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  • Convocados da Seleção Brasileira começam a chegar a Seul para amistosos

    Convocados da Seleção Brasileira começam a chegar a Seul para amistosos

    Seleção Brasileira começou a se reunir neste domingo (5) em Seul, na Coreia do Sul, para a disputa de dois amistosos que encerram o calendário da Data Fifa de outubro. O goleiro Bento foi o primeiro a chegar ao hotel da delegação.

    Ancelotti

    O técnico Carlo Ancelotti desembarcou na capital sul-coreana após uma longa viagem de aproximadamente 36 horas, com conexões em São Paulo e Dubai. O italiano estava acompanhado do diretor executivo Rodrigo Caetano, do coordenador técnico Juan e de outros integrantes da comissão.

    A chegada de todos os convocados deve ser concluída apenas na quarta-feira (8), já que vários atletas ainda defenderam seus clubes europeus no fim de semana. A partir de terça, Ancelotti comandará os primeiros treinos no Goyang Stadium, onde iniciará os ajustes táticos para o duelo contra a Coreia do Sul, marcado para sexta-feira (10), às 8h (horário de Brasília), no Estádio da Copa do Mundo de Seul.

    Novidades

    Uma das novidades na lista é o lateral-direito Paulo Henrique, do Vasco, convocado após a lesão de Wesley, da Roma, durante partida do Campeonato Italiano. Será a primeira oportunidade do jogador com a camisa da seleção principal.

    O confronto diante dos sul-coreanos marca o nono encontro entre as equipes. O Brasil leva ampla vantagem: sete vitórias e apenas uma derrota, registrada em 1999. Nos últimos compromissos, o time venceu por 5 a 1, em Seul, e por 4 a 1 nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2022, no Catar.

    Depois do jogo na Coreia, a delegação segue para Tóquio, onde enfrentará o Japão no dia 14, às 7h30 (de Brasília), no Estádio Nacional. O amistoso fecha a participação brasileira nesta Data Fifa.

    O lateral-direito Paulo Henrique, do Vasco, foi chamado por Carlo Ancelotti para substituir Wesley, da Roma, lesionado neste domingo. Esta é a primeira convocação do jogador, que estará à disposição nos amistosos do Brasil contra Coreia do Sul e Japão em outubro

    Folhapress | 05:00 – 06/10/2025

    Convocados da Seleção Brasileira começam a chegar a Seul para amistosos

  • Morre aos 67 anos Ike Turner Jr., filho de Ike e Tina Turner

    Morre aos 67 anos Ike Turner Jr., filho de Ike e Tina Turner

    O músico e produtor Ike Turner Jr. morreu em Los Angeles por complicações de insuficiência renal. Filho de Ike Turner e adotado por Tina Turner, ele enfrentava problemas cardíacos e havia sofrido um derrame em setembro, segundo familiares.

    Ike Turner Jr., músico e filho de Ike Turner, adotado por Tina Turner, morreu aos 67 anos em Los Angeles. Segundo o site TMZ, a causa da morte foi uma insuficiência renal, agravada por problemas cardíacos. A informação foi confirmada pela sobrinha de Tina Turner, Jacqueline Bullock, que afirmou que o músico vinha enfrentando um declínio de saúde e havia sofrido um derrame no início de setembro.

    “É com grande tristeza que anunciamos a morte do meu primo, Ike Turner Jr. Ele era mais do que um primo, era um irmão. Crescemos juntos”, declarou Bullock em comunicado divulgado ao Page Six.

    Ela relembrou o talento precoce de Ike Jr., que tocava diversos instrumentos e trabalhou no Bolic Sound Studios, fundado por seu pai. “Embora gostasse de tocar bateria, Tina insistia para que ele desmontasse o instrumento após os ensaios, e isso o levou a se apaixonar pelos teclados”, contou.

    Ao longo da carreira, Ike Turner Jr. se tornou um engenheiro de som requisitado, além de músico e produtor. Em 2007, recebeu um Grammy de Melhor Álbum de Blues Tradicional pelo disco Risin’ With The Blues, de Ike Turner.

    Nascido em 1958, filho de Ike Turner e Lorraine Taylor, foi adotado por Tina Turner ainda na infância. A cantora também adotou o irmão dele, Michael Turner. Tina e Ike tiveram juntos um filho biológico, Ronnie Turner, e a artista era mãe de Raymond Craig, de um relacionamento anterior com Raymond Hill.

    Tina Turner morreu em maio de 2023, aos 83 anos, após longa doença. Ike Turner Sr. faleceu em dezembro de 2007, aos 76 anos, vítima de overdose de cocaína.

    A família de Ike Jr. agradeceu pelas mensagens de apoio e pediu privacidade neste momento de luto.

