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  • João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

    João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – João Fonseca fez um jogo equilibrado de três sets e 1h49 de duração, mas caiu novamente diante de um tenista top 10 do ranking da ATP (Associação de em duelo pelas quartas de final do ATP 500 de Munique contra o americano Ben Shelton.

    No primeiro encontro entre os dois no circuito, Shelton, de 23 anos e número 6 do ranking, venceu o brasileiro de 19 anos e 35º por dois sets a um, com parciais de 6/3, 3/6 e 6/3.

    Foi a sexta derrota seguida de João para um tenista que está entre os dez melhores do ranking.

    Até aqui, a única vitória do brasileiro foi no primeiro encontro contra um top 10, quando venceu o russo Andrei Rublev, então nono do mundo, na primeira rodada do Grand Slam do Australian Open.

    Pela campanha no saibro alemão, João Fonseca aparece momentaneamente em 30º lugar no ranking da ATP, posição que ainda pode sofrer alterações a depender do desempenho dos tenistas no restante da semana.

    A melhor colocação já alcançada foi a de número 24 do mundo, em novembro de 2025, após vencer o ATP 500 de Basileia, na Suíça.

    João Fonseca é eliminado em Munique em nova derrota para top 10

  • Ana Paula rejeita enfrentar Juliano no último paredão do BBB 26

    Ana Paula rejeita enfrentar Juliano no último paredão do BBB 26

    Jornalista se emociona ao relembrar trajetória e destaca importância do Juliano na reta final do reality; clima pesa após ajuda de Milena a Boneco em prova decisiva e gera tensão entre participantes

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Após a prova do finalista, realizada na noite desta quinta-feira (16), Ana Paula Renault está no último paredão do BBB 26 (Globo). A possibilidade de ir com dois de seus aliados mexeu com a jornalista, que acabou revelando a Juliano Floss que não quer ir para a berlinda com ele pela terceira vez consecutiva. A sister afirmou que o dançarino esteve ao seu lado durante todo o jogo. “Não quero ir com você”, começou.

    “Eu estava aqui agora pensando, sabe… vocês foram muito importantes para toda a minha trajetória aqui. Tia Milena, no início, foi minha amiga, aliada… lembra o que eu falava, que a gente pensava igual no jogo, até quando tínhamos divergências e você tinha outro posicionamento?”, recordou a sister, que reconheceu um afastamento da recreadora infantil.

    Ana Paula comentou sobre a aproximação dos dois. “A gente foi se afastando e aí você entrou na minha vida, porque minha vida hoje é isso aqui… eu não consigo me ver sem você mais. E vocês dois foram muito importantes. Se estou aqui hoje, até hoje, é por causa de vocês dois. Nessa reta final, você nunca se esquivou de conversar comigo sobre qualquer assunto. Sei que não é fácil toda hora ficar falando de jogo, e você nunca fugiu.”

    Mais cedo, Ana Paula e Juliano Floss se irritaram ao ver que Milena tinha ajudado o brother Leandro Rocha, mais conhecido como Boneco, durante uma etapa crucial da dinâmica. A disputa, que terá seu desfecho na noite desta sexta-feira (17), leva um jogador direto para a final do BBB 26. “Ele estava dormindo e ela o acordou”, contou o dançarino.

    A veterana então alertou Milena de que, se ela continuasse ajudando Boneco, o trio poderia ir junto para o último Paredão do BBB 26. “Você tem que fazer o possível para não irmos nós três.” Na sequência, Milena responde que está fazendo o possível e questiona: “Tá de sacanagem, né?”. “Não estou achando graça, sério mesmo. Sério, 95 dias. Reta final, gata. Sabe? Não tem mais graça”, diz Ana Paula Renault.

