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  • Maria Gladys retoma a carreira em filme de terror após fase difícil

    Maria Gladys retoma a carreira em filme de terror após fase difícil

    Após meses longe dos holofotes, Maria Gladys retorna às telas em um novo projeto, enquanto enfrenta rumores sobre sua vida pessoal e financeira. A atriz, ícone de novelas como “Vale Tudo”, desmentiu boatos sobre ajuda da neta, a atriz Mia Goth, e afirmou estar vivendo de forma independente

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Depois de um período turbulento, marcado por desaparecimento e conflitos familiares, Maria Gladys, 85, está de volta ao trabalho. A atriz retoma sua carreira no cinema com um papel inusitado: ela viverá uma síndica em um filme de terror.

    A produção, intitulada “Privadas de Suas Vidas”, tem direção de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner, e foi rodada no ano passado. No elenco, nomes como Marco Pigossi, Benjamin Damini, Otávio Muller, Miguel Navarro, Chandelly Braz, Olívia Torres, Martha Nowill, Fábio Marx e Regina Braga, entre outros dividem cena com Gladys.

    Na trama, a atriz interpreta Marluce, a síndica de um prédio que se torna o centro de uma estranha maldição envolvendo vasos sanitários. Na história, Malu (vivida por Martha Nowill) enfrenta constantes conflitos com Gênesis, seu filhe adolescente não-binárie.

    Sob pressão financeira, ela aceita organizar o chá revelação de uma vizinha influenciadora e, sem perceber, acaba despertando uma maldição que transforma as privadas do edifício em instrumentos assassinos. Com humor ácido e elementos de horror, o filme promete ser uma sátira ousada da vida em condomínio.

    O projeto marca o retorno de Maria Gladys às telas após um período afastada dos holofotes. Conhecida por papéisem produções como “Vale Tudo” e “Paraíso Tropical”, a atriz volta em um gênero pouco explorado em sua trajetória. Ainda não há previsão de estreia de “Privadas de Suas Vidas”.

    Recentemente, Maria Gladys foi vista por fãs almoçando em um bar no Catete, na zona sul do Rio de Janeiro. É a primeira aparição pública da atriz desde abril, quando uma de suas filhas, Maria Thereza Mello isse que ela estaria “na rua, confusa e sem dinheiro”. Ela també alegou dificuldades financeiras de toda a família.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Instagram/Faniarjoficial  

    Posteriormente, Gladys concedeu uma entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Record, e contou que “gasta mais do que tem para viver bem”, e que não economizou dinheiro durante a vida. Ela também desmentiu os boatos de que sua neta, Mia Goth, teria oferecido ajuda para levá-la a Londres: “Ela não me ligou, não mandou nada. Não estou sabendo de ajuda nenhuma e, sinceramente, nem quero saber dessas fofocas”, Mia é filha de Rachel, uma das três filhas de Maria Gladys. Além de Rachel e Maria Thereza, Maria Gladys é mãe de Gleyson

    Mia Goth começou carreira no cinema aos 19, ao participar do filme “Ninfomaníaca” (2013), de Lars Von Trier. Ela é protagonista de alguns dos títulos mais aclamados do terror dos dias atuais, como “X – A Marca da Morte” e “Pearl”, antecessores de “MaXXXine” e “Piscina Infinita”, “Suspiria” e “Marrowbone”. A tia da atriz britânica a criticou por pouco ajudar em relação a qualquer coisa que envolva a avó.

    Maria Gladys retoma a carreira em filme de terror após fase difícil

  • Rio de Janeiro bate recorde de turistas internacionais em 2025

    Rio de Janeiro bate recorde de turistas internacionais em 2025

    Com 1,8 milhão de visitantes estrangeiros entre janeiro e outubro, o Rio de Janeiro supera o total de 2024 e deve ultrapassar a marca inédita de 2 milhões até o fim do ano. Governo e prefeitura projetam um verão histórico em 2026, com forte impacto na economia fluminense.

    O Rio de Janeiro alcançou a marca de quase 1,8 milhão de turistas internacionais de janeiro a outubro de 2025. O número é maior do que todo o fluxo registrado em 2024, quando 1,5 milhão de turistas de outros países visitaram a região. 

