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  • Tamires Assis é a 14ª eliminada em A Fazenda 17

    Tamires Assis é a 14ª eliminada em A Fazenda 17

    Tamires Assis deixa o reality na reta final, restando apenas nove participantes

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Fazenda 17 chegou ao fim para Tamires Assis. Após voltar de duas roças, a cunhã-poranga acabou eliminada na última quinta-feira (4). Ela foi a menos votada no embate contra Luiz Mesquita e Saory Cardoso. A ex-namorada de Davi Brito deixa o reality na reta final, restando apenas nove participantes.

    Em sua trajetória no programa, Tamires criou rivalidades com Saory Cardoso e com Rayane Figliuzzi, eliminada na semana anterior.

    Ela derrotou Yoná Sousa e Nizam Hayek em roças anteriores. Foi muito amiga de Gaby Spanic, que acabou expulsa por bater nela em uma espécie de encenação de uma briga.

    Tamires Assis é a 14ª eliminada em A Fazenda 17

  • ‘Me assustei bastante’, diz Marcelo ao relembrar 1º dia como jogador do Real Madrid

    ‘Me assustei bastante’, diz Marcelo ao relembrar 1º dia como jogador do Real Madrid

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Aposentado dos gramados desde o início do ano, o ex-lateral Marcelo revelou ao “Marca” como foi seu primeiro dia como jogador do Real Madrid -ele chegou ao clube em 2007, quando tinha 18 anos. O brasileiro falou sobre outros temas envolvendo o time espanhol durante um evento da EA Sports FC.

    Quando cheguei no vestiário, me assustei bastante com tantas lendas. A primeira coisa que vi foi o David Beckham, e fiquei muito surpreso porque, além de ser um grande jogador, ele é uma superestrela e um exemplo a seguir Marcelo, ao Marca

    O QUE MAIS MARCELO FALOU?

    Início na Europa. “O vestiário era impressionante. Cheguei e havia muitos jogadores veteranos. Eles me ajudaram muito. Raúl, Van Nistelrooy, Michel Salgado, Casillas, Guti, Roberto Carlos… eram jogadores que eu via na TV. Foi um sonho dividir o vestiário com eles. Com Ronaldo Fenômeno também: fiz minha estreia e entrei na partida com ele.”

    Mística do Bernabéu. “Muitas pessoas me perguntam sobre isso e eu não sei como explicar, porque essas são coisas que você tem que viver lá. Não há como entender, não há como explicar, é uma coisa louca.”

    Clássicos com Barcelona. “Nós nos destruíamos em campo, mas é algo que foi bonito. As brigas e os problemas que tivemos são coisas do futebol, mas sempre houve muito respeito. A gente tentava defender o Real Madrid, e eles o Barça. Ficará para a história.”

    Messi e CR7. “Eu sempre converso com meus filhos sobre vídeos com lances deles nas redes sociais. De vez em quando, eles me perguntam: ‘Foi muito difícil?’, e eu digo: ‘assista aos vídeos, veja se foi difícil’. Tive a sorte de jogar nessa era maravilhosa, de Messi, de Cristiano…”

    Vida pós-carreira. “A verdade é que eu não assisto muito futebol nesta quinta-feira (04) em dia, só assisto aos jogos dos meus filhos e já tenho problemas suficientes com eles. Preciso ajudá-los e dizer coisas. Não acompanho futebol no momento.”

    Vini x Xabi Alonso. “Não sei como estão as coisas. Vi o que aconteceu só pelo que falaram nas arquibancadas. Não faço ideia.”

    ‘Me assustei bastante’, diz Marcelo ao relembrar 1º dia como jogador do Real Madrid

  • Messias indica visão conservadora sobre aborto e aval a emendas para virar votos de senadores

    Messias indica visão conservadora sobre aborto e aval a emendas para virar votos de senadores

    Indicado de Lula para o Supremo afasta sua imagem da de Flávio Dino, impopular no Congresso; campanha por votos para ser aprovado para a corte continua mesmo sem data para sabatina

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O indicado do presidente Lula (PT) para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal), Jorge Messias, tem expressado a senadores uma visão conservadora sobre temas como o aborto para tentar virar votos. Messias também tem indicado aval às emendas parlamentares, principal mecanismo para congressistas enviarem dinheiro federal para obras em suas bases eleitorais.

