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  • Boulos inicia agenda por justiça climática na COP30

    Boulos inicia agenda por justiça climática na COP30

    Secretaria-Geral promove participação social em Belém

    No primeiro dia da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Belém, no Pará, a Secretaria-Geral da Presidência da República deu início a uma agenda ampla para promover participação social e justiça climática.

    O ministro Guilherme Boulos chegou ao evento por volta das 10h45 e seguiu ao lado da ministra dos Povos Indígenas para participar da abertura oficial da COP30.

    Diversas atividades oficiais e autogestionadas foram elaboradas pela Secretaria-Geral para reforçar o compromisso com uma transição ecológica justa e inclusiva.

    Às 15h30 desta segunda, será realizado um painel sobre o “Papel da mobilização popular no enfrentamento da crise climática”, no Pavilhão Brasil, zona verde do evento, com debates sobre governança participativa, combate à fome e transparência nas políticas climáticas.

    Nos próximos dias, o ministro Guilherme Boulos também participa da abertura oficial na Aldeia COP, da Cúpula dos Povos, e realiza visitas a iniciativas sustentáveis, como cozinhas comunitárias.

    Secretários e dirigentes da Secretaria-Geral também vão conduzir atividades sobre temas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e soluções da sociedade civil para a crise climática.

    Boulos inicia agenda por justiça climática na COP30

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  • Explosão perto do Forte Vermelho, em Nova Déli, mata ao menos 8, diz polícia

    Explosão perto do Forte Vermelho, em Nova Déli, mata ao menos 8, diz polícia

    Cerca de 20 pessoas ficaram feridas; construção do século 17 é visitada por turistas durante todo o ano. Ainda não está claro se incidente foi terrorismo, e ‘todos os ângulos’ estão sendo investigados, diz ministro do Interior

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma explosão perto do emblemático Forte Vermelho, em Nova Déli, matou ao menos oito pessoas e feriu cerca de 20 nesta segunda-feira (10), segundo autoridades da capital indiana. Trata-se de um raro incidente na cidade fortemente vigiada de mais de 30 milhões de habitantes.

    De acordo com a polícia local, a explosão ocorreu pouco antes das 19h locais (9h30 no Brasil) em um veículo que se movimentava em baixa velocidade e havia parado em um sinal vermelho. Pelo menos seis veículos e três riquixás, um meio de transporte típico da Índia que é puxado a pé, ficaram danificados.

    Segundo a emissora indiana NDTV, um proprietário anterior do carro, identificado apenas como Salman, foi preso -informação que a agência de notícias Reuters não pôde verificar imediatamente.

    Após o incidente, era possível ver corpos mutilados pela rua e de 30 a 40 ambulâncias, segundo um jornalista da Reuters. O hospital localizado nas proximidades foi isolado, e familiares angustiados se reuniram do lado de fora do prédio.

    Musarrat Ansari disse que seu irmão ficou ferido depois que um veículo em chamas colidiu com a motocicleta em que ele estava. “Ele me ligou e disse que tinha machucado a perna e que não conseguia andar”, declarou à AFP.

    Embora agências antiterrorismo estivessem no local, ainda não está claro se o episódio foi um atentado, e “todos os ângulos” estavam sendo investigados, segundo o ministro do Interior, Amit Shah. Mesmo assim, Mumbai, a capital financeira, Uttar Pradesh, estado vizinho de Nova Déli, e grandes estações ferroviárias em toda a Índia foram colocados em alerta máximo, informaram as autoridades.

    A embaixada americana em Déli emitiu um alerta de segurança para seus cidadãos, pedindo que evitassem multidões e áreas ao redor do Forte Vermelho e permanecessem alertas em locais frequentados por turistas.

    O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, manifestou solidariedade às famílias das vítimas. “Desejo uma rápida recuperação aos feridos. As autoridades estão prestando assistência aos afetados”, afirmou o líder.

