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  • Kaio Jorge se desculpa por gesto que gerou expulsão em clássico

    Kaio Jorge se desculpa por gesto que gerou expulsão em clássico

    (UOL/FOLHAPRESS) – Expulso durante o empate por 1 a 1 entre Atlético-MG e Cruzeiro, o atacante Kaio Jorge usou as redes sociais para se desculpar pela atitude que o fez levar o cartão vermelho.

    O QUE ACONTECEU

    O atacante foi expulso aos oito minutos do segundo tempo, logo após o gol de empate do Atlético. Depois de uma confusão entre jogadores, ele fez um gesto com as mãos sinalizando que o árbitro estaria prejudicando intencionalmente o Cruzeiro.

    O árbitro Paulo César Zanovelli não viu o gesto no gramado, mas foi alertado pelo VAR. Após rever o lance no monitor, ele expulsou o artilheiro do Cruzeiro

    “Quero pedir desculpas pela expulsão desta noite, Nação Azul. Sei que não agi da melhor forma e acabei tomando decisões que não representam quem eu sou, nem o profissional que procuro ser todos os dias. Com a decisão da arbitragem, acabei me exaltando no gesto e reconheço que poderia ter agido de outra maneira”, afirmou Kaio Jorge, em publicação em rede social.

    Suspenso, Kaio Jorge desfalca o Cruzeiro no próximo sábado, contra o Fortaleza. As equipes se enfrentam no Mineirão, às 21h (de Brasília).

    O único atacante brasileiro entre os 10 melhores do estudo é Everaldo, do Fluminense; confira o Top-10 de Melhores Atacantes na Bola Aérea!

    Folhapress | 17:35 – 16/10/2025

    Kaio Jorge se desculpa por gesto que gerou expulsão em clássico

  • Nova cúpula Trump-Putin coloca em dúvida mísseis para a Ucrânia

    Nova cúpula Trump-Putin coloca em dúvida mísseis para a Ucrânia

    Donald Trump anunciou que houve “progressos significativos” e uma “conversa produtiva” sobre um cessar-fogo na Guerra da Ucrânia e que irá encontrar-se em breve com Putin

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um dia antes de um esperado encontro com Volodimir Zelenski na Casa Branca, o presidente Donald Trump recebeu um telefonema de Vladimir Putin que durou cerca de duas horas nesta quinta-feira (16). O resultado não poderia ser mais decepcionante para o ucraniano.

    Trump anunciou que houve “progressos significativos” e uma “conversa produtiva” sobre um cessar-fogo na Guerra da Ucrânia e que irá encontrar-se em breve com Putin em uma nova cúpula -os líderes haviam se reunido há dois meses no Alasca.

    O local do encontro também não poderia ser mais incômodo para Zelenski: Budapeste, a capital da Hungria governada pelo líder europeu que lhe é mais hostil e próximo de Putin e Trump, o premiê Viktor Orbán. Ao mesmo tempo, o país é membro da Otan, a aliança militar liderada pelos Estados Unidos.

    Zelenski esperava receber boas notícias nesta sexta, como fruto de sua reaproximação com um Trump cada vez mais frustrado com a falta de avanço nas negociações -em especial após o sucesso momentâneo do cessar-fogo na Faixa de Gaza.

    O principal prêmio que desejava era o anúncio do fornecimento do míssil de cruzeiro Tomahawk, que pode atingir quase 2.000 alvos militares, 76 bases e todas as cidades importantes na Rússia europeia, um armamento ao qual não tem acesso.

    Ao chegar a Washington, o ucraniano preferiu não passar recibo. “Vemos que Moscou se apressará a retomar o diálogo assim que ouvir a palavra Tomahawk”, afirmou, dizendo acreditar numa boa conversa com Trump. Eles retomaram os contatos após o infame episódio em que o americano o humilhou na primeira reunião na Casa Branca, no fim de fevereiro.

    Putin já havia dito que a aproximação proposta por Trump com a Rússia desde que voltou à Casa Branca, em janeiro, estaria rompida se o míssil fosse entregue. Segundo Iuri Uchakov, assessor internacional do russo, ele repetiu a afirmação nesta quinta ao republicano.

    A Folha de S.Paulo ouviu de uma pessoa próxima do Kremlin que o objetivo principal de Putin era interromper esse processo envolvendo os Tomahawk, não tanto pelo efeito em si dos mísseis -que não podem mudar a guerra exceto se forem entregues às centenas, algo impossível tecnicamente-, mas por falta de lançadores terrestres de um modelo hoje 100% naval, e a Ucrânia não receberia navios de guerra.

    Esse observador ressalva, contudo, que Trump não disse de forma peremptória que vetaria o míssil, como de resto já sugeriu por temer uma escalada no conflito. Então, sustenta, é melhor esperar a sexta para tirar conclusões.

