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  • Endrick decide, e seleção vence o Egito no último jogo antes da Copa

    Endrick decide, e seleção vence o Egito no último jogo antes da Copa

    CLEVELAND, EUA (UOL/FOLHAPRESS) – O Brasil venceu o Egito por 2 a 1, neste sábado (6), em Cleveland (EUA), no último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo 2026.

    Depois de um primeiro tempo enroscado para a seleção, Endrick decidiu no segundo tempo no Huntington Bank Field.

    Além dele, quem também fez gol para o time de Ancelotti foi Bruno Guimarães, ainda na etapa inicial.

    Depois de um passe errado de Marquinhos, o Egito chegou a empatar com Ziko. Esse é o apelido de Mostafa Zaky, dado pelo pai dele em homenagem ao ídolo do Flamengo.

    O amistoso trouxe uma preocupação médica: Wesley saiu machucado, com dores na virilha, ainda aos 16 minutos do primeiro tempo e deu lugar a Danilo.
    Assim como diante do Panamá, no Maracanã, o Brasil mudou praticamente o time todo na virada do primeiro para o segundo tempo, em mais uma leva de testes de Ancelotti e colheu os frutos de quem entrou com apetite.
    Agora, o foco passa a ser o Marrocos. Sábado, às 19h (de Brasília), será para valer. É Copa do Mundo, amigos!

    No primeiro tempo, Ancelotti colocou em campo uma formação que foi moldada ao longo dos treinos durante a semana e também como reflexo de algumas atuações individuais contra o Panamá.

    Isso representou a presença de Lucas Paquetá no meio-campo, mas não pela faixa esquerda do campo, e, sim, na direita.
    Igor Thiago foi o centroavante, em uma dinâmica que fez Raphinha cair pelo lado esquerdo. Na zaga, Ibañez fez dupla com Marquinhos, uma surpresa de última hora de Ancelotti.

    O saldo? O Brasil começou até bem na pressão. Tanto que Bruno Guimarães “bateu a carteira” de Lashin logo aos sete minutos e fez 1 a 0.

    A questão é que pouco deu para se perceber taticamente da seleção antes da reação do Egito. E foi um presentaço de Marquinhos, três minutos depois. O capitão do Brasil não olhou para ver se tinha algum jogador perto. O passe para Alisson saiu curto, e Ziko empatou.

    O Brasil viveu um período tão problemático no jogo que até ganhou mais um problema médico. Wesley sentiu a virilha em uma jogada no ataque e foi substituído por Danilo.

    O lateral da Roma parecia muito preocupado no banco de reservas, tanto que chorou e foi consolado por colegas e membros da comissão técnica do Brasil.
    Wesley será avaliado posteriormente na volta da seleção a Nova Jersey, onde Neymar ficou fazendo tratamento na panturrilha direita.
    Com os ajustes táticos de Ancelotti, Bruno Guimarães esteve tecnicamente bem. Não só pelo gol.

    Já Paquetá não estava na posição mais confortável e nem na função que cumpriu diante dos panamenhos. Os dois foram importantes na segunda metade do primeiro tempo, quando o Brasil controlou mais o jogo e conseguiu chances.

    Vini Jr. e Igor Thiago tiveram as melhores oportunidades e não aproveitaram. No caso do primeiro, por optar chutar de direita (e não esquerda) depois de ganhar do zagueiro em velocidade -o goleiro defendeu.
    Com o centroavante, duas situações apareceram, mas ele dominou mal, o que atrapalhou no equilíbrio para conclusões dentro da área. De todo modo, o Brasil teve suas chances.

    Ancelotti mudou o time quase todo, a exemplo do amistoso passado. E essa estratégia trouxe um certo atacante que está com apetite: Endrick.
    Foram só seis minutos até que ele balançasse a rede, aliviando o cenário para o Brasil.

    O lance nasceu mais uma vez de uma pressão na saída de bola do Egito. Quem bateu a carteira foi uma mobilização dupla de Matheus Cunha e Douglas Santos. Raphinha recuperou a posse pela esquerda e cruzou rasteiro para a batida certeira de canhota.

    Endrick não marcava pela seleção desde 2024, no amistoso contra o México que antecedeu a Copa América, ainda quando o técnico da seleção era Dorival Júnior.