    O postulante ao STF está em campanha para obter apoio e ser aprovado pelo Senado. Ele só assumirá uma vaga na corte se tiver ao menos 41 votos no plenário da Casa. Antes, precisa ser submetido a uma sabatina pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado.

    A sabatina e a votação estavam marcadas para 10 de dezembro, mas foram adiadas. Messias corre o risco de ser rejeitado.

    Políticos próximos de Messias ou que tiveram conversas com ele depois da indicação ao STF ser anunciada contam, reservadamente, que o postulante a ministro do Supremo tem posições contrárias ao aborto e ao uso de drogas.

    A impressão transmitida pelo escolhido de Lula aos interlocutores é a de que ele não tomaria decisões que flexibilizem as leis sobre esses dois temas.

    O posicionamento é importante porque deixa mais confortáveis setores mais conservadores do Congresso, que costumam protestar quando o STF toma decisões liberalizantes nessas áreas. Messias é evangélico e tem em sua identidade religiosa um dos principais argumentos para obter a simpatia de parte da oposição ao governo Lula.

    O aborto é permitido em três situações no Brasil: quando a gestação é decorrente de um estupro, quado a vida da mãe está em risco por causa da gravidez ou quando o feto tem anencefalia.

    As regras sobre drogas causaram uma controvérsia recente entre Legislativo e Judiciário. O STF fixou em 40 gramas a quantidade mínima de maconha para diferenciar usuário de traficante, e formou maioria para descriminalizar o porte dessa droga para uso pessoal. O movimento irritou setores do Congresso que entendem que esse tipo de regra só poderia ser alterada pelo Legislativo.

    Além disso, o indicado do presidente da República costuma dizer a seus interlocutores que, caso se torne ministro, não irá criminalizar a política. Congressistas e dirigentes partidários que ouvem a fala entendem como uma indicação de que Messias não pretende se opor às emendas.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, setores do Senado identificam no indicado de Lula uma ameaça a esse dispositivo. O temor é que ele se torne ministro e se some a Flávio Dino na tomada de decisões que dificultam e questionam o pagamento de emendas.

    Tanto a fala sobre criminalização política quanto as posições mais conservadoras afastam a imagem de Messias da de Dino, apesar de o ministro do STF também já ter se colocado contra a flexibilização das regras sobre aborto.

    Os processos sobre as emendas transformaram Flávio Dino em um dos ministros do STF mais impopulares entre congressistas. Setores da oposição tentaram colar em Messias a pecha de “novo Dino” para tentar aumentar a rejeição a seu nome.

    Dino não declarou apoio ao novo indicado de Lula, diferentemente de outros ministros do STF. O silêncio, observou um integrante o Centrão à reportagem, acabaria ajudando o postulante a integrante da corte.

    Além disso, a reportagem apurou que Messias foi questionado por senadores, em reuniões, sobre obras paradas por decisões judiciais, normalmente relacionadas a legislação ambiental, e sobre exploração mineral em terras indígenas.

    O indicado classificou a si mesmo como um desenvolvimentista nessas conversas. A indicação é de que não é favorável à paralisação de obras nem totalmente contrário à atividade econômica em território indígena. Nesse último caso, porém, fez a ressalva de que é necessário consultar a população da terra sobre a atividade mineradora.

    A Folha de S.Paulo informou a assessoria de imprensa de Messias sobre o teor da reportagem e perguntou se ele gostaria de se manifestar. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

    Apoiadores de Messias têm argumentado, ao pedir votos a senadores, que, se ele for barrado, Lula provavelmente indicaria outro nome mais à esquerda e difícil de ser rejeitado.

    Seria politicamente desgastante para senadores votar contra, por exemplo, a indicação de uma mulher negra que não seja tão próxima do presidente da República quanto Messias, mesmo que ela tenha posições progressistas muito marcadas.