    Ana Paula rejeita enfrentar Juliano no último paredão do BBB 26

  • Bancos centrais do mundo podem ter de rever posição de cortar juros, diz Durigan

    Bancos centrais do mundo podem ter de rever posição de cortar juros, diz Durigan

    Ministro afirma que conflito pressiona inflação e pode levar bancos centrais a rever cortes; Brasil se diz em posição mais favorável

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que os bancos centrais do mundo todo podem ser obrigados a rever a posição de cortar juros diante dos efeitos da guerra dos Estados Unidos com o Irã. Segundo ele, o Brasil liderou a conversa sobre como fazer resposta temporária e focada na guerra durante as reuniões de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que ocorreram ao longo desta semana, em Washington, nos EUA.

    “O Brasil está em boa posição comparado com países da Ásia e África”, disse o ministro brasileiro, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, 17.

    Durigan afirmou que é importante tratar das questões relacionadas à guerra com o Irã, mas também de assuntos estruturais em agendas globais.

    Um dos temas citados por ele foi o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). “Tivemos boas sinalizações sobre importância do TFFF de Espanha, China e outros países”, comentou Durigan.

    Venezuela

    O ministro da Fazenda destacou a importância da retomada das negociações entre o FMI e o Banco Mundial com a Venezuela e disse que a expectativa é “grande”.

    “Para a América Latina e o Caribe, é importante que a Venezuela vire a página, se desenvolva, tenha de volta assento e passe a tratar, seja com os bancos de Bretton Woods, seja com outros, como o CAF, como o BID”, afirmou ele. “A expectativa é grande para que a Venezuela possa retomar o caminho de desenvolvimento”, acrescentou.

    A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, anunciou na quinta-feira, dia 16, que o organismo internacional está agora negociando com o governo da Venezuela, sob a administração da presidente interina Delcy Rodríguez.

    O país é membro do Fundo desde dezembro de 1946, mas as conversas foram suspensas em março de 2019 devido a problemas de reconhecimento governamental, de acordo com o FMI.

    Bancos centrais do mundo podem ter de rever posição de cortar juros, diz Durigan

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  • Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

    Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

    O ataque contra infraestruturas civis e de saúde é considerado crime de guerra. Pelos menos 37 mil construções civis foram destruídas no país

    Os bombardeios de Israel contra o Líbano danificaram 129 unidades de saúde libanesas, com 100 profissionais de saúde assassinados e 233 feridos. O Ministério da Saúde do país ainda informou que 116 ambulâncias foram bombardeadas e seis hospitais precisaram ser fechados.

    “Esses incidentes constituem uma grave violação do direito internacional humanitário e comprometem seriamente o acesso da população aos serviços de saúde”, diz comunicado do escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) de Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) no Líbano.

    O ataque contra infraestruturas civis e de saúde é considerado crime de guerra. Israel vinha ameaçando unidades de saúde alegando que elas eram usadas pelo Hezbollah. Organizações de direitos humanos questionam as acusações.  Um aviso para evacuar dois hospitais em Beirute preocupou a Organização Mundial de Saúde (OMS).  

    Os 45 dias de conflitos tirou a vida de 2.294 pessoas e deixou outros 7,5 mil feridos, sendo, pelo menos, 177 crianças mortas e 704 feridas, segundo cálculos provisórios do Ministério da Saúde libanês divulgados nesta sexta-feira (17).

    Estima-se ainda que, pelo menos, sete jornalistas foram alvos de ataques israelenses nessa fase da guerra no Líbano. 

    O Conselho Nacional de Pesquisa Científica do Líbano (CNRS) calculou que 37,8 mil unidades habitacionais foram destruídas até o dia 12 de abril, quatro dias antes do cessar-fogo. A maior parte da destruição foi nos subúrbios da capital, Beirute.

    “Isso representa aproximadamente 16% do total dos danos registrados durante as fases anteriores da guerra. Esses números destacam uma rápida intensificação da destruição, com uma proporção significativa dos danos cumulativos da guerra ocorrendo em um período muito curto”, diz o CNRS.   

    No primeiro dia do cessar-fogo no Irã, Israel lançou um ataque massivo com o Líbano, em especial contra os subúrbios densamente povoados e áreas centrais da capital, causando a morte de mais de 300 pessoas em cerca de 10 minutos de bombardeios.  