    O Forte Vermelho, conhecido localmente como Lal Qila, é um vasto edifício da era Mughal do século 17. A construção, que mescla estilos arquitetônicos persas e indianos, é visitada por turistas durante todo o ano, e o primeiro-ministro discursa para a nação das muralhas do local todo 15 de agosto, dia da independência da Índia.

    Durante as décadas de 1980 e 1990, Déli foi alvo de explosões em locais públicos, como estações de ônibus e áreas de mercado lotadas, em ataques atribuídos a combatentes islâmicos e separatistas. O último grande incidente do tipo ocorreu em 2011, quando mais de dez pessoas morreram em uma explosão perto do Tribunal Superior de Déli.

    Explosão perto do Forte Vermelho, em Nova Déli, mata ao menos 8, diz polícia

  • Thais Carla desmaia e é levada às pressas ao hospital

    Thais Carla desmaia e é levada às pressas ao hospital

    A influenciadora Thais Carla deu um susto nos seguidores nas redes sociais após revelar que passou mal e chegou a desmaiar durante o almoço nesta segunda-feira (10)

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Thais Carla, 33, passou mal e desmaiou durante um almoço. Segundo o marido da influenciadora, Israel Reis, ela sentiu fortes dores de cabeça e visão turva antes de perder a consciência.

    Mal-estar começou após o almoço, e Thais desmaiou no carro. “Durante o almoço ela começou a reclamar de dores na cabeça e vista turva. Eu pedi a conta para irmos para casa tomar algum remédio, mas tive que desviar o caminho para o hospital, pois ela estava desmaiada no carro”, escreveu Israel no Instagram.

    Influenciadora recebeu atendimento médico. “Chegando no pronto-socorro, ela acordou meio tonta, conseguiu sentar na cadeira de rodas (com ajuda) e fomos atendidos. Na triagem os sinais vitais estavam todos ok. Agora foi feita a coleta de sangue e estamos aguardando para passar pelo neurologista e ver quais os próximos passos”, completou.

    Splash entrou em contato com a assessoria de Thais Carla para obter mais informações. Assim que houver resposta, a nota será atualizada.

    Thais Carla desmaia e é levada às pressas ao hospital

  • Justiça decreta falência da Oi, mas permite manutenção provisória das atividades

    Justiça decreta falência da Oi, mas permite manutenção provisória das atividades

    Decisão vem após a telecom reconhecer ser incapaz de pagar dúvidas e pedir reconhecimento de insolvência; ações ordinárias da empresa caem mais de 35% nesta tarde após a decisão

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta segunda-feira (10) a falência do Grupo Oi, com a continuação provisória das atividades da empresa de telecomunicações. O objetivo, segundo a decisão, é garantir a “conectividade à população nacional e inúmeros e estratégicos órgãos públicos e privados”. Não foi estabelecido um prazo.

    A decisão da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi dada após a telecom entrar com um pedido de reconhecimento de estado de insolvência na última sexta-feira (7).

    Com a decretação da falência, a Justiça do Rio de Janeiro determinou a suspensão de todas as ações e execuções contra a empresa, que deverá apresentar uma nova relação de credores.

    Os detentores de débitos da companhia poderão convocar uma assembleia geral para constituir um comitê de credores.

    A decisão foi dada em resposta ao pedido da Oi, que na última sexta afirmou à Justiça que o grupo estava em situação de possível insolvência. A telecom, que já chegou a ser uma das maiores do país, estava em sua segunda recuperação judicial.

    O comunicado foi assinado pelo administrador judicial da empresa, Bruno Rezende, que apontou incapacidade de pagamento de dívidas e descumprimento do plano de recuperação judicial.

    O administrador e o grupo solicitaram à Justiça que, caso se entenda pela liquidação judicial, as atividades sejam mantidas de forma provisória até a completa transferência dos serviços prestados.

