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  • Maior porta-aviões do mundo chega à América Latina e amplia tensão entre EUA e Venezuela

    Maior porta-aviões do mundo chega à América Latina e amplia tensão entre EUA e Venezuela

    USS Gerald Ford se junta a outras embarcações e aeronaves americanas; Caracas anuncia mobilização massiva de tropas; pressão do governo Donald Trump a Nicolás Maduro cresce; Washington já matou 75 em ataques a barcos na região

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald Ford, dos Estados Unidos, chegou à América Latina nesta terça-feira (11), intensificando a campanha militar do governo Donald Trump na região e aumentando a pressão contra a Venezuela. No mesmo dia, a ditadura de Nicolás Maduro anunciou mobilização massiva de forças terrestres, aéreas e navais.

    O Pentágono confirmou a chegada do Gerald Ford na área de operações do Comando Sul das Forças Armadas americanas, que abarca larga área que vai do Caribe aos mares ao sul da Argentina, sem especificar a localização exata. O navio de guerra tem capacidade para carregar dezenas de aviões de combate e geralmente se desloca acompanhado de uma frota de apoio.

    O porta-aviões “reforçará a capacidade dos Estados Unidos para detectar, vigiar e desarticular os atores e atividades ilícitas que comprometem a segurança e a prosperidade do território americano e nossa segurança no hemisfério ocidental”, afirmou o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell.

    O Gerald Ford se junta a uma série de outras embarcações, aeronaves e tropas mobilizadas pelo EUA em águas do Caribe e em Porto Rico, território americano onde o governo Donald Trump revitalizou uma base fechada havia 23 anos a fim de aumentar o grau de pressão contra o regime de Maduro.

    Foram ao menos quatro missões de bombardeiros dos EUA na costa venezuelana desde que a crise entre os dois países se aprofundou e Washington começou a explodir lanchas supostamente ligadas a narcotraficantes na região. O recado é claro a Caracas, uma vez que Washington acusa Maduro de liderar um cartel de drogas, uma acusação que o ditador nega.

    Em comunicado do Ministério da Defesa venezuelano, o regime afirma que colocou suas Forças Armadas em “prontidão operacional completa”, incluindo “destacamento massivo” de forças terrestres, aéreas, navais, fluviais e de mísseis, além de outras unidades militares, órgãos de segurança e a Milícia Bolivariana. “A Venezuela deve saber que tem um país resguardado, protegido, defendido”, afirmou o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, que chamou os militares americanos de mercenários.

    Não se sabe ao certo o objetivo concreto de Trump ao destacar o Gerald Ford para as águas do continente. Relatos na imprensa americana, sempre citando autoridades do governo de forma anônima, dizem que várias opções estão à mesa do republicano, que já autorizou a CIA a agir em solo venezuelano com o objetivo de tirar Maduro do poder. Alguma medidas incluiriam a tomada de instalações de produção de petróleo do país adversário.

    Enquanto assessores de Trump mais incisivos contra Maduro teriam sugerido inclusive uma invasão do país latino-americano, outras opções desenham ataques mais específicos a instalações militares com a meta de deplorar o apoio ao ditador, obrigando-o a deixar o poder ou fugir.

    Maduro tem variado entre ordens de mobilização de tropas e pedidos de paz a Trump em suas declarações. Também tem apelado a aliados que são rivais de Washington, como a Rússia, China e Irã.

    Na última sexta-feira (7), a porta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova, afirmou que a Rússia “está pronta para atender os apelos da Venezuela por ajuda” em caso de agravamento da crise militar na região -muito embora não esteja claro como e se Moscou e outros adversários dos EUA tomariam decisões do tipo, batendo de frente com Trump em uma eventual guerra aberta entre Washington e Caracas.

    Os ataques americanos a embarcações no Caribe já deixaram 75 mortos desde setembro. Quase sempre anunciados pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, em publicações nas redes sociais, os bombardeios são divulgados com um vídeo mostrando as explosões em vista aérea. É o mais próximo de uma evidência que o governo americano tem fornecido sobre as ações, criticadas por governos não alinhados a Washington, analistas e opositores.

    “É assim que, em geral, atuam nos países sem lei aqueles que se consideram acima da lei”, disse o chanceler russo, Serguei Lavrov, qualificando como pretexto o argumento americano de que os ataques fazem parte da luta contra o narcotráfico e indicando o tom das críticas de Moscou.

    Governos latino-americanos, caribenhos e europeus criticaram indiretamente o governo Trump na declaração final da cúpula entre União Europeia e a Celac nesta segunda-feira (10) -o grupo conjunto pediu “segurança marítima e estabilidade regional no Caribe”. Além disso, a cúpula fez críticas veladas também à Venezuela ao defender “eleições livres e transparentes”.

