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  • Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

    Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

    Acompanhe aqui AO MINUTO os desenvolvimentos sobre a guerra no Médio Oriente.

    Israel e o Líbano concordaram, nesta sexta-feira, em prorrogar o cessar-fogo por mais 45 dias após dois dias de negociações “altamente produtivas” mediadas pelos Estados Unidos, anunciou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.

    Pigott afirmou que o departamento retomará as negociações pela “via política” nos dias 2 e 3 de junho, enquanto uma “via de segurança” será iniciada no Pentágono em 29 de maio, com delegações militares israelenses e libanesas.

    Apesar disso, neste sábado surgiram informações de que os Estados Unidos e Israel estão realizando preparativos mais intensos para novos ataques contra o Irã.

    Irã “relutante quanto às verdadeiras intenções dos norte-americanos”

    O Irã afirmou que a falta de confiança é o maior obstáculo nas negociações para encerrar a guerra com os Estados Unidos, dizendo, na sexta-feira, que Teerã estaria aberto a ajuda diplomática para aliviar as tensões.

    Em declarações a jornalistas em Nova Délhi, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que mensagens contraditórias fazem com que Teerã fique “relutante quanto às verdadeiras intenções dos norte-americanos”.

    “Temos dúvidas sobre a seriedade deles”, declarou Araghchi, acrescentando que as negociações avançariam se Washington estivesse preparado para um “acordo justo e equilibrado”.

    EUA e Israel “preparam novos ataques contra o Irã”

    Os Estados Unidos e Israel estão realizando preparativos para novos e mais intensos ataques contra o Irã, informou o jornal The New York Times.

    Uma das opções inclui, supostamente, o envio de tropas terrestres com o objetivo de recuperar material nuclear enterrado sob os escombros, segundo autoridades norte-americanas. Porém, outras fontes afirmam que uma operação desse tipo exigiria milhares de militares de apoio para criar um perímetro de segurança em torno da área de operações.

    Dois representantes do Oriente Médio afirmaram que os dois países pretendem estar prontos já na próxima semana.

    Israel e EUA preparam ataques; Negociações? Irã segue relutante

  • Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

    Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

    O presidente russo, Vladimir Putin, vai realizar uma visita à China na terça e quarta-feira para reforçar a “parceria” e “cooperação” entre os dois países, anunciou hoje o Kremlin em comunicado.

    Durante a visita, que ocorrerá poucos dias após a do Presidente americano, Donald Trump, o líder russo discutirá com chinês, Xi Jinping, formas de “fortalecer ainda mais a parceria global e a cooperação estratégica” entre a Rússia e a China, lê-se no documento.

    Putin visita a China na próxima semana para "fortalecer parceria"

  • Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

    Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

    O chefe da diplomacia da China, Wang Yi, declarou que os Estados Unidos (EUA) compreendem a posição de Pequim e rejeitam a independência de Taiwan, e pediu a Washington “medidas concretas” para garantir a paz.

    Após a partida do presidente norte-americano, Donald Trump, que esteve menos de 48 horas em Pequim, o ministro das Relações Exteriores da China reiterou, na sexta-feira, que a questão de Taiwan é “a questão mais importante nas relações entre China e Estados Unidos”.

    “Manter a paz e a estabilidade no estreito de Taiwan é o maior interesse em comum entre os dois lados. O pré-requisito para isso é nunca apoiar ou tolerar a ‘independência de Taiwan’”, afirmou Wang, em declarações à imprensa.

    O ministro indicou que, durante o encontro com o líder chinês Xi Jinping, ficou claro que os Estados Unidos compreendem a posição da China e valorizam as preocupações chinesas.

    Horas antes, Donald Trump afirmou que não está incentivando Taiwan a buscar independência da China e garantiu que não deseja uma guerra com Pequim por causa do tema.

    “Não quero que ninguém se torne independente. E quer saber de uma coisa? Será que vamos viajar 15.300 quilômetros para travar uma guerra? Não quero isso”, destacou o republicano em entrevista à emissora norte-americana Fox News.

