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  • ICE: diretor responsável por plano de deportação de Trump pede demissão

    ICE: diretor responsável por plano de deportação de Trump pede demissão

    Todd Lyons pediu demissão do cargo e deixará oficialmente o cargo em 31 de maio; gestão foi marcada por denúncias de múltiplas violações dos direitos humanos

    O diretor interino do Serviço de Imigração e Controlo de Fronteiras (ICE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, responsável pela supervisão do plano de deportação em massa do Presidente norte-americano, apresentou a demissão.

    A decisão de Todd Lyons, transmitida na quinta-feira (16), foi antecipada pelo titular da pasta da Segurança Interna, Markwayne Mullin, em um comunicado em que se referiu ao chefe do ICE como “um grande líder”. Mullin acrescentou que Lyons deixa oficialmente o cargo em 31 de maio.

    Horas antes de ser informada a demissão, Lyons testemunhou perante uma subcomissão de atribuições da Câmara dos Representantes (câmara baixa do parlamento) e respondeu a perguntas dos deputados sobre o número sem precedentes de mortes sob custódia do ICE e os planos futuros da agência para os centros de detenção.

    Meia centena de detidos pelo ICE morreram nos centros de detenção desde o início do ano, de acordo com dados oficiais.

    Lyons esteve à frente do ICE durante rusgas em massa onde ocorreram múltiplas violações dos direitos humanos, de acordo com várias organizações não governamentais.

    Em janeiro, dois cidadãos norte-americanos morreram devido a disparos de agentes de imigração em Minneapolis.

    As rusgas foram ordenadas pela então secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, que foi demitida em 05 de março.

    Desde a administração de Barack Obama (2009-2017) que não se nomeia um diretor do ICE aprovado pelo Senado, a câmara alta do parlamento.

    ICE: diretor responsável por plano de deportação de Trump pede demissão

  • Ustra, cusparada, gângster e Tiririca: relembre 10 marcos da sessão do impeachment de Dilma

    Ustra, cusparada, gângster e Tiririca: relembre 10 marcos da sessão do impeachment de Dilma

    Considerado um golpe contra Dilma Rousseff, o impeachment virou uma arma da oposição para tirar a ex-presidente do poder; a petista foi inocentada anos depois pela Justiça pelos motivos que a afastaram do cargo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – “Como vota, deputado?”, a pergunta foi repetida centenas de vezes, naquele 17 de abril de 2016, pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB). Era a sessão de votação que abriu o processo de impeachment contra a então presidente Dilma Rousseff (PT), e o plenário estava abarrotado.

    Como a maioria dos deputados resolveu discursar, Cunha os apressava com aquela pergunta, para evitar que se estendesse ainda mais a sessão, que durou dez horas. Nada que tenha impedido Hiran Gonçalves (PP-RR), Stefano Aguiar (PSD-MG) e Laerte Bessa (PR-DF) de dedicar seus votos a favor do impeachment aos “maçons do Brasil”, a “Liliane, meu amor” e a “minha mãezinha”, respectivamente.

    Os partidos citados são aqueles a que os parlamentares pertenciam à época.

    Enquanto as principais cidades do Brasil convulsionavam em protestos contra e a favor do impeachment, os oposicionistas entoavam, no plenário, “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”, vários usando lacetes nas cores verde e amarelo, ao redor do pescoço.

    Em contraste, a esquerda protestava com “fora, Cunha”. No fim, a vitória oposicionista se deu por 367 votos a 137, e o afastamento de Dilma, sob acusação de crime de responsabilidade no caso das pedaladas fiscais, foi confirmado menos de um mês depois no Senado.

    Passada uma década, a sessão da Câmara tornou-se um símbolo da história recente da política brasileira, sobretudo porque prenunciou o antagonismo ideológico que se acirraria nos anos seguintes. Também expôs temas que ganhariam força no debate, entre os quais a bandeira anticorrupção, o discurso religioso e a retórica contra o golpismo, perpetuada pela esquerda.

    Mais discretos do que outros colegas, estiveram presentes no plenário figuras vultosas, que ganhariam poder, todas a favor do impeachment: os futuros presidentes da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ), Arthur Lira (PP-AL) e Hugo Motta (PMDB-PB) e o futuro presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG).

