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  • Dólar cai para R$ 5,15, menor valor em dois anos, com tarifas dos EUA em foco; Bolsa renova recorde

    Dólar cai para R$ 5,15, menor valor em dois anos, com tarifas dos EUA em foco; Bolsa renova recorde

    Em uma sessão marcada pela implementação da nova política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o mercado de câmbio foi embalado por cautela. A alíquota estipulada pelo governo norte-americano foi de 10%, segundo aviso emitido pela CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras, na sigla em inglês), e não de 15%, como anunciado por Trump no sábado.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar reverteu os ganhos do início das negociações desta terça-feira (24) e fechou em queda de 0,26%, a R$ 5,154, renovando a mínima em quase dois anos.

    Em uma sessão marcada pela implementação da nova política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o mercado de câmbio foi embalado por cautela. A alíquota estipulada pelo governo norte-americano foi de 10%, segundo aviso emitido pela CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras, na sigla em inglês), e não de 15%, como anunciado por Trump no sábado.

    A imposição de uma taxa mais baixa gerou confusão entre os agentes econômicos, e nenhuma explicação foi fornecida pelas autoridades americanas. Passada a cautela inicial, que levou o dólar ao pico de R$ 5,184, a moeda perdeu força e passou a refletir o maior apetite por risco por parte dos investidores globais.

    Na mínima do dia, chegou a R$ 5,142. A última vez em que o dólar rondou esse patamar foi em 28 de maio de 2024, quando esteve cotado a R$ 5,160.

    O apetite por risco também se traduziu no desempenho da Bolsa brasileira, que fechou em forte alta de 1,39%, a 191.490 pontos. Trata-se de um novo recorde para o Ibovespa, acima dos 191 mil pontos no fechamento pela primeira vez na história. Na máxima do dia, chegou a 191.780, nova marca durante o período de negociações.

    “Diante da diminuição da alíquota, temos visto valorizações de moedas e de ações de mercados emergentes. É um cenário de apetite por risco que tende a favorecer, principalmente, economias com juros mais altos e retornos atrativos, como o Brasil”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Em meio ao fluxo de capital para emergentes, operadores aguardam mais informações sobre a alíquota final. O Deutsche Bank, em nota, lembrou os clientes de que Trump fará um discurso às 23h (horário de Brasília) e possivelmente indicará os próximos passos da política comercial dos Estados Unidos.

    A nova taxa é uma reação à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que considerou as tarifas anunciadas no “Dia da Libertação” ilegais. O tarifaço anterior tinha como base jurídica a IEEPA -Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional-, que permitia a aplicação de sobretaxas de importação a todos os países sem aprovação do Congresso.

    Os juízes discordaram que a lei, criada em 1977 para situações de emergência, de fato concedia ao presidente esse poder. O placar da decisão foi de 6 votos a 3.

    A nova carga tarifária se ampara, dessa vez, em um dispositivo de 1974. A seção 122 dá a Trump poder para impor temporariamente taxas de até 15% sobre importações quando houver déficits significativos na balança de pagamentos.

    Nesse caso, a taxação expira em 150 dias, a menos que o Congresso aprove uma extensão. O governo trabalhará na emissão de tarifas “legalmente admissíveis” no paralelo, afirmou Trump.

    A cobrança coloca em dúvida os acordos negociados recentemente pelos EUA com parceiros comerciais, já que a nova tarifa pode se sobrepor aos termos já estabelecidos. Na segunda, Trump advertiu países contra algum recuo nos entendimentos, dizendo que, se o fizerem, ele adotará tarifas muito mais altas sob diferentes leis comerciais.

    O Japão solicitou aos Estados Unidos que garantam que seu tratamento sob um novo regime tarifário seja tão favorável quanto no acordo existente. Tanto a União Europeia quanto o Reino Unido indicaram que desejam manter os acordos já firmados.

    Carsten Brzeski, chefe global de macroeconomia do ING, observou que, mesmo com o limite de 150 dias do atual conjunto de medidas, a incerteza comercial provavelmente não desaparecerá tão cedo.
    “Porque teoricamente a próxima coisa que Trump poderia fazer é, com a interrupção de um dia, sempre renovar indefinidamente por mais 150 dias”, disse ele.

