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  • Foi nojento comigo, relata Monique Evans sobre encontro Babu Santana

    Foi nojento comigo, relata Monique Evans sobre encontro Babu Santana

    Apresentadora relembrou interação com ator no Carnaval e disse ter se decepcionado com antipatia; declarações foram feitas após discussão entre Babu e Ana Paula Renault no reality

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Monique Evans criticou Babu Santana nas redes sociais nesta terça-feira (3), ao comentar a postura do ator dentro e fora do BBB 26. Em publicações no X, a apresentadora relembrou um encontro com o brother antes do reality e afirmou ter se decepcionado com a forma como ele se comportou.

    Segundo ela, o episódio aconteceu durante o Carnaval, em um camarote. Evans afirmou que o ator demonstrava antipatia ao falar com a imprensa e parecia se portar como uma celebridade inacessível. “Encontrei o Babu em um camarote da avenida. Ele se sentiu um superstar. Dando entrevistas com toda sua antipatia. Não dava um sorriso. Super mal-humorado. Eu avisei que vocês iam se surpreender”, escreveu.

    As publicações de Monique vieram após uma discussão recente entre Babu e Ana Paula Renault dentro da casa, que repercutiu nas redes sociais. Para Monique, a postura exibida pelo ator no programa não a surpreendeu, por causa da experiência que teve com ele fora das câmeras.

    Evans também respondeu a um comentário de um internauta que relatava ter visto Babu ignorar pessoas que tentavam abordá-lo na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio. No relato, o usuário disse que o ator teria agido como uma celebridade intocável, enquanto Ana Paula costumaria atender fãs com simpatia.

    Na publicação, Monique concordou com a crítica ao ator e elogiou a ex-BBB. “Exatamente! Ele foi nojento comigo! E a Ana é uma querida”, comentou.

    Foi nojento comigo, relata Monique Evans sobre encontro Babu Santana

  • INSS detecta novo consignado irregular do Master, como Credcesta, e vê indícios de fraude

    INSS detecta novo consignado irregular do Master, como Credcesta, e vê indícios de fraude

    Contratos de M Fácil têm duplicação de nomes, omissão de juros e ausência de assinatura, e casos foram levados a órgãos de controle; defesa de Daniel Vorcaro diz que banco sempre atuou em estrita observância a normas do crédito consignado

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) detectou um produto do Banco Master, na área de créditos e benefícios consignados, que também era ofertado de forma irregular e que estava, até a semana passada, fora do radar das apurações internas tocadas pelo órgão federal.

    Há indícios de fraude em contratos do M Fácil Consignado, com nomes duplicados em um mesmo contrato, omissão dos juros cobrados e ausência de assinatura que permitisse uma conferência mínima sobre a validação do benefício consignado.

    Segundo o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, o M Fácil é equivalente ao Credcesta, um produto criado em 2018 por Augusto Lima e levado ao Master, onde Lima se tornou sócio de Daniel Vorcaro.

    Após expansão junto a servidores públicos em estados e municípios, o Credcesta passou a ser ofertado a aposentados e pensionistas do INSS.

    É um cartão de benefício consignado que tem operação irregular, sem amparo legal e com possibilidade de incidência de juros sobre juros nos contratos firmados, conforme avaliação de Waller Júnior, como a Folha de S.Paulo mostrou em reportagem publicada nesta segunda-feira (2).

    Os contratos do Credcesta serão cancelados, diante da nebulosidade dos termos e do método de transferência de uma modalidade de crédito a outra, sem clareza sobre juros adotados.

    Na semana passada, a partir de uma análise contrato a contrato, o INSS detectou que o M Fácil também tinha operação irregular, inclusive com indícios de fraudes, o que deu início a uma apuração, ainda em curso, sobre a extensão da operação do M Fácil junto a clientes do Master.

    A detecção foi feita em conjunto com a CGU (Controladoria-Geral da União) e comunicada a outros órgãos de controle.

    Em nota, a defesa de Vorcaro afirmou que o Master respeitou as normas e procedimentos do INSS.

    “O banco sempre atuou em estrita observância às normas e aos procedimentos estabelecidos pelo INSS para a concessão de crédito consignado, incluindo os requisitos de formalização, identificação do contratante e comprovação de consentimento”, disse.