    O jornalista e especialista em geopolítica Anwar Assi, que conhece as regiões bombardeadas em Beirute, destacou à Agência Brasil que são áreas civis.

    “Essa área é 100% civil. Mesmo os escritórios do Hezbollah são escritórios civis. Ou seja, pela lei internacional, não podem ser atacados. O subúrbio de Beirute não é uma área militarizada. Não tinha porquê bombardear aquelas áreas”, afirmou.

    Com família no Líbano, Assi disse que as alegações de Israel de que tinham foguetes naquela região não são verdadeiras.

    “Isso dá para ver pelos prédios destruídos, que lá não tinha foguete. O único motivo dos ataques foi para forçar o deslocamento dos moradores e criar uma pressão em cima da sociedade libanesa”, afirmou.

    Mais de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas em decorrência de ordens de deslocamento em massa que abrangem cerca de 15% do país, segundo dados do Ocha.  

    Para o especialista, o objetivo de Tel Aviv é criar milhares de deslocados que venham se voltar contra o Hezbollah. 

    “Mas isso não está acontecendo, a maioria apoia a resistência. Mesmo os críticos do Hezbollah têm rejeitado uma guerra civil contra o grupo”, acrescentou.

    O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, reafirmou nesta sexta-feira que a unidade nacional e a paz civil são “uma linha vermelha” que não deve ser cruzada sob nenhuma circunstância, alertando que miná-las serve aos objetivos de Israel, segundo a Agência Nacional de Notícias do país.

    Israel alega que ataca infraestrutura militar do Hezbollah, acusando ainda o grupo de usar infraestrutura civil para fins militares, o que é negado pela organização xiita. 

    Sul do Líbano

    O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirma que a operação no sul do Líbano busca criar uma zona despovoada até o Rio Litani, a cerca de 30 quilômetros da fronteira entre os dois países. 

    Na quinta-feira (16), Netanyahu informou que estava tentando tomar a cidade de Bent Jbeil, de 30 mil habitantes.

    Em março, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que não permitiram que as milhares de pessoas que fugiram do sul do Líbano retornassem às suas casas ao sul do Rio Litani. 

    O deslocamento forçado de população civil é considerado outro crime de guerra.

    No último dia antes do cessar-fogo, Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litani, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao sul do resto do país e impedindo a conexão entre as cidades de Tiro e Sidon. Em resposta, foi construída uma ponte provisória para permitir o retorno dos moradores.

    O libanês-brasileiro Hussein Melhem, de 45 anos, morava com a família na cidade de Tiro (ou Tyre) até a recente fase da guerra começar no dia 2 de março. Ele se deslocou para a região metropolitana de Beirute e não sabe ainda quando poderá voltar para Tiro. LINK 6  

    “Quero voltar esta semana, mas tem que diminuir a fila um pouco porque está uma luta para voltar ao sul, tem muita gente”, disse, acrescentando que não está seguro de que a trégua possa durar. 

    “É preciso aguardar os próximos desdobramentos”.

    O especialista em geopolítica Anwar Assi afirmou à Agência Brasil que as ações de Israel no sul do Líbano configuram uma limpeza étnica para expulsar os moradores da região e tomar esses territórios.

    “O objetivo principal da guerra é a expulsão das pessoas do sul do Líbano. Por isso que eles destruíram escolas, hospitais, prédios do governo e todas as unidades que poderiam dar suporte ao retorno dos civis. Eles destruíram justamente para que essas pessoas que retornassem às suas cidades não encontrassem nenhum tipo de apoio”, destacou Assi.

    Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

  • 'Eu pesei a mão', admite Jordana sobre comentário contra Milena

    'Eu pesei a mão', admite Jordana sobre comentário contra Milena

    Advogada assistiu a cenas de dentro da casa do ‘BBB 26’ em que falava sobre a mineira; Brasiliense foi eliminada do programa em disputa contra Ana Paula e Juliano

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Eliminada do BBB 26 (Globo) nesta quinta-feira (16), Jordana Morais se encontrou com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro no ‘Bate-Papo BBB’ logo após deixar a casa. Durante a conversa, a sister falou sobre sua relação com Milena Moreira dentro da casa.

