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  • Brasil tem mais milionários que Suécia e Noruega, diz banco

    Brasil tem mais milionários que Suécia e Noruega, diz banco

    O Brasil aparece à frente de nações desenvolvidas como Suécia (85 mil milionários), Noruega (83 mil), Áustria (77 mil) e Irlanda (65 mil)

    BRASÍLIA, DF (UOL/CBS NEWS) – O Brasil figura entre os 20 países com o maior número de milionários no mundo, segundo o Global Wealth Report 2025, divulgado pelo banco suíço UBS.

    País tem 433 mil adultos com patrimônio investível [termo utilizado para descrever ativo ou investimento que pode ser adquirido com o objetivo de obter lucro no futuro] superior a US$ 1 milhão. Ele ocupa a 19ª posição global, superando potências regionais e se consolidando como o maior mercado da América Latina em termos de riqueza acumulada.

    O Brasil aparece à frente de nações desenvolvidas como Suécia (85 mil milionários), Noruega (83 mil), Áustria (77 mil) e Irlanda (65 mil). O levantamento mostra que, mesmo com instabilidade econômica, alta da taxa de juros e desvalorização cambial nos últimos anos, o número de brasileiros milionários permaneceu elevado. O grupo abrange indivíduos com ativos financeiros e investimentos significativos, sem considerar imóveis residenciais como critério principal.

    No topo do ranking mundial de milionários está Estados Unidos. O país tem cerca de 23,8 milhões de pessoas com patrimônio de pelo menos US$ 1 milhão em 2025, quase 40% de todos os milionários do planeta. Em seguida vêm a China (6,3 milhões) e França, Japão, Alemanha e Reino Unido, com entre 2,6 e 3 milhões de milionários cada.

    VEJA O RANKING COMPLETO:

    1 – Estados Unidos (23,83 milhões)
    2 – China (6,32 milhões)
    3 – França (2,89 milhões)
    4 – Japão (2,73 milhões)
    5 – Alemanha (2,67 milhões)
    6 – Reino Unido (2,62 milhões)
    7 – Canadá (2,09 milhões)
    8 – Austrália (1,9 milhões)
    9 – Itália (1,34 milhões)
    10 – Coreia do Sul (1,3 milhão)
    11 – Holanda (1,26 milhão)
    12 – Espanha (1,2 milhão)
    13 – Suíça (1,12 milhão)
    14 – Índia (917 mil)
    15 – Taiwan (759 mil)
    16 – Hong Kong (647 mil)
    17 – Bélgica (549 mil)
    18 – Suécia (490 mil)
    19 – Brasil (433 mil)
    20 – Rússia (426 mil)

    Apesar do dado expressivo, o Brasil ainda tem baixa densidade de milionários quando comparado a países europeus ou à elite asiática. São 2,5 milionários para cada mil adultos, enquanto países como Suíça, Singapura e Hong Kong superam 100 por 1.000. Isso reforça o cenário de concentração de renda: uma pequena parcela da população detém a maior parte da riqueza do país.

    Brasil também mantém mercado interno relevante para serviços exclusivos, consumo de luxo, investimentos privados e soluções personalizadas de gestão de patrimônio. A tendência, segundo o UBS, é de crescimento gradual dessa base de clientes de alta renda nos próximos anos, acompanhando a recuperação da economia global e a expansão de oportunidades em setores como tecnologia, agronegócio e infraestrutura.

    Na América Latina, o Brasil aparece muito à frente de outros países da região. O México, por exemplo, tem cerca de 318 mil milionários, enquanto Chile e Argentina aparecem com números abaixo de 100 mil. O relatório reforça a posição do país como principal polo de riqueza e negócios da região, embora ressalte os desafios de instabilidade política e desigualdade estrutural.

    Brasil tem mais milionários que Suécia e Noruega, diz banco

  • Norris bate Verstappen e Piastri nos treinos de GP decisivo; Bortoleto é 6º

    Norris bate Verstappen e Piastri nos treinos de GP decisivo; Bortoleto é 6º

    (UOL/FOLHAPRESS) – Lando Norris fechou o primeiro dia de treinos para o GP decisivo da Fórmula 1 na frente. O líder do campeonato foi mais de três décimos mais veloz que Max Verstappen, que está 12 pontos atrás no campeonato. Com chances remotas de título, Oscar Piastri não foi bem na sua primeira volta com pneus macios e ficou em 11º.

