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  • Samira expõe aliados e revela estratégia de votos no BBB 26

    Samira expõe aliados e revela estratégia de votos no BBB 26

    Em conversa com adversários, participante conta como grupo tenta escapar das câmeras para combinar paredões; gaúcha também acusa Solange Couto de falar mal de colegas e admite desentendimento com Ana Paula Renault e Juliano Floss

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Samira Sagr fez uma visita ao 4º Sonho de Voar na tarde desta terça-feira (10) e acabou expondo aliados como Ana Paula Renault, Juliano Floss e Milena Moreira. Em conversa com Alberto Cowboy, Marciele Albuquerque e Jordana Morais, ela contou aos supostos adversários que houve uma articulação de votos antes do último paredão e ainda detalhou as estratégias usadas pelo grupo para tentar escapar das câmeras do BBB 26 enquanto combinam os planos.

    A gaúcha relatou: “Peguei e falei: ‘Chaiany, vamos caminhar’. Porque eu sei que caminhar não pega as câmeras do líder”.
    Alberto, porém, rebateu a explicação. “Pega sim. Teve uma vez que vocês estavam caminhando com a Ana Paula pela casa toda, e a câmera acompanhou vocês o tempo inteiro.”

    Samira seguiu revelando como o grupo tentou se esconder para conversar. “A gente se abaixou no banheiro. ‘Vamos ver os shampoos’, porque eu sei que a câmera não pega ali na bancada”, contou a atendente de bar.

    Ela ainda disse que Chaiany Andrade comentou que votaria em Jordana e explicou como levou a informação aos aliados. “Cheguei no quarto e falei: ‘Não mirem na minha cara. Vou fingir que vou arrumar minha cama e deitar’. A câmera ainda mirou na minha cabeça”, afirmou, rindo.

    Samira também revelou que teve um desentendimento com Ana Paula e outros integrantes do grupo porque eles queriam que ela indicasse Alberto Cowboy ou Jonas Sulzbach ao paredão.

    No mesmo papo, ela decidiu expor também Solange Couto. “Quando ela vira as costas, ela fala mal de você”, disse a Jordana, surpreendendo a advogada, que logo emendou “Fala mal de todo mundo”.

    Marciele então opinou: “Se colocar a mais falsa da casa, a Solange está no topo”.

    Samira continuou com as revelações e contou uma fala da atriz sobre Alberto e Jonas. “Ela disse: ‘Eles me colocaram no VIP, mas sabem que são meus alvos. Se eu fosse colocar alguém no paredão, colocaria um dos dois’.”

    Jordana, que se sentiu incluída entre os alvos mencionados, refletiu sobre a situação. “E ela vota em mim desde sempre.”

    Samira concluiu: “Eu acho que ela não quer se indispor com outra pessoa. Aí é mais fácil se indispor comigo, porque eu sou mais sensível.”

    Samira expõe aliados e revela estratégia de votos no BBB 26

  • PL de Bolsonaro rompe com Ibaneis e propõe CPI do Master na Câmara do DF

    PL de Bolsonaro rompe com Ibaneis e propõe CPI do Master na Câmara do DF

    Pedido foi apresentado nesta terça, diante de suposto contrato de escritório do governador com a Reag; emedebista diz que está afastado do escritório desde 2018 e nega ter informações sobre negociações

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O PL rompeu com o governador Ibaneis Rocha (MDB) e propôs, nesta terça-feira (10), uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Legislativa do Distrito Federal para investigar a fraude do Banco Master, que envolve o BRB (Banco de Brasília). Em 2022, o emedebista apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas deve ficar sem espaço na chapa bolsonarista neste ano.

    A pressão pela criação da CPI ocorre após notícia de um contrato entre o escritório de advocacia de Ibaneis Rocha com um fundo da Reag Investimentos, investigada no contexto das fraudes do Master. Dessa forma, o governador é considerado o principal alvo do pedido de investigação no Legislativo do DF.

    Ibaneis nega conhecimento sobre a negociação. “Ele está afastado do escritório de advocacia desde 2018, de modo que não possui informações sobre negociações realizadas quase seis anos após seu afastamento”, diz sua defesa, em nota.

    A decisão do rompimento foi tomada pela presidente do PL no Distrito Federal, a deputada Bia Kicis, junto com o deputado federal Alberto Fraga e os deputados distritais Joaquim Roriz, Thiago Manzoni e Roosevelt Vilela.

    “Não dá mais para esperar. Quando aparecem indícios graves de desvio de recursos, temos obrigação de agir. CPI é instrumento de fiscalização, e esta se tornou inevitável”, afirmou Bia Kicis.