    O documento cita o artigo da Lei de Falências e Recuperação Judicial que autoriza a continuidade temporária das operações em casos de liquidação, com estrutura física e de pessoal suficiente para garantir a prestação de serviços até a conclusão da transição.

    O pedido foi feito após a decisão da juíza Simone Gastesi Chevrand, no fim de setembro, que antecipou parcialmente os efeitos da falência da companhia e afastou toda a diretoria da operadora.

    Segundo o fato relevante, o gestor judicial e a companhia reconheceram que a Oi não tem condições de suportar o passivo extraconcursal (dívidas contraídas após o início da recuperação) nem de gerar caixa suficiente para seguir operando.

    No sábado (8), o Ministério Público do Rio de Janeiro enviou parecer não vinculante à 7ª Vara do Rio recomendando a intimação da União e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para que se manifestem sobre uma intervenção econômica na Oi.

    Desde a primeira recuperação judicial, em 2016, a Oi vem vendendo ativos e fatiando operações. A unidade de fibra óptica foi transformada na V.tal, hoje controlada pelo BTG Pactual; a marca Oi Fibra passou a se chamar Nio; e a operação de TV por assinatura foi vendida à Mileto Tecnologia.

    A operadora mantém ainda a divisão Oi Soluções, voltada ao setor corporativo e governamental, com serviços de nuvem, segurança digital e internet das coisas. Mesmo assim, a empresa não conseguiu retomar fôlego financeiro.

    Em 2024, a Oi deixou de operar como concessionária de telefonia fixa, perdendo a obrigação de oferecer planos públicos e atuando apenas em regiões onde é a única prestadora privada, sob acordo válido até 2028.

    Justiça decreta falência da Oi, mas permite manutenção provisória das atividades

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  • Milei diz que Argentina receberá nova-iorquinos que fugirem do 'comunismo'

    Milei diz que Argentina receberá nova-iorquinos que fugirem do 'comunismo'

    Milei declarou que o novo prefeito, o autodeclarado socialista Zohran Mamdani, administrará Nova York sob “um regime comunista”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Após a vitória do autodeclarado socialista Zohran Mamdani, primeiro muçulmano eleito prefeito de Nova York, o presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que que os nova-iorquinos serão sempre “calorosamente” recebidos no país latino-americano, “se as coisas ficarem difíceis” na cidade.

    Milei declarou que o novo prefeito administrará Nova York sob “um regime comunista”. “Dedico estas palavras aos nova-iorquinos, que trilharam o caminho oposto ao da Argentina e agora viverão sob um partido comunista. Devem saber que, se as coisas ficarem difíceis, serão sempre calorosamente recebidos em nossa terra, caso busquem prosperar”, afirmou o líder argentino.

    Presidente argentino participou de evento nos EUA e falou sobre o conservadorismo. Declaração sobre o prefeito de Nova York ocorreu durante a CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), realizada em Miami, na Flórida, na última sexta-feira (7). Milei citou o que chamou de “conquistas econômicas de seu governo” durante o seu discurso. “Nós nos dedicamos a impedir que a Argentina caísse no abismo “, disse.

    A vitória de Mamdani, 34, nas eleições municipais da cidade foi destaque internacional. Ele nasceu em Kampala, capital da Uganda, e se mudou para Nova York com os pais, de origem indiana, quando tinha 7 anos. Ele é deputado estadual pelo Queens desde 2018 e cumpria seu 3º mandato. No mesmo ano em que se elegeu parlamentar, ele se tornou cidadão norte-americano.

    Argentino agradeceu à comunidade internacional e elogiou Trump. O presidente dos EUA concedeu um raro auxílio de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 107,5 bilhões) ao governo Milei, antes das eleições legislativas do dia 26 de outubro. “Graças ao apoio inestimável demonstrado por nosso grande aliado, a Argentina resistiu aos ataques desestabilizadores e agora está no caminho para um futuro de prosperidade e crescimento, para tornar a Argentina grande novamente “, declarou o presidente.

