Blog

  • 'País com que eu sonho', diz Regina Duarte sobre possível candidatura de Flávio Bolsonaro

    'País com que eu sonho', diz Regina Duarte sobre possível candidatura de Flávio Bolsonaro

    Regina Duarte se manifestou ao compartilhar uma reportagem da Folha de S.Paulo que cita Flávio Bolsonaro como um dos nomes para a disputa presidencial de 2026

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Regina Duarte, 78, voltou a se aproximar da família Bolsonaro nesta segunda-feira (10). A atriz, que ocupou o cargo de secretária especial da Cultura entre março e maio de 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro, usou as redes sociais para declarar apoio a uma possível candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República em 2026. “Estou. É a proposta mais inspiradora para o país com que eu sonho”, escreveu ela no Instagram.

    Na publicação, Regina também incentivou o debate entre os seguidores: “Diz aí: o que você pensa? Sou totalmente aberta à emissão de opiniões contraditórias. É assim que vivo a democracia que nos rege, graças a Deus.”

    Regina Duarte se manifestou ao compartilhar uma reportagem da Folha de S.Paulo que cita Flávio Bolsonaro como um dos nomes para a disputa presidencial de 2026. O senador, porém, ainda aguarda uma possível reversão da inelegibilidade do pai, Jair Bolsonaro.

    “Podem ter certeza: a gente não vai desistir do nosso Brasil. O presidente Bolsonaro está passando por esse momento de perseguição, mas a gente vai dar uma resposta a cada um que hoje promove essa perseguição implacável, desleal e injusta”, declarou Flávio durante uma chamada de vídeo exibida na inauguração da nova sede regional do PL em Atibaia, interior de São Paulo, na última sexta-feira (7).

    No fim de outubro, Regina surpreendeu ao começar a seguir o presidente Lula (PT) nas redes sociais – gesto que gerou especulações e comentários entre internautas. A atriz, no entanto, não explicou o motivo da nova interação e segue em silêncio sobre o assunto, apesar das perguntas de fãs e eleitores do ex-presidente Bolsonaro.

    Vale lembrar que nas últimas pesquisas de opinião sobre as eleições de 2026, o nome de Flávio Bolsonarona aparece entre os últimos lugares, atrás de Lula, Tarcísio de Freitas e até Michelle Bolsonaro.

    'País com que eu sonho', diz Regina Duarte sobre possível candidatura de Flávio Bolsonaro

  • Haddad elogia Galípolo, mas volta a criticar taxa Selic

    Haddad elogia Galípolo, mas volta a criticar taxa Selic

    Haddad voltou a manifestar discordância em relação à taxa básica de juros, a Selic, que classificou como elevada: “Todo mundo conhece a minha opinião. A taxa de juros tem espaço para cortes”

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, está fazendo um bom trabalho à frente da autarquia. A declaração foi dada em entrevista à CNN nesta segunda-feira (10).

    “Tenho uma proximidade muito grande com o Galípolo, que foi meu secretário-executivo e indicado por mim para o Banco Central. Acredito que ele está fazendo um bom trabalho no BC, coibindo uma série de abusos no sistema financeiro. Falo das regulações das fintechs e da mudança do crédito imobiliário”, disse o ministro.

    Apesar do elogio, Haddad voltou a manifestar discordância em relação à taxa básica de juros, a Selic, hoje fixada em 15% ao ano, que classificou como elevada. “Todo mundo conhece a minha opinião. A taxa de juros tem espaço para cortes”.

    Haddad também relatou ter se reunido com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e disse que sua avaliação sobre a Selic é compartilhada por parte do setor. “Alguns dos ‘players’ econômicos e políticos concordam com a tese de que talvez já tenha chegado a hora de iniciar o ciclo de cortes”, disse.

    A fala de Haddad repercute uma pressão cada vez maior de setores do governo para o BC reduzir a Selic. No mês passado, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chegou a dizer que o atual patamar de juros “está descolado da realidade do país”.

    “As taxas de juros não dialogam com a realidade da economia brasileira e se tornam um estorvo para o crescimento”, diz a ministra.

    Na última quarta-feira (5), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu, por unanimidade, segurar a taxa básica de juros em 15% ao ano pela terceira reunião seguida.