    Com o rompimento, o PL fica mais próximo de anunciar sua chapa majoritária para as eleições deste ano. A ideia no partido é apoiar a atual vice-governadora, Celina Leão (PP), para concorrer ao Governo do DF. Bia Kicis e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro concorreriam ao Senado.

    O PL já estudava rifar Ibaneis na eleição. Com isso, a crise envolvendo a tentativa de compra do Master pelo BRB deu munição à ala bolsonarista que não pretendia dar espaço ao atual governador, que também estudava candidatura ao Senado.

    A crise entre o bolsonarismo e Ibaneis escalou na última semana, quando a Câmara Legislativa aprovou autorização para o GDF (Governo do Distrito Federal) fazer um aporte no BRB. A medida tem como objetivo cobrir prejuízos relacionados às operações com o Master.

    Na Câmara Legislativa, a base de apoio de Ibaneis é formada por 17 dos 24 deputados distritais. Mas três parlamentares até então governistas votaram contra o projeto: Thiago Manzoni, que agora lidera a articulação pela CPI, Rogério Morro da Cruz (PRD) e João Cardoso (Avante).

    O deputado do PL ressaltou que esteve ao lado do governo em outras pautas, mas para se descolar da base relembrou episódio sobre aval dado pela Câmara do DF ao BRB para aquisição do Master em agosto de 2025 -operação posteriormente rejeitada pelo Banco Central.

    “De novo o presidente do BRB vem aqui sem mostrar nem um documento, não sou obrigado a acreditar. […] Se tivesse garantia de que o que fosse votado salvaria o BRB, eu votaria [a favor]”, disse.

    Presidente da CCJ, Manzoni deu um parecer pela inadmissibilidade da proposta, avaliando que ela não atende aos requisitos constitucionais ou legais necessários. Seu relatório foi rejeitado pelos deputados distritais.

    Do outro lado, parlamentares de oposição pressionam o STF (Supremo Tribunal Federal) a investigar o contrato do escritório de Ibaneis com a Reag. O deputado distrital Fábio Felix (PSOL) pediu ao ministro André Mendonça, relator do caso na corte, investigação sobre relações comerciais entre o governador e a Reag ou outros fundos relacionados ao Master.

    O parlamentar argumenta que o documento identificado como “Termo de Informação de Cessão” indica relação econômica entre o escritório de Ibaneis e o FIDC Reag Legal Claims. Felix aponta que a operação é de 29 de maio de 2024, próxima às operações financeiras entre Master e BRB.

    “Infere-se, assim, que o escritório do governador pode ter recebido recursos advindos dos grupos privados interessados nas operações BRB-Master, defendidas publicamente pelo governador e causadores dos prejuízos bilionários”, afirmou o deputado.

    A Folha de S. Paulo teve acesso ao documento que comprova que o escritório de advocacia de Ibaneis vendeu para o fundo Reag Legal Claims os direitos sobre o recebimento de honorários no valor de R$ 38,13 milhões -equivalente a 10% da condenação-, com data-base de dezembro de 2021. A informação foi antecipada pelo jornal O Globo.

    Os honorários, como é chamada a remuneração de advogados em uma ação judicial, eram relativos a uma ação em que o escritório de Ibaneis representava o Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal) contra a União. A demanda resultou em uma condenação de R$ 381,3 milhões contra os cofres federais.

    De acordo com investigações da Polícia Federal, a Reag estava envolvida num roteiro sofisticado de fraude financeira encabeçada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

    Segundo a defesa de Ibaneis, ele jamais negociou com o diretor da Reag Legal Claims. “O governador Ibaneis nunca participou de quaisquer negociações com o sr. Marcos Ferreira Costa, tampouco com outros representantes dessa empresa. Todas as informações que detém sobre o grupo foram adquiridas a partir de matérias de jornais, já no presente ano”, dizem seus advogados.

    PL de Bolsonaro rompe com Ibaneis e propõe CPI do Master na Câmara do DF

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  • PGR pede que Supremo condene deputados do PL por desvios de emendas parlamentares

    PGR pede que Supremo condene deputados do PL por desvios de emendas parlamentares

    Subprocurador citou cobrança de propina e defendeu ‘resposta firme de punição aos responsáveis’; defesas dos réus negam irregularidades; votos dos ministros serão colhidos na próxima terça-feira (17)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu à Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) a condenação de três deputados do PL por corrupção passiva e organização criminosa, devido a desvios na destinação de emendas parlamentares.