    SENADORES CONTRARIADOS

    O indicado de Lula encontra um ambiente adverso no Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP) e vários senadores influentes queriam que o indicado para o STF fosse Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

    A escolha de Lula por Messias em detrimento de Pacheco estremeceu a relação entre governo e Senado, Casa que mais deu apoio ao petista no Legislativo durante o atual mandato.

    Alcolumbre cancelou a sabatina prevista para a próxima semana porque o Planalto não havia enviado os documentos necessários para deflagrar o processo de análise pelo Senado. Lula buscava avaliar o ambiente político e postergar o envio até ter certeza de que seu indicado teria os votos necessários.

    Com o cancelamento, Alcolumbre retomou o poder para escolher uma data para a sabatina depois que o Planalto remeter a papelada necessária. Nesta quinta-feira (4), o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que a sabatina será feita no ano que vem pois já não haveria tempo hábil neste ano.

    Aliados do presidente da República dizem que ele deve procurar Alcolumbre nos próximos dias para conversar e repactuar sua relação com o Senado. O senador tem demonstrado irritação com o caso a seus aliados.

    Enquanto isso, Messias continua sua campanha. Na noite de terça (2), horas depois do adiamento da sabatina, encontrou senadores evangélicos, ministros do STF e outros políticos em jantar organizado pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG).

    Na manhã de quarta (3), conversou ao menos com os senadores Beto Faro (PT-PA) e Nelsinho Trad (PSD-MS). Também encontrou a bancada feminina do Senado, onde se disse comprometido com o combate ao feminicídio. “Continuo meu trabalho da mesma forma”, disse Messias à reportagem em um corredor do Senado.

    Messias indica visão conservadora sobre aborto e aval a emendas para virar votos de senadores

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  • Criadores de conteúdo mais ricos do mundo: Fortunas dos brasileiros são surpreendentes!

    Criadores de conteúdo mais ricos do mundo: Fortunas dos brasileiros são surpreendentes!

    A criação de conteúdo se tornou uma indústria multibilionária

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  • Erupção vulcânica pode ter contribuído para disseminação da peste negra na Europa

    Erupção vulcânica pode ter contribuído para disseminação da peste negra na Europa

    A hipótese para a disseminação da doença consta de um novo estudo, publicado nesta quinta-feira (4) no periódico Communications Earth & Environment, da Nature

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Atividades vulcânicas podem ter contribuído para o alastramento da peste negra na Europa no século 14, doença que devastou parte da população do continente. A hipótese consta de um novo estudo, publicado nesta quinta-feira (4) no periódico Communications Earth & Environment, da Nature.

    Estima-se que a pandemia de peste negra tenha vitimado milhões de pessoas à época. Alguns estudos apontam mais da metade dos habitantes europeus, porém uma pesquisa mais recente, de 2022, sugeriu que esses dados são superestimados.

    Os autores da nova pesquisa afirmam que erupções vulcânicas levaram a quedas de temperaturas entre 1345 e 1347. Esse cenário, por sua vez, impactou as plantações de grãos, fazendo com que trocas comerciais entre regiões da Ásia e da Europa fossem intensificadas. Teria sido nesse contexto que navios, carregados de grãos, teriam carregado pulgas infectadas com a bactéria para países europeus.

    Outras pesquisas apontaram que a Yersinia pestis tem origem em roedores selvagens na Ásia Central e chegaram à Europa pela região do mar Negro. No entanto, existem poucas evidências sobre quais fatores influenciaram a disseminação da doença entre Ásia Central e Europa a partir de 1347, questão que o novo estudo buscou responder.

    Para isso, a pesquisa se baseou em análises de paleoclimatologia, área que busca entender o clima da Terra em diferentes momentos da história. No estudo, os autores se atentaram a relatos históricos sobre uma erupção vulcânica -ou um conjunto de erupção, não se tem certeza- que ocorreu próximo do ano de 1345.