    Questionado sobre críticas à situação fiscal do país, Haddad disse que o governo deve se aproximar do centro da meta fiscal para 2025, em virtude do empoçamento -recursos que são liberados aos ministérios, mas que terminam o ano em caixa.

    A meta deste ano é de déficit zero, com margem de tolerância de 0,25% do PIB para mais ou para menos, segundo o arcabouço fiscal.

    Segundo ele, a situação fiscal está melhor do que nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). “Estamos falando de equilíbrio das contas públicas e, eventualmente, um pequeno superávit no ano que vem”, disse.

    Haddad também destacou a aprovação do projeto do Imposto de Renda no Senado, classificando-a como “um feito extraordinário da política”. Segundo ele, a sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ocorrer ainda nesta semana, na terça ou quarta-feira (11 ou 12).

    Aliados de Haddad afirmam que Haddad deverá viajar pelo Brasil para divulgar a aprovação do projeto que concede isenção do IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5.000 e defender a pauta de justiça tributária do governo.

    Promessa de campanha do presidente Lula (PT), o projeto é considerado uma das principais apostas do Palácio do Planalto para alavancar a popularidade do petista antes da disputa das eleições de 2026.

    Durante a entrevista, Haddad também falou sobre o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). O governo brasileiro esperava um aporte da Alemanha ao fundo durante a COP30, em Belém, mas o país europeu não anunciou um valor.

    O primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, disse que já está definida com seu Ministério da Economia uma contribuição ao fundo, mas que o assunto ainda precisa passar por outras instâncias internas do governo.

    Segundo Haddad, a expectativa é de que o anúncio ocorra até o fim do ano. Ele disse esperar que o TFFF ultrapasse US$ 10 bilhões em aportes ainda durante a presidência brasileira da COP, citando China, Emirados Árabes Unidos e Holanda como países que demonstraram apoio ao fundo.

    Haddad elogia Galípolo, mas volta a criticar taxa Selic

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Estrela do K-pop Hyuna desmaia no palco durante apresentação

    Estrela do K-pop Hyuna desmaia no palco durante apresentação

    Hyuna Kim desmaiou enquanto se apresentava no Waterbomb Macau e deixou os fãs preocupados

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A estrela de K-Pop Hyuna Kim, 31, desmaiou no palco neste domingo (9), enquanto se apresentava no Waterbomb Macau.

    Enquanto apresentava sua música “Bubble Pop!”, Hyuna desmaiou e foi amparada por dançarinos e seguranças. Imediatamente, ela foi retirada do palco.
    Nas redes sociais, Hyuna pediu desculpas aos fãs e prometeu focar em sua recuperação. “Embora tenha passado pouco tempo desde minha última apresentação, eu queria dar a vocês uma ótima performance, mas não sinto que consegui ser profissional e, para ser sincera, não me lembro de nada.”

    “Vou tentar melhorar minha resistência e me esforçar bastante no futuro. Seria incrível se tudo saísse como eu quero, mas vou me empenhar ao máximo! Quero agradecer por sempre me adorarem, me amarem e me valorizarem desde que eu era criança, apesar das minhas falhas”, disse Hyuna.

     
     
     

     
     
    Ver essa foto no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação compartilhada por TONG (@ktongbrasil)

    Estrela do K-pop Hyuna desmaia no palco durante apresentação

  • Boulos inicia agenda por justiça climática na COP30

    Boulos inicia agenda por justiça climática na COP30

    Secretaria-Geral promove participação social em Belém

    No primeiro dia da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Belém, no Pará, a Secretaria-Geral da Presidência da República deu início a uma agenda ampla para promover participação social e justiça climática.

    O ministro Guilherme Boulos chegou ao evento por volta das 10h45 e seguiu ao lado da ministra dos Povos Indígenas para participar da abertura oficial da COP30.

    Diversas atividades oficiais e autogestionadas foram elaboradas pela Secretaria-Geral para reforçar o compromisso com uma transição ecológica justa e inclusiva.

    Às 15h30 desta segunda, será realizado um painel sobre o “Papel da mobilização popular no enfrentamento da crise climática”, no Pavilhão Brasil, zona verde do evento, com debates sobre governança participativa, combate à fome e transparência nas políticas climáticas.

    Nos próximos dias, o ministro Guilherme Boulos também participa da abertura oficial na Aldeia COP, da Cúpula dos Povos, e realiza visitas a iniciativas sustentáveis, como cozinhas comunitárias.