    A China, por sua vez, instou Washington a abandonar suas “tarifas unilaterais”, sinalizando que está disposta a realizar outra rodada de negociações.

    Em meio às dúvidas sobre o cenário, o dólar ganhou terreno ante o iene, o euro e a libra. O índice DXY, que o compara a uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0,13%, a 97,87 pontos.

    No Brasil, porém, o cenário é outro. Há uma leitura de que as novas tarifas podem ser benéficas ao país, já que são significativamente menores do que a carga que antes incidia sobre alguns produtos brasileiros.

    Essa visão aumenta a atratividade do mercado nacional, já beneficiado pelo fluxo de investidores estrangeiros para praças emergentes.

    “Sob a ótica técnica, a cotação ainda rompeu o suporte em R$ 5,20, faixa que concentrava posições compradas relevantes. A perda desse nível desencadeou ajustes de portfólio e amplificou o movimento de apreciação do real, com redução tática de exposição à moeda americana”, diz Jaqueline Neo, especialista de câmbio e crédito da be.smart.

    Já o Ibovespa se recuperou da queda da véspera. “As tensões envolvendo as negociações entre Estados Unidos e Irã voltaram a puxar o petróleo para cima e Petrobras está acompanhando o ritmo, empurrando o Ibovespa. O setor bancário avança após um pregão de realizações na segunda, e há ainda o fluxo de estrangeiros para o mercado brasileiro, o que colabora para que o dólar siga se desvalorizando”, diz Rodrigo Moliterno, chefe de renda variável da Veedha Investimentos.

    Praças europeias fecharam em estabilidade, como o DAX e o FTSE, e Wall Street avançou, com os principais índices embalados por ações de tecnologia. A Anthropic anunciou dez novas ferramentas de inteligência artificial, impulsionando o setor.

    Dólar cai para R$ 5,15, menor valor em dois anos, com tarifas dos EUA em foco; Bolsa renova recorde

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  • O futuro da TV e do Cinema e as guerras do streaming

    O futuro da TV e do Cinema e as guerras do streaming

    A forma como consumimos conteúdo já mudou drasticamente nos últimos anos

    Junte-se a nós nesta jornada pela face mutável da televisão e do cinema, uma viagem que não apenas entretém, mas também conecta e transforma audiências em todo o mundo. Clique e entenda as guerras do streaming.

    O futuro da TV e do Cinema e as guerras do streaming

  • Democratas planejam boicote e protestos durante discurso de Trump ao Congresso

    Democratas planejam boicote e protestos durante discurso de Trump ao Congresso

    Entre as mulheres democratas, é esperado o retorno ao uso do branco -após muitas terem optado pelo rosa no ano passado- como já ocorreu em outros discursos de Trump. Teresa Leger Fernández, presidente do Caucus das Mulheres Democratas, afirmou que o branco remete às sufragistas, que vestiam a cor em protestos pelo direito ao voto.

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O discurso do Estado da União do presidente dos EUA, Donald Trump, deve ser marcado por protestos de democratas, que planejam ações que vão desde o uso de uma cor específica até a presença de pessoas afetadas pelo ICE, a polícia de imigração, e vítimas de Jeffrey Epstein, financista condenado por abuso sexual.

    Entre as mulheres democratas, é esperado o retorno ao uso do branco -após muitas terem optado pelo rosa no ano passado- como já ocorreu em outros discursos de Trump. Teresa Leger Fernández, presidente do Caucus das Mulheres Democratas, afirmou que o branco remete às sufragistas, que vestiam a cor em protestos pelo direito ao voto.

    A preocupação surge em meio às pressões do governo Trump para aprovar o Save America Act -projeto de lei que, segundo a Casa Branca, visa evitar que não cidadãos votem nos EUA. Para os democratas, há risco de que a legislação restrinja o direito de voto feminino, devido a uma combinação de barreiras burocráticas, financeiras e logísticas que afetariam desproporcionalmente o público feminino.

    Entre os pontos criticados, as democratas destacam que mais de 70 milhões de mulheres nos EUA mudaram seus sobrenomes após o casamento, o que significa que seus nomes atuais não coincidem com os das certidões de nascimento. Elas temem que, caso a legislação seja aprovada, mulheres cujo nome atual não corresponda exatamente aos documentos de nascimento ou cidadania possam ser impedidas de se registrar para votar.