    Alguns episódios ocorridos naquele dia são lembrados até hoje: a homenagem do ex-presidente Jair Bolsonaro a um torturador da ditadura, a cusparada de Jean Wyllys (PSOL-RJ) em Bolsonaro e o voto de Cunha. A seguir, relembre dez momentos marcantes da sessão.

    ‘PELA MEMÓRIA DE USTRA’

    Bolsonaro, filiado ao PSC, parabenizou Cunha por ter acolhido a denúncia formulada pelos advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Em tom de celebração, comparou 1964, ano do golpe militar, com 2016. Finalmente, homenageou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, torturador da ditadura. Em 1970, Dilma foi presa e torturada pelo regime, com pau de arara, choques, socos e palmatória.

    “Pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff”, afirmou Bolsonaro, que apresentaria ali o seu conhecido bordão. “Por um Brasil acima de tudo e por Deus acima de todos.”

    No momento, o ex-presidente encontra-se em prisão domiciliar por razões médicas. Ele foi condenado pelo Supremo a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

    ‘QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA DESSA NAÇÃO’

    Cunha se ausentou da cadeira da presidência por um breve momento para votar, sob vaias da base governista. “Que Deus tenha misericórdia dessa nação. Voto sim.” Naquele contexto, Cunha já era réu, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no âmbito da Lava Jato.

    Três semanas depois da votação, foi afastado do cargo por decisão do então ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki. Mais tarde, teria o mandato cassado, tornando-se inelegível, e passaria quatro anos preso.

    ‘CUNHA, VOCÊ É UM GÂNGSTER’

    Dedo em riste, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) disparou: “Eduardo Cunha você é um gângster. E o que dá sustentação à sua cadeira cheira a enxofre”. Em seguida, homenageou figuras de esquerda que se engajaram na luta contra a ditadura, como os ex-deputados Carlos Marighella e Plínio de Arruda Sampaio. “Eu voto por aqueles que nunca escolheram o lado fácil da história.” Votou contra. Neste ano, Braga é cotado para disputar o Governo do Rio de Janeiro.

    ‘FARSA SEXISTA’

    O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) iniciou o voto atacando Cunha e o então vice-presidente, Michel Temer (PMDB). Até hoje, a esquerda afirma que o impeachment foi um golpe, tramado nos bastidores por Temer e Cunha.

    “Estou constrangido de participar dessa farsa, dessa eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor, conspirador e apoiada por torturadores, covardes, analfabetos políticos e vendidos. Essa farsa sexista”, disse Wyllys, votando “não” em nome da população LGBT. Durante a sessão, Wyllys ainda cuspiu em Bolsonaro. Segundo Wyllys, a agressão foi uma resposta a insultos. Ele já anunciou sua pré-candidatura ao cargo de deputado federal por São Paulo.

    ‘PELOS MILITARES DE 64, HOJE E SEMPRE’

    Enrolado numa bandeira do estado de São Paulo e olhando diretamente para a câmera, Eduardo Bolsonaro, filho 03 do ex-presidente, lembrou Deus, os revolucionários de 1932, as polícias e os 59 milhões de eleitores que votaram “não” à proibição da venda de armas de fogo. Ele era filiado ao PSC.

    Para terminar, citou a ditadura, como seu pai (“Pelos militares de 64, hoje e sempre”) e pediu a prisão de Lula e Dilma (“E Lula e Dilma na cadeia”). Morando nos Estados Unidos, Eduardo é réu no STF sob acusação de coação no curso do processo. Segundo a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), ele tentou usar a influência junto a autoridades americanas para interferir em processos contra o seu pai.

    ‘A LUTA APENAS COMEÇOU’

    A deputada Jandira Feghali (PC do B) iniciou a sua fala expondo indignação por Cunha ocupar a presidência da Câmara sem “reunir condições morais para isso”. Segundo Feghali, a sessão do impeachment deixou evidente para a sociedade que a aliança pelo impeachment reuniu “corruptos, torturadores, como Jair Bolsonaro, e traidores da pátria”. A deputada fez ainda uma profecia: “A luta apenas começou”.

