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  • Juiz de Fora: homem descobre através de foto que família desapareceu

    Juiz de Fora: homem descobre através de foto que família desapareceu

    Após fortes chuvas em Minas Gerais, um homem descobriu que a sua família desapareceu e a sua casa desabou através de fotografias; há registro de 47 mortes relacionadas com as cheias em Minas Gerais

    Um homem residente em Juiz de Fora, em Minas Gerais, descobriu que a sua família estava desaparecida e a sua casa tinha desabado após as chuvas torrenciais depois de ter recebido uma fotografia.

    “Me mandaram uma foto e eu falei: é a minha casa”, recordou o homem, identificado como Flávio Santos.

    O homem, que estava em outro município trabalhando, aguarda ainda notícias dos dois filhos, da nora, do neto e da mulher, em um momento em que as autoridades brasileiras elevaram o número de vítimas mortais para 47.

    “Me ligaram para perguntar se estava tudo bem. Mas eu estava em Belo Horizonte. Falei que estava tudo bem. E falaram: ‘mas e o restante do pessoal’?. E eu falei: ‘não sei’. Me mandaram a foto e eu falei: ‘é minha casa’. Daí eu comecei tentar contato com meus filhos, esposa, e não consegui contato com ninguém”, disse. 

    Vale destacar que pelo menos 47 pessoas morreram e 33 estão desaparecidas devido a chuvas torrenciais em Minas Gerais, segundo o mais recente balanço do Corpo de Bombeiros.

    Os bombeiros encontraram na madrugada os corpos de cinco pessoas no município de Juiz de Fora, o mais afetado pelo temporal que começou na segunda-feira e que ainda ameaça causar mais estragos na região.

    Em Juiz de Fora, que tem cerca de meio milhão de habitantes, foram registrados até ao momento 41 mortos e há ainda 18 pessoas por localizar.

    As outras vítimas confirmadas até hoje ocorreram a cerca de cem quilômetros de distância, na localidade de Ubá, que contabiliza, além de seis mortos, duas pessoas desaparecidas.

    As chuvas torrenciais deixaram um rastro de destruição nesta zona verde e montanhosa do estado de Minas Gerais. Ocorreram vários deslizamentos de terras, graves inundações que submergiram bairros inteiros e danos estruturais em infraestruturas.

    Cerca de 700 pessoas em Juiz de Fora e Ubá tiveram de abandonar as suas casas.

    Além disso, as previsões meteorológicas desenham um cenário preocupante, uma vez que se espera que as chuvas continuem de forma intensa nos próximos dias, aumentando o risco de novos deslizamentos e enxurradas.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, garantiu na terça-feira que as equipes de salvamento permanecerão no terreno o tempo que for necessário.

    Afirmou ainda que a prioridade é prestar ajuda humanitária e resgatar as vítimas e que, só depois, se começará a pensar na reconstrução da zona.

    O Governo do presidente Lula informou que enviou apoio de profissionais e já anunciou que vai enviar ajuda de 800 reais para cada pessoa que esteja sem casa, dinheiro que será transferido para as câmaras municipais.

    O governo central também está negociando a antecipação do pagamento de prestações da Segurança Social para os habitantes da zona.

    Juiz de Fora: homem descobre através de foto que família desapareceu

  • PlayStation revela os 4 jogos gratuitos do mês de março

    PlayStation revela os 4 jogos gratuitos do mês de março

    Os quatro títulos estarão disponíveis no PlayStation 5 e sendo dois no PlayStation 4. Os quatro jogos ficarão disponíveis gratuitamente já no próximo dia 3 de março

    O mês de fevereiro está prestes a terminar e, de forma a dar aos jogadores bons motivos para esperarem pela chegada do mês de março, a Sony decidiu anunciar oficialmente a lista dos jogos que os assinantes do PlayStation Plus poderão adquirir de forma gratuita.

    O conjunto de jogos que estarão disponíveis gratuitamente para os assinantes do Plus no mês de março é composto por quatro títulos, sendo o primeiro deles “PGA Tour 2K25” para a PlayStation 5, o qual deverá ser a escolha ideal para os fãs de golfe.

    Há também o “Monster Hunter Rise” para a PlayStation 5 e PlayStation 4, um jogo da conhecida franchise da Capcom que (novamente) coloca os jogadores em caçadas (sozinhos ou acompanhados por mais três amigos) por monstros temíveis, em uma história com inspiração em folclore japonês.

    Os dois restantes jogos são “Slime Rancher 2” (para a PlayStation 5) e também o jogo online “The Elder Scrolls Online Collection: Gold Road” para a PlayStation 5 e PlayStation 4.

    Estes quatro títulos ficarão disponíveis gratuitamente a partir do dia 3 de março, o que significa que os assinantes do Plus têm até ao dia 2 de março para adicionarem às respectivas bibliotecas as ofertas do mês de fevereiro – nomeadamente “Undisputed”, “Subnautica: Below Zero”, “Ultros” e “Ace Combat 7: Skies Unknown”.

    PlayStation revela os 4 jogos gratuitos do mês de março

  • Superávit primário alcançado pelo governo Lula fica em R$ 86,9 bilhões

    Superávit primário alcançado pelo governo Lula fica em R$ 86,9 bilhões

    Com arrecadação recorde, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – teve superávit primário de R$ 86,9 bilhões; valor é referente ao mês de janeiro, segundo Tesouro Nacional

    Com arrecadação recorde, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – teve superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro deste ano, ante ao resultado positivo de R$ 85,1 bilhões em janeiro de 2025. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Tesouro Nacional.

