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  • Mulher de Felipe Simas diz que já pediu a Deus para fechar portas na carreira do marido

    Mulher de Felipe Simas diz que já pediu a Deus para fechar portas na carreira do marido

    A influenciadora Mariana Uhlmann afirmou que as decisões profissionais do marido afetam diretamente a rotina familiar; “Já teve alguns trabalhos que orei para não acontecer”, disse

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A influenciadora Mariana Uhlmann revelou que já pediu a Deus para o marido, o ator Felipe Simas, não conseguir papéis em filmes e séries. Casados há 13 anos e pais de três filhos, os dois mantêm uma relação que, segundo ela, exige diálogo constante diante das demandas da carreira artística.

    Em entrevista ao podcast evangélico PodCrê, Mariana contou que algumas propostas profissionais de Simas a deixaram desconfortável. “Já teve alguns trabalhos que orei para não acontecer e para que a porta se fechasse. Teve um específico que, quando ele recebeu, eu falei que não sabia se eu gostaria que ele fizesse isso, e a porta fechou”, disse, sem revelar o nome da produção.

    A influenciadora afirmou que as decisões profissionais do marido afetam diretamente a rotina familiar. “Ano passado, ele passou nove meses em São Paulo e ficou 45 dias longe das crianças. É difícil e mexe com a nossa família toda. Quando ele vai aceitar um trabalho, a gente conversa para entender se eu também estou preparada. É muito importante que tenhamos uma parceria.”

    No bate-papo, Mariana também comentou o incômodo que já sentiu com cenas de beijo de Simas. “Eu conheci o Felipe quando ele era jogador. E, lógico, não é uma cena que eu amo voltar para assistir. Mas sei que o que eu tenho com ele, ele não tem com nenhuma outra. Ali é o trabalho dele, e o que a gente tem em casa é muito sólido e real”, afirmou.

    A influenciadora disse que a fé tem um papel central na forma como o casal lida com os desafios da profissão. “A gente passou por muita coisa, e ele teve a maturidade de olhar no meu olho e falar para a gente orar junto. Fizemos um curso chamado Casados para Sempre e aprendemos que somos uma só carne. Não é uma cena que eu goste de ver, mas é o trabalho dele.”

    Atualmente no ar como o vilão Danilo, em “Dona de Mim”, e no Prime Video como Daniel Cravinhos, na série “Tremembé”, Simas tem se dedicado a papéis mais densos. Mariana reconhece o peso emocional que essas interpretações trazem. “Acho que é um pouco pesado entrar em um personagem assim, mas tenho muito orgulho do Felipe como ser humano, como homem, como marido, como pai e como ator. Eu admiro muito como ele leva a vida, e vejo que não é diferente com a atuação”, destacou.

    Ela relembrou um episódio em que o marido quis se aprofundar demais na preparação de um personagem. “Teve uma vez que ele resolveu dormir na rua para viver o personagem, e eu falei que já estava um pouco demais. Ele não foi, porque comecei a chorar e pedi para ele não fazer isso. Ele é muito intenso, mas traz uma coisa do Evangelho, que é o amor. Então ele tenta olhar todo personagem dele, por pior que seja, com esse olhar de amor.”

    Mulher de Felipe Simas diz que já pediu a Deus para fechar portas na carreira do marido

  • David Beckham é condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º

    David Beckham é condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Ex-jogador inglês e uma das personalidades mais conhecidas do mundo, David Beckham, 50, foi condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º no Castelo de Windsor. O momento foi registrado nas redes sociais do ex-atleta (assista abaixo).

    Esse é o título de maior honraria do Reino Unido e dá o direito à pessoa a usar o prefixo “Sir”. O reconhecimento foi pela contribuição de décadas para o esporte e em causas sociais.

    Ele foi à condecoração acompanhado da mulher, Victoria, e dos pais. O terno escolhido foi uma peça desenhada pela própria esposa, que é estilista.

    “Estou imensamente orgulhoso por esse reconhecimento. É uma honra que representa tudo o que vivi dentro e fora dos campos”, disse.

    Há 13 anos, Beckham já havia sido indicado para receber a honraria depois de virar um dos embaixadores para garantir as Olimpíadas para Londres em 2012.