    Morre aos 67 anos Ike Turner Jr., filho de Ike e Tina Turner

  • Primeiro-ministro francês pede demissão e agrava crise política

    Primeiro-ministro francês pede demissão e agrava crise política

    Com menos de um mês no cargo, o primeiro-ministro enfrentava forte pressão da oposição e críticas à composição do novo gabinete. A saída de Lecornu representa mais um revés para Emmanuel Macron em meio ao impasse parlamentar

    O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, apresentou nesta segunda-feira (6) sua renúncia ao presidente Emmanuel Macron, segundo informações da emissora BFM TV. O Palácio do Eliseu confirmou que Macron aceitou o pedido, aprofundando o impasse político no país.

    Lecornu havia assumido o cargo em 9 de setembro, substituindo François Bayrou, mas enfrentava forte pressão da oposição e da direita francesa. As críticas se intensificaram após o anúncio, no domingo (5), de parte de sua nova equipe de governo — composta por 16 ministros e dois secretários de Estado, majoritariamente de centro-direita, incluindo nomes que já haviam integrado o gabinete anterior.

    A oposição reagiu de imediato. Marine Le Pen, líder da extrema-direita, classificou o novo gabinete como “patético” e voltou a defender eleições antecipadas, acusando o governo de “manter no poder quem levou a França à bancarrota”, em referência à volta de Bruno Le Maire ao Ministério da Economia.

    Lecornu era o quarto primeiro-ministro nomeado por Macron em menos de um ano, reflexo da instabilidade política causada pelo parlamento fragmentado e pela dificuldade de aprovar medidas de austeridade.

    Ele deveria apresentar sua declaração de política geral à Assembleia Nacional nesta terça-feira (7), mas a renúncia interrompe o que seria sua primeira grande tentativa de consolidar apoio parlamentar.

    Primeiro-ministro francês pede demissão e agrava crise política

  • 'A gente não pode errar', diz Lula sobre conversa com Trump

    'A gente não pode errar', diz Lula sobre conversa com Trump

    Lula classificou como “extraordinariamente boa” a conversa por telefone com Donald Trump e afirmou ter ficado surpreso com a cordialidade do republicano. O presidente brasileiro cobrou o fim das tarifas e das punições a ministros, destacando a importância de uma relação equilibrada entre os dois países

    (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a conversa que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda-feira (6), como “extraordinariamente boa” e disse ter ficado surpreso com a cordialidade com que foi tratado pelo republicano. Afirmou ainda que os dois não podem errar na negociação para evitar sofrimento da população dos dois países.

    Em entrevista à TV Mirante, do Maranhão, o presidente disse ter cobrado de Trump a suspensão das tarifas aos produtos brasileiros. Também exigiu a retirada das medidas de retaliação a ministros brasileiros, como a suspensão de vistos.

    “Eu falei para ele: para a gente começar a conversar, é importante que comece a ver o zeramento da taxação e a isenção de punição aos nossos ministros. A gente tem que começar a discutir com um pouco de verdade. Eu não sei quais as informações que o senhor tem sobre o Brasil, mas é importante que a gente converse olho no olho para a gente mostrar o que está acontecendo”, disse.

    O presidente também disse ter afirmado a Trump que o Brasil é um dos três países do G20 deficitário na relação comercial com os Estados Unidos, ao lado de Austrália e Reino Unido.

    Por fim, afirmou que o Brasil e os Estados Unidos têm que ser um exemplo para o mundo, destacou os 200 anos de relação diplomática entre os dois países e se disse otimista com as negociações.

    “Acho que ele entendeu, fiquei bastante surpreso com a cordialidade dele. São dois homens de 80 anos com muita responsabilidade, com muita experiência. A gente não pode errar. Nem o povo americano nem o povo brasileiro podem sofrer por conta de erros nossos”, afirmou.

    Mais cedo, Trump disse a ligação com o presidente Lula foi “muito boa” e disse que vários assuntos foram discutidos, mas os principais foram economia e comércio.

    “Esta manhã, tive uma ligação telefônica muito boa com o presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitas coisas, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países”, disse o presidente americano em post no Truth Social.

    De acordo com comunicado do Palácio do Planalto, Trump designou seu secretário de Estado, Marco Rubio, para dar sequência às negociações com autoridades brasileiras sobre o tema. Ambos os líderes concordaram ainda em realizar uma reunião presencial em breve.

    Lula esteve nesta segunda-feira na cidade de Imperatriz, no Maranhão, para participar da cerimônia de entrega de 2.837 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. O investimento do governo federal foi de R$ 358,6 milhões e deve atender cerca de 11 mil pessoas.

    'A gente não pode errar', diz Lula sobre conversa com Trump

  • As dicas de segurança de um ex-agente do Serviço Secreto dos EUA

    As dicas de segurança de um ex-agente do Serviço Secreto dos EUA

    O Serviço Secreto dos Estados Unidos, conhecido por proteger o presidente, também atua como uma das principais forças do país no combate a crimes financeiros. Criado em 1865, antes do FBI e da CIA, o órgão mantém operações em mais de cem países e enfrenta novos desafios com o avanço dos golpes digitais e da inteligência artificia

    (CBS NEWS) – O Serviço Secreto dos Estados Unidos, famoso por ser responsável pela segurança do presidente, também tem outra importante função, muitas vezes desconhecida.