    Apesar do aumento nominal no superávit, em termos reais – descontada a inflação – houve redução de 2,2% no resultado positivo.

    “O resultado conjunto do Tesouro Nacional e do Banco Central foi superavitário em R$ 107,5 bilhões, enquanto a Previdência Social (RGPS) apresentou um déficit de R$ 20,6 bilhões. Comparado a janeiro de 2025, o resultado primário decorreu da combinação de crescimentos reais de 1,2% da receita líquida (R$ 3,3 bilhões) e de 2,9% das despesas totais (R$ 5,3 bilhões)”, explicou o Tesouro. 

    O resultado de janeiro deste ano veio melhor que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado positivo de R$ 84,7 bilhões no mês.

    Em 12 meses até janeiro de 2026, o resultado primário do Governo Central tem um déficit de R$ 62,7 bilhões, equivalente a 0,47% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).

    Meta fiscal

    O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A meta fiscal estabelecida para 2026 prevê superávit primário de R$ 34,3 bilhões, excluindo o pagamento de precatórios e despesas autorizadas fora do arcabouço fiscal.

    As regras fiscais, no entanto, estabelecem um limite de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Dessa forma, ela será considerada cumprida se o governo obter resultado primário zero ou até um superávit de R$ 68,6 bilhões.

    Receitas e despesas

    Entre os destaques para o crescimento das receitas no mês passado estão:

    – R$ 3,9 bilhões (3,3%) na arrecadação com o imposto de renda, em especial com rendimentos do trabalho e rendimentos do capital, parcialmente compensados por uma queda no Imposto de Renda de Pessoa Jurídica;

    – R$ 2,7 bilhões (49,3%) com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), decorrente da maior arrecadação com operações de câmbio (saída), operações de crédito e títulos e valores mobiliários;

    – R$ 2,1 bilhões (43,7%) com outras receitas administradas pela Receita Federal, explicado, entre outros fatores, pelos aumentos das arrecadações relacionadas à participação da União em loterias e aos depósitos judiciais;

    – R$ 3,9 bilhões (6,9%) com receita previdenciária, refletindo o dinamismo do mercado de trabalho, o crescimento real dos recolhimentos do Simples Nacional previdenciário e a reoneração da folha.

    Porém, houve queda de R$ 5,1 bilhões (27,4%) com exploração de recursos naturais, influenciado, principalmente, pela queda do preço internacional do barril de petróleo e pela apreciação da taxa de câmbio.

    Da mesma forma, houve redução de R$ 1,4 bilhão (15,1%) na arrecadação com Imposto de Importação, associado, especialmente, aos decréscimos do valor em dólar das importações, na taxa média de câmbio e na alíquota média efetiva do imposto.

    Outro fator que contribuiu para atenuar o crescimento da receita primária líquida foi o aumento de R$ 2,9 bilhões (7,8%) dos repasses dos fundos de participação federativos, que refletiram a dinâmica dos tributos que compõem a base de tais repartições de receitas.

    Pelo lado das despesas, os principais aumentos foram:

    – R$ 4 bilhões (5,3%) em benefícios previdenciários; explicado pelo aumento do número de beneficiários e pelos reajustes reais do salário-mínimo;

    – R$ 3,3 bilhões (10,3%) com pessoal e encargos sociais, em função da base de comparação de janeiro de 2025 não refletir os aumentos concedidos ao funcionalismo público, cujos efeitos se efetivaram a partir de maio do ano passado.

    Em sentido oposto, compensando parcialmente os aumentos anteriores, houve redução de R$ 1,5 bilhão (27,1%) nas despesas com abono e seguro desemprego em razão, principalmente, da ausência de pagamentos do seguro-defeso, cujos repasses ocorrerão a partir de fevereiro de 2026.

    Também foi registrada queda de R$ 1,9 bilhão (6,5%) com despesas obrigatórias com controle de fluxo, decorrente, sobretudo, da redução de despesas com o Bolsa Família e dos gastos na função saúde.

    Superávit primário alcançado pelo governo Lula fica em R$ 86,9 bilhões

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  • Moraes determina uso de tornozeleira em 6º alvo de apuração sobre vazamento de dados

    Moraes determina uso de tornozeleira em 6º alvo de apuração sobre vazamento de dados

    Medida é cumprida pela Polícia Federal no Rio de Janeiro; ministro do Supremo Tribunal Fedral já fez as mesmas determinações contra um vigilante da Receita, um auditor e três técnicos

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (25) mandado de busca e apreensão e instalação de tornozeleira eletrônica contra mais um suspeito de participar do vazamento de dados de integrantes do STF (Supremo Tribunal Federal) e de seus parentes.

    A determinação foi feita pelo ministro Alexandre de Moraes -a investigação sobre os vazamentos foi incluída no inquérito das fake news, aberto em 2019 e do qual o ministro é relator.

    O mandado desta quarta-feira foi cumprido em relação a uma pessoa do Rio de Janeiro. Com ela, a apuração soma ao menos seis alvos até o momento.

    Na última quinta-feira (19), Moraes havia determinado que a PF tomasse as mesmas medidas contra um vigilante que trabalhava na Receita Federal no estado. A determinação sobre o vigilante, de acordo com pessoas com conhecimento da investigação, foi tomada na investigação relacionada a essas suspeitas de vazamentos. Seu nome não foi divulgado e nem quais os atos dele que estão sob investigação.