    “As sufragistas vestiam branco enquanto protestavam, marchavam e faziam greve de fome pelo direito ao voto, que as mulheres finalmente conquistaram em 1920. Cento e seis anos depois, Trump e os republicanos querem tirar esse direito”, afirmou Fernández. “As mulheres não estão seguras na América de Trump, enquanto os custos continuam subindo, o acesso à saúde se torna cada vez mais limitado e a violência vira manchete diária.”

    Outro grupo que deve marcar presença no evento são algumas das vítimas de Jeffrey Epstein. O Partido Democrata acusa Trump de não ter divulgado todos os documentos relacionados ao caso e de acobertar homens poderosos que teriam atuado ao lado de Epstein.
    A deputada Emily Randall afirmou que a presença das vítimas tem como objetivo “lutar pela democracia, lutar por transparência e responsabilidade”. “Temos que garantir que a história de meninas e mulheres não será apagada. Estamos nos levantando não apenas por nós, mas por pessoas ao redor do mundo que vivem esse tipo de atrocidade.”

    Outro desafio de Trump está relacionado à sua política anti-imigração, uma das principais promessas de sua campanha. Ações truculentas de agentes de imigração mataram dois cidadãos americanos em janeiro, gerando críticas até de membros do Partido Republicano.

    A deputada Ilhan Omar deve comparecer ao evento acompanhada de pessoas que tiveram a vida afetada pela presença do ICE. Em discurso nesta terça, ela afirmou que a fala de Trump será “repleta de mentiras” e criticou a operação em Minnesota que mobilizou milhares de agentes de imigração para o estado.

    “Americanos não conseguem pagar seguros de saúde ou empréstimos, estão afogados em financiamentos estudantis, e apenas metade dos arquivos do Epstein foram divulgados. A verdade é que nosso país respira por aparelhos, e os americanos estão pagando o preço”, completou.

    Democratas também organizam um boicote ao evento: ao menos 20 congressistas afirmaram que não comparecerão ao discurso e planejam, simultaneamente, um protesto no National Mall. Os políticos justificam que não podem tratar a atual situação política como normal nem dar a Trump a audiência que ele busca.

    “Eu não vou comparecer ao Estado da União. Nunca perdi um, mas não podemos tratar isso como normal. Não vou dar a ele a audiência que ele anseia para as mentiras que conta”, disse o senador democrata Adam Schiff.

    A deputada Shontel Brown, de Ohio, também defendeu o boicote: “Não podemos tratar isso como um momento normal enquanto nossa democracia está sob ameaça. Não podemos continuar trabalhando normalmente sob um governo que acredita estar acima da lei.”

    Democratas planejam boicote e protestos durante discurso de Trump ao Congresso

  • Katherine Elizabeth, filha de Martin Short, é encontrada morta aos 42 anos

    Katherine Elizabeth, filha de Martin Short, é encontrada morta aos 42 anos

    De acordo com a publicação, a polícia indicou que a causa da morte foi um ferimento de bala autoinfligido, configurando suicídio. O Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) e o corpo de bombeiros foram chamados nesta segunda-feira (23) para a casa de Katherine, em Hollywood Hills, pouco depois das 18h40, horário local, onde ela foi localizada sem vida.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Katherine Elizabeth Short, filha do ator Martin Short, 75, foi encontrada morta em sua residência, aos 42 anos, conforme informou o site TMZ.

    De acordo com a publicação, a polícia indicou que a causa da morte foi um ferimento de bala autoinfligido, configurando suicídio. O Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) e o corpo de bombeiros foram chamados nesta segunda-feira (23) para a casa de Katherine, em Hollywood Hills, pouco depois das 18h40, horário local, onde ela foi localizada sem vida.

    Katherine era a filha mais velha de Martin, fruto de seu casamento com a atriz Nancy Dolman (1951-2010), união que durou de 1980 a 2010. Diferentemente dos pais, ela optou por uma vida longe dos holofotes e trabalhava como assistente social em Los Angeles (EUA).

