Blog

  • “Valores familiares” levam filha de Túlio Maravilha a recusar UFRJ

    “Valores familiares” levam filha de Túlio Maravilha a recusar UFRJ

    Aprovada na UFRJ e na Uerj, Tulianne Maravilha optou por não ingressar nas universidades públicas. Declarações da família sobre princípios, segurança e estrutura provocaram forte reação nas redes sociais e levaram a jovem a se explicar

    A menção a “valores familiares” foi o ponto de partida para uma polêmica que rapidamente tomou conta das redes sociais. A declaração partiu da família de Tulianne Maravilha, filha do ex-jogador Túlio Maravilha, ao explicar por que a jovem não pretende cursar uma universidade pública, mesmo após ser aprovada em duas instituições de referência no Rio de Janeiro.

    Estudante e influenciadora digital, Tulianne contou que passou no vestibular para Nutrição na Universidade Federal do Rio de Janeiro e para Odontologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A conquista foi celebrada pela família, mas a decisão final foi pela matrícula em uma faculdade particular.

    Em vídeo publicado nas redes, a mãe da jovem, Cristiane, explicou a escolha. “Um dos fatores maiores para a gente não permitir que nossos filhos vão para a federal é manter nossos valores familiares. A faculdade particular é mais alinhada aos nossos pensamentos e aos nossos princípios”, afirmou.

    Na sequência, Túlio Maravilha acrescentou que a questão da segurança também pesou. “A logística não é muito legal. Fica a uma hora de casa, duas horas dependendo do trânsito. Tem que passar pela Linha Amarela e pela Linha Vermelha, zonas de perigo e de muitos conflitos. E a federal aqui no Rio, infelizmente, está bem precária”, disse o ex-jogador.

    A própria Tulianne reforçou esse argumento ao comentar a estrutura das universidades públicas. “Está caindo aos pedaços, infelizmente. Não tem papel higiênico”, declarou. Cristiane ainda completou que a decisão envolve “segurança, qualidade de vida e a preservação dos filhos diante de um mundo com trânsito, roubos e falta de paz”.

    As falas provocaram forte reação nas redes sociais. Muitos internautas criticaram o discurso e defenderam o ensino público. “Quem realmente tem valores não corre o risco de perdê-los em uma universidade”, escreveu uma usuária. Outra comentou: “Sou formada em federal, faço mestrado e só estudo como qualquer aluno”. Houve ainda quem ironizasse a decisão: “Pelo menos deixou a vaga para alguém que vai dar valor”.

    Com a repercussão negativa, Tulianne voltou às redes para se explicar. Em um novo vídeo, afirmou que as declarações da família foram interpretadas de forma equivocada. “Quando a gente fala de valores e princípios, isso é algo da nossa família. Em nenhum momento minha mãe disse que a UFRJ não tem valores ou que a UERJ não tem princípios. Não houve comparação dizendo que uma faculdade é melhor do que a outra”, afirmou.

    Segundo a jovem, a escolha por uma instituição privada foi pessoal e não teve a intenção de desqualificar as universidades públicas, embora o debate sobre segurança, estrutura e acesso ao ensino superior tenha sido reacendido a partir do caso.

     

    @_tuliannemaravilha Porque não vou estudar em faculdade pública #fyp #student #studentlife som original – Tulianne

     

    “Valores familiares” levam filha de Túlio Maravilha a recusar UFRJ

  • Bolsonaro manda carta de amor à Michelle: “Te amo para sempre”

    Bolsonaro manda carta de amor à Michelle: “Te amo para sempre”

    Mensagem foi escrita para celebrar 18 anos de casamento, comemorados enquanto o ex-presidente estava preso preventivamente. Na carta, Bolsonaro agradece o apoio da esposa, fala de esperança em meio às dificuldades e reafirma fidelidade
    Bolsonaro manda carta de amor à Michelle: Te amo para sempre

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou nesta sexta-feira, 6, uma carta de amor escrita por Jair Bolsonaro em comemoração aos 18 anos de casamento do casal. O aniversário da união foi celebrado em 28 de novembro de 2025, período em que o ex-presidente estava preso preventivamente havia cinco dias, após descumprir medidas impostas pela Justiça relacionadas ao uso de tornozeleira eletrônica.