    Antes disso, no último dia 17, a PF deflagrou uma operação contra quatro pessoas que teriam acessado dados de ministros.

    Uma delas era o servidor do Serpro (empresa estatal de processamento de dados), cedido ao Fisco, Luiz Antônio Martins Nunes. Havia indícios de que ele teria acessado irregularmente os sistemas do Fisco e repassado a terceiros dados sigilosos de autoridades e de familiares.

    Os demais alvos foram os técnicos Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e o auditor Ricardo Mansano de Moraes.

    Nota do STF na ocasião afirmou que houve “bloco de acessos cuja análise, pelas áreas responsáveis, não identificou justificativa funcional”.

    Na semana da deflagração das medidas contra os quatro alvos iniciais, a reportagem tentou contato com todos eles, mas não conseguiu localizar ou obter retorno de Nunes e de Nascimento.

    Ruth Machado dos Santos, que é agente administrativa, é suspeita de acessar dados fiscais de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF. Ela afirmou em depoimento à Polícia Federal que estava em um atendimento presencial no momento em que as informações foram acessadas.

    Já Mansano é suspeito de acessar os dados de uma ex-enteada do ministro Gilmar Mendes, filha da advogada Guiomar Feitosa. Ele estava em um cargo na chefia de Gestão do Crédito Tributário e do Direito Creditório, em Presidente Prudente (SP), e foi retirado do posto.

    Segundo pessoas que acompanham as apurações, ele acessou dados de ao menos dois anos da ex-enteada de Gilmar, de 2008 e de 2024. Sua defesa afirmou que ele é um “profissional de reputação ilibada que, ao longo de anos de atuação junto à Receita Federal do Brasil, jamais respondeu a qualquer falta funcional”. Disse ainda que os fatos “serão devidamente esclarecidos e a verdade prevalecerá” e que não obteve acesso integral às acusações e aos elementos de investigação.

    O rastreamento de possíveis quebras de sigilo ocorre no contexto da crise institucional entre os Poderes e órgãos públicos provocada pela quebra e liquidação do Banco Master.

    A família do ministro entrou em foco no noticiário após o jornal O Globo revelar que o Banco Master contratou o escritório de advocacia da mulher de Moraes por 36 meses, a partir do início de 2024, e previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões.

    Revelações da investigação sobre o escândalo financeiro do banco de Daniel Vorcaro geraram desconfiança e suspeitas de vazamentos de informações protegidas por sigilo bancário e fiscal.

    A solicitação de Moraes de apurar eventuais quebras de sigilo foi feita no âmbito do inquérito das fake news, aberto em 2019, e que investigou ataques de bolsonaristas aos integrantes do Supremo.

    Moraes determina uso de tornozeleira em 6º alvo de apuração sobre vazamento de dados

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  • Cuba denuncia tentativa de infiltração de grupo dos EUA "com fins terroristas"

    Cuba denuncia tentativa de infiltração de grupo dos EUA "com fins terroristas"

    A Guarda Costeira cubana matou na quarta-feira quatro tripulantes de uma lancha norte-americana; sete ficaram feridas, seis pessoas que seguiam na embarcação civil e um elemento da Guarda Costeira de Cuba

    Cuba denunciou uma tentativa de infiltração de grupo com “fins terroristas”, a partir dos EUA, após a morte de ocupantes de um barco registrado na Florida em um tiroteio com a guarda costeira cubana em águas territoriais da ilha.

    “Foi apurado que a lancha rápida neutralizada, registrada na Florida com o número FL7726SH, transportava 10 pessoas armadas que, segundo as declarações preliminares dos detidos, tinham a intenção de proceder a uma infiltração para fins terroristas”, indicou, na quarta-feira, o Ministério do Interior cubano em comunicado.

    “Foram apreendidas espingardas de assalto, armas de fogo, engenhos explosivos de fabricação artesanal [cocktails Molotov], coletes à prova de balas, binóculos telescópicos e uniformes de camuflagem”, acrescentou.

    A Guarda Costeira cubana matou na quarta-feira quatro tripulantes de uma lancha norte-americana, depois de a embarcação não ter obedecido à ordem de parada em águas territoriais e ter aberto fogo, disse anteriormente o Ministério do Interior.

    O comunicado oficial, também divulgado por vários órgãos de comunicação social estatais, indica que outras seis pessoas a bordo da lancha ficaram feridas no confronto, assim como o comandante da embarcação cubana.

    As autoridades cubanas afirmaram ainda que todos os feridos foram resgatados e receberam assistência médica.

    A conta oficial da Presidência de Cuba nas redes sociais declarou que o país reafirma o seu compromisso com a proteção das suas águas territoriais, com base no princípio da defesa nacional, que é um pilar fundamental para o Estado na procura da proteção da sua soberania e estabilidade na região.

    O incidente ocorreu durante a manhã, depois das autoridades cubanas terem detectado “uma lancha rápida ilegal em águas territoriais cubanas, registada na Florida, EUA.

    Segundo o Ministério do Interior, a embarcação aproximou-se “a nordeste do canal El Pino, no Cayo Falcones, no município de Corralillo, província de Villa Clara” (centro de Cuba), onde uma unidade com cinco membros da Guarda Costeira se aproximou “para identificação”.

    De seguida, “a lancha ilegal abriu fogo contra os militares cubanos”, que responderam aos ataques.

