Blog

  • Carla Perez anuncia último ano no comando do Algodão Doce

    Carla Perez anuncia último ano no comando do Algodão Doce

    A dançarina explicouque vinha amadurecendo a ideia nos últimos anos e que não foi uma decisão fácil. “Senti que era o momento de desacelerar e olhar mais para mim”, disse relatando estar com o coração partido por deixar o bloco. “Estava adoecendo”, completou em entrevista à Record.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Carla Perez anunciou que esse ano será o último Carnaval à frente do bloco Algodão Doce. Segundo a apresentadora, a decisão foi tomada por questões de saúde mental e o desejo de dedicar mais tempo à família.”Eu fiz essa escolha por saúde mental mesmo. Estar com meus filhos, com meu marido, cuidar da minha família, ficar mais próxima” afirmou, emocionada.

    A dançarina explicouque vinha amadurecendo a ideia nos últimos anos e que não foi uma decisão fácil. “Senti que era o momento de desacelerar e olhar mais para mim”, disse relatando estar com o coração partido por deixar o bloco. “Estava adoecendo”, completou em entrevista à Record.
    Carla Perez contou também já pensa em quem poderá a substituir:

    “Tenho uma pessoa em mente… que pode continuar o legado do Carnaval para as crianças”, disse ela que pretende seguir envolvida nos bastidores, função que ama. “Acho que tudo tem seu tempo, sua hora. E tem tanta gente bacana, nova, chegando por aí”, completou.

    A mulher do cantor Xanddy relembrou a relação antiga que tem com essa época do ano. A mãe a fantasiava ela, junto com os irmãos, para vender fantasias nas ruas como camelô. Ao ser perguntada sobre um possível retorno ao É o Tchan, a resposta foi direta: “Foi o suficiente para aquele time”, respondeu de forma bem- humorada.

    Carla Perez anuncia último ano no comando do Algodão Doce

  • Série 'God of War' do Prime Video terá Callum Vinson como Atreus

    Série 'God of War' do Prime Video terá Callum Vinson como Atreus

    A trama, que já tem duas temporadas confirmadas, acompanhará os eventos dos dois jogos mais recentes, com foco na relação entre Kratos e seu filho. Na história, a dupla parte em uma jornada para espalhar as cinzas de Faye, esposa de Kratos e mãe do garoto. No caminho, o guerreiro tenta ensinar ao filho como ser um bom deus, enquanto o menino busca mostrar ao pai o que significa ser humano.

    ANA CLARA COTTECCO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A adaptação de “God of War” acaba de ganhar mais um nome para o elenco. O ator Callum Vinson foi escalado para interpretar Atreus, o filho de Kratos na série live-action do Amazon Prime Video baseada no jogo de PlayStation.

    A trama, que já tem duas temporadas confirmadas, acompanhará os eventos dos dois jogos mais recentes, com foco na relação entre Kratos e seu filho. Na história, a dupla parte em uma jornada para espalhar as cinzas de Faye, esposa de Kratos e mãe do garoto. No caminho, o guerreiro tenta ensinar ao filho como ser um bom deus, enquanto o menino busca mostrar ao pai o que significa ser humano.

    Kratos será vivido por Ryan Hurst, enquanto o elenco ainda inclui Max Parker (Heimdall), Ólafur Darri Ólafsson (Thor), Mandy Patinkin (Odin), Alastair Duncan (Mimir) e a dupla Danny Woodburn e Jeff Gulka como os irmãos Brok e Sindri, segundo a Variety.

    O projeto é comandado por Ronald D. Moore, conhecido por trabalhos como “Outlander” e “For All Mankind”. Ele atua como roteirista, showrunner e produtor executivo. A direção dos dois primeiros episódios ficará a cargo de Frederick E.O. Toye, que já trabalhou em “Shogun” e “The Boys”.

    Vinson participou da série “Gêmeas: Mórbida Semelhança”, além de trabalhos em “Poker Face”, “Long Bright River” e “FBI: International.” Ele também está confirmado na terceira temporada de “O Agente Noturno” e no prelúdio de “Sexta-Feira 13”, intitulado “Crystal Lake”, no papel de Jason Vorhees.

