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  • Pilotos são repreendidos após miados durante conversa com torre de controle

    Pilotos são repreendidos após miados durante conversa com torre de controle

    Dois pilotos que se comunicaram com miados e latidos em uma frequência de controle de tráfego aéreo usada em emergências foram repreendidos, no Aeroporto Nacional Ronald Reagan, nos Estados Unidos

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Pilotos de avião foram ouvidos, nos Estados Unidos, fazendo barulhos de gato e cachorro na frequência de controle de tráfego aéreo.

    Miado ocorreu no Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, em 12 de abril. Na gravação, um dos pilotos -que não teve o nome divulgado- aparece imitando o som de um gato durante diálogo com a torre de controle. O áudio foi obtido inicialmente pelo site de notícias ATC.com.

    Pilotos foram rapidamente repreendidos, com alguém dizendo: “Vocês precisam ser pilotos profissionais”. A repreensão, no entanto, foi recebida com mais miados e latidos.

    Uma pessoa respondeu aos pilotos em tom de deboche. “É por isso que vocês ainda voam em um RJ”, disse ela. “RJ” significa jato regional. O termo se refere a aeronaves usadas por companhias regionais, comuns no início da carreira de pilotos nos Estados Unidos.

    Agência do governo americano não gostou da brincadeira. Em nota, a FAA (Federal Aviation Administration, em inglês), órgão responsável por regular, supervisionar e garantir a segurança de todos os aspectos da aviação civil, afirmou que os regulamentos proíbem os pilotos de “manter conversas não essenciais quando estiverem abaixo de 10.000 pés de altitude”. A agência disse ainda que o caso será investigado.

    Pilotos são repreendidos após miados durante conversa com torre de controle

  • Comandante da Artemis 2 diz que pousaria na Lua se tivesse um módulo

    Comandante da Artemis 2 diz que pousaria na Lua se tivesse um módulo

    ‘Não é o salto que eu pensava’, diz Reid Wiseman, apesar de mencionar desafios técnicos; após voltar à Terra, Christina Koch acordou pensando que estivesse flutuando

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – “Se tivessem nos dado as chaves do módulo de pouso, teríamos descido e pousado na Lua.” A afirmação foi feita nesta quinta-feira (16) pelo americano Reid Wiseman, 50, quase uma semana após a missão comandada por ele, a Artemis 2, retornar à Terra.

    A missão foi a primeira jornada lunar tripulada deste século. Além de Wiseman, formavam a tripulação Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50. Eles iniciaram a viagem no dia 1º de abril, contornaram a Lua e voltaram ao planeta na última sexta (10).

    Nesta quinta, durante uma entrevista concedida ao lado dos demais astronautas da Artemis 2, Wiseman afirmou que teve uma pequena epifania técnica enquanto viajavam ao redor do satélite natural. “E estou te dizendo agora, se tivéssemos um módulo de pouso de primeiro voo a bordo daquela coisa, eu sei que pelo menos três dos meus colegas de tripulação teriam entrado nele tentando pousar na Lua.”

    Segundo ele, descer no satélite não seria “o salto que pensava que era”. Porém, ele complementou em seguida, reconhecendo os desafios que ainda estão pela frente para que a humanidade volte a pisar, de fato, no solo lunar. “Vai ser extremamente desafiador tecnicamente, mas a equipe precisa aparecer todos os dias sabendo que é absolutamente possível. E é possível para breve.”

    Wiseman também comparou a situação a missões Apollo que também chegaram perto da Lua e não pousaram nela. “A Apollo 8 contornou a Lua, a 9 ficou em órbita baixa da Terra, a 10 quase pousou na Lua. E eu conversei com alguns desses cavalheiros no passado. E eles disseram que, se tivessem combustível suficiente, teriam feito isso [pousado].”

    Em seguida, Hansen completou dizendo ser necessário que os envolvidos no programa lunar estejam dispostos a aceitar um pouco mais de risco.

    “Não vamos conseguir ajustar tudo antes de partir. Vamos ter que confiar uns nos outros, nas tripulações e no controle de missão para resolver problemas reais”, disse Hansen. “Quem for lá fora fazer essas coisas precisa entender que pode ficar bem turbulento, bem rápido, e que se deve estar preparado para encarar isso.”