    Ela colaborava com a organização Bring Change 2 Mind, voltada a combater o estigma em torno de questões de saúde mental. Katherine se formou em psicologia e estudos de gênero e sexualidade pela Universidade de Nova York (NYU) e, alguns anos depois, concluiu o mestrado em Serviço Social na Universidade do Sul da Califórnia (USC).

    Após completar o mestrado, ela atuou por mais de quatro anos no Hospital Neuropsiquiátrico Resnick da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), antes de ingressar no programa ambulatorial de diagnóstico duplo Camden Center. Além de seu trabalho em organizações beneficentes, Katherine atendia em consultório próprio como assistente social clínica licenciada e trabalhava parcialmente na clínica Amae Health, oferecendo apoio comunitário, grupos familiares, suporte entre pares e psicoterapia.

    Ao longo da vida, Katherine fez raras aparições públicas com Martin, sendo a última registrada em janeiro de 2020, na frente do renomado restaurante Craig’s, em West Hollywood. Martin Short tem outros dois filhos com Nancy Dolman: Oliver Patrick, 39, e Henry Hayter, 36. “Nenhum deles queria entrar para o mundo do entretenimento, e eu os incentivei”, disse ele em entrevista à People no final do ano passado.

    CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA
    Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

    Katherine Elizabeth, filha de Martin Short, é encontrada morta aos 42 anos

  • Itamaraty alerta para falsas propostas de emprego no Sudeste Asiático

    Itamaraty alerta para falsas propostas de emprego no Sudeste Asiático

    O documento foi preparado em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e com a Defensoria Pública da União (DPU) e faz uma série de recomendações.

    O Sudeste Asiático, que reúne países como Tailândia, Camboja, Vietnã e Mianmar, tem se consolidado como o principal foco de tráfico de cidadãos brasileiros para exploração laboral, representando uma crescente preocupação para as embaixadas do Brasil na região. O alerta é do Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (MRE), que formulou uma cartilha destinada a orientar na identificação dos riscos e até mesmo na busca por repatriação quando o cidadão já tiver emigrado e se encontrar em situação de emergência. O documento foi preparado em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e com a Defensoria Pública da União (DPU) e faz uma série de recomendações.

    Segundo a publicação, os brasileiros aliciados são, em sua maioria, jovens com conhecimentos em informática. Eles costumam ser recrutados por meio de redes sociais com falsas promessas de emprego em call centers ou supostas empresas de tecnologia. Oferta de salários competitivos, supostas comissões por ativos
    vendidos e passagens aéreas e hospedagem incluídas costumam ser uma isca para atrair as vítimas brasileiras. Países como Camboja e Mianmar, este último imerso em uma grave guerra civil, são os destinos mais perigosos para esse tipo de golpe.

    Ao chegarem nesses países, os brasileiros vítimas do tráfico internacional de pessoas são submetidos a funções com longas jornadas de trabalho, privação parcial de liberdade, abusos físicos e obrigação de trabalhar em atividades ilícitas, como golpes golpes e outras fraudes virtuais e esquemas com jogos de azar, criptomoedas e outros crimes.

     

    “Mesmo após eventual liberação, as vítimas podem enfrentar dificuldades para retornar ao Brasil, sobretudo nos casos em que estejam com o visto vencido, situação em que se faz necessária a obtenção de autorização de saída junto às autoridades migratórias locais, além do pagamento de multa pelo período de permanência irregular. Diante desse cenário, o Itamaraty recomenda não aceitar ofertas de trabalho no Sudeste Asiático que prometam ganhos elevados, contratação rápida ou intermediação informal”, disse a pasta, em nota.

    No ano passado, os brasileiros Luckas Viana dos Santos, de 31 anos, e Phelipe de Moura Ferreira, de 26, conseguiram escapar de uma quadrilha de tráfico humano em Mianmar. Eles aceitaram uma oferta de trabalho que oferecia salário atraente e mudança de vida. Ao chegarem à região de Myawaddy, no país asiático – que está em guerra civil -, ambos tiveram os passaportes confiscados e foram mantidos em cativeiro por um grupo que opera golpes online, com jornadas de mais de 15 horas diárias, torturas e espancamentos quando metas não eram cumpridas. Após fugirem pela fronteira com a Tailândia, eles receberam assistência consular em Bangkok e o Itamaraty atuou no processo de repatriação.