    “Creio que é muito importante trabalhar juntos, todos os treinadores, para que a Federação Brasileira de Treinadores seja forte”, disse o técnico italiano

    Folhapress | 17:23 – 04/11/2025

    David Beckham é condecorado cavaleiro pelo rei Charles 3º

  • CPI do crime organizado convida Castro, Tarcísio e ministros de Lula

    CPI do crime organizado convida Castro, Tarcísio e ministros de Lula

    Comissão foi instalada nesta terça-feira (4), com escolha de governista na presidência; requerimentos foram apresentados pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE)

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A CPI do Crime Organizado no Senado aprovou nesta terça-feira (4) convites para ouvir governadores, entre eles Cláudio Castro (RJ) e Tarcísio de Freitas (SP), além dos ministros Ricardo Lewandowski (Justiça) e José Mucio (Defesa), do governo Lula.

    Os requerimentos foram apresentados pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI e autor do pedido que deu origem à comissão. Ao todo, 38 pessoas foram convidadas.

    A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Senado sobre o crime organizado foi instalada nesta terça e será presidida por um governista, o senador Fabiano Contarato (PT-ES).

    A escolha trouxe alívio ao governo federal, que temia que a CPI, sob controle da oposição, pudesse gerar ainda mais desgaste político para a gestão Lula.

    O placar foi de 6 a 5 na disputa contra o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que passou a ser o vice-presidente da comissão.

    A CPI terá 11 titulares e 7 suplentes. Os nomes dos titulares são Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Magno Malta (PL-ES), Marcos do Val (Podemos-ES), Marcio Bittar (PL- AC) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

    Além de Rogério Carvalho (PT-SE), Fabiano Contarato (PT-ES), Otto Alencar (PSD-BA), Jorge Kajuru (PSB-GO), Angelo Coronel (PSD-BA) e Alessandro Vieira (MDB-SE).

    “Não permitirei que o debate sobre segurança pública seja sequestrado por discursos fáceis e populistas. O combate ao crime organizado exige seriedade e inteligência, não pirotecnia”, disse o presidente da CPI após a escolha.

    Na ocasião, o relator também apresentou o plano de trabalho, que será dividido em eixos temáticos.

    DIVISÃO DO PLANO DE TRABALHO

    – Domínio territorial;
    – Lavagem de dinheiro;
    – Sistema prisional;
    – Corrupção ativa e passiva em todos os setores;
    – Rotas para transporte de mercadorias ilícitas;
    – Crimes praticados por facções (tráfico de armas, contrabando, sonegação, furto, estelionato, crimes digitais);
    – Necessidade de integração dos órgãos, com destaque para as rotas usadas por facções;
    – Prevenção e repressão ao crime;
    – Orçamento.

    PESSOAS CONVIDADAS

    GOVERNO FEDERAL**

    – Ricardo Lewandowski, Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública;
    – José Mucio Monteiro Filho, Ministro de Estado da Defesa;
    – Andrei Augusto Passos Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal;
    – Leandro Almada da Costa, Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal;
    – Antônio Glautter de Azevedo Morais, Diretor de Inteligência Penal da Senappen;
    – Luiz Fernando Corrêa, Diretor-Geral da Abin

    ESTADOS

    – Clécio Luís, governador do Estado do Amapá;
    – Cézar Vieira, Secretário de Justiça e Segurança Pública do Amapá;
    – Jerônimo Rodrigues, Governador do Estado da Bahia;
    – Marcelo Werner Derschum Filho, Secretário de Segurança Pública da Bahia;
    – Raquel Lyra, Governadora do Estado de Pernambuco;
    – Alessandro Carvalho Liberato de Mattos, Secretário de Defesa Social de Pernambuco;
    – Elmano de Freitas, Governador do Estado do Ceará;
    – Antonio Roberto Cesário de Sá, Secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará;
    – Paulo Dantas, Governador do Estado de Alagoas;
    – Flávio Saraiva, Secretário de Segurança Pública de Alagoas;
    – Jorginho Melo, Governador do Estado de Santa Catarina;
    – Flávio Rogério Pereira Graff, Secretário de Segurança Pública de Santa Catarina;
    – Ratinho Júnior, Governador do Estado do Paraná;
    – Hudson Leôncio Teixeira, Secretário de Segurança Pública do Paraná;
    – Eduardo Leite, Governador do Estado do Rio Grande do Sul;
    – Mario Ikeda, Secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul;
    – Ibaneis Rocha, Governador do Distrito Federal;
    – Sandro Torres Avelar, Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;
    – Cláudio Castro, Governador do Estado do Rio de Janeiro;
    – Victor Cesar Carvalho dos Santos, Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro;
    – Tarcísio de Freitas, Governador do Estado de São Paulo;
    – Guilherme Muraro Derrite, Secretário de Segurança Pública de São Paulo.