    Milei dançou ao som de “Y.M.C.A.”, do grupo Village People, imitando a dança feita por Trump. Quando encerrou seu discurso, a música tradicional em eventos com a presença do republicano começou a tocar. Ele, então, dançou e imitou o presidente dos EUA.

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  • Halsey é assediada durante show nos EUA

    Halsey é assediada durante show nos EUA

    Um fã da cantora foi flagrado colocando a mão por baixo da saia da cantora para apalpar a bunda dela durante uma apresentação

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um vídeo da cantora Halsey sendo apalpada durante um show em Washington, nos Estados Unidos, viralizou e gerou indignação entre fãs. A cantora, que parece não ter percebido o ato no momento, não se pronunciou sobre o caso.

    Agressão ocorreu enquanto cantora estava interagindo com o público. O episódio aconteceu na terça-feira (4), enquanto Halsey cantava a música “Is There Somewhere”. As imagens mostram as mãos de uma pessoa, aparentemente uma mulher, colocando a mão na coxa da artista e tentando alcançar as nádegas por baixo da saia.

    Segurança pareceu intervir. Após alguns segundos, uma mão com uma luva preta, aparentemente de um segurança, afasta a mão da pessoa agressora. Halsey continua cantando, aparentemente sem notar o ocorrido.

    Fãs expressaram indignação nas redes. Comentários em redes sociais condenaram o comportamento. “Imagine estar tão perto de um artista e violar o espaço pessoal dele! Espero que a pessoa tenha sido presa!”, escreveu uma admiradora.

    Outros artistas também têm sido alvo de comportamento inadequado de fãs. Recentemente, Billie Eilish foi puxada com força por um fã em Miami, durante um momento de interação com o público, o que também levou à expulsão do agressor do local.

    Halsey é assediada durante show nos EUA

  • Ex-Al Qaeda, líder da Síria se reúne com Trump na Casa Branca em encontro histórico

    Ex-Al Qaeda, líder da Síria se reúne com Trump na Casa Branca em encontro histórico

    Visita marca guinada radical nas relações entre os países e ocorre quase um ano após queda de Bashar al-Assad; Ahmed al-Sharaa tenta encerrar isolamento e atrair investimentos para reconstruir nação devastada por guerra

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em um encontro histórico, o líder da Síria, Ahmed al-Sharaa, chegou à Casa Branca nesta segunda-feira (10) para se reunir com Donald Trump, quase um ano após a queda do ditador Bashar al-Assad. Ligado à Al Qaeda no passado, Sharaa tenta encerrar o isolamento internacional de seu país.

    A reunião em Washington ocorre seis meses após o primeiro contato entre os líderes, na Arábia Saudita, e poucos dias após o governo americano retirar Sharaa da lista de pessoas ligadas ao terrorismo. O gesto simbolizou a guinada radical na relação entre os dois países e também na trajetória pessoal do sírio, de 42 anos, que passou de combatente da organização terrorista a chefe de Estado reconhecido pelo Ocidente.

    Sharaa chegou ao poder em dezembro do ano passado, após seus combatentes lançarem uma ofensiva-relâmpago a partir do noroeste do país e derrubarem Assad, que controlou a Síria por mais de duas décadas. Desde então, o novo governo sírio se afastou dos antigos aliados Irã e Rússia e se reaproximou da Turquia, das monarquias do Golfo e dos EUA de Trump.

    Questões de segurança devem dominar o encontro desta segunda. Washington negocia um possível pacto de defesa entre Síria e Israel, que ainda vê com desconfiança o passado do novo líder sírio. Também há planos para o anúncio da entrada do país do Oriente Médio em uma coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico (EI).