    A organização é responsável por investigar crimes financeiros, atribuição para a qual foi criada, em 1865, antes do FBI (Federal Bureau of Investigation, de 1908) e da CIA (Central Intelligence Agency, de 1947).

    “A agência foi fundada no Departamento do Tesouro, coincidentemente no dia do assassinato de Abraham Lincoln, para proteger o país contra a falsificação. Foi somente em 1901, quando dois presidentes foram assassinados, que eles assumiram a responsabilidade de também protegê-los”, conta Matt O’Neil, ex-agente do Serviço Secreto dos EUA.

    Em visita ao Brasil neste semestre, O’Neil, com 30 anos de experiência em combate a crimes financeiros cibernéticos, participou de um evento com a Polícia Federal a convite da BioCatch, empresa de identidade digital, e conversou com a reportagem sobre como evitar cair em golpes e sobre como países podem combatê-los.

    Nos últimos meses, uma série de ataques hackers desviaram ao menos R$ 1,5 bilhão e levaram o Banco Central a alterar regras do sistema financeiro.
    O Serviço Secreto tem mais de cem operações espalhadas pelo mundo, sendo um dos escritórios no Brasil, em Brasília.

    “O que tentamos fazer é interagir com o máximo de parceiros no exterior possível para que possamos aprender novos golpes antes que isso realmente chegue aos EUA”, diz O’Neil.

    Ele conta que há grupos criminosos que usam um trabalho quase escravo nesses crimes. Há relatos de pessoas levadas à Ásia com promessa de emprego e forçadas a trabalhar em call centers especializados em golpes financeiros.

    “É alto o nível de corrupção na Índia e no Sudeste Asiático. As fábricas fraudulentas estão sendo protegidas no Camboja e recebendo bilhões de dólares, então os investigadores não serão recebidos de braços abertos quando disserem que querem encerrar essa enorme operação. É preciso uma pressão em nível federal, e ainda mais em nível diplomático, contra esses países.”

    Outra dificuldade no combate a esses crimes são as diferenças nas legislações de cada país, o que pode impedir extradições, e a falta de recursos dos órgãos de segurança.

    “Enquanto a polícia leva meses para quebrar o sigilo bancário e seguir o rastro do dinheiro roubado, ladrões limpam a conta e repassam a quantia por diversas contas laranja em minutos”, diz O’Neil.

    Segundo ele, para combater e inibir esses crimes é vital identificar os laranjas, também chamados de contas de passagem, que podem ser criminosos ou vítimas que tiveram seus dados roubados.

    Ele explica que outra dificuldade é o uso de misturadores, programas que mesclam fundos de criptomoedas entre si para deixá-los difíceis de rastrear.

    “Pense em quão poucos policiais têm tempo para trabalhar nesse tipo de caso quando há tantos outros para resolver, seja terrorismo, drogas, quadrilhas. Crimes financeiros são sempre uma questão de nicho para as autoridades policiais. Se for um caso de US$ 50 mil ou US$ 100 mil pode nem ser analisado”, diz o ex-agente.

    “O outro desafio é que, quando você se torna realmente bom em ser um investigador de crimes financeiros, começa a receber convites do setor privado que pagam quatro vezes mais. Então, há uma perda contínua dos melhores talentos.”

    O ex-agente também critica a falta de comunicação entre bancos, que poderiam trocar informações de forma a identificar empresas de fachada e contas laranja. “Os bancos também não vão ser tão rápidos em implementar recursos porque é caro e há muitas outras prioridades. Os golpes não afetam seus resultados financeiros. Mas serão forçados a fazer isso devido a novas regulamentações ou simplesmente por danos à reputação.”

    Segundo ele, alguns padrões rastreáveis por bancos seriam logins a cada 30 segundos, se o titular está online em dois dispositivos ao mesmo tempo, falta de rastreamento da atividade do usuário no dispositivo, uso do celular com uma mão distinta (ex.: canhoto usando na mão direita), a diferença na pressão com a qual segura e tecla no telefone, o idioma do dispositivo e há quanto tempo ele está em uso.

    De acordo com levantamento da BioCatch feito em março junto a 81 executivos brasileiros, todos em posições C-Level em bancos e instituições financeiras, a maioria (40%) destinam entre US$ 25 milhões (R$ 135,5 milhões) e US$ 49,9 milhões (R$ 270,5 milhões) anualmente para tecnologias de detecção de fraudes. Além disso, 89% defendem a necessidade de uma maior intervenção regulatória para o combate à lavagem de dinheiro, e 28% afirmam que ampliar a supervisão de instituições não financeiras é essencial.

    O’Neil cita como exemplos positivos Austrália e Reino Unido, que adotaram medidas para coibir fraudes.

    “No Reino Unido, só para mencionar uma das regras, há uma lei que obriga os bancos a pagar todos os golpes. Já a Austrália lançou o maior compartilhamento de dados anonimizados entre bancos do mundo, em tempo real.”