    Na comparação com os primeiros oito meses de 2024, os dados revelam alta de 48,8% neste ano. Com o ritmo atual, o estado deve bater, em dezembro, outro recorde: ultrapassar a marca inédita de 2 milhões de visitantes estrangeiros.

    Somente em outubro, foram 164.593 turistas internacionais, um aumento de 25,6% em comparação ao mesmo mês do ano anterior.

    A Argentina segue como o principal país de origem, com 648.911 visitantes, seguida por Chile (303.341), Estados Unidos (174.163), Uruguai (85.948) e França (70.916).

    Para o secretário de Estado de Turismo, Gustavo Tutuca, o desempenho é resultado direto da política de promoção internacional e da retomada do Aeroporto Internacional RioGaleão.

    “Atingir 1,8 milhão de turistas internacionais é a prova de que o Rio voltou a ocupar seu lugar de destaque no cenário mundial. Esse avanço é fruto de um trabalho consistente de promoção, com presença nas principais feiras globais e ações em mercados estratégicos.”

    Ainda segundo o secretário, a reativação do RioGaleão, que voltou a ter protagonismo na malha aérea internacional, contribuiu de forma “fundamental” no aumento do fluxo de turistas.

    Além do município do Rio, visitantes estrangeiros têm aproveitado para conhecer o interior do estado, impulsionando pousadas, restaurantes, produtores e o comércio local.

    O turismo internacional também tem contribuído para o desenvolvimento das economias regionais, ampliando oportunidades em todo o território fluminense.

    Promoção internacional

    O recorde alcançado é resultado das políticas de promoção internacional. Em 2025, a Secretaria de Estado de Turismo apoiou mais de 20 eventos gastronômicos em diferentes regiões, reforçando o compromisso com a interiorização da atividade turística e o fortalecimento dos circuitos locais de sabores.

    O calendário inclui grandes eventos, como o Rio Gastronomia, além de festivais em municípios como Petrópolis, Cabo Frio, Búzios, Teresópolis, Volta Redonda, Miguel Pereira, Santa Maria Madalena, Visconde de Mauá e Penedo, entre outros.

    Verão aquecido

    Já a Prefeitura do Rio de Janeiro projeta um verão de 2026 ainda mais aquecido para a economia da cidade. Os números deste ano reforçam a força do turismo e das atividades econômicas ligadas ao lazer, à cultura e às praias cariocas.

    De 21 de dezembro de 2024 a 20 de março de 2025, o Rio arrecadou R$ 142,6 milhões em impostos (ISS) provenientes de turismo e eventos, um crescimento real de 17,7% em relação ao verão anterior.

    Mantido esse ritmo, a arrecadação no verão de 2026 poderá alcançar R$ 164,3 milhões em impostos.

    O movimento turístico também apresentou resultados expressivos. Durante o verão de 2025, a cidade recebeu 5 milhões de visitantes, sendo 918,5 mil estrangeiros e 4,1 milhões de brasileiros – alta de 14,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A chegada de turistas internacionais cresceu 35,6%, enquanto o público nacional avançou 10,3%, segundo o Observatório do Turismo da Secretaria Municipal de Turismo.

    Caso a tendência se repita, o verão de 2026 deve receber 5,7 milhões de turistas, com 1,2 milhão de visitantes internacionais e 4,5 milhões de nacionais.

    “Após um ano de crescimento ininterrupto no turismo carioca, estamos nos preparando para receber o que esperamos ser o maior verão da cidade. Além do réveillon e do carnaval, esperamos crescer também através de nossos roteiros naturais, como nossas praias, trilhas e picos”, disse o presidente da Riotur, Bernardo Fellows.

    Praias

    Além do impacto direto no turismo, as praias do Rio seguem como um importante motor econômico. De acordo com o estudo Economia das Praias do Rio, realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, as atividades comerciais realizadas nas areias das praias cariocas movimentam, em valores atuais, cerca de R$ 5,1 bilhões por ano, valor que não inclui quiosques e restaurantes da orla.

    A estimativa considera o número de ambulantes, barraqueiros, clientes e gastos médios diários.

    “Os números mostram que o Rio está cada vez mais preparado para receber bem e gerar oportunidades. A expectativa para 2026 é de um novo salto na arrecadação e no turismo, com impacto direto na economia e na geração de empregos”, esclareceu o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Osmar Lima.