    A visita ocorre ainda em um momento conturbado na Síria. Autoridades do país informaram que, nos últimos meses, dois complôs para assassinar Sharaa, atribuídos ao EI, foram frustrados. As tentativas evidenciariam os riscos que ele enfrenta ao tentar consolidar seu governo em um país devastado por 14 anos de guerra civil. No fim de semana, o Ministério do Interior lançou uma ampla operação contra células do grupo extremista, e mais de 70 suspeitos foram detidos.

    Trump afirmou na semana passada que “muito progresso foi feito” em relação à Síria e elogiou o novo líder. “Ele está fazendo um ótimo trabalho. É uma vizinhança difícil, e ele é um cara duro, mas nos damos muito bem”, disse o presidente americano.

    Depois do primeiro encontro entre os dois, em maio, Trump anunciou a suspensão das sanções impostas a Damasco. A retirada da pena é prioridade para Sharaa, que busca atrair investimentos estrangeiros para reconstruir o país. O Banco Mundial estima que a recuperação da Síria exigirá mais de US$ 200 bilhões.

    Internamente, o novo governo ainda enfrenta enormes desafios. Conflitos sectários recentes deixaram mais de 2,5 mil mortos desde a queda de Assad, o que levantou dúvidas sobre a capacidade de Sharaa de governar.

    A atenção de Washington à Síria ocorre enquanto o governo Trump tenta manter o cessar-fogo entre Israel e o Hamas em Gaza e avançar em seu plano de paz de 20 pontos para encerrar a guerra no território palestino, que já dura dois anos.

    A trajetória pessoal de Sharaa é, por si só, um retrato das mudanças na política síria. Ele se juntou à Al-Qaeda no Iraque após a invasão americana de 2003 e passou anos preso por forças dos EUA. De volta à Síria, tornou-se um dos líderes da insurgência contra Assad. Conhecido à época como Abu Mohammad al-Golani, foi designado como terrorista em 2013, mas rompeu com a Al-Qaeda em 2016 e consolidou sua influência no noroeste sírio.

    No fim de 2024, Washington retirou a recompensa de US$ 10 milhões por sua captura, e, na semana passada, o Conselho de Segurança da ONU suspendeu as sanções contra ele e seu ministro do Interior, Anas Khattab. EUA e Reino Unido seguiram o mesmo caminho.

    “A visita de Sharaa a Washington simboliza uma mudança drástica. A Síria deixou de ser um satélite do Irã para integrar o campo liderado pelos EUA, e Sharaa passou de um procurado a parceiro na guerra ao terror”, afirmou Firas Maksad, diretor para Oriente Médio e Norte da África do Eurasia Group, à agência de notícias Reuters.

    “Muita coisa ainda pode dar errado, e há sérias preocupações sobre direitos individuais e das minorias, mas a primeira visita de um chefe de Estado sírio à Casa Branca é um momento de esperança de que o país esteja finalmente no caminho certo.”

    Ex-Al Qaeda, líder da Síria se reúne com Trump na Casa Branca em encontro histórico

  • Dólar recua e Bolsa vai a 155 mil pontos com expectativa pelo fim da paralisação nos EUA

    Dólar recua e Bolsa vai a 155 mil pontos com expectativa pelo fim da paralisação nos EUA

    A moeda norte-americana caía 0,33% por volta das 14h19, cotada a R$ 5,317; a Bolsa registrava alta de 0,55%, a 154.924 pontos, a caminho de renovar o recorde histórico pela 11ª vez consecutiva

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta segunda-feira (10), com investidores atentos à possibilidade da paralisação do governo dos Estados Unidos chegar a um fim.

    O Senado norte-americano avançou, no domingo, com um projeto para financiar a máquina pública até o fim de janeiro. Caso aprovada, a medida precisa passar pela Câmara dos Representantes e, depois, pela sanção do presidente Donald Trump, um processo que poderá levar dias.

    A expectativa pelo encerramento da maior paralisação da história do governo dos Estados Unidos injeta ânimo nos mercados e aumenta o apetite por risco dos investidores, com o dólar perdendo força ante a maior parte das moedas e as praças acionárias globais registrando fortes ganhos.