    ‘SIM PELO FUTURO’

    Coube ao deputado Bruno Araújo (PSDB) proferir o 342º voto, que sacramentou o prosseguimento do processo de impeachment. “Pernambuco nunca faltou ao Brasil. Carrego comigo nossas histórias de luta pela liberdade e pela democracia. Por isso, eu digo ao Brasil “sim pelo futuro”, disse, aos berros, antes de ser carregado nos braços de seus aliados.

    Araújo se tornaria ministro das Cidades no governo Temer e, de 2019 a 2023, foi presidente nacional do PSDB. Ao deixar o cargo, afirmou encerrar também a carreira na vida pública.

    ‘GLÓRIA A DEUS’

    “Glória a Deus”, disse o deputado Cabo Daciolo (PT do B), apresentando ao Brasil a exultação que seria a marca de sua campanha à Presidência da República, dois anos mais tarde. Antes de votar “sim”, ele bradou “fora” para todo mundo: Dilma, Temer, Cunha, o ex-governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão (PMDB), o então vice-governador Francisco Dornelles (PP), morto em 2023, e a Rede Globo. “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor.”

    Daciolo oficializou sua pré-candidatura à Presidência pelo partido Mobiliza, antigo PMN (Partido da Mobilização Nacional).

    ‘A MORENA MAIS LINDA DO BRASIL’

    À época deputado pelo DEM, Luiz Henrique Mandetta também marcou presença na sessão para votar “sim”. Na ocasião, Mandetta saudou a sua cidade, Campo Grande, Mato Grosso do Sul. “Porque nós temos um país para construir, por causa das famílias, por causa de Campo Grande, a morena mais linda do Brasil, pelo meu Mato Grosso do Sul e pelo Brasil, o voto é sim”, afirmou.

    Três anos depois do impeachment de Dilma, Mandetta se tornaria ministro da Saúde de Bolsonaro, com quem teve divergências em relação ao enfrentamento da pandemia de Covid-19. Ele seria exonerado, em abril de 2020, dando lugar a Nelson Teich.

    ‘TIRIRICA, TIRIRICA, TIRIRICA’

    Cunha mal conseguiu disfarçar sua risada ao chamar Tiririca (PR-SP). Ao contrário do que se imaginava, o humorista, conhecido pela sua passagem pelo programa “A Praça É Nossa”, do SBT, foi sucinto e não fez piadas. “Senhor presidente, pelo meu país, meu voto é sim.” Quem estava ao redor, porém, não se aguentou. Os deputados fizeram uma balbúrdia entoando o cântico “Tiririca, Tiririca, Tiririca”

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  • Jordana é eliminada do BBB 26 com 71,80% dos votos

    Jordana é eliminada do BBB 26 com 71,80% dos votos

    Jordana passou pela casa de vidro e foi escolhida por votação popular para integrar o elenco do reality em disputa contra Chaiany Andrade; sister foi eliminada em Paredão contra Ana Paula e Juliano Floss

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Jordana Morais é a 16ª eliminada do BBB 26 (Globo), com 71,80% dos votos. O anúncio da eliminação foi dado por Tadeu Schmidt na noite desta quinta-feira (16). Juliano Floss (26,14%) e Ana Paula Renault (2,06%) disputaram a berlinda com a sister.

    A brasiliense passou pela casa de vidro da região Centro-Oeste e foi escolhida por votação popular para integrar o elenco do reality em disputa contra Chaiany Andrade. No BBB, a advogada se destacou como uma boa jogadora, principalmente em momentos de atrito contra Ana Paula, como quando atrapalhou o castigo do monstro da sister.

    Durante o discurso de eliminação, Tadeu pontuou que a advogada sempre deixou claro que não se faria de vítima no programa e teve coragem dentro do jogo. “Você jogou como uma pessoa que não teve medo de ser mal-vista”, afirmou.

    Jordana é eliminada do BBB 26 com 71,80% dos votos

  • Alta do petróleo pode reduzir déficit do Brasil para até 0,1% do PIB em 2026, diz IFI

    Alta do petróleo pode reduzir déficit do Brasil para até 0,1% do PIB em 2026, diz IFI

    Segundo a instituição, o aumento do preço do barril do petróleo tipo Brent melhora o resultado primário, embora o país deva continuar registrando déficit em 2026 e 2027

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A disparada do preço do petróleo em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã deve pressionar a inflação, mas pode aliviar as contas públicas brasileiras -reduzindo o déficit em até 0,6% do PIB, segundo a IFI (Instituição Fiscal Independente, órgão ligado ao Senado), em relatório publicado nesta quinta-feira (16).