    Ele reconhece que é mais difícil implementar mudanças em mercados maiores, como Brasil e Estados Unidos.

    “Mas, se as perdas forem distribuídas entre todos nós, ninguém se importa. Precisamos de mais pessoas com voz para se manifestar e dizer que isso não é aceitável. Se as instituições financeiras estiverem perdendo dinheiro, pode apostar que eles vão mudar isso amanhã.”

    Outra dificuldade é a educação sobre golpes. “As pessoas sempre minimizam a quantidade de engenharia social necessária para chegar a alguém. São semanas e meses”, diz ele.

    Ele lembra um caso que investigou no Serviço Secreto, com prejuízos na casa de US$ 650 milhões (R$ 3,5 bilhões), com aproximadamente 400 vítimas.

    “Entrevistamos cada uma delas e todas se consideravam conhecedoras de golpes. Algumas eram médicas, advogadas, professoras, pessoas com formação acadêmica, e foram enganadas. Portanto, [somente] a educação não funciona”, diz o ex-agente.

    Ele diz ser necessário a criação de mais atrito no sistema como um todo, de modo a inibir golpes, mas sem criar desafios competitivos. Outra mudança proposta pelo especialista é a responsabilização das empresas de telecomunicação e de rede social.

    Na opinião de O’Neil, as primeiras poderiam rastrear e barrar telefones de golpistas que fazem centenas de ligações ao dia, com dois segundos de duração cada uma. Já as redes sociais deveriam inibir perfis falsos.

    “Eles ganham mais dinheiro se há mais pessoas na plataforma. Então, não vão descontinuar centenas de milhares de contas. A mesma coisa acontece com aplicativos de namoro. É um grande negócio multibilionário, e é por isso que não promulgaram leis para protegê-los de forma mais significativa, porque essas mesmas organizações estão fazendo doações significativas aos políticos que criariam essas leis.”

    O fato de a lei ser mais branda na punição desses crimes também é visto como um problema pelo especialista.

    “A maior sentença que já recebi foi de 16 anos para um roubo de US$ 300 milhões, mas se o cara estivesse traficando cocaína, ele teria cumprido 50 anos. Então eles pensam ‘tenho 30 anos, se não apreenderam todo o dinheiro, quando tiver 45 estarei livre e rico”, diz O’Neil

    A IA (inteligência artificial) é mais um desafio no combate aos golpes financeiros, pois é utilizada na engenharia dos crimes cibernéticos.

    “Costumávamos tentar manter todos os nossos criminosos cibernéticos em prisões diferentes porque não queremos que façam uma faculdade da prisão, aprendendo uns com os outros e fazendo networking. Hoje, a barreira de entrada para ser um criminoso cibernético é zero. Há cinco anos, você teria que ter algum conhecimento de codificação. Agora, é só preciso combinar IA e kits de phishing comprados online. É uma espécie de ponto de inflexão.”

    Outro crime mencionado por O’Neil é a extorsão de adolescentes pelo crime organizado de países da África Ocidental. Os golpistas se passam por garotas e os fazem enviar fotos comprometedoras, os extorquindo posteriormente, afirma.

    “É algo sobre o qual as pessoas, por algum motivo, não querem falar, mas trabalhamos em vários casos. É algo para se estar atento. Isso chega ao ponto de os jovens se matarem”, afirma o americano.

    Ele aponta que a tecnologia também pode ajudar no combate a este tipo de delito, identificando o padrão da operação, com o mesmo tipo de valor monetário ou a mesma atividade transacional.

    “Precisamos ter mais colaboração como sociedade. Porque é um problema da sociedade. Não é mais um problema bancário”, diz o ex-agente.
    Abaixo, seguem dicas de segurança de O’Neil.

    DICAS DE PROTEÇÃO

    1) Nunca envie dinheiro para alguém que você nunca tenha tocado fisicamente.

    2) Seja cuidadoso com o que você publica online sobre si mesmo.
    Muitos golpistas usam “trends” de redes sociais para garimpar respostas de perguntas de autenticação baseadas em conhecimento. São brincadeiras do tipo “qual o nome do seu cachorro” e “qual o seu primeiro carro” que expõem informações pessoais relevantes.

    3) Cuidado com os seus dados que os aplicativos estão coletando.
    Esteja atento com as autorizações solicitadas pelo app, como os serviços de localização e acesso à câmera. Há organizações que vendem essas informações ilegalmente.

    4) Se você não está pagando, o preço é você.
    Suspeite de promessas de dinheiro fácil. Outro alerta é o senso de urgência de quem aplica o golpe, como se fosse algo que só poderia ser feito naquele momento.

    5) Evite atender ligações de números desconhecidos
    Muitas vezes golpistas ligam para verificar se a linha está ativa. Assim, eles podem mantê-lo na lista de possíveis alvos.