    ESPECIALISTAS EM SEGURANÇA PÚBLICA

    – Lincoln Gakiya, Promotor de Justiça;
    – Renato Sérgio de Lima, Diretor Presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública;
    – Joana da Costa Martins Monteiro, Professora e pesquisadora;
    – Leandro Piquet Carneiro, Professor e pesquisador.

    JORNALISTAS

    – Josmar Jozino, jornalista investigativo do portal UOL;
    – Rafael Soares, jornalista investigativo do jornal O Globo;
    – Cecília Olliveira, jornalista investigativa e fundadora do Instituto Fogo Cruzado;
    – Bruno Paes Manso, jornalista investigativo e pesquisador do NEV-USP;
    – Allan de Abreu, jornalista investigativo da revista Piauí;
    – Rodrigo Pimentel, articulista e consultor em segurança pública.

    CPI do crime organizado convida Castro, Tarcísio e ministros de Lula

  • Val Marchiori critica plano de saúde que negou R$ 60 mil em cirurgia de tratamento contra câncer

    Val Marchiori critica plano de saúde que negou R$ 60 mil em cirurgia de tratamento contra câncer

    Val Marchiori revelou que sua cirurgia custou R$ 60 mil, mas o convênio teria considerado o valor elevado e coberto apenas 11% do total

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Val Marchiori, 51, usou as redes sociais para relatar as dificuldades que vem enfrentando durante o tratamento contra o câncer de mama e denunciar a falta de amparo dos planos de saúde. A socialite contou que sua cirurgia custou R$ 60 mil, mas o convênio teria considerado o valor elevado e coberto apenas 11% do total. “Plano de saúde só ganha dinheiro e não cobre nada”, criticou.

    Em tom de desabafo, Val afirmou que a falta de respaldo jurídico agrava a situação de quem precisa de tratamento urgente. “Infelizmente, hoje não temos leis que realmente nos protejam. Eu, que estou em tratamento do câncer de mama, tenho enfrentado grandes dificuldades -e sei que muitas pessoas passam pela mesma situação. Planos que deveriam amparar acabam negando ou demorando para autorizar procedimentos que são urgentes e vitais”, escreveu a empresária.

    Val também falou sobre o maior desafio desde o diagnóstico: a quimioterapia. “São vários desafios, mas a quimioterapia tem sido muito difícil”, confessou a empresária que explicou ainda que a alta definitiva só deve vir após dez anos de acompanhamento. “Estou concentrada em concluir a primeira fase do tratamento”, comentou ela, que notou a perda de cabelo nos últimos dias. “Mexe com o psicológico. Parece que leva um pedacinho da gente”.

    Val tornou público o diagnóstico em 28 de agosto nas redes sociais. Na postagem, ela contou ter descoberto um carcinoma tipo 2 de 6 mm em fase precoce. Frequentemente, ela faz alerta sobre a importância dos exames preventivos.

    A empresária postou recentemente uma mensagem de otimismo no tratamento: “Não é o câncer que vai me derrubar. Nem que vai roubar a minha alegria, o meu sorriso, o meu amor pela vida.Porque a fé é mais forte, o amor é mais forte, e a vontade de viver é infinita.”

    Val Marchiori critica plano de saúde que negou R$ 60 mil em cirurgia de tratamento contra câncer

  • Flamengo já esperava por Danilo, mas se preocupa com Alex Sandro na seleção

    Flamengo já esperava por Danilo, mas se preocupa com Alex Sandro na seleção

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Flamengo já vivia a expectativa de “perder” Danilo para a seleção brasileira, 10 dias antes da final da Libertadores contra o Palmeiras. No entanto, a convocação de Alex Sandro gerou preocupação extra para o clube rubro-negro.

    ‘NO FIO DA NAVALHA’

    A princípio, o Flamengo trabalhava com a hipótese de apenas um convocado para a seleção brasileira antes da decisão continental, que acontecerá no Monumental de Lima, no Peru. O confronto contra o Verdão será no dia 29 de novembro, enquanto a seleção terá dois amistosos, contra Senegal e Tunísia, respectivamente nos dias 15 e 18 do mesmo mês.

