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  • Morre Young Bleed, rapper americano de hits como 'How Ya Do Dat', aos 51 anos

    Morre Young Bleed, rapper americano de hits como 'How Ya Do Dat', aos 51 anos

    Young Bleed morreu por complicações após aneurisma cerebral; músico ficou conhecido como pioneiro do hip hop de Louisiana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Young Bleed, rapper americano que ficou conhecido nos anos 1990, morreu no último sábado (1) aos 51 anos, em decorrência de complicações de um aneurisma cerebral. A informação foi divulgada nas redes pelo filho do artista, Ty’Gee Ramon, e a morte aconteceu em um hospital em Las Vegas.

    “Ele desmaiou e faleceu devido a esse sangramento no cérebro (…). Meu pai nunca foi de frequentar hospitais”, disse Ramon num vídeo publicado em seu perfil no Instagram. Ele ainda afirmou que Bleed era hipertenso, mas controlava a sua pressão arterial com remédios.

    Nascido em Louisiana, nos Estados Unidos, o artista, cujo verdadeiro nome era Glenn Clifton Jr., se destacou na cena musical na segunda metade da década de 1990, especialmente depois de participar do disco “My Balls and My Word”, lançado pelo rapper Master P. em 1998. Na época, o álbum chegou ao top 10 da Billboard 200.

    Em sua carreira solo, Young Bleed se consagrou com músicas como “How Ya Do Dat” e “If I Could Change”. Ele ficou conhecido como o “pioneiro do hip hop de Louisiana”.

    Morre Young Bleed, rapper americano de hits como 'How Ya Do Dat', aos 51 anos

  • Mamdani escolhe equipe liderada só por mulheres com experiência pública para transição em NY

    Mamdani escolhe equipe liderada só por mulheres com experiência pública para transição em NY

    Prefeito eleito da maior cidade dos EUA nomeia integrantes que trabalharam em gestões anteriores; jovem e com pouco tempo em cargos eletivos, Mamdani se cerca de time de origem migrante e bom trânsito político

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente eleito de Nova York, Zohran Mamdani, escolheu nesta quarta-feira (5) os principais nomes para liderar sua equipe de transição, que possivelmente integrarão seu governo em janeiro. Todas são mulheres com experiência recente direta na administração pública ou em grandes organizações do terceiro setor.

    Na direção do grupo estará Elana Leopold, que trabalhou na gestão do ex-prefeito democrata Bill de Blasio e participou ativamente da campanha de Mamdani. Ao lado dela, como vice-líderes, foram nomeadas Lina Khan, Melanie Hartzog, Maria Torres-Springer e Grace Bonilla.

    Com as nomeações, Mamdani indica que vai levar em frente o mote de campanha de que buscará um governo pragmático em vez de ideológico, discurso que reforçou ao longo da disputa em meio a críticas de rivais e receios de eleitores moderados de que será um prefeito radical.

    Maria Torres-Springer foi vice-prefeita antes de romper com o atual mandatário, o democrata Eric Adams, que durante a campanha apoiou o também democrata Andrew Cuomo, ex-governador do estado de Nova York disputando como independente contra Mamdani -o presidente Donald Trump declarou apoio em Cuomo antes do pleito.

    De origem filipina, Torres-Springer foi a primeira mulher no cargo de vice-prefeita da cidade e teve outros cargos relevantes na administração municipal, além de ter trabalhado em cargo executivo na Fundação Ford. Ela tem formação na Universidade Yale e na Universidade Harvard.

    Lina Khan foi presidente da Comissão Federal de Comércio sob a gestão do presidente Joe Biden, de 2021 a 2025. Seu mandato à frente da comissão foi marcado por um fortalecimento do caráter antitruste e de proteção do consumidor do órgão, o que rendeu elogios de figuras politicamente tão opostas quanto o vice-presidente J. D. Vance e o senador Bernie Sanders. Sua família tem origem britânica e paquistanesa, e ela é formada em direito em Yale.

    Melanie Hartzog é CEO da New York Foundling, uma organização de assistência social existente desde 1869. Ela também foi vice-prefeita de Saúde e Serviços Humanos durante o governo de Bill de Blasio. Grace Bonilla é presidente e CEO da United Way de Nova York, uma rede sem fins lucrativos dedicada a captação de recursos para organizações em geral filantrópicas.

    “A poesia de fazer campanha pode ter chegado ao fim na noite passada, mas a bela prosa de governar apenas começou”, disse Mamdani em seu discurso nesta quarta, após a vitória. A frase parece ser uma referência à forma como falava da política o ex-governador do estado, Mario Cuomo, pai do rival derrotado por Mamdani, Andrew Cuomo, também ex-governador.

