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  • Plataforma de jogos "Roblox" é banida na Rússia

    Plataforma de jogos "Roblox" é banida na Rússia

    A popular plataforma de jogos “Roblox” foi banida na Rússia devido a supostas “atividade extremista” e conteúdo de propaganda relacionado à comunidade LGBTI+

    A plataforma online de jogos “Roblox” foi banida na Rússia, com o governo do país tendo considerado que as comunidades de defesa de direitos LGBTI+ apresentam “atividade extremista” e conteúdo de propaganda.

    Segundo a agência russa de notícias TASS, a presença deste tipo de comunidades na plataforma foi o motivo para a decisão do regulador russo. Vale lembrar que, a plataforma de jogos “Roblox” que é criada pelos próprios usuários, aloja comunidades com todo o tipo de interesses e afinidades.

    Os dados da plataforma Appfigures indicam que a “Roblox” foi instalada 70 milhões de vezes em dispositivos móveis na Rússia, com 8 milhões de downloads terem sido feitos só neste ano de 2025.

    Em resposta ao site PC Gamer, a produtora de “Roblox”, a Roblox Corporation, não fala especificamente sobre esta decisão do governo da Rússia mas afirma que respeita as leis locais de cada país.

    “Respeitamos as leis locais e regulamentos dos países em que estamos e acreditamos que a Roblox oferece um espaço positivo para aprender, criar e formar conexões significativas para todos”, pode se ler no comunicado do representante da Roblox Corporation. “Temos um compromisso profundo com a segurança e temos um conjunto robusto de medidas de segurança proativas e preventivas criadas para detectar e prevenir conteúdo perigoso na nossa plataforma”.

    Vale lembrar que esta não é a primeira vez que um jogo é colocado no radar dos reguladores russos. Em 2022 houve uma situação semelhante com uma expansão para The “Sims 4” que permitia aos jogadores se relacionarem com personagens do mesmo sexo.

    Após a invasão da Ucrânia no começo de 2022, a Rússia também levantou problemas com a produtora ucraniana GSC Game World devido à presença de certos conteúdos em “S.T.A.L.K.E.R. 2”.

    Plataforma de jogos "Roblox" é banida na Rússia

  • Banco Central desiste de regulamentar Pix parcelado

    Banco Central desiste de regulamentar Pix parcelado

    Decisão recebe críticas de entidade de direitos do consumidor

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Depois de adiar o lançamento do Pix parcelado, o Banco Central desistiu de regulamentar a modalidade. A decisão foi informada pela autoridade monetária nesta quinta-feira (4) a participantes do mercado durante encontro do Fórum Pix.

    A nova funcionalidade do sistema, que já é oferecida por bancos e fintechs de forma independente, tinha previsão de ser lançada pela autoridade monetária em setembro, mas foi adiada para que novas etapas do trabalho de regulamentação fossem desenvolvidas.

    O plano era que as regras do Pix parcelado ficassem prontas em outubro, o que não se concretizou, e o manual de experiência do usuário, com o detalhamento dos procedimentos operacionais, fosse apresentado em dezembro.

    Agora, além de abandonar a regulamentação no curto prazo, o BC vetou o uso do nome Pix parcelado por instituições financeiras, que poderão usar nomenclaturas similares como “Pix no crédito” ou “parcelamento do Pix”, por exemplo.

    Segundo um interlocutor ouvido pela Folha, a mudança de planos contrariou a equipe técnica. Procurado, o BC optou por não se manifestar sobre o assunto.

    O Pix parcelado é uma modalidade na qual a instituição financeira faz uma operação de crédito em parcelas para o cliente, e o estabelecimento ou pessoa física recebe o valor da operação à vista.

    Segundo os bancos e instituições financeiras do país que já oferecem o Pix parcelado, as taxas variam conforme o perfil do cliente. A cobrança hoje vai de 1,59% a 9,99% ao mês, mas pode ser maior ou menor após a análise de crédito.

    Os produtos hoje disponibilizados pelo mercado possuem regras variadas, com pouca clareza sobre as consequências em caso de inadimplência dos clientes.