    A Nasa planeja um novo voo rumo à Lua em 2028, a Artemis 4. E, desta vez, sim, para pousar no satélite. Mas tudo isso depende do avanço do desenvolvimento dos módulos lunares necessários para a tarefa. Um deles está nas mãos da SpaceX, de Elon Musk, e o outro na Blue Origin, de Jeff Bezos.

    A ideia da agência espacial americana é testar um desses módulos -ou quem sabe ambos- em um voo em órbita baixa da Terra em 2027. Essa missão é a Artemis 3.

    O CASO DA PRIVADA

    A inusitada privada defeituosa da Artemis 2 voltou a ganhar atenção. O objeto, apesar do defeito, recebeu elogios -vale mencionar que é a primeira missão lunar que conta com um banheiro e uma privada, tal qual estamos acostumados; as do programa Apollo usavam sacos de dejetos, que foram deixados na Lua.

    “Aquele era um vaso sanitário maravilhoso. O vaso funcionava muito bem, mas tivemos um problema”, disse Wiseman. “Nos dois primeiros dias da missão, era divertido ver aquilo sendo despejado. É uma coisa interessante de se ver pela janela, é como um bilhão de pequenos flocos de gelo indo em direção ao espaço profundo.”

    O comandante da missão ainda chamou de grandes engenheiros os responsáveis pelo desenvolvimento do vaso sanitário da Artemis 2. “Eu não quero que eles fiquem de cabeça baixa. Eles deveriam estar de cabeça bem erguida. Foi um equipamento excelente.”

    SONO ESPACIAL

    “Dormir no espaço é o melhor sono de todos”, afirmou Koch. Segundo ela, o sono espacial é pacífico e confortável. Durante a missão, Wiseman chegou a brincar que a colega dormia como um “morcego pendurado no nosso túnel de acoplamento”.

    Com ampla experiência em permanência no espaço, Koch disse ainda que, nos primeiros dias após o retorno à Terra, ao acordar, pensava que estivesse flutuando.

    “Eu realmente pensei que estava flutuando e tive que me convencer de que não estava”, afirmou. “Mesmo depois de 328 dias no espaço na minha missão anterior, eu nunca fiz aquela coisa em que você acha que algo vai flutuar na sua frente. Eu fiz isso nesse retorno. Coloquei uma camiseta no ar e ela foi ‘tchum’ [Koch fez um som com a boca e moveu a mão para baixo, sinalizando algo caindo]. Na verdade, me surpreendeu.”

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  • Record nega convite a Suzane von Richthofen para A Fazenda 18

    Record nega convite a Suzane von Richthofen para A Fazenda 18

    Emissora diz que informação é falsa e que nunca considerou participação da artesã no reality rural; nome voltou a circular após publicações de perfis de fofoca nesta quarta (15)

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A Record negou, em nota divulgada nas redes sociais, que Suzane von Richthofen tenha sido convidada para integrar o elenco da 18ª de A Fazenda. A informação foi compartilhada por algumas páginas e perfis na internet nesta quarta-feira (15).

    “A Record esclarece que a informação divulgada por diversos perfis, a partir de publicação feita pelo Choquei, é falsa. Suzane von Richthofen jamais foi cotada ou considerada para o reality show A Fazenda. A emissora não foi procurada”, informou a emissora.

    Suzane von Richthofen foi condenada por planejar o assassinato dos pais, em outubro de 2002. O crime foi executado pelo então namorado, Daniel Cravinhos, e pelo irmão dele, Cristian Cravinhos, que mataram Manfred e Marísia von Richthofen na casa da família, em São Paulo.

    A Netflix pagou cerca de R$ 500 mil para que Suzane autorizasse a realização de um documentário sobre a sua vida. A coluna Outro Canal apurou que o pagamento foi feito diretamente à ex-detenta para garantir a gravação do depoimento.