    Piastri não tinha participado da primeira sessão de treinos livres, pois teve que ceder seu carro para Pato O’Ward, cumprindo uma regra que obriga o titular a não fazer dois treinos ao longo do ano.

    A Sauber teve uma ótima sexta-feira e ficou praticamente o tempo todo dentro do top 10. Gabriel Bortoleto fechou o dia na sexta colocação, a 20 milésimos do companheiro Nico Hulkenberg. Desde o primeiro treino, o carro parecia estar bem equilibrado.

    Outra equipe que começou muito bem foi a Haas: Ollie Bearman até estava surpreso pelo comportamento positivo do carro, que conseguiu colocar em quarto lugar, atrás de George Russell.

    Uma surpresa negativa foi a Ferrari, que não passou do oitavo lugar com Charles Leclerc e 14º com Lewis Hamilton. Eles vêm de um fim de semana muito difícil no Qatar, mas acreditavam que o carro se adaptaria muito melhor a uma pista em que eles estiveram no pódio nas últimas edições.

    Houve um momento tenso entre Verstappen e Norris durante o treino. O holandês tinha ouvido de seu engenheiro que Norris estava se aproximando dele, mas que não estava em volta rápida, e permaneceu na trajetória normal. Mas Norris estava rápido e Verstappen teve que sair da frente no último instante. Norris reclamou, disse que quase bateu, e o lance chegou a ser investigado pelos comissários, que decidiram não punir Verstappen.

    Este é o treino mais importante do fim de semana, o único realizado ao entardecer, em horário similar à classificação e à corrida. Mas os pilotos ainda voltam à pista para a terceira sessão de treinos livres, a partir das 7h30 deste sábado (6), pelo horário de Brasília. A definição do grid começa às 11h da manhã.

    Confiras alguns destaques da semana no basquete, que teve pontuações altas dos times e também dos jogadores

    Folhapress | 11:15 – 05/12/2025

    Norris bate Verstappen e Piastri nos treinos de GP decisivo; Bortoleto é 6º

  • Netflix compra divisões da Warner Bros Discovery, dona do HBO Max, por US$ 83 bi

    Netflix compra divisões da Warner Bros Discovery, dona do HBO Max, por US$ 83 bi

    Gigante do streaming promete expansão de catálogo com títulos clássicos como Harry Potter e Friends; empresa de tecnologia ganhou disputa com Paramount com lance de US$ 27,75 por ação

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Netflix confirmou, nesta sexta-feira (5), a compra dos estúdios de TV e cinema e a divisão de streaming da Warner Bros Discovery por US$ 82,7 bilhões (R$ 437,86 bilhões). O acordo põe um dos ativos mais antigos e valiosos de Hollywood nas mãos da pioneira do streaming, após uma revolução no setor de mídia.

    Depois de uma série de fusões nos últimos anos, o conglomerado da Warner inclui, além da Discovery, os negócios da HBO, como o streaming HBO Max.

    A transação consolida o domínio da Netflix sobre a indústria cinematográfica americana, ao adicionar ao portfólio do gigante do streaming uma biblioteca de conteúdo que inclui as franquias Harry Potter e Batman, o negócio de streaming da Warner e a programação premium da HBO, com títulos como Friends e Game of Thrones.

    Segundo anúncio aos acionistas, o negócio visa incluir os títulos da Warner no catálogo da Netflix. “Isso permitirá que otimizemos os planos para os consumidores, aprimorando as opções de conteúdo.”

    A Netflix já é o maior serviço de streaming pago do mundo, com mais de 300 milhões de assinantes. A HBO Max é o quarto serviço mais assinado, com cerca de 128 milhões de pagantes, de acordo com a plataforma Flix Patrol.

    Uma disputa lance a lance que durou várias semanas precedeu o negócio. A Netflix assumiu a liderança com uma oferta de quase US$ 27,75 por ação que dissuadiu a concorrente Paramount Skydance, cuja maior oferta foi US$ 24 por papel, incluindo também os produtos de TV a cabo da Warner.

    Os acionistas da Warner receberão US$ 23,25 em dinheiro mais o equivalente a US$ 4,50 em ações da Netflix por ação do conglomerado de Holywood. A transação soma US$ 72 bilhões e chega a US$ 82,7 bilhões quando se inclui as dívidas da Warner.

