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  • Boulos amplia espaço como conselheiro de Lula após saída de ministros da 'cozinha' do Planalto

    Boulos amplia espaço como conselheiro de Lula após saída de ministros da 'cozinha' do Planalto

    Ministro amplia influência no Planalto, passa a integrar núcleo estratégico da pré-campanha de Lula e ganha protagonismo político, apesar de resistências internas e de ainda não fazer parte do círculo mais próximo de interlocutores do presidente

    (CBS NEWS) – As trocas no primeiro escalão do governo consolidaram o espaço do chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), junto ao presidente Lula (PT). Com a desincompatibilização dos ministros-candidatos, Boulos ampliou sua influência na chamada cozinha do Planalto, participando inclusive das reuniões semanais do conselho de campanha do petista.

    A expansão só se deu nos últimos meses. Ao tomar posse em 29 de outubro, Boulos assumiu tarefas de visibilidade externa, distantes do núcleo decisório do Palácio do Planalto.

    Entre as suas atribuições estavam, por exemplo, a defesa do governo nas redes sociais, a relação com os movimentos sociais e o fortalecimento da presença do Executivo nas cidades, com a montagem do programa Governo do Brasil na Rua.

    À época, Lula ainda atribuiu a Boulos a articulação da regulamentação do trabalho por aplicativos e do fim da escala 6×1. Como uma espécie de porta-voz, o ministro viu ainda sua lista de tarefas aumentar à medida que o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, crescia nas pesquisas de opinião, tendo sido escalado para a negociação com caminhoneiros.

    Mas, para auxiliares do presidente, a surpresa está na sua rápida integração ao grupo que discute estratégia eleitoral. Filiado ao PSOL, Boulos é hoje um forasteiro no conselho composto por aliados históricos do presidente, quase todos petistas.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, Lula tem recebido regularmente o núcleo de sua pré-campanha para debate de conjuntura e definição de estratégia política-eleitoral.

    Entre os participantes, estão futuros integrantes do comitê eleitoral, como o presidente do PT, Edinho Silva, seu coordenador-geral; o ex-presidente da Petrobras Sérgio Gabrielli, responsável pela elaboração do programa de governo; e o ex-prefeito de Diadema (SP) José de Filippi Jr., futuro tesoureiro.

    Compõem o grupo ainda o senador e ex-ministro da Educação Camilo Santana (PT-CE), o presidente da Fundação Perseu Abramo, Paulo Okamotto, o ex-ministro Gilberto Carvalho e a dirigente petista Mônica Valente.

    O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, também são ouvidos pelo presidente na construção da candidatura de reeleição. O marqueteiro deve ser Raul Rabelo, publicitário próximo de Sidônio.

    Nesta quarta-feira (8), o próprio Lula atestou o prestígio de seu ministro ao confirmar o envio de um projeto para acabar com a escala 6×1. A decisão tinha sido anunciada por Boulos, mas contestada por parlamentares e até mesmo integrantes do governo.

    A trajetória de Boulos não foi imune a quedas de braço com seus pares. Ele atraiu a ira de colegas por ter sido um dos principais articuladores da revogação de um decreto presidencial sobre um programa de concessão de hidrovias na região amazônica.

    O projeto enfrentava resistências de comunidades indígenas da região do Tapajós, no Pará, mas tinha apoio de outros ministérios, como da Casa Civil. Boulos negociou a revogação diretamente com o presidente.

    Conhecedores de Lula ressaltam, além disso, que a participação no conselho não significa acesso automático ao seleto grupo de interlocutores do presidente, integrado, por exemplo, pelos ex-ministros Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann e Rui Costa, todos do PT. O trio deixou seus cargos para disputar a eleição, dois deles a pedido do próprio presidente.

    Boulos, por sua vez, quis ficar no governo. Essa é a primeira vez que seu trabalho é observado de perto pelo presidente. Em 2024, Lula se empenhou pela candidatura do psolista à Prefeitura de São Paulo. Mas nunca trabalhou diretamente com ele.

    O mundo político há anos especula a possibilidade de Boulos migrar para o PT, partido maior e com mais capacidade de projetar candidaturas fortes. No início de março, o PSOL se recusou a entrar em uma federação com o partido de Lula, em derrota para o ministro.

    Ele também aparece como possível sucessor político de Lula, hoje com 80 anos. Para isso, terá de entrar em uma fila composta por petistas.

    Boulos amplia espaço como conselheiro de Lula após saída de ministros da 'cozinha' do Planalto

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  • Master pagou R$ 27 mi ao Metrópoles, que fez débito a empresas da família de Luiz Estevão

    Master pagou R$ 27 mi ao Metrópoles, que fez débito a empresas da família de Luiz Estevão

    Relatório do Coaf aponta movimentações consideradas suspeitas e levanta dúvidas sobre repasses milionários do Banco Master ao site; ex-senador afirma que valores são de contrato publicitário ligado à Série D do Brasileirão.

