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  • Ex de Cauã Reymond fala em relação abusiva. "Ou sai ou morre"

    Ex de Cauã Reymond fala em relação abusiva. "Ou sai ou morre"

    Mariana Goldfarb, ex-companheira de Cauã Reymond, contou que sofreu uma relação abusiva, mas sem revelar o nome da pessoa a quem se referia.

    A nutricionista Mariana Goldfarb gravou uma campanha para o Ministério Público do Rio de Janeiro sobre violência psicológica e acabou compartilhando seu próprio relato.

    O portal Metrópoles informa que a ex-companheira de Cauã Reymond já havia usado as redes sociais para falar sobre relações abusivas e agora se tornou o rosto dessa campanha, na qual detalha sua experiência como vítima, mas sem mencionar nomes.

    “Percebi que estava em uma relação abusiva, acho que desde muito cedo, mas eu não sabia nomear. A violência psicológica não deixa marcas visíveis, mas, ao mesmo tempo, agora, olhando para trás, consigo ver, sim, a violência psicológica se transformando no meu corpo em formas de queda de cabelo, olho tremendo, falta de apetite, doenças como a anorexia”, começou dizendo.

    “Essa tortura psicológica aparece através do tratamento de silêncio, que é insuportável. Tudo serve para te desestabilizar e é tudo sobre controle. E acho que dói muito também perceber que não é amor, e acho que nunca foi amor. É tudo sobre poder, dominação e controle”, destacou.

    “Eu nunca sabia o que viria, era sempre pisar em ovos e sempre muito exaustivo fazer de tudo para que o dia terminasse bem — e não vai terminar”, acrescentou, confessando ainda que “começou a beber muito”.

    “Vamos procurando subterfúgios para anestesiar a dor. Também ouvi muito das minhas amigas e do meu círculo familiar que aquilo estava errado, porque era visível. Já não era mais eu. Meu brilho tinha desaparecido, porque parece que tem alguém na sua jugular sugando tudo. Você vai diminuindo”, relembrou.

    “A partir do momento em que você tem uma rede de apoio, fica mais difícil te manipular. Se você vai cortando essas pessoas que são tão importantes para você, que te lembram quem você é, fica muito mais vulnerável. E isso também é outra coisa, porque nenhuma amizade presta. Todas são ruins, invejosas, estão com ciúmes ou querem ser você. É isso que você ouve. Nenhuma presta, sua família também não presta. Há um jogo psicológico muito forte de culpa e vitimização”, continuou.

    “Ouvi muito: ‘Por que você não sai? Por que você não termina?’ E eu entendo, porque foi só depois de viver isso que percebi que não é só um ‘por que não sai’. Não é uma relação saudável, não é simples sair. Existe uma dependência que acaba surgindo também. O problema dessa relação é que ela mexe com a sua identidade, com a forma como você se enxerga no mundo, com a maneira como você é. Quando você já não sabe quem é, quando sua identidade foi aniquilada, é como se virássemos um zumbi”, explicou.

    “O problema de ouvir, durante muito tempo, que você não é capaz, é que você acaba acreditando nisso. Chega um momento em que ou você sai ou morre. Sua alma morre. E não só sua alma: muitas mulheres, de fato, morrem. Às vezes começa com a violência psicológica e vai aumentando. E achamos que não vai acontecer conosco, mas acontece. Eu consegui sair num momento em que eu tinha só mais 5% de oxigênio. Ou eu usava aqueles 5% naquele momento, ou ali eu ia morrer; tudo em mim ia morrer”, desabafou.

    “Consegui sair nesse último suspiro. Ou era ali que eu saía, ou ficaria ali para o resto da vida, ou algo mais sério aconteceria. Demorei muito tempo para conseguir me separar porque requer muita coragem, não é pouca. Não vou mentir e dizer que é fácil. Eu demorei anos”, admitiu.

    E deixou ainda alguns conselhos: “A saída existe, é possível, não é utópica. Tanta gente conseguiu, por que você não vai conseguir? Não ignore os sinais, não ache que esse é o único tipo de relação possível, porque não é. Relação saudável existe. Se você está em um lugar que te diminui, que te aperta, saia. Porque não existe nada mais importante que a sua vida”, ressaltou.

