. A nave atingiu 406.771 km da Terra, ultrapassando os 400.171 km anteriores.

    Além disso, foram registrados feitos inéditos e avanços tecnológicos durante sua trajetória, como a transmissão de imagens, vídeos e dados científicos por meio do Sistema de Comunicações Ópticas Orion Artemis II (O2O), que utilizou tecnologia a laser.

    Astronautas da Artemis II usaram relógio feito com tecnologia desenvolvida pela USP

  • Motta diz que apoia derrubada de vetos de Lula ao projeto da redução de penas do 8/1

    Motta diz que apoia derrubada de vetos de Lula ao projeto da redução de penas do 8/1

    Presidente da Câmara deu declarações em entrevista à GloboNews na manhã desta sexta-feira (17); sessão de análise do veto à dosimetria está marcada para 30 de abril

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta sexta-feira (17) que espera que o veto do presidente Lula (PT) ao projeto de lei que diminui as penas dos condenados por golpe de Estado seja derrubado. Isso pode levar à diminuição das penas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje em prisão domiciliar.

    A afirmação foi feita em entrevista à GloboNews nesta manhã. Para Motta, a derrubada do veto é necessária “para que justamente possamos virar essa página, esse capítulo triste da história do nosso país”.

    A sessão que analisará os vetos ao projeto da dosimetria foi marcada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para quinta-feira (30), após pressão dos bolsonaristas.

    O projeto da dosimetria foi aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro. A proposta diz que as penas pelos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito não devem ser aplicadas de forma cumulativa quando inseridas no mesmo contexto. O texto diz que deve ser aplicada a pena mais grave entre os dois, aumentando a punição de um sexto à metade.

    O texto prevê ainda redução de pena de um a dois terços para os crimes de tentativa de golpe ou abolição quando eles tiverem sido praticados em contexto de multidão. Além disso, fixa o menor tempo possível de cumprimento da pena para progressão de regime para esses crimes, um sexto, independentemente de reincidência ou do uso de violência ou grave ameaça.

    O projeto reduz tanto as penas totais quanto o tempo mínimo em regime fechado de condenados da trama golpista e do 8 de Janeiro. A proposta pode reduzir o tempo de Jair Bolsonaro em regime fechado do intervalo atual de 6 a 8 anos para algo entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, a depender da interpretação.

    No início deste ano, entretanto, Lula vetou integralmente o texto, cabendo ao Congresso avaliar os vetos.

    A análise tardou a ser marcada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pois a abertura da sessão também levará, de acordo com o regimento interno, à leitura do requerimento que instala a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do Banco Master. Alcolumbre disse a aliados que era contrário à instauração.

    Para Motta, o projeto da dosimetria distensiona as relações entre Congresso e STF (Supremo Tribunal Federal), pois haveria um “consenso na sociedade” de que algumas penas foram dadas “de forma exagerada”.

    “Essa condição construída por nós na Câmara dos Deputados e amplamente aprovada e concordada pelo Senado Federal, que foi vetada pelo presidente da República, dá ao próprio Poder Judiciário a condição de, obedecendo aos pedidos dessas pessoas que estão sendo julgadas, outras que já foram condenadas, de poder revisar essas penas e conceder uma possível redução dessas penas, o que na minha avaliação culminaria na liberação de praticamente todas as pessoas que ainda estão presas devido ao 8 de janeiro”, explicou à GloboNews.

    Ele avalia que o tema gerou uma “crise institucional”, que “se alongou demais”.

    “Ao longo do ano de 2025 a principal matéria que pautou as discussões, os momentos de tensão dentro do Congresso, foi em torno dessa anistia, que a Câmara e o Senado não concordaram com a anistia ampla, geral e irrestrita. (…) Na minha avaliação nós poderíamos já ter resolvido esse problema se não fosse o veto do presidente da República, que será agora analisado pelo Congresso”.

    Motta diz que apoia derrubada de vetos de Lula ao projeto da redução de penas do 8/1

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  • João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

    João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – João Fonseca fez um jogo equilibrado de três sets e 1h49 de duração, mas caiu novamente diante de um tenista top 10 do ranking da ATP (Associação de em duelo pelas quartas de final do ATP 500 de Munique contra o americano Ben Shelton.

    No primeiro encontro entre os dois no circuito, Shelton, de 23 anos e número 6 do ranking, venceu o brasileiro de 19 anos e 35º por dois sets a um, com parciais de 6/3, 3/6 e 6/3.