    O Banco Master repassou R$ 27,2 milhões, entre 2024 e 2025, ao Metrópoles, site de notícias comandado pelo ex-senador Luiz Estevão, segundo documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    O relatório registra os pagamentos como suspeitos ao apontar que o veículo fez “débito imediato” dos valores recebidos do Master em direção a outras empresas da família de Luiz Estevão, o que “pode configurar possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”.

    Além disso, o documento classifica os aportes do Master como “inusitados” e aponta uma movimentação do Metrópoles “incompatível com o faturamento médio mensal”.

    Procurado, o ex-senador afirmou que os pagamentos dizem respeito ao patrocínio do Will Bank, que pertencia ao Master, à transmissão da Série D do Campeonato Brasileiro de 2025, feita pelo Metrópoles, e à venda dos naming rights da competição. Em relação às transferências para empresas da família, ele disse que pode dar a destinação que quiser ao dinheiro recebido.

    Ao todo, o Master enviou R$ 27.283.800 à empresa Metrópoles Marketing e Propaganda LTDA. No segundo semestre de 2024, o banco fez dois pagamentos que totalizaram R$ 838,8 mil. Todo o restante foi transferido entre janeiro e outubro de 2025.

    Esse período foi crucial para a instituição financeira. O banqueiro Daniel Vorcaro tentou vendê-la ao BRB, em março, virou alvo de investigações por suspeita de fraude financeira bilionária e viu sua empresa ser liquidada pelo Banco Central, em novembro. Vorcaro está preso.

    De acordo com o relatório, o Master aparece como “principal remetente” de recursos ao Metrópoles nos períodos analisados em 2025, com pagamentos mensais que variaram de R$ 5 milhões a R$ 5,7 milhões.

    Embora esses repasses tenham começado em janeiro de 2025 e Luiz Estevão os atribua ao contrato de patrocínio da Série D, as transmissões só passaram a exibir a logomarca do Will Bank três meses após o início do campeonato.

    A competição começou em 19 de abril de 2025. O Metrópoles e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciaram, nos dias 2 e 3 de julho, respectivamente, um acordo referente apenas à transmissão dos jogos. As primeiras partidas exibidas no YouTube, gratuitamente, foram as da 11ª rodada da Série D, com 15 jogos transmitidos nos dias 5 e 6 de julho.

    Luiz Estevão também havia negociado com o banco a venda dos naming rights. O campeonato passou a ser chamado de “Brasileirão Série D Will Bank”. Foi a primeira vez que a competição, organizada pela CBF, teve os “direitos sobre o nome” comercializados.

    No entanto, a logomarca do Will Bank só foi instalada na placa de publicidade central dos campos a partir de 26 de julho, na 14ª rodada, a última da primeira fase — ou seja, mais de três meses após o início do campeonato e seis meses após o Master começar a repassar recursos ao Metrópoles.

    Master pagou R$ 27 mi ao Metrópoles, que fez débito a empresas da família de Luiz Estevão

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  • Meghan recua na decisão de lançar livro para evitar guerra com a realeza

    Meghan recua na decisão de lançar livro para evitar guerra com a realeza

    Duquesa teria recebido propostas milionárias após sucesso de “Spare”, mas recuou para não gerar novos atritos com a família real britânica; decisão indica cautela do casal após saída da monarquia

    Meghan Markle, de 44 anos, estaria planejando lançar um livro de memórias com possíveis revelações polêmicas, mas teria recuado da decisão para evitar um novo conflito com a família real britânica.

    A duquesa de Sussex considerava publicar uma obra semelhante à do marido, o príncipe Harry, que lançou sua autobiografia em janeiro de 2023.

    No entanto, segundo informações recentes da imprensa internacional, a ex-atriz voltou atrás e cancelou os planos de lançamento.

    De acordo com o site Mirror, Meghan recebeu propostas bastante lucrativas de editoras interessadas em publicar seu livro. Após o sucesso comercial de “Spare”, autobiografia de Harry, era esperado que o projeto dela tivesse desempenho semelhante.

    A própria Meghan chegou a sugerir, em entrevista a um podcast no ano passado, que a publicação poderia acontecer. Ainda assim, o desejo de evitar novos atritos com a família real britânica parece ter pesado na decisão.

    “A Meghan e o Harry são cautelosos com tudo o que fazem e dizem, de forma a manter os padrões da monarquia. Esses [livros de memórias] são o tipo de projeto que eles não querem realizar”, afirmou uma fonte à revista OK!, citada pelo Mirror.