    Mamdani também reforçou que pretende manter no cargo a comissária de polícia Jessica Tisch, que havia sido nomeada pelo atual prefeito, Eric Adams, ante tensões de eleitores moderados receosos de que a vitória do democrata resultasse em mudanças radicais na estrutura de segurança da cidade.

    O prefeito eleito, de apenas 34 anos e pouca experiência em cargos públicos -antes de ser eleito, foi deputado estadual desde 2020- cercou-se de nomeações com experiência na gestão pública e capilaridade política após confirmar seu favoritismo e vencer Cuomo nesta terça-feira (4).

    Às 8h de quarta (5), horário de Brasília, Mamdani marcava 50,4% dos votos, contra 41,6% do ex-governador de Nova York Andrew Cuomo, com 91% das urnas apuradas. O republicano Curtis Sliwa registrava 7,1%.

    Mais de 2 milhões de pessoas compareceram às urnas, e o socialista recebeu ao menos 1,03 milhão de votos -a população total da cidade é de 8,4 milhões de habitantes, segundo o censo americano.

    “Essa cidade é a sua cidade, e essa democracia é a sua democracia”, afirmou Mamdani em seu discurso de vitória. “Vamos fazer essa cidade que as pessoas amam e podem voltar a viver”, afirmou, ao agradecer seus eleitores. “Estamos respirando o ar de uma cidade que renasceu. Escolhemos a esperança diante do dinheiro graúdo e das ideias pequenas.”

    Mamdani escolhe equipe liderada só por mulheres com experiência pública para transição em NY

  • Chelsea supera vacilos de zagueiro e busca empate com Qarabag na Champions

    Chelsea supera vacilos de zagueiro e busca empate com Qarabag na Champions

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Chelsea empatou por 2 a 2 com o Qarabag, fora de casa, em Baku, no Azerbaijão, pela 4ª rodada da fase de liga da Liga dos Campeões.

    Estêvão e Garnacho fizeram os gols dos Blues, enquanto Leandro Andrade e Jankovic marcaram para o Qarabag.

    Os gols do Qarabag saíram de falhas de Jorrel Hato, zagueiro holandês do Chelsea, que entregou a bola no campo de defesa no primeiro gol e cometeu o pênalti que permitiu a virada.

    Com o empate, o Chelsea soma 7 pontos e vai para a 10ª colocação, fora da zona de classificação direta para as oitavas de final. O Qarabag soma os mesmos 7 pontos e está em 12º lugar.

    O Chelsea volta a campo pela Liga dos Campeões no dia 25 de novembro, quando enfrenta o Barcelona em casa. No mesmo dia, o Qarabag visita o Napoli.

    QARABAG
    Kochalski; Matheus Silva, Mustafazada; Medina, Cafarquiliyev (Dani Bolt); Pedro Bicalho, Jankovic, Kady (Addai), Leandro Andrade (Bayramov), Zoubir (Kashchuk); Durán (Akhundzada). Técnico: Gurban Gurbanov.

    CHELSEA
    Sanchez; Cucurella, Adarabioyo, Hato, James; Andrey Santos (Enzo Fernández), Lavia (Caicedo), Gittens (Garnacho), João Pedro (Buonanotte), Estêvão; Tyrique George (Delap). Técnico: Enzo Maresca.

    Local: Tofig Bahramov Stadium, Baku (Azerbaijão)
    Árbitro: Sebastian Gishamer (Áustria)
    Cartões amarelos: Andrey Santos, Reece James e Caicedo (CHE); Matheus Silva e Medina (QAR)
    Gols: Estêvão (CHE), 15′ do 1º tempo (0-1); Leandro Andrade (QAR), 28′ do 1º tempo (1-1); Jankovic (QAR), 38′ do 1º tempo (2-1); Garnacho (CHE), 7′ do 2º tempo (2-2)

    Informação foi revelada pelo ‘The Athletic’ em entrevista com Juan Emilio Roa, diretor comercial da Conmebol

    Folhapress | 16:47 – 05/11/2025

    Chelsea supera vacilos de zagueiro e busca empate com Qarabag na Champions

  • Bolsa dispara e supera 153 mil pontos com apoio de Vale e Petrobras; Copom segue no radar

    Bolsa dispara e supera 153 mil pontos com apoio de Vale e Petrobras; Copom segue no radar

    Dólar recua, oscilando entre R$ 5,405 e R$ 5,363, com dados de emprego dos EUA em foco; Comitê do BC anuncia decisão sobre a taxa Selic após o fechamento do mercado

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa está em disparada nesta quarta-feira (5) e caminha para renovar o recorde histórico pelo sétimo dia consecutivo. Em alta de mais de 1% sobre o fechamento da véspera, o índice chegou a 153.125 pontos no pico do pregão, nova máxima durante o período de negociações. A forte valorização é endossada pelos avanços da Vale e da Petrobras, as duas empresas de maior peso no índice Ibovespa.