    Já com a certeza de que o lateral-direito Danilo seria convocado, o Rubro-Negro se surpreendeu com o nome de Alex Sandro, lateral-esquerdo, entre os escolhidos de Carlo Ancelotti. O jogador de 34 anos é titular na ala esquerda, mas vive sob cuidados constantes do departamento físico.

    O UOL ouviu de um dirigente do Flamengo que Alex Sandro está no “fio da navalha” quando o assunto é controle de carga, por conta do histórico recente de lesões e pela idade. Inclusive, os problemas físicos enfrentados por ele nesta temporada abriram uma janela de oportunidade para os reservas Ayrton Lucas e Viña, que agora competem intensamente pela vaga.

    Neste contexto, o planejamento do Fla foi abalado pela possibilidade de o lateral não ter tempo hábil para chegar 100% na final em jogo único, abrindo espaço para os reservas. Além dos jogos, há a carga adicional de treinos e, principalmente, as longas viagens internacionais. A seleção enfrentará o Senegal na Inglaterra e, na sequência, a Tunísia em solo francês.

    Alex Sandro, quando está bem, ele mostrou isso nos primeiros dois jogos, jogou muito bem. É um lateral-esquerdo muito confiável, tem experiência, conhecimento da posição, personalidade. Quando está em bom nível físico, é um dos melhores laterais que a seleção tem.Carlo Ancelotti, em convocação.

    “Creio que é muito importante trabalhar juntos, todos os treinadores, para que a Federação Brasileira de Treinadores seja forte”, disse o técnico italiano

    Folhapress | 17:23 – 04/11/2025

    Flamengo já esperava por Danilo, mas se preocupa com Alex Sandro na seleção

  • Rússia deixou Otan acompanhar teste de supermíssil, diz Putin

    Rússia deixou Otan acompanhar teste de supermíssil, diz Putin

    ‘Eles que vejam’, provoca russo ao afirmar que não impediu espionagem de navio sobre ensaio do Burevestnik; presidente condecora criadores da arma e do torpedo Poseidon, dizendo que eles garantirão segurança do seu país

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Vladimir Putin disse nesta terça-feira (4) que o teste de seu novo míssil de cruzeiro com propulsão nuclear foi observado de perto por um navio da Otan. “Não interferimos nas suas operações. Eles que vejam”, provocou o russo.

    A fala ocorreu durante cerimônia em que foram condecorados os cientistas que desenvolveram o míssil em questão, o Burevestnik (nome russo da ave petrel), e o “torpedo do Juízo Final” Poseidon, no Kremlin.

    Como seria previsível, seus nomes e imagem não foram divulgados. As armas fazem parte do pacote “invencível” anunciado por Putin em 2018, que agora está completo em termos de testes bem-sucedidos anunciado -duas delas, os mísseis hipersônicos Kinjal e Tsirkon, já são usadas em combate na Guerra da Ucrânia.

    Putin empregou hipérboles nacionalistas, dizendo que as superarmas vão “garantir a segurança da Rússia no século 21”. Isso dito, apesar da falta de detalhes públicos natural em um programa secreto, há consenso entre especialistas que, se realmente funcionam, os motores dos modelos não têm pares hoje no mundo.

    Usar reatores miniaturizados é algo que vem sendo estudado desde os anos 1960 pela indústria de defesa, sempre esbarrando na falta de praticidade em caso de acidente. Por outro lado, um modelo mais seguro tem a vantagem única de um alcance na prática ilimitado.

    No caso do Burevestnik, Putin não disse, mas ele provavelmente foi testado em torno do arquipélago de Novaia Zemlia, no Ártico russo. O ensaio ocorreu em 21 de outubro e foi revelado pelo presidente cinco dias depois. Após outros três dias, foi a vez do anúncio do primeiro disparo completo do Poseidon.

    Ambas são amas extremas, de uso em guerra nuclear. O Burevestnik teoricamente pode voar de forma indefinida próximo ao solo, de 25 metros a 100 metros de altura, iludindo radares. Por outro lado, sendo subsônico, podendo ser derrubado mais facilmente uma vez avistado.

    Já o Poseidon é visto com mais temor por especialistas ocidentais, pois no papel pode levar ogivas de até 100 megatons, o dobro da energia liberada na maior explosão nuclear da história, feita pelos soviéticos em 1961 no mesmo Novaia Zemlia.