    “Eles fazem o possível para não desagradar a família real. Todos os que fazem negócios com eles sabem que existem limitações […]. Eles são inflexíveis quanto ao controle criativo e à edição final… e o que eles não podem dizer limita as coisas”, acrescentou a mesma fonte.

    Harry e Meghan Markle estão casados desde 2018 e têm dois filhos. O casal deixou o Reino Unido em 2020 e se afastou das funções como membros seniores da realeza. Ainda assim, diante dessa decisão, os dois parecem evitar novos conflitos com a família real.
     

    Meghan recua na decisão de lançar livro para evitar guerra com a realeza

  • Diniz observa o que corrigir no Corinthians em estreia na Libertadores contra o Platense

    Diniz observa o que corrigir no Corinthians em estreia na Libertadores contra o Platense

    Fernando Diniz teve apenas dois treinos antes de estrear no comando do Corinthians, às 21h desta quinta-feira, contra o Platense, na cidade argentina de La Plata. A expectativa para a estreia na Libertadores, no entanto, é de que o time já apresente algumas características do estilo do treinador.

    Antes de tudo, porém, a prioridade é corrigir os problemas que levaram a equipe a ficar nove jogos sem vencer, sequência que culminou na demissão de Dorival Júnior. Diniz foi contratado porque a diretoria alvinegra acredita que o time pode render mais ofensivamente. O mau desempenho fica evidente nos números do Campeonato Brasileiro: apenas oito gols marcados em 10 rodadas, o pior ataque da competição.

    Na atual sequência negativa, foram apenas cinco gols marcados. Melhorar o setor ofensivo, portanto, é um dos pontos cruciais, especialmente diante da avaliação de que o elenco tem qualidade técnica suficiente para apresentar um futebol mais agressivo.

    O momento ruim do ataque corintiano reflete a queda de rendimento de jogadores que foram importantes nas conquistas do Paulistão e da Copa do Brasil no ano passado. A deficiência começa na criação de jogadas, independentemente de quem exerce essa função. Seja com Rodrigo Garro ou Breno Bidon, o setor de armação tem sido praticamente inoperante.

    Diniz não descarta utilizar os dois juntos, opção que não vinha sendo considerada por Dorival.

    “Podem atuar juntos, não quer dizer que vão jogar juntos. Depende de como se adaptam. Da maneira que eu vou propor não é uma afirmação, mas é uma possibilidade. Se conseguirem, teremos um ganho técnico importante”, afirmou o treinador, que também conta com opções como Carrillo e Zakaria Labyad para a função.

    As jogadas de velocidade que funcionaram ao longo de 2025, muito em função da movimentação de Yuri Alberto, já não são mais executadas. Há, inclusive, grande dependência do atacante. Ele fez falta durante o período em que esteve lesionado, mas seu retorno não trouxe o impacto esperado.

    O estilo de jogo que deu certo no ano passado é muito dependente de Yuri, que viajou para a Argentina mesmo após a extração de um dente siso. Encontrar alternativas a esse modelo, que gira em torno do artilheiro da Arena, é mais um desafio para Diniz. No ataque, também há a missão de recuperar Memphis Depay, fora por lesão na coxa, e encaixar o inglês Jesse Lingard.

    A defesa do Corinthians também precisa de ajustes, já que falhas recentes ficaram evidentes. Além disso, o time tem encontrado dificuldades para aproveitar o fator casa na Neo Química Arena. O desempenho como mandante tem sido irregular, com derrotas para Bahia, Palmeiras, Coritiba e Internacional neste ano — são quatro derrotas, dois empates e apenas três vitórias.

    A equipe também tem dificuldade para reagir em situações adversas, mesmo jogando em casa. No máximo, tem conseguido empates, como contra São Paulo e Flamengo. Trazer um impacto emocional ao grupo é uma das prioridades de Fernando Diniz.

    “A principal característica dos times que eu dirijo é ter muita vontade. Acham que a parte tática tem uma prevalência para mim que nunca vai ter. Não tem parte tática que compense a vontade. A gente tem de ter desejo e coragem, isso é o mais importante. É um time que dois meses atrás estava ganhando a Supercopa do Brasil”, disse.

    Contra o Platense, o Corinthians ideal de Diniz ainda não estará em campo, já que ele não conta com peças importantes, como Memphis, além de Kaio César e Gui Negão, que seguem lesionados. Outra baixa é o volante Charles, por causa de uma pancada no tornozelo. O jovem atacante Kayke pode ser a novidade na escalação inicial, formando dupla de ataque com Pedro Raul.