    O Banco Central, responsável pelo processo de liquidação do Master, não respondeu aos questionamentos da reportagem.

    Contratos do M Fácil analisados pelo INSS não permitem verificar se a assinatura eletrônica do beneficiário é verdadeira. Também não há dados expressos sobre juros e valores das parcelas.

    Os casos devem ser levados à esfera criminal, segundo o órgão, em razão de indícios de fraudes.

    “Para o INSS, é como se M Fácil Consignado e Credcesta não existissem, porque a gente só autoriza a fazer consignado em contrato específico do segurado com a instituição financeira”, disse o presidente da autarquia.

    “Quando há a migração de um crédito para o consignado, essa migração já ocorre com várias irregularidades, em que não há autonomia para verificação. Não há como quebrar sigilo bancário, verificar os descontos, se foi atribuído um juro indevido ou não”, completa Waller Júnior. “O nosso aposentado fica desesperado por dinheiro, e consegue o que é mais fácil.”

    Por meio de um acordo de cooperação técnica com o governo federal, entre setembro de 2020 e setembro de 2025, o Master operou em todas as linhas de consignados do INSS.

    Esse acordo deixou de ser renovado, diante da iminente crise do banco e das suspeitas de fraudes em transações de carteiras, inclusive de consignados. Na prática, representou um descredenciamento do Master para operação de créditos e benefícios consignados.

    No site da instituição, o M Fácil passou a ser divulgado como um empréstimo pessoal -sem a palavra “consignado”- no valor de R$ 150 a R$ 1.500. Antes, oferecia benefícios como descontos em farmácias. O Banco Central decretou a liquidação do banco em novembro.

    Benefícios consignados como o Credcesta -que é similar ao M Fácil, segundo o INSS- foram permitidos a aposentados e pensionistas do INSS a partir de uma MP (medida provisória) em 2022, no governo de Jair Bolsonaro (PL).

    O Credcesta tinha contrato de exclusividade de 15 anos com o governo da Bahia, na gestão de Rui Costa (PT), que é ministro da Casa Civil da Presidência desde o início do governo Lula (PT). No Master, expandiu-se pelo país, chegando a 24 estados e 176 municípios no final de 2024.

    Quando surgiram as denúncias de que havia uma quadrilha simulando consignados no INSS, o Master foi uma das primeiras instituições a ter o registro suspenso.

    Em 17 de novembro, Daniel Vorcaro e Augusto Lima foram presos pela PF (Polícia Federal) dentro da investigação que apura fraudes na venda de carteiras de crédito para o BRB (Banco de Brasília). A suspeita é de que haviam organizado um esquema para simular a criação de carteiras sem lastro.

    O ex-banqueiro voltou a ser preso nesta quarta-feira (3) em nova fase da Operação Compliance Zero que apontou a existência de um suposto grupo em torno de Vorcaro voltado à vigilância e intimidação de desafetos.

    INSS detecta novo consignado irregular do Master, como Credcesta, e vê indícios de fraude

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  • Vídeo: homem escapa de ser esmagado ao sair de elevador na Índia

    Vídeo: homem escapa de ser esmagado ao sair de elevador na Índia

    Um homem quase doi esmagado em um elevador em Valsad, na Índia, e o momento ficou registrado pela camêra de segurança do prédio; residente sofreu ferimentos leves na cabeça

    O momento em que um homem escapa, por pouco, a um acidente com um elevador, em Valsad, na Índia, foi gravado e compartilhado nas redes sociais. Tudo aconteceu na terça-feira e, apesar de quase ter sido esmagado, o homem sobreviveu.

    As imagens, que pode ver acima, mostram o momento em que o homem está saindo da estrutura, com a mesma se movendo.

    O homem, que vive no 9.º andar do prédio onde tudo aconteceu, conseguiu escapar por uma pequena brecha.

    De acordo com as publicações indianas, apesar de ter sobrevivido, o homem bateu com a cabeça no chão, tendo sofrido ferimentos leves.