    Às 15h31, a Bolsa subia 1,41%, a 152.828 pontos. O bom humor também afeta o dólar, que, no mesmo horário, recuava 0,71%, a R$ 5,360.

    A Vale, por sua vez, avançava 2,05%, na contramão do movimento do minério de ferro na China, que fechou com perdas leves na Bolsa de Dalian. Já os papéis preferenciais e ordinários da Petrobras subiam 1,71% e 1,77%, respectivamente, também descolados da queda do petróleo no exterior.

    A agenda do dia está centrada na decisão de juros do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que será divulgada após o fechamento do mercado.

    A expectativa é de manutenção do atual patamar de 15% ao ano, praticamente um consenso entre os operadores: entre as 31 instituições consultadas pela Bloomberg, nenhuma espera um resultado diferente.

    A dúvida, porém, está em como se dará a comunicação do colegiado. A tendência, na visão dos economistas, é que o comitê evite dar pistas sobre quando pretende iniciar o ciclo de corte de juros. Mas a aposta do mercado financeiro é que o afrouxamento da política monetária comece apenas em 2026, tendo em vista a recente melhora nas projeções de inflação.

    Alexandre Schwartsman, ex-diretor do BC e consultor da Pinotti & Schwartsman, espera que o Copom reconheça a evolução favorável do cenário econômico nas últimas semanas, mas adote um tom mais sóbrio para evitar um clima “de oba-oba” no mercado.

    “Acho que o Banco Central vai saudar a melhora das expectativas, um ponto que era bastante incômodo para eles [diretores], mas também não vai cantar vitória, porque as expectativas seguem ainda muito descoladas da meta”, afirma.

    Desde a reunião anterior, em setembro, as projeções para a inflação coletadas pelo boletim Focus recuaram de 4,3% para 4,2% para 2026 e de 3,93% para 3,8% para 2027 -janela de tempo na mira do BC devido aos efeitos defasados da política de juros sobre a economia.

    O objetivo central perseguido pelo BC é de 3%. No modelo de meta contínua, o alvo é considerado descumprido quando a inflação acumulada permanece por seis meses seguidos fora do intervalo de tolerância, que vai de 1,5% (piso) a 4,5% (teto).

    No mercado de câmbio, quanto maior o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, melhor para o real. Quando a taxa por lá cai -como ocorreu nas últimas duas reuniões do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano)- e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”.

    Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    É também de olho nas futuras movimentações do Fed que o mercado se posiciona nesta quarta.

    Por causa da paralisação do governo federal dos Estados Unidos, agora a mais longa da história, a divulgação de dados oficiais sobre a economia americana está suspensa. O momento é particularmente sensível para o BC americano, que se vale dos números econômicos para decidir sobre a taxa de juros.

    Sem a referência das publicações oficiais do governo, a autoridade se abastece de relatórios laterais para decisões de política monetária, embora reconheça que a ausência de dados “padrão-ouro” limita a visibilidade sobre a atividade.

    Nesse sentido, dados da ADP sobre emprego ganham mais destaque. A publicação, divulgada nesta quarta, mostrou que a abertura de vagas no setor privado se recuperou em outubro, marcando 42 mil novos postos de trabalho, acima da expectativa de 28 mil. Em setembro, 29 mil haviam sido fechados.

    Os dados da ADP é desenvolvido em conjunto com o Stanford Digital Economy Lab. Historicamente, a estimativa mensal tem se desviado da contagem do relatório de emprego do governo produzida pelo Escritório de Estatísticas do Trabalho do Departamento do Trabalho, e, por causa disso, economistas pedem cautela ao interpretar os números.

    “O relatório reforça a ideia de resiliência da atividade econômica e de que a desaceleração pela qual a economia do país passa é uma desaceleração gradual. Isso tira a urgência por corte de juros do Fed”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Na reunião da semana passada, o Fed estendeu o ciclo de cortes de juros em mais uma redução de 0,25 ponto percentual, repetindo a dose do encontro anterior, e levou a taxa à banda de 3,75% e 4%.

    Novos cortes não estão garantidos. “Longe disso”, afirmou o presidente da autarquia, Jerome Powell, em entrevista coletiva após a decisão. “Houve opiniões muito diferentes sobre como proceder em dezembro”, disse ele.