    Nas imagens publicadas nas redes sociais, Bolsonaro se declara à esposa em uma carta manuscrita, na qual agradece pelas mensagens de apoio recebidas durante o período de detenção. Ele afirma estar atravessando um momento difícil, mas diz manter a esperança, reforça que permanece “100% fiel” e demonstra ansiedade para reencontrá-la. O texto termina com uma declaração direta: “Eu te amo para sempre”.

    A carta traz a anotação “entregar hoje ou amanhã”, mas não há confirmação da data exata em que foi escrita ou entregue. Embora a comemoração do aniversário de casamento tenha ocorrido em novembro, a publicação só foi feita agora, o que gerou dúvidas sobre o momento em que a mensagem chegou às mãos de Michelle.

    Na legenda da postagem, a ex-primeira-dama respondeu de forma emotiva. “Meu amor, cuidar de você e das nossas filhas é a minha maior missão”, escreveu.

    Jair Bolsonaro permanece detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Ele cumpre pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e, segundo as regras do sistema prisional, pode receber visitas em dois dias da semana.

     

     
     
     

     
     
    Ver essa foto no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Um post compartilhado por Michelle Bolsonaro (@michellebolsonaro)

    Bolsonaro manda carta de amor à Michelle: “Te amo para sempre”

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Brasileiros procuram em arquivo português provas de que são donos de terras

    Brasileiros procuram em arquivo português provas de que são donos de terras

    Documentos do período colonial guardados no Arquivo Histórico Ultramarino seguem sendo consultados para embasar disputas judiciais e pesquisas acadêmicas. Acervo reúne registros de sesmarias concedidas pela Coroa portuguesa e está hoje amplamente disponível em formato digital.

    O Arquivo Histórico Ultramarino, em Portugal, continua sendo procurado por brasileiros que buscam comprovar a posse de terras no Brasil concedidas pela Coroa portuguesa há cerca de cinco séculos. Segundo a direção da instituição, ainda hoje chegam pedidos de documentos históricos para uso em disputas judiciais contemporâneas.

    “De tempos em tempos, recebemos solicitações de cópias autenticadas para apresentação em tribunais ou para resolver litígios, apesar de se tratar de documentação histórica”, afirmou à agência Lusa a pesquisadora Ana Canas, do Centro de História da Universidade de Lisboa, que exerce funções de direção no AHU.

    O acervo reúne registros de concessões de sesmarias, sistema adotado pela Coroa portuguesa a partir do século XVI para distribuir terras no Brasil colonial. As áreas eram doadas a particulares, chamados sesmeiros, com a obrigação de ocupar e produzir nas propriedades. Essa documentação segue sendo fundamental para quem busca provar a origem da posse das terras, já que concentra os registros oficiais da administração portuguesa durante o período colonial.

    Criado em 1931 para preservar a memória da administração ultramarina, o arquivo guarda cerca de 17 quilômetros lineares de documentos que retratam as relações entre Lisboa e os territórios do antigo império português. Além do Brasil, o acervo inclui informações sobre Índia, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Macau.

    A documentação referente ao Brasil, preservada nas instalações do AHU no Palácio do Ega, em Lisboa, foi organizada no âmbito do Projeto Resgate Barão do Rio Branco. O programa de cooperação internacional teve como missão catalogar e reproduzir manuscritos históricos relacionados ao país até a independência, em 1822.