    A transação foi aprovada por unanimidade pelos conselhos da Netflix e da Warner, mas precisa ser aprovada pelos acionistas da Warner e passar pelo escrutínio regulatório. O negócio deve ser concluído em 12 a 18 meses, segundo informaram as empresas.

    O atual CEO da Warner, David Zaslav, continuará no comando da empresa, que manterá operação independente na produção e distribuição de filmes.

    “Ao nos unirmos à Netflix, garantiremos que pessoas em todos os lugares continuem a desfrutar das histórias mais marcantes do mundo por gerações futuras”, disse Zaslav em comunicado a acionistas.

    O negócio de TV a cabo da Warner será desmembrado em outra companhia, fora do controle da Netflix.

    O gigante do streaming, ao garantir acesso aos estúdios da Warner, também busca expandir sua capacidade de produção nos EUA, visando o aumento do investimento em conteúdo original a longo prazo.

    O presidente americano Donald Trump tem ameaçado impor tarifas de 100% sobre produções cinematográficas feitas fora dos EUA. “A nossa indústria de cinema foi roubada dos Estados Unidos da América por outros países, como quem rouba ‘doce de criança’”, escreveu Trump, em post na Truth Social, no fim de setembro.

    Hollywood vive hoje um êxodo de produções, seja pela facilidade de encontrar cenários mais apropriados para as histórias, pela mão de obra mais barata ou por incentivos fiscais atraentes. Grandes blockbusters têm deixado Hollywood rumo a destinos que oferecem melhores condições de filmagem, como Reino Unido, Itália e Canadá.

    A combinação da Netflix e Warner ainda será um teste para os reguladores nos EUA e na Europa, onde ambas as empresas têm operações extensas.

    A fusão aumenta o poder de negociação da Netflix sobre proprietários de cinemas e sindicatos da indústria do entretenimento. Isso poderia forçar empresas menores a se fundirem enquanto lutam para competir.

    De acordo com o Financial Times, as empresas estão confiantes de que quaisquer obstáculos regulatórios podem ser superados, apontando para a forte competição imposta não apenas por serviços de streaming concorrentes, mas também por plataformas como o YouTube.

    O negócio deve selar a conquista de Hollywood por empresas de tecnologia. Em 2022, a Amazon concluiu, por US$ 8,5 bilhões, a compra da Metro-Goldwyn-Mayer, berço das franquias de James Bond e Rocky.

    Netflix compra divisões da Warner Bros Discovery, dona do HBO Max, por US$ 83 bi

  • Maduro pede apoio de brasileiros em meio a tensões com Trump

    Maduro pede apoio de brasileiros em meio a tensões com Trump

    Ditador exibe boné do MST e diz ao ‘povo do Brasil’ para sair às ruas e apoiar ‘paz e soberania’ na Venezuela; tensão aumenta com mobilização militar dos EUA no Caribe

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Nicolás Maduro pediu apoio ao povo brasileiro nesta quinta-feira (4) durante um programa de televisão ao vivo. O ditador venezuelano recebeu um boné do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e disse: “A vitória nos pertence. Viva a unidade do povo do Brasil, viva a unidade com o povo venezuelano”.

    Com o boné vermelho em mãos, Maduro saudou o movimento e pediu que os brasileiros apoiem seu regime. “Povo do Brasil, saiam às ruas para apoiar a Venezuela em sua luta pela paz e soberania. Digo-lhes toda a verdade: temos o direito à paz com soberania. Viva o Brasil”, exclamou o ditador.

    O pedido faz alusão ao momento de tensão entre a nação venezuelana e os Estados Unidos. Ainda nesta quinta (4), um novo ataque americano contra uma lancha no oceano Pacífico matou mais quatro pessoas, segundo autoridades dos EUA, fazendo o número de mortos ao longo da ofensiva na região subir para 87.

    Sob Donald Trump, os EUA realizam a maior mobilização militar na América Latina em décadas, no que o republicano afirma ser uma “guerra às drogas”. Membros linha-dura do governo Trump, como o secretário de Estado, Marco Rubio, defendem uma intervenção militar com o objetivo de derrubar do poder o ditador Nicolás Maduro. Os EUA já deslocaram imenso poder de fogo para as águas ao redor da Venezuela.

    Maduro confirmou nesta semana que conversou com o presidente americano no dia 23 de novembro. A ligação havia sido reportada pela imprensa americana e foi confirmada por Trump no último domingo (30).