    A manifestação foi feita na manhã desta terça-feira (10), quando a turma começou a julgar os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE). Após as sustentações das defesas, que pediram a absolvição dos réus, o julgamento foi suspenso. Os votos dos ministros serão proferidos na próxima terça (17).

    Essa é a primeira ação sobre desvios de emendas submetida a colegiado desde o início da ofensiva do ministro Flávio Dino por mais transparência na execução das verbas. Por isso, é considerada por congressistas um termômetro sobre a posição do STF.

    A relatoria do caso é do ministro Cristiano Zanin. Além dele e de Dino, votam o ministro Alexandre de Moraes e a ministra Cármen Lúcia. São necessários três votos para estabelecer a condenação. Depois disso, a turma discute a dosimetria das penas.

    Segundo a denúncia oferecida pela PGR, o esquema envolvia uma tentativa de extorquir a Prefeitura de São José do Ribamar para que 25% do valor enviado ao município, o terceiro mais populoso do Maranhão, fosse devolvido aos parlamentares.

    “Os documentos apreendidos na investigação corroboram a acusação de que os réus constituíram organização voltada à destinação de emendas parlamentares em troca de propina”, disse o subprocurador-geral Paulo Jacobina, que representa a PGR no julgamento.

    De acordo com ele, Maranhãozinho tinha uma posição de liderança no esquema, que operou entre 2019 e 2021. A organização também contava com a participação de assessores e intermediários, que exerciam o papel de “cobradores” junto aos gestores municipais.

    Jacobina afirmou que as provas colhidas na instrução do processo demonstraram “estrutura ordenada com divisão clara de tarefas”, o que caracteriza a organização criminosa, e que isso demanda uma “resposta firme de punição aos responsáveis”.

    O subprocurador destacou que a investigação sobre São José do Ribamar revelou indícios de que o grupo também cobrava propina de outros municípios, o que está sendo apurado no âmbito de “outros procedimentos ainda em tramitação”.

    O advogado Felipe Fernandes de Carvalho, que representa Maranhãozinho, disse que a acusação é baseada em meras deduções e que não há provas de que o deputado tenha solicitado vantagens indevidas. “A situação probatória atual é menos clara do que a existente no momento da denúncia”, disse.

    A defesa de Gil, feita pelo advogado Maurício de Oliveira, pediu a absolvição do parlamentar, afirmando ter havido quebra da cadeia de custódia e “manipulação inequívoca” das provas. Segundo ele, ao longo da instrução da ação penal, a PGR “pouco ou nada fez” para obter evidências que embasassem a denúncia.

    Na mesma linha, o advogado de Costa, Leandro Raca, argumentou que a PGR não cumpriu seu ônus de provar a hipótese criminal. “Não há nenhum ato de solicitação [de propina] praticado pelo deputado, nem elemento de prova que indique seu conhecimento quanto a solicitações imputadas a terceiros.”

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, a Primeira Turma tende a condenar os parlamentares, estabelecer penas severas e sinalizar ao Congresso Nacional que a resposta da corte a esse tipo de prática será rigorosa em casos semelhantes.

    PGR pede que Supremo condene deputados do PL por desvios de emendas parlamentares

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  • É difícil defendê-la, diz Fernanda Vasconcellos sobre vilã de 'Três Graças'

    É difícil defendê-la, diz Fernanda Vasconcellos sobre vilã de 'Três Graças'

    Conhecida por papéis de mocinhas na TV, ela interpreta a traficante de bebês Samira; atriz conta que reage numa boa ao ler alguns comentários em foto que aparece com com o filho: ‘Roubou o loirinho?’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Fernanda Vasconcellos, 41, encara com introspecção a rotina de decorar os diálogos de Samira, a traficante de bebês da novela “Três Graças” (Globo). A atriz conta que fala pouco, se isola e mergulha no texto de Aguinaldo Silva para estudar o perfil psicológico da vilã, capaz de atrocidades como vender o próprio filho, a neta, e também de assassinar friamente quem cruza o seu caminho.

    “Defender a Samira é difícil. Mas a única coisa que faço é não julgá-la para conseguir vivê-la”, diz. A atriz conta se sentir ainda mais desafiada, já que se acostumou a interpretar mocinhas nas novelas da Globo. Foi assim em tramas como ‘Páginas da Vida” (2006), “A Vida da Gente” (2011) e “Sangue Bom” (2013).

    “Sempre fiz personagens transparentes que expunham suas emoções, e essa é diferente, pois ela esconde as dela. Isso torna o trabalho mais delicado”, diz. “O engraçado é que ninguém chegou em mim com raiva, mas com surpresa por me ver como vilã. Tem sido surpreendente não ser odiada”.