    Maior porta-aviões do mundo chega à América Latina e amplia tensão entre EUA e Venezuela

  • Kim Kardashian, no Rio, diz como uniu estudo para virar advogada à carreira de atriz

    Kim Kardashian, no Rio, diz como uniu estudo para virar advogada à carreira de atriz

    A empresária Kim Kardashian está no Rio de Janeiro para divulgar a série “Tudo É Justo”, em que interpreta uma advogada

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Não fui boa o suficiente, afirma Kim Kardashian desapontada ao ser perguntada sobre sua tentativa de conciliar compromissos da fama com os estudos de advocacia. “Assumi mais coisa do que conseguia, claramente. Tentei ser multitarefa ao máximo”, ela diz, dando risada depois.

    Kardashian está no Rio de Janeiro para divulgar a série “Tudo É Justo”, em que interpreta uma advogada, justamente aquilo que a celebridade americana ainda não conseguiu ser na vida real. Um dia antes de chegar ao Brasil, ela publicou no Instagram que fracassou na prova que lhe renderia o diploma dos sonhos.

    “Foi difícil gerenciar, decorar as falas da personagem e estudar ao mesmo tempo. Mas sabe de uma coisa? Me senti abençoada porque pelo menos sabia o que significavam os termos e a linguagem jurídica da minha parte do roteiro.”

    Em “Tudo É Justo”, Kardashian encarna Allura, uma advogada endinheirada que se une a três colegas para abrir um escritório para clientes mulheres. Ricas e poderosas, as parceiras estão cansadas dos homens tapados com quem trabalham e também com os que se relacionam, e decidem que é hora de fazer justiça com as próprias mãos.

    Kardashian diz estudar direito para ajudar pessoas a se livrarem de sentenças que considera injustas sem precisar perguntar sobre os termos difíceis a outros advogados. É inusitado, mas, além de atriz e socialite, a americana tomou para si a missão de reformar o sistema prisional americano.

    Isso porque, há sete anos, Kardashian ficou escandalizada com o caso de uma mulher negra condenada à prisão perpétua devido a um crime relacionado a drogas. Ela pagou advogados, falou com o presidente Donald Trump, e conseguiu perdão para a mulher. A partir daí, passou a ter aulas com advogados em um programa alternativo de direito da Califórnia que dispensa a faculdade tradicional.

    “Esse processo abriu minha mente para um mundo novo e me fez enxergar o privilégio de forma diferente. Amo estar consciente do que há no meu entorno e de como o mundo é injusto”, ela diz. “Vou seguir lutando por essas pessoas que não podem fazer por si mesmas. E preciso do diploma para ser mais eficiente”. O pai dela, Robert Kardashian, também advogado, morto em 2003, ficou famoso por atuar no julgamento de O. J. Simpson, caso histórico nos Estados Unidos.

    Kardashian é hoje a segunda celebridade mais rica dos EUA, segundo levantamento da revista Forbes, dona de um patrimônio estimado em US$ 1,7 bilhão, algo perto de R$ 9,6 bilhões. Na lista, a socialite está atrás apenas da apresentadora Oprah Winfrey, e à frente da cantora Taylor Swift, com quem tem uma rixa antiga. Kardashian fez fortuna especialmente como empresária -ela é fundadora da marca de roupas íntimas Skims.

    Mesmo assim, achou que era hora de ganhar dinheiro com algo novo e investiu na carreira de atriz. “Tem sido muito divertido experimentar, independentemente do título que isso me conceda.”

    “Tudo É Justo” deu a Kardashian seu primeiro grande papel. Antes ela havia feito pontas, como no filme “Relação em Risco”, de 2013, e na 12ª temporada de “American Horror Story”, lançada há dois anos, com um papel escrito especialmente para ela por Ryan Murphy, criador daquela trama e também de “Tudo É Justo”.

    A empreitada de Kardashian, porém, azedou. Veículos especializados detonaram a nova série, dizendo que o roteiro é fraco e a atuação de Kardashian é vazia. “Críticas ruins? Não vi críticas. Houve alguma?”, ela diz, na entrevista, fingindo cara de surpresa.

    O curioso é que a própria Kardashian fez piada dos comentários no dia anterior, quando subiu ao palco do teatro do hotel Copacabana Palace, onde anunciou o quarto episódio da série em um evento para jornalistas e convidados.

    “Os críticos de hoje são os tiktokers e eles adoraram”, ela se limita a dizer, após certa insistência.

    Ao seu lado na entrevista estava Naomi Watts, australiana indicada duas vezes ao Oscar de melhor atriz. Também de passagem pelo país, Watts, que interpreta uma das advogadas protagonistas da nova série, diz que a trama, apesar de abordar temas femininos, encontrou apelo também na comunidade

    LGBTQIA+.