    Procurada por email desde terça-feira (7), a Netflix disse que não divulga detalhes de suas produções. O projeto, iniciado em novembro de 2025, está em fase de pós-produção e tem previsão de ir ao ar neste ano. Chamado provisoriamente de “Suzane vai Falar”, o documentário foi encomendado pela Netflix após o sucesso de “Tremembé”. A série de ficção com Marina Ruy Barbosa no papel de Suzane se tornou a maior audiência da história da Amazon Prime Video no mercado brasileiro.

    Condenada a 39 anos de prisão, Suzane cumpre pena em regime aberto desde janeiro de 2023. Atualmente, trabalha como artesã e vive em Águas de Lindoia, no interior de São Paulo, com o marido Felipe Zecchini Muniz, e o filho.

    Record nega convite a Suzane von Richthofen para A Fazenda 18

  • EUA perdem drone avaliado em mais de R$ 1 bilhão no Oriente Médio

    EUA perdem drone avaliado em mais de R$ 1 bilhão no Oriente Médio

    A perda do drone foi registrada oficialmente pela própria Marinha americana, que destacou que o MQ-4C Triton foi uma baixa avaliada em cerca de US$ 240 milhões (R$ 1,26 bilhão)

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Marinha dos Estados Unidos confirmou a perda total de um drone MQ-4C Triton durante operação no Oriente Médio, em uma baixa avaliada em cerca de US$ 240 milhões (R$ 1,26 bilhão), em meio à escalada militar na região.

    A perda do drone foi registrada oficialmente pela própria Marinha americana. Em relatório do Naval Safety Command, o caso aparece como um acidente de “Classe A”, categoria usada para ocorrências com dano de ao menos US$ 2,5 milhões (R$ 13,1 milhões) ou destruição total da aeronave. O documento informa que, em 9 de abril de 2026, um MQ-4C “caiu” em local não revelado por razões de segurança operacional e que não houve feridos.

    O episódio ocorreu durante a Operação Epic Fury, conduzida pelo Comando Central dos EUA no Oriente Médio. O órgão mantém uma página oficial da operação e divulgou atualização sobre as ações militares em 9 de abril, mesma data em que o acidente foi registrado pela Marinha. Embora o comando não detalhe nessa página a queda do drone, o relatório naval vincula o incidente ao período da ofensiva.

    A queda do equipamento representa uma das perdas materiais mais significativas do Pentágono neste ano, dada a magnitude do seu custo. Segundo a Business Insider, com base em documentos orçamentários da Marinha, cada MQ-4C Triton custa cerca de US$ 240 milhões (R$ 1,26 bilhão). O veículo também informou que a Marinha opera uma frota reduzida do modelo, o que aumenta o peso estratégico da baixa.

    Antes da confirmação oficial, sites especializados já haviam rastreado o desaparecimento da aeronave sobre a região. O The War Zone informou que o drone emitiu o código 7700, usado para emergência em voo, quando estava em operação sobre o Golfo Pérsico. Segundo o site, a aeronave perdeu altitude rapidamente e desapareceu do rastreamento, mas os EUA não divulgaram, até agora, a causa da queda.

    O Triton é um drone de vigilância marítima de alta altitude e longa duração. Fabricado pela Northrop Grumman, o modelo foi projetado para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento sobre grandes áreas oceânicas, com capacidade de voar por mais de 24 horas e operar acima de 50 mil pés de altitude. Isso faz dele uma plataforma muito mais cara e mais rara do que drones táticos mais comuns.

    A perda tem peso estratégico porque o modelo existe em número limitado. A Business Insider informou que a Marinha americana tinha 20 unidades do Triton em operação. Com isso, a baixa reduz a disponibilidade de uma plataforma usada em missões de vigilância marítima de longa duração.

    EUA perdem drone avaliado em mais de R$ 1 bilhão no Oriente Médio

  • Entenda o que é e como funciona uma interdição judicial como a de FHC

    Entenda o que é e como funciona uma interdição judicial como a de FHC

    Justiça de São Paulo aceitou pedido de filhos do ex-presidente na quarta (15); medida é excepcional e declara que uma pessoa precisa ser representada por outra

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Justiça de São Paulo aceitou, na quarta-feira (15), o pedido de interdição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), 94, feito por três filhos. O motivo é o agravamento do Alzheimer em estágio avançado, que, segundo a petição, tornou FHC “incapaz para praticar os atos da vida civil”.