    Os cientistas encontraram evidências de que pouco depois desse fenômeno vulcânico houve registros de ondas de frio na Europa, especialmente na região do mar Mediterrâneo. Anéis azuis em árvores na região dos Pirineus, na Espanha, foram cruciais para essa conclusão. Eles são indicativos de que houve uma anomalia no desenvolvimento dessas árvores, pois suas madeiras não se consolidaram plenamente.

    Segundo os autores, seria essa queda abrupta na temperatura, sobretudo em meados de 1345 e 1346, que causou tal falha na constituição das árvores, dando origem aos anéis. Fontes históricas analisadas no estudo também contêm relatos de verões particularmente frios nesses anos.

    “Os dados dos anéis das árvores me dão confiança de que minhas fontes escritas estão relatando fatos ao descreverem anomalias meteorológicas”, afirmou Martin Bauch, do Instituto Leibniz para a História e Cultura da Europa Oriental (Alemanha), autor do novo estudo.

    “Por outro lado, as fontes escritas podem trazer afirmações sobre as estações do ano para as quais os anéis de crescimento não fornecem nenhuma informação”, acrescentou ele.

    FOME E A PESTE NEGRA

    O distúrbio climático associado à erupção vulcânica teve relação com um encolhimento na produção de grãos. Esse cenário, por sua vez, culminou com uma onda de fome intensa entre 1345 e 1347, especialmente na região ao redor do Mediterrâneo. Os autores argumentam que, por causa disso, algumas potências marítimas na península italiana, como Gênova, Veneza e Pisa, solucionaram o problema ao importar grãos de mongóis dos arredores do mar Negro em 1347.

    “Essa mudança no comércio de grãos de longa distância, impulsionada pela fome, não apenas impediu que grandes partes da Itália morressem de fome, mas introduziu a bactéria da peste por meio de cargas de grãos nos portos do Mediterrâneo e alimentou sua rápida dispersão por grande parte da Europa”, afirmam os autores no artigo.

    Concluir que uma mudança climática temporária causada por atividades vulcânicas acelerou a disseminação da peste negra na Europa é relevante por apontar como diversos fatores influenciam a propagação de doenças.

    Na avaliação de Bauch, é importante entender a peste negra como um sistema complexo, em que diferentes elementos estiveram interligados. “A bactéria da peste não se altera fundamentalmente, assim como seus efeitos nocivos e a velocidade de sua disseminação. Com esse estudo, esperamos questionar pressupostos como ‘mesmo patógeno mesmo impacto’.” Ou seja, um patogeno não necessariamente teria o mesmo desfecho em todo contexto uma vez que outros aspectos influenciam a disseminação do doença.

    Erupção vulcânica pode ter contribuído para disseminação da peste negra na Europa

  • Senado prepara nova lei sobre impeachment de ministro do STF para rebater decisão de Gilmar

    Senado prepara nova lei sobre impeachment de ministro do STF para rebater decisão de Gilmar

    Proposta apresentada por comissão de juristas está parada desde 2023 por causa de pontos polêmicos; governo vê oportunidade de recompor relação com Alcolumbre, com adiamento da sucessão no Supremo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O Senado prepara uma nova lei sobre crime de responsabilidade de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e outras autoridades -como o presidente da República- para rebater a decisão de Gilmar Mendes que blindou os ministros contra processos de impeachment, ao elevar o quórum para afastá-los e tornar uma prerrogativa exclusiva do procurador-geral da República (PGR) a apresentação de pedidos contra eles.

    Esse projeto foi apresentado em 2023 pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), após uma minuta ser formulada por equipe liderada pelo então ministro do STF e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. A proposta foi debatida ao longo daquele ano, mas desde agosto de 2023 está parada.

    De acordo com integrantes da cúpula do Senado, a estratégia do presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) é colocar este projeto em votação ainda antes do recesso parlamentar. Ele conversou com o senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da proposta, para que o parecer seja apresentado em breve.

    O projeto ficou parado por causa de pontos polêmicos, como impor um prazo para que o presidente da Câmara dos Deputados decida se aceita a denúncia por crime de responsabilidade contra o presidente da República. Atualmente, ele pode ficar com o processo na gaveta, sem arquivar ou aceitar a representação.