    Neste confronto, quatro pessoas a bordo da lancha morreram e um total de sete ficaram feridas, seis pessoas que seguiam na embarcação civil e um elemento da Guarda Costeira.

    O procurador-geral da Florida, James Uthmeier, anunciou já a abertura de uma investigação após o incidente, prometendo que os “comunistas serão responsabilizados”.

    “Ordenei ao Ministério Público que trabalhe com os nossos parceiros federais, estaduais e policiais para iniciar uma investigação. Não se pode confiar no Governo cubano e faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para responsabilizar estes comunistas”, frisou Uthmeier nas redes sociais.

    O incidente ocorre no meio de tensões crescentes entre os Estados Unidos e Cuba, depois de Washington ter apertado o embargo petrolífero à ilha e instado Havana a chegar a um acordo.

    Foram relatados vários incidentes deste tipo nos últimos anos, dois deles em 2022. Em um dos casos, uma lancha norte-americana disparou contra agentes da guarda fronteiriça cubana perto de Villa Clara, ferindo um oficial cubano.

    O outro incidente ocorreu em Bahía Honda (oeste), quando uma lancha dos EUA colidiu com uma lancha da polícia marítima cubana, resultando no naufrágio da lancha e na morte de vários tripulantes.

    As autoridades insulares relatam frequentemente encontrar lanchas abandonadas ou apreendidas na costa norte (Ciego de Ávila, Villa Clara, Havana), habitualmente utilizadas para o embarque de potenciais migrantes, classificando estas ações como “violações territoriais e tráfico de pessoas”.

    Cuba denuncia tentativa de infiltração de grupo dos EUA "com fins terroristas"

  • Grêmio aproveita um a mais e vence Atlético-MG com golaço de lateral

    Grêmio aproveita um a mais e vence Atlético-MG com golaço de lateral

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Grêmio venceu o Atlético-MG por 2 a 1 na Arena, em Porto Alegre (RS), pela 4ª rodada do Brasileirão. Noriega e Marlon fizeram os gols do Grêmio, enquanto Victor Hugo fez o gol do Atlético.

    O cara do jogo foi Marlon, que deu uma assistência e fez um golaço na partida. O lateral fez um belo cruzamento para o gol de cabeça de Noriega, e marcou o seu com um chutaço de fora da área.

    Novo técnico do time mineiro, o argentino Eduardo Domínguez assistiu à derrota da equipe mineira das tribunas do estádio, enquanto o interino Lucas Gonçalves comandou o time em sua última partida.

    Com o resultado, o Grêmio chega a 6 pontos e sobe para a 8ª colocação. O Atlético-MG é o 16º com 2 pontos.

    O Grêmio recebe o Internacional em casa no domingo, na partida de ida da final do Campeonato Gaúcho. Após as finais, o Grêmio volta a campo pelo Brasileirão no dia 12 de março, quando recebe o Bragantino em Porto Alegre.

    O Atlético-MG disputa no domingo a partida de volta das semifinais do Mineiro contra o América-MG, fora de casa, após empate por 1 a 1 na partida de ida. No Brasileirão, o Atlético-MG recebe o Internacional em casa no dia 11 de março.

    CHEGA DE DOMÍNGUEZ

    Novo técnico do Atlético-MG, Eduardo Domínguez acompanhou o jogo das tribunas da Arena do Grêmio. O argentino teve contato com os jogadores do Atlético ainda no hotel, enquanto o interino Lucas Gonçalves foi quem comandou o time à beira do gramado.

    Com passagens por Huracán, Colón e Estudiantes, o técnico argentino exaltou a torcida do clube mineiro e falou sobre a expectativa de treinar o clube mineiro. “É uma grande torcida, imponente, é o mais parecido do que vivi na Argentina. Estou muito emocionado e motivado para encontrar essa torcida que já vi pela televisão”, disse Domínguez em vídeo publicado pelo Atlético-MG nas redes sociais.

    Minha expectativa é enorme, sinto que estou dando um passo à frente em minha carreira Eduardo Domínguez, novo técnico do Atlético-MG

    Domínguez chega ao Atlético-MG após a demissão de Jorge Sampaoli. O técnico chileno deixou o comando do Atlético após acumular sete empates, uma derrota e duas vitórias no ano.

    GRÊMIO

    Weverton; Gustavo Martins, Erick Noriega, Viery, Marlon; Nardoni (Jefinho), Gabriel Mec (Dodi), Amuzu; Pavón (João Pedro), Enamorado (Roger), Carlos Vinícius. Técnico: Luís Castro.

    ATLÉTICO-MG

    Everson; Natanael, Vitor Hugo (Cassierra), Ruan, Renan Lodi; Maycon, Alan Franco, Victor Hugo (Minda), Gustavo Scarpa (Mamady Cissé); Hulk (Reinier), Cuello (Dudu). Técnico: Lucas Gonçalves.

    Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
    Árbitro: Raphael Claus (SP)
    Cartões amarelos: Nardoni, Pavón, Gabriel Mec e Carlos Vinícius (GRE)
    Cartão vermelho Natanael (ATM)
    Gols: Noriega (GRE), 5′ do 2º tempo (1-0); Victor Hugo (ATM), 10′ do 2º tempo (1-1); Marlon (GRE), 20′ do 2º tempo (2-1)

    O Palmeiras foi letal e precisou de apenas 12 minutos para abrir uma vantagem de dois gols no confronto; em um jogo vibrante, o versão venceu o Fluminense por 2 a 1

    Agência Brasil | 05:00 – 26/02/2026

    Grêmio aproveita um a mais e vence Atlético-MG com golaço de lateral

  • Polêmica leva Discord a adiar verificação de idade. O que aconteceu?