    As autoridades do Fed reconheceram as limitações impostas pela paralisação do governo, e Powell afirmou que a solução para isso é adotar cautela. “O que você faz quando está dirigindo sob neblina? Você diminui a velocidade”, disse.

    Segundo Leonel Mattos, os posicionamentos das autoridades do Fed têm feito os investidores apostarem menos em um corte de juros em dezembro. “Esse movimento tem elevado os rendimentos dos títulos do Tesouro americano, o que favorece a atração de investidores estrangeiros para o dólar e valoriza a moeda a nível global”, afirma.

    João Soares, sócio-fundador da Rio Negro Investimentos, concorda. “O mercado deixou de considerar cortes mais agressivos, e isso faz com que a taxa de juros americana fique mais competitiva”.

    De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, investidores veem uma chance de 71% de um corte de 0,25 ponto na reunião de 10 de dezembro.

    Bolsa dispara e supera 153 mil pontos com apoio de Vale e Petrobras; Copom segue no radar

  • Cauã Reymond grava primeiras cenas de série criada por ele para o Globoplay

    Cauã Reymond grava primeiras cenas de série criada por ele para o Globoplay

    ‘Jogada de Risco’ é série sobre jogador de futebol frustrado que se torna técnico; Ricardo Teodoro, o Olavinho de ‘Vale Tudo’, também está na produção

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Começaram nesta segunda-feira (3) as gravações de “Jogada de Risco”, nova série criada e protagonizada por Cauã Reymond. Um mês após o fim de “Vale Tudo” (Globo), o ator já emendou mais um trabalho no Globoplay.

    A série terá oito episódios e conta a história de Mauricio (Reymond), um ex-jogador que tenta se firmar como agente no milionário mercado da bola. Na nova trajetória, ele precisa lidar com o fantasma de seu fracasso como jogador e com a relação conturbada com o pai (Marcos Frota).

    Após o sucesso na novela das 21h, Ricardo Teodoro, o Olavinho de “Vale Tudo”, volta a trabalhar com Reymond, desta vez como um agiota.

    “No elenco, Letícia Colin interpretará uma cafetina, enquanto Mariana Sena será uma jovem advogada e braço direito de Maurício na agência. Juan Paiva dará vida a um jovem atleta. A parceria entre Breno Ferreira e Bruna Griphao formará um par, com Ferreira interpretando um jogador gay.

    A tem roteiro de Thiago Dottori com supervisão de Lucas Paraizo. A direção é de Bruno Safadi, a produção de Isabela Bellenzani e produção executiva de Lucas Zardo. A direção de gênero Dramaturgia é de José Luiz Villamarim.

    Cauã Reymond grava primeiras cenas de série criada por ele para o Globoplay

  • Chineses assam asinha de frango na estação espacial Tiangong

    Chineses assam asinha de frango na estação espacial Tiangong

    Em um forno, astronautas também prepararam bifes; atualmente, seis pessoas integram a tripulação do laboratório espacial

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Astronautas chineses conseguiram assar pedaços de carne dentro da estação espacial Tiangong, conforme um vídeo divulgado nesta terça-feira (4) pela agência CCTV+. A gravação mostra os integrantes das missões Shenzhou-20 e Shenzhou-21 preparando asinhas de frango e bifes já marinados e temperados. Uma vez pronto, o frango foi dividido entre os seis astronautas.

    “Como elas podem ter um gosto tão bom?”, questiona Chen Zhongrui no vídeo. Antes de assar os bifes, o também astronauta Wu Fei observa: “O aroma já está flutuando por todo o lugar”.

    Informações obtidas pelo veículo chinês Global Times indicam que o objetivo do forno na estação espacial é melhorar a qualidade de vida dos astronautas. O equipamento pode permitir que eles comam alimentos frescos no espaço e, assim, se sintam mais em casa em missões longas.

    As asas de frango foram assadas a 180°C durante 28 minutos. O forno utilizado no espaço precisa passar por grandes mudanças em relação aos eletrodomésticos usados na Terra. Isso engloba controles precisos de temperatura, coleta de resíduo, catálise em alta temperatura e filtros em múltiplas camadas para que o preparo não gere fumaça.

    O feito foi comparado pelo Global Times à tentativa assar cookies na Estação Espacial Internacional (ISS), em 2020. Os astronautas, na época, descobriram que o tempo necessário para que os aperitivos ficassem prontos era muito maior do que na Terra, conforme reportou a BBC. Ao todo, cinco biscoitos foram para o forno e um chegaou a ficar nele por 130 minutos. Mesmo assim não assou completamente.

    A espaçonave Shenzhou-21 decolou na última sexta-feira (1º), com três astronautas e levou três horas e meia para chegar até a estação.