    Com a decisão, o filho Paulo Henrique Cardoso passa a ser o curador provisório do pai, respondendo por seus atos civis e pela gestão de seu patrimônio.

    A interdição judicial é um instrumento do direito de família que permite declarar, por decisão de um juiz, que uma pessoa perdeu a capacidade de responder por seus próprios atos em determinadas esferas e precisa ser representada por outra.

    Embora o tema ainda carregue estigma, especialistas ressaltam que a medida existe, antes de tudo, para proteger quem passa por ela -e não para retirar direitos.

    Entenda o que é e como funciona uma interdição judicial.

    O QUE É A INTERDIÇÃO JUDICIAL?

    A advogada Camila Monzani Gozzi, especialista em direito de família e sucessões do escritório Pinheiro Neto Advogados, explica que a interdição é o processo judicial pelo qual se atesta que uma pessoa deixou de reunir condições de expressar vontade própria.

    A partir dessa decisão, a Justiça nomeia outra pessoa, chamada de curador, para representá-la nos atos da vida civil, administrar seus bens e prestar contas à Justiça. “Ela é, sobretudo, uma forma de proteção à pessoa que será interditada”, diz Gozzi, que também é professora da PUC/SP.

    O termo “interdição” foi em grande parte substituído por “curatela” com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (lei 13.146/2015). O objetivo da mudança foi reduzir o peso pejorativo da palavra mais antiga, que carrega uma conotação de privação. Na prática, os dois termos ainda convivem no vocabulário jurídico e no dia a dia.

    QUANDO A INTERDIÇÃO É NECESSÁRIA?

    A curatela é acionada quando uma pessoa não consegue mais gerir sua própria vida sem auxílio -seja por causa do avanço de uma doença que compromete a consciência, como o Alzheimer ou a demência, seja por uma situação inesperada, como um coma.

    O Código Civil também prevê sua aplicação em casos de dependência química grave ou de quem dilapida o próprio patrimônio de forma compulsiva.

    “Não se trata de uma medida banal. É considerada excepcional, pois restringe diretamente a autonomia individual. O Judiciário exige provas robustas da incapacidade, como laudos médicos detalhados, antes de decretá-la”, afirma Lucas Menezes, advogado especialista em direito civil e sócio do Pessoa & Pessoa Advogados.

    COMO FUNCIONA O PROCESSO DE INTERDIÇÃO?

    O processo passa por três etapas, explica Menezes.

    Primeiro, uma petição inicial -acompanhada de laudos e documentos que comprovem a incapacidade- é apresentada ao juiz por alguém legalmente autorizado. Em seguida, o juiz entrevista a pessoa cuja interdição está sendo pedida e determina uma perícia, feita por médico ou equipe multidisciplinar. Por fim, com base nessas avaliações, o juiz profere sentença definindo os limites da curatela.

    No caso de FHC, a petição foi protocolada pelos filhos na 2ª Vara da Família e Sucessões do Foro Central Cível de São Paulo e deferida no dia seguinte pela juíza Ana Lúcia Xavier Goldman. A decisão inicial vale provisoriamente para atos de gestão patrimonial; os demais aspectos só serão incluídos após a realização da perícia prevista em lei.

    QUEM PODE PEDIR UMA INTERDIÇÃO?

    A lei delimita um grupo específico de pessoas que podem iniciar um processo de interdição: cônjuge ou companheiro, parentes e tutores, representantes de instituições onde o interditando eventualmente esteja internado e membros do Ministério Público, além do próprio interditando.

    “A relação de quem pede a interdição com a pessoa deve ser comprovada no momento de apresentação do pedido, e o juiz apenas autorizará a continuidade do processo uma vez que esteja convencido de que o pedido é legítimo e formulado por alguém autorizado pela lei”, afirma Gozzi.

    QUAIS SÃO OS PODERES DO CURADOR E OS DIREITOS DO INTERDITADO?

    O curador representa o interditado nos atos patrimoniais: negociações com bancos, assinatura de contratos, administração de bens e gestão de despesas cotidianas. Para decisões de maior impacto, como a venda de um imóvel ou a contratação de um empréstimo, é necessária autorização judicial específica. O curador também é obrigado a prestar contas periodicamente ao juiz.