    As cenas têm sido difíceis, sobretudo a que causou a maior comoção até o momento. Samira roubou o bebê de Joélly (Alana Cabral) assim que ela deu à luz numa clínica clandestina.

    Ela conta que a alta carga de intensidade emocional de passagens como essa acabam tornando ainda mais difícil se desligar da personagem no momento em que a direção finaliza a gravação. “Tem vezes que o choro me alivia, e eu choro mesmo. Às vezes, antes de ir embora, espero uns 15 minutos fazendo algo no camarim, olhando celular, conversando para tentar desconectar. Costuma dar certo”, comenta.

    Isso faz parte da estratégia adotada por Fernanda para poder chegar em casa sem toda essa carga dramática. Ela é mãe do pequeno Romeu, 4, fruto de seu relacionamento com o ator Cássio Reis. Segundo ela, por mais que tente explicar, o garoto ainda não entende o seu trabalho e a densidade dos temas que leva ao ar. Também não vê as cenas da mãe em “Três Graças”, pois já está dormindo.

    Em uma de suas últimas postagens no Instagram, ela aparece abraçada ao menino. Muita gente brincou que ela teria “roubado esse loirinho”. Fernanda diz que não se incomoda com esse tipo de abordagem. “São telespectadores que assistem à novela e querem se manifestar. Percebi esse movimento, mas só pode ser brincadeira, levo na esportiva.”

    A atriz tem uma carreira de 30 anos na TV e conta que ainda há muito o que fazer nessa área. Cada momento de sua trajetória foi importante para o seu amadurecimento como atriz. “Passei por muita coisa e tudo me enriqueceu, mas ainda há muito a percorrer. Quero trabalhos que me desafiem como a Samira, que tem malícia e moral torta. São papéis como esse que me movem”, destaca.

    Após “Três Graças”, Fernanda voltará ao teatro, no segundo semestre, para tirar do papel um texto em parceria com Ana Beatriz Nogueira, com quem já dividiu o palco no espetáculo “Sra. Klein”. “Mas quero mais novelas”, diz.

    É difícil defendê-la, diz Fernanda Vasconcellos sobre vilã de 'Três Graças'

  • Polícia encontra bolsa que seria de brasileira desaparecida na Inglaterra

    Polícia encontra bolsa que seria de brasileira desaparecida na Inglaterra

    Autoridades ampliam buscas encontrar bolsa que pode ser da brasileira desaparecida na última terça-feira (3); objeto de Vitória Figueiredo Barreto foi encontrado perto do porto de Brightlingsea

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Polícia de Essex informou hoje que considera novas pistas nas buscas pela psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto, 30, que desapareceu em Brightlingsea, na Inglaterra, na última terça-feira (3).

    Uma bolsa que seria da brasileira foi encontrada na rua Copperas Road, perto do porto de Brightlingsea. Segundo a Polícia de Essex, o objeto foi encontrado por um morador da região na tarde de ontem. A bolsa tem a frase “People Over Profit” (Pessoas acima de lucro, em português), que corresponde à descrição do acessório usado pela brasileira.

    Câmeras de segurança também mostram uma pessoa pulando uma cerca e entrando em um estaleiro na madrugada de 4 de março. Imagens foram registradas perto de onde a bolsa foi encontrada. A polícia acredita que essa pessoa pode ser Vitória.

    “A descoberta da bolsa de ombro dela perto da Copperas Road é, naturalmente, agora o nosso foco, e cada equipe de busca está cobrindo a área com muita atenção aos detalhes, garantindo que nenhuma pista em potencial seja negligenciada”, disse a superintendente Anna Granger, da Polícia de Essex.

    As buscas continuam concentradas em Brightlingsea. Na região estão sendo mobilizadas equipes de busca a pé, drones, cães farejadores especializados e voluntários da equipe de Busca e Resgate de Essex.

    Vitória saiu na última terça-feira (3) para um passeio na cidade de Brightlingsea, a cerca de 130 km de Londres, quando desapareceu. Naquele momento, enviou um alerta de socorro emitido pelo celular, mostrando uma geolocalização de que estava no mar.

    A também psicóloga Fernanda Silvestre, 30, recebeu a notificação no mesmo dia. Além de amiga de Vitória, Fernanda divide a casa com ela em Fortaleza e contou ao UOL que as duas têm os celulares emparelhados. A notificação de socorro foi feita por meio de um dispositivo do iPhone que permite acionar contatos de emergência mostrando a localização do telefone via satélite.