    Além disso, o texto amplia o rol de autoridades sujeitas a serem processadas por crime de responsabilidade, incluindo juízes, desembargadores e integrantes do Ministério Público. Outro ponto polêmico é conferir a partidos políticos, sindicatos e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a possibilidade de apresentar denúncias contra autoridades.

    Senadores dizem que a expectativa é de que o texto seja debatido na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) na próxima semana. A Folha não conseguiu contato com Rocha. A ideia é que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) apresentada pela oposição para permitir que qualquer cidadão possa solicitar o impeachment dos ministros não seja debatida, já que o plano é atualizar a lei de 1950.

    Outras propostas que a oposição tenta retomar são as PECs para limitar as decisões monocráticas (individuais) no STF e para permitir que o Congresso suspenda julgamentos da corte. Porém, parte da Câmara afirma que o ideal é avançar com o projeto de lei que regulamenta este tipo de decisão dos ministros e restringe os partidos com acesso ao Supremo, aprovado esta semana pela Casa.

    A reação do Congresso ocorreu após Gilmar declarar parte da Lei do Impeachment inconstitucional. Ele proibiu que cidadãos comuns peçam ao Senado o impeachment dos ministros e disse que isso é uma competência exclusiva do procurador-geral da República.

    Além disso, ele aumentou o quórum para aprovar o impeachment. Pela lei, é necessário o apoio da maioria simples dos votantes. Gilmar igualou ao afastamento do presidente da República, que exige o voto favorável de dois terços do Senado -54 dos 81 senadores.

    Nesta quinta, Gilmar defendeu sua decisão em evento em Brasília. “As pessoas dizem: mas por que liminar? Estou lhes dando as razões. Com tantos pedidos de impeachment, com as pessoas anunciando que farão campanhas eleitorais para obter maioria no Senado para fazer o impeachment”, afirmou.

    O ministro Flávio Dino o apoiou e disse que nunca houve tantos pedidos de impeachment. “Espero que esse julgamento sirva como estímulo ao Congresso Nacional para legislar sobre o assunto”, disse. “Basta lembrar que o campeão é apenas um ministro: Alexandre de Moraes. Então, ou se cuida de um serial killer ou se cuida de alguém que está sendo vítima de uma espécie de perseguição, de uma chantagem”.

    As falas foram criticadas por congressistas. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), foi um dos poucos no Congresso a defender a decisão. Para ele, o impeachment dos ministros “não pode ser convertido em instrumento de intimidação, retaliação ou coerção política contra o Poder Judiciário” e há um plano da direita para intimidar o Supremo, ao formar maioria no Senado.

    Uma ala majoritária do governo avalia que o debate sobre impeachment de ministros tira a sucessão no STF do foco e permitirá ao Palácio do Planalto realinhar sua relação com o Senado. Há, inclusive, quem defenda um gesto de solidariedade de Lula a Alcolumbre para desobstruir os canais de comunicação, interrompidos após o petista indicar Jorge Messias para a vaga no Supremo, preterindo Pacheco.

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, viajará com Alcolumbre para o Amapá nesta sexta (5), para anúncio de programas federais. Aliados de Lula afirmam que a conversa com o presidente do Senado pode ocorrer já na próxima semana, antes do recesso, embora a votação para o novo ministro do STF deva ficar para 2026.

    No entanto, a crítica do petista às emendas parlamentares em evento com empresários e integrantes da sociedade civil nesta quinta (4) aumentou a tensão entre os dois Poderes.

    “Não concordo com as emendas impositivas. Eu acho que o fato de o Congresso Nacional sequestrar 50% do Orçamento da União é um grave erro histórico. Mas você só vai acabar com isso quando mudar as pessoas que governam e que aprovam isso”, declarou o petista, durante a sexta reunião do “Conselhão”.

    A fala incomodou deputados e senadores da base aliada que estavam no plenário da Câmara dos Deputados para uma sessão do Congresso. Um deputado ligou para o secretário especial de Assuntos Parlamentares da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), André Ceciliano, e repassou o telefone para o presidente do Senado.