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  • Deputado aciona PGR contra Campos Neto por suposta omissão na supervisão do Banco Master

    Deputado aciona PGR contra Campos Neto por suposta omissão na supervisão do Banco Master

    Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que havia sinais de fragilidade financeira no Banco Master que teriam sido acompanhados pelo Banco Central ao longo da gestão de Campos Neto (foto) sem que medidas mais duras fossem adotadas

    O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou nesta quarta-feira, 4, uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a abertura de investigação criminal contra o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto por suposta omissão na supervisão do Banco Master.

    A representação também solicita o requerimento de documentos internos do Banco Central relacionados à supervisão da instituição financeira, além do depoimento de Campos Neto e de outros servidores envolvidos nas decisões.

    Procurado, Campos Neto não se manifestou até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

    Segundo Lindbergh, havia sinais de fragilidade financeira da instituição que teriam sido acompanhados pelo Banco Central ao longo dos anos sem que medidas mais duras, como intervenção ou direção fiscal, fossem adotadas. O deputado argumenta que a deterioração do banco poderia ter sido mitigada caso providências fossem tomadas antes.

    “Relatos indicam que sinais de fragilidade, especialmente relacionados à liquidez e à qualidade de ativos, já eram detectáveis ao longo dos anos que antecederam a liquidação. Esses sinais, ao que se noticia, teriam sido objeto de relatórios internos e alertas técnicos, circunstância que exige investigação detalhada quanto ao tratamento dado a essas informações”, sustenta o deputado.

    Na petição, o parlamentar ainda cita uma reportagem do Estadão de abril do ano passado para argumentar que uma norma editada pelo BC em outubro de 2023, ainda sob a gestão Campos Neto, abriu uma brecha para que o Banco Master e outras instituições financeiras não fossem obrigadas a contabilizar o risco de carregar precatórios e direitos creditórios em seu balanço.

    Com isso, o Master, que tem forte participação desses papéis entre os seus ativos, pôde continuar operando sem a necessidade de receber mais aportes por parte dos sócios ou ser obrigado a vender ativos.

    “Tecnicamente, a norma do BC editada à época da presidência do ora representado, alterou os chamados ‘fatores de ponderação de risco’ (FPR) uma classificação que aumenta o risco de determinados ativos no balanço das instituições financeiras”, escreveu o petista.

    Campos Neto sabia dos problemas do Master, mas evitou intervir

    Como mostrou o Estadão, Campos Neto tinha conhecimento dos graves problemas de liquidez enfrentados pelo Banco Master durante sua gestão à frente da autoridade monetária, mas evitou adotar medidas mais extremas contra a instituição.

    O crescimento da instituição financeira de Daniel Vorcaro ocorreu entre 2019 e 2024, durante a gestão de Campos Neto. Em 7 de novembro de 2024, como revelou o Estadão, o Banco Master enviou comunicação ao Banco Central comprometendo-se a adotar medidas para melhorar recompor a saúde financeira da instituição até maio de 2025.

    A manifestação foi uma resposta a um ultimato da autoridade monetária um ano antes de o banco ser liquidado pelo atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, em novembro de 2025.

    Deputado aciona PGR contra Campos Neto por suposta omissão na supervisão do Banco Master

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  • Despedida de Solteiro imita detenção de Maduro e viraliza: "Gênios"

    Despedida de Solteiro imita detenção de Maduro e viraliza: "Gênios"

    Preparar uma despedida de solteiro é uma atividade divertida mas que também pode dar muitas dores de cabeça.

     

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    Despedida de Solteiro imita detenção de Maduro e viraliza: "Gênios"

  • Wagner Moura chama Bolsonaro de Trump brasileiro em talk show de Jimmy Kimmel

    Wagner Moura chama Bolsonaro de Trump brasileiro em talk show de Jimmy Kimmel

    Em programa americano, ator afirma que ‘nosso Trump está na prisão’ e recebe aplausos; segundo ele, ‘O Agente Secreto’ é consequência da perplexidade com o bolsonarismo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Wagner Moura disse em entrevista ao talk show Jimmy Kimmel Live!, nesta quarta-feira (4), que o filme “O Agente Secreto” é uma consequência da perplexidade dele e do diretor Kleber Mendonça com o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Esse filme não teria acontecido se não fosse por causa dele”.