    Com esses indicadores, o Rio de Janeiro consolida-se como um dos principais destinos turísticos do hemisfério Sul e se prepara para um verão de 2026 que promete bater novos recordes de visitantes, renda e oportunidades.

    “Esses resultados nos deixam confiantes de que estamos no caminho certo. Tudo isso é fruto do que vem sendo investido e planejado para o turismo no Rio de Janeiro desde 2021, e olhando para o futuro” disse a secretária municipal de Turismo do município, Daniela Maia.

    Rio de Janeiro bate recorde de turistas internacionais em 2025

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  • Três meses após a morte de Ozzy Osbourne, família revela detalhes sobre os últimos dias do cantor

    Três meses após a morte de Ozzy Osbourne, família revela detalhes sobre os últimos dias do cantor

    A família de Ozzy Osbourne revelou detalhes emocionantes sobre os últimos dias do astro do rock, marcado por complicações de saúde após uma queda e uma infecção grave. Em um podcast especial, Sharon, Jack e Kelly agradeceram o apoio dos fãs e homenagens enviadas por líderes como Trump e o rei Charles 3º

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Três meses após a morte de Ozzy Osbourne (948-2025), a família do lendário vocalista do Black Sabbath se reuniu para homenageá-lo e compartilhar detalhes inéditos sobre seus últimos dias.

    Durante um episódio especial do Osbourne Podcast, divulgado nesta quarta-feira (12), a esposa Sharon e os filhos Jack e Kelly Osbourne contaram que o músico havia sido internado duas semanas antes de sua última apresentação, realizada em 5 de julho, em Birmingham, na Inglaterra.”Estávamos apavorados que as pessoas descobrissem [sobre a internação]”, admitiu Sharon.

    Segundo a família, o estado de saúde do cantor – que morreu aos 76 anos em 22 de julho- vinha se agravando desde o fim de 2024. Perto do Natal, Ozzy Osbourne sofreu uma queda e decidiu esconder o acidente. “Ele era teimoso, não contou para ninguém que tinha caído e, no fim das contas, descobrimos que ele tinha uma fratura nas costas, em uma das vértebras”, relatou Jack.

    A lesão deu início a uma série de complicações. “Depois do acidente, começou um efeito dominó. Ele pegou pneumonia no hospital”, explicou o filho. O quadro se agravou após uma cirurgia na coluna, que provocou uma infecção bacteriana. A infecção evoluiu para sepse, uma inflamação generalizada potencialmente fatal.

    Durante o podcast, a família também agradeceu pelas mensagens de apoio recebidas de fãs e personalidades do mundo todo. Entre elas, destacaram um áudio enviado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Sharon, após a morte do músico.”É o Donald Trump. Só queria desejar o melhor para você e sua família. Ele era um cara incrível, único e talentoso. Se cuide e dê um alô para a família”, disse o político na gravação.

    Jack comentou o gesto: “Ame-o ou odeie-o, ele não precisava ligar e mandar uma mensagem.” Sharon completou: “Ele sempre nos tratou com respeito. Tirou tempo para mandar a mensagem, e eu agradeço a ele e à Melania por isso.”

    A família também revelou ter recebido uma carta de condolências do rei Charles 3º, do Reino Unido.

    Encerrando o episódio, Kelly Osbourne se emocionou ao agradecer pelo carinho do público: “Muitas pessoas que eu nunca esperaria que entrassem em contato nos enviaram mensagens. Isso mostra o quanto meu pai foi amado.”

    Três meses após a morte de Ozzy Osbourne, família revela detalhes sobre os últimos dias do cantor

  • Lady Gaga revela real motivo de ter cancelado show no Brasil em 2017

    Lady Gaga revela real motivo de ter cancelado show no Brasil em 2017

    Lady Gaga revelou que o cancelamento de seu show no Rock in Rio 2017 ocorreu por um surto psicótico, e não apenas pela fibromialgia, como divulgado na época. A cantora contou que chegou a ser internada e medicada com lítio, mas hoje se considera recuperada e “inteira novamente”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Lady Gaga, 39, se abriu sobre sua luta com a saúde mental. Em entrevista à Rolling Stone, a cantora falou pela primeira vez sobre o verdadeiro motivo de ter cancelado seu show no Rock in Rio de 2017: ela estava tendo um episódio de psicose.