    As dicas de segurança de um ex-agente do Serviço Secreto dos EUA

  • Paulo Henrique, do Vasco, é convocado à seleção após corte de Wesley

    Paulo Henrique, do Vasco, é convocado à seleção após corte de Wesley

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O lateral-direito Paulo Henrique, do Vasco, foi convocado para a seleção brasileira.

    Ele vai substituir Wesley, da Roma, que se machucou neste domingo (05), durante a vitória sobre a Fiorentina, pelo Campeonato Italiano.

    É a primeira convocação de Paulo Henrique, que estará à disposição para os jogos do Brasil contra Coreia do Sul e Japão, nos dias 10 e 14 de outubro, respectivamente.

    Este é o segundo corte que o técnico Carlo Ancelotti enfrenta na lateral direita. Antes de Wesley, Vanderson, do Monaco, se machucou. Vitinho, do Botafogo, foi convocado no lugar.

    Paulo Henrique já tinha aparecido na pré-lista anterior de Ancelotti, para os jogos contra Chile e Bolívia. Mas só agora teve a brecha para ser testado.

    Convocado por Ancelotti para amistosos da seleção brasileira contra Coreia do Sul e Japão, Vanderson deixou o campo chorando após lesão na perna durante o jogo do Mônaco contra o Manchester City. O lateral já havia perdido a última Data Fifa também por contusão

    Folhapress | 11:00 – 02/10/2025

    Paulo Henrique, do Vasco, é convocado à seleção após corte de Wesley

  • Centrão avança nos estados e projeta mais candidaturas aos governos em 2026

    Centrão avança nos estados e projeta mais candidaturas aos governos em 2026

    Com PT e PL focados na corrida presidencial de 2026, partidos do centrão avançam nos estados e se preparam para disputar governos regionais. Fortalecidos no Congresso e com recursos recordes dos fundos partidário e eleitoral, PP, União Brasil e Republicanos devem lançar candidaturas em até 16 estados

    (CBS NEWS) – Com PT e PL voltados para as eleições presidenciais e com a meta de ampliar suas respectivas bancadas no Senado, partidos do centrão ganham musculatura nos estados e se movimentam para obter terreno na disputa pelos governos estaduais.

    Faltando um ano para as eleições, marcadas para 4 de outubro de 2026, partidos como PP, União Brasil e Republicanos caminham para ter um número recorde de candidatos a governador.

    O cenário é resultado do fortalecimento dessas legendas, que aumentaram suas bancadas no Congresso Nacional, com consequente ampliação das verbas milionárias dos fundos partidário e eleitoral.

    O União Progressista, federação que uniu o PP e União Brasil, caminha para ter candidaturas aos governos de até 16 estados. Juntos, os dois partidos devem ter um tempo de propaganda robusto e cerca de R$ 1 bilhão do fundo eleitoral.

    “A federação cria uma boa estrutura de largada que viabiliza uma candidatura a governador. O passo seguinte é buscar o apoio de outros partidos”, avalia ACM Neto, vice-presidente do União Brasil e pré-candidato ao Governo da Bahia.

    As duas legendas anunciaram no último mês o desembarque do governo Lula (PT), mas mantiveram indicados em cargos federais, incluindo dois ministérios e estatais -o ministro do Turismo, Celso Sabino, pediu demissão, mas tenta permanecer no cargo.

    Agora, articulam candidaturas nos estados enquanto tentam emplacar um projeto nacional que unifique a direita.

    O PP, que em 2022 disputou os governos de cinco estados e venceu no Acre e em Roraima, agora tem pré-candidatos em dez unidades da Federação.

    Entre as novas apostas estão o ex-tucano Eduardo Riedel, governador de Mato Grosso do Sul, além de três vice-governadores que vão assumir em definitivo em abril de 2026 com a renúncia dos titulares para concorrer ao Senado: Celina Leão (DF), Lucas Ribeiro (PB) e Mailza Assis (AC).

    Em São Paulo, a aposta do partido é o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, pré-candidato ao Senado que pode concorrer ao governo se Tarcísio de Freitas (Republicanos) for candidato a presidente.

    O União Brasil tem pré-candidaturas em oito estados, incluindo grandes colégios eleitorais como Bahia e Rio de Janeiro. Mas enfrenta embates internos com o PP no Acre, na Paraíba e no Paraná -neste último, o senador Sergio Moro tenta viabilizar sua candidatura ao governo, mas enfrenta resistências.

    O Republicanos é outra sigla que deve ter um salto no número de candidatos a governador. Originalmente ligada à Igreja Universal, a legenda tem buscado ampliar suas bases nos estados.

    Em 2022, o partido disputou apenas três estados e venceu em São Paulo, com Tarcísio de Freitas, e no Tocantins, com Wanderlei Barbosa. Agora pode ter candidatura em até nove estados.

    Dentre eles estão o senador Cleitinho (Minas Gerais), o vice-governador Otaviano Pivetta (Mato Grosso) e o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Espírito Santo). A legenda também negocia a filiação de potenciais candidatos como Alan Rick, no Acre, e Fernando Máximo, em Rondônia.