    A 1 km de profundidade e com velocidade segundo analistas duas vezes maior do que a de submarinos, poderia singrar oceanos impune por longo tempo até chegar a um alvo. O que ocorre daí é outra história: enquanto alguns especialistas temem um tsunami radioativo contra cidades costeiras, outros não acreditam na hipótese e teorizam um impacto direto.

    Seja como for, foi mais um capítulo da esgrima de Putin com a Otan e, em particular, com Donald Trump no momento em que o presidente dos EUA está pressionando o russo para aceitar negociar uma trégua na Ucrânia com o emprego de sanções inéditas.

    O republicano passou recibo dos testes russos, criticando o colega e anunciando que irá fazer seus próprios ensaios nucleares. E o fez sem deixar claro se isso poderia incluir explodir uma ogiva de forma subterrânea, algo congelado pelos EUA há 33 anos.

    Nesta quarta (5) e quinta (6), há a possibilidade de o americano fazer um sinal, já que alertas de navegação no Pacífico indicam que os EUA poderão usar o campo de provas das suas ilhas Marshall, onde caem os mísseis Minuteman-3 de uso terrestre lançados em testes.

    Se ficar nisso, terá sido mais uma falácia de Trump, neste caso uma que será bem recebida pelos especialistas em desarmamento. Testes com o Minuteman são corriqueiros, e o mais recente foi em maio.

    Além de testar o Poseidon e Burevestnik, no sábado (1) Putin lançou ao mar o primeiro submarino de série criado para levar seis desses supertorpedos. A embarcação deve ser comissionada em serviço em um a três anos.

    Putin falou também sobre outras superarmas. Mudou novamente a data de entrada em serviço definitiva do Sarmat, o mais pesado míssil balístico intercontinental do mundo, para 2026. E disse que o modelo de alcance intermediário Orechnik, com o qual causou surpresa ao atacar a Ucrânia no ano passado, entrará em produção serial.

    Rússia deixou Otan acompanhar teste de supermíssil, diz Putin

  • Marielle Franco recebe honraria da Universidade de Harvard

    Marielle Franco recebe honraria da Universidade de Harvard

    Medalha W.E.B. Du Bois é a mais alta dos Estudos Afro-Americanos

    A vereadora e ativista Marielle Franco se tornou a primeira figura pública brasileira a receber a Medalha W.E.B. Du Bois, a mais alta honraria concedida pela Universidade de Harvard, no campo dos Estudos Africanos e Afro-Americanos. A homenagem póstuma acontece nesta terça-feira (4).

    Entre as latino-americanas, ela aparece como segunda a vencer a premiação, atrás apenas da vice-presidente da Colômbia, Francia Márquez, ganhadora no ano passado. 

     A medalha é concedida pelo Instituto de Pesquisas Afrolatino-Americanas a pessoas que contribuem para o fortalecimento cultural e intelectual das populações africanas e afrodescendentes no mundo. A medalha carrega o nome do sociólogo e historiador estadunidense, W.E.B. Du Bois, um dos ativistas mais importantes do movimento negro e o primeiro homem negro a fazer Doutorado em Harvard. 

    Nascida em 1979, no Complexo de Favelas da Maré, zona norte carioca, Marielle se tornou uma das figuras mais emblemáticas na luta pelos direitos civis, ao combater a violência de Estado em regiões periféricas. Além disso, aderiu às agendas da comunidade LGBTQIAPN+ e de mulheres negras.

    Legado que ultrapassa fronteiras 

    Filha da vereadora, Luyara Franco, atual diretora executiva da Central de Movimentos Populares do Instituto Marielle Franco, entidade criada após o assassinato, exalta a importância do reconhecimento.

     “Quando uma instituição de renome mundial reconhece essa trajetória, ela também reconhece a potência de uma produção intelectual que nasce da favela e que, ainda assim, tem impacto global. O legado da minha mãe ultrapassa fronteiras e continua inspirando o mundo inteiro a lutar por justiça, democracia e igualdade. E, acima de tudo, reafirma o quanto é urgente valorizarmos a intelectualidade de mulheres negras e de pessoas que, como minha mãe, Marielle, ousaram pensar em outro futuro possível”.