    Na época, a equipe de Gaga citou dores musculares causadas pela fibromialgia (doença crônica que ela realmente tem) para justificar o cancelamento, na véspera do show. Milhares de fãs de várias partes do Brasil já estavam no Rio de Janeiro para assitir ao show da diva. A frase “Brazil, I’m devastated”, escrita por ela no X, virou meme.

    “Tive um surto psicótico durante a turnê ‘Joanne’”, disse Gaga, que cancelou outros nove shows e foi internada em um hospital psiquiátrico. “Foi muito assustador, teve uma hora que eu achei que nunca mais ia voltar. Me sinto sortuda por estar viva hoje. Sei que isso pode soar dramático, mas só eu sei onde estive”, disse a cantora.

    Um ano antes da turnê, Gaga gravou “Nasce uma Estrela”, filme que lhe rendeu o Globo de Ouro de melhor atriz e uma indicação ao Oscar na mesma categoria. “Fiz o filme todo tomando lítio”, disse ela, sobre o medicamento comumente prescrito para quadros de depressão e transtorno bipolar.

    Agora com o psicológico sob controle, Gaga se considera uma “pessoa saudável e inteira”. Ela agradeceu ao companheiro, Michal Polansky, por tê-la ajudado a segurar a barra.

    Em março deste ano, a artista lançou o álbum “Mayhem”, que está indicado ao Grammy em sete categorias. “Foram muitos meses recuperando tudo o que eu perdi. Acho que foi por isso que dei o nome de ‘mayhem’ [caos, em português].”

    Lady Gaga revela real motivo de ter cancelado show no Brasil em 2017

  • Vulcão de lama entra em erupção e lança chamas de 2 metros; veja

    Vulcão de lama entra em erupção e lança chamas de 2 metros; veja

    O fenômeno raro durou cerca de três horas e foi provocado pela mistura de gases subterrâneos de alta pressão com água e rochas. Moradores registraram o momento e chegaram a lançar trapos em chamas no vulcão para manter a erupção ativa, segundo a BBC

    Um vulcão de lama entrou em erupção na quarta-feira (12) em Taiwan, lançando jatos de lama e chamas que chegaram a dois metros de altura.

    De acordo com a BBC, o fenômeno considerado raro durou aproximadamente três horas. Essas erupções acontecem quando gases subterrâneos sob alta pressão, como o metano, se misturam à água do subsolo, dissolvem rochas e projetam lama e vapor pela superfície.

    Vídeos divulgados nas redes sociais mostram moradores acompanhando o espetáculo natural e até lançando trapos em chamas no interior do vulcão para manter a erupção ativa.

    As autoridades locais não registraram feridos ou danos materiais significativos.

    Vulcão de lama entra em erupção e lança chamas de 2 metros; veja

  • Como Ana Maria Braga conseguiu reduzir conta de luz e economizar mais de R$ 10 mil

    Como Ana Maria Braga conseguiu reduzir conta de luz e economizar mais de R$ 10 mil

    Ana Maria Braga revelou no Mais Você que reduziu em 75% o gasto com energia elétrica após instalar placas solares em sua fazenda, economizando R$ 10,6 mil em três meses. Especialistas explicam que o investimento, estimado entre R$ 11 mil e R$ 20 mil, pode ser recuperado em até três anos e meio

    A apresentadora Ana Maria Braga mostrou no programa Mais Você (TV Globo) desta quinta-feira, 13, o quanto economizou nos últimos três meses com a instalação de placas para energia solar na sua fazenda: um total de R$ 10.694,79 comparando os meses de agosto, setembro e outubro de 2025 com os mesmos meses de 2024, o que representa uma redução de 75% nos gastos.

    Em 2024, em nenhum dos três meses a apresentadora gastou menos de R$ 4 mil com a energia elétrica; em 2025, o maior gasto foi em setembro, com R$ 1.934,63. Ana mencionou sua experiência particular enquanto falava da energia solar em comunidades da Amazônia, onde ocorre a COP-30, evento anual global que debate como evitar os piores cenários das mudanças climáticas.

    “Fiquei surpresa com a economia. É um assunto pessoal meu, eu sei, mas eu acho que vale contar, porque você não faz ideia do que é reduzir a despesa”, disse a apresentadora durante o programa matutino.

    Se você quiser fazer como Ana Maria Braga e instalar placas solares no local onde vive, pode demorar um pouco mais do que ela para ter retorno sobre o investimento, mas conseguiria com a economia na conta de luz ao longo do tempo.