    “Conversei com o presidente dos EUA, Donald Trump. Posso dizer que a conversa foi em tom de respeito”, disse Maduro. “Inclusive, posso dizer que foi um diálogo cordial entre o presidente dos EUA e o presidente da Venezuela.”

    “Se essa chamada significa que estamos dando passos em direção a um diálogo respeitoso, Estado a Estado, país a país, que seja bem-vindo o diálogo, a diplomacia, porque sempre buscamos a paz”, disse o ditador venezuelano.

    Nos bastidores, Rubio vem pressionando Trump a abandonar o diálogo e aprovar o uso da força militar para derrubar o regime venezuelano, de acordo com a imprensa americana.

    Já outras vozes na Casa Branca pedem que o presidente reconsidere a proposta supostamente feita por Maduro: uma participação significativa do governo americano na indústria de petróleo da Venezuela em troca de permanecer no poder.

    As forças americanas que hoje estão próximas da Venezuela incluem o porta-aviões USS Gerald Ford, o maior navio de guerra do mundo. Ao mesmo tempo em que deixa aberta a possibilidade de negociar com Maduro, Trump também vem dizendo que, em breve, pode ordenar ataques aéreos contra alvos em solo na Venezuela -uma ação que seria, na prática, uma declaração de guerra.

    Maduro pede apoio de brasileiros em meio a tensões com Trump

  • Em gravação com indígenas, Luciano Huck proíbe celular e roupa

    Em gravação com indígenas, Luciano Huck proíbe celular e roupa

    A repercussão negativa tomou conta das redes sociais assim que o bastidor da viagem de Luciano Huck ao Parque Indígena do Xingu foi divulgado; cantora Anitta também aparece nas imagens

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um vídeo de bastidor da viagem de Luciano Huck ao Parque Indígena do Xingu, realizada em agosto, voltou à tona na quinta-feira (5) e colocou o apresentador no centro de uma nova polêmica.

    As imagens, que circulam nas redes, mostram Huck orientando integrantes da equipe e indígenas sobre como deveriam aparecer diante das câmeras -incluindo pedidos para evitar celulares e retirar peças de roupa consideradas “não tradicionais”.

    Com pouco mais de um minuto, o vídeo registra o momento em que alguém alerta o apresentador, que se estava ao lado da cantora Aniitta, de que um indígena usando uma camiseta amarela estava sendo filmado. Huck então solicita que a pessoa seja retirada do enquadramento.

    “Tira a roupa”, ele diz. Logo depois, agradece e completa: “É, limpa a cultura de vocês aí”. A fala repercutiu imediatamente entre internautas, que acusaram o comunicador de tentar interferir na representação visual dos povos locais.

    Em agosto, Huck compartilhou um carrossel com 12 fotos da visita ao Xingu, destacando encontros com lideranças como o cacique Raoni Metuktire. Nas imagens, apenas Raoni aparece usando camisa; os demais indígenas surgem sem o traje, reforçando ainda mais as críticas de que a produção teria buscado “padronizar” a estética do local.

    O vídeo também mostra Huck conversando ao pé do ouvido com um dos líderes da aldeia enquanto avisa a presença de diversas câmeras no entorno. Em seguida, ele pede que o recado seja repassado: celulares não deveriam sair nas imagens registradas pela equipe de gravação. “Quanto mais celulares vocês aparecem, eu acho que menos é a cultura de vocês”, afirma. “Quando aparece vocês de celular, mexe na cultura original.”

    A repercussão negativa tomou conta das redes sociais assim que o bastidor foi divulgado. No Instagram, seguidores passaram a comentar de forma crítica. “Depois que mandou ‘limpar a cultura deles’ na hora da foto, deu tudo certo para o seu marketing?”, questionou uma internauta. Outro ironizou: “Conseguiram limpar a cultura?”

    Em gravação com indígenas, Luciano Huck proíbe celular e roupa

  • São Paulo faz contato por Cebolinha e enfrenta concorrência de três clubes

    São Paulo faz contato por Cebolinha e enfrenta concorrência de três clubes

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo foi um dos clubes que fizeram sondagem pelo atacante Everton Cebolinha, do Flamengo. Atlético-MG, Cruzeiro e Grêmio também demonstraram interesse.