    Já a tripulação da Shenzhou-20, também composta de três pessoas, deveria retornar à Terra nesta quarta-feira (5), mas a volta foi adiada sob suspeita de que a espaçonave foi atingida por fragmentos de detrito espacial.

    Chineses assam asinha de frango na estação espacial Tiangong

  • Corinthians: Estatuto gera tensão, e Tuma abandona reunião com conselheiros

    Corinthians: Estatuto gera tensão, e Tuma abandona reunião com conselheiros

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A proposta de reforma do estatuto do Corinthians, que visa, entre outras mudanças, conceder direito a voto para sócios-torcedores, tem gerado atritos entre conselheiros do clube.

    REFORMA DO ESTATUTO GERA CONFUSÃO

    O debate entre Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo (CD), e representantes do Conselho de Orientação (Cori) terminou em confusão, na reunião do último dia 29 de outubro.

    A reportagem teve acesso à ata do órgão fiscalizador, que relata o momento em que Tuma abandonou a reunião após forte discussão. O entrevero começou por uma proposta do secretário do Cori, Paulo Pedro, para a criação imediata de uma Comissão de Reforma Estatutária dentro do Conselho. A comissão seria formada pelo próprio Paulo, junto dos conselheiros Ademir Benedito, Felipe Ezabella, Carlos Senger e Alexandre Husni.

    Ezabella, que é figura política importante do clube, criticou o projeto e o classificou como “imprestável”. Ele questionou a falta de critérios na aceitação das propostas, apontou supostas inadequações ligadas ao edital e à Lei Geral do Esporte, e defendeu a necessidade de “discussão aprofundada” e de se trabalhar “sem pressa”.

    Na sequência, Romeu Tuma reagiu de forma incisiva. Ele assegurou que “todas as propostas foram analisadas”, citando que os prazos iniciais de votação, previstos para meados de 2024, já haviam sido excedidos em mais de um ano. Tuma também ressaltou que o Cori não havia apresentado sugestões para a reforma, mesmo após a reabertura do debate e da recepção de propostas.

    O conselheiro Ademir Benedito, por sua vez, defendeu que o Cori deveria “receber o texto para dar parecer” antes do envio para deliberação do plenário, sem indicar a base estatutária para essa exigência. Benedito também manifestou discordância sobre a inclusão de um dispositivo referente à SAF no projeto.

    A contestação prosseguiu quando Paulo Pedro questionou Tuma sobre a pauta de uma suposta convocação de reunião para 30 de novembro. Em entrevista recente, Tuma havia confirmado a intenção de levar a reforma estatutária para votação no CD em novembro, e a assembleia geral de associados em dezembro deste ano.

    Tuma respondeu que se tratava de um encontro informal para discutir a organização das chapas do CD, mas, naquele momento, uma discussão acalorada se formou. Em seguida, ele abandonou a reunião, também de acordo com a ata.

    Fui convocado para essa reunião de última hora, quando as atividades já estavam se iniciando, porque o [Leonardo] Pantaleão [vice-presidente do CD], que representa o Conselho no Cori, não pôde comparecer naquela data. Fui para esclarecer tudo o que fosse relacionado à atuação do Conselho Deliberativo, com muita tranquilidade e transparência. Porém, me deparei com uma situação de ataques infundados e desrespeito crescente por parte de alguns membros do Cori. Respondi tudo com respeito, mas com veemência, porque não poderia tolerar impassivelmente a forma como escolheram conduzir a reunião. Quando entendi que minha presença não era mais necessária, me retirei e dei o assunto por encerrado – Romeu Tuma Jr., em contato com o UOL

    A reportagem apurou que Tuma tem enfrentado certa resistência de conselheiros à reforma do estatuto, principalmente pela aprovação ser em voto aberto e por blocos de temas. No entanto, o representante do Conselho afirmou “que irá cumprir o calendário” a que se comprometeu.

    Em comunicado enviado ao Conselho, Tuma confirmou as reuniões e informou que a votação da reforma do estatuto, em plenário do CD, deve ocorrer no dia 24 de novembro.

    Corinthians: Estatuto gera tensão, e Tuma abandona reunião com conselheiros

  • Primeira loja física da Shein em Paris abre com longas filas e protestos

    Primeira loja física da Shein em Paris abre com longas filas e protestos

    Gigante chinesa inaugura butique em loja de departamentos do século 19; abertura ocorre após empresa ser acusada de comércio desleal e venda de ‘bonecas pedófilas’

    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Com longas filas e protestos dentro e fora da loja, a Shein, gigante chinesa do ecommerce, abriu nesta quarta-feira (5) sua primeira e polêmica butique física na capital francesa.