    Ela atribui isso aos looks glamourosos que as personagens usam -de fato, em cada cena Kardashian surge num modelito extravagante. “Mas eles gostam também de ver mulheres no poder. Aliás, qualquer pessoa pode amar isso, exceto talvez os homens heterossexuais”, Watts brinca.

    Quase todos os rapazes héteros de “Tudo É Justo” são panacas. Um trai a namorada, outro obriga a amada a fazer cirurgias plásticas, e há ainda o que não admite o desejo da esposa de não ser mãe. “Todas nós amamos nossos homens, mas a série traz uma visão cafona, divertida e exagerada daquilo que poderia dar errado nessas situações”, diz Kardashian.

    Sua personagem, Allura, sonha em engravidar, mas é abandonada pelo marido. No terceiro episódio, toca uma música de Lana Del Rey na cena que mostra o casamento deles. Lana cantou também no casamento de Kardashian com o rapper Kanye West, encerrado há quatro anos de um jeito complicado. A arte imita a vida.

    TUDO É JUSTO

    – Onde No Disney+. Novos capítulos às terças-feiras
    – Classificação 18 anos
    – Autoria Ryan Johnson
    – Elenco Kim Kardashian, Naomi Watts e Sarah Paulson
    – Produção EUA, 2025

    Kim Kardashian, no Rio, diz como uniu estudo para virar advogada à carreira de atriz

  • Lula assina decreto que muda regras para vale-refeição e alimentação

    Lula assina decreto que muda regras para vale-refeição e alimentação

    Principal mudança é criação do teto de 3,6% para taxa cobrada de restaurantes por empresas de tíquete; setores se dividem sobre novas medidas do programa; empresas terão 90 dias para se adequar às regras

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta terça-feira (11) o decreto que regulamenta as novas regras do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador), com objetivo de aumentar a concorrência no setor de vale-refeição e alimentação.

    Como antecipou a Folha, a principal mudança é a limitação de 3,6% nas taxas cobradas de restaurantes e supermercados por empresas de tíquetes. Outra novidade é a redução pela metade do prazo para esses estabelecimentos recebam os pagamentos pelas transações, de 30 dias para 15 dias. As empresas terão 90 dias para se adequar às regras.

    O ato de Lula contou com a presença dos ministros Luiz Marinho (Trabalho), Rui Costa (Casa Civil) e Fernando Haddad (Fazenda), além do vice-presidente Geraldo Alckmin, e ocorreu a portas fechadas no Palácio da Alvorada. O decreto será publicado no DOU (Diário Oficial da União) na quarta-feira (12).

    Como mostrou a coluna Painel S.A., estava prevista uma grande cerimônia no Palácio do Planalto, com a participação de representantes dos setores envolvidos. A mudança às vésperas gerou estranheza para integrantes da categoria.

    O processo de regulamentação do PAT trouxe à tona as divergências de vários participantes do mercado. Enquanto associações de tíquetes, bares e restaurantes criticam a criação de um teto para a taxa de desconto -conhecida como MDR (do inglês, Merchant Discount Rate)-, supermercados apoiam a medida.

    “Havia muita reclamação dessa cadeia de alimentos e refeições de que as taxas estavam abusivas, então, discutimos e tentamos uma pactuação com o setor. Não foi possível pactuar entre todo o setor”, disse Marinho após a assinatura da medida.

    “Uma parte desse setor disse que vai cair sua lucratividade, mas o governo Lula não pode preservar essa lógica de manter o lucro em prejuízo à cadeia de empresas pequenas que acaba prejudicando o trabalhador lá na ponta no preço do alimento”, acrescentou.

    Até então, não existia um limite para o montante pago pelos estabelecimentos comerciais para manutenção, administração e uso dos cartões de vale-refeição e alimentação. Para reduzir o impacto da mudança, o governo estabeleceu um período de transição para adequação às regras.

    O decreto estabelece também que as maiores empresas, com sistemas com mais de 500 mil trabalhadores, deverão operar no arranjo aberto em até 180 dias. Isso abre caminho para a implementação da chamada interoperabilidade.

    Na prática, significa que os vales de diferentes bandeiras poderão ser usados em qualquer maquininha de cartão. Empresas e operadoras terão até 360 dias para garantir a integração total entre bandeiras.

    O decreto, contudo, não traz os requisitos necessários para implementar a portabilidade, medida que consta em dispositivos anteriores, mas ainda depende de diretrizes específicas para sair do papel.