    Sol é para todos, placas solares são para poucos?

    Segundo Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o custo de instalação de placas solares na casa de uma família de três ou quatro pessoas ficaria em torno de R$ 11 mil ou R$ 12 mil.

    Já Patrick Schaaffhausen, CEO do Descarbonize, grupo empresarial que conta com empresas que fazem a instalação, faz uma estimativa maior: de R$ 16 mil a R$ 20 mil, para uma família de três ou quatro pessoas com consumo em torno de R$ 400 a R$ 600 por mês – já com equipamentos, projeto homologado na concessionária de energia e instalação.

    Como a ‘mágica’ acontece?

    Uma vez que os equipamentos estejam instalados, a energia gerada nas placas flui para a utilização na casa, que recorre ao sistema geral apenas em caso de necessidade. Essa energia das placas não pode ser cobrada, o que causa a economia.

    O tempo necessário para recuperar o investimento depende do consumo da residência, da incidência de sol e da quantia investida, mas, segundo Koloszuk, a média é de três anos e meio. Atualmente, há diversas empresas que instalam placas solares no telhado de residências, e algumas permitem simular em seus sites a economia.

    A instalação dura um ou dois dias, após a busca por um local no telhado ou propriedade em que não haja sombra. “Na maioria dos casos, não é necessário refazer a fiação. A instalação é feita a partir do quadro de energia já existente, e o instalador realiza apenas as adequações pontuais para garantir a segurança e o funcionamento correto do sistema”, comenta Schaaffhausen.

    Para quem mora em apartamento e não tem a possibilidade de instalar placas solares no lugar onde mora, a alternativa é comprar energia solar de usinas de geração compartilhada. “Ela vai pagar mais barato do que paga hoje na sua conta de energia, vai ter um deságio, um desconto que varia de empresa para empresa”, afirma o conselheiro da Absolar.

    De acordo com Koloszuk, hoje quem mais investe na energia solar é a classe média. “A energia solar hoje deixou de ser uma tecnologia para pessoas ricas. Para quem mora em regiões vulneráveis, como favelas, já tem várias instalações, inclusive na Rocinha e em outras, abastecendo ali pequenos comércios e restaurantes”, relata, destacando o trabalho de ONGs que colocam as placas e ensinam os próprios moradores a instalar.

    Quem mora em áreas afastadas pode obter a energia solar por meio de baterias, mesmo que não esteja conectado à rede elétrica. “É importante a avaliação técnica local, mas o sistema é bastante flexível em termos de instalação. Pode inclusive ser instalado em regiões remotas, criando uma solução independente de energia”, comenta Schaaffhausen.

    “A energia solar já tem mais de 100 linhas de financiamento. O investimento no sistema solar consegue financiar e a conta da prestação fica praticamente igual a que a pessoa pagava na conta de energia até recuperar o investimento, e com uma energia limpa. Hoje você tem energia solar em todas as camadas sociais”, acredita.

    Segundo pesquisa da Absolar de março de 2025, a energia solar está instalada hoje em 5 milhões de imóveis no Brasil, tendo ocorrido um crescimento de 42,86% entre 2024 e 2025. Com isso, a modalidade chegou a 37,4 GW de potência instalada no País.

    Considerando a capacidade de grandes usinas fotovoltaicas conectadas no Sistema Interligado Nacional (SIN), de 17,6 GW, a fonte solar alcançou 55 GW no Brasil. Isso representa 22,2% da matriz elétrica brasileira (250 GW), o que lhe confere a posição de segunda maior fonte do País, atrás da hidrelétrica (44,6%) e à frente da eólica (13,4%).

    Outro ponto é que o consumidor passa a ficar livre da mudanças de bandeiras tarifárias que tornam a conta mais cara – sistema adotado pelo governo quando há pouca chuva e as usinas hidrelétricas têm dificuldades para gerar energia, obrigando a utilização de usinas termelétricas, mais caras. “A energia solar traz autonomia para o consumidor, é uma forma do consumidor sair do mercado cativo, quando não pode trocar de fornecedor”, resume Koloszuk.