    Polêmica leva Discord a adiar verificação de idade. O que aconteceu?

    A associação a uma empresa de Peter Thiel levou o Discord a adiar o lançamento do sistema de verificação de idade dos usuários, que estava originalmente previsto para março; empresa fez um comunicado onde explica como vai fproceder

    O Discord anunciou no começo deste mês de fevereiro que iria avançar com o lançamento a nível global de um sistema de verificação de idade, o qual tinha o objetivo de vedar algumas opções da plataforma a adolescentes.

    Pois bem, a empresa anunciou agora que, afinal, este sistema só será lançado na segunda metade de 2026, com a decisão a ser resultado das críticas feitas por jogadores desde que foi anunciado que seria preciso apresentar um documento de identificação ou ter a face analisada por um sistema de reconhecimento facial.

    “Pela forma como isto foi recebido, muitos de vocês ficaram com a impressão que estamos exigindo scans faciais e envios de documentos de identidade de todos os usuários só para usar o Discord”, explicou o CTO do Discord, Stanislav Vishnevskiy. “Não é isso que que vai acontecer, mas o fato de tantas pessoas terem acreditado nisso mostra que falhamos na nossa tarefa mais básica: explicar claramente o que estamos fazendo e porquê”.

    Na explicação compartilhada pelo executivo é referido que 90% dos usuários que usam o Discord não teriam de passar pelo processo de verificação de idade, indicando que os sistemas internos de segurança da plataforma já conseguem determinar a idade de muitos usuários adultos.

    Entre os parâmetros avaliados por estes sistemas internos estão não só há quanto tempo existe a conta em questão, se o utilizador tem uma forma de pagamento registrada e também o tipo de servidores em questão. Além disso, o CTO também afirma que a maioria dos usuários do Discord não interage com conteúdo restringido por idade.

    No entanto, Vishnevskiy afirma que os usuários – que fazem parte dos tais 10% que terão de passar pelo sistema de verificação de idade – terão múltiplas opções – seja por reconhecimento facial, submissão de um documento de identificação ou de um cartão de crédito.

    Se o usuário decidir não passar por este processo, conta o CTO do Discord que a conta não será apagada e serão mantidas todas as informações nela contidas.

    “Se escolhere não verificar a idade, aqui está o que acontece: vai manter a tua conta, os teus servidores, a tua lista de amigos, as tuas mensagens privadas e as conversas por voz”, explicou o executivo. “A única coisa que muda é que não serás capaz de acessar conteúdo com restrição de idade, nem alterar certas definições de segurança padrão criadas para proteger os adolescentes. Mais nada será mudado na tua experiência com o Discord”.

    A origem da polêmica

    Segundo o site The Verge, parte da polêmica em que o Discord se viu envolvido está relacionado com o fato de, no Reino Unido, ter recorrido à Persona – uma empresa responsável por realizar verificação de idade que tem como investidor o multimilionário Peter Thiel.

    Além de um conhecido apoiador de Donald Trump, Thiel também é conhecido por ser cofundador e presidente da Palantir que colabora com o governo dos EUA nas áreas de vigilância e imigração.

    No entanto, o Discord enviou um comunicado à publicação onde esclarece que apenas fez um “teste limitado” com a Persona no Reino Unido, notando que desde então esse pequeno teste já foi concluído.

    Polêmica leva Discord a adiar verificação de idade. O que aconteceu?

  • Família rebate críticas por foto de Stephen Hawking em ilha de Epstein

    Família rebate críticas por foto de Stephen Hawking em ilha de Epstein

    A família de Stephen Hawking manifestou-se sobre a polêmica envolvendo uma foto do astrofísico na ilha de Jeffrey Epstein. “Qualquer insinuação de conduta inadequada da sua parte é errada e extremamente rebuscada”, garantiram

    A família de Stephen Hawking comentou a polêmica que se instaurou recentemente relacionada com o astrofísico, após serem reveladas fotos suas na ilha de Jeffrey Epstein com duas mulheres de biquíni.

    Em resposta ao Mirror, um porta-voz da família Hawking afirmou: “O professor Hawking fez algumas das maiores contribuições para a Física no século XX e foi, ao mesmo tempo, a pessoa que mais tempo sobreviveu a uma doença neurodegenerativa, uma condição debilitante que o deixou dependente de um respirador, sintetizador de voz, cadeira de rodas e cuidados médicos 24 horas por dia”.

    “Qualquer insinuação de conduta inadequada da sua parte é errada e extremamente rebuscada”, acrescentou o porta-voz.

    Sabe-se que a fotografia em questão foi tirada em 2006 no Hotel Ritz Carlton nas Ilhas Virgens Americanas, onde Stephen Hawking fez um discurso sobre cosmologia quântica. As duas mulheres ao seu lado não foram identificadas, mas especula-se que poderão ser as suas duas cuidadoras de longa data.

    O discurso de Hawking, vale destacar, aconteceu na ilha do predador sexual condenado Jeffrey Epstein, durante uma conferência para a qual foram convidados outros 51 cientistas.

    Antes do encontro, o astrofísico foi visto em duas outras fotografias. Uma num churrasco, com vários convidados, e outra a bordo de um submarino durante uma visita guiada à ilha de Epstein. O então magnata teria, supostamente, adaptado o veículo para pessoas em cadeiras de rodas, de modo a permitir que Hawking pudesse entrar no submarino. 