    Um sinal acerca das intenções dos EUA que preocupa o Kremlin é a crescente pressão de Washington sobre a Índia, segunda maior compradora de petróleo russo depois da China. Na quarta-feira (15), Trump chegou a dizer que o país asiático pararia de receber o produto, algo que não foi nem confirmado, nem desmentido.

    Isso dito, o americano parece repetir seu padrão negocial às expensas de Kiev, mesmo já tendo admitido o risco de ser enrolado pelo russo. Antes da cúpula em agosto no Alasca, um telefonema de Putin o fez abandonar sem pestanejar um ultimato que havia dado ao Kremlin para aderir a um cessar-fogo. Depois, reuniu-se com Zelenski e anunciou que os rivais iriam se encontrar, o que nunca ocorreu.

    Putin, por sua vez, elogiou o americano pela negociação entre Israel e o Hamas sobre Gaza, apesar da fragilidade do arranjo em vigor. “Acredito, de fato, que o sucesso no Oriente Médio ajudará em nossas negociações para alcançar o fim da guerra entre Rússia e Ucrânia”, escreveu o americano em um post na sua rede, a Truth Social.

    A primeira reunião preparatória da cúpula deve ocorrer já na semana que vem, e deve envolver o secretário de Estado, Marco Rubio, e o chanceler Serguei Lavrov. O local ainda não está definido, mas poderá ser a Turquia do também ambíguo Recep Tayyip Erdogan.

    Para a cúpula em si, será necessário um esquema especial para o encontro, já que a União Europeia, da qual os húngaros são membros, não permite sobrevoo de aviões russos devido a sanções decorrentes da guerra.

    Já a questão do mandado de prisão contra Putin, emitido pelo Tribunal Penal Internacional por supostos crimes de guerra, deve ser menos contenciosa: Budapeste abandonou em abril o tratado que estabeleceu a corte e, ainda que a medida só seja efetiva em 2026, não parece haver risco para o russo.

    Enquanto isso, a guerra segue com a forte troca de ataques contra a infraestrutura energética em ambos os lados, com a vantagem russa que caracteriza a assimetria do conflito.

    Na Ucrânia, só na madrugada desta quinta, foram 320 drones, 283 deles interceptados, e 37 mísseis, dos quais só cinco foram abatidos segundo Kiev. Estações de energia e de distribuição de gás foram atingidas novamente, e o governo anunciou que terá de manter um esquema de rodízio no fornecimento de eletricidade nas principais cidades.

    Os ucranianos, por sua vez, atingiram mais uma refinaria de petróleo, na região de Saratov, durante uma barragem em que a Rússia disse ter derrubado 51 drones.

    Nova cúpula Trump-Putin coloca em dúvida mísseis para a Ucrânia

  • Motta contrata consultoria para melhorar comunicação e imagem da Câmara nas redes sociais

    Motta contrata consultoria para melhorar comunicação e imagem da Câmara nas redes sociais

    Presidente da Câmara tenta recuperar reputação da Casa após críticas com a PEC da Blindagem; deputado foi vaiado em evento com Lula, que disse que Congresso tem o mais baixo nível

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Câmara dos Deputados, presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB), contratou por R$ 4,97 milhões uma consultoria da FGV (Fundação Getúlio Vargas) para modernizar a comunicação da Casa nas redes sociais. O contrato, assinado no início deste mês, vale até agosto de 2026.

    A contratação faz parte do esforço de Motta para melhorar a imagem da Câmara, desgastada após a aprovação da PEC da Blindagem e a realização de manifestações em todas as capitais, no fim de setembro, contra a medida e contra a anistia aos condenados por golpismo, que também está em discussão na Casa.

    Além disso, após a derrubada da medida provisória de aumento de impostos na semana passada, a Câmara voltou ao alvo do governo Lula e do PT, que reacenderam a campanha de que o Congresso é inimigo do povo e protege privilégios dos mais ricos em detrimento dos mais pobres.

    Nesta quarta-feira (15), Motta foi vaiado ao participar de evento do Dia do Professor com Lula no Rio de Janeiro. Diante da reação do público, o presidente se levantou e ficou ao lado do deputado, em uma tentativa de conter os ânimos.

    Lula, por outro lado, fez críticas ao Congresso durante seu discurso. “Hugo é presidente desse Congresso e ele sabe que esse Congresso nunca teve a qualidade de baixo nível como tem agora. Aquela extrema direita que se elegeu na eleição passada é o que existe de pior”, afirmou.

    De acordo com o contrato, o serviço de consultoria inclui realização de oficinas, mentorias, manuais, além da entrega de relatórios mensais.

    Também serão criados dois laboratórios -um de inteligência artificial aplicada à comunicação para dar apoio no planejamento, produção e monitoramento de conteúdo, e outro de audiovisual para produzir vídeos e podcasts.