    Caso ganhe o Oscar de melhor ator, o brasileiro brincou que pensa em imitar Kimmel que, ao vencer o Critics Choice Awards de melhor talk show, em janeiro, fez um agradecimento irônico a Donald Trump.

    “Obrigado, Sr. Presidente, por todas as muitas coisas ridículas que você faz a cada dia. Foram semanas excepcionais, e mal podemos esperar para voltar ao ar amanhã à noite para falar sobre elas”, discursou o americano.

    Moura achou uma boa ideia fazer esse tipo de agradecimento e definiu Bolsonaro como “o Trump brasileiro”.

    “Mas o nosso Trump está na prisão”, completou, conquistando aplausos da plateia.

    O apresentador perguntou qual é a sensação de ver o ex-presidente punido pela trama golpista. “É uma sensação boa”, afirmou o ator.

    O protagonista de “O Agente Secreto” vai acompanhado da esposa, Sandra Delgado, e de três amigos à cerimônia do Oscar, no dia 15. Um deles será Lázaro Ramos, como o próprio Moura revelou em entrevista ao Letterboxd.

    Ele e Kimmel falaram sobre as ameaças tarifárias de Trump contra o Brasil e abordaram a dificuldade que Moura enfrentou para lançar o filme “Marighella”, dirigido por ele, nos anos de bolsonarismo.

    O ator afirmou que os ecos da ditadura militar ainda são muito presentes no Brasil. Para ele, a eleição de Bolsonaro é um reflexo disso.

    Ao mesmo tempo, Moura disse acreditar que as punições à trama golpista ocorreram rapidamente porque o país sabe o que é viver sob uma ditadura.

    Em tom crítico ao momento atual dos Estados Unidos, ele mencionou as mortes de dois cidadãos americanos a tiros por agentes federais de imigração em Minneapolis.

    “Esse é o país que exporta para o resto do mundo a luta pelos direitos civis?”, questionou. “Esse é o país de Martin Luther King?”

    Kimmel mostrou uma imagem do Carnaval de Olinda, em que Moura foi homenageado com um dos tradicionais bonecões da folia.

    O apresentador tentou entender a homenagem e perguntou se o ator brasileiro levou o bonecão para casa. “Eu levaria para todas as reuniões de família”, divertiu-se.

    Esta não foi a primeira vez que Moura conversou com o apresentador. Em 2016, ele esteve no talk show para divulgar a série “Narcos”, na qual interpretou Pablo Escobar. Pelo papel, recebeu indicação ao Globo de Ouro na categoria de melhor ator em série dramática.

    Wagner Moura chama Bolsonaro de Trump brasileiro em talk show de Jimmy Kimmel

  • Veja algumas dicas que vão te ajudar a não trocar de iPhone todos os anos

    Veja algumas dicas que vão te ajudar a não trocar de iPhone todos os anos

    A bateria (ou a falta dela) é frequentemente citada pelos usuários de iPhone como um dos motivos para adquirir um novo modelo. No entanto, uma simples “afinação” nas configurações do celular é suficiente para que a bateria deixe de ser um problema

    Os usuários de iPhone reclamam frequentemente da bateria e citam muitas vezes este departamento como o motivo que os leva a adquirir novos modelos que, em alguns casos, acontece todos os anos.

    É uma reclamação habitual dos usuários de iPhone, que notam que perdem autonomia gradualmente ao longo dos meses que usam o aparelho. Dada a forma como funciona a degradação das baterias modernas por via do número de ciclos de carregamento, este até pode ser um motivo válido mas, se não quer estar sempre pensando em comprar um novo iPhone, há algumas coisas que pode fazer.

    Basta uma simples afinação das configurações do iPhone para que verifique ganhos substanciais na autonomia da bateria, que deixa assim de ser um problema e o ajudará a poupar uma boa soma na compra de um novo smartphone.

    Se está interessado em saber mais, recomendamos que dê uma olhada às nossas dicas para o ajudar a aumentar a autonomia de bateria do seu iPhone.