    Trump acrescentou que conversou com o líder chinês sobre Taiwan “durante toda a noite” e sugeriu que, quando deixar a presidência dos Estados Unidos, Xi provavelmente tentará “assumir o controle” da ilha.

    Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi Jinping teria alertado Trump de que uma “má condução” da questão pode levar China e Estados Unidos a um confronto ou até mesmo a um ataque.

    Donald Trump confirmou na sexta-feira ter discutido com Xi Jinping a eventual venda de armas norte-americanas para Taiwan, mas descartou a possibilidade de um conflito iminente.

    O presidente norte-americano afirmou que ainda não tomou uma decisão sobre a venda de armamentos para Taiwan, medida fortemente criticada por Pequim, acrescentando que deve decidir “em breve”.

    Trump, porém, recusou-se a esclarecer se os Estados Unidos defenderiam militarmente Taiwan em caso de conflito com a China.

    “Isso é algo que só uma pessoa sabe: eu”, disse Trump, revelando que Xi lhe fez diretamente essa pergunta durante as conversas em Pequim.

    “Ele me perguntou, e eu disse que não falo sobre isso”, afirmou Trump.

    Há mais de sete décadas, os Estados Unidos são um ator central no contexto das disputas entre Pequim e Taipé. Washington está legalmente comprometida a fornecer a Taiwan os meios necessários para sua autodefesa e, embora não mantenha relações diplomáticas com a ilha, poderia defendê-la em caso de conflito com a China.

    Pequim considera Taiwan uma província rebelde e uma “parte inalienável” do território chinês, e não descarta o uso da força para assumir o controle da ilha, algo que o governo taiwanês condena veementemente.

    Taiwan? China diz que EUA compreendem posição e pede "ações concretas"

  • Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Juros no Japão, guerra e eleições no Brasil elevam aversão ao risco. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 177.284 pontos, com queda de 0,61%

    O dólar voltou a subir e fechou esta sexta-feira (15) acima de R$ 5, no maior nível em um mês. Já a bolsa brasileira encerrou o pregão em queda, em um dia de turbulências externas e domésticas. 

    O movimento de aversão global ao risco foi provocado pela guerra no Oriente Médio, pela pressão inflacionária internacional, que aumentou as chances de alta de juros no Japão, e pelo agravamento das tensões políticas no Brasil.

    A moeda estadunidense encerrou o dia vendido a R$ 5,067, com alta de R$ 0,081 (+1,63%). Em forte alta durante todo o dia, a cotação chegou a R$ 5,08 por volta das 13h, antes de desacelerar no fim da tarde.O dólar comercial acumulou alta de 3,48% na semana. Em 2026, no entanto, cai 7,70%. A divisa está no maior valor desde 8 de abril, quando fechou a R$ 5,10.

    O mercado de ações também teve um dia turbulento. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 177.284 pontos, com queda de 0,61%. 

    O Ibovespa operou sob pressão durante todo o pregão, refletindo o ambiente externo mais defensivo e o aumento das preocupações fiscais e políticas no cenário doméstico.

    O índice chegou a cair mais de 1% durante a manhã, mas reduziu parte das perdas ao longo do dia, sustentado principalmente pelas ações da Petrobras.

    Pressão externa

    A valorização do dólar refletiu uma combinação de fatores externos e internos. No cenário internacional, investidores aumentaram apostas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) poderá elevar os juros nos Estados Unidos diante da persistência da inflação global, pressionada principalmente pela alta do petróleo e pelas tensões geopolíticas envolvendo Irã e Estados Unidos.

    O movimento ganhou força após os juros dos títulos públicos do Japão dispararem durante a madrugada. Os papéis japoneses de dez anos atingiram o maior nível desde 1999, chegando a 2,37%, enquanto os títulos de 30 anos ultrapassaram os 4%. O avanço ocorreu após a inflação ao produtor no Japão acelerar para 4,9% em abril.