    A produção reúne Sony Pictures Television, Amazon MGM Studios, PlayStation Productions e Tall Ship Productions, consolidando a aposta do streaming em adaptações de grandes franquias dos videogames.

    Série 'God of War' do Prime Video terá Callum Vinson como Atreus

  • A história sombria da intervenção dos EUA na América Latina e no Brasil

    A história sombria da intervenção dos EUA na América Latina e no Brasil

    A longa sombra da política dos EUA sobre a região

    Das confrontações da Guerra Fria em Cuba às crises políticas modernas da Venezuela, o envolvimento dos EUA na América Latina, inclusive no Caribe e no Brasil, deixou uma marca indelével. Intervenções militares, operações secretas e sanções econômicas influenciaram repetidamente os rumos da região, muitas vezes gerando debates sobre soberania e estabilidade. Esses episódios históricos continuam moldando a diplomacia e a opinião pública contemporâneas.

    Clique para explorar as intervenções dos Estados Unidos que afetaram governos, economias e sociedades em toda a América Latina.

    A história sombria da intervenção dos EUA na América Latina e no Brasil

  • China desenvolve arma espacial potencialmente "assassina do Starlink"

    China desenvolve arma espacial potencialmente "assassina do Starlink"

    Estarão sendo traçadas novas linhas de batalha além da atmosfera da Terra?

    A China desenvolveu um dispositivo compacto de pulso de alta potência que poderia ser usado em guerra espacial, potencialmente conferindo-lhe uma vantagem estratégica sobre os Estados Unidos. A tecnologia poderia eventualmente ser adaptada para armas de micropulso capazes de desativar redes de satélite como a Starlink. Esses sistemas são mais difíceis de detectar do que mísseis antissatélite convencionais.

    A pesquisa, publicada em dezembro de 2025 pelo Instituto Noroeste de Tecnologia Nuclear (NINT), uma instituição intimamente ligada ao establishment militar chinês, sugere que a China pode estar ganhando terreno no domínio emergente da guerra espacial.

    A principal inovação do dispositivo reside em seu tamanho compacto, significativamente menor do que sistemas similares. Isso o torna adequado para instalação em plataformas de armas mais portáteis. Além disso, o dispositivo pode operar com pulsos sustentados que duram mais de um minuto, em comparação com os poucos segundos alcançáveis ​​por tecnologias comparáveis.

    Armas de micropulso estão sendo estudadas por diversas nações como um meio de desativar satélites inimigos sem destruí-los fisicamente. Essa abordagem reduz o risco de criação de detritos espaciais, que também poderiam colocar em risco o país atacante.

    De fato, diversos especialistas militares alertam que o espaço provavelmente será a próxima fronteira da guerra em um mundo cada vez mais dependente da tecnologia. Mas será que estamos realmente entrando em uma nova era de ‘Star Wars’, onde o conflito no espaço deixa de ser ficção científica?

    China desenvolve arma espacial potencialmente "assassina do Starlink"

  • Cúmplice de Epstein se recusa a responder perguntas em depoimento

    Cúmplice de Epstein se recusa a responder perguntas em depoimento

    Maxwell evocou seu direito de permanecer em silêncio durante o depoimento, quando falou por vídeo da prisão no Texas em que cumpre sua sentença. Ela defende sua inocência e tenta reverter a condenação.

    ISABELLA MENON
    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – A ex-namorada e cúmplice de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell, condenada a 20 anos de prisão por ajudar o criminoso sexual a abusar de adolescentes, recusou-se a responder perguntas de congressistas dos Estados Unidos nesta segunda-feira (9).

    Maxwell evocou seu direito de permanecer em silêncio durante o depoimento, quando falou por vídeo da prisão no Texas em que cumpre sua sentença. Ela defende sua inocência e tenta reverter a condenação.
    A defesa de Maxwell já havia dito a legisladores que não responderia a perguntas, mas congressistas, incluindo o republicano James Comer, presidente do Comitê de Supervisão e Reforma do Governo da Câmara, insistiu que o depoimento fosse realizado.