    Aqui, a moeda norte-americana caía 0,33% por volta das 14h19, cotada a R$ 5,317.

    Já a Bolsa, registrava alta de 0,55%, a 154.924 pontos, a caminho de renovar o recorde histórico pela 11ª vez consecutiva. Na máxima do pregão, bateu 155.601 pontos -primeira vez em que chega ao patamar dos 155 mil pontos.

    O Senado norte-americano deu o primeiro passo para encerrar o mais longo shutdown da história dos EUA na noite de domingo, depois que um grupo de democratas rompeu o bloqueio do partido e votou com os republicanos para avançar a proposta que pode reabrir o governo.

    A votação de procedimento, que teve 60 votos favoráveis e 40 contrários, abriu caminho para que o projeto de gastos começasse a tramitar no Congresso. Ele ainda precisará ser debatido e aprovado pelo plenário do Senado, obter o aval da Câmara e ser sancionado por Trump para valer.

    Oito senadores democratas votaram a favor da medida, que deve financiar a maioria das agências federais até janeiro. A decisão dos dissidentes permitiu que os republicanos, até então incapazes de aprovar um orçamento temporário, finalmente atingissem os 60 votos necessários para avançar. Ainda assim, a reabertura efetiva do governo pode demorar.

    A votação inicia o debate formal da proposta no Senado antes da decisão final. Caso aprovada, ela seguirá para a Câmara -em recesso prolongado e sem data definida de retorno- e, depois, para a assinatura de Trump.

    Para os mercados, o possível encerramento do shutdown guarda a promessa de normalização. A falta de financiamento deixou centenas de milhares de servidores em licença não remunerada, milhões de pessoas em risco de perder assistência alimentar, voos em atraso e, no ponto mais sensível para os operadores, o Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) no escuro.

    A paralisação afetou a divulgação de dados econômicos essenciais para balizar as decisões de política monetária do banco central, como de inflação e de desemprego. A falta de visibilidade sobre a temperatura da economia pode impedir a continuidade do ciclo de cortes de juros -possibilidade aventada pelo presidente do Fed, Jerome Powell, em entrevista coletiva após a reunião de outubro.

    “O que você faz quando está dirigindo sob neblina? Você diminui a velocidade”, afirmou.

    Assim, a perspectiva do fim da paralisação alivia a incerteza sobre a economia norte-americana, dando força aos mercados globais de ações e às moedas de países emergentes, como o real, o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno.

    No caso da Bolsa brasileira, “o desafio é manter o bom desempenho registrado nas últimas sessões”, diz Marco Ribeiro Noernberg, sócio e estrategista de renda variável da Manchester.

    O Ibovespa renovou o recorde histórico por 10 pregões consecutivos e, nesta segunda, busca o 11º.

    A agenda da semana, porém, guarda gatilhos que podem desencadear uma realização de lucros por parte dos investidores. Na terça, o Copom (Comitê de Política Monetária) divulga a ata da última reunião, quando decidiu por manter a taxa Selic inalterada em 15% e reforçou que ela ficará neste patamar “por tempo bastante prolongado”.

    A terça também guarda os dados da inflação oficial de outubro, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

    “Tanto a ata quanto o IPCA podem trazer novas perspectivas para o início da política de corte de juros”, diz Noernberg.

    No mercado de câmbio, quanto maior o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, melhor para o real. Quando a taxa por lá cai -como ocorreu nas últimas duas reuniões do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano)- e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”.

    Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    Mas, para a renda variável, os efeitos de uma Selic alta não são tão positivos assim. A taxa de juros em 15% estimula a renda fixa, tradicionalmente mais segura que a variável por ter previsibilidade no retorno e, em alguns casos, baixo risco de calote. Com isso, investidores podem optado por alocar recursos na renda fixa do que na variável, desaquecendo a classe de investimentos.