    A perspectiva de alta dos juros pelo Banco do Japão levou investidores a desmontarem parte das operações conhecidas como carry trade, nas quais recursos captados em países de juros baixos, como o Japão, são destinados a mercados com taxas mais elevadas, como o Brasil. Com a reversão desse fluxo, houve fortalecimento do dólar e retirada de capital de economias emergentes.

    No Brasil, o mercado também acompanhou os desdobramentos políticos envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro. Investidores avaliaram que o aumento das incertezas políticas ampliou a busca por proteção na moeda americana.

    Bolsa recua

    Em relação à bolsa, o desempenho negativo acompanhou o movimento das bolsas internacionais. Em Nova York, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) caiu 1,23%, diante da percepção de que juros mais altos poderão permanecer por mais tempo nos Estados Unidos.

    Além do cenário externo, os impactos políticos das revelações envolvendo Flávio Bolsonaro e Vorcaro aumentaram a cautela em relação aos ativos brasileiros. Nesta sexta, o site Intercept Brasil divulgou nova reportagem com as relações do deputado cassado Eduardo Bolsonaro com o Banco Master.

    Petróleo dispara

    Os preços do petróleo subiram mais de 3% diante do aumento das tensões no Oriente Médio e da falta de avanços nas negociações sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica responsável pelo transporte de cerca de 20% do petróleo mundial.

    O barril do Brent, referência para as negociações internacionais, fechou em alta de 3,35%, a US$ 109,26. O barril WTI, do Texas, avançou 4,2%, encerrando a US$ 105,42.

    O mercado reagiu a declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que sua paciência com o Irã estaria se esgotando. O chanceler iraniano, Abbas Araqchi, afirmou que Teerã não confia nos americanos e que só negociará se houver seriedade por parte de Washington.

    O prolongamento da crise no Golfo Pérsico mantém elevada a preocupação com inflação global, pressionando juros e aumentando a volatilidade nos mercados financeiros.

    Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Shakira lança 'Dai Dai', música oficial da Copa do Mundo 2026

    Shakira lança 'Dai Dai', música oficial da Copa do Mundo 2026

    Canção foi feita em parceria com o nigeriano Burna Boy. Estrela colombiana será uma das atrações do show da final do campeonato

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Shakira lançou, nesta sexta-feira (15), a faixa “Dai Dai”, escolhida para representar oficialmente a Copa do Mundo Fifa 2026. A música foi produzida em colaboração com o cantor nigeriano Burna Boy e chegou às plataformas de streaming acompanhada de um videoclipe.

    O novo lançamento marca mais uma participação da artista em trilhas ligadas à Copa com a música “Waka Waka” (“This Time for Africa”), de 2010, e “La La La”, associada ao mundial de 2014, realizado no Brasil.

    Em “Dai Dai”, a proposta musical aposta na mistura de ritmos latinos com influências africanas, seguindo uma linha dançante e celebrativa. A escolha mantém a tradição de músicas criadas para mobilizar o público durante a competição.

    As imagens do videoclipe foram gravadas no Maracanã, no Rio de Janeiro. Antes do lançamento oficial, a cantora já havia divulgado prévias da produção em suas redes sociais, aumentando a expectativa dos fãs.

    Além da música oficial, Shakira também está confirmada como uma das atrações do primeiro show de intervalo da final da Copa do Mundo, prevista para acontecer em julho, em East Rutherford, nos Estados Unidos. O espetáculo será inspirado no formato tradicional das apresentações do Super Bowl.

    Shakira lança 'Dai Dai', música oficial da Copa do Mundo 2026

  • Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

    Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

    Conversas entre representantes dos dois países em Washington foram descritas como ‘altamente produtivas’. Novo ciclo de negociações está previsto para os dias 2 e 3 de junho na capital americana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Israel e Líbano concordaram em estender por mais 45 dias o cessar-fogo anunciado pelo presidente Donald Trump em 16 de abril. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (15) primeiro pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que atuam como mediador, apesar da continuidade de bombardeios que evidenciam a fragilidade da trégua.