    O mecanismo daria a opção ao trabalhador de transferir, sem custos adicionais, o cartão da empresa de benefício escolhida pela companhia onde trabalha por outro de sua preferência.

    A mudança é vista com preocupação por alguns participantes do mercado de benefícios, que temem que a regulamentação estimule a volta da prática irregular chamada rebate -incentivos oferecidos pelas emissoras para atrair clientes.

    A regulamentação se insere em um contexto de mudanças no PAT que remonta ao governo de Jair Bolsonaro (PL). Em 2022, o Congresso Nacional aprovou uma medida provisória que alterava os principais pontos das regras referentes a vale-refeição e vale-alimentação. Um ano depois, o programa de alimentação ao trabalhador sofreu novas alterações com a publicação de um decreto.

    A promessa de regulamentação do PAT se arrastou ao longo do governo Lula. O anúncio de novas medidas chegou a ser debatido durante os preparativos para o 1º de Maio, mas acabou adiado. Nesse processo, Haddad chegou a jogar a responsabilidade pela regulamentação da medida para o Banco Central, que, por sua vez, rejeitou a ideia de assumir a função de fiscalizar esse mercado de benefícios.

    O Ministério do Trabalho e Emprego assumirá o papel de órgão regulador do PAT, que concede incentivo fiscal para as companhias que oferecem auxílio-alimentação para os seus funcionários. O programa que conta com quase 470 mil empresas beneficiárias, alcançado mais de 20 milhões de trabalhadores.

    Lula assina decreto que muda regras para vale-refeição e alimentação

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  • Adriane Galisteu diz que marido não sente ciúmes de homenagens a Ayrton Senna

    Adriane Galisteu diz que marido não sente ciúmes de homenagens a Ayrton Senna

    Apresentadora explica que Alexandre Iódice era seu amigo antes do relacionamento; na série da HBO Max, ela narra sua versão do relacionamento que durou até a morte do piloto em 1994

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Adriane Galisteu afirmou que o marido, o empresário Alexandre Iódice, não se incomoda com as lembranças e homenagens que ela faz a Ayrton Senna. A apresentadora voltou a falar sobre o piloto em “Meu Ayrton”, minissérie da HBO Max que estreou na quinta (6) e revisita a relação dos dois e foi questionada por fãs se seu atual companheiro não se incomodava com o assunto.

    “Nunca teve uma conversa porque o Ale já era meu amigo antes. A gente se conhece há bastante tempo. Ele sempre acompanhou a minha vida, assim como eu acompanhei a dele”, disse em entrevista a Quem.

    Segundo Galisteu, o respeito ao passado é um acordo básico da vida a dois. “Acho que, para um relacionamento funcionar, precisa de confiança e admiração. Quando você conhece alguém, tem que comprar o pacote todo, do passado e quem a pessoa é hoje. É fundamental não rasgar a foto para poder se relacionar”, afirmou.

    Ela também contou que esse assunto nunca precisou ser debatido em casa porque Iódice era seu amigo antes de começarem a namorar e também era fã de Senna.

    A apresentadora reforçou que o apoio do companheiro é cotidiano. “O Alê, mais do que meu marido, é meu parceiro. Está ao meu lado, não atrás nem na frente. A gente acorda junto, trabalha junto, tem uma história maravilhosa e um filho lindo. Ele me ama com defeitos, qualidades e passado. A mesma coisa sinto em relação a ele.”

    Galisteu disse ainda que mantém lembranças do período com o piloto e volta ao tema quando considera pertinente -datas marcantes ou quando é questionada. “Ele foi muito importante na minha história. Eu nunca carreguei isso como fardo. Carrego isso como um escudo, isso me dá força. Quando eu olho para trás e vejo onde eu estava, onde eu cheguei e tudo que passei para ser a mulher que eu sou hoje, vejo que ele tem muito a ver com tudo isso. Então, apesar de eu andar com as minhas próprias pernas e ter traçado esse caminho que foi difícil e continua não sendo fácil, vejo que aprendi a lidar com isso com uma força que vem muito dessa história”, afirmou.

    Entre as memórias guardadas, ela citou o Fiat Uno 1.0, de 1993, presente de Senna. O filho Vittorio também cresceu sabendo quem foi o tricampeão e o lugar dele na trajetória da mãe.

    Em “Meu Ayrton”, Galisteu narra sua versão do relacionamento, que durou pouco mais de um ano e terminou com a morte do piloto em 1994, no circuito de Ímola, na Itália.

    Adriane Galisteu diz que marido não sente ciúmes de homenagens a Ayrton Senna

  • Trump aposta na estupidez, diz governador da Califórnia na COP30

    Trump aposta na estupidez, diz governador da Califórnia na COP30

    O governador da Califórnia, Gavin Newsom, é um dos principais opositores a Trump nos EUA

    BELÉM, PA (CBS NEWS) – Em Belém (PA) para participar de agendas da COP30, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, voltou a criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que boicota a conferência climática.