    Segundo a instituição, o aumento do preço do barril do petróleo tipo Brent melhora o resultado primário, embora o país deva continuar registrando déficit em 2026 e 2027.

    Sem choque de preços, a IFI projeta resultado negativo de 0,7% do PIB em 2026. Caso o barril se mantenha em torno de US$ 97 até o fim do ano, o déficit cairia para cerca de 0,1%.

    Para 2027, a estimativa é de resultado primário negativo em 1,2% do PIB sem choque. Com o Brent ao redor de US$ 108, o rombo seria menor, de 0,6% do PIB.
    O choque favorece a arrecadação por dois canais: diretamente, via impostos, royalties e participações do Estado em empresas de petróleo; e indiretamente, com a alta da inflação, que amplia a base tributária.

    Os ganhos fiscais poderiam ser maiores caso o governo não adotasse medidas para mitigar os impactos da alta dos combustíveis. Foram concedidos subsídios ao diesel e ao GLP (gás de cozinha), além do adiamento de cobranças tarifárias sobre empresas aéreas.

    Se o preço do barril permanecer elevado, a inflação deve pressionar despesas a partir de 2027, especialmente aquelas indexadas ao salário mínimo, como benefícios previdenciários, BPC, auxílio-desemprego e abono salarial.

    Segundo Marcus Pestana, diretor-executivo da IFI, as estimativas ainda são preliminares e cercadas de incerteza. “Não se pode cravar qual será o comportamento do preço do barril e dos derivados nem os efeitos sobre a inflação global e sua transmissão para cada país”, afirma.

    Nos cálculos da IFI, são considerados todos os gastos do governo. Já nas contas oficiais, como as divulgadas nesta quarta-feira (15), parte dos precatórios, investimentos em Defesa e despesas extraordinárias do fundo social para educação e saúde ficam fora do cálculo, conforme permite uma emenda constitucional.

    Para o crescimento da dívida pública, no entanto, o que importa é o gasto efetivo. Por isso, a IFI inclui todas as despesas em suas projeções.

    O Ministério do Planejamento apresentou nesta quarta o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027 e desconsiderou os efeitos da guerra sobre o resultado fiscal, diante das incertezas do cenário.

    Estados Unidos e Irã disputam o controle do trânsito marítimo no Estreito de Hormuz, ligação entre o Golfo Pérsico e o oceano Índico por onde passam cerca de 20% da produção mundial de petróleo.

    Alta do petróleo pode reduzir déficit do Brasil para até 0,1% do PIB em 2026, diz IFI

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  • Flamengo goleia Medellín com brilho de geração 2019 e vira líder do Grupo A

    Flamengo goleia Medellín com brilho de geração 2019 e vira líder do Grupo A

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O tempo passa, mas a geração 2019 está sempre lá sendo decisiva para o Flamengo. Maiores campeões da história do clube, Arrascaeta e Bruno Henrique fizeram gol e foram destaques na vitória por 4 a 1 sobre o Independiente Medellín (Colômbia), nesta quinta-feira (16), no Maracanã, que garantiu a liderança ao Rubro-Negro no Grupo A da Libertadores.

    MÉRITOS TAMBÉM PARA PAQUETÁ

    Quem também se destacou foi Lucas Paquetá, que além de fazer o primeiro gol, teve uma nova boa atuação mais uma vez como segundo volante, assim como já havia sido na vitória sobre o Fluminense, no último domingo. Aos poucos, o jogador tem pego ritmo e reencontrado seu melhor futebol.

    NOITE PARA ESQUECER DE CARRASCAL

    Definitivamente, a noite de Carrascal será daquelas que ele irá preferir apagar da memória, e justamente contra um time de seu país. Aposta de Leonardo Jardim no time titular após ficar na reserva no clássico contra o Fluminense, ele perdeu um dos gols mais inacreditáveis nesta temporada do futebol, logo com 2 minutos de jogo, e “entregou” no gol de empate do Medellín, ao perder uma bola boba no meio de campo. Ele foi substituído por Wallace Yan aos 37 minutos do segundo tempo e saiu num misto de vaias e aplausos.