    Os portugueses chegaram ao Brasil em 1500 e a ocupação sistemática das terras teve início por volta de 1530. Todo esse processo, assim como a relação administrativa com a Coroa portuguesa até a independência, está registrado no acervo. Ao longo de mais de dez anos, cerca de 120 pesquisadores trabalharam na organização de aproximadamente 300 mil documentos ligados ao Brasil, hoje identificados, distribuídos em mais de duas mil caixas e disponíveis em formato digital.

    Entre os registros está a série Reino, do fundo do Conselho Ultramarino, que inclui, por exemplo, uma carta de 1748 do governador da ilha de Santa Catarina ao rei Dom João V. O documento relata a chegada de casais vindos dos Açores e da Madeira e destaca o papel das mulheres no processo de colonização, estratégia adotada pela Coroa para povoar o território e evitar a ocupação por outras potências europeias.

    Inicialmente microfilmados nos anos 1990, esses documentos foram posteriormente digitalizados. As imagens hoje podem ser acessadas por meio do próprio Projeto Resgate, sediado na Biblioteca Nacional do Brasil, o que facilitou a consulta e eliminou a necessidade de deslocamentos até Portugal.

    Segundo Ana Canas, a disponibilização digital do acervo provocou um aumento expressivo das pesquisas. “Houve uma avalanche de estudos, especialmente de pesquisadores brasileiros”, afirma. Desde 2014, quando o acesso se tornou mais estável, diversas teses e trabalhos acadêmicos passaram a ser produzidos por universidades brasileiras, abordando aspectos sociais, econômicos e políticos da história do país.

    Para a pesquisadora, o trabalho de organização e difusão desses documentos tem impacto direto na compreensão da identidade brasileira. Ela destaca que essa documentação faz parte não apenas da história de Portugal, mas também da memória e da identidade dos países com os quais o país se relacionou, entre eles o Brasil.

    Brasileiros procuram em arquivo português provas de que são donos de terras

  • Filho de Lil Jon é encontrado morto após dias desaparecido nos EUA

    Filho de Lil Jon é encontrado morto após dias desaparecido nos EUA

    Nathan Smith, de 27 anos, músico e produtor conhecido como DJ Young Slade, estava desaparecido desde terça-feira na Geórgia. O rapper confirmou a morte do filho e agradeceu o apoio das autoridades e voluntários nas buscas

    Nathan Smith, filho do rapper Lil Jon, foi encontrado morto aos 27 anos após dias de buscas no estado da Geórgia, nos Estados Unidos. A morte do jovem, que também atuava como músico e produtor, foi confirmada pelo próprio artista à revista People nesta sexta-feira, 6 de fevereiro.

    Em nota, Lil Jon afirmou que a família está “devastada” com a perda precoce do filho, que estava desaparecido desde a última terça-feira. “Estou extremamente triste pela trágica perda do nosso filho, Nathan Smith. A mãe dele e eu estamos devastados”, declarou. Segundo o rapper, Nathan era “um ser humano gentil, atencioso, educado, apaixonado e caloroso”, além de um jovem “incrivelmente talentoso”, formado pela Universidade de Nova York (NYU) e com atuação como artista, produtor musical e engenheiro de som.

    O músico ressaltou ainda o orgulho que sentia do filho e afirmou que os últimos momentos juntos foram marcados pela troca de afeto. “Amávamos o Nathan com todo o coração e temos muito orgulho dele. Saber que conseguimos expressar isso a ele nos conforta”, disse.

    No comunicado, Lil Jon também agradeceu o apoio recebido durante os dias de buscas e fez questão de citar as forças de segurança e equipes de resgate envolvidas na operação, incluindo departamentos de polícia, bombeiros, unidades especializadas de mergulho e voluntários que auxiliaram nas tentativas de localizar o jovem.

    Desaparecimento e buscas

    O Departamento de Polícia de Milton havia divulgado um alerta de pessoa desaparecida em 3 de fevereiro, informando que Nathan fora visto pela última vez por volta das 6h da manhã, nas proximidades da Baldwin Drive com a Mayfield Road. De acordo com o comunicado, o jovem teria saído correndo de casa, estava sem telefone celular, poderia estar desorientado e precisava de ajuda.