    Secretários e dirigentes da Secretaria-Geral também vão conduzir atividades sobre temas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e soluções da sociedade civil para a crise climática.

    Boulos inicia agenda por justiça climática na COP30

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Explosão perto do Forte Vermelho, em Nova Déli, mata ao menos 8, diz polícia

    Explosão perto do Forte Vermelho, em Nova Déli, mata ao menos 8, diz polícia

    Cerca de 20 pessoas ficaram feridas; construção do século 17 é visitada por turistas durante todo o ano. Ainda não está claro se incidente foi terrorismo, e ‘todos os ângulos’ estão sendo investigados, diz ministro do Interior

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma explosão perto do emblemático Forte Vermelho, em Nova Déli, matou ao menos oito pessoas e feriu cerca de 20 nesta segunda-feira (10), segundo autoridades da capital indiana. Trata-se de um raro incidente na cidade fortemente vigiada de mais de 30 milhões de habitantes.

    De acordo com a polícia local, a explosão ocorreu pouco antes das 19h locais (9h30 no Brasil) em um veículo que se movimentava em baixa velocidade e havia parado em um sinal vermelho. Pelo menos seis veículos e três riquixás, um meio de transporte típico da Índia que é puxado a pé, ficaram danificados.

    Segundo a emissora indiana NDTV, um proprietário anterior do carro, identificado apenas como Salman, foi preso -informação que a agência de notícias Reuters não pôde verificar imediatamente.

    Após o incidente, era possível ver corpos mutilados pela rua e de 30 a 40 ambulâncias, segundo um jornalista da Reuters. O hospital localizado nas proximidades foi isolado, e familiares angustiados se reuniram do lado de fora do prédio.

    Musarrat Ansari disse que seu irmão ficou ferido depois que um veículo em chamas colidiu com a motocicleta em que ele estava. “Ele me ligou e disse que tinha machucado a perna e que não conseguia andar”, declarou à AFP.

    Embora agências antiterrorismo estivessem no local, ainda não está claro se o episódio foi um atentado, e “todos os ângulos” estavam sendo investigados, segundo o ministro do Interior, Amit Shah. Mesmo assim, Mumbai, a capital financeira, Uttar Pradesh, estado vizinho de Nova Déli, e grandes estações ferroviárias em toda a Índia foram colocados em alerta máximo, informaram as autoridades.

    A embaixada americana em Déli emitiu um alerta de segurança para seus cidadãos, pedindo que evitassem multidões e áreas ao redor do Forte Vermelho e permanecessem alertas em locais frequentados por turistas.

    O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, manifestou solidariedade às famílias das vítimas. “Desejo uma rápida recuperação aos feridos. As autoridades estão prestando assistência aos afetados”, afirmou o líder.

    O Forte Vermelho, conhecido localmente como Lal Qila, é um vasto edifício da era Mughal do século 17. A construção, que mescla estilos arquitetônicos persas e indianos, é visitada por turistas durante todo o ano, e o primeiro-ministro discursa para a nação das muralhas do local todo 15 de agosto, dia da independência da Índia.

    Durante as décadas de 1980 e 1990, Déli foi alvo de explosões em locais públicos, como estações de ônibus e áreas de mercado lotadas, em ataques atribuídos a combatentes islâmicos e separatistas. O último grande incidente do tipo ocorreu em 2011, quando mais de dez pessoas morreram em uma explosão perto do Tribunal Superior de Déli.

    Explosão perto do Forte Vermelho, em Nova Déli, mata ao menos 8, diz polícia

  • Thais Carla desmaia e é levada às pressas ao hospital

    Thais Carla desmaia e é levada às pressas ao hospital

    A influenciadora Thais Carla deu um susto nos seguidores nas redes sociais após revelar que passou mal e chegou a desmaiar durante o almoço nesta segunda-feira (10)

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Thais Carla, 33, passou mal e desmaiou durante um almoço. Segundo o marido da influenciadora, Israel Reis, ela sentiu fortes dores de cabeça e visão turva antes de perder a consciência.

    Mal-estar começou após o almoço, e Thais desmaiou no carro. “Durante o almoço ela começou a reclamar de dores na cabeça e vista turva. Eu pedi a conta para irmos para casa tomar algum remédio, mas tive que desviar o caminho para o hospital, pois ela estava desmaiada no carro”, escreveu Israel no Instagram.