    Do outro lado, o Platense vive um momento histórico. Campeão do Apertura do Campeonato Argentino no ano passado, o clube disputa a Libertadores pela primeira vez. Para isso, precisou adaptar o estádio Ciudad de Vicente López às exigências da Conmebol, após uma grande reforma.

    A diretoria se esforçou para realizar as obras e evitar mandar os jogos em outro estádio.

    “Esta é uma continuação de um trabalho que vem sendo realizado há mais de nove anos”, afirmou o presidente do clube, Gastón Arcieri, ao jornal Olé, ao comentar a ascensão da equipe, que saiu da segunda divisão em 2020 para se firmar na elite.

    Apesar da boa temporada em 2025, o Platense tem desempenho irregular em 2026 e ocupa a décima colocação no campeonato nacional, com 15 pontos.

    .

    FICHA TÉCNICA

    PLATENSE X CORINTHIANS

    PLATENSE – Borgogno; Saborido, Vázquez (Raggio), Cuesta e Silva; Gómez, Ferreira e Barrios; Mainero, Lencina e Gauto.

    CORINTHIANS – Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, André, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kayke e Pedro Raul,

    ÁRBITRO – Piero Maza Gomez (CHI).

    HORÁRIO – 21 horas.

    LOCAL – Estádio Ciudad de Vicente López, em La Plata (ARG).

    Ciclista francês relembra acidente grave que quase tirou sua vida durante prova em Omã e revela despedida emocionante da esposa. Após complicações médicas e cirurgia delicada, ele enfrenta longa recuperação e ainda não sabe se voltará a competir.

    Notícias ao Minuto | 06:15 – 09/04/2026

    Diniz observa o que corrigir no Corinthians em estreia na Libertadores contra o Platense

  • WhatsApp libera nomes de usuário e muda troca de contatos; entenda

    WhatsApp libera nomes de usuário e muda troca de contatos; entenda

    Novo recurso permite compartilhar contato sem revelar número de telefone e promete mais privacidade; função chega de forma gradual e exige regras específicas para criação de nomes de usuário nas plataformas da Meta

    Há meses circulam rumores de que o WhatsApp prepara o lançamento de nomes de usuário, uma mudança que permitirá trocar contatos sem precisar compartilhar o número de telefone.

    Agora, o site WABetaInfo informa que o WhatsApp começou a liberar esse recurso, que permite aos usuários criarem nomes de usuário para suas contas. A opção já estaria aparecendo gradualmente na versão do aplicativo para Android e iOS.

    O lançamento, no entanto, ocorre de forma progressiva, o que significa que nem todos os usuários terão acesso à novidade ao mesmo tempo.

    A funcionalidade foi pensada para reforçar a segurança e a privacidade, permitindo que contatos sejam compartilhados como em outras redes sociais. Assim, ao conhecer alguém, o usuário poderá fornecer apenas o nome de usuário, sem precisar divulgar o número de telefone.

    Para criar um nome de usuário, há algumas regras definidas pelo WhatsApp. O nome não pode começar com “www.” nem terminar com domínios como “.com” ou “.net”. Além disso, deve conter pelo menos uma letra, ser escrito em letras minúsculas e ter entre 3 e 35 caracteres. Também são permitidos números, pontos e o caractere “_”.

    “A exigência mais importante é que o nome de usuário deve estar disponível nas plataformas da Meta para ser reivindicado”, destaca o WABetaInfo.

    “Por exemplo, se um determinado nome de usuário não tiver sido reivindicado no Instagram, Facebook e WhatsApp, ele pode ser selecionado imediatamente, desde que atenda às outras exigências. Se o nome de usuário desejado já existir no Instagram ou Facebook, os usuários terão de confirmar que são os donos legítimos daquele nome nessas plataformas antes de utilizá-lo no WhatsApp”, explica a publicação.

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    WhatsApp libera nomes de usuário e muda troca de contatos; entenda

  • Criador de "Euphoria" revela mudanças após doença e morte de Eric Dane

    Criador de "Euphoria" revela mudanças após doença e morte de Eric Dane

    Sam Levinson adaptou cenas da terceira temporada após diagnóstico de ELA do ator, que ainda participou das gravações antes de morrer; criador relembra conversas com o artista e destaca sua força e dignidade nos bastidores

    Sam Levinson, criador de “Euphoria”, comentou as mudanças feitas na terceira temporada da série da HBO após o diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) do ator Eric Dane, que morreu em fevereiro deste ano. O ator chegou a participar das gravações, mas teve sua atuação adaptada diante da evolução da doença.

    Eric Dane, que interpretava Cal Jacobs na produção, morreu no dia 19 de fevereiro, aos 53 anos, menos de um ano após tornar público o diagnóstico de ELA.