    Após dias sem notícias, as equipes ampliaram as buscas para um lago localizado no Mayfield Park, próximo à residência da família. Na sexta-feira, por volta das 11h53, mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Condado de Cherokee localizaram e retiraram um corpo do local. As autoridades informaram que acreditam se tratar de Nathan Smith, aguardando apenas a confirmação oficial do Instituto Médico Legal do Condado de Fulton. Segundo a polícia, não há indícios de crime.

    Vida pessoal e carreira

    Nathan Smith é filho de Lil Jon com Nicole Smith, com quem o rapper foi casado por quase 20 anos. O casal se uniu em 2004 e anunciou uma separação amigável em 2024, após dois anos afastados. Lil Jon também é pai de Nahara, fruto de outro relacionamento.

    Conhecido artisticamente como DJ Young Slade, Nathan lançou seu último single, “Feels”, em março de 2025. Em uma participação recente no programa Family Legacy, da MTV, ele falou com orgulho sobre o pai e destacou a influência familiar em sua trajetória musical.

    Filho de Lil Jon é encontrado morto após dias desaparecido nos EUA

  • Trump impõe tarifa extra de 25% a países que mantêm comércio com o Irã

    Trump impõe tarifa extra de 25% a países que mantêm comércio com o Irã

    Ordem executiva amplia sanções e autoriza cobrança adicional sobre produtos de nações que negociem com Teerã. Medida é anunciada em meio a novas punições ao setor petrolífero iraniano e a negociações indiretas entre EUA e Irã em Omã

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que impõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos provenientes de países que comprem, importem ou mantenham relações comerciais com o Irã. A medida foi divulgada pela Casa Branca na sexta-feira e tem como justificativa a avaliação de que as ações de Teerã representam uma ameaça à segurança nacional norte-americana.

    Segundo o texto, a emergência nacional relacionada ao Irã foi declarada originalmente em 1995 e ampliada ao longo dos anos, incluindo sanções contra os setores de energia e petroquímica, além de punições ligadas a violações de direitos humanos. De acordo com o governo Trump, as novas tarifas são uma resposta direta à continuidade de políticas iranianas consideradas de risco, o que, na visão da administração, exige medidas adicionais.

    A ordem estabelece que o secretário de Comércio, Howard Lutnick, ficará responsável por identificar os países que realizam transações com o Irã. Já o secretário de Estado, Marco Rubio, em coordenação com outras autoridades, definirá o alcance da tarifa a ser aplicada. O texto também prevê que Trump poderá alterar ou suspender a medida em caso de retaliação internacional ou se o Irã e os países afetados adotarem ações alinhadas à política externa dos Estados Unidos.

    Horas antes do anúncio, Washington havia divulgado um novo pacote de sanções contra indivíduos e entidades supostamente envolvidos no chamado “comércio ilícito” de petróleo, usado para financiar o governo iraniano. As restrições atingem 14 navios da chamada “frota fantasma” do Irã, 15 empresas com sede em países como Índia e Turquia, além de duas pessoas ligadas à comercialização de petróleo bruto e produtos petroquímicos iranianos.

    As sanções foram anunciadas no mesmo dia em que ocorreram negociações indiretas entre Estados Unidos e Irã em Omã. Teerã classificou o encontro como “um bom começo” para a redução das tensões entre os dois países. As conversas em Mascate marcaram o primeiro contato entre representantes das duas nações desde os ataques norte-americanos a instalações nucleares iranianas, realizados em junho, durante a guerra de 12 dias entre Israel e Irã.

    Washington e Teerã já haviam mantido diálogos indiretos no ano passado, também com mediação de Omã, mas as tratativas foram interrompidas com o início do conflito no meio do ano. Desde então, Trump tem reiterado ameaças de uso da força, citando a repressão do governo iraniano a protestos antigovernamentais registrados em janeiro.