    “O personagem muda, mas a dinâmica da relação permanece. Por isso é tão importante entender o que está acontecendo, o que está se passando, para que o padrão mude. Que o fulano jogar o controle em você, jogar uma garrafa de água, bater a porta com força, gritar absurdos, fazer tratamento de silêncio, te diminuir, ter ciúmes excessivos, te controlar, te podar — nada disso é normal”, concluiu.

     
     
     

     
     
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  • Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

    Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

    A Netflix anunciou esta quinta-feira, dia 5, a compra da Warner Bros (dona da HBO Max) por cerca de 82 bilhões de dólares. Com esta aquisição, a Netflix também adquire todo o catálogo de filmes e séries pertencente à empresa.

    A Netflix anunciou nesta sexta-feira, dia 5, que chegou a um acordo com a Warner Bros para comprar a empresa, o que significa que, caso o negócio seja aprovado, irá adquirir os estúdios de televisão e cinema, além do serviço de streaming concorrente, o HBO Max.

    Isso também significa que, pelos 82 bilhões de dólares em que o negócio está avaliado, a Netflix passará a deter todo o catálogo da Warner Bros — que inclui algumas das melhores séries de TV já lançadas ao longo dos anos e também sagas de filmes que moldaram a cultura pop como a conhecemos.

    Vale destacar que, para que o negócio seja concluído, ainda é necessária a aprovação das agências reguladoras dos EUA e de outros territórios, portanto, nada está garantido ainda.

    Os filmes e séries que passam a ser da Netflix com compra da Warner Bros

  • Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

    Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

    O Village People encerrou a cerimônia do sorteio do Mundial2026, que aconteceu em Washington DC. Ao som de “YMCA”, Donald Trump não se inibiu e mostrou os seus já habituais passos de dança.

    Já não é novidade que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é fã dos Village People, especialmente da música “YMCA”. Foi justamente essa música que encerrou a cerimônia do sorteio da Copa do Mundo de 2026, realizada nesta sexta-feira, em Washington, D.C.

    Com a música tocando, Donald Trump não se conteve e exibiu os já habituais passos de dança que o caracterizam, divertindo quem estava ao seu lado, como Melania Trump e o presidente da FIFA, Gianni Infantino.

    O primeiro-ministro do Canadá e a presidente do México também estavam sentados ao lado do líder norte-americano.

    A música “YMCA”, vale lembrar, esteve presente em vários comícios do republicano durante a campanha para as eleições presidenciais do ano passado.

    No dia de sua posse, em 20 de janeiro de 2025, ele fez, inclusive, o que já está sendo chamado de “Dança do Trump”.

    Vale recordar que o presidente dos Estados Unidos recebeu o primeiro Prêmio da Paz da FIFA durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026, uma distinção recentemente criada.

    A Copa do Mundo de 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho do próximo ano nos Estados Unidos, Canadá e México.

    Trump faz "dancinha" após sorteio da Copa do Mundo; vídeo

  • Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não tenho dívida com ninguém’

    Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não tenho dívida com ninguém’

    Após o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026, realizado nesta sexta-feira nos Estados Unidos, o técnico Carlo Ancelotti voltou a ser questionado sobre a possível presença de Neymar na seleção brasileira. Sem se comprometer, o treinador afirmou que só definirá a lista de convocados em maio, deixando em aberto a participação do craque do Santos no Mundial.

    “Eu entendo muito bem que vocês estão interessados em Neymar. Quero ser claro: estamos em dezembro, e a Copa do Mundo é em junho. Quando eu convocar a equipe, vou escolher em maio. Se Neymar merecer estar na Copa do Mundo, ótimo. Se estiver melhor que outro jogador, vai jogar. Eu não tenho dívida com ninguém”, declarou Ancelotti em entrevista coletiva em Washington.

    O Brasil será cabeça de chave do Grupo C, que contará com Marrocos, Escócia e Haiti. O técnico de Marrocos, Walid Regragui, afirmou que a seleção brasileira pode ser mais forte com Neymar em campo. Ancelotti respondeu com cautela, reforçando que ainda não há definição sobre quem estará na lista final.