    Repatriação

    Na cartilha sobre tráfico humano internacional, Itamaraty, MJSP e DPU esclarecem que brasileiros que se encontram no exterior devem garantir, por recursos próprios, seu retorno ao Brasil. Assim, via de regra, não há obrigação do Estado brasileiro em pagar passagem de retorno do exterior para nenhum nacional, com exceção de algumas situações previstas no procedimento de repatriação. Isso ocorre quando for caracterizada a situação de desvalimento do cidadão brasileiro fora do país e mediante disponibilidade orçamentária da assistência consular do MRE.

    Nesses casos excepcionais, o cidadão brasileiro precisa apresentar declaração de hipossuficiência econômica solicitada junto à Defensoria Pública da União e não ter sido repatriado anteriormente. Uma portaria do MRE define que a repatriação será concedida para o primeiro ponto de entrada em território nacional, devendo deslocamentos internos no Brasil serem feitos por conta própria. Também não cabe a repatriação de brasileiros que também tenham cidadania no país em que residem.

    Brasil no Sudeste Asiático

    O Sudeste Asiático conta com embaixadas brasileiras na Tailândia (Bangkok), no Camboja (Phnom Pehn) e no Mianmar (Yangon). A embaixada em Bangkok também presta assistência a brasileiros que se encontram no Laos, país onde ainda não há embaixada ou consulado do Brasil.

    Quem for submetido a condições que caracterizem uma situação de tráfico humano internacional deve ir pessoalmente à embaixada ou ao consulado mais próximo, no horário comercial de funcionamento, para se apresentar e realizar uma entrevista pessoal. Em casos de emergência, a opção é ligar nos números de plantão consular das respectivas embaixadas.

    São consideradas emergências que necessitam a atuação imediata do agente consular situações de crises humanitárias decorrentes de desastres naturais, de guerras civis ou conflitos armados, desaparecimento brasileiros no exterior nas últimas 48 horas, casos de tráfico de pessoas, de violência, de maus-tratos e de internação hospitalar de pessoas sem documentos ou sem recursos financeiros. Situações que envolvem prisões, detenções, retenções migratórias e acidentes graves também são consideradas emergências que devem receber atendimento consular.

    Itamaraty alerta para falsas propostas de emprego no Sudeste Asiático

  • Países com as maiores jornadas de trabalho: O Brasil está no topo da lista?

    Países com as maiores jornadas de trabalho: O Brasil está no topo da lista?

    O ranking de quem trabalha mais e menos!

    A maioria de nós sente que trabalha demais e que os fins de semana não são longos o suficiente. Mas como se compara a sua carga de trabalho com a de pessoas em outros países? A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) acompanha dados que ajudam a calcular a média anual de horas trabalhadas em diferentes países para comparar tendências ao longo do tempo. A OCDE define a média anual de horas trabalhadas como o número total de horas efetivamente trabalhadas por ano dividido pelo número médio de pessoas empregadas por ano, excluindo o tempo não trabalhado devido a feriados, férias remuneradas, doença e outros motivos.

    Clique na galeria para ver os países que trabalham mais e menos. Como será que está o Brasil?

    Países com as maiores jornadas de trabalho: O Brasil está no topo da lista?

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  • Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

    Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

    “Acho que é uma forma da gente preservar nossa relação, você é um cara que lá fora quero trocar muito, sem disputa, sem terceiros envolvidos nos nossos assuntos”, disse Babu.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Na tarde desta terça-feira (24), Babu chamou Juliano para conversar no BBB 26 (Globo) e informou que não jogaria mais com ele para preservar a relação dos dois.

    Babu comunicou ao antigo aliado que não falará mais de jogo com ele. “Vou pular do barco, não vou mais combinar voto, não vou mais falar de voto com a galera. Te amo pra c*ralho e jamais participaria de uma ação de votar em você. É o que você precisa saber do jogo. Fiquei muito triste com aquela ação de você me chamar de ‘chato pra caramba’, e uma forma de eu não te encher o saco é a gente não ficar falando mais de jogo também.”