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  • PT prioriza Lula, maior bancada na Câmara e novos senadores no Nordeste

    PT prioriza Lula, maior bancada na Câmara e novos senadores no Nordeste

    Partido tem reeleição de presidente como prioridade e adota cautela em definições nos estados; objetivo é construir candidaturas fortes para enfrentar nomes alinhados ao bolsonarismo

    SALVADOR, BA (CBS NEWS) – Com o foco na reeleição do presidente Lula, o PT adotou uma estratégia cautelosa para as eleições de 2026, travando anseios internos e adiando para o próximo ano decisões sobre candidaturas próprias a governos estaduais e ao Senado.

    O primeiro passo para destravar as negociações foi dado na última semana, com a instalação do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE), instância responsável por coordenar a estratégia nacional do partido para a disputa eleitoral de 2026.

    O grupo será liderado pelo deputado federal José Guimarães (PT-CE) e terá como missão articular ações com três focos prioritários: reeleger Lula, ampliar as bancadas do PT na Câmara e no Senado e garantir palanques estaduais fortes e articulados com aliados.

    A ordem é ampliar as negociações e baixar a fervura nos estados, evitando movimentos bruscos que possam prejudicar a campanha nacional.

    “A prioridade é a reeleição do presidente Lula. Temos que construir candidaturas fortes no campo democrático contra essa parcela da direita que se organiza no Brasil que tem uma definição ideológica inspirada no fascismo”, afirma Edinho Silva, presidente nacional do PT.

    Ele diz que as estratégias serão traçadas conforme a realidade de cada estado, com prioridade na escolha de nomes capazes de barrar candidatos alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Ao ser empossado coordenador do GTE, José Guimarães destacou o Nordeste como central para a estratégia nacional. A meta é eleger, em todos os nove estados, pelo menos um senador do PT e outro de um partido aliado.

    Outro objetivo do PT é garantir presença em todos os estados, com a eleição de ao menos um deputado federal por unidade da federação.

    Nos estados, os diretórios locais sinalizam para candidaturas próprias ao governo e ao Senado, colocando a pré-campanha nas ruas. Levantamento da Folha aponta que o PT tem pré-candidatos a governador em ao menos 11 estados e no Distrito Federal.

    Quatro deles são considerados nomes garantidos nas urnas: os governadores Jerônimo Rodrigues (BA), Elmano de Freitas (CE) e Rafael Fonteles (PI), que disputam a reeleição, além do secretário Cadu Xavier (RN), escolhido para a sucessão da governadora petista Fátima Bezerra.

    Dos quatro, Fonteles vive situação mais confortável e é considerado favorito em um cenário de oposição fragmentada. Elmano e Jerônimo saem na dianteira, mas enfrentam um cenário desafiador em seus estados, com uma oposição organizada e gargalos na segurança pública.

    Cadu Xavier, secretário da Fazenda do governo Fátima Bezerra, terá uma tarefa mais complexa por ser desconhecido e se ampara na popularidade do presidente. Para isso, passou a ser chamado pelos aliados como “Cadu de Lula”.

    Nos demais estados, a principal aposta é o Rio Grande do Sul, onde o nome do ex-deputado Edegar Pretto aparece bem colocado nas pesquisas. Mas a candidatura ainda é incerta diante dos apelos por unidade no campo da esquerda.

    No Distrito Federal, o PT determinou a suspensão das prévias que aconteceriam em novembro entre o ex-deputado Geraldo Magela e Leandro Grass, chefe do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

    A orientação é que os diretórios locais não antecipem a definição de candidaturas.

    Dentre as candidaturas ao Senado, cinco dos seis senadores cujo mandato encerra em fevereiro de 2027 sinalizaram que vão disputar a reeleição. O senador Paulo Paim (PT-RS) disse que não concorreria a um novo mandato, mas voltou a ser uma opção após apelos de aliados.