    Dicas para prolongar a autonomia do iPhone:

    • Veja quais são os apps que estão gastando mais bateria e apague os que não usa;
    • Desativar a atualização de apps em segundo plano;
    • Retire a permissão de acesso à localização de apps que não usa;
    • Desative o comando de voz da Siri;
    • Desative o acesso a redes 5G para acessar apenas à ligação LTE;
    • Desative as notificações “push” para novos e-mails ou mude a frequência com que são exibidas;
    • Desligar a análise de desempenho do iPhone;
    • Desativar a funcionalidade Levantar para reativar;
    • Ative o bloqueio automático do celular após 30 segundos sem atividade;
    • Faça uma gestão cuidada dos widgets na tela inicial.

    Veja algumas dicas que vão te ajudar a não trocar de iPhone todos os anos

  • Indício de envolvimento de servidores no caso Master gera clima de abatimento no BC

    Indício de envolvimento de servidores no caso Master gera clima de abatimento no BC

    Paulo Souza e Belline Santana foram alvos de operação realizada pela Polícia Federal; funcionários temem que episódio afete credibilidade da instituição e do corpo técnico

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O indício de envolvimento do ex-diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Souza, e do ex-chefe do departamento de supervisão bancária, Belline Santana, no caso Master gerou um clima de abatimento e perplexidade entre os funcionários.

    Segundo relatos feitos à reportagem sob condição de anonimato, há temor de que o episódio contamine negativamente a opinião pública sobre a atuação dos técnicos do BC. Há preocupação com as consequências sobre a credibilidade da instituição.

    Os dois servidores do BC foram alvos de operação de busca e apreensão realizada nesta quarta-feira (4) pela Polícia Federal. O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que ambos usem tornozeleira eletrônica.

    De acordo com a decisão de Mendonça, Souza e Santana atuavam como consultores privados do banqueiro Daniel Vorcaro para assuntos relacionados ao BC, recebendo propina por isso. Entre os pagamentos, é mencionada uma viagem para a Disney feita pelo ex-diretor cujo guia foi pago pelo dono do Master.

    Um integrante do BC se disse incrédulo com a situação, outro funcionário contou ter ficado abatido quando tomou conhecimento do assunto, e uma terceira pessoa falou em choque e surpresa entre os funcionários. Os servidores, contudo, evitaram julgar a conduta dos antigos colegas e condená-los antecipadamente.

    Em nota, a ANBCB (Associação Nacional dos Auditores do Banco Central), que representa uma parcela dos servidores, disse considerar extremamente graves os apontamentos da terceira fase da operação Compliance Zero.

    “Condutas irregulares devem ser rigorosamente investigadas e, se confirmadas, punidas com estrita observância ao devido processo legal”, afirmou.

    A entidade destacou a atuação do BC e a celeridade de reação ao acionar seus mecanismos de controle interno e afastar preventivamente os envolvidos.

    “Episódios como este reforçam a necessidade permanente de aprimorar a governança e os mecanismos de integridade institucional. Instituições fortes são aquelas capazes de identificar e corrigir seus próprios erros com firmeza”, acrescentou.

    Nesta quarta, o Banco Central disse ter identificado indícios de vantagens indevidas por parte de dois servidores durante investigação interna sobre o caso Master. O processo está sendo conduzido sob sigilo pela corregedoria do órgão.

    “De imediato, o Banco Central afastou cautelarmente os referidos servidores do exercício de seus cargos e do acesso às dependências da instituição e a seus sistemas, instaurou procedimentos correcionais para apuração dos fatos e comunicou os indícios de prática de crimes à Polícia Federal”, disse a autoridade monetária em nota.

    O BC também expressou “convicção” de que o trabalho realizado pela PF representa um “passo essencial para o pleno esclarecimento dos fatos”. “Observado o devido processo legal e o direito à ampla defesa, as condutas infracionais identificadas receberão a devida resposta sancionatória, de acordo com a lei”, acrescentou.

    De acordo com um interlocutor, as providências foram prontamente tomadas quando indícios de irregularidades foram detectados. Na visão do interlocutor, foram condutas isoladas e a governança do BC funcionou. O sentimento na cúpula do BC é de confiança de que foi feito o que era necessário e que a instituição será preservada.