    Nos últimos dias, o presidente norte-americano afirmou desejar um acordo sobre o programa nuclear iraniano, ao mesmo tempo em que advertiu que o prazo para avanços diplomáticos estaria se esgotando. As declarações vieram acompanhadas do envio de uma força naval dos EUA para a região, incluindo o porta-aviões Abraham Lincoln.

    Autoridades iranianas, por sua vez, afirmam que não pretendem abrir mão de seu programa de defesa e reiteram que o desenvolvimento nuclear do país tem fins exclusivamente pacíficos.

    Trump impõe tarifa extra de 25% a países que mantêm comércio com o Irã

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Não é só CR7: Jorge Jesus e Al Nassr boicotam liga saudita

    Não é só CR7: Jorge Jesus e Al Nassr boicotam liga saudita

    Não é apenas Cristiano Ronaldo quem está em rota de colisão com os dirigentes do futebol da Arábia Saudita. O Al Nassr decidiu apoiar o astro português e passou a boicotar compromissos com a imprensa, atitude que voltou a se repetir na sexta-feira, após a vitória por 2 a 0 sobre o Al Ittihad.

    O técnico Jorge Jesus não participou da entrevista coletiva pós-jogo, e os jogadores também evitaram a zona mista, repetindo o que já havia ocorrido na partida anterior, contra o Al Riyadh, na segunda-feira. O treinador português, de 71 anos, também deixou de fazer as tradicionais prévias dos confrontos e permanece em silêncio desde que Ronaldo manifestou publicamente sua insatisfação com a Liga Saudita e iniciou o protesto.

    A postura do clube é uma demonstração clara de alinhamento com o camisa 7. Na sexta-feira, Cristiano Ronaldo estendeu o boicote e voltou a ficar fora de campo pelo segundo jogo consecutivo, aprofundando o impasse com os organizadores do campeonato.

    No centro do descontentamento está o que o jogador considera um tratamento desigual por parte dos responsáveis pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita. Na avaliação de Ronaldo, o Al Nassr vem sendo prejudicado, enquanto o Al Hilal estaria sendo favorecido, cenário que, segundo ele, ficou ainda mais evidente na última janela de transferências.

    O Al Hilal investiu perto de 100 milhões de euros em reforços, liderados pela contratação de Karim Benzema. Já o Al Nassr anunciou apenas dois jogadores, ambos sem grande impacto financeiro ou esportivo.

    A reação da Liga Saudita veio por meio de um comunicado enviado à imprensa internacional, no qual os dirigentes afirmam que nenhum atleta está acima dos interesses coletivos do país, embora reconheçam a relevância de Cristiano Ronaldo para a valorização do campeonato.

    “Como qualquer competidor de elite, ele quer vencer. Mas nenhum indivíduo, por mais importante que seja, determina decisões além do seu próprio clube. As recentes atividades de transferência demonstram claramente essa independência. Um clube se reforçou de uma maneira específica. Outro adotou uma abordagem diferente. Essas foram decisões internas, tomadas dentro de parâmetros financeiros aprovados”, diz a nota.

    Cristiano Ronaldo continua?

    Ainda não está claro até quando Ronaldo manterá o protesto ou se sua permanência no futebol saudita está ameaçada. O portal The Athletic cita fontes do Al Nassr que classificam como “totalmente imprevisível” o próximo passo do atacante.

    Cristiano Ronaldo renovou recentemente contrato com o Al Nassr até junho de 2027, com cláusula de rescisão avaliada em 50 milhões de euros. O acordo tinha como objetivo consolidá-lo como um dos principais embaixadores do futebol saudita e permitir que ele seguisse em busca do milésimo gol da carreira. Agora, porém, a continuidade no Oriente Médio é incerta, e uma saída ao fim da temporada já não é descartada nos bastidores.

