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  • Metade dos fundadores da xAI abandonaram a empresa de IA de Musk

    Metade dos fundadores da xAI abandonaram a empresa de IA de Musk

    Apesar da saída desta semana, Jimmy Ba aproveitou para compartilhar uma publicação na rede social X onde agradeceu a Elon Musk e à equipe da xAI pelo trabalho feito em conjunto.

    A semana passada foi marcada pela saída de mais um fundador da xAI, empresa de Inteligência Artificial de Elon Musk que, com isso, passa a contar com apenas metade dos 12 fundadores originais.

    O cofundador mais recente a deixar a xAI foi Jimmy Ba, que publicou uma mensagem na rede social X agradecendo a Elon Musk.

    “Sou grato por ter ajudado desde o início. Um enorme agradecimento a Elon Musk por nos reunir nessa jornada incrível”, escreveu Ba. “Tenho muito orgulho do que a xAI construiu e continuarei próximo como amigo da equipe. Obrigado por todo o trabalho realizado em conjunto. As pessoas e o espírito de equipe são os verdadeiros tesouros deste lugar.”

    Segundo o Business Insider, que ouviu fontes próximas à xAI, Ba era responsável por grande parte das operações da empresa até o fim do ano passado. No entanto, suas responsabilidades foram retiradas e divididas entre outros dois cofundadores, Tony Wu e Guodong Zhang.

    Wu, porém, deixou a empresa dois dias antes de Ba, o que obrigou a xAI a passar por uma nova reestruturação.

    Comissão Europeia investiga o Grok

    A Comissão Europeia anunciou a abertura de uma investigação contra o Grok, ferramenta de inteligência artificial da rede social X, por disseminação de imagens sexualmente explícitas manipuladas na União Europeia (UE), incluindo conteúdos que possam configurar abuso sexual infantil.

    Em comunicado divulgado em Bruxelas, o órgão executivo da UE informou a abertura de um novo processo formal contra o X, com base na Lei dos Serviços Digitais, para “avaliar se a empresa avaliou e mitigou adequadamente os riscos associados à implementação das funcionalidades do Grok […] na UE”.

    “Esses riscos incluem a disseminação de conteúdos ilegais na UE, como imagens sexualmente explícitas manipuladas, incluindo conteúdos que possam constituir material de abuso sexual infantil”, afirmou a instituição, acusando o X de “expor os cidadãos da União a danos graves”.

    A investigação, tratada como prioritária, analisará com mais profundidade se o X cumpre, com o Grok, suas obrigações previstas na Lei dos Serviços Digitais — especialmente no que diz respeito à prevenção da disseminação de conteúdos ilegais, aos efeitos negativos relacionados à violência de gênero, às consequências graves e à comunicação adequada das “avaliações de risco” a Bruxelas.

    A apuração envolve a introdução de uma funcionalidade que permite a criação de conteúdos manipulados, conhecidos como deepfakes.

    A Comissão Europeia também ampliou outra investigação já em curso, iniciada em dezembro de 2023, sobre o cumprimento, por parte do X, das obrigações de gestão de riscos associadas aos seus sistemas de recomendação.

    Bruxelas quer verificar “o impacto da recente mudança anunciada para um sistema de recomendação baseado no Grok”.

    Caso as acusações sejam confirmadas, poderão ser caracterizadas diversas infrações à legislação europeia, sujeitas à aplicação de multas significativas.

    A Comissão Europeia informou que continuará reunindo provas, inclusive por meio de novos pedidos de informação, entrevistas e inspeções. Também poderá impor medidas provisórias caso não haja ajustes relevantes no serviço do X.

    O Grok é uma ferramenta de inteligência artificial desenvolvida desde 2024 pelo X, rede social do empresário norte-americano Elon Musk, que permite aos usuários gerar e editar textos e imagens, além de fornecer informações contextuais às publicações.

    A UE tornou-se a primeira jurisdição do mundo a adotar regras específicas para plataformas digitais, obrigando-as a remover conteúdos ilegais e nocivos no âmbito da nova Lei dos Serviços Digitais.

    A legislação foi criada para proteger os direitos fundamentais dos usuários online na UE e representa um marco regulatório inédito no ambiente digital, responsabilizando as plataformas por conteúdos prejudiciais, como desinformação.

    Empresas de tecnologia que descumprirem as regras podem receber multas proporcionais ao seu porte.