    O PL de Jair Bolsonaro enfrenta um cenário mais nebuloso nos estados. O partido disputa a reeleição em Santa Catarina, com Jorginho Mello, e caminha para lançar o deputado Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul, e a empresária Maria do Carmo Seffair, no Amazonas.

    Há pré-candidaturas em outras três localidades: Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Norte. Em Minas Gerais, o deputado federal Nikolas Ferreira avalia concorrer.

    Enquanto o centrão tenta ganhar terreno, partidos tradicionais de centro como PSD e MDB atuam para manter o protagonismo.

    O MDB, que possui três governadores, vai lançar candidaturas em oito estados. “Vamos com uma estratégia pé no chão, de mostrar que o MDB tem um diferencial por ser um partido de entrega, que tem gestão”, afirma o deputado federal Baleia Rossi (SP), presidente nacional do partido.

    O partido vai apostar em nomes experientes, incluindo o ministro dos Transportes, Renan Filho (Alagoas), e quatro vice-governadores que devem assumir o cargo no próximo ano: Gabriel Souza (Rio Grande do Sul), Hana Grassan (Pará), Daniel Vilela (Goiás) e Ricardo Ferraço (Espírito Santo).

    O PSD, que chegou a cinco governadores com as filiações de Raquel Lyra (Pernambuco), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Laurez Moreira (Tocantins), tem pré-candidaturas em ao menos dez estados.

    Nesta semana, o partido acertou a filiação do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, que vai deixar o partido Novo, em um movimento que mina uma possível candidatura do senador Rodrigo Pacheco. Outra aposta da legenda é o prefeito Eduardo Paes, no Rio de Janeiro.

    No campo da esquerda, o PT vai disputar a reeleição na Bahia, no Ceará e no Piauí e lançou o secretário da Fazenda, Cadu Xavier, como pré-candidato à sucessão de Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte.

    A legenda também mira uma candidatura competitiva no Rio Grande do Sul, com Edegar Pretto, e avalia lançar nomes em outros seis estados.

    O PSB terá como prioridade a candidatura de João Campos, em Pernambuco, mas avalia entrar na disputa em São Paulo, com o ministro Márcio França, e no Distrito federal, com Ricardo Capelli.

    PSDB e PDT seguem em rota de declínio. Os tucanos, que perderam os três governadores eleitos em 2022, terão como principal trunfo uma possível candidatura de Ciro Gomes, cotado para se filiar ao partido no Ceará. A legenda também deve concorrer em Goiás e Rondônia.

    O PDT, que chegou a lançar dez candidatos em 2022 na esteira da campanha presidencial de Ciro Gomes, deve ter candidatos em três estados. A principal aposta é Juliana Brizola, no Rio Grande do Sul.

    Centrão avança nos estados e projeta mais candidaturas aos governos em 2026

  • Virada e derrota rubro-negra levam Palmeiras à ponta do Brasileirão

    Virada e derrota rubro-negra levam Palmeiras à ponta do Brasileirão

    A fé do torcedor do Palmeiras foi colocada à prova neste domingo (5). Primeiro, ao buscar uma virada épica diante do São Paulo, no Morumbis, por 3 a 2, após ir para o intervalo perdendo por 2 a 0. Depois, pela necessidade de uma derrota do Flamengo para o Bahia, em um confronto no qual o Rubro-Negro levou a melhor nos últimos dez jogos. E o tropeço carioca veio: triunfo do Esquadrão de Aço por 1 a 0, em Salvador. No fim, tudo deu certo para o Verdão, que assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro.

    O Palmeiras iniciou a rodada com 52 pontos, três a menos que o Flamengo. Em caso de vitória no clássico, os alviverdes se igualariam ao Rubro-Negro e ficariam à frente pelo primeiro critério de desempate, que é o número de vitórias (17 a 16). Faltaria, porém, que o time carioca perdesse seu compromisso pela 27ª rodada. Qualquer outro resultado – triunfo ou empate – manteria a equipe do Rio de Janeiro na ponta.

    No Morumbis, os atacantes Luciano e Gonzalo Tápia balançaram as redes no primeiro tempo e poderiam ter garantido a primeira vitória do São Paulo sobre o Palmeiras como mandante pelo Brasileirão desde 2017. Tudo mudou na etapa final, marcada por muita contestação do Tricolor.

    Os donos da casa reclamaram de um pênalti do meia palmeirense Allan em cima de Tápia, aos seis minutos, que não foi assinalado pelo árbitro Ramon Abatti Abel. Quatro minutos depois, uma falta de Andreas Pereira sobre o meia Marcos Antônio, passível de expulsão, resultou em cartão amarelo para o volante alviverde, para desespero dos são-paulinos, que exigiam o vermelho direto.

    A maré virou de vez para o Palmeiras aos 24 minutos, quando Vitor Roque, de cabeça, diminuiu a vantagem. Aos 28, o também atacante Flaco Lopez recebeu na entrada da área e chutou cruzado, no canto do goleiro Rafael. Por fim, aos 43 minutos, o volante Aníbal Moreno lançou na área e o atacante Ramon Sosa decretou a virada.