    Foi a sexta derrota seguida de João para um tenista que está entre os dez melhores do ranking.

    Até aqui, a única vitória do brasileiro foi no primeiro encontro contra um top 10, quando venceu o russo Andrei Rublev, então nono do mundo, na primeira rodada do Grand Slam do Australian Open.

    Pela campanha no saibro alemão, João Fonseca aparece momentaneamente em 30º lugar no ranking da ATP, posição que ainda pode sofrer alterações a depender do desempenho dos tenistas no restante da semana.

    A melhor colocação já alcançada foi a de número 24 do mundo, em novembro de 2025, após vencer o ATP 500 de Basileia, na Suíça.

    João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

  • Ana Paula rejeita enfrentar Juliano no último paredão do BBB 26

    Ana Paula rejeita enfrentar Juliano no último paredão do BBB 26

    Jornalista se emociona ao relembrar trajetória e destaca importância do Juliano na reta final do reality; clima pesa após ajuda de Milena a Boneco em prova decisiva e gera tensão entre participantes

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Após a prova do finalista, realizada na noite desta quinta-feira (16), Ana Paula Renault está no último paredão do BBB 26 (Globo). A possibilidade de ir com dois de seus aliados mexeu com a jornalista, que acabou revelando a Juliano Floss que não quer ir para a berlinda com ele pela terceira vez consecutiva. A sister afirmou que o dançarino esteve ao seu lado durante todo o jogo. “Não quero ir com você”, começou.

    “Eu estava aqui agora pensando, sabe… vocês foram muito importantes para toda a minha trajetória aqui. Tia Milena, no início, foi minha amiga, aliada… lembra o que eu falava, que a gente pensava igual no jogo, até quando tínhamos divergências e você tinha outro posicionamento?”, recordou a sister, que reconheceu um afastamento da recreadora infantil.

    Ana Paula comentou sobre a aproximação dos dois. “A gente foi se afastando e aí você entrou na minha vida, porque minha vida hoje é isso aqui… eu não consigo me ver sem você mais. E vocês dois foram muito importantes. Se estou aqui hoje, até hoje, é por causa de vocês dois. Nessa reta final, você nunca se esquivou de conversar comigo sobre qualquer assunto. Sei que não é fácil toda hora ficar falando de jogo, e você nunca fugiu.”

    Mais cedo, Ana Paula e Juliano Floss se irritaram ao ver que Milena tinha ajudado o brother Leandro Rocha, mais conhecido como Boneco, durante uma etapa crucial da dinâmica. A disputa, que terá seu desfecho na noite desta sexta-feira (17), leva um jogador direto para a final do BBB 26. “Ele estava dormindo e ela o acordou”, contou o dançarino.

    A veterana então alertou Milena de que, se ela continuasse ajudando Boneco, o trio poderia ir junto para o último Paredão do BBB 26. “Você tem que fazer o possível para não irmos nós três.” Na sequência, Milena responde que está fazendo o possível e questiona: “Tá de sacanagem, né?”. “Não estou achando graça, sério mesmo. Sério, 95 dias. Reta final, gata. Sabe? Não tem mais graça”, diz Ana Paula Renault.

    Ana Paula rejeita enfrentar Juliano no último paredão do BBB 26

  • Bancos centrais do mundo podem ter de rever posição de cortar juros, diz Durigan

    Bancos centrais do mundo podem ter de rever posição de cortar juros, diz Durigan

    Ministro afirma que conflito pressiona inflação e pode levar bancos centrais a rever cortes; Brasil se diz em posição mais favorável

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que os bancos centrais do mundo todo podem ser obrigados a rever a posição de cortar juros diante dos efeitos da guerra dos Estados Unidos com o Irã. Segundo ele, o Brasil liderou a conversa sobre como fazer resposta temporária e focada na guerra durante as reuniões de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que ocorreram ao longo desta semana, em Washington, nos EUA.

    “O Brasil está em boa posição comparado com países da Ásia e África”, disse o ministro brasileiro, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, 17.

    Durigan afirmou que é importante tratar das questões relacionadas à guerra com o Irã, mas também de assuntos estruturais em agendas globais.

    Um dos temas citados por ele foi o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). “Tivemos boas sinalizações sobre importância do TFFF de Espanha, China e outros países”, comentou Durigan.