    A consultoria prevê ainda estratégia de resposta a crises e monitoramento de menções nas redes sociais para identificar a percepção pública da Câmara e quais são os temas mais relevantes no momento.

    Em paralelo, Motta assinou, na terça-feira (14), a política de comunicação social da Câmara com diretrizes para os conteúdos institucionais da Casa. Um dos objetivos é aproximar os cidadãos, utilizando linguagem simples, acessível e didática para esclarecer o processo legislativo.

    O documento proíbe que os canais oficiais da Câmara favoreçam opiniões ou posições políticas, divulguem informação sabidamente inverídica e descontextualizem ou distorçam falas e imagens.

    A política determina que a comunicação seja imparcial e conviva com a pluralidade política dos deputados, além de observar o equilíbrio, a transparência e a precisão.

    Entre os objetivos, está enfatizar “a importância do Parlamento para a democracia” e “fortalecer a imagem institucional por meio de informações que contribuam para o melhor entendimento dos atos e processos decisórios da Câmara”.

    Após o episódio da PEC da Blindagem, Motta procurou melhorar a imagem da Câmara com uma série de entrevistas a diversos veículos. Ele também promoveu uma mudança na pauta do plenário, privilegiando temas de impacto na população, como segurança, educação, proteção de crianças e adolescentes, além da ampliação da isenção do Imposto de Renda.

    No último dia 22, Motta, que defendeu a PEC da Blindagem durante a votação da medida no plenário, afirmou que “ver toda essa discussão ser distorcida não é correto”.

    “Agora é chegado momento de tirarmos da frente todas essas pautas tóxicas. Talvez a Câmara tenha tido na semana passada a semana mais difícil e desafiadora, mas nós decidimos que vamos tirar essas pautas tóxicas porque ninguém aguenta mais essa discussão. O Brasil tem que olhar para frente”, disse ainda, em um evento do banco BTG, em São Paulo.

    Motta contrata consultoria para melhorar comunicação e imagem da Câmara nas redes sociais

  • Um ano após a morte de Liam Payne, herança do cantor ainda é incerta

    Um ano após a morte de Liam Payne, herança do cantor ainda é incerta

    Namorada e familiares ainda podem reivindicar parte do patrimônio pela lei britânica; sem testamento, fortuna estimada em R$ 183 milhões deve ser destinada ao herdeiro direto

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A fortuna deixada por Liam Payne, ex-integrante do One Direction, está em fase final de partilha no Reino Unido. O cantor, que morreu em outubro de 2024, aos 30 anos, deixou um patrimônio avaliado em cerca de £ 24 milhões (R$ 183 milhões), segundo o Daily Mail.

    Documentos do Registro de Sucessões de Newcastle indicam que, após o pagamento de taxas e dívidas, o valor líquido remanescente é de aproximadamente R$ 177,7 milhões. Sem testamento, a administração dos bens foi assumida por Cheryl Cole -ex-parceira e mãe de seu filho, Bear- e pelo advogado Richard Bray, especialista em direito musical.

    De acordo com a legislação britânica, todo o montante será transferido ao herdeiro direto, Bear Payne, que só poderá acessar o fundo ao atingir a maioridade, aos 18 anos. Até lá, o patrimônio ficará sob gestão judicial.

    A ausência de um testamento abre espaço para possíveis reivindicações. A influenciadora Kate Cassidy, que namorava o cantor na época de sua morte, tem até o fim de outubro para apresentar uma ação que comprove dependência financeira -condição prevista pela lei britânica para garantir parte da herança mesmo sem casamento formal.

    As irmãs e o pai do cantor também podem reivindicar legalmente parte da herança do ex-ídolo teen, mas, assim com a namorada, não se manifestaram até o momento.

    Entre os bens deixados por Payne está uma mansão avaliada em R$ 23,4 milhões, localizada em Buckinghamshire, que foi retirada recentemente do mercado imobiliário. O cantor havia colocado a propriedade à venda um mês antes de morrer. Comprada em 2021, a casa possui cinco quartos, seis banheiros, piscina de água salgada, estábulo e acesso a um clube com spa, academia e quadras de tênis.

    Liam Payne morreu em 16 de outubro de 2024, após cair do terceiro andar do Hotel CasaSur, em Buenos Aires. Ele estava na cidade acompanhado de Cassidy e do empresário Rogelio Nore, para assistir a um show do ex-colega de banda Niall Horan. O caso chegou a gerar acusações de homicídio culposo contra Nore e funcionários do hotel, mas todos foram absolvidos em fevereiro de 2025.