    Segundo o porta-voz da pasta, Tommy Piggott, a prorrogação do acordo busca abrir espaço para mais avanços nas negociações. Pouco antes, o Departamento de Estado americano havia descrito como “altamente produtivas” as conversas feitas por representantes israelenses e libaneses em Washington na quinta (14) e nesta sexta-feira (15). Um novo ciclo de diálogos está previsto para os dias 2 e 3 de junho.

    As reuniões desta semana marcaram o terceiro encontro de autoridades dos dois lados desde que Israel intensificou as ofensivas contra o Líbano. As ações foram respostas aos ataques do Hezbollah contra o território israelense em 2 de março, três dias após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

    Os diálogos expuseram divisões políticas no Líbano. O presidente do país, Joseph Aoun, determinou que seus representantes continuassem as conversas nos EUA a despeito da oposição do Hezbollah, favorável à continuidade do conflito. E o premiê Nawaf Salam disse, após a extensão do cessar-fogo, acreditar que só o Exército libanês deve possuir armas, numa crítica indireta ao grupo extremista apoiado pelo Irã.

    Embora Trump tenha anunciado o cessar-fogo em abril, o conflito entre Israel e Hezbollah continuou, ainda que com intensidade reduzida. Os confrontos têm se concentrado principalmente no sul do Líbano.

    Tel Aviv justifica as ofensivas apontando supostas violação por parte do Hezbollah, em acusação que tem sido frequente de ambos os lados ao longo do conflito. Pelos termos do acordo, Israel mantém o direito de agir contra ataques considerados “planejados, iminentes ou em andamento”.

    Poucas horas após o anúncio da trégua, um ataque atingiu um prédio na cidade de Tiro, no sul libanês. Um correspondente da agência de notícias AFP testemunhou o impacto depois que autoridades israelenses emitiram um alerta para que a estrutura fosse esvaziada.

    E segundo a agência estatal de notícias do Líbano, pelo menos seis pessoas foram mortas, incluindo três paramédicos, e outras 22 ficaram feridas em um ataque israelense contra um centro de defesa civil, também no sul libanês.

    Bombardeios foram registrados também momentos antes do novo acordo. O Exército de Israel comunicou ter atacado alvos do Hezbollah na mesma região. Tel Aviv anunciou ainda a morte de um soldado. Segundo os militares, o sargento Negev Dagan morreu em combate. Com isso, chega a 20 o número de israelenses mortos em território libanês desde março.

    Em paralelo, o Hezbollah afirmou ter lançado drones, também nesta sexta, contra o quartel de Liman, ao norte da cidade israelense de Nahariya. Militares israelenses disseram que vários dos equipamentos caíram em áreas do norte de Israel, sem registro de feridos.

    Do lado libanês, o Ministério da Saúde afirma que os bombardeios israelenses já deixaram mais de 2.800 mortos desde o início da guerra, entre eles ao menos 200 crianças. Considerando o período após o início da trégua, em abril, os ataques de Israel no Líbano mataram 380 pessoas, segundo dados divulgados na terça-feira (12) pelo Ministério da Saúde de Beirute à AFP.

    Apesar da violência, as delegações libanesa e israelense escreveram em comunicados que a rodada de encontros na capital americana foi positiva. A mediação conduzida pelos EUA ocorre em paralelo a esforços diplomáticos ligados ao conflito entre Washington e Teerã. O Irã afirma que o fim da guerra de Israel no Líbano é uma de suas exigências em eventuais negociações mais amplas.

    A delegação libanesa afirma priorizar o fim das hostilidades e tenta transformar o cessar-fogo em um acordo de paz permanente. Já Israel diz que o Hezbollah deve ser desarmado como condição para qualquer entendimento duradouro.