    Jordana assistiu a cenas em que falou mal da rival, incluindo a ocasião em que disse para Alberto Cowboy que o filtro de água da cozinha da xepa era melhor do que Milena. A advogada reconheceu a gravidade de sua fala.

    “Revendo aqui fora, é forte mesmo. Mas eu lembro do sentimento de não entender tudo que ela fazia. Assistir é muito diferente de viver. Eu pesei a mão, não se compara nenhum ser humano a objeto. Eu reconheço, entendo o quão forte e errado foi. Não deveria, mas eu fui muito sincera, naquele momento era o que eu estava sentindo”, declarou.

    A ex-sister também explicou o motivo de ter escolhido Ana Paula Renault e Juliano Floss para a berlinda e poupado Milena. Jordana afirmou que dentro da casa, ouvia que a recreadora infantil era a favorita e que ela preferia não enfrentar as duas rivais juntas.

    Jordana comentou que Milena não deu abertura para que ela a conhecesse melhor, mas que a relação das duas melhorou na reta final do programa. No último queridômetro da advogada, ela deu um emoji de coração para a mineira.

    Na noite anterior, as duas se divertiram juntas assistindo a recados de ídolos e momentos das festas do programa. Antes de Jordana sair da casa, ela foi abraçada por Milena. “O meu sentimento hoje, depois de ter saído, é de carinho por ela”, confessou.

    'Eu pesei a mão', admite Jordana sobre comentário contra Milena

  • Real é a moeda que mais valoriza em 2026; Dólar em queda

    Real é a moeda que mais valoriza em 2026; Dólar em queda

    O valor de uma moeda é um indicador importante da saúde econômica de um país

    O real brasileiro foi a moeda que mais valorizou face ao dólar em 2026. A alta de quase 11% do real desde o início do ano é o melhor desempenho de qualquer moeda de dimensão relevante comparado ao dólar, de acordo com o EuroNews.

    O dólar abaixo de R$ 5 (R$ 4,99) pela primeira vez em mais de dois anos é resultado de um enfraquecimento global, especialmente do abrandamento da economia americana, mas encontra no Brasil um ambiente que amplia esse efeito: juros elevados e fluxo externo favorecido pelo cenário das commodities, segundo a Forbes.

    A taxa diretora Selic do Brasil está nos 14,75% . O segundo fator para essa valorização são as matérias-primas. O Brasil é o maior exportador mundial de soja, minério de ferro, carne bovina e açúcar, e é também um produtor relevante de petróleo bruto, conforme acrescenta a EuroNews. Quando os preços globais das matérias-primas sobem, como aconteceu no contexto de choque energético de 2026, os termos de troca do Brasil melhoram, as receitas de exportação aumentam e a procura pelo real reforça-se por um canal completamente distinto.

    De fato, muitos fatores podem influenciar a força da moeda de um país. Entre eles, estão baixa inflação, economia estável, altas taxas de juros e receitas de exportações, como petróleo ou minerais. Países com governança estável e políticas financeiras robustas costumam ter moedas mais fortes. Quando uma moeda mantém seu valor, atrai a confiança dos investidores, oportunidades de negócios e progresso econômico.

    Uma economia forte e diversificada também ajuda a reduzir a volatilidade, o que reforça ainda mais a posição da moeda globalmente. 

    Nesta galeria, analisamos algumas das moedas mais fortes do mundo, classificadas pelo valor que uma unidade da moeda (um real, por exemplo) conseguiria comprar em dólar americano. Curioso para ver quais estão no topo da lista? Clique para descobrir! Algumas vão te surpreender.