    “O Eric me ligou antes de começarmos a filmar e contou que tinha sido diagnosticado com ELA”, relembrou Sam Levinson. “Tivemos muitas conversas sobre a vida e o que isso significa. Eu gostava muito dele e disse: «Eric, não importa como você esteja, vamos dar um jeito. Tenho fé que tudo vai dar certo»”, afirmou em entrevista ao Extra, citada pela People.

    “Ele apareceu e eu percebi que tinha uma leve dificuldade na voz, e ele me disse isso. E eu respondi: «Não se preocupe. Vamos colocar umas cinco garrafas de cerveja na sua frente e você vai beber a noite toda». Ele respondeu: «Perfeito, perfeito». O jeito dele era incrível”, recordou Levinson.

    A participação de Eric Dane na terceira temporada de “Euphoria” foi confirmada no trailer divulgado no dia 30 de março. Nele, é possível ver Cal Jacobs, pai de Nate (Jacob Elordi), em um encontro com Jules (Hunter Schafer), após os dois terem se envolvido na primeira temporada.

    “Lembra de mim?”, pergunta Jules em uma das cenas. “Como eu poderia esquecer?”, responde Cal.

     

    Sam Levinson explicou que essas sequências foram gravadas durante o casamento de Nate (Jacob Elordi) com Cassie (Sydney Sweeney), uma parte central da nova temporada.

    “Tínhamos 28 atores no set, e ele simplesmente aparecia todos os dias com toda a graça e dignidade. Ele era um ser humano incrível”, destacou o criador.

    A terceira temporada de “Euphoria” estreia no próximo domingo, dia 12 de abril, na HBO e na HBO Max. O elenco também conta com nomes como Zendaya, protagonista da série no papel de Rue.

    Na terça-feira, 7 de abril, aconteceu a pré-estreia do projeto, reunindo diversos integrantes do elenco. Sydney Sweeney chamou atenção ao aparecer ao lado do namorado, Scooter Braun, com quem iniciou o relacionamento em setembro de 2025.

    Em março, também foi divulgada a causa da morte de Eric Dane. De acordo com a certidão de óbito obtida pela revista People, o ator morreu por insuficiência respiratória, tendo a Esclerose Lateral Amiotrófica como uma das causas subjacentes.
     

     

    Criador de "Euphoria" revela mudanças após doença e morte de Eric Dane

  • Miguel Pupo vence australiano de virada e vai às quartas em Bells Beach

    Miguel Pupo vence australiano de virada e vai às quartas em Bells Beach

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O primeiro dos nove brasileiros que disputam as oitavas de final do Circuito Mundial de surfe, em Bells Beach, está classificado. Com direito a uma virada espetacular, Miguel Pupo venceu o australiano George Pittar e garantiu vaga para as quartas na noite desta quarta-feira (8), na Austrália.

    Feliz de avançar. Tive que ultrapassar esse desafio de vencer aqui. O meu objetivo era chegar 16 pontos e colocar isso na mesa pra ver o que ia acontecer. E deu certo.Miguel Pupo, surfista em entrevista ao SporTV

    A noite ainda reserva um duelo de gigantes: Gabriel Medina x Ítalo Ferreira. Os dois brasileiros fazem a penúltima bateria das oitavas.

    O time Brazilian Storm segue firme e forte na competição. Alejo Muniz, Yago Dora, Filipe Toledo, Ítalo Ferreira e Samuel Pupo caem na água nesta madrugada.

    VIRADA ESPETACULAR

    A primeira bateria da noite foi de pura estratégia de Miguel Pupo. Com uma postura mais agressiva nos minutos iniciais, o australiano George Pittar conseguiu 14,83 nas duas primeiras ondas. Em desvantagem, o brasileiro pegou a primeira onda quando o relógio já marcava 16 minutos – mas foi estratégico e frio.

    Miguel Pupo iniciou a virada quando conseguiu tirar a melhor nota da bateria: 8.50. A partir daí, soube utilizar a vantagem da prioridade e, precisando de 7.10 para avançar, pegou a sexta onda e conseguiu 8.27. Virada espetacular e classificação garantida.