    “Acho que é uma forma da gente preservar nossa relação, você é um cara que lá fora quero trocar muito, sem disputa, sem terceiros envolvidos nos nossos assuntos”, disse Babu.

    Juliano concordou com ele. “Ontem isso me deixou mal de verdade. Porque brigar com quem a gente não gosta, é tranquilo pra mim aqui dentro. Mas me deixou mal, mano. Ontem nem consegui falar sobre com medo de brigar de novo. Eu tava com medo da gente entrar no assunto, a gente discordar de opinião, porque a gente tem opiniões diferentes várias vezes.”

    Babu continuou. “Claro, e eu acho saudável que você mantenha suas opiniões. E eu tô saindo fora, porque eu não tô achando saudável, não tô curtindo a Ana Paula e também não quero influenciar ninguém a nada. Ninguém a nada. Faça o que tu queres porque é tudo dentro da lei. É um princípio moral que eu tenho.”

    O veterano ainda prometeu que não votará nele. “Eu não voto e não participo de nenhuma estratégia que contiver seu nome. Em hipótese alguma. É a segurança de jogo, e é o que eu posso te falar pra gente não divergir, porque acho que não tem nada a ver a gente ficar brigando por querer votar nas mesmas pessoas.”

    “É isso, meu filho. Te amo. Boa sorte”, afirmou ainda Babu.

    Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26

  • Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

    Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

    Os gastos podem ser menores ou maiores a depender da estratégia adotada: se contratação de pessoal -o que custa mais- ou pagamento de horas extras. Neste último cenário, a alta de despesas chegaria a R$ 178,2 bilhões por ano. O impacto percentual na indústria seria de 11,1%, com elevação de custos entre R$ 87,8 bilhões no primeiro cenário e R$ 58,5 bilhões no segundo.

    CRISTIANE GERCINA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O fim da escala 6×1 -seis dias de trabalho e um de descanso- elevaria os custos das empresas brasileiras em até R$ 267,2 bilhões por ano, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria). O montante equivale a 7% da folha de pagamento e leva em conta redução da jornada de 44 para 40 horas semanais.

    Os gastos podem ser menores ou maiores a depender da estratégia adotada: se contratação de pessoal -o que custa mais- ou pagamento de horas extras. Neste último cenário, a alta de despesas chegaria a R$ 178,2 bilhões por ano. O impacto percentual na indústria seria de 11,1%, com elevação de custos entre R$ 87,8 bilhões no primeiro cenário e R$ 58,5 bilhões no segundo.

    A PEC (proposta de emenda à Constituição) diminuindo a jornada de trabalho foi aprovada em comissão do Senado no final do ano passado. O projeto propõe queda escalonada. A jornada cairia de 44 para 40 horas semanais no ano seguinte à promulgação e haveria corte de uma hora por ano até chegar a 36 horas semanais.

    Dentre os setores com maior impacto estão a indústria da construção e as micro e pequenas empresas industriais. No cenário com reposição por horas extras, companhias com até nove empregados teriam aumento de R$ 6,8 bilhões nos custos com pessoal, alta de 13%, enquanto nas empresas com 250 funcionários ou mais a alta seria de R$ 41,3 bilhões (9,8%).

    No cenário com novas contratações, o impacto ficaria em R$ 4,5 bilhões no ano, alta de 8,7% nas menores, e R$ 27,5 bilhões, aumento de 6,6%, nas maiores. Segundo a CNI, a menor capacidade de ampliar equipes torna esse grupo mais vulnerável.

    Entre os setores industriais, a construção lidera o aumento de custos. A projeção é de uma alta de 13,2%, com despesas extras de R$ 19,4 bilhões, seguida pela indústria de transformação (11,6%), pelos serviços industriais de utilidade pública (5,7%) e pela indústria extrativa (4,7%).

    Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, mudanças na jornada exigem debate técnico e cautela, pois podem afetar a competitividade da indústria, o emprego formal e o crescimento econômico, além de terem efeitos maiores ou menores conforme o tamanho da empresa e as diferenças regionais do país.

    “Esses dados, combinados com as análises que estamos fazendo sobre o tema, mostram que o mais provável é que a produção seja reduzida e o custo unitário do trabalho aumente, trazendo pressão de custos e perda de competitividade das empresas nacionais”, diz Alban.