    A falta de regulamentação do produto é vista com preocupação por especialistas em direito do consumidor. Para o Idec (Instituto de Defesa de Consumidores), a decisão do BC é “inaceitável” e deixará a população vulnerável ao risco de superendividamento.

    Segundo Viviane Fernandes, consultora do programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec, o BC não forneceu uma justificativa pela decisão tomada. “Houve uma menção ao fato de que o Pix parcelado não teria regulação porque já era um produto comercializado por diferentes instituições financeiras e já estava implementado pelo mercado”, diz.

    À Folha de S.Paulo ela ressalta que outros produtos evolutivos do Pix possuem regras claras, o que gera uma padronização no mercado. “Cada instituição financeira vai poder fazer de uma forma, de acordo com seu apetite de risco. Até criar um manual de boas práticas de educação financeira se torna inviável”, afirma.

    Banco Central desiste de regulamentar Pix parcelado

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  • Marçal tem inelegibilidade confirmada em 2ª instância e não pode concorrer nas eleições 2026

    Marçal tem inelegibilidade confirmada em 2ª instância e não pode concorrer nas eleições 2026

    Condenação em órgão colegiado o torna inelegível segundo a Lei da Ficha Limpa; cabe recurso ao TSE; ação avaliou concurso de cortes do então candidato do PRTB à Prefeitura de São Paulo, em 2024

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) manteve, nesta quinta-feira (4), a inelegibilidade por oito anos de Pablo Marçal na ação sobre concurso de cortes feito pelo então candidato à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2024.

    A corte confirmou em segunda instância que o empresário, que concorreu pelo PRTB, fez uso indevido dos meios de comunicação e manteve a multa de R$ 420 mil por descumprimento de ordem judicial.

    Marçal, entretanto, teve parte do recurso reconhecido pela Justiça, que afastou duas condenações sobre abuso de poder econômico e captação e gastos ilícitos.

    Votaram pela inelegibilidade, contada a partir do pleito de 2024, quatro dos sete ministros no julgamento. A maioria acompanhou o relator, Claudio José Langroiva Pereira.

    Na decisão, Pereira chamou de “inovadora” e “proibida” a estratégia de cortes de Marçal. “A estratégia de engenharia social, desenvolvida pelo recorrente, é realmente inovadora no contexto das eleições brasileiras, mas também é proibida, seja pela impossibilidade de controle (mesmo pelos seus organizadores) e de fiscalização; seja pela oferta de remuneração de pessoas físicas, para a promoção de candidatura”, apontou.

    A corte entendeu que os campeonatos realizados pelo então candidato, com oferta de prêmios e com a hashtag #prefeitomarçal, feriram a legislação, que veda a concessão de vantagem econômica a pessoas naturais para a veiculação de propaganda eleitoral na internet.

    A confirmação em órgão colegiado faz com que o empresário fique inelegível para as próximas eleições, em consonância com a Lei da Ficha Limpa. Cabe, entretanto, recurso junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    O julgamento na segunda instância começou em 6 de novembro, mas foi suspenso por pedido de vista do juiz Regis de Castilho. O magistrado negou, nesta quinta, o uso indevido dos meios de comunicação e a inelegibilidade, mas foi vencido.

    Para Rafael Carneiro e Felipe Corrêa, advogados do PSB, um dos proponentes da ação que levou à inelegibilidade, a decisão desta quinta é importante para garantir a lisura do processo eleitoral.

    “O julgamento reafirma o compromisso da Justiça Eleitoral com o cumprimento das regras que orientam a disputa, exigindo de todos padrões essenciais de correção e transparência. O respeito às normas permanece central para a credibilidade das eleições e para a legitimidade das escolhas democráticas”, disseram em nota.

    A Folha tentou o contato com Pablo Marçal, que não respondeu até a publicação da reportagem.

    Com processos na Justiça fruto do comportamento nas eleições, o empresário também havia sido considerado inelegível em mais duas ações.