    Um ano após a morte de Liam Payne, herança do cantor ainda é incerta

  • Vírus assume controle do WhatsApp Web para roubar senhas de bancos

    Vírus assume controle do WhatsApp Web para roubar senhas de bancos

    Quadrilha envia arquivo zip a todos contatos de vítima; golpe só funciona em computadores brasileiros; app trabalha para fortalecer segurança; Febraban diz que sistema bancário tem defesa robusta

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O vírus que se espalha no WhatsApp Web, ao menos desde setembro, usa uma tela falsa para roubar dados de clientes de mais de duas dúzias de bancos brasileiros, além de corretoras de criptomoedas, incluindo senhas e outras credenciais de acesso. As instituições financeiras que estão entre os alvos não foram divulgadas em estudo da Kaspersky.

    O ataque tem início com o download de um arquivo compactado, no formato “.zip”, que contém um atalho no formato “.lnk”. É a execução desse arquivo que invoca o código malicioso, que assume o controle do navegador da máquina infectada, acessa o WhatsApp Web e envia o arquivo “.zip” a todos os contatos da vítima.

    O programa malicioso foi escrito com comentários em português brasileiro e compartilha trechos do código de outro vírus nacional descoberto no ano passado, de acordo com análises das empresas de cibersegurança Sophos e Kaspersky. O novo vírus foi batizado de maverick.

    O vírus não funciona em celulares e mira apenas máquinas brasileiras -há instruções para acionar o programa apenas quando o teclado tiver “ç” e data no padrão do Brasil. A mensagem padrão enviada pelo grupo criminoso diz: “Visualização permitida somente em computadores.”

    “Caso esteja utilizando o Chrome, poderá ser solicitado para ‘manter’ o arquivo por se tratar de um arquivo zipado”, acrescenta a mensagem fraudulenta.

    O vírus foi descoberto pela empresa de cibersegurança Trend Micro no último dia 3, após circularem relatos sobre o ataque nas redes sociais. Ainda assim, o programa malicioso continua se espalhando e gerou mais de 200 mil disparos no WhatsApp, mostra relatório da empresa de cibersegurança Solo Iron, que teve acesso a um dashboard usado pela quadrilha para gerenciar a operação.

    Segundo o documento, os criminosos usam ferramentas de geração automatizada dos nomes de arquivos maliciosos, além de um painel estatístico com métricas de entrega, como total de envios, taxa de sucesso e controle da distribuição dos links. “Esses artefatos apontam para uma operação profissionalizada”, diz o diretor de segurança da informação da Solo Iron, Felipe Guimarães.

    Tanto a Sophos quanto a Kaspersky dizem que já atualizaram seus antivírus para bloquear o download do arquivo “.zip” responsável pela infecção.

    A pessoa que já foi infectada deve apagar os arquivos baixados, porque o vírus foi programado para monitorar o computador da vítima toda vez que a máquina for ligada.

    “Quando a vítima entra no site do banco, o vírus congela a tela do computador e mostra uma mensagem de segurança falsa, como se fosse o banco pedindo as credenciais dela para validar alguma coisa”, explica o analista da Kaspersky Anderson Leite. Dessa maneira, o maverick rouba os dados da vítima sem precisar varrer o computador infectado.

    Tudo é feito por meio de servidores na internet, sem deixar vestígios. A tomada de controle do WhatsApp ocorre por meio de uma ferramenta de automação de navegadores, chamada selenium. Por isso, o aplicativo de mensageria interpreta que é a vítima acessando sua conta.

    A Meta diz que está trabalhando para tornar o WhatsApp um lugar mais seguro, e que possui camadas de proteção “que oferecem mais contexto sobre com quem você está conversando ao receber uma mensagem de alguém que você não conhece -além de proteger suas conversas pessoais com a criptografia de ponta a ponta”.

    Procurada, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) diz que o sistema bancário possui “robustas estruturas de monitoramento de seus sistemas e utiliza o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança da informação”, como mensageria criptografada, autenticação biométrica e tokenização, além de tecnologias como big data, analytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos.

    Ainda de acordo com a Kaspersky e com a Sophos, o maverick usa vários trechos do código do vírus brasileiro coyote, descoberto pela equipe da Kaspersky no Brasil em 2024.

    Diferentemente do maverick, o coyote já estava pronto para operar em outros países e mirava mais de 60 bancos. “É uma evidência de que o trabalho pertence à mesma quadrilha ou a um grupo relacionado”, disse Leite, da Kaspersky.