    Essas regras mais rigorosas têm gerado tensão entre Bruxelas e Washington, especialmente diante do apoio do governo norte-americano às grandes plataformas digitais.

    Os Estados Unidos argumentam que as recentes leis europeias criam barreiras não tarifárias que prejudicam suas gigantes de tecnologia, como Google, Amazon e Meta.

    Apesar das críticas norte-americanas, a Comissão Europeia já aplicou multas com base na nova legislação.

    Metade dos fundadores da xAI abandonaram a empresa de IA de Musk

  • Ministros do STF reclamam do governo Lula por atuação da PF no caso Master

    Ministros do STF reclamam do governo Lula por atuação da PF no caso Master

    As críticas dos ministros direcionadas à PF dizem respeito principalmente ao material entregue ao presidente da corte, Edson Fachin, em que investigadores apontam conexões entre Toffoli e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Para os magistrados, essa apuração foi feita de forma ilegal porque não teve autorização do STF.

    RAPHAEL DI CUNTO
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) se queixaram da postura do governo Lula (PT) na crise que levou à saída de Dias Toffoli da função de relator do inquérito sobre o Banco Master na corte. Os magistrados fizeram chegar ao Palácio do Planalto a avaliação de que a Polícia Federal teria agido fora da lei e de que petistas tentam explorar o caso politicamente.

    As críticas dos ministros direcionadas à PF dizem respeito principalmente ao material entregue ao presidente da corte, Edson Fachin, em que investigadores apontam conexões entre Toffoli e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Para os magistrados, essa apuração foi feita de forma ilegal porque não teve autorização do STF.

    Além disso, integrantes do Supremo disseram ao Planalto que o governo tentou tirar proveito político da situação ao divulgar, de forma reservada, relatos de que Lula queria a saída de Toffoli da relatoria e que via desgastes no tribunal.

    O mal-estar ganhou corpo no STF, e ministros do tribunal avaliam fazer uma investigação sobre as condutas da PF e da Receita Federal em um inquérito na corte, segundo três fontes ouvidas pela Folha de S.Paulo. Como a PF e a Receita estão sob o comando de nomes de confiança do governo, os magistrados estenderam a responsabilidade ao Planalto.

    Depois de receber os recados, o governo instalou uma operação de redução de danos. O Planalto orientou ministros a evitarem qualquer tom político em comentários sobre a situação do caso Master, sem críticas ao trabalho de magistrados. Mesmo em conversas reservadas, o discurso oficial seria o de que a PF deve ter uma atuação técnica.

    Políticos do centrão que têm bom trânsito no STF avaliam que o episódio do afastamento de Toffoli da relatoria do processo envolvendo o Master pode abalar a relação de Lula com a Corte, que foi a principal fiadora do governo desde o fim da gestão Jair Bolsonaro (PL), atuando para auxiliar na governabilidade diante de uma base instável no Congresso.

    Um dirigente partidário que conversou com ministros do STF durante a crise afirmou que a oposição não entendeu que mira suas armas para os alvos errados ao convocar manifestações pelo impeachment de Toffoli e do ministro Alexandre de Moraes para o dia 1º de março.

    Após as conversas, ele diz que os ministros já teriam mudado de lado e estão hoje mais incomodados com o atual governo do que simpáticos à gestão petista.

    A relação de Lula com os ministros já não era mais tão fluida desde a escolha de Jorge Messias para a vaga aberta com a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso no tribunal. O grupo formado por Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli e Flávio Dino advogava pela indicação do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

    As investigações sobre Toffoli pela PF, que na segunda-feira (9) entregou um relatório de 200 páginas sobre as relações do ministro com o Banco Master para afastá-lo da relatoria do processo, agravaram as queixas. O STF rejeitou a suspeição do ministro, que se afastou voluntariamente do processo. André Mendonça foi sorteado para o seu lugar.

    Para os ministros, a PF agiu de forma ilegítima ao investigar Toffoli -que tem prerrogativa de foro- sem autorização judicial. Parte deles também defende que a Receita Federal estaria participando desses vazamentos, o que tem rendido críticas ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT).

    Toffoli admitiu que recebeu dinheiro da venda da participação em um resort, mas negou que tenha relação de amizade com Daniel Vorcaro, dono do Master.