    Após a audiência, Comer afirmou que, inicialmente, ela havia pedido que o comitê de supervisão concedesse imunidade para que depusesse. “Quando nos reunimos com as sobreviventes de Epstein, ficou bem claro, segundo as sobreviventes que Maxwell era uma pessoa muito ruim e que cometeu muitos crimes.”

    De acordo com Comer, na audiência, ela pediu imunidade ao presidente dos EUA, Donald Trump. “Não acho que ela deva receber qualquer tipo de imunidade ou clemência. Mas, obviamente, à medida que mais documentos forem lidos e compreendidos, vamos avaliar a partir daí”, afirmou o republicano.

    Do lado democrata, congressistas criticaram o silêncio de Maxwell. A deputada Jasmine Crockett, do Texas, afirmou que ela e seus colegas de partido vão tentar trazer a cúmplice de Epstein de volta para, de fato, ajudar na investigação.

    “Está muito claro que ela usou essa oportunidade não apenas para fazer campanha por clemência, como vem fazendo, mas também para enviar uma mensagem direta que espera que as pessoas presentes no depoimento transmitam ao presidente dos EUA: a de que o silêncio dela pode ser comprado por meio de clemência”, disse Crockett.

    Os congressistas afirmaram que têm diversas perguntas para Maxwell que não foram respondidas, como quem eram as pessoas envolvidas em tráfico sexual e lavagem de dinheiro e se o presidente dos EUA, Donald Trump, estava envolvido no esquema.
    “Vamos ser claros, Donald Trump não foi apenas citado, como foi citado mais de 38 mil vezes nos arquivos que foram divulgados há duas semanas”, disse a deputada Melanie Stansbury.

    O comitê tem sido palco de disputas entre em torno do caso Epstein e depoimentos, em particular entre o presidente do colegiado e democratas. Na semana passada, o ex-presidente Bill Clinton e ex-secretária de Estado Hillary Clinton exigiram uma audiência pública para esclarecer a relação deles com Epstein -o democrata aparece com o criminoso sexual em fotos divulgadas pelo Departamento de Justiça sobre o caso.

    Tanto ele quanto Hillary foram convocados para audiências no comitê, que investiga as conexões entre Epstein e figuras poderosas nos EUA, mas não compareceram.

    Eles disseram que já tinham fornecido todas as informações que possuem sobre o caso ao Legislativo e classificaram a insistência em tê-los em audiência de algo político.

    Na semana passada, eles haviam concordado em depor após o comitê ter aprovado duas resoluções que recomendavam que o plenário declarasse a dupla culpada por desacato criminal ao Congresso. O crime pode levar a multas de até US$ 100 mil (R$ 532 mil) ou a um ano de prisão.

    PRÓXIMAS AUDIÊNCIAS DO CASO EPSTEIN
    – 18/2: Lex Wexner, cliente de Epstein e ex-CEO da Victorias Secret
    – 26/2: Hillary Clinton, ex-secretaria de Estado dos EUA
    – 27/2: Bill Clinton, ex-presidente dos EUA
    – 11/3: Richard Kahn, contador do Epstein
    – 19/3: Darren Indike, advogado do Epstein

    Cúmplice de Epstein se recusa a responder perguntas em depoimento

  • Bia Haddad leva pneu em Doha e perde a quinta seguida em chaves principais

    Bia Haddad leva pneu em Doha e perde a quinta seguida em chaves principais

    ALEXANDRE COSSENZA
    (UOL/FOLHAPRESS) – Beatriz Haddad Maia segue sem vencer em chaves principais este ano. A número 1 do Brasil e 67 do mundo voltou a perder nesta segunda-feira (9), desta vez na primeira rodada do WTA 1000 de Doha. A paulista de 29 anos levou um pneu (6/0) no primeiro set e acabou eliminada do torneio pela indonésia Janice Tjen (23 anos, #46 do ranking) por 6/0 e 6/1.

    Foi a quarta derrota de Bia na estreia em quatro chaves principais disputadas nesta temporada. Antes, a brasileira caiu diante de Victoria Mboko (#17 na ocasião) no WTA 500 de Adelaide; Yulia Putintseva (#94) no Australian Open; e Dayana Yastremska (#43) no WTA 500 de Abu Dhabi. Ela também perdeu seu último jogo em 2025 – na segunda rodada do WTA 500 de Seul, diante de Ella Seidel (#105).