    “Se falamos de Neymar, temos que falar de todos os jogadores. O Brasil pode estar com Neymar ou sem Neymar, assim como com outros atletas. A lista definitiva será feita após a Data Fifa de março”, afirmou o treinador.

    Ao comentar o sorteio, Ancelotti ressaltou que o Brasil terá um desafio difícil logo na primeira fase da Copa. Ele destacou o bom desempenho recente de Marrocos, semifinalista em 2022, e elogiou a Escócia e o Haiti.

    “Respeitamos muito os rivais. Marrocos vem de grandes resultados, Escócia foi muito bem nas Eliminatórias da Europa, e o Haiti chega pela segunda vez a uma Copa do Mundo. Todos merecem respeito”, disse.

    A estreia do Brasil será contra Marrocos, em 13 de junho. Na segunda rodada, a seleção enfrenta a Escócia, no dia 19, e fecha a fase de grupos contra o Haiti, em 24 de junho. A Fifa ainda não confirmou os estádios e horários das partidas, que serão divulgados neste sábado. Segundo Ancelotti, essas informações serão fundamentais para a preparação da equipe.

    “Precisamos saber onde jogaremos para planejar bem. Acredito que não teremos problemas climáticos como em 1994. O futebol evoluiu e provavelmente jogaremos à noite, não ao meio-dia com 40 graus”, avaliou.

    O planejamento da CBF prevê um amistoso no Brasil antes da viagem aos Estados Unidos. Para Ancelotti, a despedida diante da torcida será importante para dar confiança ao grupo.

    “É importante se despedir do Brasil. Queremos chegar aos Estados Unidos em um bom ambiente. Começar a preparação na Granja e fazer um último jogo amistoso no Brasil é fundamental”, afirmou.

    A Copa do Mundo 2026 começa em 11 de junho, com México x África do Sul no Estádio Azteca. A final será em 19 de julho, nos Estados Unidos.

    Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não tenho dívida com ninguém’

  • 7 em 10 adolescentes beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025

    7 em 10 adolescentes beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025

    Trabalho da FGV aponta que taxa para público nessa faixa etária é maior do que média geral; índice de saída de homens foi maior do que o de mulheres, e o de brancos maior do que pretos e pardos

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Um estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgado nesta sexta-feira (5) aponta que 68,8% dos beneficiários do Bolsa Família que tinham entre 11 e 14 anos em dezembro de 2014, e 71,25% dos que tinham entre 15 e 17 anos, deixaram o programa até outubro de 2025. A taxa de saída dos beneficiários sem recorte de idade foi de 60,68% no mesmo período.

    O estudo Filhos do Bolsa Família: Uma Análise da Última Década do Programa usou dados do governo federal. A pesquisa acompanhou famílias inscritas no Cadastro Único e cruzou dados de identificação entre 2014 e 2025.

    O estudo também consultou o RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) para identificar a inserção dos ex-beneficiários no mercado formal de trabalho.

    “Nas famílias, os recursos são sempre escassos e no governo não seria diferente. Saber que os filhos de Bolsa Família não necessariamente estarão presentes no Bolsa Família do futuro diz um pouco sobre a sustentabilidade do programa”, afirmou o pesquisador e economista Valdemar Pinho Neto, coordenador do estudo.

    A taxa de saída dos que eram crianças ou adolescentes (entre 6 e 17 anos) foi maior nos domicílios urbanos (67,01%) do que nos rurais (55,46%). Os que trabalham com agricultura tiveram taxa de saída menor (53,73%) do que em outras atividades (69,73%).

    “O objetivo desses programas de transferência de renda é tirar da fome, e tirar da fome é o começo. Depois que tira da fome, como mostra o estudo da FGV, há uma condição melhor para que as pessoas possam estudar, trabalhar, empreender e, com isso, superar a pobreza”, afirmou o ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) no evento de apresentação da pesquisa, na sede da FGV, no Rio de Janeiro.

    Ainda na faixa etária entre 6 e 17 anos, em 2014, 79,40% dos que deixaram o programa tinham na pessoa de referência em casa, como pais, mães ou avós, alguém empregado com carteira assinada.

    Outros 65,54% tinham referência em pessoas que trabalhavam por conta própria, 57,51% eram tutelados por empregados sem carteira e outros 52,35% por pessoas que trabalhavam sem remuneração.