    RESULTADOS DAS OITAVAS DE FINAL
    Miguel Pupo (BRA) 16.77 x 15.60 George Pittar (AUS)
    Jordy Smith (AFS) 12.17 x 14.00 Barron Mamiya (HAV)
    Jake Marshall (EUA) x Griffin Colapinto (EUA)
    Alejo Muniz (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP)
    Yago Dora (BRA) x Marco Mignot (FRA)
    Leonardo Fioravanti (ITA) x Filipe Toledo (BRA)
    Ítalo Ferreira (BRA) x Gabriel Medina (BRA)
    Rio Waida (IND) x Samuel Pupo (BRA)

    Ex-jogador critica atuação após derrota para o PSG e aponta falhas táticas do time inglês. Liverpool acumula terceira derrota seguida e vê classificação às semifinais da Champions ficar ameaçada diante de desempenho considerado preocupante

    Notícias ao Minuto | 06:40 – 09/04/2026

    Miguel Pupo vence australiano de virada e vai às quartas em Bells Beach

  • Tabata defende projeto sobre antissemitismo e critica 'ódio arraigado' em parte da esquerda

    Tabata defende projeto sobre antissemitismo e critica 'ódio arraigado' em parte da esquerda

    Deputada defende projeto contra antissemitismo, critica governo Netanyahu e tenta separar proteção à comunidade judaica de críticas a Israel; proposta divide especialistas e enfrenta resistência no Congresso, enquanto Tabata também alerta para riscos de desinformação e influência política nas redes sociais.

    (CBS NEWS) – A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP), em visita a Washington, reforçou a defesa de um projeto de lei voltado ao combate ao antissemitismo no Brasil.

    Alvo de críticas por encabeçar o projeto, a parlamentar buscou desvincular a proteção aos judeus brasileiros das críticas ao governo de Israel. Tabata classificou a gestão do primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu como “criminosa” e disse que crimes cometidos na guerra devem ser denunciados.

    Como a Folha mostrou, o projeto divide especialistas -parte vê na proposta um avanço na discussão de proteção à comunidade judaica, mas há quem enxergue um risco à liberdade de expressão.

    O principal ponto de tensão está no modelo de conceituação. O texto classifica como antissemitas, por exemplo, manifestações que “podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica”, ou que comparem as políticas israelenses às dos nazistas.

    A deputada lamentou os xingamentos recebidos e disse que não se pode aceitar “essa confusão”. “De fato, existe o antissemitismo no Brasil. De fato, existe um ódio arraigado que está localizado em uma parte da esquerda”, disse ela nesta quarta-feira (8), sem citar nomes.

    A deputada afirmou que é preciso ter no combate ao antissemitismo a mesma coragem que se tem para “denunciar o ódio contra as mulheres, para denunciar o racismo, para denunciar o crime cometido por Netanyahu”. “Na minha opinião, não dá pra escolher quais seres humanos merecem o nosso respeito e quais não merecem.”

    Ela disse lamentar que a luta por direitos pareça ter se tornado “seletiva” para alguns grupos, citando os ataques que recebeu após a apresentação da proposta, que foca primordialmente em políticas educacionais e foi construída com apoio de parlamentares de diversos partidos, incluindo o PT e a Rede.

    “A mesma pessoa que fala do machismo, que se posiciona contra a misoginia, o ódio contra as mulheres, ela reproduz esse ódio quando o público é outro. Tá faltando coerência no Brasil, em muitas lideranças políticas. Mas, a gente vai combater esse ódio com informação, que é o que o projeto busca, e não com mais ódio.”

    A proposta foi composto por uma miscelânea de deputados, incluindo Kim Kataguiri (Missão-SP), Paulinho da Força (Solidariedade-SP), Otoni de Paula (MDB-RJ), Gilvan da Federal (PL-ES) e Heloísa Helena (Rede-RJ).

    No dia 30, congressistas, em especial do PT, pediram a retirada de assinaturas: Heloísa Helena, Reginaldo Veras (PV-DF), Welter (PT-PR), Vander Loubet (PT-MS) Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), Luiz Couto (PT-PB), Ana Paula Lima (PT-SC) e Reginaldo Lopes (PT-MG).

    Nas redes sociais, parlamentares criticaram a proposta, como a deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP), que classificou a projeto como “um grande absurdo” e disse que a iniciativa visa “tornar crime críticas ao Estado de Israel, chamando elas de antissemitismo”.

    Durante um encontro com estudantes em Washington, Tabata destacou ainda que o momento atual exige uma regulação rigorosa das big techs para impedir que algoritmos e financiamentos obscuros distorçam a soberania nacional.

    Segundo a deputada, o cenário de desinformação é agravado por um alinhamento político entre figuras como Donald Trump e a família Bolsonaro, o que acende um alerta para as próximas eleições.

    Ela argumenta que a falta de transparência permite que páginas de entretenimento e influenciadores sejam financiados para propagar conteúdos políticos sem que o eleitor saiba que está diante de uma peça publicitária.