    Em uma delas, a inelegibilidade foi revertida em segunda instância, em novembro de 2025, em ação sobre suposta venda de apoio de Marçal a candidatos a vereador em troca de pagamentos por Pix. Nela, o TRE-SP julgou improcedentes Aijes (Ações de Investigação Judicial Eleitoral) movidas pelo PSB e pela coligação do atual ministro da Secretaria Geral da Presidência no governo Lula (PT), Guilherme Boulos, que concorreu com Marçal na disputa pela Prefeitura de São Paulo.

    Determinou também inelegibilidade em primeira instância outra ação, ainda não julgada pelo TRE-SP. O processo também é relacionado ao uso indevido dos meios de comunicação, abuso de poder econômico, captação e gastos ilícitos.

    Marçal tem inelegibilidade confirmada em 2ª instância e não pode concorrer nas eleições 2026

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  • Brasil conhece nesta sexta seus adversários na Copa do Mundo

    Brasil conhece nesta sexta seus adversários na Copa do Mundo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com shows de Andrea Bocelli e Village People, acontece nesta sexta-feira (5), no Kennedy Center, em Washington, nos Estados Unidos, a partir das 14h (horário de Brasília), o sorteio que definirá os 12 grupos da Copa do Mundo de 2026.

    As 42 seleções já classificadas ao Mundial e as seis vagas ainda restantes -a serem definidas por meio das repescagens europeia e intercontinental, em março- foram previamente distribuídas em quatro potes.

    A disposição dos potes, com 12 seleções cada, leva em conta a classificação das seleções no ranking da Fifa (Federação Internacional de Futebol), com exceção dos três países-sede -Estados Unidos, Canadá e México–, que ficaram no primeiro, reservado aos cabeças de chave.

    No pote 1, além dos países que vão sediar o Mundial, estão também Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Brasil, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha.

    No pote 2, estão Croácia, Marrocos, Colômbia, Uruguai, Suíça, Japão, Senegal, Irã, Coreia do Sul, Equador, Áustria e Austrália.

    Fazem parte do pote 3 as seleções da Noruega, Panamá, Egito, Argélia, Escócia, Paraguai, Tunísia, Costa do Marfim, Uzbequistão, Qatar, Arábia Saudita e África do Sul.

    No pote 4, estão Jordânia, Cabo Verde, Gana, Curaçau, Haiti e Nova Zelândia. Também estão no último pote do sorteio as seis vagas ainda a serem definidas por meio das repescagens.

    O sorteio começará pelo pote 1. Depois que todos os times desse conjunto forem alocados em um dos 12 grupos de A a L, o sorteio passará ao pote 2, e assim por diante. Os países-sede serão novamente as exceções. O México já está garantido como integrante do grupo A, o Canadá, do grupo B, e os Estados Unidos, do grupo D.

    Pelas regras definidas pela Fifa, nenhum grupo terá mais de uma seleção de uma mesma confederação regional, com exceção da Uefa (União das Associações Europeias de Futebol), que terá 16 representantes e pode colocar até duas equipes em um grupo.

    Além disso, “para garantir equilíbrio competitivo”, líder e vice-líder do ranking -Espanha e Argentina– ficarão em lados opostos no chaveamento. O mesmo princípio será aplicado às seleções que ocupam a terceira e quarta colocação no ranking –França e Inglaterra, respectivamente.

    Dessa forma, caso vençam seus grupos, as duas seleções mais bem ranqueadas não se enfrentam antes da final. Mesmo que essas equipes não vençam seus grupos, elas não poderão se encontrar antes das semifinais.

    Os dois primeiros de cada chave avançam, mais os oito melhores terceiros colocados, com as 32 seleções passando a se enfrentar em partidas de mata-mata. Serão, ao todo, 104 partidas.

    As sedes em que ficarão concentradas as seleções, os estádios e os horários de cada jogo serão divulgados apenas no sábado (6).

    Repescagens em março definem últimas seis vagas

    Além das 12 seleções europeias já garantidas na Copa, outras 16 ainda disputam a repescagem regional, entre 26 e 31 de março. As equipes se enfrentam em torneio mata-mata, com duas rodadas, por quatro vagas remanescentes na Copa.

    Tetracampeã mundial, a Itália vai enfrentar a Irlanda do Norte na primeira rodada. Se avançar, terá pela frente o vencedor de País de Gales e Bósnia e Herzegovina.