    Os pesquisadores preveem que a segunda geração de filhos de beneficiários do Bolsa Família -os netos dos beneficiários originais- poderão ter mais chance de mobilidade social, a depender de fatores como o acesso ao emprego e o tipo de vínculo.

    “Quanto maior a qualidade do emprego da pessoa de referência, maior a emancipação dos seus filhos com relação ao programa. O que a gente pode esperar é que se o cenário for de maior qualificação dos vínculos de trabalho ao longo do tempo, os filhos dessas pessoas no futuro também vão ter maior propensão a sair, e não depender de programas de transferência de renda, ou qualquer outro programa”, disse Pinho Neto.

    Crianças e adolescentes sob tutela de alguém que tinha ensino médio completo tiveram taxa de saída maior (69,94%) do que quem não tinha o ensino fundamental completo (57,59%), segundo o estudo.

    A taxa de saída foi maior entre homens (71,46%) do que entre mulheres (55,86%). No recorte de cor ou raça, foi maior entre brancos (71,78%) do que entre pretos (63,78%), amarelos (63%), pardos (61%) ou indígenas (44%).

    Nesta semana o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou dados que apontam que as parcelas da população brasileira que viviam em condições de pobreza e extrema pobreza caíram em 2024 pelo terceiro ano consecutivo. A taxa de extrema pobreza atingiu 3,5% e a taxa de pobreza marcou 23,1% no ano passado.

    O IBGE associou a nova redução a dois fatores: o processo de recuperação do mercado de trabalho e a manutenção do pagamento de benefícios sociais como o Bolsa Família.

    A queda dos números, contudo, não eliminou a existência de disparidades regionais e de cor ou raça no país.

    7 em 10 adolescentes beneficiários do Bolsa Família em 2014 deixaram o programa até 2025

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Veja os possíveis confrontos do Brasil no mata-mata da Copa do Mundo

    Veja os possíveis confrontos do Brasil no mata-mata da Copa do Mundo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Cabeça de chave do Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia, a seleção brasileira poderá cruzar com Holanda, Japão, Tunísia ou uma seleção europeia vinda da repescagem caso avance ao mata-mata da Copa do Mundo de 2026.

    Se terminar na liderança da sua chave, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F. O duelo está previsto para 29 de junho, uma segunda-feira, em Houston.

    Caso o time comandado por Carlo Ancelotti avance na segunda posição, o adversário será o vencedor do Grupo F. Nesse cenário, a partida também está marcada para o dia 29, mas ocorrerá em Monterrey, no México.

    Já se sabe, porém, que o Brasil disputará a primeira fase na costa leste dos Estados Unidos. Suas três partidas, pela ordem, serão em Foxborough (arredores de Boston) ou East Rufherford (arredores de Nova York), em Foxborough ou Filadélfia e em Atlanta ou Miami Gardens (arredores de Miami).

    Será o Mundial com mais equipes na história. A competição, que nasceu em 1930 com 13 países e vinha sendo realizada desde 1998 com 32, passará a ter 48 concorrentes, divididos em 12 chaves.

    Avançarão ao mata-mata os dois primeiros colocados de cada grupo e os oito melhores terceiros. Ou seja, a primeira fase servirá apenas para despachar 16 times (o último de cada chave e os quatro piores terceiros colocados) e estabelecer o desenho da etapa de duelos eliminatórios.

    O boicote às atividades por parte dos atletas faz parte de um protesto por conta de salários atrasados

    Folhapress | 18:15 – 05/12/2025

    Veja os possíveis confrontos do Brasil no mata-mata da Copa do Mundo

  • Alcolumbre recebeu Monjauro de empresário investigado pela PF, diz portal

    Alcolumbre recebeu Monjauro de empresário investigado pela PF, diz portal

    O empresário Roberto Leme teria presenteado o senador Davi Alcolumbre com canetas do produto, indicado para tratamento de diabetes e que é comumente utilizado para perda de peso

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), recebeu Monjauro do empresário Roberto Leme, conhecido como Beto Louco, investigado pela Polícia Federal na Operação Carbono Oculto, segundo reportagem do portal UOL.