     

    A manifestação acontece após Cristiano Ronaldo não entrar em campo contra o Al-Riyadh. O português, segundo o jornal A Bola, estaria insatisfeito com a falta de aporte pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF)

    Folhapress | 12:08 – 06/02/2026

    Não é só CR7: Jorge Jesus e Al Nassr boicotam liga saudita

  • Influenciador Henrique Maderite é encontrado morto em MG

    Influenciador Henrique Maderite é encontrado morto em MG

    Henrique tinha dois milhões de seguidores e costumava comemorar a chegada das sextas-feiras, além de expressar suas opiniões políticas. Em postagens recentes, ele exaltou a captura de Nicolás Maduro pelo governo Trump e criticou benefícios sociais do governo federal brasileiro

    (CBS NEWS) – O influenciador Henrique Maderite foi encontrado morto nesta sexta-feira (9), em Ouro Preto, Minas Gerais. As informações são do G1 Minas.

    Henrique tinha 50 anos e era conhecido pelo bordão “chegou sexta-feira, papai”. De acordo com a publicação, a Polícia Militar foi acionada por vizinhos e encontrou o influenciador já sem vida por volta das 17h30. Ele deixa esposa e três filhos.

    Há suspeita de infarto, mas a causa da morte ainda será investigada. Segundo a publicação, Henrique estava com uma lesão na parte posterior da cabeça, além de hemorragia no ouvido e escoriações no pescoço.

    Henrique tinha dois milhões de seguidores e costumava comemorar a chegada das sextas-feiras, além de expressar suas opiniões políticas. Em postagens recentes, ele exaltou a captura de Nicolás Maduro pelo governo Trump e criticou benefícios sociais do governo federal brasileiro.

    A morte do influenciador foi lamentada por políticos como o governador de MG, Romeu Zema (Novo), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o senador Flávio Bolsonaro (PL), o cantor Michel Teló e os clubes de futebol mineiros Cruzeiro e Atlético.

    Influenciador Henrique Maderite é encontrado morto em MG

  • Rússia acusa Ucrânia de atentado a tiros contra vice-chefe da inteligência militar

    Rússia acusa Ucrânia de atentado a tiros contra vice-chefe da inteligência militar

    Alexeiev é vice-chefe do GRU, a inteligência militar da Rússia. Seu superior, Igor Kostiukov, lidera a delegação russa nos Emirados Árabes Unidos que tenta chegar a um acordo de cessar-fogo com os ucranianos e os Estados Unidos.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um oficial militar russo de alta patente, o tenente-general Vladimir Alexeiev, foi levado às pressas a um hospital após ser baleado em Moscou nesta sexta-feira (6), informaram investigadores, no mais recente de uma série de ataques contra altos oficiais militares.

    Horas mais tarde, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, acusou a Ucrânia de estar por trás do atentado, dizendo que o país invadido tenta sabotar as negociações de paz em curso em Abu Dhabi. Lavrov não apresentou provas para sustentar a afirmação -e as tratativas, ademais, continuam travadas.

    Alexeiev é vice-chefe do GRU, a inteligência militar da Rússia. Seu superior, Igor Kostiukov, lidera a delegação russa nos Emirados Árabes Unidos que tenta chegar a um acordo de cessar-fogo com os ucranianos e os Estados Unidos. Os dois lados da negociação acusam-se de não ter interesse real na paz.

    Autoridades informaram que Alexeiev foi baleado várias vezes em um prédio residencial no noroeste de Moscou por um atirador desconhecido que fugiu do local.

    Vários oficiais russos de alta patente foram assassinados desde o início da guerra na Ucrânia, com Moscou sempre culpando Kiev pelos ataques. Em alguns casos, a inteligência militar ucraniana assumiu a responsabilidade dos atentados.

    Desde dezembro de 2024, outros três oficiais do mesmo posto de Alexeiev, tenente-general (equivalente ao general de divisão no Brasil), foram mortos em Moscou ou nas proximidades.