     A história de Marielle Franco saiu das comunidades para a cena política em 2016, quando se elegeu vereadora no Rio. Ela ganhou reconhecimento mundial, recebendo inclusive convite, em abril de 2018, para um simpósio em Harvard, evento que não chegou a participar.

    Seis semanas antes, em 14 de março daquele ano, a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, foram assassinados. O caso gerou comoção e a pergunta “QUEM MATOU MARIELLE” ultrapassou nossas fronteiras.

    Após longa investigação foram identificados os executores. Ex-policiais militares, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram condenados a 78 e 59 anos de prisão, respectivamente.

    Já os acusados de serem os mandantes, respondem uma ação penal que tramita no Supremo Tribunal Federal, ainda em fase de instrução e sem data prevista para o julgamento.

    São eles os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, tradicionais nomes da política do estado; e o ex-chefe da Polícia-Civil, Rivaldo Barbosa. 

    Marielle Franco recebe honraria da Universidade de Harvard

  • Morre Norma Braga, irmã do cantor Roberto Carlos, aos 90 anos

    Morre Norma Braga, irmã do cantor Roberto Carlos, aos 90 anos

    Ela estava internada há três semanas com problemas respiratórios na Clínica São José, no Rio de Janeiro

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Norma Braga, irmã do cantor Roberto Carlos, morreu nesta terça-feira (04) aos 90 anos. Causa não foi divulgada. A informação foi confirmada à reportagem pela Casa de Saúde São José.

    Norma estava internada na unidade de saúde há cerca de três semanas para tratar problemas respiratórios.

    O cantor já havia perdido uma sobrinha, filha da própria Norma. Ana Luiza morreu em janeiro de 2016, aos 32 anos, sem que a causa da morte dela tivesse sido revelada na ocasião.

    Roberto Carlos, 84, é o caçula dos quatro filhos de Laura Moreira Braga e Robertino Braga. Com a morte de Norma, ele fica sem irmãos vivos.

     

    Morre Norma Braga, irmã do cantor Roberto Carlos, aos 90 anos

  • Ancelotti diz que técnico brasileiro é ‘figura um pouco fraca’ no exterior

    Ancelotti diz que técnico brasileiro é ‘figura um pouco fraca’ no exterior

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, participou da abertura do Fórum Brasileiro dos Treinadores de Futebol e avisou: “Tenho que ser honesto”. Com essa frase, antecipou a frase de que o treinador brasileiro “é uma figura um pouco fraca”, referindo-se ao olhar no exterior.

    “Gosto de estar aqui, viver aqui, conhecer a estrutura do futebol brasileiro e também a força do treinador brasileiro. Tenho que ser honesto: não é tão forte. Porque uma das primeiras coisas que escutei e não entendo: por que o treinador brasileiro não pode treinar na Europa? Significa que a figura é um pouco fraca. Creio que é muito importante trabalhar juntos, todos os treinadores, para que a Federação Brasileira de Treinadores seja forte”, disse Ancelotti.

    O treinador ainda disse que a entidade brasileira precisa de união e ressaltou o papel da CBF na construção de um cenário melhor para a classe no Brasil.

    “A CBF tem como objetivo primário ganhar a Copa do Mundo, senão não me chamava para ser o treinador. Mas o objetivo é melhorar o futebol brasileiro, no calendário, na arbitragem, na formação dos treinadores, do curso dos treinadores, a estrutura dos estádios. Temos uma CBF que precisa da ajuda e da opinião dos treinadores. A opinião é ainda mais respeitada se a Federação dos Treinadores for forte. Como pode ser forte? Com mais unidade entre os treinadores. Estamos no segundo fórum. Tem que ter 20 ou 30. Acho que temos a vontade de melhorar e ser mais respeitado”, acrescentou.

    Ancelotti, apesar dos títulos na carreira e a moral com a qual chegou no Brasil, lembrou que ele mesmo já viveu momentos de instabilidade na carreira e mudou o jeito de encarar as demissões.

    “A figura do treinador é fundamental. É como o árbitro. Se não tiver, não dá para jogar. Mas é fundamental até quando? Até a primeira derrota. Depois da primeira derrota, outro treinador é que vira fundamental. Eu falo muito para os jovens treinadores: ser demitido é uma pena, mas com o passo do tempo, tem que considerar uma coisa normal. Eu posso ter tido uma carreira com êxito e quero ainda mais. Mas Parma, demitido. Juventus, demitido, Bayern, demitido. Na primeira vez, fiquei muito triste. Mas na última vez, ‘muito obrigado, vou descansar’”.