    A Ucrânia enfrentará a Suécia, com o vencedor pegando quem passar de Polônia e Albânia. A Irlanda encara a República Tcheca, pelo direito de enfrentar Dinamarca ou Macedônia do Norte. Já a Turquia joga contra a Romênia. Quem passar encara Eslováquia ou Kosovo.

    Pela repescagem intercontinental, seis seleções serão divididas em duas chaves principais, cada uma dando direito a uma vaga na Copa. Os jogos também serão entre 26 e 31 de março, nas cidades mexicanas de Guadalajara e Monterrey.

    Em uma das chaves, o Iraque aguardará o vencedor do confronto entre Bolívia e Suriname. Na outra chave, Nova Caledônia e Jamaica duelam pelo direito de enfrentar a República Democrática do Congo.

    A Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México, com a final em 19 de julho, no MetLife Stadium, em East Rutherford.

    Brasil conhece nesta sexta seus adversários na Copa do Mundo

  • Como retrospectiva do Spotify se tornou fenômeno da cultura pop na internet

    Como retrospectiva do Spotify se tornou fenômeno da cultura pop na internet

    A popularidade da retrospectiva é tamanha que outras plataformas decidiram pegar carona nesse sucesso; nas redes sociais, usuários da plataforma mostram seus dados de consumo musical

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Desde que foi criada, há uma década, a retrospectiva musical do Spotify se tornou um dos principais tópicos de discussão nas redes sociais durante o fim do ano, firmando-se como um fenômeno cultural durante esse período.

    Usuários do aplicativo compartilham em seus perfis quais foram as músicas e os artistas que mais ouviram, rendendo piadas, memes e algumas polêmicas.

    Este ano não poderia ser diferente. No X, antigo Twitter, a tag “Spotify” registrou cerca de 1 milhão de posts, atingindo o primeiro lugar dos assuntos mais comentados da rede. Esse burburinho todo foi potencializado por um novo recurso -a idade musical dos ouvintes de acordo com as músicas e os artistas que eles ouviram ao longo de 2025.

    Nas redes, a categoria virou meme após diversos internautas terem compartilhado suas idades musicais. O tempo que os usuários passaram ouvindo música também foi alvo de comparações, com pessoas ultrapassando os 200 mil minutos e outras que não chegam a 10 mil.

    A popularidade da retrospectiva é tamanha que outras plataformas decidiram pegar carona nesse sucesso. É o caso do prestigiado dicionário MerriamWebster, que fez um post nas redes parodiando o projeto. O que hoje é uma campanha ambiciosa começou de forma bem mais modesta em 2015.

    À época, a plataforma lançou a iniciativa “Year In Music” -algo como o ano na música, em português-, uma espécie de embrião da retrospectiva. O projeto mudou de nome em 2016, quando passou a ser conhecido como retrospectiva musical.

    Foi nesse momento que o Spotify lançou uma playlist com as músicas que os ouvintes mais escutaram ao longo do ano, uma das funcionalidades mais populares do aplicativo.

    Conforme o tempo foi passando, a retrospectiva ficou cada vez mais ambiciosa e personalizada, conquistando de vez a atenção dos internautas com recursos criativos e designs ousados.

    Em 2023, por exemplo, a plataforma lançou uma funcionalidade chamada “Sound Town” -cidade do som, em português. O recurso permitia que os ouvintes descobrissem as regiões do mundo com as quais eles tinham mais afinidade em termos musicais.

    No ano passado, a retrospectiva voltou a chamar a atenção com um recurso que mostrou a evolução musical dos usuários da plataforma. Para isso, o serviço de streaming classificou as fases do ano de acordo com aquilo que as pessoas ouviram.

    Como retrospectiva do Spotify se tornou fenômeno da cultura pop na internet

  • Moraes pede data para julgar réus pelo assassinato de Marielle Franco

    Moraes pede data para julgar réus pelo assassinato de Marielle Franco

    Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados em 2018, no Rio de Janeiro; julgamento de acusados deve ocorrer em 2026

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento a ação penal que trata do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro.