    Vale destacar que não há conhecimento de qualquer fotografia do astrofísico e Jeffrey Epstein juntos.

    Entre os milhares de e-mails compartilhados pelo Departamento da Justiça norte-americano há cerca de 250 menções a Stephen Hawking. Em um deles, dirigido à sua companheira, Ghislaine Maxwell, Epstein oferece uma recompensa para quem conseguir ajudar a provar que Hawkings não este em uma “orgia de menores” nas Ilhas Virgens.

    “Pode emitir uma recompensa aos amigos e família da Virginia [Giuffre, uma das supostas vítimas de Epstein] que venham a público provar que as alegações dela são falsas. A mais forte é o jantar Clinton e a nova versão nas Ilhas Virgens de que Stephen Hawking participou de uma orgia com menores”, pode se ler no e-mail.

    Publicamente, Virginia Giuffre, que tirou a própria vida em 2025, nunca fez qualquer acusação relativa ao astrofísico. Que se saiba, este e-mail de Epstein é a única menção a uma alegação contra Hawking do gênero.

    Para além disto, foi apenas feita uma denúncia de que Epstein e Hawking tinham ido a um clube “só de homens” juntos em 2011. A acusação foi considerada infundada pelo FBI (Departamento de Investigação Federal dos EUA) em 2019, quando foi recebida.

    Família rebate críticas por foto de Stephen Hawking em ilha de Epstein

  • Penduricalhos: Gilmar fala em balbúrdia; Dino critica ganhos fora do teto

    Penduricalhos: Gilmar fala em balbúrdia; Dino critica ganhos fora do teto

    STF ouviu sustentações orais de advogados e retomará julgamento nesta quinta, com votos dos ministros; representante de associação disse que faltam candidatos bem preparados para a carreira de juiz porque remuneração não é atrativa

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) começou a analisar, nesta quarta-feira (25), as decisões liminares (provisórias) que suspenderam penduricalhos do funcionalismo público, em uma sessão marcada por críticas de ministros a esses pagamentos. Após as sustentações orais das partes, o julgamento foi suspenso para retomada nesta quinta (26), quando terá início a leitura dos votos.

    Serão julgadas em conjunto duas decisões do ministro Flávio Dino, uma que barrou verbas pagas acima do teto constitucional a todos os servidores públicos e outra que proibiu a criação de novas leis que prevejam esses subsídios. Além de uma liminar do decano, ministro Gilmar Mendes, que suspendeu os penduricalhos previstos em leis estaduais para integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público.

    Logo no início da sessão plenária, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, falou sobre as reuniões realizadas nesta semana com representantes do governo federal e do Congresso Nacional para tratar do tema. Ele afirmou que os penduricalhos são uma “questão tormentosa”.

    “O tema, em ambas as reuniões, foi a compreensão do cenário de mora na regulamentação das parcelas de caráter indenizatório, que deveriam estar disciplinadas em lei ordinária nacional ainda não editada pelo Congresso”, afirmou.

    De acordo com Fachin, apesar de a jurisprudência do STF apontar para a necessidade de cumprimento do teto, há uma série de leis e atos normativos “que podem não apresentar compatibilidade” com a Constituição. “A variedade de situações nos impele ao diálogo interinstitucional.”

    Fachin afirmou que ficou acertado pelas cúpulas dos Poderes a criação de uma comissão técnica para debater uma regra de transição entre as decisões proferidas pelo Supremo e a vigência de uma futura lei de caráter nacional.

    Em seguida, Dino ressaltou que o julgamento visa valorizar o funcionalismo público, “e não colocar em xeque prerrogativas e direitos de nenhuma categoria profissional”. Ele afirmou que o teto de R$ 46 mil é observado apenas no âmbito do próprio STF “e mais, talvez, uma meia dúzia de outros órgãos”.

    Ao ler um resumo da sua liminar, Gilmar afirmou que “o teto virou o piso, e um piso muito ordinário”. Segundo o decano, a autonomia financeira conquistada pelas carreiras da magistratura e do Ministério Público com a Constituição de 1988 “não significa balbúrdia, não significa soberania financeira”. Juízes, promotores e procuradores estaduais estão no topo do ranking dos supersalários do Brasil.

    Gilmar citou que a “criatividade” das leis estaduais que previam gratificações fora do teto “é de fazer inveja a Picasso”. Para o ministro, é preciso discutir o nível de responsabilidade do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), “que certamente permitiram que esse voo de pássaros de fizesse com tanta liberdade”.

    Já o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que as liminares de Dino e de Gilmar não sejam referendadas. Ele reconheceu que a temática dos penduricalhos tem grande importância, mas disse que as decisões extrapolaram o que foi pedido nas ações. Segundo Gonet, isso tem potencial de “afetar substancialmente os limites impostos ao poder de agir do tribunal no desenho da separação dos Poderes”.

    “A decisão liminar cuida, data vênia, de um tema que é alheio ao objeto da causa”, afirmou ele.

    Como mostrou a Folha, uma ala do STF tem a mesma ressalva. Dino analisou uma reclamação que dizia respeito tão somente a procuradores municipais de Praia Grande (SP) e estendeu seus efeitos para o funcionalismo público de todos os níveis da federação. Gilmar examinou uma ação ajuizada pela PGR contra leis estaduais específicas, mas sua decisão também amplia esse escopo.