    Como Ana Maria Braga conseguiu reduzir conta de luz e economizar mais de R$ 10 mil

  • Espanha multa rede social X em R$ 29 milhões por anúncios fraudulentos

    Espanha multa rede social X em R$ 29 milhões por anúncios fraudulentos

    A rede social X, antiga Twitter, foi multada em 5 milhões de euros (cerca de R$ 29 milhões) pela CNMV da Espanha por veicular anúncios de esquemas financeiros fraudulentos e ignorar alertas sobre a empresa Quantum AI, que operava sem autorização no país.

    A Comissão Nacional do Mercado de Valores da Espanha (CNMV) aplicou uma multa de 5 milhões de euros (cerca de R$ 29 milhões) à rede social X (antigo Twitter) por uma infração considerada “muito grave” e de caráter continuado.

    De acordo com o jornal ABC, a penalidade foi imposta por causa da divulgação de anúncios de esquemas financeiros fraudulentos, segundo informou o Boletim Oficial do Estado nesta quinta-feira (13).

    O órgão regulador afirma que a empresa não colaborou adequadamente com uma solicitação relacionada a anúncios sobre a empresa Quantum AI, suspeita de operar de forma irregular. A CNMV explicou que a plataforma não verificou se a Quantum AI possuía autorização para oferecer serviços financeiros na Espanha nem se constava na lista de entidades advertidas por atuar sem licença — mesmo após ter sido notificada sobre o caso em 8 de novembro.

    A multa faz parte das medidas da CNMV para reforçar a proteção de investidores e combater fraudes financeiras divulgadas em plataformas digitais, um problema crescente em todo o continente europeu.

    Espanha multa rede social X em R$ 29 milhões por anúncios fraudulentos

  • Cantora lamenta a perda do filho: "Até breve, nossa estrelinha"

    Cantora lamenta a perda do filho: "Até breve, nossa estrelinha"

    Tati Zaqui revelou nas redes sociais ter perdido o primeiro filho, fruto do relacionamento com o empresário Mateus Oliveira. A ex-funkeira, que estava grávida havia um mês, publicou um vídeo emocionado com familiares e amigos e disse confiar “plenamente nos planos de Deus”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Tati Zaqui, 31, lamentou nas redes sociais a perda do primeiro filho. A ex-funkeira estava grávida havia um mês.

    Em homenagem ao filho, ela escreveu na legenda: “A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. O útero é a porta do céu na Terra. Deus nos tocou e aqui fica o registro do nosso maior e breve presente.”

    O bebê era fruto da relação com o empresário Mateus Oliveira. Eles assumiram o relacionamento há dois meses.

    No vídeo, ela mostra a reação dos familiares e amigos à notícia de que estava grávida.

    “Eu me preparava para anunciar a chegada, mas o nosso bebê voltou para os braços do Senhor. […] nesta quinta-feira (13) eu vejo o quanto eu precisava de você. Nós te amamos desde o primeiro segundo. Todos nós ansiávamos pela sua chegada. Eu posso não entender os planos de Deus, mas confio plenamente neles. […] Até breve, nossa estrelinha”, disse Tati Zaqui.

    Cantora lamenta a perda do filho: "Até breve, nossa estrelinha"

  • Correios querem desligar pelo menos 10 mil empregados em novo PDV

    Correios querem desligar pelo menos 10 mil empregados em novo PDV

    Os Correios preparam um novo programa de demissão voluntária (PDV) que deve desligar ao menos 10 mil funcionários como parte do plano de reestruturação da estatal. A medida é vista como essencial para viabilizar o empréstimo de R$ 20 bilhões solicitado pela empresa

    (FOLHAPRESS) – Os Correios querem desligar pelo menos 10 mil empregados por meio do novo PDV (programa de demissão voluntária), que será lançado como parte do plano de reestruturação da estatal.

    O ajuste nas contas da empresa é um ponto central para sustentar a decisão dos bancos de conceder o empréstimo de R$ 20 bilhões pleiteado pela companhia.

    Como revelou a Folha, os Correios abriram uma nova rodada de negociação para tentar atrair mais instituições financeiras e reduzir o custo da operação, que terá garantia do Tesouro Nacional. O aval soberano diminui o risco, já que a União honra os pagamentos em caso de inadimplência.

    A estatal enfrenta grave crise financeira, com prejuízos crescentes desde 2022 e deve fechar 2025 com um rombo de R$ 10 bilhões. Sem recursos novos, projeções indicam que a situação pode se agravar dramaticamente: o prejuízo pode atingir R$ 20 bilhões em 2026 devido a multas contratuais por atrasos nos pagamentos a fornecedores e, em um cenário extremo, chegar a R$ 70 bilhões em cinco anos.