    As reuniões em Washington representam o mais alto nível de contato entre Líbano e Israel em décadas e passaram a incluir também autoridades militares e de segurança. Segundo Pigott, um novo “eixo de segurança” das negociações será lançado no Pentágono em 29 de maio.

    “Esperamos que as discussões avancem rumo a uma paz duradoura entre os países, com reconhecimento pleno da soberania e da integridade territorial de ambos, além do estabelecimento de segurança real ao longo da fronteira comum”, disse Pigott, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

    Já a ONU afirmou nesta sexta que as negociações representam uma “oportunidade única” para encerrar o conflito e “interromper a violência”. Imran Riza, coordenador humanitário das Nações Unidas para o Líbano, disse esperar que as conversas em andamento “abram caminho para uma solução política”.

    Riza, entretanto, também criticou a continuidade dos ataques. “Bombardeios aéreos e demolições continuam diariamente, com um impacto inaceitável sobre civis e infraestrutura civil”, afirmou.

    Pelo menos dois brasileiros foram mortos em território libanês. As vítimas, mãe e filho, foram atingidos num ataque atribuído a Israel e ocorrido em 26 de abril. O pai da família é libanês e também foi morto. Outro filho do casal, brasileiro, foi hospitalizado, segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Além das mortes, ao menos 1 milhão de pessoas tiveram de ser deslocadas devido às ofensivas, que configuram uma catástrofe humanitária, de acordo com as Nações Unidas.

    Israel e Líbano estendem cessar-fogo por mais 45 dias

  • Medina, Filipinho e Alejo avançam às oitavas de etapa na Nova Zelândia

    Medina, Filipinho e Alejo avançam às oitavas de etapa na Nova Zelândia

    O Brasil começou bem a nova etapa de Raglan (cidade da Nova Zelândia), incluída este ano na elite do circuito mundia de surfe, a World Surf League (WSL). Na madrugada desta sexta-feira (15) Gabriel Medina, Flipe Toledo e Alejo Muniz avançaram às oitavas de final nas ondas para o lado esquerdo da praia de Manu Bay. Outros seis brasileiros ainda estrearão em Raglan, a quarta etapa da WSL: Yago Dora, Samuel Pupo, Mateus Herdy, Italo Ferreira, Miguel Pupo e Luana Silva. A janela da etapa neozelandesa vai até 25 de maio.


     

    Estreando com a lycra amarela por liderar o ranking, o Medina foi o primeiro do país a se classificar ao vencer o havaiano Eli Hanneman, com somatório de 15.20 contra 10.06 do adversário. O duelo das nas oitavas será contra o compatriota Filipinho, bicampeão mundial. Os dois já se enfrentaram nesta temporada, na etapa de Gold Coast (Austrália). Na ocasião, Filipinho derrotou Medina. 

    Natural de Ubatuba (SP), Filipinho avançou às oitavas após duelo 100% brasileiro contra João Chianca, surfista de Saquarema (RJ). O paulista totalizou 15.66 contra 10.84 de Chumbinho.

    Quem também foi bem no mar de Manu Bay foi Alejo Muniz, argentino naturalizado brasileiro, que eliminou o australiano George Pittar. Muniz somou 15.50 contra 14.84. O adversário nas oitavas será o indonésio Rio Waida.

    Resultados da primeira fase masculina

    Crosby Colapinto (EUA) 10.70 x 9.40 Jordy Smith (AFS)

    Griffin Colapinto (EUA) 4.17 x 10.50 Alan Cleland (MEX)

    Gabriel Medina (BRA) 15.20 x 10.06 Eli Hanneman (HAV)

    Filipe Toledo (BRA) 15.66 x 10.84 João Chianca (BRA)

    Jake Marshall (EUA) 11.46 x 11.97 Liam O`Brien (AUS)

    Ethan Ewing (AUS) 10.00 x 14.33 Morgan Cibilic (AUS)