    Como mostrou a Folha de S. Paulo, o BC tem feito uma revisão interna do processo de fiscalização envolvendo o Banco Master, desde a expansão do conglomerado de Vorcaro até a liquidação da instituição em novembro de 2025. Souza e Santana deixaram suas funções de confiança em janeiro, mas já tinham sido afastados pelo presidente Gabriel Galípolo.

    Indício de envolvimento de servidores no caso Master gera clima de abatimento no BC

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  • Técnico Leonardo Jardim é anunciado pelo Flamengo

    Técnico Leonardo Jardim é anunciado pelo Flamengo

    O Flamengo anunciou, nesta quarta-feira (4), que contratou o técnico Leonardo Jardim. O português, que comandou o Cruzeiro em 2025, chega para substituir Filipe Luís, que foi demitido na madrugada da última terça-feira (3) após a goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, pelas semifinais do Carioca.

    Em comunicado, o time da Gávea informa que “o vínculo do treinador com o Rubro-Negro é válido até dezembro de 2027”. Leonardo Jardim chega ao Flamengo acompanhado dos auxiliares António Vieira, José Barros e Diogo Dias, que também passam a integrar a comissão técnica da equipe profissional.

    Leonardo Jardim comandou o primeiro treino do Flamengo na tarde desta quarta-feira, no Centro de Treinamento George Helal. O treinador será apresentado oficialmente na próxima quinta-feira (5).

    O técnico português terá o desafio de substituir Filipe Luís, que conquistou cinco títulos em 16 meses. A demissão de Filipinho foi influenciada por maus resultados no início da atual temporada, que culminaram com a perda do título da Supercopa Rei para o Corinthians e do troféu da Recopa Sul-Americana para o Lanús (Argentina).

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    Estadao Conteudo | 05:00 – 05/03/2026


    Técnico Leonardo Jardim é anunciado pelo Flamengo

  • Irã lança nova onda de ataques contra Israel e países do Golfo

    Irã lança nova onda de ataques contra Israel e países do Golfo

    O Irã lançou durante a madrugada de hoje uma nova onda de ataques contra Israel e países do Golfo aliados dos Estados Unidos

    No sexto dia da guerra no Oriente Médio, a Guarda Revolucionária iraniana revelou uma décima nona onda de bombardeamentos, em uma “operação combinada de mísseis e drones contra as posições” de Israel e das bases norte-americanas na região.

    Jornalistas da agência France-Presse (AFP) ouviram explosões em Jerusalém esta madrugada, após mais uma série de lançamentos de mísseis iranianos. Os serviços de emergência israelenses não reportaram vítimas imediatas.

    Duas horas antes, o exército israelense acionou três alertas para mísseis iranianos.

    As Forças de Defesa de Israel alertaram várias vezes para o lançamento de mísseis a partir do Irã e garantiram estar trabalhando para “interceptar a ameaça”.

    Até ao momento, não há registo de vítimas.

    Entretanto, o Ministério da Defesa da Arábia Saudita afirmou ter interceptado três drones.

    Um petroleiro também sofreu uma explosão na região do Kuwait, provocando derrame de petróleo mas sem vítimas nem a ocorrência de incêndios. O incidente ocorreu fora das águas territoriais kuwaitianas, perto do estreito de Ormuz — rota vital para o comércio energético mundial.

    O episódio segue-se ao ataque de um porta-container por mísseis na mesma zona, com o Irã afirmando controlar totalmente esta passagem estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo e gás natural liquefeito global.

    Este é o sexto dia de ataques iranianos contra estes alvos, em retaliação pela operação conjunta dos Estados Unidos e Israel contra Teerã, que provocou a morte de centenas de pessoas e do líder supremo iraniano, o ayatollah Ali Khamenei.

    Desde sábado, pelo menos 1.114 civis foram mortos no Irã, segundo dados da Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA), uma organização não-governamental sediada nos EUA e composta por defensores dos direitos humanos.

    Destes, a agência afirma que pelo menos 181 eram crianças. A HRANA indica ainda que está analisando quase 900 mortes adicionais relatadas.

    Por outro lado, os ataques do Irã causaram a morte de seis soldados norte-americanos no Kuwait, onde também morreram dois militares e uma criança, bem como a morte de dez israelitas durante as primeiras vagas e outra vítima mortal no Bahrein.

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