    DESISTÊNCIA RÁPIDA

    A reportagem apurou que o Tricolor, no entanto, nem teve tempo de levar a ideia para frente. O Flamengo deseja recuperar parte dos cerca de R$ 70 milhões investidos no ex-Benfica, algo totalmente fora da realidade financeira do clube paulista.

    Como o UOL mostrou, o São Paulo focará esforços em oportunidades de mercado na próxima janela de transferências. As prioridades serão por jogadores em fim de contrato ou por operações por empréstimo.

    FUTURO EM ABERTO

    A reportagem ouviu que ainda não há uma proposta oficial pelo atacante, mas que não haverá objeção a um negócio. A “exigência”, porém, é recuperar boa parte dos R$ 70 milhões investidos em 2022, na compra junto ao Benfica.

    Cebolinha havia perdido espaço, mas voltou a ganhar minutagem nesta reta final da temporada, inclusive com certo destaque sob o comando de Filipe Luís. Ele viveu grande fase no ano passado, sob Tite, mas teve poucas oportunidades no Mundial de Clubes, em junho, e já demonstrava sinais de querer deixar a Gávea.

    Seu estafe vê com bons olhos uma ida ao exterior. Como o UOL mostrou no mês passado, intermediários estudavam a possibilidade de uma transferência para o Oriente Médio, com Arábia Saudita, Emirados Árabes e Qatar como possíveis destinos.

    O próximo passo sobre o VAR é a utilização da tecnologia para revisar segundos amarelos, que resultem em expulsão; veja outras mudanças!

    Folhapress | 13:15 – 05/12/2025

    São Paulo faz contato por Cebolinha e enfrenta concorrência de três clubes

  • Há mais um caso de câncer na família real britânica

    Há mais um caso de câncer na família real britânica

    India Hicks, afilhada de Charles III, foi diagnosticada com câncer da pele. A ex-modelo revelou a notícia através de uma publicação no Substack, uma plataforma online para criadores de conteúdos

    Há mais um caso de câncer na família real britânica. India Hicks, afilhada do rei Charles III, revelou que foi diagnosticada com câncer da pele através de uma publicação no Substack (uma plataforma online para criadores de conteúdos). 

    A ex-modelo, de 58 anos, explicou que achava que ia ter uma semana tranquila quando “a vida, com a sua própria coreografia misteriosa, mudou os planos”.

    “Os resultados dos exames de uma recente cirurgia para remover um câncer de pele chegaram e as notícias… não foram boas”, começou dizendo Hicks. 

    “É o tipo de notícia que faz o mundo parecer um pouco confuso”, revela ainda. 

    “Os resultados mostraram uma área de câncer preocupantemente invasiva na minha perna. Reagi como a maioria das pessoas: uma estranha mistura de calma e praticidade com um pouco de terror interno. Diz a você mesmo que está tudo bem, prepara um chá, responde a e-mails, enquanto uma voz interior sussurra: «e se for pior do que pensamos?», explicou ainda a ex-modelo.

    Quem é India Hicks? 

    India Hicks é designer e ex-modelo, cuja mãe, Lady Pamela Hicks, foi a dama de companhia da rainha Elizabeth II, descendendo da Casa de Mountbatten. Lady Pamela era prima em primeiro grau do príncipe Philip, pai de Charles III, e é a descendente viva mais velha da Rainha Vitória.

    Notícias ao Minuto                                                       Lady Pamela Hicks e India Hicks                                                                                 © Getty Images  

    India foi dama de honra do casamento real entre Charles e Diana com apenas 13 anos e vive entre Cotswolds (região de Inglaterra) e Harbour Island, nas Bahamas. 

    Notícias ao Minuto India Hicks [criança mais alta, à esquerda] no casamento de Diana e Carlos a 29 de julho de 1981                                                                           © Getty Images  

    A ex-manequim disse ainda que descobriu um médico em Miami que lhe fez um procedimento cirúrgico onde se remove o tecido camada por camada e revelou que o mesmo “foi bem sucedido”.

    India casou-se com David Flint Wood, em 2021, e têm cinco filhos: Felix, de 28 anos, Wesley, de 27, Amory, de 26, Conrad, 22, e Domino, de 18 anos. 

    Câncer atinge Carlos III e Kate Middleton 

    Vale lembrar que Charles III e Kate Middleton também foram diagnosticados com câncer. Foi em 2024 que o palácio real informou que o monarca já tinha iniciado um tratamento, não se sabendo que tipo de caâncer ele tem. Em março do mesmo ano, Kate Middleton fez um vídeo onde revelou estar atravessando também a doença. A mulher de William fez quimioterapia e em janeiro deste ano garantiu que a doença estava em remissão.