    Segundo pessoas envolvidas na discussão, a meta exata do novo PDV ainda está sendo fechada, mas o patamar de 10 mil funcionários é uma baliza mínima. A estatal tem hoje cerca de 85 mil empregados, e o gasto com pessoal representa cerca de 72% dos custos da empresa.

    O programa deve ser lançado em duas etapas. Na primeira, as regras adotadas serão as habituais, que fixam critérios mínimos de idade e tempo de serviço. Na segunda fase, a ideia é estipular metas de desligamento específicas para as áreas ou unidades, de acordo com um estudo encomendado pela companhia sobre a produtividade de cada agência e setor.

    Hoje, os Correios têm cerca de 10 mil unidades de atendimento, das quais 7.000 são agências próprias ou franqueadas. Segundo relatório da administração de 2024, apenas 15% eram superavitárias, ou seja, geravam receitas maiores do que o custo para mantê-las.

    A ideia é mapear agências muito próximas uma da outra sem necessidade (o que é chamado tecnicamente de “sombreamento”). Num caso como esse, uma possibilidade seria unificar a operação e estipular uma meta de quantos funcionários dali precisariam aderir ao PDV. Outros poderiam ser remanejados.

    O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, já havia sinalizado em entrevista coletiva concedida em outubro, menos de um mês após sua posse, que o novo PDV teria regras específicas, para priorizar desligamentos em áreas onde há ociosidade e, assim, não desfalcar a operação da companhia.

    Além das metas customizadas, há uma preocupação do comando da estatal de desenhar o PDV com incentivos financeiros que sejam efetivamente capazes de atrair os empregados, mas sem criar um fardo oneroso para uma companhia que já enfrenta dificuldades financeiras. O último programa, lançado em 2024, teve adesão de apenas 3.705 funcionários.

    Para isso, a ideia é conversar com os sindicatos que representam os servidores.

    Alguns pontos sensíveis para os empregados já foram identificados, como o temor de ficar sem o salário da ativa e passar a depender do benefício de aposentadoria do Postalis, fundo de pensão da estatal.

    O Postalis precisou instituir cobranças extras, descontadas de seus participantes e dos próprios Correios, para tentar equacionar um rombo bilionário nos planos de aposentadoria. Na prática, isso significa que os aposentados sofrem reduções no valor de seus benefícios.

    Outro ponto sensível é o plano de saúde, que, embora precarizado pela falta de pagamentos da empresa, ainda é considerado um ativo valioso pelos empregados.

    Dado o cenário, o plano de reestruturação também vai apontar os riscos de frustração da meta de PDV, caso haja adesão menor dos empregados. Mesmo que isso ocorra, no entanto, os técnicos acreditam na possibilidade de adotar ações de compensação ao longo dos meses para evitar um desequilíbrio futuro.

    Parte do dinheiro obtido com o empréstimo de R$ 20 bilhões ajudará a bancar os incentivos financeiros que forem elencados no PDV. Embora haja um gasto maior na largada, a expectativa é que, no médio e longo prazo, a economia de recursos com o corte de pessoal seja mais significativa e ajude no reequilíbrio da empresa.

    As metas e o desenho do programa precisam ser críveis, para convencer os bancos de que tanto os Correios quanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão comprometidos em sanear a companhia e torná-la viável economicamente.

    Esse compromisso será colocado à prova quando as medidas de ajuste começarem a sair do papel, gerando descontentamento entre servidores e também políticos beneficiados pelo loteamento da estatal e que eventualmente tiverem aliados afetados pelo enxugamento da estrutura.

    Dentro da empresa, a avaliação é que a indicação do plano de reestruturação como pilar da operação de crédito vai ajudar a blindar a empresa contra eventuais pressões para afrouxar o ajuste. Como o dinheiro envolvido é significativo, haverá cobrança dos bancos e de órgãos de controle, como TCU (Tribunal de Contas da União) e CGU (Controladoria-Geral da União) -que já estão acompanhando as discussões.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o plano também vai incluir medidas como venda de imóveis, reformulação do plano de saúde, reestruturação de cargos e salários e flexibilização da jornada de trabalho, para intensificar entregas nos finais de semana.