    Segundo parlamentares, Alcolumbre questionou, em frente aos demais, “que sequestro” seria este, já que estava trabalhando para aprovar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) como queria o governo e ainda atuando para ajudar os Correios, com uma mudança na meta fiscal que permite que o Executivo não tenha que cortar despesas para compensar o prejuízo maior que a estatal deve registrar em 2026

    Senado prepara nova lei sobre impeachment de ministro do STF para rebater decisão de Gilmar

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  • Príncipe Harry faz piada sobre Donald Trump. "Elegeram um rei"

    Príncipe Harry faz piada sobre Donald Trump. "Elegeram um rei"

    O príncipe Harry fez uma aparição surpresa no “The Late Show with Stephen Colbert”, nesta quarta-feira (3), e se destacou pelo humor com piadas sobre o presidente dos EUA, Donald Trump

    O duque de Sussex esteve de surpresa no programa “The Late Show with Stephen Colbert”, nesta quarta-feira, dia 3 de dezembro, e fez uma piada sobre o lado político nos EUA e com Donald Trump. 

    O príncipe Harry, de 41 anos, esteve no Teatro Ed Sullivan na cidade de Nova York, e mal entrou em palco a plateia ficou em euforia. “Príncipe Henry Charles Albert David de Gales, Sussex. O que você está fazendo aqui?”, disse Stephen Colbert.

    Em tom de brincadeira, Harry começou logo dizendo que tinha se perdido enquanto procurava uma audição para o filme “The Gingerbread Christmas Prince Saves Christmas in Nebraska”.

    Questionado pelo apresentador sobre a razão pela qual um príncipe de verdade aceitaria um papel em um filme de baixo orçamento, o duque de Sussex respondeu “Vocês, americanos, são obcecados por filmes de Natal e claramente obcecados pela realeza, por isso, por que não?”.

    O apresentador, por sua vez, respondeu: “Calma, calma. Olha que eu não diria que somos obcecados pela realeza.”

    “Sério? Ouvi dizer que vocês elegeram um rei”, brincou logo de seguida o príncipe, o que provocou desde logo a reação dos presentes no estúdio. 

    Em seguida, Harry referiu na conversa – cheia de humor – o seu tetravô, Rei George III, que governava Inglaterra durante a perda das colônias na América com a independência dos EUA. E depois prosseguiu com a ‘audição’ para o filme natalício, tendo enumerado os seus dotes. “Sei andar a cavalo, sei pilotar um helicóptero, sei andar a cavalo em um helicóptero”, brincou. 

    O apresentador lembrou que as suas habilidades não eram assim tão importantes e que o melhor fosse conhecer alguém da indústria do entretenimento, alguém famoso. E Harry não tardou a brincar: “Talvez conheça uma”, se referindo a atriz Meghan Markle, com quem é casado.

    O fim do programa “The Late Show with Stephen Colbert”, que vai acabar em maio de 2026, também foi alvo de piada por parte de Harry. 

    “Vou gravar uma self-tape, […] vou resolver um processo judicial sem fundamento com a Casa Branca – todas as coisas que vocês da TV fazem”, disse o príncipe. “Harry, eu não fiz nada”, reagiu de seguida o apresentador. “Talvez tenha sido por isso que você foi cancelado”, brincou o duque de Sussex. 

    Vale lembrar que no último mês de julho a CBS anunciou o fim do “The Late Show with Stephen Colbert”. A estação acrescentou na ocasião que esta era uma decisão “puramente financeira” tomada “em um ambiente difícil” para os horários noturnos. “Não está de forma alguma relacionada com o desempenho do programa, o seu conteúdo ou outros assuntos que ocorram na Paramount.”

    Este anúncio aconteceu depois de Stephen Colbert ter se manifestado contra o acordo de 16 milhões de dólares pagos pela Paramount, a ‘empresa-mãe’ da CBS, para pôr fim a um processo movido por Donald Trump contra a CBS News, durante a campanha presidencial do ano passado.