    Mas esse gol já estava amadurecendo nos amistosos recentes com Ancelotti, sobretudo porque a vitória sobre a Croácia teve participação dele em dois gols -sofrendo pênalti e dando assistência.

    Na comemoração de Endrick, veio um abraço em Ancelotti.
    O Brasil passou a controlar mais os esforços depois que voltou a comandar o placar. Baixou mais as linhas e viu um Egito que não tinha tantas soluções na frente, apesar da entrada do astro Mohamed Salah ainda depois do intervalo.

    Ancelotti tinha trocado nove jogadores no intervalo -inclusive o goleiro- e depois ainda sacou mais dois, trazendo Martinelli e Alex Sandro a campo. O Egito foi assustar mesmo já nos acréscimos, com Zizo. Mas o dublé de Zidane não foi carrasco do Brasil.

    No fim de semana do GP de Monaco, vale pegar a figura de linguagem emprestado: a seleção trouxe o carro para casa sem mais acidentes na etapa final, apesar dos percalços no início.

    FICHA TÉCNICA
    Brasil 2 x 1 Egito
    Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)
    Data/hora: 6/6/2026, às 19h (de Brasília)
    Árbitro: Adonai Escobedo (MEX)
    Assistentes: Ibrahim Martinez e Maximiliano Gomez (MEX)
    Cartões amarelos: Marquinhos (BRA); Hany (EGY)
    Gols: Bruno Guimarães, 7’/1ºT (1-0); Ziko, 10’/1ºT (1-1); Endrick, 6’/2ºT (2-1)

    Brasil: Alisson (Weverton), Wesley (Danilo), Marquinhos (Bremer), Ibañez (Léo Pereira) e Douglas Santos (Alex Sandro); Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos) e Paquetá (Luiz Henrique); Raphinha (Martinelli), Vini Jr (Matheus Cunha), e Igor Thiago (Endrick). Técnico: Carlo Ancelotti

    Egito: Shobeir, Hany (Tarek Alaa) , Fathy, Yasser e Fattouh (Hafez); Lashin (Ashour), Attia (Zizo) e Trezeguet (Abdelmonem); Ziko (Adel), Hassan (Salah) e Marmoush (Abdelkarim). Técnico: Hossam Hassan

    Endrick decide, e seleção vence o Egito no último jogo antes da Copa

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    Jovem é encontrado morto após discussão com família sobre ChatGPT

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  • Kimi Antonelli larga na pole no GP de Mônaco; Bortoleto bate e fica em 16º

    Kimi Antonelli larga na pole no GP de Mônaco; Bortoleto bate e fica em 16º

    JULIANNE CERASOLI
    MÔNACO (UOL/FOLHAPRESS) – Kimi Antonelli, da Mercedes, brilhou no Q3, garantiu mais uma pole position nesta temporada e largará na frente no GP do Mônaco. A Mercedes tem todas as poles até aqui no ano.

    Antonelli já havia liderado o último treino livre antes da classificação. Ele conseguiu fazer uma boa última volta e “tomar” posição dianteira de Max Verstappen, da Red Bull Racing, que ficou 0,043 atrás. A briga entre os dois foi boa nos momentos decisivos da qualificação.

    O brasileiro Gabriel Bortoleto bateu ainda no Q1, quando quebrou a suspensão dianteira ao contornar a Nouvelle Chicane. Ele vai largar em 16º.
    Lewis Hamilton, da Ferrari, chegou a ter a primeira posição em certo momento no Q3. O companheiro Charles Leclerc bateu na parede em Tabac nos momentos finais da classificação.

    A dupla da escuderia italiana fez dobradinha no último treino livre desta sexta-feira (5), mas reclamou dos carros após o Q2, e não conseguiu repetir o desempenho anterior.

    COMO FOI

    O brasileiro Gabriel Bortoleto bateu no Q1. O treino teve bandeira vermelha depois que o brasileiro errou ao contornar a Nouvelle Chicane, encostou no guard rail e quebrou a suspensão dianteira, segundo ele mesmo relatou à equipe pelo rádio.

    “Foi um erro. Não tem muito o que falar. Se eu cometesse esse erro no Q2 ou Q3, mas no Q1 não tinha necessidade. Nosso carro seria para top10 esse fim de semana. Peço desculpas à equipe e a todo mundo que estava torcendo. Não tinha necessidade de tomar o risco no Q1, acabei tocando o muro de dentro e quebrando a suspensão”, disse Bortoleto.