    “Ela mandou um sinal de socorro do iPhone que é justamente bem já dentro do mar, na orla marítima. E pra chegar naquele ponto você precisa tá minimamente dentro de uma embarcação. Assim que eu olhei o telefone, fui ver a localização dela e era essa localização do mar. (…) A gente tem o hábito de falar todos os dias pela manhã. E a última vez que nos falamos foi normal”, disse Fernanda Silvestre, 30, amiga .

    Psicóloga estava hospedada na casa de uma amiga em Colchester. Segundo Fernanda, Vitória foi para um congresso no Marrocos. Nas redes sociais, a psicóloga compartilhou imagens do evento. Depois, ela seguiu viagem para a Inglaterra, onde tentaria um doutorado. Vitória é poliglota e está acostumada a fazer viagens internacionais.

    Na Inglaterra, vitória ficou hospedada na casa de uma amiga brasileira, que leciona em uma universidade no país. A cearense havia combinado de almoçar com essa amiga quando retornasse de Brightlingsea, mas não apareceu para o compromisso.

    “Vitória pegou um ônibus e foi para as docas de Brightlingsea. Ela disse para a amiga que, quando terminasse o passeio, ela voltaria para que elas almoçassem juntas. E ela não voltou. Na hora combinada, ela já nem tinha mais sinal de telefone”, disse Fernanda Silvestre, 30, amiga.

    Família diz que há imagens de Vitória nas docas. Fernanda conta que a polícia teria conseguido confirmar a presença da psicóloga no local, no entanto, a família não viu essas imagens até o momento. Segundo informações transmitidas à Fernanda, Vitória teria conversado com um casal e depois com uma mulher que estava acompanhada de um bebê.

    A psicóloga ainda teria entrado em uma igreja próxima às docas. “Chega um determinado ponto que não tem mais imagens dela”, diz Fernanda, ressaltando que a amiga é bastante comunicativa.

    Polícia divulgou imagens de Vitória no dia do desaparecimento. Em publicação feita nas redes sociais, a Polícia de Essex divulgou cenas de Vitória em um ônibus. “Acreditamos que, mais tarde naquela mesma noite, ela possa ter estado na área do porto de Brightlingsea. Estamos trabalhando arduamente para localizar Vitória. Estamos muito preocupados e precisamos encontrá-la para garantir que ela esteja bem”, diz comunicado das autoridades.

    Parte da família foi a Londres e está acompanhando as buscas. Fernanda diz que o namorado de Vitória e a mãe dela estão na capital inglesa. A amiga critica que ainda não houve buscas pelo mar, uma vez que a geolocalização mostrava que o celular estava nas águas. que desapareceu em Brightlingsea, na Inglaterra,

    “Estão fazendo buscas em terra e tudo o que foi feito foi graças à localização que mandei. Mas estou sentindo falta de buscas marítimas. O nosso apelo é que sejam utilizados todos os recursos disponíveis. E tudo isso está sendo feito com a esperança de que a minha amiga volte”, disse Fernanda.

    Itamaraty acompanha o caso. Em nota enviada ao UOL, o Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Londres, informou que acompanha o caso e que está em contato com as autoridades locais e com a família da brasileira.

    Polícia encontra bolsa que seria de brasileira desaparecida na Inglaterra

  • Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Faturamento foi R$ 1,39 trilhão, representando 10,8% do PIB; Demanda doméstica foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período

    No ano passado, a indústria brasileira de alimentos e bebidas apresentou um faturamento de R$ 1,39 trilhão, o que representou alta de 8,02% na comparação com o ano anterior. O montante representa 10,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para 2025.

    Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o grande destaque do ano foi o mercado interno, que respondeu por R$ 1,02 trilhão desse total, sendo que R$ 732 bilhões são decorrentes do varejo e o restante, do food service, que vem retomando sua fatia de participação.

    A demanda doméstica, diz a associação, também foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período. De acordo com a Abia, esse resultado reflete a recomposição gradual do consumo das famílias, o avanço do consumo fora do lar e também os ganhos de eficiência obtidos pelas empresas ao longo do ano. 

    Quanto às exportações, a indústria de alimentos e bebidas registrou um crescimento de 0,7% em 2025, somando US$ 66,73 bilhões. A Ásia foi o principal destino, alcançando US$ 27,4 bilhões. Já os Estados Unidos importaram US$ 4,9 bilhões em produtos brasileiros, um aumento de 9,2% no período, apesar das elevações tarifárias que foram aplicadas ao setor.