    Os ataques têm irritado os influentes blogueiros de guerra da Rússia, levantando questionamentos sobre por que autoridades tão importantes não contam com proteção adequada. Em pelo menos dois casos, os alvos foram mortos em frente às suas casas.

    O chefe da diretoria de treinamento do Exército do Estado-Maior, tenente-general Fanil Sarvarov, foi morto por uma bomba colocada sob seu carro em 22 de dezembro.

    Alexeiev era responsável pelas relações entre o Ministério da Defesa e o grupo mercenário Wagner, liderado por Ievguêni Prigojin, que lutou em algumas das batalhas mais intensas nos estágios iniciais da guerra na Ucrânia.

    Prigojin liderou um motim em junho de 2023, quando Alexeiev foi um dos altos funcionários enviados para negociar com ele. O motim fracassou, e Prigojin morreu em um suposto acidente de avião dois meses depois.

    Rússia acusa Ucrânia de atentado a tiros contra vice-chefe da inteligência militar

  • Trump recua e apaga vídeo racista que mostra Barack e Michelle Obama como macacos

    Trump recua e apaga vídeo racista que mostra Barack e Michelle Obama como macacos

    Após a repercussão negativa, o presidente recuou e apagou o vídeo. Um funcionário da Casa Branca disse à agência de notícias AFP que o post foi compartilhado por engano por um membro da equipe e que, por isso, havia sido excluído.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nas redes sociais um vídeo racista que retrata Barack Obama e sua mulher, Michelle, como macacos. O conteúdo remete a uma teoria da conspiração relacionada às eleições de 2020 e gerou reação de integrantes do Partido Democrata e até mesmo de republicanos.

    Após a repercussão negativa, o presidente recuou e apagou o vídeo. Um funcionário da Casa Branca disse à agência de notícias AFP que o post foi compartilhado por engano por um membro da equipe e que, por isso, havia sido excluído.

    A versão diverge de um posicionamento divulgado mais cedo nesta sexta. A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, havia defendido o post, chamando a repercussão de “indignação falsa”.

    “Isto vem de um vídeo de meme da internet que retrata o presidente Trump como o rei da selva, e os democratas como personagens de ‘O Rei Leão’”, escreveu Leavitt em comunicado à AFP. “Por favor, parem com a indignação falsa e noticiem hoje algo que realmente importe para o público americano.”

    O vídeo publicado, que dura um minuto, termina com um trecho que mostra os rostos do ex-presidente e da ex-primeira-dama sobrepostos aos de macacos. A canção “The Lion Sleeps Tonight”, da trilha sonora de “O Rei Leão”, toca ao fundo quando o casal aparece. O conteúdo, compartilhado na Truth Social, na quinta-feira (5), foi gerado com ferramentas de inteligência artificial.

    O vídeo repete acusações falsas de que a empresa Dominion Voting Systems, fabricante de urnas eletrônicas nos EUA, ajudou a fraudar o pleito de 2020. Naquele ano, Joe Biden derrotou Trump na corrida pela Casa Branca.

    A fabricante, inclusive, processou a Fox News por difamação após a emissora divulgar afirmações de que as máquinas foram usadas para manipular o resultado das eleições. As empresas chegaram a um acordo judicial de US$ 787,5 milhões (R$ 3,9 bilhões) em 2023.

    O gabinete do governador da Califórnia, Gavin Newsom, um dos principais opositores de Trump e potencial candidato democrata à Presidência em 2028, afirmou que o presidente teve “comportamento repugnante” ao compartilhar o vídeo racista. “Todo republicano deve denunciar isto. Agora”, publicou a conta do gabinete de Newsom na rede social X.