    Mensagens trocadas entre Leme e um motorista particular de Brasília mostram, de acordo com a publicação, que o empresário presenteou o senador com canetas do produto, indicado para tratamento de diabetes e que é comumente utilizado para perda de peso.

    A Folha de S.Paulo procurou Alcolumbre, via assessoria, e ainda aguarda retorno. A reportagem do UOL também procurou o presidente do Senado desde a tarde de quarta (3), mas não houve resposta.

    Leme está foragido e é apontado pela PF como líder de um esquema de fraude em combustíveis e lavagem de dinheiro. Ele também é alvo de mais duas operações: Tank e Quasar. Uma das suspeitas envolve a ligação de postos de gasolina investigados com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

    O caso das canetas Monjauro teria acontecido por volta de agosto de 2024, quando Alcolumbre já era o favorito à sucessão na presidência da Casa, no lugar de Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

    Ao saber do interesse do senador no medicamento, sob o relato de dificuldades para acessar o produto no Brasil, Beto Louco teria prometido a Alcolumbre arrumar algumas canetas com um contato em São Paulo e entregá-las rapidamente em Brasília, de acordo com o UOL.

    O motorista de Alcolumbre, Janduí Nunes Bezerra Filho, confirmou ao portal que se lembrava da entrega feita e confirmou conhecer o motorista de Beto Louco que entregou o medicamento.

    A defesa de Beto Louco disse à reportagem do Uol desconhecer os fatos. Também negou que o empresário tenha relação com o PCC.

     

    Alcolumbre recebeu Monjauro de empresário investigado pela PF, diz portal

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  • Bolsonaro escolhe Flávio como candidato à Presidência para 2026

    Bolsonaro escolhe Flávio como candidato à Presidência para 2026

    Flávio viajou para São Paulo nesta quinta-feira (4) para informar a decisão de Bolsonaro ao governador de São Paulo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (5) ter sido escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como candidato do grupo para disputar a Presidência da República nas eleições do ano que vem.

    Ele avisou aliados e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), antes do anúncio, consolidado após visita ao pai na prisão na terça-feira (2), na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Os dois conversaram por cerca de meia hora.

    O senador viajou para São Paulo nesta quinta-feira (4) para informar a decisão de Bolsonaro ao governador de São Paulo.

    A escolha de Flávio foi revelada inicialmente pelo portal Metrópoles e, nesta tarde, o senador publicou um texto em suas redes sociais dizendo que não vai ficar de braços cruzados.

    “É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”, escreveu.

    “Eu me coloco diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão. E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada.”

    A escolha de Flávio mantém o sobrenome Bolsonaro em evidência -atenuando o receio do ex-presidente de ser esquecido pelo centrão enquanto cumpre pena em regime fechado por tentativa de golpe de Estado.

    O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, divulgou nota nesta tarde informando que Flávio é o nome indicado por Bolsonaro para representar o partido na disputa presidencial.

    “Flávio me disse que o nosso capitão confirmou sua pré-candidatura. Então, se Bolsonaro falou, está falado”, publicou.

    Em entrevista à Folha de S.Paulo em junho, o senador afirmou que, para receber o apoio de Bolsonaro nas eleições de 2026, o candidato à Presidência deveria não só conceder indulto ao pai dele, mas brigar com o Supremo por isso, se for preciso.

    “Estou fazendo uma análise de cenário. Bolsonaro apoia alguém, esse candidato se elege, dá um indulto ou faz a composição com o Congresso para aprovar a anistia, em três meses isso está concretizado, aí vem o Supremo e fala: é inconstitucional, volta todo mundo para a cadeia. Isso não dá”, declarou, na ocasião.

    O anúncio desta sexta também mantém a extrema direita e a direita sob o comando da família Bolsonaro, em um momento em que parte dos governadores busca protagonismo junto a esse eleitorado.

    Na saída da PF, na terça, o senador disse que pediu desculpas para a madrasta, Michelle Bolsonaro (PL), pela briga envolvendo o palanque do PL no Ceará e explicou ao pai a situação. O senador também atribuiu o episódio a um “ruído de comunicação” e disse que Michelle estava no núcleo duro do PL.