    VEJA COMO SE PROTEGER

    A empresa recomenda as seguintes medidas de precaução:
    – Desative downloads automáticos no WhatsApp para evitar a abertura acidental de arquivos maliciosos
    – Restrinja transferências de arquivos em aplicativos pessoais nos dispositivos corporativos
    – Fique atento a mensagens suspeitas, principalmente aquelas que solicitam permissões em navegadores ou orientam ações fora do comum
    – Garanta que seu antivírus esteja sempre atualizado, tanto no celular quanto no computador
    – Não abra anexos recebidos pelo WhatsApp de imediato. Antes, confirme com a pessoa se o envio foi intencional
    – Pergunte se a pessoa realmente enviou o arquivo. Em muitos casos, o usuário não tem conhecimento de que sua conta foi invadida

    Vírus assume controle do WhatsApp Web para roubar senhas de bancos

  • Flaco López e Haaland são melhores no jogo aéreo ofensivo nos últimos meses

    Flaco López e Haaland são melhores no jogo aéreo ofensivo nos últimos meses

    (UOL/FOLHAPRESS) – Artilheiro do Palmeiras na temporada, Flaco López é também o segundo melhor atacante do mundo quando o assunto é jogo aéreo, atrás apenas de Erling Haaland, do Manchester City.

    O levantamento, publicado nesta quinta-feira (16), foi feito pelo Observatório de Futebol do Centro Internacional para Estudos Esportivos (CIES) e avaliou o desempenho de atletas nos últimos seis meses.

    O QUE ACONTECEU

    Haaland conseguiu a nota máxima estabelecida pelo estudo na categoria. Na atual temporada europeia, o atacante tem 20 gols em 11 jogos, incluindo partidas por clube e seleção.

    Já Flaco López foi avaliado com a nota 98,6 (de 100 possíveis). O atacante soma 23 gols em 53 jogos em 2025 – desempenho que rendeu convocações para a seleção argentina.

    O único atacante brasileiro entre os 10 melhores do estudo é Everaldo, do Fluminense. O atacante, que viveu bom momento no meio do ano, após o Mundial de Clubes, conseguiu a nota 94,4.

    CONFIRA O TOP-10 DE MELHORES ATACANTES NA BOLA AÉREA

    Erling Haaland (NOR) – Manchester City (ING)
    Flaco López (ARG) – Palmeiras (BRA)
    Ronaldo Martínez (PAR) – Platense (ARG)
    Barnabás Varga (HUN) – Ferencvaros (HUN)
    Alexander Sorloth (NOR) – Atlético de Madri (ESP)
    Ante Budimir (CRO) – Osasuna (ESP)
    Ludovic Ajorque (FRA) – Brest (FRA)
    Aurélien Scheidler (FRA) – Royal Charleroi (BEL)
    Aleksandr Sobolev (RUS) – Zenit (RUS)
    Everaldo (BRA) – Fluminense (BRA)

    Flamengo x Palmeiras tem aumento de 60% no efetivo da PM em relação a 2024

    Folhapress | 16:24 – 16/10/2025

    Flaco López e Haaland são melhores no jogo aéreo ofensivo nos últimos meses

  • 'Não teremos escolha a não ser matá-los', diz Trump em ultimato ao Hamas

    'Não teremos escolha a não ser matá-los', diz Trump em ultimato ao Hamas

    “Se o Hamas continuar a matar pessoas em Gaza, o que não era o acordo, não teremos escolha a não ser entrar e matá-los”, disse Donald Trump na tarde desta quinta-feira (16)

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, deu um ultimato ao Hamas na tarde desta quinta-feira (16) em relação ao acordo de paz com Israel pelo cessar-fogo em Gaza.

    O QUE ACONTECEU

    Republicano já tinha feito ameaças nesta quarta-feira (15). Trump disse que Israel poderia retomar os combates em Gaza caso o Hamas não cumpra os termos do acordo para o cessar-fogo da guerra.

    “Se o Hamas continuar a matar pessoas em Gaza, o que não era o acordo, não teremos escolha a não ser entrar e matá-los. Agradecemos a sua atenção a este assunto!”, afirmou Donald Trump

    HAMAS PROMOVE MORTES E ACUSA CLÃS DE SEREM ALIADOS DE ISRAEL

    Dias após o cessar-fogo em Gaza entrar em vigor, o grupo extremista Hamas assassinou pessoas em ruas da Cidade de Gaza, publicando vídeos das mortes nas redes sociais. Em um dos vídeos das “execuções públicas”, é possível ver oito homens ajoelhados e vendados sendo baleados pelos extremistas. As vítimas estão desarmadas e ajoelhadas no chão, e o assassinato é testemunhado por outras pessoas.

    Imagens foram publicadas pelo canal de TV al-Aqsa, de propriedade do Hamas, em uma rede social. Os vídeos foram verificados pelo canal britânico BBC, que apontou que as imagens foram gravadas na área central da Cidade de Gaza.

    Grupo extremista acusou as vítimas de serem de clã que colabora com Israel. Segundo a agência de notícias RFI, os mortos são membros de clãs e milícias rivais, todos de famílias tradicionais de Gaza, que “se mantêm fortemente armadas”.

    Autoridade Palestina afirmou que os atos são “crimes hediondos”, cometidos “fora da estrutura da lei e sem julgamento justo”. Uma nota assinada pelo presidente Mahmoud Abbas condenou as execuções.