    Há, no entanto, um limite.

    Desde o Estatuto da Pessoa com Deficiência, a curatela só pode incidir sobre a esfera patrimonial – nunca sobre aspectos pessoais ou existenciais. O interditado mantém seus direitos à saúde, à integridade física e à convivência familiar. O STF já firmou entendimento de que nem doença mental nem curatela significam automaticamente incapacidade total.

    “A existência de doença mental ou de curatela não significa, por si só, ausência de discernimento para todos os atos da vida civil, exigindo sempre uma análise individualizada”, afirma Menezes.

    Na prática, os atos praticados pelo interditado sem a representação do curador, após a decretação da curatela, são juridicamente nulos.

    “O interditado mantém sua autonomia para praticar atos de natureza extrapatrimonial, como casar e viajar, assim como para realizar atos de natureza patrimonial que forem compatíveis com a sua capacidade”, diz Nicole Najjar, sócia de gestão patrimonial, família e sucessões do escritório Mattos Filho.

    Gozzi, do Pinheiro Netto, aponta que essa é a maior proteção do curatelado, que segue tendo direito à saúde, segurança e vida familiar, por exemplo.

    A INTERDIÇÃO É REVERSÍVEL?

    Sim. A própria lei estabelece que a curatela deve durar o menor tempo possível e ser proporcional às necessidades de cada caso -o que significa que ela precisa ser reavaliada sempre que as circunstâncias mudarem.

    Se a condição que motivou a interdição deixar de existir, como na recuperação de uma doença ou de um vício, qualquer interessado pode pedir ao juiz o levantamento da curatela, comprovando por meio de novas perícias que a capacidade civil foi restabelecida. Quando a causa for permanente, a medida pode se estender indefinidamente, mas ainda assim segue sujeita a revisão. Tanto a decretação quanto o encerramento da curatela dependem de decisão judicial.

    Menezes, do Pessoa & Pessoa, destaca que o Estatuto da Pessoa com Deficiência prevê que a curatela é uma medida extraordinária, proporcional às circunstâncias de cada caso e deve durar o menor tempo possível. “Ou seja, a lei determina que a medida deve ser limitada no tempo, sendo mantida apenas enquanto necessária”, diz o advogado.

    Entenda o que é e como funciona uma interdição judicial como a de FHC

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Ator de 'Jogos Vorazes' é preso acusado de tentativa de homicídio

    Ator de 'Jogos Vorazes' é preso acusado de tentativa de homicídio

    Ethan Jamieson interpretou o tributo masculino do Distrito 4 no filme; ele teria disparado ao menos um tiro de bicicleta elétrica

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Ethan Jamieson, 27, que interpretou o tributo masculino do Distrito 4 no filme “Jogos Vorazes” (2012), foi preso no último dia 8 sob suspeita de agressão com arma letal com intenção de matar.

    Segundo a revista People, o caso está ligado a um episódio ocorrido em 22 de março, na cidade de Raleigh, Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Na ocasião, moradores acionaram a polícia após relatos de disparos em via pública.

    Conforme as autoridades, um suspeito em uma bicicleta elétrica teria atirado contra um veículo ocupado por três homens. Apesar de o carro ter sido atingido, ninguém ficou ferido. Durante a investigação, os detetives identificaram Jamieson como o autor do disparo.

    O ator foi detido no início de abril e teve o pedido de fiança negado no dia 9, permanecendo sob custódia. A próxima audiência do caso está marcada para 30 de abril.

    Em março de 2025, ele já havia sido preso na mesma cidade por resistir a um agente público, com sentença proferida poucos dias antes do novo incidente.

    Ator de 'Jogos Vorazes' é preso acusado de tentativa de homicídio

  • Ramagem agradece a governo Trump após soltura e chama PF brasileira de 'polícia de jagunços'

    Ramagem agradece a governo Trump após soltura e chama PF brasileira de 'polícia de jagunços'

    Ex-deputado, que está foragido e foi para os Estados Unidos de forma clandestina, foi condenado à perda de mandato e a 16 anos e um mês de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que foi preso pelo ICE (agência de imigração dos Estados Unidos) nesta semana e solto após dois dias encarcerado, publicou um vídeo nas redes sociais em que agradece a alta cúpula do governo Donald Trump pela sua soltura.