    Influenciadora recebeu atendimento médico. “Chegando no pronto-socorro, ela acordou meio tonta, conseguiu sentar na cadeira de rodas (com ajuda) e fomos atendidos. Na triagem os sinais vitais estavam todos ok. Agora foi feita a coleta de sangue e estamos aguardando para passar pelo neurologista e ver quais os próximos passos”, completou.

    Splash entrou em contato com a assessoria de Thais Carla para obter mais informações. Assim que houver resposta, a nota será atualizada.

    Thais Carla desmaia e é levada às pressas ao hospital

  • Justiça decreta falência da Oi, mas permite manutenção provisória das atividades

    Justiça decreta falência da Oi, mas permite manutenção provisória das atividades

    Decisão vem após a telecom reconhecer ser incapaz de pagar dúvidas e pedir reconhecimento de insolvência; ações ordinárias da empresa caem mais de 35% nesta tarde após a decisão

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta segunda-feira (10) a falência do Grupo Oi, com a continuação provisória das atividades da empresa de telecomunicações. O objetivo, segundo a decisão, é garantir a “conectividade à população nacional e inúmeros e estratégicos órgãos públicos e privados”. Não foi estabelecido um prazo.

    A decisão da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi dada após a telecom entrar com um pedido de reconhecimento de estado de insolvência na última sexta-feira (7).

    Com a decretação da falência, a Justiça do Rio de Janeiro determinou a suspensão de todas as ações e execuções contra a empresa, que deverá apresentar uma nova relação de credores.

    Os detentores de débitos da companhia poderão convocar uma assembleia geral para constituir um comitê de credores.

    A decisão foi dada em resposta ao pedido da Oi, que na última sexta afirmou à Justiça que o grupo estava em situação de possível insolvência. A telecom, que já chegou a ser uma das maiores do país, estava em sua segunda recuperação judicial.

    O comunicado foi assinado pelo administrador judicial da empresa, Bruno Rezende, que apontou incapacidade de pagamento de dívidas e descumprimento do plano de recuperação judicial.

    O administrador e o grupo solicitaram à Justiça que, caso se entenda pela liquidação judicial, as atividades sejam mantidas de forma provisória até a completa transferência dos serviços prestados.

    O documento cita o artigo da Lei de Falências e Recuperação Judicial que autoriza a continuidade temporária das operações em casos de liquidação, com estrutura física e de pessoal suficiente para garantir a prestação de serviços até a conclusão da transição.

    O pedido foi feito após a decisão da juíza Simone Gastesi Chevrand, no fim de setembro, que antecipou parcialmente os efeitos da falência da companhia e afastou toda a diretoria da operadora.

    Segundo o fato relevante, o gestor judicial e a companhia reconheceram que a Oi não tem condições de suportar o passivo extraconcursal (dívidas contraídas após o início da recuperação) nem de gerar caixa suficiente para seguir operando.

    No sábado (8), o Ministério Público do Rio de Janeiro enviou parecer não vinculante à 7ª Vara do Rio recomendando a intimação da União e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para que se manifestem sobre uma intervenção econômica na Oi.

    Desde a primeira recuperação judicial, em 2016, a Oi vem vendendo ativos e fatiando operações. A unidade de fibra óptica foi transformada na V.tal, hoje controlada pelo BTG Pactual; a marca Oi Fibra passou a se chamar Nio; e a operação de TV por assinatura foi vendida à Mileto Tecnologia.

    A operadora mantém ainda a divisão Oi Soluções, voltada ao setor corporativo e governamental, com serviços de nuvem, segurança digital e internet das coisas. Mesmo assim, a empresa não conseguiu retomar fôlego financeiro.

    Em 2024, a Oi deixou de operar como concessionária de telefonia fixa, perdendo a obrigação de oferecer planos públicos e atuando apenas em regiões onde é a única prestadora privada, sob acordo válido até 2028.

    Justiça decreta falência da Oi, mas permite manutenção provisória das atividades

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Milei diz que Argentina receberá nova-iorquinos que fugirem do 'comunismo'

    Milei diz que Argentina receberá nova-iorquinos que fugirem do 'comunismo'

    Milei declarou que o novo prefeito, o autodeclarado socialista Zohran Mamdani, administrará Nova York sob “um regime comunista”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Após a vitória do autodeclarado socialista Zohran Mamdani, primeiro muçulmano eleito prefeito de Nova York, o presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que que os nova-iorquinos serão sempre “calorosamente” recebidos no país latino-americano, “se as coisas ficarem difíceis” na cidade.