    A cúpula do Congresso e o centrão atuam para blindar Toffoli e conter a discussão sobre o impeachment por causa do caso do Master. Em telefonemas ao longo da quinta-feira (12) com Toffoli e outros ministros, dirigentes partidários e a cúpula do Congresso procuraram tranquilizar o magistrado e afirmaram que o Legislativo não tomará iniciativas de investigá-lo ou pressioná-lo para que deixe o cargo.

    Eles criticam o que chamam de uma “Lava Jato 2”, com o “vazamento seletivo” de informações contra políticos e os ministros do Supremo e o “pré-julgamento” de Toffoli pela opinião pública. Um deles afirma que o STF passou a ser alvo dos mesmos procedimentos que eles já viviam com a PF.

    Um grupo de parlamentares defende nos bastidores a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar os vazamentos, mas ninguém ainda tomou a iniciativa de recolher assinaturas para propor o colegiado -e três pedidos de CPI sobre o Banco Master aguardam decisão dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que resistem a instalar essas investigações.

    Além das reclamações sobre a atuação da PF, a cúpula do centrão também está com a Receita Federal no radar. Os políticos dizem que há direcionamento de investigações para atacar adversários políticos e vazamento de informações para a imprensa para colocá-los em suspeição.

    Haddad tem elogiado o papel da Receita Federal sob a gestão de Robinson Barreirinhas e afirmado que as operações em curso têm seguido a legalidade para chegar aos “verdadeiros ladrões da nação”. O ministro deve deixar o cargo até abril para concorrer nas eleições deste ano.

    Ministros do STF reclamam do governo Lula por atuação da PF no caso Master

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Alberto Cowboy, Breno Corã e Solange Couto estão no paredão do BBB 26

    Alberto Cowboy, Breno Corã e Solange Couto estão no paredão do BBB 26

    Pela brincadeira proposta pela produção, era necessário que cada participante escolhesse um adereço carnavalesco. Alguns deles tinham consequências, que foram divulgadas previamente no site oficial do programa. A ordem para definir qual objeto cada um pegaria havia sido sorteada previamente.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Carnaval chegou ao BBB 26 (Globo). Nesta sexta-feira (13), uma dinâmica temática chamada Bloco do Paredão colocou Alberto Cowboy, Breno Corã e Solange Couto no paredão, além de ter dado uma imunidade para Milena Moreira.

    Pela brincadeira proposta pela produção, era necessário que cada participante escolhesse um adereço carnavalesco. Alguns deles tinham consequências, que foram divulgadas previamente no site oficial do programa. A ordem para definir qual objeto cada um pegaria havia sido sorteada previamente.

    A primeira pessoa chamada por Tadeu Schmidt para o confessionário foi Samira Sagr, que estava com a máscara de duas caras. Ela tinha o direito de trocar uma pessoa que estava na xepa por uma pessoa do VIP. Com isso, decidiu dar privilégios a Ana Paula Renault, tirando-os de Edilson Capetinha.
    Na sequência, foi a vez de Leandro Rocha, o Boneco, foi chamado por ter escolhido a cartola espelhada. Ele tinha que eleger alguém para ser vetado do próximo paredão. Cowboy acabou sendo apontado por ele para não votar.

    Depois, Juliano Floss e Babu Santana, que estavam com as máscaras verde e de madeira, tiveram que entrar em consenso para escolher uma pessoa para imunizar. Eles deram a vantagem para Milena.

    Por fim, Alberto, Breno e Solange, que tinha escolhido a máscara de palhaço, o colar havaiano e o chapéu coco, precisavam entrar em consenso para mandar alguém ao paredão. Como eles não conseguiram concodar com nenhum nome, os três foram castigados com a indicação.

    Alberto Cowboy, Breno Corã e Solange Couto estão no paredão do BBB 26

  • Jonas é o líder da semana no BBB 26

    Jonas é o líder da semana no BBB 26

    Na prova, os brother precisavam permanecer em pé em suas bases enquanto enfrentavam rodadas eliminatórias ao longo da noite. A cada rodada, os jogadores “Mestre da Rodada” jogam um dado que poderia levar a prendas ou a eliminação de outro participante, até restarem apenas três finalistas.

    ANA CLARA COTTECCO
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Depois de mais de 16 horas de disputa, Jonas é o mais novo Líder do BBB 26. O participante ganhou após a prova bater o recorde de tempo e interromperem para uma dinâmica.

    Na prova, os brother precisavam permanecer em pé em suas bases enquanto enfrentavam rodadas eliminatórias ao longo da noite. A cada rodada, os jogadores “Mestre da Rodada” jogam um dado que poderia levar a prendas ou a eliminação de outro participante, até restarem apenas três finalistas.