    “Donald Trump está apostando na estupidez. Ele está apostando no carvão em Ohio [estado dos EUA]. Enquanto estamos aqui falando sobre a energia renovável. Estamos aqui falando sobre biodiversidade, de uma mentalidade da sustentabilidade. O contraste chega a ser extraordinário”, afirmou nesta terça-feira (11).

    Newsom, que é um dos principais opositores a Trump nos EUA, cumpriu agenda com o governador do Pará, Helder Barbalho, no Porto do Futuro, onde o político paraense construiu um centro de tecnologia e bioeconomia.

    O californiano também tem compromissos com representantes de outros países, e assinou seu apoio à coalizão de mercado de carbono criada pelo Brasil.

    Trump aposta na estupidez, diz governador da Califórnia na COP30

  • Haddad: texto de Derrite trava investigações de máfia de combustíveis

    Haddad: texto de Derrite trava investigações de máfia de combustíveis

    Ministro Fernando Haddad diz que novo relatório de Guilherme Derrite (PP-SP) impede atividades da Receita e da PF

    O parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao projeto de lei conhecido como PL Antifacção pode comprometer investigações em andamento sobre a atuação do crime organizado no setor de combustíveis, disse nesta terça-feira (11) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo o ministro, o texto enfraquece a atuação da Receita Federal e da Polícia Federal (PF) no combate a organizações criminosas.

    “Estão abrindo o caminho para a consolidação do crime organizado no país, com o enfraquecimento da Receita Federal e da Polícia Federal. É um contrassenso. Agora que começamos a combater o andar de cima do crime organizado, vamos fazer uma lei protegendo esse mesmo andar de cima? Qual o sentido disso?”, afirmou Haddad.

    De acordo com o ministro, o relatório apresentado por Derrite não foi discutido com o governo federal e causou “incômodo” em órgãos de controle. Ao dizer que tinha acabado de receber a informação de que as investigações da Receita seriam inviabilizadas, Haddad classificou o texto como “muito grave” e disse que a aprovação da proposta colocaria em risco operações em curso, como a Operação Carbono Oculto, que investiga esquemas ligados à máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro. 

    “Recebi a informação de que toda a operação contra a máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro ficaria comprometida se o relatório do Derrite for aprovado”, declarou. Segundo o ministro, um dos principais problemas é que o texto de Derrite exige trânsito em julgado (condenação judicial definitiva) para investigações de rotina do Fisco.Reação do governo

    O Palácio do Planalto montou uma articulação para reagir ao parecer. Além de Haddad, participam da interlocução política o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

    Lewandowski já havia considerado “inconstitucional” o trecho do relatório que prevê aviso prévio da PF antes de investigações. O governo avalia recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso o texto seja aprovado na forma atual.

    Discussão na Câmara

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, informou que o projeto não será votado nesta terça-feira. Segundo ele, ainda não há consenso sobre o conteúdo do relatório, e novas versões devem ser apresentadas até o fim do dia.

    “A costura do texto tem que ser muito bem feita. O relator está dialogando, e até o final do dia poderemos ter uma proposta mais apurada”, disse Motta.
    O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que o Executivo busca consenso com o relator. “Meu papel é buscar entendimento nessas horas de tensionamento. Vamos negociar com o relator até amanhã, e, se for necessário, a noite toda”, declarou.

    A relatoria de Derrite, que também é secretário de Segurança Pública do governo de São Paulo, foi criticada por integrantes do governo. A ministra Gleisi Hoffmann questionou a escolha, enquanto o líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho (RJ), defendeu a indicação feita por seu partido.

    Pontos de divergência

    O governo critica trechos do relatório que alteram a Lei Antiterrorismo, reduzem o alcance de medidas de confisco de bens e limitam a atuação da Polícia Federal em casos envolvendo facções criminosas. Há também preocupação com dispositivos que, segundo integrantes do Executivo, poderiam abrir brechas para a criminalização de movimentos sociais.

    Derrite teria feito ajustes em parte desses pontos, mas as mudanças foram consideradas insuficientes pela PF e por representantes do governo.

    José Guimarães disse acreditar que é possível alcançar um acordo. “Assim como votamos o projeto do Imposto de Renda com unanimidade, queremos avançar para construir o mesmo nível de consenso nessa matéria, que interessa a toda a sociedade brasileira”, concluiu.