    Real é a moeda que mais valoriza em 2026; Dólar em queda

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  • Relembre ataques de Trump ao papa Leão 14 e reações do pontífice

    Relembre ataques de Trump ao papa Leão 14 e reações do pontífice

    Presidente americano disse que líder da Igreja Católica é ‘fraco’ e que não deve se concentrar em ser político; Leão 14 fez críticas à guerra no Irã e afirmou que Deus rejeita orações de líderes cujas mãos estão ‘cheias de sangue’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Desde o fim de março, o papa Leão 14 vem fazendo críticas à guerra no Irã, o que tem gerado tensões na relação entre o Vaticano e Washington, com ataques diretos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao pontífice. Veja abaixo a cronologia recente do embate.

    CRÍTICAS A GUERRA E INÍCIO DE TENSÕES

    29.mar
    Durante a celebração do Domingo de Ramos, o papa Leão 14 declarou que “Deus rejeita as orações de líderes que fazem guerras”, cujas mãos estão “cheias de sangue”, um dia após o conflito no Irã completar um mês.

    “Este é o nosso Deus: Jesus, rei da paz, que rejeita a guerra, a quem ninguém pode usar para justificar a guerra”, disse Leão à multidão que o assistia na Praça de São Pedro.

    O sumo pontífice também lamentou que cristãos no Oriente Médio sofram as consequências de um “conflito atroz” e que não possam celebrar a Páscoa.

    12.abr
    O presidente americano fez sua primeira declaração atacando diretamente o papa pela forma como criticava a política externa de seu governo.
    Em sua rede, a Truth Social, Trump disse que Leão 14 era “fraco com a criminalidade e terrível para a política externa”, além de sugerir que o papa deveria “se concentrar em ser um grande papa, e não um político”.

    RESPOSTA DO PONTÍFICE AOS ATAQUES

    13.abr
    Um dia após a declaração, o pontífice -que é o primeiro americano da história a assumir a posição-respondeu que “não tem medo” do governo Trump.

    Durante sua viagem de dez dias pela África, Leão 14 falou a jornalistas que “não é um político” e não queria debate com o presidente dos EUA.

    “Não acho que a mensagem do Evangelho deva ser abusada como alguns estão fazendo. Eu vou continuar a falar fortemente contra a guerra, buscando promover a paz, o diálogo e o multilateralismo entre os Estados para encontrar soluções”, declarou o papa.

    Horas antes, o presidente americano pronunciou em suas redes que Leão 14 somente foi escolhido para o cargo pois é americano. “Eles [a Igreja] acharam que seria o melhor modo de lidar com o presidente Donald J. Trump.”, disse o republicano.

    REAÇÕES DE TRUMP

    13.abr
    Mais tarde no mesmo dia, Donald Trump fez mais uma provocação ao pontífice, publicando em suas redes sociais uma imagem gerada por inteligência artificial, onde aparece vestido como Jesus Cristo, com a mão apoiada sobre a testa de um homem doente e com a bandeira dos EUA ao fundo.

    Horas depois, a publicação foi apagada. Em entrevista a repórteres, Trump declarou que foi ele mesmo quem havia publicado a imagem. “Achei que fosse eu como médico e que tivesse a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha, que nós apoiamos”, disse o presidente, que culpou a imprensa pela comparação com Jesus.

    “Só a imprensa falsa poderia inventar essa. Acabei de ouvir sobre isso e disse: como eles chegaram a essa conclusão? A ideia é que eu fosse um médico, fazendo as pessoas se sentirem melhor -e eu faço as pessoas se sentirem melhores.”

    15.abr
    Dois dias após a polêmica da imagem, Trump compartilhou mais uma imagem gerada por inteligência artificial, na qual aparece sendo abraçado por Jesus.

    Na postagem feita na rede Truth Social, o presidente republicou o tuíte de um usuário do X que disse que Deus deveria estar jogando sua “carta Trump”. Na legenda, Trump disse: “Os lunáticos da esquerda radical podem não gostar disso, mas eu acho bem legal!!!”, em mais uma provocação à Igreja Católica.

    16.abr
    Em sua mais recente crítica a Leão 14, Trump disse: “O papa precisa entender -é muito simples- o Irã não pode ter uma arma nuclear. O mundo estaria em grande perigo”, disse ele a repórteres na Casa Branca.”