    Milei declarou que o novo prefeito administrará Nova York sob “um regime comunista”. “Dedico estas palavras aos nova-iorquinos, que trilharam o caminho oposto ao da Argentina e agora viverão sob um partido comunista. Devem saber que, se as coisas ficarem difíceis, serão sempre calorosamente recebidos em nossa terra, caso busquem prosperar”, afirmou o líder argentino.

    Presidente argentino participou de evento nos EUA e falou sobre o conservadorismo. Declaração sobre o prefeito de Nova York ocorreu durante a CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora), realizada em Miami, na Flórida, na última sexta-feira (7). Milei citou o que chamou de “conquistas econômicas de seu governo” durante o seu discurso. “Nós nos dedicamos a impedir que a Argentina caísse no abismo “, disse.

    A vitória de Mamdani, 34, nas eleições municipais da cidade foi destaque internacional. Ele nasceu em Kampala, capital da Uganda, e se mudou para Nova York com os pais, de origem indiana, quando tinha 7 anos. Ele é deputado estadual pelo Queens desde 2018 e cumpria seu 3º mandato. No mesmo ano em que se elegeu parlamentar, ele se tornou cidadão norte-americano.

    Argentino agradeceu à comunidade internacional e elogiou Trump. O presidente dos EUA concedeu um raro auxílio de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 107,5 bilhões) ao governo Milei, antes das eleições legislativas do dia 26 de outubro. “Graças ao apoio inestimável demonstrado por nosso grande aliado, a Argentina resistiu aos ataques desestabilizadores e agora está no caminho para um futuro de prosperidade e crescimento, para tornar a Argentina grande novamente “, declarou o presidente.

    Milei dançou ao som de “Y.M.C.A.”, do grupo Village People, imitando a dança feita por Trump. Quando encerrou seu discurso, a música tradicional em eventos com a presença do republicano começou a tocar. Ele, então, dançou e imitou o presidente dos EUA.

    Milei diz que Argentina receberá nova-iorquinos que fugirem do 'comunismo'

  • Halsey é assediada durante show nos EUA

    Halsey é assediada durante show nos EUA

    Um fã da cantora foi flagrado colocando a mão por baixo da saia da cantora para apalpar a bunda dela durante uma apresentação

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um vídeo da cantora Halsey sendo apalpada durante um show em Washington, nos Estados Unidos, viralizou e gerou indignação entre fãs. A cantora, que parece não ter percebido o ato no momento, não se pronunciou sobre o caso.

    Agressão ocorreu enquanto cantora estava interagindo com o público. O episódio aconteceu na terça-feira (4), enquanto Halsey cantava a música “Is There Somewhere”. As imagens mostram as mãos de uma pessoa, aparentemente uma mulher, colocando a mão na coxa da artista e tentando alcançar as nádegas por baixo da saia.

    Segurança pareceu intervir. Após alguns segundos, uma mão com uma luva preta, aparentemente de um segurança, afasta a mão da pessoa agressora. Halsey continua cantando, aparentemente sem notar o ocorrido.

    Fãs expressaram indignação nas redes. Comentários em redes sociais condenaram o comportamento. “Imagine estar tão perto de um artista e violar o espaço pessoal dele! Espero que a pessoa tenha sido presa!”, escreveu uma admiradora.

    Outros artistas também têm sido alvo de comportamento inadequado de fãs. Recentemente, Billie Eilish foi puxada com força por um fã em Miami, durante um momento de interação com o público, o que também levou à expulsão do agressor do local.

    Halsey é assediada durante show nos EUA

  • Ex-Al Qaeda, líder da Síria se reúne com Trump na Casa Branca em encontro histórico

    Ex-Al Qaeda, líder da Síria se reúne com Trump na Casa Branca em encontro histórico

    Visita marca guinada radical nas relações entre os países e ocorre quase um ano após queda de Bashar al-Assad; Ahmed al-Sharaa tenta encerrar isolamento e atrair investimentos para reconstruir nação devastada por guerra

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em um encontro histórico, o líder da Síria, Ahmed al-Sharaa, chegou à Casa Branca nesta segunda-feira (10) para se reunir com Donald Trump, quase um ano após a queda do ditador Bashar al-Assad. Ligado à Al Qaeda no passado, Sharaa tenta encerrar o isolamento internacional de seu país.