    GOL DE EX-FLUMINENSE

    Quem fez um gol para o Medellín foi um velho conhecido do futebol carioca: Yony González, ex-atacante do Fluminense com passagens pelo Tricolor das Laranjeiras em 2019 e 2023.

    RETORNOS DE SAÚL E CEBOLINHA

    O volante espanhol está recuperado da cirurgia no calcanhar esquerdo que o fez ainda não ter atuado nesta temporada. Já o atacante também se recuperou de lesão, só que de uma fratura em uma das costelas na derrota para o Red Bull Bragantino por 3 a 0. Ambos, porém, não saíram do banco de reservas.

    O JOGO

    O Flamengo teve os primeiros 15 minutos de jogo avassaladores. Depois de Carrascal perder o gol inacreditável, o time seguiu encurralando o Medellín no campo de defesa e empilhava chances, até que abriu o placar com Lucas Paquetá, aos 14. Após o gol, porém, o Rubro-Negro baixou o ritmo e o jogo ficou mais morno, mas ainda sob total controle do Fla. Até que Carrascal perdeu uma bola boba no meio de campo e, em contra-ataque rápido, o Medellín empatou. Porém, a superioridade dos brasileiros era tanta que minutos depois já fez o segundo apaziguando os ânimos no Maracanã.

    Veio a etapa final e o Flamengo não deu nem tempo para o Medellín ter alguma esperança em buscar o empate novamente, já que logo aos 3 o time da casa ampliou. Dali em diante os colombianos perderam qualquer força para correr atrás do placar novamente, e o Rubro-Negro poderia ter saído com um placar ainda mais elástico caso tivesse apertado um pouco mais e aproveitado melhor as oportunidades.

    FLAMENGO
    Rossi, Emerson Royal, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro; Evertton Araújo, Lucas Paquetá (Pedro) e Arrascaeta (Plata); Carrascal (Wallace Yan), Samuel Lino (Luiz Araújo) e Bruno Henrique (De la Cruz). Técnico: Leonardo Jardim.

    INDEPENDIENTE MEDELLÍN
    Chaux, Leyser Chaverra (Moreno), Ortiz, Londoño e Mena (Palacios); Serna, Perlaza (Loboa) e Fabra; Francisco Chaverra (Cataño), Fydriszewski e Yony González (Montaño). Técnico: Alejandro Restrepo.

    Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
    Árbitro: Andrés Matonte (Uruguai)
    Auxiliares: Martin Soppi (Uruguai) e Pablo Llarena (Uruguai)
    VAR: Antonio Garcia (Uruguai)
    Cartões amarelos: Luiz Araújo (FLA); Perlaza, Chaverra (MED)
    Cartões vermelhos: Nenhum
    Gols: Lucas Paquetá, aos 14 minutos do primeiro tempo (FLA); Yony González, aos 39 minutos do primeiro tempo (MED); Bruno Henrique, aos 44 minutos do primeiro tempo (FLA); Arrascaeta, aos 3 minutos do segundo tempo (FLA); Pedro, aos 49 minutos do segundo tempo (FLA)

    Flamengo goleia Medellín com brilho de geração 2019 e vira líder do Grupo A

  • MC Poze do Rodo passa por audiência de custódia e é mantido preso

    MC Poze do Rodo passa por audiência de custódia e é mantido preso

    Cantor está no presídio de Benfica, no Rio de Janeiro; rapper está preso por associação criminosa voltada à movimentação financeira ilícita, inclusive por meio de criptoativos

    A Justiça Federal de São Paulo decidiu manter a prisão do MC Marlon Brendon Coelho Couto Silva, 27 anos, conhecido como Poze do Rodo após audiência de custódia virtual, no presídio José Frederico Marques, em Benfica, zona norte do Rio de Janeiro.

    O cantor está preso no local desde esta quarta-feira (15), quando a Polícia Federal de São Paulo deflagrou a Operação Narcofluxo. Poze do Rodo foi preso em casa, no Recreio dos Bandeirantes, e encaminhado para a sede da Superintendência da PF, no Rio. De lá, foi encaminhado para o presídio de Benfica, onde está à disposição da Justiça Federal. 