    Vista por críticos como símbolo de um comércio online predatório, destruidor de empregos e do planeta, a Shein é alvo de protestos desde que anunciou a abertura de um espaço presencial de 1.200 m² no coração de Paris, no sexto andar da loja de departamentos BHV Marais, fundada em 1856.

    A controvérsia piorou desde a semana passada, quando a Shein foi acusada de vender em seu site “bonecas pedófilas”, brinquedos sexuais com aparência infantil.

    A reportagem visitou a loja nesta quarta, assim que foi aberta. A fila de espera dobrava o quarteirão. Havia policiais e seguranças particulares dentro e fora da BHV. Os manifestantes eram mantidos do outro lado da rua.

    Isso não impediu um grupo de driblar a segurança e entrar na loja brandindo cartazes e gritando: “Cúmplices de pedofilia criminosa!” Foram rapidamente retirados pelos seguranças.

    O dono da BHV é um jovem empresário francês, Frédéric Merlin, 34. Em 2023, ele comprou a tradicional loja de departamentos, em dificuldades financeiras. Analistas acreditam que o acordo com a Shein faz parte de uma estratégia para gerar notoriedade por meio da polêmica.

    Questionado pela reportagem sobre o interesse dos consumidores brasileiros pela marca Shein, Merlin disse que a prioridade não são os estrangeiros. “BHV é a grande loja dos parisienses, que são 85% dos nossos clientes. Mas é uma mudança de modelo, que permite buscar essa nova clientela”, admitiu.

    Nem todos os fregueses ouvidos pela reportagem estavam felizes com os preços. “Estou decepcionada, vou embora sem nada”, afirmou a francesa Virginie. “Pagar 32 euros [R$ 200] por um suéter Shein, quando encontro pelo mesmo preço na Zara, não dá vontade de comprar.”

    Porém, o casal de franceses Steven e Christine caminhava pelos corredores com os braços cheios de roupas. “Já gastamos 1.000 euros [R$ 6.200]”, comentou Steven. Ele explicou que era para aproveitar uma promoção de inauguração: cada euro gasto na Shein dava direito ao mesmo valor em compras em outras butiques da BHV.

    A Shein e outras plataformas chinesas, como Temu e Aliexpress, são acusadas de inundar o mercado francês com produtos descartáveis e antiecológicos, feitos sob condições de trabalho abusivas e a preços que destroem a concorrência. Um levantamento mostrou que 25 milhões de franceses já fizeram compras nesses sites.

    Algumas marcas anunciaram o fechamento de suas butiques dentro da BHV, em protesto contra a chegada da marca chinesa. Até aí, parecia ser apenas um choque entre o apego francês ao velho modelo das grandes lojas de departamentos francesas, herdado do século 19, e a ruptura representada pelas plataformas online do século 21.

    Na semana passada, porém, o caso mudou de dimensão com a divulgação de que o site da Shein vendia bonecas sexuais. A Shein anunciou ter retirado o produto do catálogo e que vai colaborar com o inquérito aberto na França. O parlamento francês convocou representantes da empresa para uma audiência daqui a duas semanas.

    Com os seios nus, como costumam fazer, ativistas do grupo feminista Femen se manifestaram na esquina em frente à BHV. Até candidatos à presidência foram às redes sociais opinar. “A indecência se instala no coração de Paris”, escreveu o político de esquerda Raphaël Glucksmann.

    A Shein já anunciou a abertura de butiques em outras cinco cidades francesas, todas dentro de filiais de outra loja histórica, a Galeries Lafayette, que pertence em parte ao grupo de Frédéric Merlin.

    A empresa foi criada em 2010 na China, como um site de venda de vestidos de noiva. Seu crescimento fulgurante levou a um faturamento de US$ 45 bilhões (cerca de R$ 240 bilhões) em 2023, segundo o jornal britânico Financial Times.

    GOVERNO ABRE PROCEDIMENTO

    Horas após a inauguração da loja, o governo francês anunciou a abertura de um “procedimento de suspensão” da loja da Shein.

    De acordo com o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, a empresa terá de comprovar que tudo o que vende no site obedece às normas europeias. Uma nova avaliação será feita em 48 horas.

    Primeira loja física da Shein em Paris abre com longas filas e protestos

  • Gleisi diz que governo é 'terminantemente contra' projeto que equipara facções a terroristas

    Gleisi diz que governo é 'terminantemente contra' projeto que equipara facções a terroristas

    Extrema-direita tentar emplacar projeto de lei que equipara facções criminosas a grupos terroristas, porém a situação pode ser favorável para intervenção de outros países no Estado brasileiro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) afirmou nesta quarta-feira (5) que o governo federal é terminantemente contra o projeto de lei que equipara facções criminosas a grupos terroristas.