    Para o presidente americano, o sumo pontífice pode “falar o que quiser”, e “quer que ele fale o que quiser”, mas que pode “discordar dele”. “Eu acho que o Irã não pode ter uma arma nuclear”, disse Trump.

    DECLARAÇÕES DO PAPA PELA PAZ

    15.abr
    Após as publicações, o pontífice voltou a se pronunciar pela paz no mundo.
    Em Camarões, Leão 14 afirmou: “É tempo de examinar nossas consciências e dar um ousado salto adiante. Para que a paz e a justiça prevaleçam, as correntes da corrupção, que desfiguram a autoridade e retiram dela sua credibilidade, precisam ser quebradas”.

    16.abr
    O papa criticou líderes que gastam em guerras, afirmando que o mundo está “sendo assolado por um grupo de tiranos” em seu mais recente pronunciamento durante sua visita a Camarões.

    Ao público que o acompanhava na cidade de Bamenda -que vem sofrendo com uma onda de violência em meio a um conflito de insurgentes contra o regime de Paul Biya- Leão 14 condenou o “ciclo sem fim de desestabilização e morte” da região e afirmou: “A paz não é algo que precisamos inventar. É algo que precisamos abraçar, aceitando nosso vizinho como irmão ou irmã.”

    Relembre ataques de Trump ao papa Leão 14 e reações do pontífice

  • Lenda do basquete, Oscar Schmidt passa mal e é encaminhado a hospital em SP

    Lenda do basquete, Oscar Schmidt passa mal e é encaminhado a hospital em SP

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A lenda do basquete Oscar Oscar Schmidt apresentou um mal-estar, precisou de atendimento médico e foi encaminhado para o Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana do Parnaíba, em São Paulo.

    Ainda não há informações sobre o estado de saúde do ex-jogador de 68 anos, segundo o NBB e o hospital.

    Oscar disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos -Moscou-1980, Los Angeles-1984, Seul-1988, Barcelona-1992 e Atlanta-1996- e fez 1.093 pontos, marca até hoje não alcançada por qualquer outro atleta da modalidade. Ele também é o maior cestinha da seleção brasileira, com 7.693 pontos.

    O “Mão Santa” foi diagnosticado com câncer no cérebro em 2011 e, em 2022, anunciou ter vencido a “batalha” contra a doença. “Ter curado o câncer para mim foi um negócio de outro planeta”, afirmou em entrevista ao Alt Tabet, no Canal UOL, em 2024.

    VEJA O COMUNICADO DO HOSPITAL NA ÍNTEGRA

    “O Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) informa que a família do paciente solicita discrição neste momento.

    A instituição reafirma seu compromisso com a ética, o cuidado humanizado e a preservação da privacidade de todos os envolvidos.

    Em breve, a assessoria de comunicação pessoal da família divulgará um comunicado oficial com mais informações.”

    VEJA O COMUNICADO DO NBB

    “Informamos que, até o momento, temos conhecimento de que ele apresentou um mal-estar e está recebendo atendimento médico.

    Ainda não há informações confirmadas sobre seu estado de saúde, e novas atualizações serão compartilhadas assim que houver dados oficiais, por meio dos canais oficiais.

    Pedimos, neste momento, respeito e sensibilidade, preservando a privacidade da família e o espaço necessário para que tudo seja devidamente acompanhado.

    Agradecemos a compreensão de todos.”

    Lenda do basquete, Oscar Schmidt passa mal e é encaminhado a hospital em SP

  • Entenda como funciona a prova que define o primeiro finalista da edição do BBB 26

    Entenda como funciona a prova que define o primeiro finalista da edição do BBB 26

    Dinâmica começou após eliminação e já colocou Ana Paula direto no paredão; disputa mistura habilidade e quiz, com decisão ao vivo nesta sexta-feira (17)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A reta final do BBB 26 já está em andamento -e a tradicional prova do finalista promete mexer com os nervos dos participantes.