    Ele também disse que entrou “regularmente nos EUA, com passaporte válido, visto válido” e que, na sequência, entrou com pedido de asilo.

    “Rebeca e eu estamos dentro de todos os procedimentos e todas as fases, o que nos confere estado de permanência regular nos EUA. E aqui eu venho agradecer o governo americano, da mais alta cúpula do governo Trump”, afirma Ramagem no vídeo.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou, um documento do Departamento de Segurança Interna apontava que o ex-deputado estava com o visto vencido e, por isso, poderia ser passível de deportação ao Brasil. “Não houve nem pagamento de fiança, algo que é normal nestes casos. Não apenas estou em situação regular como não estou me escondendo.”

    A Polícia Federal afirmou que a prisão de Ramagem aconteceu após uma cooperação internacional entre Estados Unidos e Brasil. O ex-deputado foi condenado à perda de mandato e a 16 anos e um mês de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado.

    Ele ainda criticou a Polícia Federal, afirmando se tratar de uma instituição “que um dia já teve credibilidade” e que hoje é uma “polícia de jagunços”. Ramagem ainda afirmou que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que disse que a prisão do ex-deputado aconteceu a partir de uma cooperação internacional, deveria ser afastado do cargo.

    Rodrigues já afirmou que Ramagem, que além de ex-parlamentar também é ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), saiu de forma clandestina do país pela fronteira com a Guiana.

    Após a prisão de Ramagem, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou nesta quinta-feira (16) missão oficial de integrantes do colegiado aos Estados Unidos para acompanhar a situação de brasileiros no país americano que pediram asilo político, como é o caso do ex-deputado.

    O requerimento foi apresentado pelo senador Jorge Seif (PL-SC) na quarta (15) e diz que o objetivo é “especialmente” averiguar a situação de Ramagem. O texto foi aprovado sem votação nominal, quando é informado como se manifestou cada senador. A reunião foi presidida por Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que declarou ser a favor da iniciativa.

    Sem apresentar uma data para a viagem, os senadores pretendem ir a Orlando, cidade na Flórida onde o ex-parlamentar do PL foi preso, e à capital Washington D.C. Ainda não está definido quem participará da iniciativa. A comissão tem 19 titulares e é presidida por Nelsinho Trad (PSD-MS).

    Segundo o requerimento de Seif, a missão pretende verificar a prestação de assistência consular aos brasileiros, acompanhar a execução do Tratado de Extradição firmado entre o Brasil e EUA e realizar visitas técnicas a instalações de custódia do ICE e reuniões no Consulado-Geral e na embaixada brasileira.

    Ramagem agradece a governo Trump após soltura e chama PF brasileira de 'polícia de jagunços'

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  • Globoplay apresenta instabilidade e câmeras do BBB 26 saem do ar

    Globoplay apresenta instabilidade e câmeras do BBB 26 saem do ar

    No fim da tarde desta quinta-feira (16), todos os sinais saíram do ar na plataforma de streaming e aparecia o indicativo: “vídeo não está disponível na localidade”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Durante o início da noite desta quinta-feira (16), o sinal da Globoplay, streaming que transmite as câmeras da casa do BBB 26 horas, apresentou instabilidade e saiu do ar.

    Por volta das 18h32, todos os sinais saíram do ar. Ao tentar trocar de câmera, o serviço de streaming indica que o “vídeo não está disponível na localidade.”

    Outros sinais ao vivo, como o da TV Globo Aberta e outros canais como SporTV e Multishow, também apresentavam o mesmo erro. Nas redes sociais, fãs do programa reclamaram da instabilidade.

    A transmissão voltou cerca de meia hora depois, pouco após às 19h.

    O UOL entrou em contato com a assessoria do Globoplay e aguarda posicionamento. Tão logo haja resposta, a nota será atualizada.