    A deputada relembrou as denúncias que formalizou contra a candidatura de Pablo Marçal em 2024, classificando o uso de recursos não declarados para impulsionamento como “caixa dois digital”. Para ela, a neutralidade das plataformas não é apenas uma questão técnica, mas um pilar de defesa contra a intervenção de nações estrangeiras.

    Tabata defende projeto sobre antissemitismo e critica 'ódio arraigado' em parte da esquerda

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  • Revelada a causa da morte de Valerie Perrine, atriz de “Superman

    Revelada a causa da morte de Valerie Perrine, atriz de “Superman

    Documentos oficiais apontam que a atriz, conhecida por “Superman – O Filme”, morreu após uma parada cardiorrespiratória, com Parkinson e demência como fatores contribuintes. A notícia foi divulgada por uma amiga, que também pediu apoio financeiro para realizar o último desejo da artista.

    A causa da morte da atriz Valerie Perrine foi confirmada pelo Departamento de Saúde de Los Angeles. De acordo com documentos oficiais obtidos pela WSMV, a artista sofreu uma parada cardiorrespiratória. A certidão também aponta que o Parkinson, diagnosticado em 2015, foi considerado a condição subjacente que levou ao óbito. A demência aparece como outro fator que contribuiu para a morte.

    Valerie Perrine tinha 82 anos. A notícia foi divulgada em 23 de março por uma amiga próxima, Stacey Souther, que publicou um comunicado nas redes sociais. Na mensagem, ela escreveu: “É com profunda tristeza que partilho a notícia devastadora da morte da Valerie. Ela enfrentou a doença de Parkinson com incrível coragem e compaixão, nunca reclamando uma única vez. Foi uma verdadeira inspiração que viveu a vida ao máximo – e que vida magnífica ela teve. O mundo está menos bonito sem a presença dela. Amo-te, Valerie. Vemo-nos do outro lado”.

    Stacey também pediu doações para uma campanha no GoFundMe destinada a cobrir os custos do funeral. Segundo ela, o desejo da atriz “é ficar no Cemitério Forest Lawn”. A amiga explicou que, após mais de 15 anos convivendo com o Parkinson, as finanças de Valerie “ficaram a zero”, e reforçou o apelo para que o último desejo da artista pudesse ser realizado.

    Valerie Perrine ficou conhecida mundialmente por interpretar Eve Teschmacher, namorada de Lex Luthor, em Superman – O Filme (1978) e Superman II – A Aventura Continua (1980). Sua carreira inclui ainda produções como W.C. Fields e Eu, O Cavaleiro Elétrico, A Fronteira, Elas Querem é Dançar e Do Que as Mulheres Gostam.

    A atriz foi indicada ao Oscar por sua atuação em Lenny. Na televisão, participou da série de comédia Leo & Liz in Beverly Hills (1986) e apareceu em produções como Ghostwriter, Homicide: Life on the Street, ER, The Practice, Walker, Texas Ranger e Third Watch, segundo lembrou a revista People.

    Revelada a causa da morte de Valerie Perrine, atriz de “Superman

  • Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola

    Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola

    O programa durou cerca de 10 meses e conseguiu reduzir o número de inadimplentes que ganhavam até dois salários mínimos ou eram inscritos no Cadastro Único de 25,2 milhões para 23,1 milhões quando terminou, em maio de 2024. Esse era o público-alvo do Desenrola

    (FOLHAPRESS) – O alívio foi temporário. Quase dois anos após o fim do Desenrola, programa de renegociação de dívidas criado pelo governo federal em julho de 2023, o Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes, e convive com um calote do consumidor no maior patamar desde 2012. Hoje há um contingente de 81,7 milhões de pessoas que estão com contas atrasadas.

    O governo agora debate a reedição de um programa voltado para endividados que, para especialistas, foi pensado desde o início para atacar os sintomas e não a raiz do superendividamento.

    Promessa de campanha do governo Lula, o Desenrola foi lançado com o objetivo de combater a inadimplência crescente do pós-pandemia. Na época, o número de inadimplentes estava no patamar recorde de 71,4 milhões, segundo dados da Serasa, e a inadimplência era de 4,14% (índice de contas com mais de 90 dias em atraso).

    O programa durou cerca de 10 meses e conseguiu reduzir o número de inadimplentes que ganhavam até dois salários mínimos ou eram inscritos no Cadastro Único de 25,2 milhões para 23,1 milhões quando terminou, em maio de 2024. Esse era o público-alvo do Desenrola.

    O número total de devedores, de todas as faixas de renda, subiu a 72,5 milhões, enquanto o calote acima de 90 dias se reduziu a 3,69%.