    Na reta final, disputavam Jonas, Gabi e Jordana. O embate terminou após uma dinâmica de quem fizesse mais pontos ao jogar algumas fichas em caixas com pontos.

    Com a vitória, Jonas garante imunidade na próxima formação de paredão, acesso ao Quarto do Líder e o poder de indicar um participante diretamente à berlinda. A expectativa agora gira em torno de quem será o alvo da semana, especialmente diante das alianças e conflitos recentes que movimentaram o jogo.

    Jonas é o líder da semana no BBB 26

  • Homem é morto pela polícia ao tentar esfaquear músico no Arco do Triunfo

    Homem é morto pela polícia ao tentar esfaquear músico no Arco do Triunfo

    Os antecedentes do agressor apontam para um possível atentado terrorista. A procuradoria antiterrorismo da França foi encarregada do caso.

    ANDRÉ FONTENELLE
    PARIS, FRANÇA (CBS NEWS) – Um homem foi morto a tiros por policiais ao tentar esfaquear um dos músicos de uma banda militar que se apresentava sob o Arco do Triunfo, um dos principais monumentos de Paris. O incidente ocorreu às 18h locais (14h de Brasília) desta sexta-feira (13), na hora da tradicional cerimônia de renovação da chama do túmulo do Soldado Desconhecido.

    Os antecedentes do agressor apontam para um possível atentado terrorista. A procuradoria antiterrorismo da França foi encarregada do caso.

    O presidente Emmanuel Macron, que está na Alemanha para uma conferência, qualificou o atentado como terrorista em post nas redes sociais. “Saúdo a coragem e o sangue frio exemplares dos nossos policiais e militares: eles puseram fim ao ataque e evitaram o pior”, escreveu.

    Ao correr em direção à banda, o autor do ataque, um francês identificado como Brahim B., foi atingido por vários tiros disparados pelos policiais militares que faziam a segurança do monumento. Ele morreu horas depois no hospital Georges Pompidou, próximo à Torre Eiffel. O músico da Guarda Republicana sofreu ferimentos leves. Até o início da noite, não se sabia a motivação do ataque, segundo o ministro do Interior, Laurent Nuñez.

    Nascido em 1978, Brahim morava em Aulnay-sous-Bois, cidade da periferia norte de Paris, segundo a imprensa francesa. Em 2013, foi condenado a 17 anos de prisão na Bélgica, por tentativa de assassinato de três policiais, no ano anterior, na cidade de Molenbeek. Cumpria a obrigação de comparecer diariamente à delegacia local.

    Na época do julgamento, teria dito que queria se vingar dos belgas pela proibição da burca, véu que cobre todo o corpo feminino usado em alguns países muçulmanos e proibido em parte da Europa, seja por representar a submissão da mulher, seja por dissimular o rosto de quem o usa.

    A polícia fechou o acesso ao local. O trânsito na praça de l’Étoile, onde fica o Arco do Triunfo, em uma das extremidades da avenida Champs-Elysées, foi interrompido por algumas horas.

    Homem é morto pela polícia ao tentar esfaquear músico no Arco do Triunfo

  • BC registra primeiro incidente com chaves Pix em 2026

    BC registra primeiro incidente com chaves Pix em 2026

    Segundo o BC, a exposição ocorreu de 26 de dezembro de 2024 a 30 de janeiro de 2025 e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, CPF com máscara (CPF parcialmente coberto com asteriscos), instituição de relacionamento, agência, número e tipo da conta.

    O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (13) que 5.290 chaves Pix de clientes do Banco Agibank SA tiveram dados expostos. Foi o 21º incidente com dados do Pix desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020, e o primeiro em 2026.

    Segundo o BC, a exposição ocorreu de 26 de dezembro de 2024 a 30 de janeiro de 2025 e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, CPF com máscara (CPF parcialmente coberto com asteriscos), instituição de relacionamento, agência, número e tipo da conta.

    O incidente, apontou o BC, ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento. O vazamento ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos.

     

    Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia esclareceu que decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”.

    Todas as pessoas que tiveram informações expostas ou vazadas serão avisadas por meio do aplicativo ou do internet banking da instituição. O Banco Central ressaltou que esses serão os únicos meios de aviso para a exposição das chaves Pix e pediu para os clientes desconsiderarem comunicações como chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.