    Haddad: texto de Derrite trava investigações de máfia de combustíveis

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  • Regiane Alves recorda papel em 'Mulheres Apaixonadas' após ver tema do Enem

    Regiane Alves recorda papel em 'Mulheres Apaixonadas' após ver tema do Enem

    A atriz falou sobre a relação do última tema de redação do Enem e sua personagem em ‘Mulheres Apaixonadas’, quando interpretava a vilã Dóris

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Regiane Alves, 47, contou que tem recebido diversas mensagens desde o último domingo (9), quando foi divulgado o tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

    A proposta deste ano convidava os candidatos a refletirem sobre as “perspectivas do envelhecimento na sociedade brasileira”. “Venho recebendo mensagens e lembranças de pessoas que citaram a Dóris na redação do Enem. Mais de duas décadas depois, o assunto continua atual e provocativo. É uma honra para nós, artistas, termos ajudado no avanço dessa discussão”, escreveu a atriz no X (antigo Twitter), mencionando a personagem que interpretou na novela Mulheres Apaixonadas (Globo, 2003).

    Na trama escrita por Manoel Carlos, Regiane deu vida à ambiciosa Dóris, uma jovem que tratava com desprezo e impaciência os avós idosos, Dona Flora e Seu Ladir, interpretados por Carmen Silva (1916-2008) e Oswaldo Louzada (1912-2008). No fim da novela, Dóris se arrepende de suas maldades e faz as pazes com os familiares.

    Regiane Alves recorda papel em 'Mulheres Apaixonadas' após ver tema do Enem

  • Ibaneis diz não garantir condições da Papuda para receber Bolsonaro

    Ibaneis diz não garantir condições da Papuda para receber Bolsonaro

    Após pedido de avaliação médica, governador afirma que só caberia ao DF cumprir decisão do STF; vice diz que presídio não tem condições de abrigar ex-presidente, de quem ela e Ibaneis são aliados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse à Folha de S.Paulo não poder garantir que o presídio da Papuda tenha condições de receber Jair Bolsonaro (PL), por desconhecer o quadro de saúde do ex-presidente.

    Bolsonaro enfrenta a reta final do processo da trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal), pelo qual foi condenado a 27 anos e três meses de prisão. Quando os recursos forem considerados esgotados, a corte poderá determinar o cumprimento de pena em regime fechado.

    A chefe de gabinete de Alexandre de Moraes, do STF, vistoriou a Papuda e a “Papudinha”, como é conhecido o 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal, que fica em frente ao presídio. Em 2023, o ex-ministro Anderson Torres ficou preso preventivamente naquele batalhão.

    “Não posso garantir. Nós não conhecemos as condições de saúde dele”, disse o governador, ao ser questionado pelo Folha sobre se o presídio teria condições de receber e de se responsabilizar por Bolsonaro.

    Sobre a possibilidade de o Governo do Distrito Federal recorrer de eventual decisão da corte nesse sentido, Ibaneis disse que a decisão é do Supremo e da Vara de Execuções Penais e que só cabe à Secretaria de Administração Penitenciária de Brasília cumpri-la.

    A pasta enviou, na semana passada, um ofício a Moraes, solicitando que o ex-presidente faça uma avaliação médica para verificar sua condição de ser mantido em presídios da capital federal.

    Mas o magistrado viu “ausência de pertinência” no pedido do GDF e indicou que só deve analisar o pedido após o fim do processo da trama golpista.

    A justificativa apresentada é que o documento enviado pelo governo, sob gestão Ibaneis, trata de execução penal, que é uma fase posterior ao julgamento dos recursos.

    O governador disse desconhecer o quadro de saúde de Bolsonaro, de quem é aliado no Distrito Federal, mas afirmou que sua vice, Celina Leão (PP), tem mais condições de avaliar.

    “Quanto às condições de saúde dele, a Celina esteve recentemente [com o ex-presidente] e sabe melhor, além de ser muito amiga da Michelle [Bolsonaro]”, disse.

    A vice-governadora esteve com Bolsonaro em 15 de agosto. À época, ela não se manifestou, mas, em entrevista ao SBT News na segunda-feira (11), ela disse que a Papuda não teria condições de receber o ex-presidente.

    “A Papuda não tem condição de receber o Bolsonaro. Ele precisa de uma dieta especial, tem idade avançada, trata-se de um ex-presidente. Se for bem cuidado, vai ter uma vida prolongada”, afirmou.

    Celina disse ainda que o sistema penitenciário não tem condições de garantir o preparo de comidas especiais para Bolsonaro –que precisaria de dieta específica por causa das cirurgias no abdômen.

    A vice-governadora é pré-candidata ao Governo do DF, em uma chapa que deve ter PL, PP, MDB e Republicanos como aliados.