    Há mais um caso de câncer na família real britânica

  • Putin e Modi renovam aliança estratégica em tempos de Trump

    Putin e Modi renovam aliança estratégica em tempos de Trump

    Russo e indiano prometem novos negócios na área de defesa e compra de petróleo, apesar da pressão do americano; na prática, há limitações e o movimento é mais simbólico, já que ambos precisam dos EUA para conviver com a China

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os governos da Rússia e da Índia assinaram um acordo de parceria estratégica nesta sexta-feira (5) desenhado para posicionar os dois países do Brics, bloco que inclui o Brasil, no bravo novo mundo de regras bagunçadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Ambas as nações lidam com pressões diversas vindas da Casa Branca, com o republicano visando fazer a Índia comprar menos petróleo russo e com isso financiar a Guerra da Ucrânia, mas evitaram ao máximo o choque direto com Trump.

    Os russos contam com a russofilia do americano para lograr um acordo favorável ou apenas seguir em frente com sua guerra na Ucrânia sem que Kiev tenha ajuda dos EUA, e os indianos negociam um fim ao tarifaço imposto a eles.

    “Em temos de complexidade geopolítica, os laços Rússia-Índia resistem”, disse o comunicado selado em Nova Déli no segundo dia de visita de Vladimir Putin a Narendra Modi, premiê que recebeu o russo em alto estilo e com promessas de reforçar o papel de seu país como o maior comprador de armas de Moscou, enquanto o líder do Kremlin enfatizou a questão do petróleo.

    Com as sanções ocidentais à Rússia, os indianos elevaram sua compra da commodity e, do fim de 2022 até novembro de 2025, seu país virou destino de 38% do óleo russo. Trump resolveu puni-los por financiar Moscou, dobrando para 50% a sobretaxa de importação aos produtos do país em agosto, gerando a ira de Modi.

    Em relação à Rússia, o americano está em uma ofensiva por um acordo de paz que parece favorecer Putin, ou um desengajamento da guerra que também agrada o Kremlin. Mas no fim de outubro aplicou sanções contra as duas maiores petroleiras russas, o que obrigou uma redistribuição das exportações por empresas secundárias.

    Isso, mais a queda no preço do barril e o rublo mais forte, derrubou a receita de Moscou com petróleo. Em novembro, ela caiu quase 34% em comparação com o mesmo mês de 2025, ainda que o fluxo de exportação siga estável. Em 2025, a queda ronda os 50%, segundo análise do banco Goldman Sachs.

    “Estamos prontos para manter o envio ininterrupto de combustíveis para a economia indiana”, disse Putin nesta sexta, sem citar o momento de crise e os já generosos descontos no produto devido ao ambiente mais restrito de negócios energéticos. O russo também ventilou a construção de uma central nuclear em Kundankulam.

    Desde os tempos da União Soviética, a Índia é uma grande compradora de armas de Moscou, mas nos últimos anos tem buscado diversificar seu arsenal, trocando a aquisição de caças russos por franceses, por exemplo.

    Segundo o Instituto Internacional para Estudos da Paz de Estocolmo (Suécia), de 2020 a 2024, a fatia russa na lista de compras bélicas de Nova Déli foi de 38%, ante 76% do quadriênio anterior. O papel da França se firmou, e Paris chegou a 33% do mercado indiano.

    A Índia é o segundo maior importador de defesa do mundo, com 8,3% do mercado segundo o Sipri. Perde apenas para a Ucrânia, que saiu do zero em 2020 para 8,8% agora, cortesia da guerra iniciada em 2022 por Putin.

    O conflito foi tema das conversas, e Modi manteve sua posição de que “o mundo precisa ter paz”. Ele voltou a se colocar como mediador eventual, mas esse é um papel hoje reservado a Trump.

    Putin ofereceu a retomada de parcerias militares, inclusive visando exportação “para países amigos”, como já ocorreu no passado com os caças multifuncionais Su-30, que a Índia primeiro comprou de Moscou e depois fabricou, e refinou, em casa. Deu certo, e agora a quase ex-aliada russa Armênia será a primeira cliente do avião feito pelos indianos.

    “Em resposta às aspirações da Índia por autossuficiência, a parceria está agora sendo reorientada para pesquisa conjunta e desenvolvimento, assim como produção de plataformas avançadas de defesa”, disse o russo.