    O balanço apresentado pela associação também apontou que a força de trabalho direta alcançou 2,12 milhões de empregados, um crescimento de 2,4% em relação a 2024. Somando os empregos indiretos, a cadeia produtiva chegou a 10,6 milhões de postos de trabalho o que corresponde, de acordo com a Abia, a 10,3% de toda a força de trabalho ocupada do país.

    Perspectivas

    Para este ano, a Abia espera que as vendas reais cresçam entre 2% e 2,5%, impulsionadas pelo mercado doméstico e pela recuperação gradual do mercado internacional. A geração de empregos também deve crescer, com alta entre 1% e 1,5%.

    “Em 2026, a combinação de estabilidade da safra, redução gradual dos juros e um ambiente econômico de crescimento moderado, no Brasil e no mundo, cria condições mais previsíveis para o planejamento e o investimento. Ainda haverá desafios, especialmente do lado dos custos, mas o setor entra nesse ciclo com bases sólidas para crescer de forma sustentável, gerar empregos e seguir cumprindo seu papel estratégico no desenvolvimento do país”, disse João Dornellas, presidente executivo da Abia.

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

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  • Luisa Arraes diz que foi assaltada em São Paulo

    Luisa Arraes diz que foi assaltada em São Paulo

    Atriz Luisa Arraes diz ter sido vítima de ataque com pedra e fez alerta aos amigos: “Cuidado ao usar o celular no táxi e, caraca, vamos eleger alguém mais legal para São Paulo”, disse

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Luisa Arraes afirmou ter sido vítima de um assalto em São Paulo. Via redes sociais, a atriz, que é carioca, relatou aos seguidores e amigos que foi roubada enquanto estava em um táxi.

    Ela não deu detalhes sobre o local onde a violência teria ocorrido, mas contou que o assaltante jogou uma pedra contra o vidro do carro.

    “Olá, amigos! Estou bem, mas ontem fui assaltada aqui em São Paulo naquele estilo clássico que todos já viveram. Pedra na janela do carro, passa o celular, etc.”, escreveu Luisa.

    “Cuidado ao usar o celular no táxi e, caraca, vamos eleger alguém mais legal para São Paulo, não custa lembrar!”, completou.

    Luisa Arraes diz que foi assaltada em São Paulo

  • Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Parte significativa do planejamento esportivo e financeiro do Botafogo para a temporada depende do jogo desta terça-feira (10), contra o Barcelona de Guayaquil, no Nilton Santos. Se passar após o empate no jogo de ida, o Alvinegro joga a Libertadores. Se perder, terá de se contentar com a Sul-Americana.

    Mas John Textor, dono da SAF alvinegra, diz que não vai ao estádio pensando em dinheiro.

    Em conversa com jornalistas na festa do Carioca, a primeira pergunta foi sobre o impacto que o duelo desta noite pode ter para o cenário financeiro da equipe.

    “Ninguém pensa sobre futebol desse jeito. Eu sou um cara do futebol, eu amo futebol. Eu vim para o Rio para me divertir, para construir um time campeão. Conseguimos. E agora temos que fazer outro. Eu não vou para o jogo pensando: ‘Espero que vendamos mais ingressos’. Eu espero que a gente dê uma surra neles amanhã (nesta terça-feira (10)). É nisso que estou pensando”, disse o dirigente.

    Mas o cotidiano do Botafogo nos últimos tempos tem sido turbulento, não só pelos desafios de reformulação do time, mudança de técnico para a temporada atual e os problemas financeiros.

    Há um contexto de disputa societária entre Textor e investidores da Eagle que movimenta a Justiça dentro e fora do Brasil. O dono da SAF, no entanto, alega que há um grau de civilidade na disputa.

    “Eu não estou lutando com a Ares. Estou tentando comprar a parte deles. Eles estão considerando comprar a minha parte. É uma negociação amigável. Perece uma guerra civil na imprensa. Mas eu falo com eles, tenho amigos que trabalham na Ares. É muito dinheiro, muitos interesses e muitas negociações.

    O que se vê parece uma guerra civil porque advogados gostam de falar besteira, assessores de imprensa gostam de falar besteira. Mas tenho uma relação muito direta e cordial com a Ares. Temos diferenças de opinião. Eu quero comprar a parte deles, eles estão tentando comprar a minha parte na França”, acrescentou, incluindo na discussão o cenário no Lyon, do qual foi afastado.

    O que os jogadores acham da briga?

    “Os jogadores não dão a mínima para isso. Eles vão lá, jogam futebol. Todo mundo me pergunta sobre o momento. O momento é de jogadores que têm que jogar e treinador que tem que treinar. E donos que têm que trabalhar suas coisas fora de campo”, completou.