    O rapper está preso por associação criminosa voltada à movimentação financeira ilícita, inclusive por meio de criptoativos, no Brasil e no exterior.

    Além dele, MC Ryan SP e Raphael Sousa Oliveira, criador do site Choquei, também foram presos na mesma operação. A ação investiga uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro e de movimentar mais de R$ 1,6 bilhão em transações ilegais.

    De acordo com o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves, que defende Poze do Rodo, a defesa ainda não teve acesso ao conteúdo das acusações que levaram à prisão. “Pelo que entendi, é uma investigação da Polícia Federal de São Paulo junto à Justiça Federal de São Paulo. Os agentes daqui também não sabem do que se trata, já que apenas cumpriram mandados, deram apenas cumprimento à diligência sem saber do conteúdo delas”, disse.

    MC Poze do Rodo passa por audiência de custódia e é mantido preso

  • Pilotos são repreendidos após miados durante conversa com torre de controle

    Pilotos são repreendidos após miados durante conversa com torre de controle

    Dois pilotos que se comunicaram com miados e latidos em uma frequência de controle de tráfego aéreo usada em emergências foram repreendidos, no Aeroporto Nacional Ronald Reagan, nos Estados Unidos

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Pilotos de avião foram ouvidos, nos Estados Unidos, fazendo barulhos de gato e cachorro na frequência de controle de tráfego aéreo.

    Miado ocorreu no Aeroporto Nacional Ronald Reagan, em Washington, em 12 de abril. Na gravação, um dos pilotos -que não teve o nome divulgado- aparece imitando o som de um gato durante diálogo com a torre de controle. O áudio foi obtido inicialmente pelo site de notícias ATC.com.

    Pilotos foram rapidamente repreendidos, com alguém dizendo: “Vocês precisam ser pilotos profissionais”. A repreensão, no entanto, foi recebida com mais miados e latidos.

    Uma pessoa respondeu aos pilotos em tom de deboche. “É por isso que vocês ainda voam em um RJ”, disse ela. “RJ” significa jato regional. O termo se refere a aeronaves usadas por companhias regionais, comuns no início da carreira de pilotos nos Estados Unidos.

    Agência do governo americano não gostou da brincadeira. Em nota, a FAA (Federal Aviation Administration, em inglês), órgão responsável por regular, supervisionar e garantir a segurança de todos os aspectos da aviação civil, afirmou que os regulamentos proíbem os pilotos de “manter conversas não essenciais quando estiverem abaixo de 10.000 pés de altitude”. A agência disse ainda que o caso será investigado.

    Pilotos são repreendidos após miados durante conversa com torre de controle

  • Comandante da Artemis 2 diz que pousaria na Lua se tivesse um módulo

    Comandante da Artemis 2 diz que pousaria na Lua se tivesse um módulo

    ‘Não é o salto que eu pensava’, diz Reid Wiseman, apesar de mencionar desafios técnicos; após voltar à Terra, Christina Koch acordou pensando que estivesse flutuando

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – “Se tivessem nos dado as chaves do módulo de pouso, teríamos descido e pousado na Lua.” A afirmação foi feita nesta quinta-feira (16) pelo americano Reid Wiseman, 50, quase uma semana após a missão comandada por ele, a Artemis 2, retornar à Terra.

    A missão foi a primeira jornada lunar tripulada deste século. Além de Wiseman, formavam a tripulação Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50. Eles iniciaram a viagem no dia 1º de abril, contornaram a Lua e voltaram ao planeta na última sexta (10).

    Nesta quinta, durante uma entrevista concedida ao lado dos demais astronautas da Artemis 2, Wiseman afirmou que teve uma pequena epifania técnica enquanto viajavam ao redor do satélite natural. “E estou te dizendo agora, se tivéssemos um módulo de pouso de primeiro voo a bordo daquela coisa, eu sei que pelo menos três dos meus colegas de tripulação teriam entrado nele tentando pousar na Lua.”

    Segundo ele, descer no satélite não seria “o salto que pensava que era”. Porém, ele complementou em seguida, reconhecendo os desafios que ainda estão pela frente para que a humanidade volte a pisar, de fato, no solo lunar. “Vai ser extremamente desafiador tecnicamente, mas a equipe precisa aparecer todos os dias sabendo que é absolutamente possível. E é possível para breve.”