    O comando da estatal também vai cobrar dos superintendentes metas e resultados, com possibilidade futura de algum tipo de remuneração variável -embora ainda não haja solução para implementar essa iniciativa neste momento, dado o quadro de prejuízo.

    Os detalhes do plano de reestruturação devem ser fechados nas próximas duas semanas, mesmo período em que os bancos poderão apresentar suas novas propostas após a decisão dos Correios de fatiar a contratação do empréstimo. A expectativa é fechar as operações ainda este ano.

    Em uma primeira rodada de negociações, um sindicato de quatro bancos (Banco do Brasil, BTG Pactual, Citibank e ABC Brasil) aceitou conceder o crédito no valor pleiteado pela companhia, mas estipulou uma taxa de juros considerada elevada para um contrato com garantia soberana.

    Segundo duas pessoas a par do assunto ouvidas pela Folha de S.Paulo, a proposta dos bancos tinha um custo de 136% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

    No entanto, a tabela de custo máximo aprovada pelo comitê de garantias do Tesouro Nacional prevê um teto de 120% do CDI em operações desse tipo com prazo de dez anos.

    Como o valor contratado é significativo, a diferença da taxa de juros ao longo dos anos representaria um custo adicional de centenas de milhões para os Correios, e a aprovação de um financiamento nessas condições poderia deixar margem para questionamentos futuros, inclusive de órgãos de controle. A avaliação é que é mais prudente fazer uma nova rodada de negociações, ainda que isso resulte em algum atraso na contratação.

    Correios querem desligar pelo menos 10 mil empregados em novo PDV

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  • STF avalia denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro nesta sexta

    STF avalia denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro nesta sexta

    A Primeira Turma do Supremo analisa se aceita a denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro por tentar interferir, nos Estados Unidos, em um processo que envolve o pai, Jair Bolsonaro. Se o tribunal aceitar a acusação, o deputado passará à condição de réu por coação no curso do processo.

    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal inicia nesta sexta-feira (14) o julgamento que pode transformar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em réu. A Procuradoria-Geral da República acusa o parlamentar de coação no curso do processo, por supostamente tentar interferir, fora do país, no julgamento que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    O caso é analisado no plenário virtual do STF, sistema em que os ministros registram seus votos eletronicamente. A votação segue até 25 de novembro, salvo pedido de vista ou destaque que leve o caso a sessão presencial.

    Se a denúncia for aceita, será aberta ação penal contra o deputado; se rejeitada, o processo será arquivado. A acusação aponta que Eduardo Bolsonaro teria atuado nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras e criar constrangimento a ministros do Supremo.

    A PGR cita postagens e entrevistas em que o deputado defendia sanções a integrantes do Judiciário. Para os procuradores, as declarações configuraram tentativa de intimidação e interferência no processo que apura a trama golpista de 8 de janeiro, em que Jair Bolsonaro já foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.

    As investigações começaram em maio e se ampliaram nos meses seguintes. Em julho, o inquérito passou a incluir o ex-presidente e o influenciador Paulo Figueiredo, e em agosto, o pastor Silas Malafaia. A Polícia Federal apontou indícios de que o grupo teria articulado ações e mensagens com o objetivo de pressionar o Judiciário e o Legislativo.

    Em setembro, a PGR apresentou denúncia formal contra Eduardo Bolsonaro e Figueiredo, alegando que ambos buscaram apoio do governo Donald Trump para retaliar autoridades brasileiras e impedir condenações no caso do golpe.

    O crime de coação no curso do processo, previsto no artigo 344 do Código Penal, ocorre quando alguém usa violência ou ameaça para favorecer a si ou a terceiros em um processo judicial, administrativo ou policial. A pena varia de um a quatro anos de prisão.

    Durante o julgamento, os ministros vão avaliar se a denúncia apresenta elementos mínimos para instaurar ação penal, como a descrição dos fatos, indícios de autoria e provas iniciais. Caso a Primeira Turma aceite a acusação, o deputado se tornará réu e o processo seguirá para coleta de provas e depoimentos.

    Além de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, o inquérito ainda apura a conduta de Jair Bolsonaro e Silas Malafaia. O julgamento marca mais um capítulo da ofensiva do Supremo contra as ações de bastidores relacionadas ao caso do golpe de Estado.

    STF avalia denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro nesta sexta

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