    Em nota técnica, a confederação afirma que independentemente da estratégia adotada para a manutenção das horas trabalhadas, além do custo direto com mão de obra, a economia sentirá elevação nos preços de insumos e contratos de serviços usados no processo produtivo.

    A nota diz ainda que haverá impacto direto na produtividade, em um mercado afetado pela escassez de mão de obra. As empresas levariam tempo para fazer o recrutamento, treinar e selecionar novos empregados, levando a redução do volume de produção, elevação do custo do trabalho por profissional e queda da produtividade.

    “A combinação desses fatores deteriora a competitividade das empresas, tanto no mercado interno quanto frente à concorrência internacional, resultando em retração da atividade econômica e aumento do risco de fechamento de empresas”, diz o texto.

    Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada) demonstrou que haverá alta de custo de 7,84% para as empresas com o fim da escala 6×1 e a adoção da jornada de trabalho de 40 horas semanais. Os impactos seriam absorvidos pela economia, como ocorreram em situações como o reajuste real do salário mínimo e a queda da jornada de 48 para 44 horas semanais na Constituição de 1988.

    Pesquisadores ouvidos pela Folha apontam que a medida pode afetar o PIB (Produto Interno Bruto) e trazer fechamento de postos de trabalhos. Outros levantamentos, porém, afirmam que não haveria impactos significativos, a exemplo do que ocorreu em 1988.
    Os empresários preparam uma contraofensiva no Congresso para tentar barrar o avanço da PEC.

    VEJA OS SETORES MAIS AFETADOS
    Os maiores impactos percentuais estimados foram:
    – Indústria da construção: alta de 8,8% a 13,2%
    – Comércio: entre 8,8% e 12,7%
    – Indústria de transformação: de 7,7% a 11,6%
    – Agropecuária: de 7,7% a 13,5%

    Fim da escala 6×1 elevaria custos das empresas em até R$ 267,2 bi por ano, diz levantamento da CNI

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  • Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

    Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

    A peça faz referência à trajetória de Lula, que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda após um acidente de trabalho, quando ainda era metalúrgico, em 1964. Lee Jae-myung tem uma história semelhante: também trabalhou em fábricas na juventude e sofreu um grave acidente que resultou em deficiência permanente na mão.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Durante encontro com o líder sul-coreano Lee Jae-Myung, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou à primeira-dama Janja uma luva com quatro dedos, confeccionada pelo governo da Coreia do Sul. A cena chamou atenção pelo significado pessoal e político.

    A peça faz referência à trajetória de Lula, que perdeu o dedo mínimo da mão esquerda após um acidente de trabalho, quando ainda era metalúrgico, em 1964. Lee Jae-myung tem uma história semelhante: também trabalhou em fábricas na juventude e sofreu um grave acidente que resultou em deficiência permanente na mão.

    Recentemente, Lee publicou nas redes sociais um vídeo feito com inteligência artificial em que versões infantis dele e de Lula aparecem se abraçando. Na postagem, chamou Lula de “irmão” e afirmou que as dificuldades enfrentadas no passado não os impediram de chegar ao poder.

    Mais do que um gesto protocolar, a luva se tornou símbolo da identificação entre os dois líderes, que compartilham origens humildes, trabalho precoce e acidentes industriais -experiências que, segundo eles, influenciaram sua atuação política e compromisso social.

    Lula exibe luva com quatro dedos em encontro com presidente da Coreia do Sul

  • Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

    Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21

    Revelando o número de vítimas dos conflitos que mais marcaram este século.

    O século 21 viu alguns dos conflitos mais devastadores e destrutivos da história moderna, incluindo a guerra entre a Rússia e Ucrânia em andamento, o conflito Israel-Hamas e a brutal Guerra Civil Síria. Esses confrontos, e várias outros neste século, causaram milhões de mortes, deslocamento generalizado e profunda agitação social e econômica. À medida que as potências globais e os atores regionais continuam a lutar por recursos, ideologias e controle territorial, os civis sofrem o peso da violência.

    Guerra da Ucrânia? Os conflitos mais mortais do século 21