    Flavio Bolsonaro, 44, é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro com Rogéria Nantes Nunes Braga. Nascido em Resende, no interior do estado do Rio de Janeiro, formou-se em direito na Universidade Cândido Mendes e tem especialização em políticas públicas pelo Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro) e em empreendedorismo pela FGV.

    Sua carreira na vida pública começou em 2003, quando se elegeu, no Rio de Janeiro, ao cargo de deputado estadual pela primeira vez. Foi reeleito em 2006, 2010 e 2014. Disputou as eleições para a prefeitura da capital fluminense, em 2016, mas acabou em quarto lugar – Marcelo Crivella sagrou-se vitorioso, na ocasião. Dois anos depois, conseguiu se eleger ao cargo de senador.

    Ao longo de sua carreira política, Flavio passou por diferentes partidos: PP, PFL, PSC, PSL, Republicanos, Patriota e, finalmente, PL.

    Como mostrou a Folha, as apostas de aliados de que Flávio seria o nome de Bolsonaro se intensificaram nos últimos meses, quando ele assumiu a linha de frente do ex-presidente nos bastidores políticos e passou a adotar uma defesa pública mais enfática e dura do pai contra o STF (Supremo Tribunal Federal).

    Parte dos políticos do centrão, por sua vez, preferia que a escolha fosse por Tarcísio, apostando que o governador teria mais viabilidade eleitoral e poderia unir a direita e a extrema direita. O governador, no entanto, segue dizendo publicamente que será candidato à reeleição.

    A avaliação -que, para alguns, era mais um temor- era que o ex-presidente confia mais em seus filhos e acharia justo manter o espólio eleitoral no clã. Dentro dessa lógica, Flávio seria o nome mais viável, já que Eduardo está nos Estados Unidos.

    Por outro lado, o ex-presidente dava sinais contraditórios. Em determinado momento, segundo relatos, ele já chegou a dizer que não quer sua família em cargos do Executivo, por acreditar que seus ocupantes são mais suscetíveis que os parlamentares a supostas perseguições do Judiciário.

    Dos filhos, Flávio sempre foi o mais moderado e defendia uma anistia “a todos, inclusive a [Alexandre de] Moraes”. Mais recentemente, adotou tom mais crítico e passou a defender o impeachment do ministro do STF.

    Bolsonaro escolhe Flávio como candidato à Presidência para 2026

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  • Brasil cai no grupo C da Copa com Marrocos, Haiti e Escócia

    Brasil cai no grupo C da Copa com Marrocos, Haiti e Escócia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A seleção brasileira será a cabeça de chave do Grupo C na Copa do Mundo de 2026. Em sorteio realizado no Kennedy Center, em Washington, nos Estados Unidos, na tarde de sexta-feira (5), ficou que definido que os adversários do time verde-amarelo na primeira fase serão Marrocos, Haiti e Escócia.

    O jogo de estreia será em 13 de junho, um sábado, contra Marrocos. No dia 19, uma sexta, o rival será o Haiti. Os comandados de Carlo Ancelotti encerrarão a primeira fase no dia 24, uma quarta, diante da Escócia.

    O campeonato ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho, com partidas nos Estados Unidos, no México e no Canadá. Os detalhes da tabela, com os horários e os locais de cada jogo serão divulgados pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) no sábado (6).

    Será o Mundial com mais equipes na história. A competição, que nasceu em 1930 com 13 países e vinha sendo realizada desde 1998 com 32, passará a ter 48 concorrentes, divididos em 12 chaves.

    Avançarão ao mata-mata os dois primeiros colocados de cada grupo e os oito melhores terceiros. Ou seja, a primeira fase servirá apenas para despachar 16 times (o último de cada chave e os quatro piores terceiros colocados) e estabelecer o desenho da etapa de duelos eliminatórios.

    O Brasil, se confirmar o favoritismo, vai enfrentar na primeira rodada do mata-mata o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e um dos vencedores da repescagem europeia (Albânia, Polônia, Suécia ou Ucrânia). No caso de cada cabeça de chave avançar em primeiro, a seleção poderia enfrentar a Argentina nas semifinais e a Espanha apenas na final.

    Campeã em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, a equipe brasileira vive estendido jejum. Desde o último título, parou quatro vezes nas quartas de final e uma nas semifinais -a histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha, no próprio Brasil.