    Globoplay apresenta instabilidade e câmeras do BBB 26 saem do ar

  • Marido de Kelly Key descobre problema cardíaco após AVC

    Marido de Kelly Key descobre problema cardíaco após AVC

    Mico Freitas oi diagnosticado um Forame Oval Patente (FOP), descrito como um “buraquinho” no coração de tamanho intermediário a grande; marido da cantora Kelly Key disse que o tratamento já foi iniciado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Mico Freitas,44, marido de Kelly Key, 43, recorreu às redes sociais hoje para tranquilizar os seguidores. O empresário explicou o resultado do exame que revelou a origem do AVC sofrido recentemente.

    “Obrigado a todos pela preocupação e pelas mensagens a perguntar como correu o exame. Escrever por aqui acaba sendo a forma mais fácil de responder a todos e explicar de forma simples”, começa agradecendo ao apoio que recebeu.

    De acordo com ele, foi diagnosticado um Forame Oval Patente (FOP), descrito como um “buraquinho” no coração de tamanho intermediário a grande, o que exige um procedimento simples para correção. “As boas notícias são que finalmente já sabemos a causa do AVC e que, mesmo com tudo isso, não foi encontrado nenhum aneurisma no coração”, completa Mico.

    Por fim, Mico Freitas disse que o tratamento já foi iniciado. “Agora seguimos para o próximo passo: nova medicação, consultas e marcação do procedimento. Agradeço de coração todas as orações (continuem são sempre bem-vindas) e mensagens. Tenho fé que já deu tudo certo. Deus no comando”, finaliza.

    Marido de Kelly Key descobre problema cardíaco após AVC

  • Trump anuncia cessar-fogo de dez dias entre Líbano e Israel a partir desta quinta

    Trump anuncia cessar-fogo de dez dias entre Líbano e Israel a partir desta quinta

    Trégua foi divulgada por Trump, que convidou os líderes dos dois países para um encontro na Casa Branca; Tel Aviv e Beirute abriram negociações pela primeira vez desde 1993, com mediação americana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Donald Trump anunciou nesta quinta-feira (16) um cessar-fogo de dez dias entre Líbano e Israel, após ter conversado por telefone com seu homólogo libanês, Joseph Aoun, que o agradeceu por seus “esforços” em busca da trégua e para “garantir paz e estabilidade duradouras” na região.

    O americano afirmou que teve conversas também com o premiê Binyamin Netanyahu e que “esses dois líderes concordaram que, para alcançar a paz entre seus países, iniciarão formalmente um cessar-fogo de dez dias às 17h [18h em Brasília]”.

    “Eu instruí o vice-presidente J. D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, juntamente com o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan ‘Razin’ Caine, a trabalharem com Israel e o Líbano para alcançar uma paz duradoura”, disse Trump.

    Ele ainda voltou a se referir ao número de guerras que teria resolvido pelo mundo. “Foi uma honra para mim resolver 9 guerras ao redor do mundo, e esta será a décima, então vamos conseguir!”, afirmou na rede social Truth Social.

    A conversa entre Trump e Aoun ocorre depois de o libanês ter rejeitado um pedido dos EUA para uma “ligação direta” com Netanyahu, segundo um funcionário libanês próximo às negociações. Na quarta (15), Trump havia anunciado para esta quinta uma ligação entre os líderes dos dois países.

    Após falar sobre a trégua, o americano ainda acrescentou ter convidado Aoun e Netanyahu para um encontro na Casa Branca. “Ambos os lados querem ver a paz, e acredito que isso acontecerá rapidamente!”, disse. Segundo ele, a reunião pode acontecer nos próximos dias.

    Netanyahu confirmou seu aval à trégua e afirmou que tem “a oportunidade de fazer um acordo histórico com o Líbano”. Ele repetiu que a demanda principal “é que o Hezbollah seja desmantelado”.

    Trump garantiu que o acordo inclui o grupo extremista, mas o israelense declarou que seu país “não concordou com a exigência do Hezbollah de se retirar do sul do Líbano e retornar à fronteira internacional”.

    Autoridades de segurança israelenses ouvidas pela Reuters também afirmaram que o Exército de Israel não tem planos de retirar suas tropas do sul libanês. “Permaneceremos no Líbano com uma extensa zona de segurança até a fronteira com a Síria”, afirmou Netanyahu.