    Não há até o momento um número oficial de mortos. Segundo o portal israelense Ynet, ao menos 52 pessoas de um só clã, o Dagmoush, teriam morrido. A Autoridade Palestina mencionou “dezenas” de vítimas.

    Autoridade Palestina também diz que Hamas tenta controlar a Faixa de Gaza, “obstruindo a reconstrução”. “Restaurar o estado de direito e as instituições legítimas é o único caminho para acabar com o estado de caos”, diz a nota.

    Israel afirma que não existe vácuo na Faixa de Gaza e que o Hamas voltou a ser a autoridade local. O grupo extremista teria assumido o que restou das maiores cidades do território. Isso porque, segundo o que foi determinado pelo acordo, os militares israelenses deixaram esses pontos, recuando para a chamada “Linha Amarela”, traçada no acordo com os EUA.

    ANOS DE GUERRA ABRIRAM ESPAÇO PARA CLÃS LOCAIS

    Ao menos quatro grandes clãs se opõem à hegemonia do Hamas no enclave, segundo agência de notícias Reuters. O desgaste vivido ao longo de dois anos de guerra abriu espaço para que inimigos de longa data se impusessem.

    Um dos maiores deles é o de Doghmosh, que se envolveu em disputas com o Hamas no domingo e na segunda-feira, segundo fontes locais. Seus membros têm afiliações com grupos extremistas diferentes, alguns deles com o próprio Hamas, e outros com o Fatah. O paradeiro do líder do clã, Mumtaz Doghmosh, é desconhecido desde antes do 7 de outubro.

    Na área de Rafah e na parte sul de Gaza, o comando tem sido disputado pelo clã de Abu Shabab, de origem beduína. A estimativa das forças locais é de que eles tenham cerca de 400 homens, que teriam sido recrutados em troca de “salários atrativos”, segundo a Reuters.

    Na região de Khan Younis, o comando é disputado pelo clã Al-Majayda, que também teve confrontos recentes com o Hamas. Apesar das brigas recentes, o grupo divulgou um comunicado na segunda-feira afirmando que apoia a campanha do Hamas para “manter a lei e a ordem em Gaza” e pedindo que os membros do clã cooperem com os extremistas.

    Na Cidade de Gaza, mais precisamente na vizinhança de Shejaia, opera o clã de Rami Hellis. O grupo é declaradamente oposto ao Hamas e opera em uma região que ainda está controlada pelo Exército de Israel.

    Apesar da oposição que a maioria dos clãs faz ao Hamas, nenhum deles assume ter ligação direta com Israel. Não há informações precisas sobre quantos membros de quais clãs foram mortos nas execuções públicas feitas pelo Hamas após o fim do cessar-fogo.

    EXECUÇÕES MOSTRAM FRAGILIDADE DE CESSAR-FOGO

    Acordo proposto por Trump e aceito pelos dois lados previa o desarmamento total do grupo extremista. Outro ponto importante do acordo é a entrega dos corpos de reféns por parte do Hamas, o que foi parcialmente cumprido.

    Quatro corpos foram entregues até o momento e, segundo Israel, um deles não era de um refém israelense. O governo de Netanyahu afirmou nesta quarta-feira que o quarto corpo entregue seria de um palestino. Outros 24 corpos – 25, caso a informação sobre o corpo errado se confirme – são esperados pelas famílias dos reféns.

    Forças do Egito entraram na Faixa de Gaza para auxiliar nas buscas pela localização dos restos mortais. A informação e do canal saudita Al Arabiya. Segundo a imprensa israelense, a expectativa é que mais quatro corpos sejam transferidos ao Exército de Israel.

    'Não teremos escolha a não ser matá-los', diz Trump em ultimato ao Hamas

  • Senado ouve trabalhadores sobre aumento da faixa de isenção do IR

    Senado ouve trabalhadores sobre aumento da faixa de isenção do IR

    O projeto do governo federal compensa a perda de receita e institui um patamar mínimo de imposto a ser pago por aqueles que têm rendimento tributável acima de R$ 600 mil por ano

    Trabalhadores de diversos setores apresentaram, nesta quinta-feira (16), em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, suas visões sobre os efeitos que a aprovação do projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 mil por mês.

    Aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto, do governo federal, compensa a perda de receita e institui um patamar mínimo de imposto a ser pago por aqueles que têm rendimento tributável acima de R$ 600 mil por ano.

    No formato em que se encontra o projeto, está prevista uma alíquota de 10% do IR com potencial de atingir cerca de 141,4 mil contribuintes pessoas físicas de alta renda. Atualmente, esse grupo recolhe, em média, uma alíquota de 2,5% de IR sobre seus rendimentos totais. O texto aplica ainda uma redução gradual para os rendimentos acima de R$ 5 mil mensais até o valor de R$ 7.350. Para aqueles que recebem acima de R$ 7.350 mensais, nada muda.