    Na decisão, o ministro pediu ao presidente da Primeira Turma da Corte, Flávio Dino, o agendamento de uma data para julgamento presencial do caso.

    Devido ao período de recesso na Corte, que começa no dia 19 deste mês e vai até 1° de fevereiro, o julgamento deve ocorrer em 2026. 

    São réus pela suposta participação no crime o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente. 

    Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de realizar os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.

    Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de realizar o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa. 

    De acordo com a investigação realizada pela Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio.

    Nos depoimentos prestados durante a investigação, os acusados negaram participação no assassinato.

    Moraes pede data para julgar réus pelo assassinato de Marielle Franco

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  • Governo quer aprovar regulamentação de trabalho por aplicativo até abril de 2026

    Governo quer aprovar regulamentação de trabalho por aplicativo até abril de 2026

    Segundo o ministro Guilherme Boulos, a intenção do governo é concluir o grupo de trabalho entre janeiro e fevereiro, para que possam trabalhar pela aprovação do projeto antes do início do calendário eleitoral

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, anunciou nesta quinta-feira (4) a criação do grupo de trabalho para discussão das demandas dos trabalhadores por aplicativo. De acordo com ele, o objetivo é que a proposta, que tramita no Congresso, possa ser aprovada e sancionada antes do período eleitoral.

    “Nós vamos fazer as reuniões com um prazo de brevidade para tentar encerrar esse grupo com alguns consensos consolidados já entre fim de janeiro e início de fevereiro”, disse Boulos.

    “A nossa perspectiva com a participação, inclusive dos parlamentares que estão conduzindo isso no próprio grupo de trabalho, é que o resultado do grupo seja incorporado como emendas ao projeto ao longo da tramitação, tanto na Câmara quanto Senado, e que a gente possa ter um esforço concentrado para aprovar nas duas casas e garantir a sanção pelo presidente Lula entre março e abril, antes, claro, de entrar no período eleitoral.

    Este já é o segundo grupo de trabalho criado para tratar da questão. Agora, sob o comando de Boulos, a Secretaria-Geral assinou a portaria que cria o novo GT, em trabalho conjunto com o Ministério do Trabalho para tratar da pauta -uma das promessas de campanha de Lula em 2022.

    No anúncio feito no Planalto, representantes da categoria fizeram falas sobre as demandas após introdução do ministro, na qual lembraram da promessa do petista e pediram avanço no tema.

    Hoje, a regulamentação do trabalho por aplicativo está travada na Câmara, sob a relatoria do deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE).

    “Nós vamos chamar já uma primeira reunião do grupo de trabalho ainda este ano. O relatório deve ser apresentado na semana que vem”, disse Boulos.

    Segundo o ministro, pontos importantes para a categoria já foram levados e discutidos com o relator Augusto Coutinho, e que as questões devem ser incorporadas ao texto final.

    Governo quer aprovar regulamentação de trabalho por aplicativo até abril de 2026

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  • Phelipe Siani é vítima de 'quebra-vidros' em SP e tem celular roubado

    Phelipe Siani é vítima de 'quebra-vidros' em SP e tem celular roubado

    Criminosos quebraram o vidro do carro do jornalista e roubaram o celular dele na Marginal Pinheiros, em São Paulo

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O jornalista Phelipe Siani, 40, contou ter sido vítima de roubo em São Paulo nesta quarta-feira (3). Criminosos quebraram o vidro do carro do apresentador e roubaram o celular dele. Ele estava na marginal, com a namorada, indo para um evento.

    “De repente, explodiram aquele vidro ali. Está cheio de estilhaço aqui ainda dentro. E aí levaram o meu celular. Graças a Deus a gente não se machucou.”

    Phelipe ainda ressaltou uma ironia no ocorrido: ele é sócio de uma empresa que vende película anti-vandalismo. “Só que eu acabei de pegar esse carro e ainda não tinha feito a troca. Então, se você puder em São Paulo, em qualquer grande cidade do Brasil, infelizmente, andar de carro blindado ou com película anti-vandalismo, faça isso”.

    O jornalista relatou o transtorno após o crime. “O dia inteiro foi aquilo: polícia, boletim de ocorrência, falar nos bancos, tentando entender o que aconteceu. A gente está bem, graças a Deus, fisicamente. Mas o transtorno é gigantesco, né”.