    A exposição de dados não significa necessariamente que todas as informações tenham vazado, mas que ficaram visíveis para terceiros durante algum tempo e podem ter sido capturadas. O vazamento indica que alguém chegou a consultar os dados. O BC informou que o caso será investigado e que sanções poderão ser aplicadas. A legislação prevê multa, suspensão ou até exclusão do sistema do Pix, dependendo da gravidade do caso.

    Em todos os 21 incidentes com chaves Pix registrados até agora, foram expostas informações cadastrais, sem a exposição de senhas e de saldos bancários. Por determinação da Lei Geral de Proteção de Dados, a autoridade monetária mantém uma página em que os cidadãos podem acompanhar incidentes relacionados com a chave Pix ou demais dados pessoais em poder do BC.

    A Agência Brasil tenta contato com o Agibank e incluirá a resposta da instituição assim que receber alguma manifestação.

    BC registra primeiro incidente com chaves Pix em 2026

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Fotos impressionantes do Carnaval fora do Brasil

    Fotos impressionantes do Carnaval fora do Brasil

    Há quem use fantasias do Halloween ou aproveite a festa para fazer brincadeiras com mensagens políticas!

    Com certeza, o maior Carnaval do mundo acontece no Brasil e os povos dos outros países sabem bem disso! Mas, apesar da folia no exterior não ter a proporção da festa brasileira, outras nações também realizam celebrações grandiosas e os estrangeiros entram no espírito da data mais irreverente do ano.

    Fotos impressionantes do Carnaval fora do Brasil

  • Arias explica por que escolheu Palmeiras ao invés de Flamengo ou Fluminense

    Arias explica por que escolheu Palmeiras ao invés de Flamengo ou Fluminense

    FLAVIO LATIF
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Jhon Arias foi apresentado na tarde desta sexta-feira (13) como novo reforço do Palmeiras na Academia de Futebol, e logo na primeira resposta explicou por que escolheu jogar pelo Alviverde -o meia colombiano recusou uma proposta do Flamengo e um retorno ao Fluminense, onde foi ídolo, para jogar no time de Abel Ferreira.

    “Eu acho que nada mudou. O Fluminense é um clube que eu tenho um grande respeito, que eu tenho uma história muito grande. Acho que também todo mundo sabe que o futebol é muito dinâmico. O Palmeiras é o clube que me abriu essa possibilidade dentro da minha realidade, dentro do que eu preciso nesse momento na minha carreira. É um momento muito importante, tenho muitos objetivos a pequeno e longo prazo.

    Quero voltar a ser campeão, estar em alto nível e na Copa do Mundo. O Palmeiras me dá essa garantia. Todo mundo sabe que o Flamengo é um rival direto, um rival diferente para o Fluminense, então prontamente recusei a proposta em respeito ao Flu, mas estou feliz de estar aqui. O Palmeiras dá tudo que um atleta precisa para brigar com títulos. Uma potência sul-americana, mundial”, disse Arias.

    Arias assinou com o Palmeiras até dezembro de 2029 (contrato de quatro temporadas). Ele custou 25 milhões de euros (cerca de R$ 154 milhões na cotação atual), e o pagamento será realizado em quatro parcelas anuais.

    O Fluminense tentou, sem sucesso, repatriar o jogador. O clube carioca, que tinha preferência estabelecida em contrato diante de um retorno do atleta ao Brasil, até enviou uma proposta de 20 milhões de euros (R$ 124 milhões na cotação atual), mas ela foi prontamente recusada -o clube já sabia que ela seria declinada.

    O Flamengo também entrou na história e acabou deixando o acordo um pouco mais inflacionado. O rubro-negro chegou a sinalizar uma oferta de 22 milhões de euros (R$ 135 milhões) pelo colombiano, que fechou as portas diante da história construída no rival.

    Arias explica por que escolheu Palmeiras ao invés de Flamengo ou Fluminense

  • Macron defende inelegibilidade de políticos antissemitas na França

    Macron defende inelegibilidade de políticos antissemitas na França

    “Para o futuro, desejo que uma pena de inelegibilidade obrigatória seja instituída para os atos e declarações antissemitas, racistas e discriminatórias”, discursou Macron. “Em 20 anos, a hidra antissemita não parou de progredir. Ela se imiscuiu em cada interstício da nossa sociedade”, acrescentou.