    Wiseman também comparou a situação a missões Apollo que também chegaram perto da Lua e não pousaram nela. “A Apollo 8 contornou a Lua, a 9 ficou em órbita baixa da Terra, a 10 quase pousou na Lua. E eu conversei com alguns desses cavalheiros no passado. E eles disseram que, se tivessem combustível suficiente, teriam feito isso [pousado].”

    Em seguida, Hansen completou dizendo ser necessário que os envolvidos no programa lunar estejam dispostos a aceitar um pouco mais de risco.

    “Não vamos conseguir ajustar tudo antes de partir. Vamos ter que confiar uns nos outros, nas tripulações e no controle de missão para resolver problemas reais”, disse Hansen. “Quem for lá fora fazer essas coisas precisa entender que pode ficar bem turbulento, bem rápido, e que se deve estar preparado para encarar isso.”

    A Nasa planeja um novo voo rumo à Lua em 2028, a Artemis 4. E, desta vez, sim, para pousar no satélite. Mas tudo isso depende do avanço do desenvolvimento dos módulos lunares necessários para a tarefa. Um deles está nas mãos da SpaceX, de Elon Musk, e o outro na Blue Origin, de Jeff Bezos.

    A ideia da agência espacial americana é testar um desses módulos -ou quem sabe ambos- em um voo em órbita baixa da Terra em 2027. Essa missão é a Artemis 3.

    O CASO DA PRIVADA

    A inusitada privada defeituosa da Artemis 2 voltou a ganhar atenção. O objeto, apesar do defeito, recebeu elogios -vale mencionar que é a primeira missão lunar que conta com um banheiro e uma privada, tal qual estamos acostumados; as do programa Apollo usavam sacos de dejetos, que foram deixados na Lua.

    “Aquele era um vaso sanitário maravilhoso. O vaso funcionava muito bem, mas tivemos um problema”, disse Wiseman. “Nos dois primeiros dias da missão, era divertido ver aquilo sendo despejado. É uma coisa interessante de se ver pela janela, é como um bilhão de pequenos flocos de gelo indo em direção ao espaço profundo.”

    O comandante da missão ainda chamou de grandes engenheiros os responsáveis pelo desenvolvimento do vaso sanitário da Artemis 2. “Eu não quero que eles fiquem de cabeça baixa. Eles deveriam estar de cabeça bem erguida. Foi um equipamento excelente.”

    SONO ESPACIAL

    “Dormir no espaço é o melhor sono de todos”, afirmou Koch. Segundo ela, o sono espacial é pacífico e confortável. Durante a missão, Wiseman chegou a brincar que a colega dormia como um “morcego pendurado no nosso túnel de acoplamento”.

    Com ampla experiência em permanência no espaço, Koch disse ainda que, nos primeiros dias após o retorno à Terra, ao acordar, pensava que estivesse flutuando.

    “Eu realmente pensei que estava flutuando e tive que me convencer de que não estava”, afirmou. “Mesmo depois de 328 dias no espaço na minha missão anterior, eu nunca fiz aquela coisa em que você acha que algo vai flutuar na sua frente. Eu fiz isso nesse retorno. Coloquei uma camiseta no ar e ela foi ‘tchum’ [Koch fez um som com a boca e moveu a mão para baixo, sinalizando algo caindo]. Na verdade, me surpreendeu.”

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  • Record nega convite a Suzane von Richthofen para A Fazenda 18

    Record nega convite a Suzane von Richthofen para A Fazenda 18

    Emissora diz que informação é falsa e que nunca considerou participação da artesã no reality rural; nome voltou a circular após publicações de perfis de fofoca nesta quarta (15)

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A Record negou, em nota divulgada nas redes sociais, que Suzane von Richthofen tenha sido convidada para integrar o elenco da 18ª de A Fazenda. A informação foi compartilhada por algumas páginas e perfis na internet nesta quarta-feira (15).

    “A Record esclarece que a informação divulgada por diversos perfis, a partir de publicação feita pelo Choquei, é falsa. Suzane von Richthofen jamais foi cotada ou considerada para o reality show A Fazenda. A emissora não foi procurada”, informou a emissora.