    Segundo especialistas, o programa ajudou a controlar um crescimento que poderia ser ainda maior do superendividamento. Passado esse efeito pontual, a inadimplência voltou a crescer com força, impulsionada pelos juros cada vez maiores, pela oferta agressiva de crédito pelas instituições financeiras e pela explosão das bets.

    Esse cenário levou o número de inadimplentes a alcançar quase 82 milhões de indivíduos em fevereiro deste ano, enquanto a inadimplência da carteira de crédito total das pessoas físicas (incluindo os empréstimos imobiliários) alcançou 5,24%, a maior em 14 anos.

    “O governo tomou uma medida paliativa, que não interrompeu o ciclo que promove o endividamento”, diz a economista Ione Amorim, consultora de serviços financeiros do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). “Parte dos consumidores saiu temporariamente das estatísticas, mas isso não quer dizer que não estavam mais endividados.”

    Para ela, a proposta do Desenrola foi reabilitar a situação financeira dos brasileiros para que voltassem a consumir. Ela lembra que a primeira medida do programa foi excluir os negativados com dívidas de até R$ 100 dos cadastros dos birôs de crédito.

    “Quem teve o nome limpo foi pegar crédito, mas houve um rebote, com a inadimplência voltando a crescer de forma acelerada”, afirma a economista.
    Atualmente, a maior parte das dívidas são com bancos, principalmente de cartão de crédito (26,7% do total), seguidos por contas de consumo, como água e luz (21,3%) e dívidas com financeiras (20,3%), segundo dados da Serasa.

    DIFICULDADE DE ACESSO À PLATAFORMA

    Quando foi encerrado, o Desenrola havia atendido 15 milhões de pessoas com dívidas de R$ 53,2 bilhões. O Ministério da Fazenda afirmou, por meio da sua assessoria de imprensa, que a pasta avalia que o Desenrola atingiu seu objetivo. “O valor negociado corresponde a 0,5% do Produto Interno Bruto”, afirmou.

    Um número preliminar previa alcançar até 30 milhões de indivíduos. O resultado ficou abaixo do esperado, na avaliação de especialistas, por erros de implementação principalmente na segunda fase do programa.

    A primeira se concentrou nos devedores com renda até R$ 20 mil, que renegociaram dívidas diretamente com as instituições financeiras. Já a segunda etapa, com foco na população de baixa renda, exigia que os inadimplentes entrassem na plataforma digital criada para o programa.

    Isso se revelou uma barreira, já que a plataforma demandava que o devedor possuísse contas ouro e prata no portal Gov.br para acesso. Posteriormente, a exigência foi reduzida para contas do nível bronze.

    “Isso deixou a adesão mais lenta”, aponta Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV. Entre os pontos positivos do programa ele cita a limitação da taxa de juros do crédito renegociado e a construção da plataforma do governo para renegociação de dívidas, que pode ser usada futuramente.

    “Não me parece que houve uma preocupação com as causas estruturais do superendividamento”, afirma.

    O salto do número de endividados nos últimos anos pode ser explicado, segundo ele, por uma oferta agressiva de crédito. “Hoje há uma combinação de mais atores atuando no mercado de crédito digital, oferecendo empréstimos de forma quase automática. Os juros altos são a cereja do bolo”, diz.

    É a mesma avaliação de André Sacconato, economista da FecomercioSP. “Isso, somado à baixa educação financeira e altas taxas de juros, levou ao crescimento do endividamento.”

    Para Fabio Bentes, economista-chefe da CNC (Confederação Nacional do Comércio), o pano de fundo da elevação do superendividamento é a alta na taxa básica de juros, que subiu de 10,50% ao ano, patamar de quando o Desenrola foi encerrado, a 14,75% ao ano hoje.

    “O Desenrola teve boas intenções, mas não resolveu o problema nem de longe. Quando o paciente tem uma doença grave e você dá uma aspirina para ele, não vai resolver”, diz.

    O Ministério da Fazenda estuda hoje um novo programa, cujo objetivo é renegociar principalmente dívidas de modalidades mais caras, como cartão, cheque especial e crédito pessoal sem garantia, oferecendo abatimentos de até 80% e refinanciamento do restante.

    Os especialistas avaliam que a nova renegociação corre o risco de cometer os mesmos erros se o foco for em uma solução apenas emergencial.

    O governo avalia estipular contrapartidas para quem acessar a ajuda federal -entre elas uma restrição a apostas em bets e a necessidade de se fazer um curso de educação financeira, como mostrou a Folha.

    Gonzalez, da FGV, acredita que é preciso aprimorar a regulação da oferta do crédito digital. “Quando um imóvel vai ser financiado, por exemplo, existe uma limitação do quanto o crédito vai representar da renda da pessoa. Essa limitação poderia ser pensada para outras modalidades.”

    Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola

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