    GRUPO A

    México
    África do Sul
    Coreia do Sul
    Dinamarca, Macedônia do Norte, República Tcheca ou Irlanda

    GRUPO B

    Bélgica
    Egito
    Irã
    Nova Zelândia

    GRUPO C

    Brasil
    Marrocos
    Haiti
    Escócia

    GRUPO D

    Estados Unidos
    Paraguai
    Austrália
    Turquia, Romênia. Eslováquia ou Kosovo

    GRUPO E

    Alemanha
    Curaçao
    Costa do Marfim
    Equador

    GRUPO F

    Holanda
    Japão
    Ucrãnia, Suécia, Polônia ou Albânia
    Tunísia

    GRUPO G

    Bélgica
    Egito
    Irã
    Nova Zelândia

    GRUPO H

    Espanha
    Cabo Verde
    Arábia Saudita
    Uruguai

    GRUPO I

    França
    Senegal
    Iraque, Bolívia ou Suriname

    GRUPO J

    Argentina
    Argélia
    Áustria
    Jordânia

    GRUPO K

    Portugal
    República do Congo, Jamaica ou Nova Caledônia
    Uzbesquistão
    Colômbia

    GRUPO L

    Inglaterra
    Cróacia
    Gana
    Panamá

    Na nova tentativa de buscar o hexa, o time terá pela primeira vez na Copa do Mundo um treinador estrangeiro. É o italiano Carlo Ancelotti o responsável por conduzir o grupo na América do Norte.

    Ele foi contratado em maio deste ano, após uma passagem vitoriosíssima pelo Real Madrid. Chegou à seleção no fim de um ciclo acidentado, com resultados decepcionantes com Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior.

    Aclamado pela crítica e respeitado pelos jogadores -embora enfrente resistência por parte de treinadores e ex-treinadores brasileiros, por não ser brasileiro-, procurou estabelecer uma nova cultura. Seu impressionante currículo lhe permitiu, por exemplo, deixar de lado Neymar, grande nome do futebol do Brasil desde 2010.

    A equipe, sob direção do italiano, por enquanto contabiliza quatro vitórias, dois empates e duas derrotas. Haverá ainda dois amistosos em março (contra a França, em Foxborough, e contra a Croácia, em Orlando) antes da convocação final.

    Ancelotti já confirmou 2 dos 26 nomes, os atacantes Vinicius Junior, do Real Madrid, e Estêvão, do Chelsea. E esperam que eles sejam decisivos para mais um título do Brasil nos Estados Unidos.

    Na final da Copa de 1994, no Rose Bowl, em Pasadena, o italiano era auxiliar de Arrigo Sacchi na comissão técnica da seleção de seu país. Agora comanda o Brasil e sonha em levantar a taça no MetLife Stadium, em East Rutherford.

    Brasil cai no grupo C da Copa com Marrocos, Haiti e Escócia

  • Timothée Chalamet faz de 'Marty Supreme' um case para sua grande ambição

    Timothée Chalamet faz de 'Marty Supreme' um case para sua grande ambição

    Ator está em São Paulo para divulgar filme cotado ao Oscar; jovem astro e cineasta Josh Safdie participam da CCXP25

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Timothée Chalamet quer ser o maioral. Em fevereiro, ao vencer o SAG Awards por seu papel em “Um Completo Desconhecido”, o artista abriu mão da falsa modéstia e disse com todas as letras que pretende estar no panteão dos melhores atores de todos os tempos. “Marty Supreme”, com estreia marcada para o final de janeiro, é talvez o maior reflexo de sua ambição.

    “O Brasil me parece um lugar perfeito para apresentar um filme tão enérgico como esse. As pessoas aqui têm uma paixão por cinema que é equivalente à paixão que move Marty no filme”, disse o jovem astro em um evento para imprensa e convidados que aconteceu no teatro BTG Pactual Hall, em São Paulo.

    Na ocasião, um trecho do filme foi exibido e a apresentadora Aline Diniz conduziu uma conversa com ele e o diretor Josh Safdie. A dupla veio ao Brasil para participar de um painel sobre a produção na CCXP25, que acontece nesta sexta-feira (5).