    Venezuela

    O ministro da Fazenda destacou a importância da retomada das negociações entre o FMI e o Banco Mundial com a Venezuela e disse que a expectativa é “grande”.

    “Para a América Latina e o Caribe, é importante que a Venezuela vire a página, se desenvolva, tenha de volta assento e passe a tratar, seja com os bancos de Bretton Woods, seja com outros, como o CAF, como o BID”, afirmou ele. “A expectativa é grande para que a Venezuela possa retomar o caminho de desenvolvimento”, acrescentou.

    A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, anunciou na quinta-feira, dia 16, que o organismo internacional está agora negociando com o governo da Venezuela, sob a administração da presidente interina Delcy Rodríguez.

    O país é membro do Fundo desde dezembro de 1946, mas as conversas foram suspensas em março de 2019 devido a problemas de reconhecimento governamental, de acordo com o FMI.

    Bancos centrais do mundo podem ter de rever posição de cortar juros, diz Durigan

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  • Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

    Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

    O ataque contra infraestruturas civis e de saúde é considerado crime de guerra. Pelos menos 37 mil construções civis foram destruídas no país

    Os bombardeios de Israel contra o Líbano danificaram 129 unidades de saúde libanesas, com 100 profissionais de saúde assassinados e 233 feridos. O Ministério da Saúde do país ainda informou que 116 ambulâncias foram bombardeadas e seis hospitais precisaram ser fechados.

    “Esses incidentes constituem uma grave violação do direito internacional humanitário e comprometem seriamente o acesso da população aos serviços de saúde”, diz comunicado do escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) de Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) no Líbano.

    O ataque contra infraestruturas civis e de saúde é considerado crime de guerra. Israel vinha ameaçando unidades de saúde alegando que elas eram usadas pelo Hezbollah. Organizações de direitos humanos questionam as acusações.  Um aviso para evacuar dois hospitais em Beirute preocupou a Organização Mundial de Saúde (OMS).  

    Os 45 dias de conflitos tirou a vida de 2.294 pessoas e deixou outros 7,5 mil feridos, sendo, pelo menos, 177 crianças mortas e 704 feridas, segundo cálculos provisórios do Ministério da Saúde libanês divulgados nesta sexta-feira (17).

    Estima-se ainda que, pelo menos, sete jornalistas foram alvos de ataques israelenses nessa fase da guerra no Líbano. 

    O Conselho Nacional de Pesquisa Científica do Líbano (CNRS) calculou que 37,8 mil unidades habitacionais foram destruídas até o dia 12 de abril, quatro dias antes do cessar-fogo. A maior parte da destruição foi nos subúrbios da capital, Beirute.

    “Isso representa aproximadamente 16% do total dos danos registrados durante as fases anteriores da guerra. Esses números destacam uma rápida intensificação da destruição, com uma proporção significativa dos danos cumulativos da guerra ocorrendo em um período muito curto”, diz o CNRS.   

    No primeiro dia do cessar-fogo no Irã, Israel lançou um ataque massivo com o Líbano, em especial contra os subúrbios densamente povoados e áreas centrais da capital, causando a morte de mais de 300 pessoas em cerca de 10 minutos de bombardeios.  

    O jornalista e especialista em geopolítica Anwar Assi, que conhece as regiões bombardeadas em Beirute, destacou à Agência Brasil que são áreas civis.

    “Essa área é 100% civil. Mesmo os escritórios do Hezbollah são escritórios civis. Ou seja, pela lei internacional, não podem ser atacados. O subúrbio de Beirute não é uma área militarizada. Não tinha porquê bombardear aquelas áreas”, afirmou.

    Com família no Líbano, Assi disse que as alegações de Israel de que tinham foguetes naquela região não são verdadeiras.

    “Isso dá para ver pelos prédios destruídos, que lá não tinha foguete. O único motivo dos ataques foi para forçar o deslocamento dos moradores e criar uma pressão em cima da sociedade libanesa”, afirmou.

    Mais de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas em decorrência de ordens de deslocamento em massa que abrangem cerca de 15% do país, segundo dados do Ocha.  

    Para o especialista, o objetivo de Tel Aviv é criar milhares de deslocados que venham se voltar contra o Hezbollah. 

    “Mas isso não está acontecendo, a maioria apoia a resistência. Mesmo os críticos do Hezbollah têm rejeitado uma guerra civil contra o grupo”, acrescentou.