    O grupo político tenta costurar um acordo por meio do qual Michelle seria candidata ao Senado, Ibaneis também, e Celina ficaria no Palácio do Buriti. Nessa configuração, o atual secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, seria o seu vice. Ele se filiou recentemente ao Republicanos.

    Rocha trabalhou na SAJ (Subchefia de Assuntos Jurídicos da Presidência) no governo Michel Temer (MDB), do qual Moraes foi ministro da Justiça.

    Ameaça o plano de união da direita no DF o surgimento de uma possível candidatura da deputada federal Bia Kicis (PL-DF) ao Senado, o que poderia implodir o acordo com o governo Ibaneis.

    Ibaneis diz não garantir condições da Papuda para receber Bolsonaro

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  • Dólar fica abaixo de R$ 5,30, e Bolsa dispara com possível fim do shutdown nos EUA

    Dólar fica abaixo de R$ 5,30, e Bolsa dispara com possível fim do shutdown nos EUA

    No começo da tarde desta terça-feira (11), a moeda americana marcava queda de 0,65% às 15h21, cotada a R$ 5,271 -abaixo do patamar de R$ 5,30 pela primeira vez desde setembro deste ano

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta terça-feira (11), tendo a aprovação de uma proposta que pode acabar com a paralisação do governo dos Estados Unidos como motor das movimentações do mercado.

    A possibilidade do maior shutdown da história norte-americana chegar a um fim instaura apetite por risco entre os investidores, levando o dólar a se enfraquecer ante a maior parte das moedas globais.

    No Brasil, a divisa americana marcava queda de 0,65% às 15h21, cotada a R$ 5,271 -abaixo do patamar de R$ 5,30 pela primeira vez desde setembro deste ano. Na mínima do dia, chegou a R$ 5,263.

    Já a Bolsa estava em forte disparada de 1,51%, a 157.616 pontos, a caminho de renovar o recorde histórico mais uma vez. No melhor momento do pregão, chegou a 158.467 pontos.

    É a primeira vez que o Ibovespa roda acima de 156 mil pontos, e, por consequência, de 157 mil e 158 mil pontos também. Além do cenário dos Estados Unidos, o índice está embalado nas expectativas dos investidores sobre a taxa Selic, tendo a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) e dados de inflação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de pano de fundo.

    O Senado dos Estados Unidos aprovou na segunda-feira um projeto de lei por 60 votos favoráveis e 40 contrários, como o apoio de quase todos os republicanos da Casa e de oito democratas. O texto restabelece os recursos para agências federais cujo orçamento expirou em 1º de outubro e suspende a campanha do presidente Donald Trump para reduzir o funcionalismo público, impedindo demissões até 30 de janeiro.

    Agora, o texto segue agora para a Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), controlada pelos republicanos. O presidente da Casa, Mike Johnson, afirmou que pretende aprová-lo até quarta-feira (12) e enviá-lo a Trump para sanção, que classificou o acordo para reabrir o governo como “muito bom”.

    O projeto prorroga o financiamento federal até 30 de janeiro, mantendo o governo no caminho de adicionar cerca de US$ 1,8 trilhão por ano à dívida pública, que já soma US$ 38 trilhões.

    Para os mercados, o possível encerramento do shutdown guarda a promessa de normalização. A falta de financiamento deixou centenas de milhares de servidores em licença não remunerada, milhões de pessoas em risco de perder assistência alimentar, voos em atraso e, no ponto mais sensível para os operadores, o Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) no escuro.

    A paralisação afetou a divulgação de dados econômicos essenciais para balizar as decisões de política monetária do banco central, como de inflação e de desemprego. A falta de visibilidade sobre a temperatura da economia pode impedir a continuidade do ciclo de cortes de juros -possibilidade aventada pelo presidente do Fed, Jerome Powell, em entrevista coletiva após a reunião de outubro.

    “O que você faz quando está dirigindo sob neblina? Você diminui a velocidade”, afirmou.

    O mercado se posiciona com otimismo, afirma Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX, “porque se interrompem os efeitos negativos dessa paralisação, especialmente a falta de coleta e divulgação de estatísticas oficiais da economia americana”.

    “Essa perspectiva beneficia o desempenho de ativos arriscados, como ações, commodities e moedas emergentes, ajudando o real a se valorizar.”

    Na cena doméstica, perspectivas dos investidores sobre a taxa Selic dão ainda mais força aos ativos brasileiros.

    A ata da última reunião do Copom, divulgada mais cedo, trouxe detalhes sobre a visão do colegiado a respeito do atual processo de desinflação. O comitê disse ter maior convicção de que a manutenção da taxa básica de juros do país em 15% por tempo “bastante prolongado” será suficiente para levar a inflação à meta.