    Ben Rhodes, ex-conselheiro de Segurança Nacional e aliado próximo de Obama, também condenou o ato. “Deixem que Trump e seus seguidores racistas sejam assombrados porque os americanos do futuro verão os Obamas como figuras queridas enquanto o estudam como uma mancha em nossa história”, escreveu.

    Tim Scott, o único senador negro do Partido Republicano, criticou o vídeo. “É a coisa mais racista que já vi sair desta Casa Branca.”
    Obama foi o único presidente negro na história dos EUA. O líder democrata, que não tem o costume de responder às provocações e aos ataques de seu opositor, não havia se pronunciado até a última atualização deste texto.

    Desde que retornou à Casa Branca no ano passado, Trump intensificou o uso de imagens geradas por IA, muitas vezes com conteúdos que ridicularizam seus críticos e opositores. O republicano utiliza publicações provocativas para mobilizar sua base conservadora.

    No ano passado, Trump publicou um vídeo gerado por IA que mostrava Barack Obama sendo preso no Salão Oval e aparecendo atrás das grades, vestindo um uniforme laranja, de detento. Na época, o democrata não reagiu à provocação.

    Trump também já publicou um vídeo produzido por IA de Hakeem Jeffries, líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, com um bigode falso e um chapéu. O deputado, que é um homem negro, classificou a imagem de racista.

    Jeffries também se pronunciou nesta sexta sobre o vídeo do casal Obama. “Todo republicano deve denunciar imediatamente a repugnante intolerância de Donald Trump”, escreveu ele em um post no X, chamando o presidente de “indivíduo doente”.

    Trump recua e apaga vídeo racista que mostra Barack e Michelle Obama como macacos

  • Bianca Censori diz que relacionamento com Kanye West começou quando ele era casado

    Bianca Censori diz que relacionamento com Kanye West começou quando ele era casado

    Na entrevista, a modelo fala que o relacionamento com o rapper começou em 2021, quando ele ainda era casado com Kim Kardashian.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bianca Censori sem censura: foi assim que a revista Vanity Fair publicou nesta sexta-feira (6) uma entrevista e ensaio fotográfico com a mulher de Kanye West, que pela primeira vez se abriu publicamente sobre sua polêmica relação com o cantor.

    Na entrevista, a modelo fala que o relacionamento com o rapper começou em 2021, quando ele ainda era casado com Kim Kardashian.
    Segundo Bianca, o rapper a procurou nas redes sociais e a convidou para trabalhar como arquiteta em sua marca Yeezy. A relação, porém, logo se transformou em romance.

    “Você passa muito tempo com alguém. Estávamos sempre ao telefone ou juntos. É algo que você precisa ver, somos muito parecidos”, disse ela sobre Kanye.

    Em 2021, Kim Kardashian pediu o divórcio do cantor, com quem tem quatro filhos. Os dois estavam juntos desde 2014. Meses depois, ele assumiu a relação com Bianca, antes mesmo de a separação ser oficializada. Em dezembro de 2022, um mês após o divórcio ser finalizado, o cantor se casou com Bianca.

    Ainda na entrevista, ela falou sobre seus looks polêmicos: sempre muito justos, com pele à mostra, transparências e quase nudez. Bianca nega que as roupas sensuais sejam uma escolha do marido.
    “Eu nunca faria algo que não quisesse. Nós trabalhávamos juntos nos meus looks, era sempre uma colaboração, nunca fui obrigada a nada. Sempre tive uma obsessão pela nudez. Ficava nua em todos os lugares, nunca me afastei dessa ideia. Vivo minha arte”, disse.

    Bianca falou também sobre as questões mentais de Kanye, recentemente diagnosticado com transtorno bipolar. Recentemente, ele foi internado em uma clínica de reabilitação na Suíça.

    “Tudo o que posso fazer é estar presente e ajudar”, falou Bianca. “Eu tenho amor e empatia para conseguir passar por isso e entendo que o mundo nem sempre tem.”

    Bianca Censori diz que relacionamento com Kanye West começou quando ele era casado