    O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, reafirmou nesta sexta-feira que a unidade nacional e a paz civil são “uma linha vermelha” que não deve ser cruzada sob nenhuma circunstância, alertando que miná-las serve aos objetivos de Israel, segundo a Agência Nacional de Notícias do país.

    Israel alega que ataca infraestrutura militar do Hezbollah, acusando ainda o grupo de usar infraestrutura civil para fins militares, o que é negado pela organização xiita. 

    Sul do Líbano

    O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirma que a operação no sul do Líbano busca criar uma zona despovoada até o Rio Litani, a cerca de 30 quilômetros da fronteira entre os dois países. 

    Na quinta-feira (16), Netanyahu informou que estava tentando tomar a cidade de Bent Jbeil, de 30 mil habitantes.

    Em março, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que não permitiram que as milhares de pessoas que fugiram do sul do Líbano retornassem às suas casas ao sul do Rio Litani. 

    O deslocamento forçado de população civil é considerado outro crime de guerra.

    No último dia antes do cessar-fogo, Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litani, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao sul do resto do país e impedindo a conexão entre as cidades de Tiro e Sidon. Em resposta, foi construída uma ponte provisória para permitir o retorno dos moradores.

    O libanês-brasileiro Hussein Melhem, de 45 anos, morava com a família na cidade de Tiro (ou Tyre) até a recente fase da guerra começar no dia 2 de março. Ele se deslocou para a região metropolitana de Beirute e não sabe ainda quando poderá voltar para Tiro. LINK 6  

    “Quero voltar esta semana, mas tem que diminuir a fila um pouco porque está uma luta para voltar ao sul, tem muita gente”, disse, acrescentando que não está seguro de que a trégua possa durar. 

    “É preciso aguardar os próximos desdobramentos”.

    O especialista em geopolítica Anwar Assi afirmou à Agência Brasil que as ações de Israel no sul do Líbano configuram uma limpeza étnica para expulsar os moradores da região e tomar esses territórios.

    “O objetivo principal da guerra é a expulsão das pessoas do sul do Líbano. Por isso que eles destruíram escolas, hospitais, prédios do governo e todas as unidades que poderiam dar suporte ao retorno dos civis. Eles destruíram justamente para que essas pessoas que retornassem às suas cidades não encontrassem nenhum tipo de apoio”, destacou Assi.

    Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

  • 'Eu pesei a mão', admite Jordana sobre comentário contra Milena

    'Eu pesei a mão', admite Jordana sobre comentário contra Milena

    Advogada assistiu a cenas de dentro da casa do ‘BBB 26’ em que falava sobre a mineira; Brasiliense foi eliminada do programa em disputa contra Ana Paula e Juliano

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Eliminada do BBB 26 (Globo) nesta quinta-feira (16), Jordana Morais se encontrou com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro no ‘Bate-Papo BBB’ logo após deixar a casa. Durante a conversa, a sister falou sobre sua relação com Milena Moreira dentro da casa.

    Jordana assistiu a cenas em que falou mal da rival, incluindo a ocasião em que disse para Alberto Cowboy que o filtro de água da cozinha da xepa era melhor do que Milena. A advogada reconheceu a gravidade de sua fala.

    “Revendo aqui fora, é forte mesmo. Mas eu lembro do sentimento de não entender tudo que ela fazia. Assistir é muito diferente de viver. Eu pesei a mão, não se compara nenhum ser humano a objeto. Eu reconheço, entendo o quão forte e errado foi. Não deveria, mas eu fui muito sincera, naquele momento era o que eu estava sentindo”, declarou.

    A ex-sister também explicou o motivo de ter escolhido Ana Paula Renault e Juliano Floss para a berlinda e poupado Milena. Jordana afirmou que dentro da casa, ouvia que a recreadora infantil era a favorita e que ela preferia não enfrentar as duas rivais juntas.

    Jordana comentou que Milena não deu abertura para que ela a conhecesse melhor, mas que a relação das duas melhorou na reta final do programa. No último queridômetro da advogada, ela deu um emoji de coração para a mineira.

    Na noite anterior, as duas se divertiram juntas assistindo a recados de ídolos e momentos das festas do programa. Antes de Jordana sair da casa, ela foi abraçada por Milena. “O meu sentimento hoje, depois de ter saído, é de carinho por ela”, confessou.

    'Eu pesei a mão', admite Jordana sobre comentário contra Milena