    O Verdão foi a 55 pontos, assumindo o primeiro lugar de forma provisória. O São Paulo, estacionado nos 38 pontos, perdeu a chance de se aproximar do Mirassol, sexto colocado com 43 pontos e último time na zona de classificação para a Libertadores, o chamado G-6.

    Bahia derruba Flamengo

    As atenções da briga do título, então, voltaram-se para a Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. O primeiro tempo foi para o torcedor do Flamengo esquecer – e o do Palmeiras agradecer. Aos 12 minutos, o zagueiro Danilo ergueu demais o pé e acertou o rosto do atacante Tiago, sendo expulso.

    Pouco antes do intervalo, aos 44, o volante Jean Lucas dividiu com o zagueiro Cleiton, que substituiu o centroavante Pedro assim que o Rubro-Negro ficou com um a menos, e o atacante Willian José mandou para as redes da entrada da área, abrindo o placar para o Bahia.

    No segundo tempo, o Tricolor teve um gol do volante Michel Araújo anulado por impedimento, com auxílio do VAR. O Flamengo, porém, pouco teve o que comemorar. O atacante Wallace Yan, que entrou em campo aos 22 minutos no lugar do meia Giorgian de Arrascaeta, durou menos de 11 minutos na partida. Aos 31, ele levou amarelo por reclamação. No lance seguinte, acertou o braço no atacante Gilberto e foi expulso, deixando o Rubro-Negro com dois homens a menos.

    O time de Filipe Luís não encontrou forças para reagir e sofreu a terceira derrota no Brasileirão. Esta, em especial, custou a liderança. Já o Bahia foi aos mesmos 43 pontos do Botafogo, mas fica atrás, em quinto, por ter um saldo de gols inferior ao do Glorioso.

    Vasco e Fortaleza viram

    Em outra partida deste domingo, destaque ao triunfo dramático do Vasco sobre o Vitória, por 4 a 3, em São Januário, transmitida ao vivo pela Rádio Nacional. O Cruzmaltino saiu na frente com Nuno Moreira, mas levou a virada ainda no primeiro tempo com gols do também atacante Aitor Cantalapiedra e do zagueiro Lucas Halter.

    Na segunda etapa, o jovem atacante Rayan marcou duas vezes, uma delas de pênalti, e devolveu os cariocas à frente. O lateral Raúl Cáceres igualou quase na sequência. Nos acréscimos, o atacante GB, outra Cria da Colina, definiu o placar no Rio de Janeiro.

    Com 33 pontos, o Vasco abriu oito pontos para o próprio Vitória, primeiro time na zona de rebaixamento, que reúne os quatro clubes de pior campanha – o chamado Z-4. O Rubro-Negro sofreu a quarta derrota nas últimas cinco partidas pela competição.

    Quem também venceu foi o Fortaleza. Em confronto na parte de baixo da tabela, o Leão do Pici superou o Juventude por 2 a 1, de virada, no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS). O atacante Rafael Bilu abriu para os gaúchos, mas o lateral Eros Mancuso (filho do ex-volante argentino Alejandro Mancuso, que atuou por Palmeiras e Flamengo na década de 1990) e o atacante Adam Bareiro garantiram o triunfo dos cearenses.

    Os dois times permanecem no Z-4. O Fortaleza foi a 24 pontos, na 18ª posição, ultrapassando o próprio Juventude, que segue com 23 pontos.

    O camisa 9 participou de todos os gols do confronto, mas, na maior parte do tempo Yuri foi o ‘Yuri de sempre’: lutou e brigou por jogadas, como já é costume, mas também desperdiçou contragolpes e fez torcedores reclamarem alto no jogo deste sábado (4), na Neo Química Arena,

    Folhapress | 13:12 – 05/10/2025

    Virada e derrota rubro-negra levam Palmeiras à ponta do Brasileirão

  • Trump confirma novo ataque no Caribe e sugere ações antidrogas em solo

    Trump confirma novo ataque no Caribe e sugere ações antidrogas em solo

    Os Estados Unidos confirmaram mais um ataque a uma embarcação no Caribe. Donald Trump afirmou que, diante do sucesso das operações navais, Washington pode iniciar ações em terra para combater cartéis e traficantes ligados ao tráfico internacional de drogas

    Os Estados Unidos realizaram mais um ataque a uma embarcação que navegava no Caribe, confirmou o presidente Donald Trump, ao sugerir que Washington pode em breve levar suas operações antidrogas do mar para o território terrestre.

    Durante o discurso de comemoração dos 250 anos da Marinha norte-americana, neste domingo, na Estação Naval de Norfolk, na Virgínia, Trump afirmou que as ações contra barcos de traficantes têm sido tão bem-sucedidas que já não há embarcações na região.

    Nas últimas semanas, a Marinha tem apoiado nossa missão de eliminar completamente os terroristas dos cartéis. Não encontramos nenhum. Nem mesmo barcos de pesca, ninguém mais quer entrar na água, declarou.