    Iniciada logo após a eliminação de Jordana Morais, a dinâmica desta temporada combina resistência, precisão e memória para definir quem garante a primeira vaga na final.

    A disputa foi dividida em duas etapas. Na fase inicial, os jogadores enfrentaram um desafio de habilidade: conduzir uma chave por um labirinto até liberá-la completamente. O tempo de execução foi determinante-quem tivesse o pior desempenho iria direto para o último paredão da edição.

    Foi o que aconteceu com Ana Paula Renault, que acabou ficando com o pior tempo e já está no paredão. Enquanto isso, Juliano Floss, Leandro Boneco e Milena Moreira avançaram para a fase final.

    A segunda parte da prova tem um formato diferente: um quiz que será realizado ao vivo. Antes disso, os participantes assistem a vídeos com informações relacionadas a um patrocinador do programa. Em cada rodada, ao ouvirem um sinal, precisam apertar o botão e correr até um carro posicionado no cenário, onde acompanham o conteúdo.

    Durante o programa ao vivo, o trio será testado com perguntas baseadas nesses vídeos. Cada resposta correta vale um ponto, e o primeiro a alcançar cinco pontos garante vaga direta na final.

    Os dois participantes que não vencerem a etapa final vão direto para o paredão ao lado de Ana Paula, formando o último paredão da temporada.

     

    Entenda como funciona a prova que define o primeiro finalista da edição do BBB 26

  • Estamos imersos em crise, e STF tem que refletir sobre seus limites, diz Fachin

    Estamos imersos em crise, e STF tem que refletir sobre seus limites, diz Fachin

    Se juiz parecer atuar como agente político, perde-se a confiança pública, afirma presidente da corte; Supremo teve embate com Congresso nesta semana e enfrenta desgaste devido ao caso Master

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (17) ser preciso reconhecer que o Brasil está imerso em uma crise em relação à atuação do Judiciário.

    Ele disse que é preciso enfrentá-la, com atenção para não repetir “soluções velhas”, e que a corte que ele comanda tem que refletir sobre sua atuação e seus limites.

    “Quando falamos em crises, é fundamental reconhecer que efetivamente nós estamos imersos, em relação à atuação do Judiciário, é uma crise que precisa ser enfrentada, e enfrentada com olhos de ver e ouvidos de ouvir”, afirmou. “Sob pena de repetirmos, para problemas novos, soluções velhas que significam simplesmente relegar os problemas sem resolvê-los.”

    Fachin participou de uma palestra na FGV (Fundação Getulio Vargas) em São Paulo que teve como tema o papel do Judiciário na garantia da segurança pública como direito fundamental.

    O ministro defendeu a importância de que a Justiça se atente aos seus limites.

    “Toda a expansão do poder, ainda que bem intencionada, precisa ser acompanhada de autocontenção e reflexão crítica”, afirmou Fachin. “É imprescindível que o Judiciário, e especialmente o Supremo Tribunal Federal, ao qual se atribui, não sem controvérsia, obviamente, a última palavra sobre a Constituição, mantenha o Judiciário postura reflexiva sobre os limites de sua própria atuação”, completou.

    “O Judiciário precisa colocar diante de si necessariamente um espelho no qual possa se ver para enxergar possibilidades e também enxergar os seus limites.”
    Afirmou ainda que “vivemos tempos de desconfiança institucional” e “intensas polarizações em todos os sentidos”, acrescentando que essa desconfiança decorre de múltiplos fatores e que cada instituição precisa refletir sobre o que está contribuindo para seu aumento ou diminuição.

    Citando especificamente o Judiciário, afirmou que “sempre que o juiz parecer estar atuando como agente político disfarçado de intérprete jurídico, perde-se a confiança pública”.

    Desde o fim do ano passado, revelações sobre Moraes e Toffoli, aproximando-os do escândalo do Banco Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, têm sido um dos principais combustíveis da crise que vem desgastando o tribunal.