    Justiça social

    O comerciário Tiago Bitencourt Neves defendeu que a atualização da tabela de imposto de renda é uma questão de justiça social. Para ele, a progressividade tributária é mais do que uma proposta econômica, “é uma proposta de país”. 

    “O Brasil precisa de sistema que taxe o luxo, e não o arroz e o feijão. Que cobre de quem vive de especulação, como os bancos. Que taxe as bets, super-ricos e bilionários”, acrescentou.
    Para Tiago Neves, o projeto é uma chance de corrigir uma desigualdade histórica no país. 

    “Não se trata de apenas uma discussão técnica, mas uma escolha política sobre quem paga a conta e sobre quem se beneficia do país que a gente constrói todos os dias, com nossa luta diária”, argumentou.

    Correção histórica

    O trabalhador do setor de serviços Jadiel de Araujo Santos ressaltou que os parlamentares têm a oportunidade de fazer uma “correção histórica de uma tabela que há anos está defasada, fazendo com que milhões de brasileiros, os que mais trabalham, paguem mais do que deveriam”.

    “Isso devolverá dignidade e poder de compra às famílias, com um dinheiro que circulará na economia. Quem ganha até R$ 5 mil não é privilegiado, é quem faz o país ficar de pé. É reconhecer o esforço de quem move o país”, complementou.

    Impactos

    O trabalhador do setor financeiro Juliano Rodrigues Braga se apresentou como um dos quase 45 mil bancários que serão beneficiados com a isenção do IR. 

    “Talvez vocês não tenham noção, mas este valor tem impacto direto no meu bolso, de cerca de R$ 2,5 mil por ano”, disse.

    “E talvez achem isso pouco, haja vista a enorme disparidade salarial de rendimento deste país. Mas não se enganem. Esse valor representa a quantia necessária para pagar várias despesas ordinárias, para que tenhamos sobrevivência digna neste país. E será um dinheiro devolvido ao mercado, aquecendo a economia”, argumentou.

    Jadiel Santos vê, na proposta, uma possibilidade de justiça tributária, na qual todos possam contribuir para o financiamento de políticas públicas, na medida da capacidade contributiva de cada um.

    “E capacidade contributiva, neste país, é dizer que quem ganha menos deve pagar menos; e quem ganha mais deve pagar mais. Vale uma observação. Quem ganha mais neste país, via de regra, são aquelas pessoas que, quase inequivocadamente, ganham por meio do suor e do sacrifício humano alheio, a exemplo dos bancos que adoecem seus trabalhadores com metas abusivas; das bets que retiram dinheiro do pai e da mãe de família; e dos investidores da Faria Lima”.

    Poder de compra

    A gerente de posto de combustíveis Silvia Letícia Alves Mattar que revelou receber, em média, salário de R$ 3,8 mil, disse que no seu caso a isenção trará o retorno de aproximadamente R$ 200 por mês. 

    “É praticamente um 14º salário no bolso. Essa medida vai aumentar o poder de compra de quem ganha menos e ajudar a movimentar o comércio”, disse.

    Trabalhador do setor de alimentação, Zacarias Assunção disse ser “muito injusto quem ganha pouco pagar mais e quem ganha mais pagar menos”. Isso, segundo ele, “é uma luta injusta e desigual porque quem leva o Brasil nas costas acaba pagando mais impostos”.

    Segundo o metalúrgico Claudionor Vieira do Nascimento, 68% dos trabalhadores de sua categoria na região do ABC deixarão de pagar ou terão o pagamento reduzido de IR.

    Dirigindo-se aos parlamentares, o trabalhador disse ficar desapontado ao ver muitos que deveriam atuar em favor dos trabalhadores associarem esse projeto a aumento de impostos, por fazer uma justa compensação ao cobrar mais de quem ganha muito mais.

    Ele citou, também como exemplo de descompromisso com a classe trabalhadora, a atuação de parlamentares para isentar grandes grupos econômicos. 

    “Por que os mais de R$ 800 bilhões em isenção para as empresas desse país não são comentados e não incomodam a maioria dos parlamentares brasileiros?”, questionou.

    “A classe brasileira está de olho nessas votações, porque isso não é aumentar impostos. É fazer um pouco de justiça social e dar um pouco de dignidade para aqueles que constroem a riqueza de nosso país”, defendeu.

    O frentista Willian Ferreira Da Silva foi além e defendeu, também como justiça social, a redução da jornada de trabalho, que atualmente é de 6 dias trabalhados por 1 de descanso.

    “Isso também vai melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores que sustentam qualquer sistema. Até porque capital não gera renda por ele próprio. As empresas têm sempre, atrás dela, na ponta, o trabalhador”, disse. 