    No documento, o colegiado do Banco Central reconheceu que houve moderação gradual na atividade econômica, “certa” diminuição da inflação corrente e “alguma” redução nas expectativas de inflação. Apesar do avanço, as expectativas permanecem acima da meta buscada pelo BC, e esse cenário requer juros altos.

    Na análise de André Valério, economista sênior do Inter, a ata manteve o tom do comunicado ao reforçar os desafios da convergência da inflação à meta e enfatizou a importância de coordenar política monetária e política fiscal.

    A instituição financeira espera que o Copom inicie o ciclo de cortes de juros na reunião de janeiro, com uma redução de 0,25 ponto percentual.

    “Esperamos que na próxima reunião [em dezembro] a projeção do Copom para o horizonte relevante já indique uma inflação na meta, o que, juntamente com a desaceleração da inflação corrente, maior ancoragem das expectativas e continuidade da desaceleração da atividade, inclusive com a possibilidade de um PIB negativo no 3º trimestre, criem as condições necessárias para o início do ciclo de cortes [em janeiro].”

    Além disso, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que o IPCA, o índice oficial de inflação do país, subiu 0,09% em outubro, abaixo da taxa de 0,48% de setembro e da projeção de 0,16% dos analistas ouvidos pela Reuters. Em 12 meses até outubro a inflação foi de 4,68%, ante expectativa de 4,75%.

    Para Valério, o cenário de curto prazo para a inflação permanece benigno e “não devemos observar uma reversão significativa nas próximas leituras, com inflação ao produtor acomodada e possível redução da bandeira de energia elétrica em dezembro, o que aumentam as chances de vermos o índice encerrando 2025 abaixo do teto da meta, que é de 4,5%”.

    “Juntamente com a ata do Copom, divulgada hoje mais cedo, vemos um cenário favorável para o início do ciclo de cortes na reunião de janeiro.”

    Já na cena corporativa, destaque para as ações da Petrobras, em disparada em meio a notícias de que o início das operações da plataforma P-79, em Búzios, elevará a capacidade de produção em 15,6%, para cerca de 1,3 milhões de barris/dia. Os papéis preferenciais e ordinários avançavam 3% cada.

    O setor bancário também empurra o Ibovespa para cima. Banco do Brasil avançava 2,63%, seguido por Bradesco (2,36%), Itaú (1,38%) e Santander (1,19%).

    Dólar fica abaixo de R$ 5,30, e Bolsa dispara com possível fim do shutdown nos EUA

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Timothée Chalamet põe fim ao namoro com Kylie Jenner de forma inesperada, diz jornal

    Timothée Chalamet põe fim ao namoro com Kylie Jenner de forma inesperada, diz jornal

    Mídia britânica afirma que o ator terminou a relação e que a empresária tenta reconquistá-lo; clima entre os dois teria esfriado devido à rotina intensa de gravações do ator

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O romance entre Timothée Chalamet, 29, e Kylie Jenner, 27, chegou ao fim -pelo menos por enquanto. Segundo o jornal britânico Daily Mail, o ator teria encerrado o relacionamento de maneira repentina, pegando a empresária de surpresa.

    De acordo com fontes próximas ao casal, o término partiu de Chalamet. A publicação afirma que Kylie, descrita como “completamente maluca por ele”, está fazendo de tudo para reverter a decisão. “Ele terminou com a Kylie”, contou uma fonte ao jornal. “Isso já aconteceu antes, e ela o convenceu a voltar. Pode ser que consiga de novo.”

    Outro contato da reportagem acrescentou que o clima entre os dois azedou devido à rotina intensa do ator. “Há problemas no paraíso, mas não é definitivo. Ele está trabalhando muito, e ela sente que precisa correr atrás. Kylie se dedica mais do que ele nesse relacionamento”, disse.

    Chalamet está em alta por conta do longa Marty Supreme (2025), que tem despertado expectativas de uma indicação ao Oscar de Melhor Ator no próximo ano. Em recente entrevista, ele comentou sobre o trabalho no filme, mas preferiu não falar sobre a vida pessoal.

    Kylie e Chalamet começaram a se relacionar em janeiro de 2023 e marcaram presença em diversos eventos da temporada de premiações de Hollywood, sempre discretos, mas muito observados pela imprensa e fãs.

    Antes de se envolver com o astro de Duna, Kylie Jenner manteve um longo relacionamento com o rapper Travis Scott, com quem tem dois filhos. Além da vida pessoal movimentada, ela segue como uma das jovens empresárias mais bem-sucedidas do mundo, com fortuna estimada em mais de US$ 700 milhões – o equivalente a cerca de R$ 3,7 bilhões.

    Timothée Chalamet põe fim ao namoro com Kylie Jenner de forma inesperada, diz jornal