    Em Doha, a brasileira só conseguiu entrar na chave principal graças a desistências. Bia disputou o qualifying e venceu na primeira fase, por 6/0 e 6/0, a convidada local Mubaraka Al Naimi, que não tem ranking. Na segunda rodada, contudo, a paulista tombou diante da russa Anastasia Zakharova (#105).

    COMO ACONTECEU

    Bia começou a partida de maneira extremamente conservadora, trocando bolas sem agressividade, sem tomar a iniciativa nos pontos. Assim, Tjen tinha a possibilidade de escolher com calma quando atacar, e foi isso que a indonésia fez consistentemente. Sem correr riscos exagerados, Tjen mandou na parcial, quebrando o saque de Bia três vezes e fechando o set em 6/0.

    A dinâmica do jogo mudou pouco no segundo set. Bia até atacou mais aqui e ali, mas com pouca frequência. Tjen seguiu com as rédeas do duelo, fazendo o que queria em quadra. Assim, voltou a abrir vantagem, impondo 3/0 no placar. Bia saiu do zero no décimo game, quando foi à rede e confirmou seu saque com um voleio vencedor. A brasileira até ameaçou quebrar o saque de Tjen no game seguinte, deixando o placar em 0/30, mas errou três devoluções seguidas. Foi seu último suspiro. Depois de cometer duas duplas faltas no sexto game, Bia perdeu o saque outra vez. A oponente, então, confirmou seu serviço e fechou o jogo.

    Bia Haddad leva pneu em Doha e perde a quinta seguida em chaves principais

  • Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques a cursar um doutorado na modalidade de ensino à distância (EAD) na prisão. A formação é em Direito Econômico e Empresarial. 

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    Os pedidos foram solicitados pela defesa do ex-diretor, que foi condenado em dezembro do ano passado pela Primeira Turma do Supremo a 24 anos e 6 meses de prisão. 

    Conforme a acusação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Silvinei atuou para barrar o deslocamento de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições de 2022, por meio de blitzes em rodovias do Nordeste.

    No final do ano passado, o ex-diretor rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para o Paraguai, mas foi preso ao tentar embarcar para El Salvador com um passaporte falso.

     

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (9) o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques a cursar um doutorado na modalidade de ensino à distância (EAD) na prisão. A formação é em Direito Econômico e Empresarial. 

    Na mesma decisão, o ministro autorizou Silvinei a permanecer preso no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha.

    Os pedidos foram solicitados pela defesa do ex-diretor, que foi condenado em dezembro do ano passado pela Primeira Turma do Supremo a 24 anos e 6 meses de prisão. 

    Conforme a acusação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Silvinei atuou para barrar o deslocamento de eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno das eleições de 2022, por meio de blitzes em rodovias do Nordeste.

    No final do ano passado, o ex-diretor rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para o Paraguai, mas foi preso ao tentar embarcar para El Salvador com um passaporte falso.

     

    Moraes autoriza Silvinei Vasques a cursar doutorado EAD na prisão

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Contratação de Drubscky leva diretor da base a se demitir no Corinthians

    Contratação de Drubscky leva diretor da base a se demitir no Corinthians

    FÁBIO LÁZARO
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Nenê do Posto, diretor estatuário da base do Corinthians, pediu demissão e deixou o cargo nesta segunda-feira (09). Procurado pela reportagem, o clube ainda não confirma a saída.

    A contratação de Ricardo Drubscky após a saída de Robson Zimerman como coordenador da base foi a gota d’água. O UOL apurou que o diretor estava escanteado no clube.
    Nenê tinha divergências sobre algumas decisões tomadas, mas tinha voz pouco ativa nos bastidores. Ele nem sequer vinha sendo consultado em conversas sobre chegadas de profissionais ou jogadores.

    Nenê também demonstrou forte incômodo com divergências internas e a perda de influência no campo político do clube. Diretor estatutário, ele se sentiu esvaziado ao perceber que decisões relacionadas às categorias de base passaram a ser tomadas sob maior influência de outros conselheiros -antigos aliados- do que dele próprio, mesmo sendo o responsável direto pela pasta.