    ANDRÉ FONTENELLE
    PARIS, FRANÇA (CBS NEWS) – O presidente da França, Emmanuel Macron, defendeu na manhã desta sexta (13) que políticos antissemitas se tornem inelegíveis. A declaração foi dada no jardim do Palácio do Eliseu, onde o francês plantou um carvalho em homenagem a uma vítima de um crime de ódio contra os judeus ocorrido 20 anos atrás.

    “Para o futuro, desejo que uma pena de inelegibilidade obrigatória seja instituída para os atos e declarações antissemitas, racistas e discriminatórias”, discursou Macron. “Em 20 anos, a hidra antissemita não parou de progredir. Ela se imiscuiu em cada interstício da nossa sociedade”, acrescentou.
    O presidente francês referiu-se aos atentados do Hamas de 7 de outubro de 2023 em Israel como um pogrom, termo que vem da palavra russa para “destruição”, usado para descrever massacres contra judeus desde o século 19.

    Macron também denunciou “o antissemitismo de extrema-esquerda que disputa com o de extrema-direita” e “o antissemitismo que utiliza a máscara do antissionismo para progredir sem alarde, que, numa inversão histórica vertiginosa, pretende fazer dos judeus genocidas”.

    Críticos do governo do premiê Binyamin Netanyahu acusam Israel de cometer genocídio contra a população palestina na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em 2023. A fronteira entre essas críticas e o antissemitismo tem sido motivo de constante controvérsia na política francesa.

    O principal partido da ultraesquerda francesa, A França Insubmissa (LFI), e seu líder, Jean-Luc Mélenchon, são constantemente acusados de antissemitismo, pecha que rejeitam. Mas personalidades de outros partidos, como o ex-primeiro-ministro Dominique de Villepin, pré-candidato à presidência na eleição de 2027, também já se referiram às ações israelenses em Gaza como genocídio.

    Plantar um carvalho, árvore conhecida pela longevidade, foi a forma escolhida por Macron para homenagear Ilan Halimi, sequestrado, torturado e morto aos 23 anos, em 2006, por uma quadrilha que ficou conhecida como “a gangue dos bárbaros”.
    Vendedor em uma loja de celulares, Halimi foi encontrado agonizante três semanas após seu sequestro no porta-malas de um automóvel, com inúmeros hematomas, cortes e queimaduras. Ele morreu horas depois no hospital.

    O chefe da quadrilha, Youssouf Fofana, foi preso dias depois na Costa do Marfim, país de origem de seus pais. Ele confessou que buscava uma vítima judia “porque eles são forrados de grana”. Em 2009, Fofana foi condenado à prisão perpétua. Outros envolvidos foram condenados a penas entre seis meses e 18 anos de prisão, conforme a participação no crime.

    Macron defende inelegibilidade de políticos antissemitas na França

  • Ex-Rouge enfrenta imprevisto dental antes do Carnaval

    Ex-Rouge enfrenta imprevisto dental antes do Carnaval

    A ex-integrante do Rouge revelou nas redes sociais que perdeu um dente e precisou buscar atendimento rápido para não aparecer “banguela” durante a festa. Segundo a cantora, tudo começou ainda no Natal, quando um incidente ao comer bacalhau prejudicou um dente que já estava fragilizado. Com o tempo, o dente ficou solto e acabou caindo, fazendo com que ela recorresse a um atendimento de emergência.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Karin Hils, 47, passou por um susto odontológico às vésperas do Carnaval 2026.

    A ex-integrante do Rouge revelou nas redes sociais que perdeu um dente e precisou buscar atendimento rápido para não aparecer “banguela” durante a festa. Segundo a cantora, tudo começou ainda no Natal, quando um incidente ao comer bacalhau prejudicou um dente que já estava fragilizado. Com o tempo, o dente ficou solto e acabou caindo, fazendo com que ela recorresse a um atendimento de emergência.

    No consultório, Karin contou que conseguiu adiar a colocação do implante definitivo. Como o dente já havia passado por tratamento de canal, o dentista optou por colocar um pino de fibra e um dente provisório, sem precisar retirar a raiz naquele momento.

    A solução temporária permitirá que Karin continue seu tratamento ortodôntico com alinhadores normalmente. Aliviada, a cantora celebrou o resultado e entrou no clima do Carnaval: “Fim da saga! Deus ajude a usar bastante essa boca nova no Carnaval!!! Eu ouvi um amém?!”, brincou ela nos stories.

    Ex-Rouge enfrenta imprevisto dental antes do Carnaval