    Connor O`Leary (JAP) 13.44 x 15.20 Rio Waida (INA)

    George Pittar (AUS) 14.84 x 15.50 Alejo Muniz (BRA)

    Demais estreias

    Yago Dora (BRA) x Luke Thompson (AFS)

    Barron Mamiya (HAV) x Marco Mignot (FRA)

    Samuel Pupo (BRA) x Cole Houshmand (EUA)

    Leonardo Fioravanti (ITA) x Mateus Herdy (BRA)

    Italo Ferreira (BRA) x Seth Moniz (HAV)

    Kanoa Igarashi (JAP) x Joel Vaughan (AUS)

    Jack Robinson (AUS) x Kauli Vaast (HAV)

    Miguel Pupo (BRA) x Callum Robson (AUS)

    Oitavas de final masculinas

    Crosby Colapinto (EUA) x Griffin Colapinto (EUA)

    Gabriel Medina (BRA) x Filipe Toledo (BRA)

    Liam O’Brien (AUS) x Morgan Cibilic (AUS)

    Rio Waida (INA) x Alejo Muniz (BRA)


    Medina, Filipinho e Alejo avançam às oitavas de etapa na Nova Zelândia

  • Acusado de estupro, irmão de Michael Jackson é condenado a pagar R$ 33 mi

    Acusado de estupro, irmão de Michael Jackson é condenado a pagar R$ 33 mi

    Rita Butler Barrett alegou ter sido estuprada por Jermaine Jackson em 1988, após ele invadir sua casa à força; queixa afirma que a vítima “sofreu graves danos emocionais, físicos e psicológicos”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um tribunal de Los Angeles condenou Jermaine Jackson, irmão de Michael Jackson, a pagar mais de US$ 6,5 milhões (R$ 33 milhões na cotação atual) em uma ação por estupro. As informações são da revista People.

    Rita Butler Barrett alegou ter sido estuprada por Jermaine Jackson em 1988, após ele invadir sua casa à força. O ex-integrante do Jackson 5 foi condenado após não responder à ação judicial e terá de pagar os danos e custas processuais.

    A mulher disse que Jackson, hoje com 71 anos, a agrediu sexualmente de forma violenta. Ainda segundo a queixa, apresentada em dezembro de 2023, ele apareceu sem ser convidado em sua casa e forçou a entrada. Ela afirmou que ele foi embora depois de “se satisfazer”.

    Durante o ataque, a autora, uma mulher de fé, rezou a Deus por ajuda. [Ela] temeu por sua vida Trecho da ação

    Rita conhecia Jermaine por meio de seu marido, Ben Barrett, que trabalhava com Berry Gordy, fundador da gravadora Motown Records. Ainda segundo a queixa, ela alegou que Gordy tinha uma “relação comercial e/ou de gerenciamento” com Jackson na época do suposto crime.

    Ela alegou que houve o caso foi acobertado com o objetivo de “lucro e preservação da reputação”. Barrett afirmou que relatou o suposto estupro a Gordy no dia seguinte e acusou ele e outros no meio musical de terem ocultado o caso para proteger a imagem de Jermaine Jackson e preservar os lucros ligados à sua carreira.

    A queixa afirma que Barrett “sofreu graves danos emocionais, físicos e psicológicos”. Ela ainda apontou “humilhação, vergonha, culpa, perda econômica, redução da capacidade econômica e angústia emocional permanente” após a suposta agressão.

    A notícia surge poucas semanas depois de Jermaine Jackson aparecer ao lado de seu filho, Jaafar Jackson, na pré-estreia em Los Angeles do filme Michael.

    Na cinebiografia do astro, Jaafar interpreta o falecido cantor Michael Jackson.

    Jermaine Jackson é o quarto filho e terceiro irmão mais velho de Michael Jackson. Cantor, baixista e compositor, ele integrou a formação original do Jackson 5 e também seguiu carreira solo de sucesso na música pop e R&B.