    O Botafogo fez movimentos recentes no mercado, com as chegadas de Medina, Edenilson e Ferraresi. Derrubar o transfer ban por causa da dívida com o Atlanta por Thiago Almada foi crucial. Textor contou que tem aberto a porta para as indicações que recebe dos dirigentes alvinegros.

    “Temos um dos melhores departamentos de scout do Brasil, talvez da América do Sul. Eu confio no Alessandro Brito, no Léo Coelho (diretor de futebol). Não estou dizendo ‘não’ aos jogadores que eles trazem para mim. Estou dizendo ‘sim’ sempre que posso. Temos que ser racionais, temos muitos jogadores, temos um elenco saudável”, afirmou.

    O norte-americano ainda considera que tem jogadores bons o suficiente para fazer uma boa temporada em 2026, mas também no futuro.

    “Eu vou ao treino e vejo talento. Temos veteranos, mas também um dos melhores projetos de sub-20 do Brasil no momento. Podemos espalhar jogadores entre Copinha e Carioca e eles ainda são bons. Temos muito talento. Precisamos reunir isso e ganhar jogos”, comentou Textor.

    Nas últimas semanas, a SAF do Botafogo teve a saída de figuras até então importantes na administração, como Thairo Arruda, ex-CEO, e o ex-vice-presidente executivo, Jonas Marmello. Sem se referir especificamente a algum deles, Textor soltou:

    “Muitas pessoas foram demitidas, mas dizem que pediram demissão. Espero que elas se deem muito bem na vida”.

    Diante das perguntas do UOL sobre o cenário administrativo, Textor encerrou a conversa pedindo mais perguntas sobre futebol. Como elas não vieram, despediu-se dos jornalistas.

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

  • Argentina concede refúgio a condenado do 8 de Janeiro pela primeira vez

    Argentina concede refúgio a condenado do 8 de Janeiro pela primeira vez

    Joel Borges Corrêa foi preso no país vizinho quando tentava atravessar a Cordilheira dos Andes; o homem foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão pelo Supremo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Autoridades da Argentina concederam pela primeira vez refúgio a um brasileiro foragido da Justiça por envolvimento nos ataques às sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A decisão foi tomada nesta terça-feira (10).

    O beneficiado é Joel Borges Correa, preso no país vizinho quando tentava atravessar a Cordilheira dos Andes rumo ao Chile em novembro de 2024.

    Ele vivia em Buenos Aires e foi detido pela Polícia Federal argentina na localidade turística de El Volcán, na província de San Luis, após parar em um controle de trânsito. No carro, levava uma mala com roupas.

    No Brasil, Correa tinha sido condenado a 13 anos e seis meses de prisão pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    A decisão de refúgio foi da Conare (Comissão Nacional para Refugiados da Argentina), órgão do governo responsável por analisar pedidos de refúgio e decidir quem recebe o status de refugiado no país.

    Ela funciona de forma semelhante ao Conare brasileiro, sendo um órgão estatal integrado por funcionários de diferentes ministérios do governo argentino.

    Como mostrou reportagem da Folha de S.Paulo, ao menos quatro pessoas envolvidas nos atos de 8 de Janeiro foram detidas por diferentes órgãos de segurança argentinos.

    Além de Corrêa, também foram presos Wellington Luiz Firmino (condenado a 17 anos de prisão), Joelton Gusmão de Oliveira (17 anos) e Rodrigo de Freitas Moro Ramalho (14 anos). Assim como Correa, Firmino foi detido enquanto tentava fugir para o Chile.

    A maior parte desses brasileiros tem solicitado refúgio no país, um processo que costuma ser lento. Nos pedidos, eles alegam ser perseguidos políticos no Brasil. O país vizinho tem atraído acusados dos ataques golpistas desde a posse do presidente Javier Milei, em 2023, que é alinhado politicamente com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Segundo a Conare argentina, um refugiado é uma pessoa que se encontra fora de seu país devido a fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, pertencimento a determinado grupo social ou opiniões políticas, e que não pode ou não quer, em razão desses temores, recorrer à proteção de seu país.

    Também é considerado refugiado quem fugiu de seu país porque sua vida, segurança ou liberdade estão ameaçadas pela violência generalizada, por conflitos armados, por violações massivas de direitos humanos ou por outras circunstâncias que tenham perturbado gravemente a ordem pública.

    Argentina concede refúgio a condenado do 8 de Janeiro pela primeira vez

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  • Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Na tarde desta terça-feira (10), a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142; Bolsa avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta terça-feira (10), com investidores repercutindo declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o fim da guerra no Irã estar próximo.