    “O governo é terminantemente contra, somos contra esse projeto que equipara as facções criminosas ao terrorismo. Terrorismo tem objetivo político e ideológico, e pela legislação internacional, dá guarida para que outros países possam fazer intervenção no nosso país”, disse Gleisi após encontro com prefeitos do Ceará.

    A proposta é de autoria do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE).

    A fala de Gleisi ocorre um dia após Forte apresentar requerimento que propõe apensar o projeto Antifacção, de autoria do governo Lula (PT) e enviado ao Congresso na última sexta-feira (31), ao texto de sua autoria.

    O texto do deputado muda aspectos principais da proposta original, colocando as organizações criminosas e grupos terroristas na mesma categoria.

    A votação do projeto, que estava prevista para ocorrer nesta terça-feira (4) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, foi adiada após pressão de integrantes do governo e parlamentares governistas.

    “Nós não concordamos com isso, nós já temos uma legislação sobre facções criminosas, mandamos agora um projeto de lei que traz bastante rigor para o combate as facções e temos lá a PEC da Segurança”, disse Gleisi.

    A PEC é a principal aposta do governo Lula para a área da segurança pública. Desde a operação que matou 121 pessoas no Rio de Janeiro, membros do governo vêm reforçando, em falas públicas, o pedido de aprovação da proposta no Congresso.

    “Eu espero que o relator realmente apure seu relatório para que a gente aprove o mais rápido possível, para nos dar condições de fazer operações integradas”, acrescentou a ministra.

    ENTENDA PROJETOS SOBRE SEGURANÇA EM ANDAMENTO NO CONGRESSO
    PEC DA SEGURANÇA

    Autoria
    Poder Executivo

    Objetivo
    Propõe constitucionalizar o Susp (Sistema Único de Segurança Pública), estabelecendo diretrizes mínimas a serem seguidas por órgãos de segurança de todo o país

    Andamento
    Texto está na Comissão Especial na Câmara dos Deputados, sob relatoria de Mendonça Filho (União-PE); há requerimentos para realização de audiência pública em análise

    LEI ANTIFACÇÃO

    Autoria
    Poder Executivo

    Objetivo
    Institui o tipo penal de “organização criminosa qualificada”, com pena que pode chegar a 30 anos de prisão. O crime passa a ser considerado hediondo -é inafiançável, não pode ser beneficiado por graça, indulto ou anistia e exige o cumprimento da pena em regime inicial fechado. Já em relação a organização criminosa simples, o crime passa de 3 a 8 anos de prisão para de 5 a 10 anos

    Andamento
    Apresentado à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Há expectativa de ser levado a votação no plenário nos próximos dias

    LEI QUE EQUIPARA FACÇÕES A TERRORISTAS

    Autoria
    Deputado Danilo Forte (União Brasil-CE)

    Objetivo
    Amplia o alcance da Lei Antiterrorismo, passando a incluir organizações criminosas e milícias privadas

    Andamento
    Aguarda análise e votação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Está sob relatoria do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG)

    Gleisi diz que governo é 'terminantemente contra' projeto que equipara facções a terroristas

  • EUA lançam míssil nuclear; Putin manda preparar teste

    EUA lançam míssil nuclear; Putin manda preparar teste

    Força Aérea faz o ensaio após Trump dizer que irá retomar testes atômicos em resposta à Rússia e à China; lançamento havia sido programado havia meses, e russos afirmam que americanos pretendem explodir um artefato

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O duelo nuclear entre Vladimir Putin e Donald Trump atingiu um novo nível nesta quarta-feira (5), com os Estados Unidos promovendo o lançamento de um míssil estratégico e o russo ordenando preparativos para a realização de um eventual teste com detonação de ogiva atômica.

    Na semana passada, Trump havia reagido ao teste de dois novos modelos de armas anunciadas por Putin, o míssil de cruzeiro Burevestnik e o “torpedo do Juízo Final” Poseidon, ambos capazes de carregar ogivas nucleares e alimentados por reatores nucleares que lhes dão autonomia ilimitada na prática.

    O objetivo principal do russo é asseverar o papel da Rússia de potência nuclear, nominalmente a maior do mundo e em paridade de capacidades com os EUA, e dizer que tem meios para driblar o escudo antimíssil dos sonhos de Trump, o Domo Dourado.

    Com isso, pretende lugar privilegiado nas negociações sobre a Ucrânia, que foram reabertas por pressão de Trump, mas travaram.