    Acusado de estupro, irmão de Michael Jackson é condenado a pagar R$ 33 mi

  • Eduardo assinou contrato com diretor de filme de Bolsonaro, diz site

    Eduardo assinou contrato com diretor de filme de Bolsonaro, diz site

    Função assumida pelo ex-deputado daria poder de lidar diretamente com a gestão financeira do projeto, segundo Intercept Brasil. Procurado pela Folha, Eduardo não se manifestou; Flávio Bolsonaro nega que irmão tenha gerido recursos do filme

    SÃO PAULO, SP, E WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) atuou como produtor-executivo do sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e assinou um contrato com poderes sobre a gestão financeira do projeto, de acordo com o site The Intercept Brasil. Os documentos obtidos contradizem declarações públicas de Eduardo de que ele teria apenas cedido direitos de imagem, sem exercer nenhum cargo de gestão na produção.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, Eduardo admitiu que assinou um contrato com a produtora do filme para contratar o diretor da obra e que recebeu a função de diretoria executiva, mas afirmou que os planos mudaram.

    Segundo o Intercept, o contrato, datado de novembro de 2023 e assinado digitalmente por Eduardo em 30 de janeiro de 2024, designa ele e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) como produtores-executivos, ao lado da produtora GoUp Entertainment, sediada nos Estados Unidos. A função conferiria poder para lidar diretamente com o controle de orçamento e a gestão financeira de um projeto audiovisual.

    Ainda de acordo com o site, os produtores-executivos teriam responsabilidade sobre decisões estratégicas de financiamento, preparação de documentação para investidores e identificação de fontes de recursos para o filme -que, na época, se chamava “O Capitão do Povo”.

    Também haveria uma minuta de aditivo contratual, datada de fevereiro de 2024, citando Eduardo como “financiador” da produção. O Intercept ressalva que não há confirmação de que o aditivo tenha sido, de fato, assinado.

    No vídeo postado em suas redes, Eduardo Bolsonaro disse que o Intercept está fazendo um “vazamento seletivo” para “assassinar a reputação de Flávio Bolsonaro”.

    Segundo Eduardo, o contrato com o cargo foi assinado com a produtora para assegurar a execução do filme. O ex-deputado diz que enviou US$ 50 mil para os EUA como garantia para que o diretor Cyrus Nowrasteh continuasse no projeto. Por isso, teria recebido o título de produtor-executivo.

    “A produtora, na época, disse basicamente o seguinte: Eduardo, bota esse dinheiro aqui. Como o risco é 100% seu, eu vou te garantir ser diretor-executivo do filme”, disse ele.

    Ainda segundo Eduardo, grandes investidores teriam entrado no projeto antes do fim do contrato, o que possibilitou que o ex-deputado não precisasse mais ter essa função. Ele diz que, com essa mudança, recebeu de volta os US$ 50 mil que havia enviado como garantia.

    “Quando essa estrutura passou a ser de fundo de investimento, ter outra estrutura, eu saí dessa posição de diretor-executivo, e passei a ser somente uma pessoa que assinou sua cessão de direitos autorais”, disse Eduardo.

    “Quem diz que recebi dinheiro de Daniel Vorcaro ou do fundo criado nos Estados Unidos está mentindo. Eu recebi meu dinheiro de volta da produtora, o valor que era meu e que nem foi corrigido. Esse dinheiro foi o que permitiu confeccionar o filme”, afirmou. Procurado diretamente pela Folha, o ex-deputado não se manifestou.

    Em entrevista à CNN na tarde desta sexta (15), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que o contrato mostrado pelo Intercept é antigo e que Eduardo publicaria um vídeo para explicar a situação. Segundo o senador, seu irmão nunca fez a gestão dos recursos do filme.