    Para os relatores, a crítica não procede -a avaliação é de que as controvérsias apresentadas nos dois casos ultrapassam os limites dos casos concretos. Dino chegou a citar que, de 2000 para cá, cerca de 13 mil processos sobre o tema foram julgados pela corte, e que é preferível que o Supremo construa uma jurisprudência sólida a decidir caso a caso indefinidamente.

    A fase das sustentações orais reuniu manifestações de entidades de classe. A representante da ABMT (Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho), Cláudia Márcia Soares, disse que a palavra penduricalho tem “conotação extremamente negativa, porque não tem nada pendurado em lugar nenhum, linguisticamente falando”.

    “Se o STF junto ao Congresso entender que aquela fonte formal de direito não é legítima e tem que ser suprimida, que diga que não é legítima no julgamento do processo, mas não chame de penduricalhos. A magistratura brasileira não recebe penduricalhos, que fique registrado, ela recebe verbas que são calcadas num fato gerador”, continuou.

    Cláudia afirmou que os magistrados brasileiros são “totalmente ultrajados por um grupo que aterroriza e que quer trazer instabilidade” ao Poder Judiciário e que o tema da remuneração causa preocupação devido ao que ela classifica como insegurança jurídica: “Um mês não sabem quanto vão receber, outro mês não sabem se vai cair, vem uma liminar, vem outra.”

    Ela defendeu uma padronização da remuneração para todos os juízes brasileiros, argumentando haver uma disparidade em relação, por exemplo, a magistrados de primeira instância. “Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado, enfim, não tem apartamento funcional, não tem refeitório, não tem água e não tem café”.

    Ainda durante as sustentações orais, o ministro Alexandre de Moraes repreendeu o advogado Jonas Modesto da Cruz, que representou o Sindmagis (Sindicato dos Magistrados do Brasil) e fez duras críticas a Dino e Gilmar. Segundo Moraes, a entidade tinha o papel de amicus curiae (amigo da corte), ou seja, de auxiliar o STF no julgamento.

    “Amicus curiae não tem legitimidade recursal para exigir que um recurso seja analisado. Precisamos repensar essa questão. É amigo da corte, e não inimigo da corte, alguém que vem aqui criticar por criticar o eminente relator, dizer que o eminente decano ‘surpreendeu’. Deveria analisar primeiro o regimento interno e a jurisprudência do STF”, disse Moraes.

    Em relação ao tema dos penduricalhos, a ministra Cármen Lúcia fez um breve apontamento, dizendo que a liminar de Dino descreve uma situação de “ilusão remuneratória” e que as verbas pagas ao funcionalismo público foram sendo “inchadas sem parar”.

    A sessão será retomada na quinta-feira com os votos dos ministros. Apesar de possíveis divergências pontuais, a tendência é pela confirmação das liminares. O julgamento é visto por ministros do STF como uma oportunidade de acenar à sociedade -que costuma ser crítica aos penduricalhos- e recompor, pelo menos em parte, a imagem da corte, desgastada pelas repercussões do inquérito sobre o Banco Master.

    LINHA DO TEMPO DO JULGAMENTO DOS PENDURICALHOS

    – 20.mai.25 – Conselho Nacional de Justiça aprova resolução que proíbe os órgãos do Poder Judiciário de reconhecerem e pagarem novos benefícios por decisão administrativa, podendo ser feitas apenas a partir do trânsito em julgado de decisão judicial em ação coletiva ou de precedente qualificado dos tribunais superiores

    – 30.out.25 – A Associação dos Procuradores Municipais do Litoral Centro Sul do Estado de São Paulo ajuíza uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no TJ-SP. Eles pediam que os honorários de sucumbência (valores pagos pela parte perdedora de um processo judicial ao advogado da parte vencedora, fixados pelo juiz entre 10% e 20% sobre o valor da condenação) fossem pagos integralmente à categoria, limitados apenas ao teto salarial dos ministros do STF (100%)

    – 5.nov.25 – O STF nega seguimento a esta primeira reclamação, argumentando que era prematura, justamente porque os embargos ainda estavam em processo de julgamento pelo TJ-SP

    – 19.dez.25 – O ministro Edson Fachin diz que pretende filtrar quais são as verbas indenizatórias legítimas pagas à magistratura em todo o país e quais podem ser enquadradas como pagamentos abusivos

    – 5.fev.26 – O ministro Flávio Dino, em vez de julgar apenas a questão do teto dos procuradores do litoral centro sul do estado de São Paulo, expande o tema e determina 60 dias para que os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário revisem a base legal das verbas indenizatórias pagas a agentes e servidores públicos. Ordena ainda que as verbas não previstas em lei sejam imediatamente suspensas

    – 11.fev.26 – O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo recorre no Supremo da decisão do ministro Flávio Dino sobre o pagamento dos penduricalhos. O desembargador Francisco Loureiro defendeu que a “suspensão generalizada” das verbas indenizatórias “pode gerar assimetria federativa”

    – 18.fev.26 – O presidente Lula (PT) veta penduricalhos aprovados pelo Congresso, que permitiam contracheques acima do teto salarial para servidores do legislativo e do Tribunal de Contas da União (TCU)

    – 19.fev.26 – Em nova decisão, o ministro Flávio Dino proíbe a aplicação ou a edição de novas leis que permitam pagamentos acima do teto constitucional

    – 23.fev.26 – O ministro Gilmar Mendes determina que verbas indenizatórias só podem ser pagas a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público quando estiverem previstas em lei aprovada pelo Congresso -uma forma de inibir a criação de benefícios para essas categorias através de decisões administrativas dos órgãos. Fixa prazo de 60 dias para que os tribunais e Ministérios Públicos estaduais suspendam o pagamento de penduricalhos

    – 24.fev.26 – Os presidentes do STF, Senado, Câmara, TCU se reúnem e decidem que será formulada uma proposta de regra de transição para os penduricalhos, visando o “respeito à Constituição e aos limites do teto”

    – 25.fev.26 – Plenário do STF analisa decisões do ministro Dino que incluem duas liminares, uma que impede o pagamento de verbas de natureza indenizatória que ultrapassem o teto constitucional no serviço público e outra que proíbe a aplicação de novas parcelas remuneratórias e indenizatórias.