    Fora desse grupo, a candidatura de Fátima Bezerra, governadora do Rio Grande do Norte, também é dada como certa. Mas nos demais estados as pretensões vão depender da conjuntura local e seu impacto no cenário nacional.

    Na Bahia, a definição sobre a chapa para reeleição do governador Jerônimo Rodrigues vai ficar para o próximo ano: “Não temos pressa, nossos aliados sabem disso”, diz Adolpho Loyola, secretário estadual de Relações Institucionais.

    A base enfrenta tensões desde 2024, quando o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), sinalizou o desejo de concorrer ao Senado e o PT passou a defender uma chapa puro-sangue, com Jerônimo, Rui e Jaques Wagner.

    A estratégia entra em conflito com o desejo do senador Angelo Coronel (PSD), que quer concorrer à reeleição. O imbróglio vai demandar uma costura política delicada, já que o PSD tem mais de cem prefeituras na Bahia e é aliado de Lula no estado.

    O cenário é parecido no Ceará, onde o petista José Guimarães pleiteia uma das vagas ao Senado, mas outros partidos aliados querem compor a chapa do governador Elmano de Freitas (PT).

    Nas últimas semanas, Guimarães elevou o tom ao criticar aliados do PT no Ceará que votaram contra pautas de interesse do governo Lula no Congresso Nacional. Foi o caso dos deputados Júnior Mano (PSB) e Moses Rodrigues (União Brasil), que negociam concorrer ao Senado na chapa petista.

    Também são cotados para disputar o Senado os petistas Benedita da Silva (RJ), Fernando Haddad (SP), Érica Kokay (DF) e Marcelo Ramos (AM).

    Ainda em São Paulo, setores do governo Lula cogitam ainda para o Senado o ex-jogador Raí ou o apoio a aliadas como Marina Silva (Rede) ou Simone Tebet (MDB).

    Enquanto as candidaturas próprias seguem indefinidas, o PT acelera tratativas para alianças com outros partidos.

    O movimento mais recente aconteceu no Paraná, onde a legenda indicou apoio ao deputado estadual Requião Filho (PDT) na disputa pelo governo do estado.

    Fora da esquerda, legendas como PSD e MDB devem ser aliados preferenciais. Os petistas devem apoiar Omar Aziz (PSD), no Amazonas, Renan Filho (MDB), em Alagoas, e Hanna Ghassan (MDB), no Pará.

    PT prioriza Lula, maior bancada na Câmara e novos senadores no Nordeste

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  • Príncipe William se emociona ao ver foto rara de Diana com Huck

    Príncipe William se emociona ao ver foto rara de Diana com Huck

    William também comentou em entrevista a fama de ser a pessoa que mantém o legado de sua mãe, Diana, em relação a filantropia

    ARACAJU, SE (CBS NEWS) – No Brasil pela primeira vez, o príncipe William viu uma foto rara de sua mãe, princesa Diana. O presente foi dado por Luciano Huck, durante uma entrevista para o seu programa na Globo, exibida neste domingo (9).

    “De que ano foi isto?”, perguntou William. “Foi em 1991”, disse Huck. “Que coisa linda”, afirmou William. A foto em questão era de uma visita de Diana em São Paulo, na Fundação Casa, onde conversou com menores de idade que estavam reclusos.

    Luciano Huck elogiou William pelo seu legado. O príncipe falou sobre a emoção em estar no Brasil pela primeira vez e disse que se encantou com a beleza da cidade.

    “Quando cheguei aqui, vi as belezas da cidade e fiquei encantado. Estar no Pão de Açúcar foi um sonho realizado”, disse William.

    O príncipe também comentou a fama de ser a pessoa que mantém o legado de sua mãe, Diana, em relação a filantropia.

    “Eu tento usar minha influência para seguir e melhorar o mundo”, disse William.

    Príncipe William se emociona ao ver foto rara de Diana com Huck