    Na quarta-feira (13), o Intercept revelou que Flávio articulou com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, o repasse de R$ 134 milhões para financiar a produção, dos quais R$ 61 milhões já foram pagos. Um áudio de setembro de 2025 mostra o senador cobrando mais recursos ao banqueiro. Flávio confirmou ter pedido dinheiro a Vorcaro para o filme, mas negou ter recebido ou oferecido vantagens em troca.

    Nesta sexta, o Intercept também publicou mensagens em que Eduardo orienta o empresário Thiago Miranda, intermediário entre Vorcaro e a família Bolsonaro, sobre como enviar recursos aos Estados Unidos. “O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo”, teria dito Eduardo.

    Em outra mensagem, sugere: “Enviar o máximo possível ainda neste sistema atual, com o remetente atual”.

    As mensagens indicam que parte dos valores negociados por Flávio com Vorcaro foi transferida ao fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas (EUA) e controlado por aliados de Eduardo -entre eles Paulo Calixto, advogado responsável pelo processo imigratório do ex-deputado nos Estados Unidos.

    A Polícia Federal apura se o dinheiro de Vorcaro para o filme teria custeado despesas de Eduardo nos EUA, para onde ele se mudou em fevereiro de 2025 alegando perseguição do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

    Em postagem em redes sociais na quinta (14), Eduardo negou ter recebido recursos do fundo e afirmou que a suspeita “não se sustenta e é tosca”. Disse ainda que seu status migratório nos EUA não permitiria tal operação. Já Mario Frias informou ao Intercept que “Eduardo Bolsonaro não é e nunca foi produtor-executivo” do filme.

    O orçamento total da produção, segundo documentos obtidos pelo site, está estimado entre US$ 23 milhões e US$ 26 milhões -valor que condiz montante que Flávio Bolsonaro negociou com Vorcaro: US$ 24 milhões.

    Eduardo assinou contrato com diretor de filme de Bolsonaro, diz site

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Cinco italianos morrem em mergulho nas Maldivas, e equipe faz busca de alto risco

    Cinco italianos morrem em mergulho nas Maldivas, e equipe faz busca de alto risco

    Vítimas estariam explorando cavernas a cerca de 50 metros de profundidade em Vaavu. Apenas um corpo havia sido recuperado até esta sexta (15), segundo governo da Itália, que anunciou os óbitos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Equipes de resgate fazem buscas nesta sexta-feira (15), em operações descritas como complexas e perigosas, pelos corpos de cidadãos da Itália que morreram durante mergulho nas Maldivas. O caso ocorreu em Vaavu, região de ilhas de coral conhecida por atrair mergulhadores de todo o mundo.

    No total, cinco italianos morreram, segundo o Ministério das Relações Exteriores do país europeu. A pasta informou que, de acordo com informações preliminares, os mergulhadores estavam explorando um conjunto de cavernas a cerca de 50 metros de profundidade. Segundo funcionários locais mencionados pela agência de notícias AFP, este pode ter sido o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas.

    Até a tarde desta sexta, apenas um corpo havia sido recuperado, e as circunstâncias do acidente não tinham sido esclarecidas. O governo italiano informou que uma investigação está em andamento.

    As autoridades não divulgaram as identidades das vítimas. No entanto, a Universidade de Gênova informou que entre os mortos estão um professor de biologia marinha, a filha dele e dois pesquisadores.

    Em nota, o Ministério das Relações Exteriores italiano afirmou que a embaixada do país no Sri Lanka está em contato com as famílias das vítimas e prestando assistência consular.

    Nesta sexta, autoridades lançaram uma ampla operação de resgate com barcos, aeronaves e equipes de mergulho. A ação é classificada de “alto risco” devido ao mau tempo e local de difícil acesso.

    As Maldivas são um arquipélago formado por 1.192 ilhas de coral, espalhadas ao longo de cerca de 800 quilômetros no oceano Índico. O destino é conhecido pelo turismo de luxo e pelas condições favoráveis ao mergulho em águas profundas.

    Cinco italianos morrem em mergulho nas Maldivas, e equipe faz busca de alto risco