    O presidente mencionou o ataque mais recente, ocorrido no sábado à noite, mas não forneceu detalhes. Ao ser questionado por jornalistas na volta à Casa Branca, limitou-se a dizer que sua equipe repassaria as informações.

    Trump advertiu ainda que, após o fracasso em localizar traficantes no mar, os Estados Unidos terão de começar a procurá-los em terra.

    Na sexta-feira, o Pentágono anunciou outra incursão militar no Caribe contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas, a quarta operação do tipo desde o início de setembro.

    Cada um desses barcos é responsável pela morte de 25 mil norte-americanos e suas famílias. Quando se olha por esse prisma, o que estamos fazendo é um ato de bondade, afirmou o presidente diante das tropas.

    De acordo com as autoridades norte-americanas, ao menos 21 pessoas foram mortas nos ataques até o momento.

    Trump confirma novo ataque no Caribe e sugere ações antidrogas em solo

  • Líderes de França, Albânia e Azerbaijão são 'flagrados' rindo de Trump

    Líderes de França, Albânia e Azerbaijão são 'flagrados' rindo de Trump

    Emmanuel Macron, Edi Rama e Ilham Aliyev foram flagrados rindo de Trump, que disse que acabou com “guerras que se julgavam sem solução”, dando como exemplo o “Azerbaijão e a Albânia”, quando, na verdade, queria referir-se ao conflito entre a Arménia e o Azerbaijão.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, o seu homólogo do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e o primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, caíram na risada diante de uma gafe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se vangloriou de ter encerrado uma guerra… que nunca existiu.

    A confusão aconteceu porque Trump declarou, em meados de setembro, que havia colocado fim a “guerras que pareciam sem solução”, citando como exemplo o “Azerbaijão e a Albânia” — quando, na verdade, queria se referir ao conflito entre a Armênia e o Azerbaijão.

    Na última quinta-feira, 2 de outubro, durante a cúpula da Comunidade Política Europeia, em Copenhague, o primeiro-ministro albanês se aproximou e abraçou Macron, que conversava com o presidente do Azerbaijão.

    “Você deveria pedir desculpas, porque não nos parabenizou pelo acordo de paz que o presidente Trump fez entre a Albânia e o Azerbaijão”, disse Rama a Macron, rindo. “Ele trabalhou muito.”

    Os três líderes logo entenderam a piada e começaram a rir. Macron chegou a concordar com Rama e pediu desculpas por não ter felicitado os dois países — como mostra o vídeo registrado no evento.

    “Acabei com guerras que pareciam sem solução. Azerbaijão e Albânia”
    Em entrevista à Fox News, em setembro, Trump declarou que encerrou “guerras que pareciam sem solução” e citou o conflito entre “Azerbaijão e Albânia”, dizendo que ele havia durado “muitos e muitos anos”.

    Na verdade, Trump se referia ao acordo histórico assinado entre a Armênia e o Azerbaijão, na Casa Branca, no mês anterior, em que os dois países se comprometeram a encerrar permanentemente o conflito territorial que os opunha há décadas. Mas essa não foi a primeira vez que o ex-presidente confundiu a Armênia com a Albânia.

    Em agosto, poucos dias após a mediação do acordo, Trump já havia comentado o processo trocando novamente os nomes: chamou a Armênia de Albânia e o Azerbaijão de “Aberbaijão”.

    “Para o ‘Aberbaijão’ — isso foi um grande problema que durou 34, 35 anos. Digamos, a Albânia… quer dizer, pensem nisso, durou muitos anos. Eu conheci os líderes, tive contato com eles por meio do comércio. E me perguntava: ‘Por que vocês estão lutando?’”, disse Trump no programa The Mark Levin Show.

    “Então eu disse: ‘Não vou fazer um acordo comercial se vocês continuarem brigando — isso é uma loucura’. Enfim, uma coisa levou à outra, e eu consegui resolver a questão”, acrescentou.

    Afinal, o que aconteceu entre a Armênia e o Azerbaijão?
    No dia 8 de agosto, os dois países assinaram vários tratados relacionados ao processo de paz. Na ocasião, Trump afirmou que “Armênia e Azerbaijão estão comprometidos em encerrar todos os conflitos de forma definitiva, reabrir o comércio, as viagens e as relações diplomáticas, além de respeitar a soberania e a integridade territorial de cada um”.

    Os acordos foram assinados pelo presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e pelo primeiro-ministro da Armênia, Nikol Pashinyan.

    As partes vinham tentando se aproximar havia meses para finalizar o tratado, após décadas de guerra. No dia 13 de março, as autoridades dos dois países chegaram a uma versão final do texto do acordo de paz sobre o conflito na região de Nagorno-Karabakh — território reintegrado ao Azerbaijão após uma ofensiva militar em 2023, que provocou o êxodo da maioria da população armênia da área.

    Líderes de França, Albânia e Azerbaijão são 'flagrados' rindo de Trump