    Não houve, contudo, nenhum anúncio efetivo. O motivo são os limites atuais da indústria russa, comprometida pela produção para a guerra e tolhida de materiais mais sensíveis por sanções.

    Esse tipo de questão já ocorreu antes. Putin gostaria que os indianos comprassem e montassem no país o Su-57, seu caça de quinta geração que só foi vendido para a Argélia, 15 anos depois de seu primeiro voo.

    O projeto é simbólico, pois era conjunto com a mesma Índia e usando o caso de sucesso do Su-30 como base. Nova Déli iria fazer a versão de dois lugares do avião, que Moscou não usa, mas caiu fora no meio do caminho e foi comprar material francês. Será notável se voltar ao Su-57 agora.

    Mais futuro parece ter um negócio já adiantado de arrendamento de um submarino de propulsão nuclear russo pelos indianos, e há outras parcerias já em curso, como o míssil BrahMos.

    Subjacente a tudo isso está a China, a rival estratégica dos EUA. Aqui o cipoal de interesses é denso. Rival histórica e com diversas desconfianças atuais em relação a Pequim, Moscou hoje vive uma relação “sem limites”, como definido por Putin e Xi Jinping 20 dias antes da guerra em 2022.

    O namoro instável de Trump com o russo pode ser visto como uma tentativa de afastá-lo da órbita chinesa. Já em relação à Índia, o efeito foi contrário. Nova Déli são grandes rivais na Ásia e quase se enfrentaram militarmente nos últimos anos. Mas a pressão de Trump levou Modi a reaproximar-se cautelosamente de Xi, visitando o chinês neste ano.

    Com tudo isso e a necessidade de buscar acomodação de Trump, os atores tentam se posicionar entre os polos conflitantes. A Índia tem uma posição privilegiada, pois é uma gigante econômica em ascensão, tem a maior população do mundo ainda com bônus demográfico e de quebra é uma potência nuclear.

    Putin e Modi renovam aliança estratégica em tempos de Trump

  • Quem é Babal Guimarães, flagrado agredindo namorada

    Quem é Babal Guimarães, flagrado agredindo namorada

    Polícia Civil de Alagoas abriu procedimento preliminar após divulgação de imagens que mostram o influenciador, irmão de Lucas Guimarães, empurrando e agredindo Karla Lessa

    O influenciador Emanuel Francisco dos Santos Júnior, conhecido como Babal Guimarães, voltou ao centro de uma nova denúncia de violência doméstica após ser flagrado agredindo a namorada, Karla Lessa, em imagens registradas pelo circuito interno de um condomínio de Maceió, em Alagoas. As gravações, feitas na última sexta-feira, 28, mostram ele puxando a modelo pelos cabelos e a acertando com um objeto após uma discussão na área externa do prédio.

    Nas imagens é possível ver que Karla tenta se defender e fugir, mas volta a ser agredida. O vídeo repercutiu nas redes sociais na última quinta-feira, 4.

    O Estadão solicitou um posicionamento à equipe do influenciador e aguarda resposta. A reportagem não conseguiu contato com Karla Lessa. O espaço segue aberto para ambos.

    Quem é Babal Guimarães?

    A nova agressão reacende o histórico de denúncias contra Babal, que acumula três episódios de violência contra parceiras. O caso mais antigo ocorreu em 2019, quando ele agrediu a então esposa, Teresa Santos Costa. O processo terminou em condenação, em novembro de 2024, a 1 ano e quatro meses de prisão por violência doméstica.

    Mesmo cumprindo a pena inicialmente em regime aberto, o influenciador teve a prisão decretada em janeiro deste ano, após descumprir medidas impostas pela Justiça – entre elas, o recolhimento noturno e a obrigatoriedade de justificar mensalmente suas atividades. Ele chegou a ser transferido para o regime fechado, mas, em fevereiro, voltou para a prisão domiciliar após decisão da Justiça de Alagoas.

    Outra denúncia envolvendo o influenciador ocorreu em 2023, desta vez feita pela influenciadora Emily Garcia, com quem Babal foi casado e teve um filho. À época, ela relatou ter sofrido agressões e apresentou fotos de hematomas. A Justiça concedeu medida protetiva, determinando que ele se mantivesse a pelo menos 500 metros de distância da ex.