    “E o pior é que eu tinha muitos trabalhos das últimas viagens que eu fiz. Muitas imagens, entrevistas, que eu ainda não tinha conseguido subir na nuvem, porque minha nuvem está cheia, porque são materiais em 4K, um tamanho muito grande. Não tinha conseguido baixar também para o computador. Enfim, um problema gigantesco, gigantesco, por causa de um vagabundo que destruiu a janela do meu carro.”

    Ele aconselhou os seguidores a terem cuidado. “Tem que se precaver. A sorte é que eu tinha dois celulares, então consegui bloquear tudo muito rapidamente por esse meu segundo celular. Me levaram um iPhone 17 Pro Max de 2TB. Mas isso não é nada, o mais importante é que a gente está bem. É isso, gente. Se protejam, infelizmente, é a vida que a gente leva hoje”.

    Phelipe Siani é vítima de 'quebra-vidros' em SP e tem celular roubado

  • Brasil não ofereceu asilo a Maduro nem está mediando negociação com EUA, diz governo

    Brasil não ofereceu asilo a Maduro nem está mediando negociação com EUA, diz governo

    Segundo funcionário de alto escalão, ditador venezuelano não sinalizou interesse por refúgio ou mediação; Brasília teme que ação militar no país vizinho abra porta para intervenções no México e na Colômbia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Brasil não ofereceu nem pretende oferecer asilo ou refúgio ao ditador Nicolás Maduro. Segundo integrantes do governo, o líder da Venezuela tampouco sinalizou interesse, ao contrário de relatos que circulam nos últimos dias.

    Mas, caso Maduro peça a proteção, o que poderia ocorrer com a entrada dele no território ou na embaixada de Brasília em Caracas, o governo irá analisar o pedido. No entanto, a percepção é de que o país não seria a primeira opção do ditador.

    O fato de o Brasil não ter reconhecido as eleições venezuelanas de 2024, que foram fraudadas pelo regime, segundo observadores internacionais, deixou as relações bilaterais estremecidas. Além disso, a recusa do governo de aceitar a Venezuela como integrante do Brics foi outro abalo na relação.

    Funcionários de alto escalão do governo brasileiro afirmam que a prioridade número um é evitar uma ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, e acreditam que o risco de isso acontecer continua alto.

    Segundo eles, um ataque americano não apenas levaria a um fluxo ainda maior de refugiados venezuelanos para outros países, mas também porque poderia abrir as portas para novas intervenções na região.

    Um ataque na Venezuela poderia dar impressão de que essa receita deve ser aplicada na Colômbia e no México, por exemplo, outros países que têm sido criticados pelo presidente Donald Trump por conta de suposta leniência de seus líderes com narcotráfico e migração ilegal.

    Ainda assim, integrantes do governo afirmam que o Brasil não tem nenhum papel de mediação na crise entre Washingotn e Caracas, nem teve qualquer participação no telefonema entre Trump e Maduro.

    Na visão de um deles, uma renúncia de Maduro neste momento, como pressiona a Casa Branca, causaria caos na Venezuela.

    Os funcionários afirmam que ninguém na oposição venezuelana, nem Maria Corina Machado, teria força política para assumir o governo, gerando um vácuo de poder e instabilidade que poderia, inclusive, transbordar para o Brasil. Eles citam como exemplo tentativas de mudança de regime em países como Líbia, Síria, Iraque e Afeganistão.

    O mesmo funcionário do governo afirma que o Brasil não foi informado oficialmente da conversa entre o empresário Joesley Batista e Maduro antes que ela ocorresse. Segundo relatou a agência Bloomberg, Joesley teria pedido ao ditador que renunciasse, e a Casa Branca havia sido comunicada da reunião entre os dois.

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  • Apostas para Copa de 2026 colocam Espanha no topo das favoritas; Haiti é maior zebra

    Apostas para Copa de 2026 colocam Espanha no topo das favoritas; Haiti é maior zebra

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ainda sem conhecer seus adversários na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, nem os possíveis rivais no mata-mata, o mapa das expectativas já toma forma nas casas de apostas. Espanha, Inglaterra, França, Brasil e Argentina surgem, nesta ordem, como as favoritas ao título, segundo as casas de apostas brasileiras.