    “Trabalhadores nunca conquistaram direito sem lutar. Para nós, só a luta faz a lei”, acrescentou.

    Trabalhador do setor químico, José Evandro Alves da Silva defendeu que a sociedade se mobilize novamente, como fez nas manifestações contra a anistia, para conseguir essas conquistas. 

    “Temos de ir novamente às ruas, como fizemos recentemente”, disse.

    Senado ouve trabalhadores sobre aumento da faixa de isenção do IR

  • Barroso recebe alta médica após ser internado em Brasília

    Barroso recebe alta médica após ser internado em Brasília

    Luís Roberto Barroso passou mal e foi atendido no pronto-socorro; ministro fez exames no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília

    O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu alta médica nesta quinta-feira (16) após ficar internado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Barroso deixou o hospital por volta das 12h45.

    Ontem, o ministro passou mal e foi atendido no pronto-socorro. Ele passou por uma série de exames e ficou à noite internado. Os resultados ainda não foram divulgados.

    Na manhã de hoje, o ministro apresentou melhora e foi liberado pelos médicos para seguir com a medicação em casa.

    Barroso deixará o Supremo no próximo sábado (18). Na semana passada, o ministro anunciou sua aposentadoria antecipada do Supremo. Ele tem 67 anos e poderia permanecer na Corte até 2033.

    Caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicar novo ministro para a Corte. Não há prazo para indicação. 

    Barroso recebe alta médica após ser internado em Brasília

  • Odete Roitman pode mesmo estar viva, diz Samantha Jones, a Ana Clara

    Odete Roitman pode mesmo estar viva, diz Samantha Jones, a Ana Clara

    Atriz afirma que será surpresa caso se confirmem rumores de que sua personagem estaria no caixão no lugar da vilã; ela especula que o assassino não deve ser nenhum dos cincos principais suspeitos na reta final do remake de ‘Vale Tudo’

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Na véspera do último capítulo de “Vale Tudo”, o assassino de Odete Roitman (Deborah Bloch) continua sendo um mistério. São tantas especulações que até a morte da vilã passou a ser colocada em xeque. Morreu ou não morreu?

    Intérprete de Ana Clara, estudante de medicina que foi assassinada pela dona da TCA, Samantha Jones, 27, se diverte com as teorias que circulam nas redes sociais -entre elas, a de que o corpo no caixão seria, na verdade, o de sua personagem, enquanto Odete estaria viva.

    “Achei ousado! O público está usando a lógica da própria novela -o avô da Ana Clara acabou sendo enterrado no lugar de Leonardo (Guilherme Magon)- e isso é muito interessante. Nada é impossível, né?”.

    Samantha garante, porém, que o destino da personagem foi mesmo trágico. “Eu morri mesmo. Gravei uma sequência enorme de morte. Claro que o corpo deu uma sumida, mas os policiais viram que ela não respirava, a Heleninha viu que ela não respirava… Gravei alguns enquadramentos diferentes. Se ela estiver no caixão, vai ser surpresa até pra mim. Plot twist total”, brincou.

    Ana Clara, personagem inédita na nova versão da trama, acabou conquistando espaço e complexidade ao longo dos capítulos. “Foi inesperado e muito positivo. Entrei para fazer algumas cenas fortes, mas não imaginava que ela viraria essa figura de embate com a Odete, que é uma das protagonistas. Fiquei felizona com isso”, contou.

    A atriz destaca que a personagem passou por uma grande transformação. “No início, ela tinha uma consciência de classe, era uma mulher lúcida, crítica. Depois, foi se deixando levar pela ambição. Passou a querer apartamento na Zona Sul, carro, dinheiro, roupas caras… Ela mudou a postura em relação ao próprio desejo, se perdeu na estratégia”.

    A morte da personagem, exibida há duas semanas, comoveu o público -e surpreendeu até a intérprete. “Muita gente me escreveu dizendo que não queria que ela tivesse morrido. Eu achava que as pessoas já estavam de saco cheio quando ela começou a crescer o olho e a fazer ameaças”, lembrou.

    Mesmo assim, Samantha guarda carinho pela trajetória de Ana Clara. “Enquanto era uma figura de embate, ela era legal. Depois ficou meio sem noção, mas isso também faz parte. Eu adorei fazer, foi divertido, intenso e desafiador”, disse, sorrindo. “Valeu tudo”.

    A atriz apostava que a assassina de Odete era Heleninha (Paolla Oliveira). “Mudo de opinião todo hora. Estou muito na dúvida… Estou achando que não é nenhum desses cinco suspeitos. Ela não ter morrido também é possível. Na verdade, eu queria que Ana Clara fosse a assassina”, disse.

    Odete Roitman pode mesmo estar viva, diz Samantha Jones, a Ana Clara