    A reunião em Washington ocorre seis meses após o primeiro contato entre os líderes, na Arábia Saudita, e poucos dias após o governo americano retirar Sharaa da lista de pessoas ligadas ao terrorismo. O gesto simbolizou a guinada radical na relação entre os dois países e também na trajetória pessoal do sírio, de 42 anos, que passou de combatente da organização terrorista a chefe de Estado reconhecido pelo Ocidente.

    Sharaa chegou ao poder em dezembro do ano passado, após seus combatentes lançarem uma ofensiva-relâmpago a partir do noroeste do país e derrubarem Assad, que controlou a Síria por mais de duas décadas. Desde então, o novo governo sírio se afastou dos antigos aliados Irã e Rússia e se reaproximou da Turquia, das monarquias do Golfo e dos EUA de Trump.

    Questões de segurança devem dominar o encontro desta segunda. Washington negocia um possível pacto de defesa entre Síria e Israel, que ainda vê com desconfiança o passado do novo líder sírio. Também há planos para o anúncio da entrada do país do Oriente Médio em uma coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico (EI).

    A visita ocorre ainda em um momento conturbado na Síria. Autoridades do país informaram que, nos últimos meses, dois complôs para assassinar Sharaa, atribuídos ao EI, foram frustrados. As tentativas evidenciariam os riscos que ele enfrenta ao tentar consolidar seu governo em um país devastado por 14 anos de guerra civil. No fim de semana, o Ministério do Interior lançou uma ampla operação contra células do grupo extremista, e mais de 70 suspeitos foram detidos.

    Trump afirmou na semana passada que “muito progresso foi feito” em relação à Síria e elogiou o novo líder. “Ele está fazendo um ótimo trabalho. É uma vizinhança difícil, e ele é um cara duro, mas nos damos muito bem”, disse o presidente americano.

    Depois do primeiro encontro entre os dois, em maio, Trump anunciou a suspensão das sanções impostas a Damasco. A retirada da pena é prioridade para Sharaa, que busca atrair investimentos estrangeiros para reconstruir o país. O Banco Mundial estima que a recuperação da Síria exigirá mais de US$ 200 bilhões.

    Internamente, o novo governo ainda enfrenta enormes desafios. Conflitos sectários recentes deixaram mais de 2,5 mil mortos desde a queda de Assad, o que levantou dúvidas sobre a capacidade de Sharaa de governar.

    A atenção de Washington à Síria ocorre enquanto o governo Trump tenta manter o cessar-fogo entre Israel e o Hamas em Gaza e avançar em seu plano de paz de 20 pontos para encerrar a guerra no território palestino, que já dura dois anos.

    A trajetória pessoal de Sharaa é, por si só, um retrato das mudanças na política síria. Ele se juntou à Al-Qaeda no Iraque após a invasão americana de 2003 e passou anos preso por forças dos EUA. De volta à Síria, tornou-se um dos líderes da insurgência contra Assad. Conhecido à época como Abu Mohammad al-Golani, foi designado como terrorista em 2013, mas rompeu com a Al-Qaeda em 2016 e consolidou sua influência no noroeste sírio.

    No fim de 2024, Washington retirou a recompensa de US$ 10 milhões por sua captura, e, na semana passada, o Conselho de Segurança da ONU suspendeu as sanções contra ele e seu ministro do Interior, Anas Khattab. EUA e Reino Unido seguiram o mesmo caminho.

    “A visita de Sharaa a Washington simboliza uma mudança drástica. A Síria deixou de ser um satélite do Irã para integrar o campo liderado pelos EUA, e Sharaa passou de um procurado a parceiro na guerra ao terror”, afirmou Firas Maksad, diretor para Oriente Médio e Norte da África do Eurasia Group, à agência de notícias Reuters.

    “Muita coisa ainda pode dar errado, e há sérias preocupações sobre direitos individuais e das minorias, mas a primeira visita de um chefe de Estado sírio à Casa Branca é um momento de esperança de que o país esteja finalmente no caminho certo.”

    Ex-Al Qaeda, líder da Síria se reúne com Trump na Casa Branca em encontro histórico