    Penduricalhos: Gilmar fala em balbúrdia; Dino critica ganhos fora do teto

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  • Governo estuda pagar 13º do INSS em abril e maio

    Governo estuda pagar 13º do INSS em abril e maio

    O depósito é feito no banco em que o segurado recebe a renda da Previdência e leva em consideração o número final do benefício; veja o calendário de pagamento previsto para o 13º!

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo federal estuda pagar o 13º para aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) nos meses de abril e maio de 2026, a exemplo do que vem sendo feito nos últimos anos. A primeira parcela está prevista para ser depositada entre os dias 24 de abril e 8 de maio, e a segunda deve ser paga entre 25 de maio e 8 de junho.

    A antecipação depende de decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida deve beneficiar cerca de 35 milhões de segurados, injetando quase R$ 80 bilhões na economia.

    Os depósitos ocorrem conforme o calendário anual do INSS, no mesmo dia do pagamento do benefício. Recebe primeiro quem tem benefício no valor de um salário mínimo. Depois, é paga a bonificação natalina a quem ganha mais que o piso até o teto do INSS.

    O depósito é feito no banco em que o segurado recebe a renda da Previdência e leva em consideração o número final do benefício, sem incluir o dígito verificador.

    VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO PREVISTO PARA O 13º DO INSS EM 2026

    Final do benefício – Abr/26 – Mai/26
    1 – 24/abr – 25/mai
    2 – 27/abr – 26/mai
    3 – 28/abr – 27/mai
    4 – 29/abr – 28/mai
    5 – 30/abr – 29/mai
    6 – 04/mai – 01/jun
    7 – 05/mai – 02/jun
    8 – 06/mai – 03/jun
    9 – 07/mai – 05/jun
    0 – 08/mai – 08/jun

    Têm direito ao 13º todos que recebem aposentadoria, pensão e auxílios. A gratificação natalina não é paga para beneficiários de BPC (Benefício de Prestação Continuada) e RMV (Renda Mensal Vitalícia).

    Quem se aposentou em janeiro deste ano ou já estava aposentado em anos anteriores recebe, nesta primeira parcela, exatamente a metade do valor do benefício. Para quem se aposenta após fevereiro, o pagamento é proporcional aos meses de benefício.

    Segurados que recebem auxílio-doença também têm um cálculo proporcional do 13º, que leva em conta o número de meses em que a renda será paga, já que se trata de um benefício temporário.

    Já quem se aposenta após o pagamento da primeira e da segunda parcela, que será feito em maio, recebe os valores proporcionais na competência de novembro.

    COMO É FEITO O PAGAMENTO E COMO CONSULTAR?

    O primeiro pagamento do 13º salário é feito considerando o mês em que o aposentado começou a receber o benefício. Se já estava aposentado em janeiro daquele ano, receberá o valor integral, sendo 50% na primeira parcela e o restante na segunda.

    A segunda parcela pode ter o desconto do Imposto de Renda, caso o segurado seja obrigado a pagar o tributo. Para quem se aposentou neste ano, a partir de fevereiro, o pagamento do 13º salário é proporcional ao número de meses em que ganhou o benefício até o final do ano.

    Normalmente, a consulta para saber o valor exato que será pago é liberada próxima à data de pagamento, sendo que quem recebe o salário mínimo costuma saber o valor antes dos outros beneficiados. Após o primeiro dia de pagamento, o INSS libera o extrato atualizado para todos os segurados.

    A consulta poderá ser feita pelo aplicativo ou site Meu INSS, que pode ser baixado nas lojas Play Store (Android) e App Store (iOS). O desenvolvedor é Serviços e Informações do Brasil. É preciso ter cadastro no Portal Gov.br para conseguir o acesso no celular e no site. Clique aqui para saber como criar uma conta.

    POR QUE O GOVERNO ANTECIPA O PAGAMENTO DO 13º?

    A antecipação do 13º para o primeiro semestre foi uma prática dos governos de Luiz Inácio e Dilma Rousseff após demandas das centrais sindicais e dos sindicatos de aposentados, que pressionaram para o adiantamento de uma das parcelas.

    Em geral, a gratificação era paga em junho e, depois, entre outubro e novembro. No governo de Dilma, em seu último ano, houve atraso devido à crise econômica.

    O então presidente Jair Bolsonaro (PL) tornou o adiantamento regra. Na regulamentação da reforma da Previdência, criou-se obrigação de se pagar a primeira parcela do 13º sempre no primeiro semestre. Desde a pandemia, no entanto, os valores das duas parcelas vêm sendo antecipados para o primeiro semestre.

    Governo estuda pagar 13º do INSS em abril e maio

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