    Outro fator que gerou insatisfação foi a falta de comunicação direta com o presidente Osmar Stábile. Segundo apuração, Nenê teve dificuldade de acesso ao mandatário corintiano e nem sequer conseguiu contato com ele no momento em que foi informado sobre seu desligamento do cargo.

    Nenê do Posto estava no cargo desde junho do ano passado. Ele assumiu o posto assim que Osmar Stábile se tornou presidente, com o afastamento de Augusto Melo.

    Contratação de Drubscky leva diretor da base a se demitir no Corinthians

  • Veja reações à condenação de símbolo pró-democracia em Hong Kong

    Veja reações à condenação de símbolo pró-democracia em Hong Kong

    “A decisão do Tribunal Superior de Hong Kong de condenar Jimmy Lai a 20 anos é um desfecho injusto e trágico para este caso”, afirmou Marco Rubio, secretário de Estado do governo Donald Trump, em comunicado.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os Estados Unidos, a União Europeia, o Reino Unido e o Canadá criticaram a condenação de Jimmy Lai, 78, magnata da mídia pró-democracia em Hong Kong, a 20 anos de prisão

    “A decisão do Tribunal Superior de Hong Kong de condenar Jimmy Lai a 20 anos é um desfecho injusto e trágico para este caso”, afirmou Marco Rubio, secretário de Estado do governo Donald Trump, em comunicado.

    “Isso demonstra ao mundo que Pequim está disposta a ir a extremos para silenciar aqueles que defendem as liberdades fundamentais”, acrescentou Rubio, que pediu também que Lai seja colocado em “liberdade condicional humanitária”.

    O magnata teve o mais longo julgamento já registrado sob a Lei de Segurança Nacional, imposta pela China em 2020. O empresário foi sentenciado com base na acusação de sedição, além de conluio com forças estrangeiras, crime que prevê prisão perpétua como pena máxima.

    Lai é fundador e dono do jornal pró-democracia Apple Daily, que encerrou suas atividades em 2021 após uma ofensiva das autoridades.

    A União Europeia criticou a decisão nesta segunda-feira (9), chamando-a de perseguição politicamente motivada e afirmando que ela prejudica a reputação de Hong Kong.

    “A UE pede às autoridades de Hong Kong que restaurem a confiança na liberdade de imprensa em Hong Kong, um dos pilares de seu sucesso histórico como centro financeiro internacional, e que parem de processar jornalistas”, afirmou o departamento de política externa da UE em comunicado.

    A ministra das Relações Exteriores do Canadá, Anita Anand, afirmou nesta segunda-feira (9) que o país está decepcionado com a condenação e reforçou o coro de uma libertação imediata por razões humanitárias.

    A China reagiu, dizendo que Lai “merecia ser severamente punido de acordo com a lei”, segundo Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Jian afirmou que os órgãos judiciais de Hong Kong cumpriram suas funções.

    A chanceler britânica Yvette Cooper afirmou que a sentença é efetivamente uma pena de prisão perpétua. “As autoridades de Hong Kong devem encerrar a terrível provação de Jimmy Lai e libertá-lo para que possa estar com sua família”, escreveu na rede social X.

    O magnata tem cidadania britânica, e seu filho apelou ao governo trabalhista de Keir Starmer que faça “muito mais” para garantir a libertação de seu pai idoso.

    “Muito mais precisa ser feito e rapidamente porque, se não, ele vai morrer na prisão”, disse Sebastien Lai, também cidadão britânico, à agência de notícias Reuters em Londres.

    Ele criticou os esforços do primeiro-ministro Keir Starmer para restabelecer as relações de Londres com Pequim e disse que foi um erro Starmer visitar a China no mês passado sem antes exigir que seu pai fosse libertado da prisão.

    “Eu gostaria que o primeiro-ministro fizesse mais”, disse ele. “Não estamos pedindo o mundo. Isso não é algo difícil para eles fazerem.”

    Veja reações à condenação de símbolo pró-democracia em Hong Kong