    Príncipe Harry faz piada sobre Donald Trump. "Elegeram um rei"

  • Narrador de 42 anos morre logo depois de trabalhar em vitória do Santos

    Narrador de 42 anos morre logo depois de trabalhar em vitória do Santos

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O narrador Marcos Freire de Siqueira, conhecido como Marcão, morreu na noite desta quarta-feira (3) aos 42 anos.
    Marcão era fundador do “Varanda Futebol Debate”, canal que acompanhava o dia a dia do Santos. O clube afirmou que prestará um minuto de silêncio no domingo, quando o Peixe encara o Cruzeiro.

    O narrador trabalhou normalmente na vitória santista sobre o Juventude, ocorrida na noite desta quarta-feira (03), minutos antes da tragédia. A causa da morte não foi informada pela página.

    A live durou mais de quatro horas e percorreu todos os detalhes da partida em questão. Marcão, que transmitiu o duelo, fez dupla com o comentarista Thiago Jordão em um estúdio.

    VEJA O COMUNICADO DO CANAL

    “A equipe do Varanda Futebol Debate comunica, com profundo pesar, o falecimento de Marcão, fundador do canal, ocorrido em 03 de dezembro de 2025, aos 42 anos.

    Marcão foi responsável por construir a identidade, o espírito e a paixão que tornaram o Varanda uma referência nas transmissões do Santos no Youtube. Seu trabalho e dedicação deixarão um legado permanente.

    Neste momento de imensa tristeza, expressamos nossa solidariedade aos familiares, amigos e a todos que acompanharam sua trajetória.

    Que sua memória permaneça viva e honrada em cada transmissão e em cada voz que ele inspirou.”

    SANTOS SE MANIFESTA

    “O Santos FC lamenta o falecimento de Marcos Freire de Siqueira, o Marcão, de 42 anos, fundador, apresentador e narrador do Varanda Futebol Debete. O Clube fará um minuto de silêncio na partida de domingo (7), contra o Cruzeiro, na Vila Belmiro. Nossos sentimentos aos familiares e amigos.”

    O empate deixou a equipe de Leonardo Jardim com 70 pontos e sem qualquer possibilidade de sair da 3ª posição na tabela do Brasileirão

    Folhapress | 05:50 – 05/12/2025

    Narrador de 42 anos morre logo depois de trabalhar em vitória do Santos

  • Xamã fala de sua entrada em 'Cangaço Novo' e faz freestyle sobre a série na CCXP

    Xamã fala de sua entrada em 'Cangaço Novo' e faz freestyle sobre a série na CCXP

    Cantor contou que pediu papel na produção para Alice Carvalho; segunda temporada está prevista para abril no Prime Video

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – “‘Cangaço Novo’ tá na casa, faz barulho”, pediu Xamã ao improvisar rimas sobre a série durante painel no palco Thunder, o principal da CCXP 2025. A segunda temporada está prevista para abril no Prime Video.

    O ator e cantor, que está no ar em “Três Graças” (Globo), contou que pediu um papel na série para Alice Carvalho quando ambos trabalharam juntos no remake de “Renascer”. “Eu vi ‘Cangaço Novo’ e fiquei apaixonado, vi várias vezes, aí falei para ela: ‘Arruma uma vaga de qualquer coisa lá para mim. Arruma para mim, por favor’”, disse. “Vou dar um jeito”, afirmou ter ouvido da amiga.

    Deu certo. Ele vai entrar na série como o personagem Carioca, que se junta aos Vaqueiros para um executar um plano. “Ele é do Rio de Janeiro e vem com a equipe tática para fazer um grande assalto lá na área do Ubaldo”, antecipa.

    Xamã comemorou ter podido incorporar algumas coisas pessoais ao personagem nas gravações. “Eu tinha acabado de fazer um personagem que era do sul da Bahia, com o sotaque”, disse, referindo-se ao Damião de “Renascer”. “Como agora era um cara do Rio de Janeiro, eu poderia experimentar mais coisas, trazer mais cacos e a minha realidade, né?”

    Ele também comemorou fazer parte das elaboradas cenas de ação da série. “Foi muito bacana”, destacou ele. “Foi o primeiro projeto de audiovisual que eu consigo fazer uma cena de ação assim mais intensa.”