    No início deste ano, Babal perdeu a guarda do filho de três anos, após violar condições da condenação anterior e descumprir determinações judiciais. Além do histórico criminal, Babal mantém grande presença nas redes sociais. Contudo, seu perfil no Instagram foi desativado após o novo episódio de violência contra a mulher.

    Lucas Guimarães se pronuncia

    Natural de Penedo (AL), ele é irmão do influenciador e apresentador Lucas Guimarães e ex-cunhado de Carlinhos Maia.

    O irmão se pronunciou publicamente nesta quinta-feira, 4, durante o programa Fofocalizando, do SBT. Lucas criticou as atitudes de Babal, afirmou que ele e a família não compactuam com esse tipo de comportamento e disse estar “tão chocado quanto o Brasil”.

    “Eu deixei claro: ‘Vai se tratar. Se você gosta de brigar, briga com homem, seu covarde’”, afirmou. Ele também lamentou a situação envolvendo Karla Lessa, dizendo ter encontrado a modelo poucas vezes, mas a descreveu como “uma menina querida”.

    Quem é Babal Guimarães, flagrado agredindo namorada

  • Entenda os cenários de grupos mais fáceis e difíceis para o Brasil na Copa

    Entenda os cenários de grupos mais fáceis e difíceis para o Brasil na Copa

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O sorteio da fase de grupos da Copa do Mundo será realizado nesta sexta-feira (5), a partir das 14h (de Brasília). Nele, o caminho da seleção brasileira será definido.

    Pensando nos cenários possíveis, o UOL preparou quais seriam os mais favoráveis -e desfavoráveis- para Ancelotti e companhia. A conta leva apenas o ranking da Fifa em consideração.

    O MAIS DIFÍCIL PARA O BRASIL

    A seleção brasileira é cabeça de chave no sorteio, por isso, está no pote 1. Dessa forma, enfrentará um adversário dos outros potes

    O cenário mais complicado para o Brasil, sem levar em consideração as vagas da repescagem, é o seguinte: Croácia (10ª no ranking), Noruega (29ª) e Jordânia (66ª). Uma vice-campeã do mundo em 2018, além de Haaland e companhia embalados.

    Contando com a repescagem, a pior conta ficaria com Croácia e Itália (12ª) no mesmo grupo. Como três seleções europeias não podem ficar no mesmo certame, a Noruega seria substituída pelo Panamá (30ª).

    O MAIS FÁCIL PARA O BRASIL

    O cenário sonhado pela seleção brasileira envolve três equipes sem qualquer tradição em Copas do Mundo. Sem a repescagem, o grupo do Brasil ficaria com Austrália (26ª), África do Sul (61ª) e Nova Zelândia (86ª).

    Incluindo a repescagem, só mudaria a seleção neozelandesa pela Nova Caledônia (149ª). Os europeus fariam sua estreia em mundiais.

    MAIS FORTES E MAIS FRACOS NO GERAL

    Espanha (1ª), Croácia, Panamá e Jordânia formariam o grupo da morte sem repescagem pelo nivelamento do ranking da Fifa. Com a repescagem incluída, a Jordânia daria lugar a República Democrática do Congo (56ª).

    No caso do grupo mais fraco, estariam Canadá (27ª), Austrália, África do Sul e Nova Zelândia. No mesmo esquema do grupo do Brasil, substitua os neozelandeses pela Nova Caledônia.

    OS POTES DO SORTEIO

    Pote 1: Canadá, México, EUA, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Brasil, Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha
    Pote 2: Croácia, Marrocos, Colômbia, Uruguai, Suíça, Japão, Senegal, Irã, Coreia do Sul, Equador, Áustria, Austrália
    Pote 3: Noruega, Panamá, Egito, Argélia, Escócia, Paraguai, Tunísia, Costa do Marfim, Uzbequistão, Qatar, Arábia Saudita, África do Sul
    Pote 4: Jordânia, Cabo Verde, Gana, Curaçao, Haiti, Nova Zelândia, Repescagem Europeia 1, 2, 3 e 4, Repescagem Mundial 1 e 2

    “Quando cheguei no vestiário, me assustei bastante com tantas lendas”, disse o brasileiro ao ter encontrado David Beckham e outros astros do futebol nos bastidores do clube

    Folhapress | 09:15 – 05/12/2025

    Entenda os cenários de grupos mais fáceis e difíceis para o Brasil na Copa