    Suzane von Richthofen foi condenada por planejar o assassinato dos pais, em outubro de 2002. O crime foi executado pelo então namorado, Daniel Cravinhos, e pelo irmão dele, Cristian Cravinhos, que mataram Manfred e Marísia von Richthofen na casa da família, em São Paulo.

    A Netflix pagou cerca de R$ 500 mil para que Suzane autorizasse a realização de um documentário sobre a sua vida. A coluna Outro Canal apurou que o pagamento foi feito diretamente à ex-detenta para garantir a gravação do depoimento.

    Procurada por email desde terça-feira (7), a Netflix disse que não divulga detalhes de suas produções. O projeto, iniciado em novembro de 2025, está em fase de pós-produção e tem previsão de ir ao ar neste ano. Chamado provisoriamente de “Suzane vai Falar”, o documentário foi encomendado pela Netflix após o sucesso de “Tremembé”. A série de ficção com Marina Ruy Barbosa no papel de Suzane se tornou a maior audiência da história da Amazon Prime Video no mercado brasileiro.

    Condenada a 39 anos de prisão, Suzane cumpre pena em regime aberto desde janeiro de 2023. Atualmente, trabalha como artesã e vive em Águas de Lindoia, no interior de São Paulo, com o marido Felipe Zecchini Muniz, e o filho.

    Record nega convite a Suzane von Richthofen para A Fazenda 18

  • EUA perdem drone avaliado em mais de R$ 1 bilhão no Oriente Médio

    EUA perdem drone avaliado em mais de R$ 1 bilhão no Oriente Médio

    A perda do drone foi registrada oficialmente pela própria Marinha americana, que destacou que o MQ-4C Triton foi uma baixa avaliada em cerca de US$ 240 milhões (R$ 1,26 bilhão)

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Marinha dos Estados Unidos confirmou a perda total de um drone MQ-4C Triton durante operação no Oriente Médio, em uma baixa avaliada em cerca de US$ 240 milhões (R$ 1,26 bilhão), em meio à escalada militar na região.

    A perda do drone foi registrada oficialmente pela própria Marinha americana. Em relatório do Naval Safety Command, o caso aparece como um acidente de “Classe A”, categoria usada para ocorrências com dano de ao menos US$ 2,5 milhões (R$ 13,1 milhões) ou destruição total da aeronave. O documento informa que, em 9 de abril de 2026, um MQ-4C “caiu” em local não revelado por razões de segurança operacional e que não houve feridos.

    O episódio ocorreu durante a Operação Epic Fury, conduzida pelo Comando Central dos EUA no Oriente Médio. O órgão mantém uma página oficial da operação e divulgou atualização sobre as ações militares em 9 de abril, mesma data em que o acidente foi registrado pela Marinha. Embora o comando não detalhe nessa página a queda do drone, o relatório naval vincula o incidente ao período da ofensiva.

    A queda do equipamento representa uma das perdas materiais mais significativas do Pentágono neste ano, dada a magnitude do seu custo. Segundo a Business Insider, com base em documentos orçamentários da Marinha, cada MQ-4C Triton custa cerca de US$ 240 milhões (R$ 1,26 bilhão). O veículo também informou que a Marinha opera uma frota reduzida do modelo, o que aumenta o peso estratégico da baixa.

    Antes da confirmação oficial, sites especializados já haviam rastreado o desaparecimento da aeronave sobre a região. O The War Zone informou que o drone emitiu o código 7700, usado para emergência em voo, quando estava em operação sobre o Golfo Pérsico. Segundo o site, a aeronave perdeu altitude rapidamente e desapareceu do rastreamento, mas os EUA não divulgaram, até agora, a causa da queda.

    O Triton é um drone de vigilância marítima de alta altitude e longa duração. Fabricado pela Northrop Grumman, o modelo foi projetado para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento sobre grandes áreas oceânicas, com capacidade de voar por mais de 24 horas e operar acima de 50 mil pés de altitude. Isso faz dele uma plataforma muito mais cara e mais rara do que drones táticos mais comuns.

    A perda tem peso estratégico porque o modelo existe em número limitado. A Business Insider informou que a Marinha americana tinha 20 unidades do Triton em operação. Com isso, a baixa reduz a disponibilidade de uma plataforma usada em missões de vigilância marítima de longa duração.

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