    Abrahim al-Moussawi, deputado do Hezbollah, disse à AFP que o grupo respeitará um cessar-fogo caso os ataques israelenses contra os militantes parem. “Nós, no Hezbollah, aderiremos com cautela ao cessar-fogo sob a condição de que haja uma interrupção completa das hostilidades contra nós”, afirmou.

    O presidente do Parlamento libanês e aliado do Hezbollah, Nabih Berri, declarou em comunicado que a presença de tropas israelenses no Líbano concede ao povo “o direito de resistir” e que a trégua não deve permitir a Tel Aviv liberdade de movimento no território do país. Ele ainda instou a população a “adiar seu retorno às suas cidades e vilarejos até que a situação se torne mais clara”.

    O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, afirmou que “recebe com satisfação” o anúncio de trégua. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também celebrou o acordo. “Saúdo o cessar fogo […]. Isso traz alívio, já que este conflito já tirou vidas demais”, escreveu ela em um post no X.

    O Hezbollah, em guerra com Israel, propôs na quarta uma trégua de uma semana a Tel Aviv. A proposta, anunciada pela TV Al-Mayadeen, ligada ao grupo, foi analisada pelo gabinete de Netanyahu, segundo integrantes do governo israelense. Até esta manhã, não havia definição, no entanto: a ideia do Hezbollah era parar os combates no primeiro minuto desta quinta.

    Israel abriu negociações diretas com o Líbano pela primeira vez desde 1993, mas excluiu o Hezbollah. Na terça (14) houve a primeira rodada de conversas, com mediação dos EUA, em Washington.

    Netanyahu já havia afirmado que o principal objetivo da conversa era garantir “o desmantelamento do Hezbollah” e, “em segundo lugar, uma paz sustentável alcançada por meio da força”. O grupo extremista, por outro lado, se opõe repetidamente às conversas entre os governos.

    Segundo a Al-Mayadeen, a trégua proposta pelo grupo foi informada por Teerã, que busca esticar o prazo de seu próprio cessar-fogo com os Estados Unidos -que lançaram uma guerra ao lado de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro.

    Os combates cessaram na semana passada, mas o prazo dado por Donald Trump para um acordo acaba na próxima terça (21). O Irã recebeu uma delegação liderada por Asim Munir, chefe militar do Paquistão -país que sediou a primeira e inconclusa rodada de negociações com os EUA- para enviar nova proposta de conversa com os americanos.

    Ainda nesta quinta, o Exército libanês afirmou que ataques israelenses destruíram a ponte Qasmiyeh, que passa sobre o rio Litani, no sul do país, e isolaram a área do resto do Líbano. Segundo o comunicado, as ações mataram uma pessoa e feriram outras três, incluindo “um soldado da unidade estacionada na ponte”.

    A agência de notícias libanesa NNA já havia relatado a destruição dessa infraestrutura, “a última ponte entre as regiões de Tiro e Sidon”. O Exército de Israel afirmou ter ordenado nesta quarta que uma área de cerca de 30 quilômetros da fronteira sul do Líbano até o rio Litani fosse designada como “zona de extermínio” para o grupo Hezbollah.

    Israel ocupa partes do sul do Líbano e resiste a qualquer tipo de trégua nos combates com o movimento libanês, argumentando que este continua sendo o principal obstáculo à paz na região.

    Um outro ataque aéreo israelense na cidade de Ghazieh, no sul do país, matou pelo menos sete pessoas e feriu 33, segundo o Ministério da Saúde local. A mídia estatal libanesa noticiou um “massacre de civis” na cidade e afirmou que as operações de remoção dos escombros estavam em andamento.

    Dentro dos EUA, a Câmara dos Representantes, de maioria republicana, barrou uma resolução apresentada por democratas que buscava interromper a guerra no Oriente Médio até que as ofensivas militares fossem autorizadas pelo Congresso.

    A medida foi derrotada por 214 votos a 213, um dia após uma proposta semelhante ter sido bloqueada no Senado.

    Trump anuncia cessar-fogo de dez dias entre Líbano e Israel a partir desta quinta