    No filme, Chalamet troca a indiferença de Bob Dylan -cantor que lhe rendeu a sua mais recente indicação ao Oscar- pela energia de Marty Mauser, jogador de tênis de mesa dos anos 1950 que esfrega o seu talento na cara de todos.

    Ao honrar a tradição dos longas que Josh dirigiu com o seu irmão, Benny -que este ano preferiu o boxe, em “Coração de Lutador”, para estrear como diretor solo- “Marty Supreme” torna Nova York uma cidade cheia de caos, onde disputas do pós-Segunda Guerra invadem arenas de ping-pong e a tensão toma as ruas.

    Conflitos surgem aos montes e a arrogância do atleta traz a ele uma série de inimigos. É o cenário ideal para explorar a ambição que fez de Chalamet um dos nomes mais comentados das últimas temporadas de premiações.

    “Marty é alguém que não vai aceitar não como resposta. Eu me senti atraído pela ideia de fazer um filme, hoje raro na indústria americana, que é justamente sobre a ideia de sonhar grande”, disse o ator.

    Ele fala com a rapidez de uma bola de ping-pong e pede desculpas antes de continuar. “Sem querer desrespeitar os meus filmes anteriores, ‘Marty Supreme’ não é um projeto sobre pessoas comuns”, afirma, com mais calma, de forma enfática.

    O ator ainda comparou a dimensão de Nova York com a de São Paulo e descreveu as disputas do tênis de mesa como metáfora para os desafios impostos pelo capitalismo.

    Em 2018, Chalamet foi indicado ao Oscar pela primeira vez com o primeiro grande papel de sua carreira -Elio, o jovem apaixonado de “Me Chame Pelo Seu Nome”. A segunda nomeação veio só em 2024, quando o ator deu vida ao cantor Bob Dylan. No intervalo entre as duas disputas -ele foi derrotado em ambas-virou o rosto de franquias e trabalhou com queridinhos da Hollywood.

    Quando o diretor Denis Villeneuve deu um novo olhar ao universo fictício de “Duna”, o artista se tornou o messias Paul Atreides e espalhou as suas doutrinas pelas salas de cinema, bilheterias e redes sociais.

    Em mundos mais descontraídos, ele viveu o chocolateiro Willy Wonka, num musical que explicou as origens do criador de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, e interpretou um estudante anarquista nos ambientes geometricamente calculados de “A Crônica Francesa”, do premiado Wes Anderson.

    “Minha filha pediu para que eu tivesse Wonka em mente ao trabalhar com Chalamet. Consigo ver a magia de Wonka em Marty, pela forma como os dois sabem vender os seus sonhos”, brincou Safdie.

    O ator também renovou a parceria com Greta Gerwig, com quem trabalhou em “Lady Bird”, na adaptação da diretora do clássico literário “Adoráveis Mulheres”. As duas produções concorreram ao Oscar de melhor filme.

    Sucesso após sucesso, Chalamet se tornou uma febre. Hoje, às vésperas dos anúncios que revelarão os indicados aos próximos Critic’s Choice Awards e Globo de Ouro -os selecionados para o Oscar só serão divulgados em 22 de janeiro, mesma data em que “Marty Supreme” chega oficialmente ao Brasil-, ele torna jaquetas e outros produtos especiais do filme em virais de divulgação.

    Nesta quinta (4), pouco depois de desembarcar em São Paulo, ele visitou uma loja pop-up que foi montada no bairro da Bela Vista e fez filas de fãs esperarem por várias horas. Entre bolas gigantes de ping pong e outras roupas personalizadas, o ator mergulhou na multidão com um sorriso no rosto e tirou fotos com vários felizardos. Mais tarde, eletrizou a plateia do BTG Pactual Hall quando surgiu no palco vestindo as cores da bandeira do Brasil.

    Embora “Marty Supreme” já esteja nas principais listas de apostas, ainda é cedo para saber se as palmas que o receberam em São Paulo celebrarão a vitória de Chalamet no próximo Oscar, que acontecerá em março de 2026.

    Enquanto isso, uma das declarações de Safdie parece uma boa máxima. “Quando penso na trajetória de grandes atletas, como os que vocês têm no Brasil, nunca me importa o final. O importante é o sonho.”

    Timothée Chalamet faz de 'Marty Supreme' um case para sua grande ambição