    Em meio a isso, ocorre a pressão da sociedade civil e do empresariado pela aprovação de um código de ética mais detalhado e aplicável aos membros do tribunal, bandeira defendida por Fachin, mas que enfrenta resistência interna na corte.

    Ao ser questionado por jornalistas sobre referências a ministros do STF em investigações importantes, Fachin afirmou que nenhuma instituição e nenhuma pessoa é imune ao escrutínio, e o STF não ocultará o caso, mas ressaltou que é preciso que as prerrogativas de defesa sejam respeitadas.

    “Esta crise, que não nasceu dentro do Supremo Tribunal Federal, não será pelo Supremo Tribunal Federal ocultada”, disse.

    Declarou aida que o tribunal “dará respostas importantes de maneira unida e colegiada, defendendo a instituição e também defendendo a prerrogativa de quem quer que seja de se defender, de valer-se do direito à defesa, de esclarecer essas circunstâncias, e também de prestar contas à sociedade”.

    Nesta semana, o Supremo foi um dos protagonistas de mais um episódio de embate entre Poderes, depois de o senador Alessandro Vieira, relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, propor o indiciamento de três membros da corte, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, assim como do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

    Indagado após a palestra sobre como resolver a crise aberta com o episódio, Fachin minimizou o impacto do ocorrido na relação entre os Poderes, em tom menos contundente de nota que divulgou na data em que o relatório tinha sido apresentado.

    “Eu entendo que não há crise institucional entre o Poder Judiciário e o Legislativo. Há compreensões distintas sobre um determinado fenômeno por exemplo qual é a abrangência de uma determinada CPI qual é a sua pertinência temática”, disse. “Mas, de modo algum, se colocou em questão e não se deve colocar em questão a importância do Parlamento fiscalizar todos e a todas as instituições por meio de CPI. Quem nada deve, nada teme.”

    Em defesa dos colegas, Fachin afirmou: “O caminho de indiciamento por conta de decisão judicial nos parece que não é um caminho adequado. Eu defendo que, quando não se concorda com uma dada decisão, o caminho adequado é o recurso, impugnar a decisão, e não atacar a própria institucionalidade”.

    O ministro do STF chegou a destacar trecho do relatório do senador Alessandro Vieira sobre a presença do crime organizado em diferentes regiões do país.

    Apesar do foco que motivou a abertura da CPI ter sido o crime organizado, Vieira não citou quaisquer outros atores, além dos ministros do STF e Gonet, em sua proposta de indiciamento, o que motivou críticas de diferentes grupos. A reação de ministros do Supremo, por sua vez, incluindo pedido de investigação contra Vieira feito por Gilmar, também foi criticada.

    Após uma articulação de governistas e ministros junto à cúpula do Senado, o relatório do senador acabou rejeitado por 6 votos a 4.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, uma ala da corte faz frente à agenda de Fachin e entende que, em meio às críticas, o presidente do tribunal deveria fazer uma defesa pública e irrestrita da integridade de seus ministros. Nessa linha de pensamento, a atuação de Fachin deixaria a corte mais exposta a ataques.

    Um outro grupo, que inclui a ministra Cármen Lúcia, relatora do código de conduta, é favorável à medida.

    Juristas de peso, incluindo ex-ministros do Supremo, também têm defendido reformas no tribunal, incluindo regras mais estritas sobre decisões monocráticas. Exemplos de documentos com propostas são o relatório da Fundação FHC divulgado no ano passado e proposta deste ano elaborada pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo).

    Um dos argumentos de quem defende mudanças é o de que se a corte não agir por conta própria para adequar seu funcionamento, a reforma poderá vir de fora -e não necessariamente para melhorá-la.

    Tanto o Supremo quanto parte de seus ministros individualmente deverão estar no centro das campanhas eleitorais neste ano de candidatos ao Senado pelo grupo político de Bolsonaro, que buscará votos suficientes para dar andamento ao impeachment de magistrados na próxima legislatura.

    Estamos imersos em crise, e STF tem que refletir sobre seus limites, diz Fachin

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