    Bortoleto havia registrado a 14ª volta provisória. Carlos Sainz melhorou após a bandeirada e o brasileiro caiu para 15º. Ele passaria para o Q2, mas não pôde participar devido aos danos no carro. Neste cenário, vai largar em 16º.

    A Audi vinha de bons resultados no fim de semana. Nos treinos que antecederam a classificação, Bortoleto foi nono nas duas primeiras sessões e sétimo na manhã deste sábado (6). Para piorar o cenário, Nico Hulkenberg caiu no Q2 e a equipe ficou com os dois pilotos fora do top 10.

    Oscar Piastri, da McLaren, teve problema com o carro no Q3. A transmissão flagrou ele saindo de traseira após uma curva.
    O GP de Mônaco será às 10h (de Brasília) neste domingo (7). Kimi Antonelli, da Mercedes, lidera o campeonato.

    CONFIRA O GRID DE LARGADA:

    1 – Kimi Antonelli (Mercedes)
    2 – Max Verstappen (Red Bull Racing)
    3 – Lewis Hamilton (Ferrari)
    4 – Charles Leclerc (Ferrari)
    5 – Isack Hadjar (Red Bull Racing)
    6 – George RussellMercedes
    7 – Oscar Piastri (McLaren)
    8 – Lando Norris (McLaren)
    9 – Pierre Gasly (Alpine)
    10 – LiamLawson (Racing Bulls)
    11 – Alexander Albon (Williams)
    12 – Carlos Sainz (Williams)
    13 – Nico Hulkenberg (Audi)
    14 – Franco Colapinto (Alpine)
    15 – Arvid Lindblad (Racing Bulls)
    16 – Gabriel Bortoleto (Audi)
    17 – Esteban Ocon (Haas)
    18 – Sergio Pérez (Cadillac)
    19- Oliver Bearman (Haas)
    20 – Valtteri Bottas (Cadillac)
    21 – Fernando Alonso (Aston Martin)
    22 – Lance Stroll (Aston Martin)

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  • Hussein, ídolo do Iraque, é interrogado por 7 horas ao chegar nos EUA

    Hussein, ídolo do Iraque, é interrogado por 7 horas ao chegar nos EUA

    Está instalada a primeira polêmica a poucos dias da Copa do Mundo. Aymen Hussein, atacante da seleção do Iraque, desembarcou nesta sexta-feira nos Estados Unidos para se juntar à delegação de seu país para a Copa do Mundo de 2026, mas acabou… sendo interrogado durante sete horas ao chegar ao aeroporto.

    De acordo com o jornalista Romain Molina, do The Guardian, por meio de sua conta na rede social X (antigo Twitter), o centroavante que marcou o gol que levou o Iraque de volta à Copa do Mundo após 40 anos foi retido no Aeroporto O’Hare, em Chicago, e interrogado por sete horas antes de ser liberado.

    A mesma fonte informa que nenhuma justificativa foi apresentada para a retenção do jogador iraquiano. Diversos relatos internacionais apontam que tudo teria acontecido por causa de uma… confusão de nomes.

    “Passa por interrogatórios de sete horas ao chegar ao território americano como um possível terrorista, mas o que ele poderia fazer? Aymen Hussein é iraquiano, e isso pareceu suficiente para privá-lo de seus direitos. Se não fosse ele, seria outro. Um iraquiano a mais ou a menos, que diferença isso faria para os Estados Unidos?”, escreveu o jornalista em sua conta no X.

    Dia polêmico para os países do Oriente Médio que disputarão a Copa do Mundo de 2026

    Esse não foi o único episódio envolvendo seleções do Oriente Médio neste sábado. A questão dos vistos para integrantes da seleção e da delegação do Irã também gerou muita controvérsia às vésperas da Copa do Mundo de 2026.

    A televisão iraniana informou que o secretário-geral da federação, Hedayat Mombeini, e o vice-presidente, Mehdi Mohammad Nasbi, estão entre os 15 membros da comissão de apoio e dirigentes que ainda não receberam os vistos dos Estados Unidos para os jogos que a seleção disputará em Los Angeles e Seattle.

    A participação do Irã na Copa chegou a ficar ameaçada desde o início do conflito envolvendo Estados Unidos e Israel. Os problemas relacionados à emissão de vistos levaram o país a transferir sua base de preparação de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México.