    O caminho de cada seleção começará a ser traçado nesta sexta-feira (5), a partir das 14h (de Brasília), quando a Fifa realiza o sorteio das chaves do Mundial.

    Campeã mundial em 2010, na África do Sul, a Espanha vive um de seus momentos mais luminosos desde sua “era de ouro”. Na Eurocopa de 2024, a equipe de Luis de la Fuente levantou a taça com uma campanha praticamente irretocável. Foram seis vitórias em sete jogos no tempo normal, precisando da prorrogação apenas contra a anfitriã Alemanha, nas quartas. Os 15 gols marcados, quatro a mais que qualquer outra seleção no torneio, reforçaram o retorno de um futebol dominante e protagonista.

    Invicta há 31 partidas oficiais (25 vitórias e seis empates, sem contar disputas de pênaltis), a Espanha já superou até a sequência histórica entre 2010 e 2013, quando ficou 30 jogos sem derrota em meio às conquistas da Copa do Mundo e da Eurocopa. O cenário ajuda a explicar o favoritismo. Nas plataformas que atuam no Brasil, o título espanhol paga entre 5,4 (Casa de Apostas) e 6 (Betano e Superbet). Em números simples: R$ 100 apostados hoje podem se transformar em até R$ 600.

    No pódio das favoritas também aparece a França, bicampeã mundial (1998 e 2018) e vice em 2022. As cotações variam de 7,5 (Sportingbet) a 8 (Bet365 e Superbet), sustentadas por um elenco que segue entre os mais fortes do planeta, mesmo após renovação parcial pós-Qatar.

    “Essas cotações resultam de análises especializadas, que consideram não só o desempenho em competições, mas a ambiência de toda a temporada -confrontos recentes, histórico, adversidades e até o local da partida”, explica Hans Schleier, COO da Casa de Apostas.

    O Brasil, por sua vez, deixou para trás o favoritismo quase automático que carregou por décadas. Quinto nas Eliminatórias, viveu turbulências desde o Mundial do Qatar, com mudanças de comando e tropeços inesperados. Mesmo sob Carlo Ancelotti, a seleção ainda tenta reencontrar estabilidade após derrotas surpreendentes para Bolívia e Japão e empates frustrantes diante de Equador e Tunísia. Hoje, aparece como a quarta força, com multiplicadores entre 8 (Betano) e 9 (Bet365 e Superbet).

    Mesmo atual campeã e líder das Eliminatórias, a Argentina surge logo atrás. Com Messi provavelmente em sua despedida em Copas, a equipe de Lionel Scaloni é cotada entre 9 (Sportingbet) e 11 (Betano), reflexo das incertezas sobre a oxigenação do elenco e a adaptação pós-título.

    Zebras pagam boladas quase impossíveis

    Mesmo para quem gosta de mirar nas grandes viradas, o novo formato com 48 seleções -espalhadas entre Estados Unidos, México e Canadá- não altera um consenso: por mais democrática que seja a Copa, é improvável que países sem expressão no futebol mundial consigam se aproximar da taça.

    Por isso, as cotações das seleções emergentes beiram o simbólico. Títulos de nações como Suriname ou Haiti, classificadas pela primeira vez, rendem multiplicadores na casa de 3.001,00. É o tipo de aposta que acena com retornos estratosféricos, mas que traduz muito mais a distância dessas equipes do topo do futebol global do que qualquer possibilidade real de surpresa.

    De acordo com um relatório citado pela Bloomberg, o montante apostado globalmente na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, teria chegado a US$ 35 bilhões (R$ 185 bilhões), um salto de 65% em relação à edição de 2018, na Rússia.

    “Pretendo prestar vestibular, sim, me tornar uma empresária no futuro, em dez anos, por aí”, contou a atleta

    Folhapress | 18:24 – 04/12/2025

    Apostas para Copa de 2026 colocam Espanha no topo das favoritas; Haiti é maior zebra