    Trump havia dito que retomaria testes com armas nucleares americanas em resposta ao que via como escalada da Rússia e da China, dona de um crescente arsenal atômico. Depois, se recusou a dizer se isso envolveria ou não a explosão de uma ogiva no subterrâneo, algo que os americanos não fazem desde 1992 e os russos, desde 1990.

    Nesta quarta, o Comando de Ataque Global da Força Aérea dos Estados Unidos confirmou o lançamento de um míssil com capacidade nuclear Minuteman-3 desarmado. A ação foi notificada antes à Rússia, como é a praxe de lado a lado para evitar mal-entendidos.

    O disparo foi realizado da base aérea de Vandenberg, na Califórnia no fim da madrugada desta quarta-feira (5, início da manhã no Brasil). Ele havia sido anunciado para a noite de quarta para quinta (6) na véspera, mas a unidade militar confirmou sua execução sem intercorrências sem explicar a mudança.

    O teste, diz a Força Aérea corroborada por referências na área como a Federação dos Cientistas Americanos (FAS), está dentro da programação anual de ensaios para verificar a operacionalidade e precisão dos armamentos.

    Já houve dois lançamentos neste ano, um em fevereiro e outro em maio, num total de mais de 300 na história do míssil. Isso não quer dizer que a política não tenha voz: Joe Biden adiou testes do tipo em 2022 para não sinalizar uma ameaça nuclear à Rússia durante o início da invasão da Ucrânia, por exemplo.

    Poucas horas depois, Putin promoveu uma reunião com seu Conselho de Segurança, onde ouviu o ministro da Defesa, Andrei Belousov, afirmar que tudo indica que os americanos irão conduzir um teste nuclear subterrâneo.

    De forma coreografada, o presidente então instruiu órgão governo a coletar informações e “fazer proposta no possível começo de trabalho de preparação de testes de armas nucleares”.

    Putin conseguiu colocar o americano na defensiva, dizendo que irá reagir ao que ele fizer, deixando a conta da insegurança nuclear global em sua conta. Até aqui, os testes com as armas, assim como o do Minuteman, não envolvem ogivas ativas.

    O temor de especialistas é uma nova corrida nuclear a quente, com detonações de outras potências. Reino Unido fez detonação em 1991, França e China, em 1996, todos antes de aderir a um tratado banindo a prática que nunca entrou em vigor pois não foi ratificado pelos países atômicos.

    O Paquistão e a Índia ainda fizeram testes em 1998 e a Coreia do Norte, seis explosões de 2006 a 2017. Ensaios na atmosfera, sob a água e no espaço são vetados por um tratado vigente desde 1963, assinado por Moscou, Washington, Londres e Tel Aviv.

    No caso americano, analistas torciam para que Trump aproveitasse um teste já programado do Minuteman ou do outro míssil do arsenal americano, o Trident-2 lançado por submarinos, para dizer que cumpriu sua ameaça. Como o modelo naval foi lançado em setembro, o próximo na fila é o da Força Aérea.

    No domingo (2), o secretário de Energia americano, Chris Wright, disse à Fox News acreditar que Trump falava de “explosões não nucleares”, ou seja, testes nos quais todos os componentes para detonar uma ogiva são testados, mas não há a reação em cadeia final.

    O departamento de Wright é quem conduz testes e produz armamentos nucleares, cabendo à Força Aérea testes de mísseis e bombas que carregam essas ogivas. A Casa Branca não comentou a afirmação do secretário, mantendo o suspense.

    Em seu primeiro mandato, Trump também fez anúncios obscuros prometendo novidades no campo nuclear. Na prática, contudo, fez duas coisas principais: retirou os EUA de 2 dos 3 principais acordos de contenção de risco de uma guerra atômica e mudou a doutrina de emprego desses armamentos, na prática baixando a barra para usá-los.

    O último acordo sobre essas ogivas, que está congelado pela Rússia em protesto pelas sanções devido à invasão do vizinho, vence em fevereiro. Putin propôs a Trump estender o tratado por mais um ano, o americano aprovou a ideia, mas nada aconteceu.

    Como a Folha de S.Paulo havia adiantado a partir de alertas de navegação americanos, o Minuteman lançado percorreu os cerca de 6.700 km que separam o local do campo de provas Ronald Reagan, junto às ilhas americanas Marshall, no oceano Pacífico.

    O modelo é o esteio da força lançada de silos terrestres dos EUA, com 400 unidades operacionais. Cada uma pode levar até três ogivas independentes, mas por força dos limites do Novo Start os EUA os equipam apenas com uma. A chamada tríade nuclear do país é completada pelos Trident-2 de submarinos e por bombas e mísseis de cruzeiro lançados de bombardeiros e caças.

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