    A televisão iraniana e autoridades norte-americanas confirmaram que os jogadores, a comissão técnica e parte da equipe de apoio já receberam seus vistos. No entanto, 15 integrantes tiveram os pedidos negados. Segundo um dirigente dos Estados Unidos ouvido pela Associated Press, os vistos foram recusados porque teriam sido solicitados “sob falsas alegações”.

    O Irã, que está no Grupo G, fará seus dois primeiros jogos da Copa do Mundo em Inglewood, na Califórnia: contra a Nova Zelândia, em 15 de junho, e contra a Bélgica, seis dias depois. Em seguida, enfrentará o Egito, em 26 de junho, em Seattle. Irã e Estados Unidos poderão se enfrentar na fase de mata-mata caso terminem seus respectivos grupos na segunda colocação.


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  • Trump diz que não há acordo porque o Irã é "forte" e "orgulhoso"

    Trump diz que não há acordo porque o Irã é "forte" e "orgulhoso"

     
    O presidente dos Estados Unidos afirmou que ainda não foi possível chegar a um acordo com o Irã porque os líderes de Teerã são “fortes” e “org…
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  • Ex-jogador de Seleção é encontrado morto aos 34 anos

    Ex-jogador de Seleção é encontrado morto aos 34 anos

    Yrondu Musavu-King foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (5), nos fundos de uma residência na capital do Gabão, Libreville. O ex-jogador da seleção gabonesa morreu aos 34 anos em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas, em um caso que tem causado grande comoção no país.

    “A morte desta figura icônica do futebol gabonês, em circunstâncias que ainda precisam ser esclarecidas, deixa um enorme vazio na família do futebol nacional”, declarou a Federação Gabonesa de Futebol (FEGAFOOT) em nota de pesar, citada pela ESPN.

    “Com apenas 34 anos, Yrondu Musavu-King partiu no auge da vida, depois de deixar sua marca na história do futebol gabonês, tanto por sua carreira profissional quanto por suas atuações na seleção nacional”, continuou a entidade.

    “Zagueiro inteligente e combativo, dotado de uma generosidade exemplar, Musavu-King também era um homem reservado, mas de personalidade forte. Expressava suas convicções com franqueza, sempre com respeito e cortesia”, concluiu a FEGAFOOT.

    Um de seus ex-companheiros de equipe, Bruno Ecuélé Manga, também prestou homenagem ao jogador e enviou condolências à família.

    “Foi com profunda tristeza que soube da sua morte. Ao longo dos anos e nos campos de futebol, tive a oportunidade de conviver com você e de conhecer o homem que era: respeitoso, apaixonado e profundamente dedicado ao esporte”, escreveu em uma publicação no Instagram.

    “Meus pensamentos estão, antes de tudo, com sua família, seus entes queridos e todos aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar a vida com você. A todos eles, envio minhas sinceras condolências e todo o meu apoio neste momento de dor”, acrescentou.

    “Que sua alma descanse em paz. Sua memória, sua trajetória e tudo o que contribuiu para o futebol gabonês permanecerão para sempre gravados em nossos corações e mentes”, completou o defensor.

    Após se mudar para a França aos dois anos de idade, Musavu-King estreou profissionalmente pelo Caen na temporada 2012/13, depois de passar pelas categorias de base do clube francês.

    Sua primeira convocação para a seleção do Gabão aconteceu pouco depois, na mesma temporada. Posteriormente, foi chamado para disputar a Copa Africana de Nações de 2015, ano em que também acertou sua transferência para o Granada, da Espanha, sem custos de transferência.

    Ao longo da carreira, retornou à França para defender Lorient e Toulouse. Depois, teve uma breve passagem pela Suíça, onde atuou pelo St. Gallen, antes de se transferir para a Udinese, da Itália, embora não tenha disputado nenhuma partida oficial pela equipe italiana.

    Em 2019, Yrondu Musavu-King voltou ao futebol francês, assinando com o US Boulogne e posteriormente com o Le Mans. Sua carreira profissional chegou ao fim no Bengaluru FC, da Índia.

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  • Carolina Dieckmmann alerta seguidores após internação. "É coisa séria"

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    Depois de passar quatro dias internada, Carolina Dieckmann já recebeu alta hospitalar e fez questão de gravar um vídeo para compartilhar uma mensag…
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