    Na segunda-feira, o republicano afirmou que o conflito está “praticamente encerrado” e que Washington está “muito à frente” do prazo, inicialmente estimado entre quatro e cinco semanas. Com isso, o preço do petróleo chegou a desabar mais de 10%, e índices acionários em todo o mundo operam em alta.

    No Brasil, a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142, por volta das 15h30. A Bolsa, por outro lado, avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem, entre os destaques negativos.

    A declaração de Trump foi vista com alívio em meio às preocupações sobre o mercado de energia.

    Desde que Estados Unidos e Israel bombardearam o Irã no fim de fevereiro, o Oriente Médio vive um cenário de guerra regional, à medida que os ataques se espalharam por territórios vizinhos e passaram a dar sinais de que a área -estratégica para o comércio de petróleo do mundo- poderia estar diante de um gargalo em formação.

    Na segunda, o petróleo chegou a ficar próximo de US$ 120 por barril, com países cogitando cortar a produção depois que o Irã ameaçou incendiar navios que trafegassem pelo estreito de Hormuz, canal por onde passam 20% de todo petróleo e gás do mundo. A via também é fundamental para o transporte de fertilizantes, plásticos, carnes e grãos.

    Um bloqueio prolongado do estreito poderia gerar um efeito cascata na economia mundial, com repique na inflação e, por consequência, nas taxas de juros de países já avançados dos ciclos de afrouxamento.

    A fala de Trump, nesse sentido, tirou pressão dos mercados. Um desfecho rápido pode normalizar o tráfego pelo estreito e impedir que a disparada de preços seja profundamente sentida por consumidores em todo o mundo. O fim do conflito também permitiria que países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar retomassem a produção de petróleo paralisada.

    O barril do petróleo Brent, em resposta, viveu uma das sessões de maior volatilidade de sua história na segunda. O barril chegou a alcançar o pico de US$ 119,46 pela manhã, perdeu fôlego e rondou US$ 100 à tarde, até desabar para US$ 90 após a declaração de Trump. Nesta terça, a queda era de mais de 10%, a US$ 88.

    “Claramente, os comentários de Trump sobre uma guerra de curta duração acalmaram os mercados. Embora tenha havido uma reação exagerada para o lado positivo ontem, achamos que há uma reação exagerada para o lado negativo hoje”, avalia Suvro Sarkar, líder da equipe do setor de energia do DBS Bank, acrescentando que o mercado estava subestimando os riscos nesses níveis para o Brent.

    Ainda na segunda-feira, porém, após os comentários de Trump, a Guarda Revolucionária do Irã disse que irá determinar o fim da guerra e que Teerã não permitirá que um litro de petróleo seja exportado da região se os ataques dos EUA e de Israel continuarem.

    Nos mercados, prevaleceu o discurso de Trump. Mas especialistas em energia avaliam que a guerra no Irã já causou a maior disrupção na produção de petróleo da história e que os riscos de um efeito cascata na economia global dependem da duração do conflito.

    Grandes bancos, como Barclays e JPMorgan Chase, por exemplo, afirmam que o barril pode testar a casa de US$ 120 se o conflito persistir por mais algumas semanas. Para efeito de comparação, o Brent chegou à máxima de US$ 128 logo no início da guerra da Ucrânia, em março de 2022, o maior valor desde a crise financeira de 2008 (US$ 144 no pico).

    “Esses números podem parecer muito altos, especialmente considerando o pessimismo generalizado em relação às perspectivas do mercado de petróleo para este ano, mas reiteramos que os fundamentos são mais sólidos e os riscos são maiores do que no conflito entre Rússia e Ucrânia, quando vimos esses níveis se materializarem”, afirma o Barclays.

    No cenário mais pessimista, o Barclays vê o Brent em torno de US$ 150 por barril antes do final do mês.

    Diante do cenário de incertezas, Trump também considera reduzir sanções contra a Rússia, segundo três fontes familiarizadas com o planejamento.

    Países do G7, além disso, consideram liberar estoques emergenciais de petróleo para lidar com a crise de abastecimento, segundo a AIE (Agência Internacional de Energia).

    Em resposta à queda do petróleo, ações de empresas ligadas à commodity caíam no pregão da B3 desta terça. A Petrobras recuava 1%; Braskem e Prio, 5% e 2%, respectivamente.

    O Grupo Pão de Açúcar também estava nos destaques negativos, em queda de 0,73% após pedir recuperação extrajudicial. Nesse processo, a empresa escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao judiciário.

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

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