     
     
     

     
     
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    Allan Souza Lima, que vive Ubaldo, deixou subentendido que a segunda temporada terá ainda mais dessas sequências. “Eu acho que talvez seja um pouco mais violenta do que a primeira”, afirmou.

    Intérprete de Dinorah, Alice Carvalho comentou o processo de preparação junto com a preparadora Fátima Toledo. “Ela me permitiu olhar para o meu [lado] feio e ter coragem de colocar para fora”, analisou. “A gente [mulher] é colocada no lugar de não poder expressar raiva e nossos sentimentos mais selvagens, a gente tem que se comportar para poder ser aceita.”

    Já Thainá Duarte, a Dilvânia da série, falou sobre a pressão para que a segunda temporada seja tão bem-sucedida quanto a primeira. “Pelo sucesso que teve, tenho esse medo de: ‘será que a gente vai conseguir entregar o tanto que a gente entregou?’”, confessa. “Espero que sim.”

    Xamã fala de sua entrada em 'Cangaço Novo' e faz freestyle sobre a série na CCXP

  • Senado soma 99 pedidos de impeachment contra ministros do STF desde 2020

    Senado soma 99 pedidos de impeachment contra ministros do STF desde 2020

    Alexandre Moraes é principal alvo dos pedidos de impeachment, principalmente quando passou a comandar investigações contra políticos de direita e extrema-direita

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O Senado acumula 99 pedidos de abertura de processo de impeachment contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) desde 2020, quando decisões da corte sobre o enfrentamento à Covid-19 e o inquérito das fake news tensionaram a relação entre Legislativo e Judiciário.

    O ministro Alexandre de Moraes é o principal alvo dos requerimentos para ser afastado do cargo. São 56 pedidos de impeachment contra ele. Da atual composição da corte, o decano, Gilmar Mendes, está em segundo lugar na lista, com 12. Ex-ministro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Dino aparece em terceiro lugar (8).

    Gilmar é o protagonista da última tensão entre STF e Congresso. Na quarta-feira (3), em uma decisão que ajuda a blindar seus colegas, ele suspendeu trechos da Lei do Impeachment que tratam justamente do afastamento de ministros.

    A decisão liminar (provisória) causou forte reação no Legislativo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), chegou no mesmo dia a falar em mudar a Constituição em resposta à medida de Gilmar.

    Até então, qualquer cidadão poderia ingressar com um pedido de impeachment. É o que define a Lei do Impeachment, que prevê os crimes de responsabilidade.

    O inciso II do artigo 52 da Constituição Federal diz que cabe ao Senado julgar ministros do STF quanto a crimes de responsabilidade. Cabe ao chefe do Senado – hoje, Alcolumbre- decidir se dará prosseguimento ou não à solicitação.

    O mecanismo do pedido de impeachment tem sido usado por senadores e deputados da oposição, em sua maioria bolsonaristas, como forma de pressionar o Legislativo e a opinião pública contra decisões que eles consideram injustas ou parciais. Uma das principais queixas é a prerrogativa dos magistrados de impor decisões individuais (monocráticas).

    Entre os casos recentes de insatisfação de congressistas bolsonaristas, por exemplo, estão as decisões de Alexandre de Moraes à frente da relatoria da trama golpista, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à prisão.

    Levantamento da Folha com dados do Senado também mostram que nenhum dos atuais magistrados do Supremo se livrou das investidas de congressistas e de cidadãos. Os indicados por Bolsonaro, Kassio Nunes Marques e André Mendonça, foram menos visados. Têm apenas 2 e 1 pedidos de impeachment.

    Entre aqueles que já não estão mais no STF, Luís Roberto Barroso, que decidiu antecipar sua aposentadoria compulsória e deixou a corte neste ano, tem 22 pedidos de impeachment. Também foram feitas solicitações visando Ricardo Lewandowski (hoje ministro da Justiça e Segurança), Rosa Weber, Marco Aurélio de Mello e Celso de Mello.

    Senado soma 99 pedidos de impeachment contra ministros do STF desde 2020

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