    DOSE DE CONSTRANGIMENTO

    Pouco depois, Ancelotti ouviu do palco o discurso de medalhões do futebol brasileiro, como Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira.

    A fala de Leão causou certo constrangimento, porque ele lembrou a fala de que “não suportava” treinadores estrangeiros no país. Só que apontou a responsabilidade da invasão estrangeira também para os técnicos estrangeiros.

    “Eu sempre disse que eu não gosto de treinadores estrangeiros no meu país, e isso serve para o Mancini, que é o presidente (da Federação Brasileira de Treinadores). Estou falando aqui na frente da nossa casa. Antes eu falava que eu não suportava, não suportaria treinadores (estrangeiros). Você sabe que eu já falei isso, né Zé (Mário, ex-jogador e ex-treinador presente ao evento)? Você sabe que eu já falei isso e não mudo. Não mudo a minha opinião. Mas tenho que ser inteligente o suficiente pra dizer que isso tudo tem um culpado. Nós. Nós, treinadores, somos culpados da invasão de outros treinadores que não têm nada a ver com isso”, disse Leão, que já se aposentou.

    Oswaldo de Oliveira também falou sobre a presença dos estrangeiros:

    “Eu não queria treinador estrangeiro, mas não tinha jeito, se tivesse que ser, que fosse esse senhor. Torci pra ser esse senhor (Ancelotti). Depois que ele for embora, campeão do mundo, que venha um brasileiro”.

    Em outro momento do evento, Alfredo Sampaio, uma das lideranças da Federação de Treinadores, optou por colocar o dedo na ferida dos brasileiros.

    “Rotularam o treinador brasileiro de incompetente, de ultrapassado. E isso que temos que discutir para o futuro. Começou no 7 a 1, independentemente do nível de treinadores e jogadores que fomos. Aquilo foi uma fatalidade. Os senhores do futebol começaram a rotular nossos treinadores. Mas temos que refletir por que temos tantos estrangeiros aqui, se o nosso país tem potencial para treinadores e atletas? A solução passou a ser treinadores estrangeiros, competentes. Temos que abrir os olhos mesmo, porque eles cada vez mais se preparam de forma melhor. Temos 54 portugueses no Brasil. É porque eles se prepararam e se desenvolveram. (…) Se não tivermos a simplicidade de entender que o mundo evoluiu e as coisas melhoraram, nós vamos continuar enxugando gelo”.

    André Lavieri já havia representado a empresa no início do ano, após Fred Luz deixar de atuar no dia a dia do Corinthians

    Folhapress | 16:23 – 04/11/2025

    Ancelotti diz que técnico brasileiro é ‘figura um pouco fraca’ no exterior

  • Alcolumbre e Moraes discutem como combater o crime organizado

    Alcolumbre e Moraes discutem como combater o crime organizado

    Ministro e senador discutiram ações para o combate ao crime organizado, além do uso de tecnologias para o enfrentamento à criminalidade no Brasil

    O presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (União-AP), recebeu nesta terça-feira (4) o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Os dois discutiram ações para o combate ao crime organizado, além do uso de tecnologias para o enfrentamento à criminalidade no Brasil.

    “O presidente Alcolumbre reafirmou o compromisso do Congresso Nacional de contribuir, de forma responsável e democrática, com soluções legislativas para fortalecer a segurança pública e proteger a vida dos brasileiros”, disse nota da presidência do Senado.

    O encontro aconteceu na presidência do Senado em meio à instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado (CPI), que investigará a estruturação, a expansão e o funcionamento do crime organizado, com foco na atuação de milícias e facções.

    A CPI elegeu como presidente e vice-presidente os senadores Fabiano Contarato (PT-ES) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS), respectivamente. O relator será o senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

    O colegiado, composto por 11 senadores titulares e sete suplentes, terá o prazo de 120 dias para terminar os trabalhos.

    Caberá ao senadores investigar o modus operandi das organizações criminosas, as condições de instalação e desenvolvimento em cada região, “bem como as respectivas estruturas de tomada de decisão, de modo a permitir a identificação de soluções adequadas para o seu combate, especialmente por meio do aperfeiçoamento da legislação atualmente em vigor”.

    Alcolumbre e Moraes discutem como combater o crime organizado